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GUTS é o novo jogo mais brutal de todos os tempos

O ano é 2067. O mundo vive no ápice do capitalismo e a televisão tornou-se o pior pesadelo dos opositores de reality shows, ou seja, uma sucessão de programas voltamos a entretenimento desmedido, sem que sejam avaliadas as consequências. Nesse interim, um cientista descobre que ficarmos expostos a níveis extremos de violência na televisão nos mantém saudáveis e pacíficos. Assim, a violência na TV passa a ser permitida, e as celebridades que participam desses jogos brutais são extremamente endeusadas!

Desmembrar o seu oponente em um programa de TV não parece a coisa mais normal do mundo, mas tente imaginar toda essa violência misturada com um alto nível de humor. Esta é a premissa de G.U.T.S. – Gory Ultimate Tournament Show, um jogo de luta e tão brutal que os lutadores perdem seus membros durante os combates e permanecem lutando até destruir o adversário.

Cada personagem tem a sua história e um motivo para estar competindo no show. Coloque um padre marombeiro para lutar contra um lenhador, que também é um ativista pelo meio ambiente para poder cortar as árvores ele mesmo, e mantenha a audiência e o apresentador do GUTS entretidos – caso contrário ele poderá adicionar algumas surpresas a luta, como serras e lava no meio do cenário! Tudo é válido para manter o show divertido para os espectadores e jogadores.

A ideia é do estúdio brasileiro Flux Game Studio, a mesma de V de Vinagre e Avenida Fighter. Diferente de outros games de luta tradicionais, em GUTS os personagens se batem e esquartejam até virarem cotocos sem braços e pernas. O jogo é bastante balanceado e competitivo e será apresentado aos gamers na Brasil Game Show (BGS), maior evento de games da América Latina.

O gameplay altera os golpes dos personagens conforme ele tem seus braços e pernas arrancados, trazendo um ar de criatividade em um gênero de games que se renova com pouca frequência. Claro que a violência excessiva pode preocupar país de jogadores mais novos. Por isso a Flux Games Studios decidiu aliviar a tensão dos desmembramentos com um ar cômico e descompromissado. Arrancou o braço do seu oponente? Sem problemas, utilize esse mesmo braço para dar um golpe nele!

Os jogadores podem visitar o estande I-09 da BGS para testar o game o quanto quiser em duas estações. Além disso, os desenvolvedores organizarão um torneio durante a feira de games, de modo que a expectativa é que GUTS se torne o primeiro e-sport de luta brasileiro.

O game tem previsão de lançamento para o segundo semestre de 2017 para as plataformas PS4, XOne, Windows e Steam. Acesse playguts.net para saber mais sobre o jogo.

1º Campeonato Oficial de GUTS na BGS

A BGS será palco do primeiro campeonato oficial de GUTS. O torneio será no formato Mata-Mata de lutas únicas, com os vencedores avançando até a grande final.

Vão rolar duas edições independentes do Campeonato de GUTS: uma no sábado (03/09), outra no domingo (04/09). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas ou antecipadamente, ou mesmo no próprio dia. As lutas estão previstas para começar às 18:00 de cada dia.

O campeão de cada dia vai ganhar uma chave do jogo para PC para baixar gratuitamente no lançamento, previsto para o segundo semestre de 2017. Quem quiser, pode baixar a versão atual do game em playguts.net e já ir treinando para arrancar tudo que é braço e perna na BGS!

Serviço – GUTS – Gory Ultimate Tournament Show

Estande:  I-09 e I-18 (letra i, vogal), próximo ao estande Xbox
Local:  Brasil Game Show – São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes, s/n – Vila Água Funda, São Paulo – SP, 04329-900 (Como Chegar)
Quando: 01/09 – das 13h às 21h (Somente imprensa e convidados) e 02/09 até 05/09 – das 11h às 21h
Campeonato:
Sábado 03/09 às 18h
Domingo 04/09 às 18h
Desenvolvimento: Flux Game Studio

Sesc Consolação oferece curso de programação de jogos 3D

Para quem quer aprender o básico de programação de jogos mas não tem recursos para investir no momento, a dica é que o Sesc Consolação oferecerá um curso de programação de jogos 3D para iniciantes. O curso vai do dia 8 a 31 de agosto e será ministrado por profissionais do Flux Game Studio que ensinarão o passo a passo de como criar seu próprio game em três dimensões.

