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Pipa Studios com vagas abertas para desenvolvedores mobile e web

A desenvolvedora indie Pipa Studios anunciou a abertura de 5 vagas para profissionais capacitados em desenvolvimento para web. O estúdio fica na Vila Leopoldina em São Paulo e, apesar de ter apenas 2 anos de atividade, nos últimos meses é um dos que mais tem se destacado na produção interna de jogos para Facebook e mobile.

A Pipa Studios é uma startup que nasceu em 2012 pela paixão com indústria do entretenimento e a motivação de desenvolver jogos para redes sociais e plataformas móveis.

As vagas são para desenvolvimento em Adobe Flash e, por isso, o estúdio busca profissionais apaixonado por webgames, com muita vontade de aprender, disciplina e determinação. Além disso, são requisitos conhecimento em desenvolvimento Flash AIR para web e mobile, vontade de aprender Starling Framework, Facebook API, iOS Developer Library, APIs Android, HTML5, CSS e animação via sprite sheets.

Pode parecer muita coisa, mas o profissional interessado no trabalho deve sair do estúdio com muita experiência e conhecimento no currículo se aproveitar a oportunidade. Não é obrigatório, mas quem tiver experiência com desenvolvimento mobile (iOS e Android) já sai em vantagem. A Pipa Studios já desenvolveu o Praia Bingo para Android, para Facebook e também para iOS.

O salário será negociado diretamente com o estúdio e a contratação será em formato PJ. A Pipa Studios garante ajuda de custo com Vale Transporte ou estacionamento. Para mais informações sobre o estúdio, basta visitar o site da desenvolvedora. E por fim, para se candidatar as vagas basta mandar currículo para o e-mail hr@pipastudios.com.

IndieReporter: jogue Estamos Pensando e conheça mais sobre o game

Esta semana publicamos aqui no GameReporter nosso primeiro texto do IndieReporter, uma série com desenvolvedores do cenário independente nacional, estúdios brazucas e suas produções.

Hoje voltamos ao nosso primeiro personagem, Daniel Novais, e sugerimos seu primeiro game Estamos Pensando. Criado como uma pequena peça de arte digital para o simpósio SBGames 2008, o joguinho em Flash teve destaque aqui no próprio GameReporter na época.

Estamos Pensando puxa para a filosofia, e em vez de colocar o jogador no papel de um herói, traz um dilema corriqueiro na vida amorosa de muitos: o sofrimento com a expectativa da pessoa amada. Apesar de bastante simples, o game tem pontos altos e merece um lugar de destaque. E, é claro, pode inspirar quem está entrando na área agora.

Com a palavra, Daniel, contando um pouquinho sobre o desenvolvimento e a receptividade ao Estamos Pensando:

“O primeiro semestre de programação da PUC-SP usava o Flash para ensinar o básico de programação. Apesar de já ter tido diversos contatos com o Flash, não sabia fazer absolutamente nada. Depois de um final do semestre muito proveitoso, fiquei sabendo do SBGames e estava com as férias escolares e um pequeno período de ociosidade com o trabalho, então resolvi desenvolver o game pensando no festival.

Na época, estava descobrindo os games como forma de arte (em especial, Passage e Gravitation do Jason Rohrer) e sempre lia a seção Artistic Saturday Timewaster do Kotaku US. A idéia era fazer um game simples de plataforma, mas no final a coisa acabou ganhando essa orientação artística.

O nome do game é Estamos Pensando pelo motivo mais bobo. Eu estava tentando fazer um logotipo sem ter decidido ainda o título do jogo. Então eu deixei Estamos Pensando (como em “ainda estamos pensando no título”) como texto de teste. Quando chegou a hora de fazer o submit pro festival, ainda não tinha pensado em nada e resolvi deixar desse jeito mesmo. Um lado meu se arrepende e muito disso: tem muita gente nesse mundo que é brutal com títulos de jogos que não sejam em inglês ou japonês. Fora, claro, que deu uma impressão de arte pretensiosa.

Lição aprendida!

Quanto ao jogo, uma coisa que eu simplesmente não consegui imaginar enquanto desenvolvia foi esse pensamento de suicídio que as pessoas tiveram. Muita gente acha que o jogo é depressivo porque o personagem se suicida. Pra mim, nunca foi um caso de suicídio. É um momento inconsequente, de esquecer a razão e fazer a coisa mais idiota sem pensar. Um erro, e não uma tentativa com sucesso de suicídio. Foi essa sensação que eu tentei causar no jogador e, acho eu, os que gostaram do jogo gostaram exatamente porque “caíram” e entenderam essa intenção.

Com todo o respeito do mundo ao SBGames (e lembrando que quem estava lá viu que eu estava completamente eufórico na hora do anúncio), este acabou sendo um evento de segundo plano. Destaque num fim de semana no Kotaku US é uma experiência completamente maluca e que nunca vai sumir de mim. Acho que passei umas duas semanas sem saber o que acontecia no resto do mundo, só encontrando no Google gente falando as coisas mais horríveis e mais bacanas sobre o jogo. Era uma alegria extrema combinada com muita dor. Ás vezes até na mesma frase. Lembro de um “o game mais legal já feito por alguém que não sabe escrever”.