A iniciativa faz parte da programação Game On!, do Sesc que visa promover atividades que estimulem a reflexão sobre o universo da produção de videogames independentes. Neste módulo os professores ensinarão o desenvolvimento através de engine de criação de jogos, desde o setup básico de um projeto até a exportação para subir nas lojas – sempre com exemplos de cases reais de games criados pelo estúdio.

Para quem não conhece, a Flux Game Studio é um estúdio paulistano de desenvolvimento de games fundado em 2012, que já completou mais de 50 projetos entre jogos autorais, jogos educativos, advergames, jogos de treinamento e projetos de gamificação. A Flux se especializou nos três primeiros anos prestando serviços de desenvolvimento de games; em 2016, passou a se focar na criação de propriedades intelectuais, e está desenvolvendo dois games autorais – um para smartphones, outro para PS4, XONE e PC.

Atualmente o sonho de desenvolver jogos não é algo tão distante e muitos são os projetos indie que obtém sucesso comercial e de crítica mesmo sem orçamentos astronômicos. Minecraft e Super Meat Boy são casos de jogos independentes que alcançaram as massas. E mesmo aqui no Brasil há dezenas de casos bem sucedidos. Se você tem interesse na criação de jogos, faça algumas aulas no Sesc e veja se toma gosto pela coisa. Quem sabe suas ideias não rendam o próximo grande negócio.

Serviço: Introdução à programação de jogos 3D – Sesc Consolação

De 8 a 31/08. Segundas e quartas, das 19h às 21h.

Espaço de Tecnologias e Artes – 1º andar

Não recomendado para menores de 16.
Grátis – Inscrições a partir de 1/8 na Central de Atendimento

Jogos Vorazes Card Game é lançado para Android

Para acompanhar o lançamento do filme “A Esperança: O Final”, a produtora Flux Game Studio acabou de lançar Jogos Vorazes Card Game, jogo oficial da bem sucedida franquia dos cinemas. O título é um card game para dispositivos mobile e sua mecânica é bastante simples, pois é semelhante ao famoso Super Trunfo.

O game permite partidas multiplayer online e, tal como o Super Trunfo, a cada rodada um jogador escolhe um atributo (entre cinco) de sua carta. Quem tiver a pontuação maior dentro do atributo escolhido, vence. O empate privilegia o jogador que não escolheu o atributo. No fim da rodada, o outro jogador é quem escolhe o atributo de sua nova carta. Ao todo, os jogadores iniciam a rodada com nove cartas.

As cartas são estilizadas e apresentam os personagens do filme, como Katniss, Peeta, Alma Coin, Presidente Snow. O estilo utilizado na arte é realista, mostrando cenas dos filmes. Os atributos das cartas são popularidade, força, inteligência, habilidade e sobrevivência.
Jogos Vorazes Card Game premia os melhores jogadores, pois assim que você ganha um duelo, você recebe uma carta aleatória para reforçar seu deck.

A coleção completa são de 84 cartas, divididas entre comuns, raras, ultra-raras e especiais. Mas como a Flux escolheu quem eram os melhores personagens? De acordo com a desenvolvedora, dois fãs da franquia foram convidados para colaborar com o projeto, a fim de tornar o game equilibrado e fiel aos personagens.

“Ninguém conhece melhor os detalhes de uma produção quanto os seus maiores fãs. Não tivemos dúvidas: trouxemos dois deles para o time para ajudar a criar as cartas e deixar os atributos condizentes com as características de cada personagem do universo Jogos Vorazes”, conta Paulo Luis Santos, CEO da Flux, que fez a direção executiva do projeto. “Somando o conhecimento da Victória e do Bruno sobre a série ao nosso know-how para criar jogos divertidos, chegamos a um resultado de alto nível e estamos muito orgulhosos do jogo”, completa.

O game é gratuito e está disponível apenas para o Android por enquanto, mas há planos de trazê-lo para o iOS e Windows Phone em breve. Se você é fã de Jogos Vorazes e gosta da mecânica clássica de Super Trunfo, dê uma conferida. A comunidade de jogadores está crescendo graças ao impulso do filme e em breve o título deve estar entre os principais apps da Google Play.

Abaixo tem o trailer de Jogos Vorazes Card Game:

V de Vinagre: sucesso em 2013 ganha nova versão com gráficos 2,5 D

Quem não se lembra do game “V de Vinagre”, sucesso em 2013 por satirizar a ação da Polícia Militar durante as manifestações que abalaram o país? O jogo da Flux Game Studio ganhou notoriedade por seu humor ácido e pela crítica social que fazia da situação – próprio título era uma referência aos jornalistas que foram detidos por trazer vinagres em suas mochilas. Pois bem, a Flux Game lançou a segunda versão do game, desta vez para aproveitar a nova onda de manifestações que ocorreram na cidade de São Paulo após o aumento das tarifas de ônibus.

A nova versão do game segue a mesma dinâmica da anterior: a polícia está perseguindo o jogador e quer descer o cacete nele porque ele está se manifestando pacificamente. Vale destacar que houve excesso por parte de alguns policiais nas manifestações, ainda que seja notório que houve a participação de alguns vândalos durante as manifestações.

“Entendemos que há um problema crônico com a abordagem da Polícia Militar do Estado de São Paulo em eventos majoritariamente pacíficos. Quando ocorreu a pancadaria no último dia nove de janeiro, vimos que o tema pode, e deve, ser idêntico – a truculência e exageros da PM não mudaram, então o vilão do V de Vinagre também se mantém”, explica Paulo Luís Santos, diretor da Flux Game Studio, desenvolvedora do jogo.

A primeira versão do game foi desenvolvida às pressas para aproveitar a pauta do momento. Desta vez, a Flux garante que houve um trabalho maior para garantir que o game seja mais refinado: os gráficos são em “2,5D”; as animações são mais fluídas; o game está maior (10 fases). Além dessas novidades, o título possui um sistema de customização de personagens, podendo misturar cabeças, torso e pernas de diversas personalidades desenhadas de forma caricata.

Há também itens coletáveis que desbloqueiam notícias bizarras sobre absurdos que acontecem no Brasil, em geral, sobre corrupção, mal uso de verba pública, ou fatos escabrosos. O que sofreu poucas mudanças foi a jogabilidade: manteve-se o estilo runner com comandos de pular e deslizar. Há objetos interativos nas fases que servem para derrotar os policiais e ganhar mais pontos.

O personagem principal é o mesmo – o manifestante com a máscara de Guy Fawkes. No entanto, conforme coleta vinagres, o jogador pode liberar novos personagens, que são sátiras de pessoas que vão desde jogadores de futebol até celebridades.

“Estamos vivendo um momento muito parecido com aquele junho de 2013, com a truculência diante das manifestações, mas a situação atual é ainda mais complicada: indignação com políticas públicas, cenário político conturbado, falta água e luz em São Paulo todos os dias. A coisa está feia! O V de Vinagre é um game calcado neste tipo de problema, então acredito que esta situação, por mais lamentável que seja, acaba potencializando o lançamento do novo V.”, afirma Santos.

O game foi lançado em janeiro somente para Android. De acordo com a produtora, há planos de levá-lo até outras plataformas se o desempenho for bom. A previsão é que em algum momento a Flux lance versões para iOS e Windows Phone.

Flux Game Studio lança Forca Futebol Mundial para smartphones

Copa do Mundo é  a pauta do momento, inclusive na área de jogos eletrônicos. Se você é apaixonado por futebol e é do tipo que decora nomes de jogadores e conhece todas as seleções do torneio, o estúdio paulista Flux Game Studio lançou Forca Futebol Mundial.

Trata-se de um game para smartphones que desafia os jogadores no tradicional jogo da forca, a diferença é que ao invés de palavras aleatórias, o jogador deve acertar os nomes dos 732 jogadores que vieram para a Copa do Mundo no Brasil. Se errar seis letras, é fim de jogo.

No começo é fácil acertar nomes como Neymar ou Messi, mas experimente ter de descobrir nomes de estrangeiros como Papastathopoulos, o Azubuike Egwuekwe, ou o Ghoochannejhad. Para facilitar as coisas, o game oferece dicas valiosas como país, posição, clube e idade. Além disso, é possível comprar letras certas através de moedas de jogo que são obtidas no próprio game.

Vale destacar também que o game possui um álbum de figurinhas digitais com todos os atletas que o jogador já tenha acertado. Este álbum conta com a ficha técnica dos jogadores, servindo como um guia para quem vai acompanhar o torneio pela televisão.