O mais engraçado é que ficou uma sensação de melancolia e depressão no jogo. Na verdade, sou um cara muito sorridente e isso me incomodava muito. Acho que isso está mais claro agora no Mystery of the Japanese Werewolf. E, ainda bem, o comentário mais repetido sobre o jogo até agora é que o humor dele é o que mais vale a pena. Ufa!”

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Vaga para desenvolvedores Flash em São Paulo (SP)

O leitor Guilherme Lane entrou em contato conosco para divulgar uma vaga de emprego para programador de jogos 2D em Flash (ActionScript 3) em São Paulo (SP).

O programador trabalhará em um game social de futebol para as redes Facebook e Orkut. O projeto está em sua reta final, mas o candidato escolhido continuará dando manutenção no jogo.

É preciso conhecimento em Flash, e o trabalho consiste na finalização da parte visual do jogo. Ter conhecimento em PHP é um diferencial.

A empresa fica na Rua do Gasômetro, no Brás, próximo à Estação D. Pedro II do metrô. Se interessou? Mande email para guilhermelane@gmail.com e boa sorte!

Produtora de Terror na Favela responde aos comentários no GameReporter

Divulgamos o jogo Terror na Favela, há alguns dias, aqui no GameReporter. O post recebeu alguns comentários, e nós recebemos o contato da equipe de criação, que prestou alguns esclarecimentos.

Segue o email recebido dos responsáveis, da Retronamic Games, na íntegra:

“Olá,

Notei que nosso webgame, Terror na Favela, recebeu um pequeno review em seu blog. Ficamos muito honrados em ter esse tipo de reconhecimento e felizes em saber que o jogo teve um sucesso relativo. Achei interessante entrar em contato com você, David, porque vimos alguns comentários no post e ficamos um pouco chateados.

O Terror na Favela é mais um resultado de um refactoring agressivo que fizemos para garantir a estabilidade e existência da empresa. Somos um pequenos estúdio de desenvolvimento em São Paulo e tivemos um péssimo começo. Fomos contratados por uma empresa européia para o desenvolvimento de um FPS em Flash. A princípio, utilizamos raycasting (similar a Doom), mas eles queriam mais. Acabamos desenvolvendo a engine que você vê aí hoje.

Com os investimentos iniciais, tivemos motivação e grana para trabalhar no projeto. Infelizmente, a empresa quebrou o contrato e sumiu do mapa, nos deixando na mão com o projeto finalizado e sem o pagamento final. Para sair do aperto e não morrer na praia, fomos forçados a produzir vários “budget webgames” usando a mesma engine, o mesmo código de jogo e, sempre que possível, a mesma arte. O retorno de anúncios in-game é baixíssimo e fomos forçados a fazer isso para pagar o que devíamos. Ainda tem um furo enorme no nosso bolso. Nos sentimos mal, porque adoraríamos estar produzindo games de altíssima qualidade, mas com o saldo bancário negativo depois dessa engrupida, ficou muito complicado.

Acabamos tendo o mesmo pesadelo que vários pequenos estúdios temem: jogar o que fizemos com amor em um moedor e vender o que sai dali. O Terror na Favela foi uma brincadeira. Pensamos: “Cara, estamos quebrados mesmo. Vamos fazer um jogo que é, no mínimo, engraçado”. Daí o preconceito exacerbado, os banners de búzios, a placa da igreja, etc.

Novamente, obrigado pelo reconhecimento. Mesmo sabendo que nosso jogo não é lá essas coisas, ficamos felizes de fazer uma pontinha por aí. Esperamos, que num futuro próximo, você possa fazer uma pontinha de um jogo que fizemos com amor, paixão e muita dedicação, sem desespero financeiro.”

Caros amigos da Retronamic. Nós gostamos do game, sim. O protótipo ficou ótimo, e lastimamos que coisas tão chatas tenham acontecido. É uma infelicidade ver o descaso que algumas empresas possuem com seus colegas e contratados. Esperamos em breve ver o resultado de novos trabalhos de vocês.

Gostou? Jogue o webgame Terror na Favela agora

Entre na pele de um soldado do BOPE no game Terror na Favela

Terror na Favela

Terror na Favela é um game em que você entra na pele de um agente especial do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) em uma incursão pela favela da Rocinha.

Esse jogo de tiro em primeira pessoa criado usando tecnologia Adobe Flash colocará você em uma missão de vida ou morte, onde não há chance para erros e que, para sair com vida do território dominado pelos traficantes, será preciso eliminar todos os bandidos.

Como jogar Terror na Favela

A movimentação é feita nas setas direcionais ou nas teclas WASD. Espaço atira, a tecla R recarrega a arma e as teclas 1 a 3 trocam as armas. Use Shift para pular. Apesar dos controles serem um pouco difíceis de dominar a princípio, o jogo é bem feito e merece o clique.

:: Jogue o webgame Terror na Favela agora

Webgame: promova o caos na pele do insano Mr. Schyzo

O webgame de hoje não é recomendado para crianças, dado o alto nível de violência. Nele, você controla Mr. Schyzo, um ser sombrio e insano, um psicopata.

E, em cenários bem desenhados, repletos de transeuntes, sua missão é abrir fogo e fazer estrago, disparando 12 armas diferentes (que podem ser compradas com dinheiro ganho no decorrer do jogo).

São 20 níveis, que podem ser destravados pouco a pouco e jogados novamente depois. Afine a mira, dispare a arma e tente coletar algumas almas. Mas atenção, é um jogo para adultos…

:: Jogue Mr. Schyzo agora