O game saiu para o Google Play gratuitamente, porém com publicidade entre as partidas. Pode-se jogar nos idiomas português, inglês e espanhol.

Game V de Vinagre ironiza violência policial no Brasil

v de vinagre

Como todos sabem, São Paulo foi tomada no último dia 13 de junho e também no dia 17 de junho de 2013 pela população que está reivindicando vários direitos como redução do transporte público e seriedade dos políticos com o dinheiro público. A ação dos manifestantes reverberou pelas redes sociais e inspiraram diversos outros movimentos em tantas outras capitais do país. Literalmente é o povo mostrando que detém o poder.

Apesar disso, os políticos não parecem querer ceder tão facilmente, como é o caso do prefeito da capital paulista Fernando Haddad, que já disse não reduzir os preços das passagens de ônibus.  Como as manifestações não perderam força, os governantes colocaram a PM nas ruas para evitar possíveis depredações. Essa ação ocasionou confronto entre a polícia e manifestantes, além de algumas das cenas mais dignas de pena da Polícia Militar de São Paulo, como atirar na imprensa, quebrar o próprio carro e (a mais esdrúxula de todas) dar voz de prisão ao repórter Piero Locatelli da revista Carta Capital que estava de posse de um frasco de vinagre.

Baseado no triste episódio, o time da Flux Game Studio criou o game V de Vinagre para satirizar o amadorismo e violência empregada pelo “dito” do PM em serviço. No jogo os jogadores assumem o controle de um adolescente portando vinagre que deve fugir da truculência policial como se fosse o marginal mais perigoso da história.

Um roteiro no qual um manifestante precisa fugir da polícia por portar potes de vinagre em sua mochila poderia muito bem ser de um game 100% de ficção – o problema é que, neste caso, é inspirado em uma triste realidade com a qual não podemos compactuar”, afirma Paulo Luis Santos, Diretor da Flux e um dos desenvolvedores do projeto. “A maneira como a polícia atuou infelizmente foi digna dos mais violentos filmes ou jogos, e não podemos simplesmente ficar de braços cruzados”.

A ideia do estúdio é digna de aplausos, visto que violência e abuso policial são um tipo de mal que já deveria ter sido extirpado da sociedade, mas que não cessa devido ao governo que coloca qualquer um para representar lei, mesmo os homens mais mal preparados que se possa ter. Evidentemente este texto exprime fúria e indignação, porém é impossível ficar indiferente ao ver tamanho despreparo de quem deveria proteger a sociedade. O próprio time da Flux Game Studio tem uma ideologia semelhante e aposta que o jogo para Facebook tem tudo para ampliar a conscientização geral sobre a situação que decorre na mais rica e mal protegida cidade do Brasil.

As sacadas são irônicas e os gráficos são divertidos para tentar levar o caso às pessoas que não leem jornal ou assistem TV, ou seja, o público mais jovem. “O game é, talvez, a mídia com a qual a conexão é mais forte e sólida para uma galera mais nova – de pré-adolescentes e adolescentes ainda na escola”, pondera Paulo. “Estamos manifestando uma opinião ideológica importante com o ‘V de Vinagre’, e sabemos que as pessoas que o jogarem serão expostas e talvez até influenciadas por ela. Esse é o ponto”.

O nome do jogo faz analogia ao cultuado personagem V do quadrinho (e filme homônimo) V de Vingança. Quanto mais vinagre for coletado pelo jogador, mas procurado ele será. Ao final, dependendo da quantidade de vinagre coletada, o jogador recebe títulos como “meliante” ou “comunista” pela polícia. Faz lembrar os tempos da Ditadura Militar, hein? Faz-nos pensar que se a polícia empregasse tanta vontade em acabar com o tráfico de drogas, assaltos e homicídios o Brasil estivesse melhor…

Quisemos fazer uma coisa bem-humorada, mas que expusesse bem o assunto”, comenta Stiven Valerio, Artista Líder e principal idealizador do projeto. “Nós não participamos dos atos, mas esse é o nosso jeito de contribuir no sentido de uma mudança para a melhor”.

Um dos fatos surpreendentes é que o game foi desenvolvido no formato Game Jam, uma maratona de 18 horas de trabalho. “Optamos por fazer tudo muito rapidamente por dois motivos: primeiro, nos propusemos este desafio de fazer um jogo em pouco tempo; e, depois, porque o assunto é urgente e não poderíamos investir muito tempo em polimentos – valia mais a pena lançar de uma vez do que perder o timing”, detalha Juliano Gomes, Programador Líder do game, lembrando que há uma nova manifestação marcada para segunda-feira, dia 17/06.

A empresa está monitorando a receptividade e alcance do jogo para decidir se é importante melhorá-lo com correções de problemas e novas features, ou eventualmente até ampliá-lo com mais conteúdo e portá-lo para dispositivos móveis. “Tudo vai depender do que o público achar do ‘V de Vinagre e do quanto ele viralizar”, explica Paulo.

Nossa dica é que você conheça o jogo e compartilhe-o pelas redes sociais. Mostre que você também faz da parte da revolução, mesmo que tenha de sair carregado com vinagre apenas no jogo. Afinal de contas, nem todos podemos nos dar ao luxo de sermos presos por causa de produtos alimentícios, certo?

V de Vinagre: abaixo está o vídeo do game que deveria ser visto pelo Capitão Toledo:

Devnation: estúdios brasileiros criam primeiro game para o Ouya

devnation

Todos vocês já devem conhecer o Ouya, o console nascido por meio de crowdfunding, e sua fascinante promessa de permitir que qualquer um desenvolva games para ele a baixos custos de desenvolvimento – mais ou menos como em aparelhos mobile, afinal o próprio Ouya utilizará uma versão do Android.

Pois bem, o console tem previsão de lançamento para abril deste ano (2013) e já tem vários estúdios trabalhando incansavelmente em games para o sistema. O bacana mesmo é que não são somente os gringos que estão desenvolvendo para o novo sistema: os estúdios brasileiros Flux Game Studio e o Reload Game Studio também preparam suas cartas para o lançamento do Ouya.

Ambos os estúdios paulistas uniram forças para desenvolver o primeiro game brasileiro para o console. O nome do jogo é Devnation, um RPG tático com jogabilidade por turnos focados nas decisões dos jogadores e uma narrativa permeada de bom humor.

Um dos atrativos do jogo é a variedade de desafios encontrados, em cada fase os jogadores encontraram elementos que remetem a variados tipos de jogos, como puzzle, FPS, plataforma, entre outros. Conforme superam os desafios de cada estilo, os desenvolvedores ganham novos aliados para usar nas batalhas. Um fator importante é a inclusão de multiplayer na versão Ouya. De acordo com os desenvolvedores, até quatro jogadores poderão se unir nas batalhas e avançar os desafios encontrados pelo caminho.

Na trama do game há todo um universo voltado à arte de criar jogos, ou seja, o jogador toma o controle de uma equipe de desenvolvedores que perderam seus empregos em uma grande Publisher e partem juntos em uma jornada em busca do game perfeito. Nessa quest, os personagens devem enfrentar problemas relacionados ao game design em si, como bugs, desbalanceamento, clichês, etc.

Para quem não entendeu, o game brinca com aquela história de desenvolvedores indies lutando com unhas e forças contra o monopólio das grandes publishers do mercado que apenas visam lucros (eles controlam os inimigos em Devnation). “É claro que a lógica é muito mais complexa do que isso, sabemos que não funciona dessa maneira extrema. Mas achamos que tirar um sarro desses exageros daria um universo rico e divertido para criar o ambiente do jogo”, observa Paulo Luis, Diretor Executivo da Flux Game Studio.

Curiosidade: o game nasceu graças ao concurso CREATE da revista Kill Screen, que desafiava estúdios a games em apenas 10 dias, visando um prêmio de US$. Os dois estúdios eram muito próximos e tocaram o projeto em conjunto.

“A Flux apoiou o projeto Ouya no Kickstarter em agosto, e recebeu o console de desenvolvedores no dia 3 de janeiro. Pouco depois, o concurso foi anunciado, mas não tínhamos equipe disponível para desenvolver algo sólido em um prazo tão curto. Então, começamos a procurar outros desenvolvedores interessados em experimentar a nova tecnologia. Foi assim que chegamos à parceria com os amigos da Reload”, afirmou Paulo Luis.

Devnation deve ser lançado em abril para aproveitar a janela de lançamento do novo console. Até lá vamos torcer para que os brasileiros também possam fazer sucesso no Ouya.

Abaixo você confere o vídeo do jogo Devnation: