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Top 10: Os games mais empolgantes da E3 2018

A E3 2018 já acabou, mas resolvemos compilar quais foram os dez games mais marcantes do evento americano. Colocamos apenas games que tiveram partes do gameplay divulgados, então não espere ver os recém-anunciados Halo Infinite ou  The Elder Scrolls VI.

Ainda assim, a E3 2018 revelou tantos games de alta qualidade que foi difícil compilar uma lista de apenas dez games.
Confira abaixo os dez games mais bacanas apresentados na E3 2018:

Sekiro: Shadows Die Twice

A FromSoftware já está posicionada como uma das melhores produtoras de games da atualidade graças à franquia Dark Souls. Muitos acreditavam que a hegemonia da produtora no ramo de RPG de ação estaria em risco desde que a Team Ninja entregou o ótimo Nioh. Para complicar ainda mais o cenário, Nioh 2 foi anunciado e conquistou bastante atenção do público e da imprensa durante a E3. Mas eis que a FromSoftware anunciou um novo game chamado Sekiro: Shadows Die Twice.

O título segue o estilo Souls, porém com samurais e um combate muito mais voltado para a o stealth do que seus primos mais velhos. É como se a produtora juntasse o melhor de Dark Souls e Tenchu, que, aliás, também passou pelas mãos da FromSoftware. Pelo que o gameplay mostrou, podemos esperar um dos jogos mais desafiantes e divertidos da geração.

 

 

Devil May Cry 5

A Capcom não lançava um novo DMC desde 2013 (o infame reboot). Considerando que o ultimo game seriado da série foi Devil May Cry 4 em 2008, podemos contar que a franquia não recebe algo completamente inédito há mais de 10 anos. Então dá para entender a comoção e alegria quando o anúncio foi feito durante a E3 2018.

Sabe-se que os jogadores podem controlar a dupla Nero e Dante e que muita da ação deve ocorrer em ambientes urbanos contra chefões gigantescos e dificílimos de bater. A expectativa é que o jogo seja um dos mais fotorealistas  que a Capcom já produziu, graças ao potente motor gráfico RE Engine.

 

Kingdom Hearts 3

Tetsuya Nomura atrasou muito o desenvolvimento de Kingdom Hearts 3. Podemos desculpar o desenvolvedor, afinal ele entregou o ambicioso Final Fantasy XV recentemente. Finalizado o projeto, chegou a vez de se dedicar ao crossover mais amado do mundo dos jogos. Os trailers apresentados deixaram claro uma coisa: as recentes compras que a Disney fez nos últimos anos foram extremamente positivas para Kingdom Hearts.

Aqui você vai ver o trio Sora, Pateta e Donald interagindo com personagens dos mundos de Frozen, Toy Story, Monstros S.A, entre outros. Infelizmente a transição entre mundos ainda se dá pela Gummi Ship. Ainda assim, a jogabilidade parece muito fluída e divertida. A expectativa é que KH3 seja um dos maiores jogos já produzidos pela Square-Enix e um passo importante para popularizar ainda mais os RPGs de ação.

 

 

Forza Horizon 4

Ainda que a Microsoft tivesse em suas mangas os ótimos Halo Infinite e Gears 5, podemos apostar que o grande carro chefe do Xbox One para a próxima temporada será Forza Horizon 4. Os três capítulos anteriores já se mostraram títulos quase perfeitos e a Playground Games parece evoluir ainda mais a cada novo episódio. De acordo com informações prévias, o título terá nada menos que 450 carros, o que torna um dos jogos com mais conteúdo que já vimos.

Outro detalhe importante: há variações de tempo e de estações do ano, o que interfere diretamente na direção dos bólidos. O nível de detalhes está absurdo. Você pode ver rachaduras no asfalto se movimentar o veículo mais devagar, além de efeitos de luz e sombra embasbacantes. Compra certa.

 

 

Resident Evil 2

A Capcom geralmente demora alguns bons anos para mexer com sua franquia mais famosa e isso tem um motivo: não estragar uma franquia tão adorada. Claro, muitos podem apontar o dedo para alguns jogos terríveis como Operation Raccoon City ou Gun Survivor e dizer que a produtora nem sempre teve cuidado com a série, mas a impressão é que a empresa aprendeu com os erros do passado.

Resident Evil 2 é naturalmente o remake do segundo jogo, mantendo o mesmo roteiro e acontecimentos vivenciados por Leon e Claire em 1998. A diferença é mais do que gráfica, a ação é mais intensa, o clima de horror é mais palpável e a Capcom até prometeu que algumas coisas estarão bem diferentes do que os jogadores se lembram. A intenção é que os jogadores antigos não tenham a sensação de estar jogando um game requentado.

 

Super Smash Bros. Ultimate

A primeira coisa que você deve ter em mente ao comprar Super Smash Bros. Ultimate é que você precisa vender urgentemente os seus outros jogos da franquia no Mercado Livre. Sim, você não precisará mais deles, afinal a Nintendo confirmou que TODOS os personagens vistos nos títulos anteriores estarão em Ultimate. Isso significa 68 personagens, incluindo os convidados especiais como Snake, Bayonetta e Cloud Strife.

O destaque mesmo é a chegada de novos combatentes como os Inklings de Splatoon, Ridley da série Metroid e a nova versão de Link em Breath of the Wild. Além disso, os jogadores poderão aproveitar as funções do Switch para desafiar os amigos em combates de até quatro jogadores certamente este será mais um system seller do Switch. O game chega ainda em dezembro deste ano.

 

Anthem

A EA não foi bem na E3 e a Bioware pisou na bola com Mass Effect Andromeda. Dito isto, é de se esperar que as duas empresas não pouparão esforços para entregar o melhor jogo possível. Felizmente, os trailers de Anthem nos induzem a pensar que os objetivos serão alcançados. Aqui temos um mundo aberto vasto, bonito e repleto de coisas a se fazer.

Muito do mote do jogo é envolto em partidas multiplayer, tal como em Destiny. Mas o jogo da Bioware parece seguir uma direção diferente, ainda que interligue os RPGs e o tiroteio típico dos TPSs. A verdade é que Anthem está muito voltado para a exploração e em dar aos jogadores a liberdade que Andromeda não deu. Se os planos derem certo, aqui teremos um grande retorno para a Bioware.

 

 

Ghost of Tsushima

A grande surpresa da coletiva da Sony foi Ghost of Tsushima. É claro, The Last of Us 2 é o grande jogo para a temporada da Sony, mas é em GoT que os fãs do Playstation podem ver algo novo despontar. O título busca inspiração em Akira Kurosawa, importante diretor do cinema japonês, para seu roteiro.

Os jogadores acompanham a história de Jin, um samurai que deve desafiar o poderoso exército mongol para defender seu povo. Bem vago, hein? O importante é que o gameplay mostra algo de Dark Souls com combates mais estratégicos. Os gráficos estão incríveis e a ação é desenfreada. A Sucker Punch aprendeu bastante com as entregas de Infamous, então podemos esperar um mundo aberto fluído, sempre em transição e brutal. E, caras, olhem as folhas!

 

 

The Last of Us 2

Para muitos o melhor jogo da geração passada foi The Last of Us. Talvez ele não seja (talvez), mas certamente foi um dos melhores que já vimos. A Naughty Dog se tornou o principal estúdio do catálogo da Sony e um dos melhores do mundo. Só por isso, não tem como não ficar empolgado com qualquer coisa que esses caras estejam fazendo. Felizmente o hype não se apoia apenas no nome da produtora: o trailer revelado na E3 mostra que a produtora vai apostar alto no stealth.

Pudemos ver que Ellie é uma matadora atroz e que a vida da garota não será nada fácil. Mas, ei, onde está Joel? O que houve com ele? Quem é a garota que beija Ellie? Será que vamos ver o desenrolar das mentiras contadas ao final do game anterior? Muitas perguntas e poucas respostas, hein. A única coisa que podemos dizer com certeza, é que este promete ser ainda mais emocional, visceral, escuro, sombrio, melhor.

 

 

Shadow of the Tomb Raider

Lara Croft é outra que sofre e parece não ter descanso. As duas últimas entregas de Tomb Raider foram sensacionais e construíram toda uma nova base de fãs para a franquia. Então não é absurdo que a Square-Enix queira investir na heroína. Os experimentos em Rise of the Tomb Raider serviu para mostrar que é possível levar a Lara para direções mais sombrias (beirando até o horror).

Pelo que o trailer mostrou, Lara é o centro da ação. É ela que move a trama e comete erros que dirigem toda a trama. Cabe à heroína evitar que os inimigos tirem proveito de uma cultura há muito esquecida. Podemos esperar por ambientes vastos e bem desenvolvidos, com muitos detalhes e uma ação desenfreada.  Os produtores disseram que Shadow of the Tomb Raider encerra um ciclo para Lara, mas não se preocupe. Este não será o último game da personagem mais reconhecível dos jogos digitais.

E3 2018 – Conferência da Sony mostra porquê a empresa é líder mundial no mercado de jogos eletrônicos

A última das conferências da E3 foi realizada pela Sony (a Nintendo fez apenas um Direct). Líder absoluta do mercado de jogos eletrônicos, a Sony poderia dar-se ao luxo de apresentar apenas os mesmos jogos que já haviam sido mostrados anteriormente. Entretanto a empresa japonesa fez mais que isso, revelando jogos arrasadores e que parecem levar o PS4 ao limite.

Títulos como The Last of Us II, Nioh 2 e o apoio irrestrito aos parceiros mostram a força da marca Playstation e justificam a posição atual da Sony. Já os novíssimos Ghost of Tsushima e Spider-Man servem para provar que o PS4 é a casa das novas IPs mais desejadas da atualidade. Se depender dos esforços da Sony, os jogadores podem esperar por uma leva de jogos imperdíveis.

The Last of Us II

Um dos títulos mais bem avaliados de todos os tempos é The Last of Us. O game da Naught Dog foi tão bem recepcionado que a Sony até remasterizou o título para o PS4. Porém a comunidade almejava por algo novo, que fizesse jus ao poderia tecnológico do PS4 e assim a ideia de uma sequência tornou-se cada vez mais crível.

A apresentação da Sony na E3 começou justamente com Gustavo Santaolalla tocando o tema do primeiro game em um banjo. Ainda que a introdução gerasse estranheza, serviu para animar o público para o que viria. Em seguida rolou uma gameplay de The Last of Us pt II, em que vimos as habilidades furtivas de Ellie em um ambiente sombrio e repleto de inimigos.

Um dos detalhes mais comentados de todo o vídeo relacionado à TLoU II é o beijo gay que Ellie dá em outra garota. Muitas pessoas estão parabenizando a Naught Dog pela ousadia, enquanto outros acusam a produtora de apelativa. Sobre a jogabilidade em si, podemos ver que o stealth é a grande sacada do jogo e que a dificuldade será ainda maior que no primeiro game. A impressão deixada foi extremamente positiva.

Ghost of Tsushima

Este game era uma grande incógnita desde que a Sony começou a falar dele e após a apresentação em Los Angeles a impressão foi a que estamos prestes a ver uma obra de arte em forma de videogame ganhar forma. Trata-se de um jogo de ação em mundo aberto em que samurais se enfrentam em ambientes belíssimos.

A parte que mais chama atenção é o esmero com que os cenários foram feitos. Os efeitos de luz/sombra, os detalhes nas folhas e nas pedras ao redor são absurdos. Os personagens não ficam muito atrás, demonstrando uma riqueza de detalhes e expressões faciais realistas. Não é exagero dizer que este é um dos games mais bonitos que já vimos.

Sobre a jogabilidade em si, podemos dizer que há algo de influência de The Witcher 3 e Dark Souls. Sim, os combates demandam certa estratégia. A desenvolvedora deste trabalho é a Sucker Punch, os mesmos responsáveis por Infamous, então você pode esperar um jogo divertido e cheio de reviravoltas.

Control é o retorno da Remedy

Quem também aproveitou o espaço da Sony na E3 foi a Remedy e a 505 Games, desenvolvedora de Alan Wake, Max Payne e o mais recente Quantum Break. Este último, aliás, parece ter influenciado bastante nas mecânicas de jogo. Aqui você pode esperar muita troca de tiro e manipulação de objetos e poderes paranormais.

De acordo com o roteiro já divulgado, o jogador entra no papel de Jesse Faden, a jovem diretora da agência Control. Infelizmente as coisas começam a ir mal quando o prédio é dominado por forças sobrenaturais. Cabe a Jesse descobrir o que está ocorrendo e retomar o controle do prédio. O game tem lançamento para PS4, Xbox One e PC, porém sem data definida de lançamento.

Resident Evil 2 Remaster ganha trailer e data de lançamento

O trailer que a Capcom levou não mostrou muito de como será o jogo, mas o pouco revelado já serve para inferir algumas coisas. A primeira e mais importante: o jogo não será apenas um tapa gráfico, mas um jogo completamente novo, com novos gráficos, mecânicas de jogabilidade, e controle. A câmera, por exemplo, fica posicionada atrás do ombro dos personagens, como em Resident Evil 4.

Outro detalhe importante é que o título parece mais sangrento que o original e até mais assustador. A melhor coisa mesmo é que os jogadores não terão de esperar muito para colocar as mãos no produto: o lançamento é previsto para 25 de Janeiro de 2019. Mais detalhes devem ser revelados em breve.

Piratas do Caribe aparecem em Kingdom Hearts 3

A franquia estrelada pelo Capitão Jack Sparrow estará em Kingdom Hearts 3. Pelo menos foi isso que o novo trailer mostrou. Os dois universos já haviam se encontrado em KH 2, desta vez, porém, o avanço gráfico das plataformas garante avatares mais estilizados de Jhonny Depp, Orlando Bloom e Elizabeth Swan. Sim, o nível de detalhes é impressionante. Além disso, o trailer revelou que haverão batalhas entre navios à lá Assassin’s Creed IV Black Flag.

Death Stranding está no nível de qualidade que se espera de Kojima

Um dos jogos mais esperados nesta E3 era Death Strading. Motivos? Tem Hideo Kojima, Norman Reedus e Guillermo Del Toro na produção. Como se não bastasse, Kojima tem toda a liberdade criativa para fazer as coisas a seu modo, de uma maneira que não seria possível na Konami.

Durante o evento americano, pudemos ver um pouco do gameplay e foi possível inferir algumas coisas: o mundo de jogo é enorme, haverão momentos até assustadores e a trama deve contar com muitos mistérios e tensão (além de viagens no tempo). Podemos apostar que este será um dos melhores jogos do Playstation 4 até o final de sua vida últil.

Nioh 2 está confirmado

A Koei Tecmo está dedicada a mudar sua imagem no mundo dos jogos e se posicionar como uma das produtoras mais sérias do mundo. Para isso, a empresa está apostando alto em suas franquias mais bem sucedidas. Após surpreender a todos com o anúncio de Dead or Alive 6, a empresa apresentou um vídeo da sequência de Nioh, jogo ao estilo Dark Souls ambientado no Japão feudal.

A produção está a cargo da Team Ninja e pelo pouco que foi mostrado deu para sacar que o protagonista do jogo anterior. Isto é um indicativo de que talvez sejam contada uma história de outra lenda japonesa envolvendo samurais. O 1º game foi inspirado em um roteiro inacabado de Akira Kurosawa, um dos cineastas mais importantes do Japão.

Spider-Man pode ser um dos melhores games de heróis de todos os tempos

Este foi o momento incontestável da conferência da Sony, certo? O gameplay apresentado foi digno de elogios de toda a imprensa e do público. Também pudera, o game está lindo, as cenas de ação são extasiantes e a Nova York parece deveras realista. Deu para perceber que muitos inimigos farão participações e que o aracnídeo não terá vida fácil.

Em alguns momentos, Spider-Man lembrou bastante da liberdade que vimos no clássico Spider-Man 2, do PS2. Felizmente não será necessário esperar muito para colocar as mãos nesta joia. A Insomniac garantiu o lançamento para setembro.  O vídeo abaixo encerrou a apresentação da Sony na E3, deixando uma ótima impressão.

Os jogos apresentados estão em um nível muito alto e o grafismo dos exclusivos mostra que a plataforma ainda tem muito que oferecer antes do lançamento do Playstation 5. Ainda que tenha apresentado menos jogos que a concorrência, os títulos mostrados certamente segurarão bem as pontas para a empresa japonesa.

E3 2018 – Uma análise do novo posicionamento da Microsoft e porque essa conferência muda o jogo

Em 2013 a Microsoft levou o Xbox One pela primeira vez à E3. As expectativas eram altas, afinal a apresentação simbolizava o início de uma nova geração de videogames. A conferência com transmissão mundial foi um acontecimento inesquecível. Um completo desastre: a plataforma era mais cara que a concorrência, tecnicamente inferior e não tinha grandes jogos que justificassem a compra. Cinco anos depois, podemos dizer que a empresa de Redmond conseguiu mudar o jogo ao realizar outra conferência inesquecível. Desta vez para melhor.

Passados cinco anos, a Microsoft sabia que sua plataforma e sua credibilidade estava por um fio no mercado de jogos digitais, visto que o Switch teve um ótimo primeiro ano e o PS4 surfa na onda de um sucesso que nem mesmo a Sony esperava. O Xbox One é e sempre foi uma plataforma bacana, mas o início de sua vida útil começou de mal a pior (culpa da própria Microsoft). Desde seu lançamento muita coisa mudou, como um viés mais voltado aos serviços como a Game Passar, a saída de Don Matrik e a sonhada retrocompatibilidade.

Ainda assim, era necessário fazer algo mais que tornasse a plataforma mais desejável pela comunidade. Um dos erros iniciais foi sanado no ano passado com o lançamento do One X, tornando o sistema mais poderoso que a concorrência. Agora faltava aquilo que todos apontavam acusadora mente (e com razão): e os jogos?

Phil Spencer foi categórico e confiante ao apresentar a lineup do Xbox One na E3 2018: “vamos realizar a melhor E3 de todos os tempos”, disse o executivo. Durante as quase duas horas de evento a empresa americana apresentou jogo após jogo em um ritmo frenético, esquecendo as apresentações monótonas de anos anteriores, sem falar de números, nem de dados técnicos ou encheção de linguiça. A ideia este ano era falar tão somente de jogos. E que jogos!

Ao longo de 1h30 a Microsoft apresentou nada menos que 50 jogos, dentre eles 18 exclusivos e 15 lançamentos jamais vistos. Claro, mais da metade foi preenchida por jogos multiplataformas, mas a estratégia é mostrar que a força do sistema é poder jogar as melhores versões dos jogos 3rd parties ao mesmo tempo que aposta no poderio de suas próprias marcas. Vale lembrar que o trio de ferro da Microsoft Games Studios se fez presente na E3 2018.

 

O trio de ferro do Xbox

Halo Infinite foi o primeiro dentre os anúncios. Poucos detalhes foram divulgados, mas uma coisa interessante é que o game utiliza uma nova engine chamada Slipspace. Além disso, um post no Halo Waypoint confirma que Infinite será mais centrado em Master Chief, ao contrário do que houve com Guardians.  O novo estilo artístico denota que a nova engine deve trazer uma arte gráfica potente.

Quem também fez bonito foi Forza Horizon 4. A melhor série de corridas arcade retorna com força total, graças aos seus gráficos impecáveis, sensação de velocidade insana e efeitos de luz/sombra de cair o queixo. A adição da marca MacLaren garante que o game deve ter uma coleção de bólidos maior do que qualquer outro jogo da série. Provavelmente estaremos diante do melhor jogo de corrida de todos os tempos, se depender da expertise que a Playground adquiriu desde que botou a mão na franquia.

Sabemos ainda que Horizon 4 será ambientado na Inglaterra, apresentando ruas estilizadas desde Edimburgo até as vilas de Cotswood em um mundo aberto repleto de desafios emocionantes e desafiadores. Outro ponto importante é que ao longo da campanha será possível ver variações do tempo de acordo com a estação do ano. E sim, isso vai interferir no desempenho dos carros. É fácil apontar Halo Infinite ou Gears of War 5 como os melhores do One na E3, mas nós apostamos que Forza Horizon 4 será o melhor jogo da plataforma na temporada.

E por fim temos Gears of War 5. E vamos fazer uma observação aqui: Nunca antes a Microsoft teve a audácia de apresentar seus três maiores jogos de uma única vez. Só por isso, dá para notar que este ano a empresa jogou todas as suas cartas de uma só vez. Gears não recebeu um só jogo, mas três, ao mesmo tempo. A sensação é que a franquia recebeu o mesmo status de importância que Halo, para a Microsoft.

Gears Pop foi o primeiro da fila, um jogo com estética mais infantil, caricata, divertida. Um game feito para smartphones e que se inspira no design dos Funkos. O jogo chega em 2019 e deve aproximar os jogadores mais jovens da franquia de Marcus Fênix. Ainda é cedo para dizer como isso vai funcionar, mas é de fato uma aposta ousada. O segundo jogo da leva é Gears Tactics, um jogo exclusivo para PCs baseado em estratégia por turnos. A única coisa que se pode apostar é que o jogador irá controlar uma unidade para enfrentar os terríveis Locuts. Se cabe aqui uma crítica é que a Microsoft poderia fazer um crossover com Halo em um jogo ao estilo Halo Wars. Já imaginou que louco?

Por fim, tivemos o belo anúncio de Gears of War 5. Um detalhe percebido é que a empresa apenas chamou o game de Gears 5. Talvez uma tática para afastar a franquia da sigla GoW (God of War)? O lançamento é apenas para 2019 e deve ter como protagonista a Kait, uma mulher de personalidade forte e treinamento aprimorado. Os poucos minutos de gameplay deu para sacar duas coisas: o design de personagens está mais realista e que os inimigos são mais assustadores (quase como em um jogo de terror). Talvez isso seja o trabalho da The Coalition sobressaindo sobre o legado da Epic?

 

Novos estúdios

Por mais de uma década a principal provocação de sonystas e nintendistas em cima dos fãs do Xbox é de que a plataforma americana “não tem jogos”. Sim, a afirmação é absurda, mas se comparar o peso das franquias exclusivas de Sony e Nintendo estava claro que a Microsoft estava atrás na disputa. A situação parecia ainda mais crítica com o fechamento de estúdios estratégicos como a Ensemble Studios e a Lionhead. Para resolver a situação, a empresa de Bill Gates saiu às compras, revelando nada menos que a compra de cinco novos estúdios dedicados a produzir jogos novos e exclusivos para a plataforma. Estes são os principais estúdios da Microsoft agora:

  • 343 Industries;
  • The Coalition;
  • Turn 10;
  • Rare;
  • Minecraft;
  • The Initiative;
  • Undead Labs;
  • Playground Games;
  • Ninja Theory;
  • Compulsion Games (We Happy Few).

A mensagem é clara: a Microsoft está preocupada em fornecer ao Xbox os melhores jogos quanto possível. A adição desses novos estúdios deve dar resultados em três anos aproximadamente. Imagine se metade deles anunciar jogos e IPs novas em uma única E3?

 

E o Japão?

O Japão é a grande pedra no sapato da Microsoft desde a geração 128 bits. Parar de apostar no país seria justificável, visto que as vendas do sistema são baixíssimas. Felizmente para quem curte jogos orientais, a empresa de Redmond não desistiu dos jogos japoneses, mesmo que as vendas não melhorem muito. O melhor exemplo disso é que foi durante a conferência do Xbox que ficamos sabendo de Sekiro: Shadows Dies Twice, da FromSoftware, um game baseado na era Sengoku do Japão. O jogo é a fusão de Nioh e a franquia Dark Souls, porém mais bonita e sanguinolenta. Este é compra certa.

Nier Automata também deu as caras no Xbox, abandonando a exclusividade no PS4, bem como Devil May Cry 5. Claro, nenhum desses três jogos será exclusivo, mas é legal ver que a Microsoft está dando espaço para jogos orientais em uma premiere mundial. Alguns poucos minutos de transmissão na E3 custam muito dinheiro. Como se não fosse o bastante, houve a revelação de Jump Force, sucessor espiritual de Jump Ultimate Stars. O game vai trazer personagens da Shonen Jump em combates à lá Naruto Ultimate Ninja Storm, também da Bandai Namco.

 

Força também para jogos menores

Todos sabem que os jogos AAA são as pérolas de qualquer plataforma. Mas é mister para as plataformas e para os jogadores que jogos menores acabam preenchendo lacunas importantes ao longo dos anos. O Xbox One estará bem servido de jogos menores. Ori and the Will of the Whisps, Tunic, Super Meat Boy Forever e Ashen são apenas alguns dos bons exemplos de que a Microsoft está de olho em quem gosta de jogos mais simples, porém extremamente divertidos.

Claro, muito do que foi mostrado entre os 50 jogos vai sair apenas em 2019 e uma boa parte disso é multiplataforma, mas se analisarmos as apresentações da Sony nos anos anteriores fica claro que a Microsoft se espelhou na empresa japonesa nesta E3. Mais do que vender jogos, a empresa de Redmond decidiu vender sonhos. A Microsoft está deixando a comunidade que é fã do Xbox sonhar.

Estes são os games brasileiros em destaque no BIG Festival 2018

Com a aproximação do BIG Festival 2018, chegou a hora de conhecer os jogos finalistas do painel Big Starter. O espaço dá ao desenvolvedor indie de games a oportunidade de apresentar seu projeto ainda não finalizado ou publicado comercialmente a uma platéia composta por desenvolvedores, potenciais investidores, nomes relevantes do game design nacional e internacional, jornalistas e outros formadores de opinião.

A categoria é formada exclusivamente por jogos nacionais e é uma das maiores oportunidades para os desenvolvedores mostrar seu projetos e dar aquele pontapé inicial para conquistar espaço e um financiamento. De acordo com a organização do evento, nesta edição foram inscritos mais de 156 jogos. Destes, foram selecionados 5 jogos finalistas na categoria Jogo Educacional ou de Impacto e outros 5 Jogos na categoria Jogo de Entretenimento.

Abaixo você confere os 10 finalistas do BIG Starter, separados por categorias:

Jogo Educacional ou de Impacto

  • AmbIA – Imesys
  • Projeto Ticolicos – Lost DEVS
  • Legally Addicted – Nonsense Bulls
  • CLEAVER – Equipe CLEAVER
  • Mompas – Studio Nebulosa

Jogo de Entretenimento:

  • One beat Min – PixJuice
  • Little Dude the Game – Initial Tape
  • U.A.I. – Umbu Games
  • Golf 2D – Estúdio Vaca Roxa
  • Jamie’s Dream – Cartonbox Studio

Todos os finalistas apresentarão seus games para um público entusiasta por games e um júri formado por profissionais da indústria, investidores, jornalistas, formadores de opinião entre outros. Os grandes vencedores devem apresentar características que tornem seus produtos únicos, pois os jogos serão analisados em diferentes critérios, tais como aspectos audiovisuais, interativos, mecânica e criatividade. Os dois ganhadores receberão troféu e um prêmio de R$ 20 mil cada.

Outra área de interesse para quem curte jogos nacionais é o Panorama Brasil 2018, um espaço para apresentar 30 jogos que não foram selecionados para a premiação principal do BIG, mas que demonstraram alta qualidade e merecem ser vistos pelo público. Desses 30 jogos, 10 são produzidos por estudantes.

A lista abaixo mostra quais são estes games:

Akane  (Ludic Studios)
AREIA (GILP Studio)
Dog Duty (Zanardi&Liza)
Grand Shooter (Grumpy Panda Studios)
Grashers (Rafael Renan Skoberg)
Hop Dog (Ludic Side)
Kaze and The Wild Masks (Vox Game Studio)
Mana Sparks (BEHEMUTT / Kishimoto Studios)
ManaRocks (Rockgames Ltda.)
Minesweeper Genius (Mgaia Studio)
Patuanú (Andurá Studio)
Pigeons Attack (Nixtor Game Studio)
Ritmosphere (Luiz Carlos Martins Loyola Filho)
Scrash (Cat nigiri)
Solar Fighters (Jhonatas da Silva Farias)
Sunken Brawl (Dope Ape Studios / Umizon)
Sword of Yohh (UNDEVS)
Vector Race (Rafael Forbeck)
Vigilante Ranger (Sinergia Studios)
Wild Glory (LAJE Studios / Manalith Studios

 

Serviço – BIG Festival 2018

Onde: Centro Cultural São Paulo (SP) e Centro Cultural Oi Futuro (RJ)

Quando: 23 de junho a 1 de julho

Quanto: Gratuito

Nolan Bushnell, criador do Atari retorna à Brasil Game Show na 11ª edição do evento

A BGS 2018 estará repleta de convidados especiais em sua 11º edição. Após confirmar as participações de Fumito Ueda, Charles Martinet, Daniel Pesina, Katsuhiro Harada e Yoshinori Ono, chegou a vez da organização confirmar a presença do célebre Nolan Bushnell, o criador do Atari. Esta não é a primeira que o “pai” dos videogames vem ao Brasil. Na verdade Bushnell já veio ao Brasil para a própria BGS em 2017 e foi uma das personalidades que mais se destacaram no evento.

Nolan Bushnell é considerado pela revista Newsweek um dos “50 Homens que Mudaram a América”. O executivo volta à maior feira de games da América Latina para participar de diversas atividades com os visitantes, incluindo uma palestra no BGS Talks sobre sua carreira, atender os fãs com fotos e autógrafos em sessões de Meet & Greet e ainda será jurado de concursos de cosplay.

“Na Brasil Game Show de 2017 pude perceber o quanto os brasileiros são apaixonados pelos videogames e fiquei muito feliz com a calorosa recepção. Tive a oportunidade de encontrar muitos fãs, tirar fotos e dar autógrafos. Foi um evento incrível e estou muito feliz por retornar”, disse Bushnell.

A organização da BGS ainda prepara diversas outras atrações e convidados, tais como uma das principais line-ups de Counter Strike: Global Offensive (CS:GO) do mundo: os jogadores brasileiros Marcelo “coldzera” David, Gabriel “FalleN” Toledo, Fernando “fer” Alvarenga, Ricardo “boltz” Prass e o norte-americano Jacky “Stewie2k” Yip, que substituiu Epitáfio “Taco” na line-up.

De acordo com a BGS, cerca de 300 marcas participarão da BGS 2018, entre desenvolvedoras, publicadoras, fabricantes de hardware, estúdios independentes etc.

Serviço – BGS 2018

Quando: 10 a 14 de outubro (1º dia exclusivo para imprensa e negócios)

Onde: Expo Center Norte

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo/SP

Horário: 13h às 21h

E3 2018: Os rumores que gostaríamos que se tornem reais

Já estamos naquela época do ano que a treta come solta entre os fãs de Sony, Nintendo e Microsoft. A E3 2018 desponta como uma das mais inesquecíveis que teremos nos últimos anos, afinal estamos em um ano chave para a indústria. O que os grandes players estão preparando para chamar mais consumidores para seus jogos e sistemas? Desta vez não espere novos consoles, então essa deve ser a E3 para quem curte jogos.

Rumores indicam que esta pode ser a E3 derradeira do Playstation 4, já que os planos da próxima plataforma da Sony estão em curso. Seja como for, o console esta em uma situação bastante confortável e a Sony deve aproveitar os últimos anos da plataforma para agradecer todo o suporte da comunidade com preciosidades como The Last of Us 2, Spiderman e Days Gone. Apostamos que a Sony vai mostrar isso e muito mais antes que o PS5 seja uma realidade.

Já a Nintendo conseguiu um sucesso estrondoso com o lançamento do Switch. Todo o mundo quer colocar as mãos na plataforma híbrida e agora é a hora da Nintendo mostrar a que a plataforma veio com esta E3. Notícias desanimadoras indicam a falta de suporte de alguns jogos importantes como Call of Duty, Red Dead Redemption ou ainda o provável The Division 2. Ainda assim, a falta de apoio das 3rd parties nunca foi primordial para a Nintendo desde a era N64. Podemos esperar então uma chuva de jogos 1st party arrasadores

Já pelo lado da Microsoft, sabemos que o Xbox One X é uma realidade e está na hora da Microsoft mostrar todo o poder da máquina. Os serviços disponibilizados para a família Xbox são ótimos, mas a comunidade almeja por jogos. Se depender do que a empresa de Redmond tem indicado, é justamente isso que veremos: a empresa praticamente vai fazer um evento separado da E3, com um mega estande. Além disso, últimas notícias já mostram a formação de um novo estúdio em Santa Monica e que sua função será criar estúdios AAA.

Neste texto estamos apontando conjecturas do que podemos (e gostaríamos de) ver na E3 2018.

Franquias da Rare de volta

Ainda que tenha cometido vários deslizes ao longo dos anos, a Rare ainda possui um lugar especial no coração dos jogadores, afinal algumas das melhores franquias de todos os tempos nasceram neste estúdio britânico. Atualmente a produtora está focada em Sea of Thieves. O lançamento do jogo dos piratas não foi tão legal quanto poderia em termos de crítica, mas o número de jogadores é bem expressivo, o que vai manter o estúdio ocupado com upgrades e novos conteúdos para agradar a sólida base de jogadores.

Mas então o que acontece com as outras franquias da empresa? Nossa aposta é que elas devem seguir o mesmo caminho de Killer Instinct, ou seja, parar nas mãos de outros estúdios. Já não é de hoje que ouvimos falar que a Microsoft tem planos de reviver Battletoads ou Perfect Dark. Além disso, existem milhares de jogadores esperando uma sequência de verdade do Conker. Não ficaríamos exatamente surpresos de ver um novo Banjo-Kazzoie ou Viva Piñata vindos de outros estúdios da Microsoft.

 

Um novo Elder Scrolls

Lá se foram sete anos desde que Skyrim apareceu pela primeira vez para o Xbox 360 e Playstation 3. Desde então vimos relançamentos para todos os sistemas da atual geração. Já está mais do que na hora da amada franquia de RPG ressurgir. Nos últimos anos a Bethesda se empenhou bastante com as novas entregas de Doom e Wolfstein, agora é o momento de apostar nos RPGs.

Alguns apostam que Fallout é quem deve dar as caras, mas acreditamos que uma coisa mais bombástica seria a aparição do lendário Elder Scrolls VI. Se os rumores estiverem certos, o tempo de desenvolvimento serviu para a produtora criar outra engine, melhorar o sistema de combates e entregar o maior mapa de um jogo digital jamais visto. Claro, há quem aposte que um novo Elder Scrolls não saia nesta geração, mas será que a Bethesda vai mesmo ignorar uma base de jogadores tão grandes quanto à de PS4, Xbox One e PC?

 

Bloodborne 2 se tornando real

Bloodborne é apontado por muitos como tecnicamente superior ao seu irmão mais velho (Dark Souls), o que elevou o status do game para cult. Não por acaso ele está invariavelmente nas listas de melhores jogos do PS4 desde seu lançamento no equidistante ano de 2015. Seria uma aposta segura que o próximo jogo da From Software será uma sequência de Bloodborne, desta vez, quem sabe, multiplataforma?

 

Halo 6 liderando a estratégia do Xbox

O Xbox One precisa vender e qual melhor game para fazer o console vender do que o jogo mais amado do Microsoft Studios? Halo 5: Guardians recebeu uma recepção mais morna da comunidade de jogadores, mas ainda assim vendeu mais de 5 milhões de unidades ao redor do mundo, se tornando o game mais vendido do One.

É bem seguro afirmar que a 343 Industries está entusiasmada em tornar a sexta entrega mais palatável e ainda mais seguro afirmar que Halo 6 deve aparecer de alguma maneira na E3 2018.

 

Pikmin 4 dando as caras

Em meados de 2015, Shigeru Miyamoto já dava entrevistas abertamente falando sobre Pikmin 4 e como ele estava progredindo, mas que não era prioridade da empresa no momento. Agora que a poeira acerca de Mario e Zelda baixou, a Big N vai precisar manter o interesse do público com lançamentos menores.

Já que Smash Bros, Metroid e Pokémon são muito aguardados e a Nintendo não deve desperdiçar este três lançamentos, apostamos que Pikmin pode ser um dos jogos de transição entre um lançamento e outro. Talvez algo mais concreto apareça em breve.

 

Um novo Pokémon para o Nintendo Switch

Tem gente que venderia um rim para jogar um novo Pokémon para um console de mesa e a Nintendo sabe disso. Após a estratégia para o lançamento de Breathe of the Wild, talvez o próximo peso pesado da empresa seja Pokémon mesmo.

Metroid, Mario Kart e Smash Bros. já devem estar bem evoluídos, portanto a hora é de apostar nos monstrinhos de bolso, já que eles devem demorar um pouco mais e talvez vender mais que esses jogos.

 

Mortal Kombat XI com muitos lutadores

A Netherealm sabe que Mortal Kombat voltou a ser o jogo de luta número 1 do mundo e que seus concorrentes estão chegando forte. Para contratar e assegurar a hegemonia no gênero, nada melhor do que um novo Mortal Kombat, certo? A franquia ganhou bastante maturidade com MK XL e a tendência é um game ainda mais refinado e divertido.

Há já quem aposte que o vilão do jogo será nada menos que Raiden, o deus do trovão. Outro palpite é que a produtora resolva mesmo apostar no crossover novamente com a Liga da Justiça, afinal o último projeto deles foi Injustice 2. Veremos o que a Netherealm preparou para a E3, mas é bem certo que algo vá ser mostrado.

 

Smash Bros chutando bundas e recheado de personagens especiais

Smash Bros é umas das poucas certezas que todos têm sobre a apresentação da Nintendo no evento deste ano, afinal a própria empresa já antecipou que o game é parte do show e o teaser do ano passado não deixa qualquer sombra de dúvidas que o game está a caminho. Então, porque estamos falando deste game num texto sobre rumores?

Bem, é simples: este game já é cotado como um dos mais aguardados do evento inteiro. Quase todos querem saber quem serão os personagens jogáveis, quais os cenários vão aparecer? Seguindo uma linha de rumores do GameSpot, gostaríamos muito de jogar com Captain Toad, Tetra, King K. Rool e o icônico Snake. Esta é a chance da Nintendo finalmente superar Smash Bros. Brawl.

 

Franquia Fable ressurge aos moldes antigos

Ainda que alguns jogadores ainda nutram qualquer esperança de a Microsoft reviver o promissor Scalebound, acreditamos que as chances são praticamente zero e que ao invés disso, a empresa de Redmond vai apostar em um revival mais seguro e com uma base de fãs já grande como é o caso de Fable. Esqueça o fim prematuro da Lionhead, acreditamos que o projeto Fable deva passar para outra produtora. Inclusive um rumor bastante convincente dizia que a Playground Games (Forza Horizon) abraçou o projeto.

Há quem diga que o game possa ser focado no multiplayer e será free-to-play, seguindo a estratégia recente de apostar em jogos para múltiplos jogadores como ocorreu em Sea of Thieves. Outro rumor já aponta que o título será mais focado na história singleplayer mesmo e que o cão terá um papel muito mais ativo no desenrolar dos acontecimentos. Seja como for, os fãs de RPG estarão muito atentos nesta E3.

 

Sony aposta no retorno de Jak & Daxter

Por fim, um rumor que faz bastante sentido. Recentemente a Sony tem apostado bastante em franquias já consagradas do grande público e que detém um histórico quase impecável. God of War foi o mais recente, mas não podemos esquecer que nos últimos anos a empresa entregou os sólidos Ratchet & Clank, Killzone e Shadow of the Colossus.

O que falta no pacote? Se analisarmos por esse prisma, fica claro que falta algo para o ícone Sly Cooper e a dupla Jak & Daxter. Como o Sly está meio esquecido e quem cuidou tanto tempo de Jak foi a Naught Dog, é bem razoável imaginar que a empresa comece a trabalhar num retorno da franquia o mais rápido possível, certo?

 

E você, o que espera para a E3 2018?

SAGA e Blizzard promovem evento gratuito em Belo Horizonte para comemorar aniversário de Overwatch

O game Ovewatch é um dos maiores sucessos recentes da história dos jogos eletrônicos. Para comemorar os dois anos de lançamento, a SAGA, maior rede de escolas de desenvolvimento de games do Brasil, vai levar o título para a primeira edição do Blizzard Gamers Day em Belo Horizonte/MG.

O evento é fruto de uma parceria da SAGA com a Blizzard e será realizado em 27 de maio, das 10h às 18h, na unidade da capital mineira. Para participar e curtir as diversas atrações do Blizzard Gamers Day, os interessados devem se inscrever gratuitamente pelo site da SAGA.

O Blizzard Gamers Day terá área free-to-play, onde os visitantes poderão jogar Overwatch e Heartstone à vontade, além de campeonatos, palestras e mesas redondas com grandes nomes da comunidade gamer, cosplayers, salas ambientadas como tavernas medievais e distribuição de brindes para os participantes das atividades.

As estações de jogo dedicadas aos campeonatos do Blizzard Gamers Day da SAGA serão equipadas com headsets, teclados e mouses da Razer, líder mundial em estilo de vida para gamers. A intenção é oferecer a melhor experiência de jogo para os visitantes e fãs do explosivo shooter da Blizzard.

Durante o evento, o público também poderá visitar as instalações da SAGA, conferir a infraestrutura da escola, ver trabalhos de alunos etc. Mais informações sobre a escola e seus cursos também estão disponíveis no site da empresa.

Serviço – Blizzard Gamers Day – Overwatch Anniversary

Local: SAGA Belo Horizonte – Avenida Afonso Pena, 749, Centro, Belo Horizonte-MG
Data: 27/05/2018
Horário: Das 10h às 18h

BIG Festival 2018 – inscrições para o BIG Starter encerra em 2 dias

Já está chegando a hora! O BIG Festival prorrogou as inscrições para o BIG Starter até o dia 20 de maio. Se você é desenvolvedor de games e quer ter a chance de apresentar seu projeto para uma banca influente, esta é a oportunidade. O BIG Starter é um segmento do evento voltado para projetos não finalizados ou publicados comercialmente. Neste segmento o desenvolvedor iniciante terá a oportunidade de apresentar seu projeto a uma plateia composta por outros produtores, potenciais investidores, nomes relevantes do game design nacional e internacional, jornalistas e outros formadores de opinião.

A premiação consiste em duas categorias: projeto de jogo de entretenimento e projeto de jogo educacional ou de aprendizagem. Para cada uma delas o vencedor levará o prêmio, patrocinado pelo BNDES, de R$ 20 mil e um troféu. Para participar, o projeto deve encontrar-se em um estágio de desenvolvimento apresentável por meio de modelo funcional, mesmo que não interativo. São aceitas demonstrações digitais e analógicas.

Um dos projetos que ganhou um “empurrãozinho” do BIG em edições anteriores foi Relic Hunters Zero, um shooter cartoonizado feito pela Rogue Snail, que participou da produção de jogos como Chroma Squad, Dungeonland e Knights of Pen & Paper. “Vencer o BIG Starter foi, tanto para o jogo Relic Hunters Zero, como para a empresa [Rogue Snail], algo muito importante”, diz Marcos Venturelli, CEO e game designer do estúdio. “Nos incentivou a continuar trabalhando e investindo no jogo, que começou de forma humilde e se tornou o projeto mais ambicioso da minha carreira”, completa.

Outro game que levou o prêmio do BIG Starter no passado foi Monowheels VR, uma experiência futurista da IMGNATION Studios, mesma empresa que desenvolveu Angry Birds Rock in Rio, game em parceria com a Rovio. Para eles, receber o prêmio do BIG Starter foi uma injeção de ânimo e permitiu focar em melhorias para o produto.

“A premiação teve um papel importante na validação, tanto do game como da empresa, porque nos ajudou na hora de fechar parcerias com publishers e investidores”, comenta o Orlando Fonseca Jr., CEO da IMGNATION.

Além do prêmio em dinheiro, Monowheels VR ganhou destaque em veículos especializados no segmento e acabou indo parar na GDC 2018, um dos principais festivais de desenvolvimento de jogos do mundo. As inscrições para o BIG Starter podem ser feitas aqui. Veja o regulamento completo na página do BIG Starter.

Serviço – BIG Festiva 2018

Quando: 23 de junho a 01 de julho

Onde: Centro Cultural São Paulo (São Paulo) e Centro Cultural Oi Futuro (Rio de Janeiro)

Quanto: Entrada Gratuita

Glitch Mundo – Desenvolvedores Independentes do Brasil criam seu próprio evento de games

Vocês devem se lembrar do sentimento de insatisfação de um grupo de desenvolvedores independentes com relação ao direcionamento que o BIG Festival tomou nos últimos anos, certo? Pois bem, o diálogo continua aberto, porém o grupo de desenvolvedores decidiu tomar as rédeas de sua própria comunidade e acabaram por criar um novo evento de games independentes, feito justamente por desenvolvedores independentes. Assim surge o projeto Glitch Mundo.

A ideia basicamente é dar a oportunidade para os desenvolvedores indies mostrarem seus jogos em um ambiente que mistura gastronomia. Os jogos selecionados estarão presentes na DiceZ, tradicional hamburgueria da capital paulista, nos dias 26 e 27 de Junho e as seleções oficiais serão feitas baseados nos seguintes critérios: polimento, experimentabilidade e o fator diversão.

De acordo com a página do evento, o Glitch Mundo ocorre em paralelo ao BIG Festival, oferecendo um espaço seguro e aberto de jogos e experiências interativas. O evento compreende diversas atividades, tais como Mostra de Jogos, Batalha de Ilustradores e um Flash Day Tattoo.

“A palavra independente está sendo usada por grandes corporações para benefício próprio. Nós somos os desenvolvedores independentes, que vivem de suor e lágrimas para conseguir pagar as contas do mês. Não somos uma pessoa nem uma panelinha delas. Nós somos um coletivo, um conjunto de mentes diferentes que passaram por jornadas diversas e com um único objetivo: colocar o coração de volta no desenvolvimento independente”, diz um comunicado no site do Glitch Mundo.

De acordo com a organização do evento, serão organizadas células pequenas, grandes, encontros, palestras, festas, mobilizações, piquetes, e o que mais for julgado necessário pelos integrantes. O obetivo é tornar o evento aberto e repleto de atividades que agradem a comunidade e os jogadores. Qualquer um, inclusive, pode organizar suas próprias atividades. Basta entrar em contato no Discord para coordenar juntamente com a organização todas as iniciativas de forma ordenada.

Mostra de Jogos

A Mostra de jogos do Glitch Mundo contará com 10 jogos (5 para cada dia), onde o frequentador pode jogar os jogos ali juntamente de seus criadores. Conjuntamente, serão realizados micropainéis com os desenvolvedores para eles falarem sobre seus projetos, e estes serão registrados em vídeo e disponibilizados futuramente pela Internet.Para submeter seu jogo, basta clicar aqui.

 

Serviço – Glitch Mundo 2018

O que é: evento criado por desenvolvedores de jogos independentes que querem mostrar seu trabalho.

Quando: 26/06 a 01/07

Onde: Haverá diversas atividades em diferentes locais como a DiceZ Burguer, em São Paulo, e a Hot Milk, em Curitiba. Outras atividades e espaços podem ser integrados ao evento.

 

BIG Festival 2018 – Perdeu o prazo de inscrição? Veja três maneiras de você ainda participar do evento

Ainda que as inscrições para submeter seu jogo ao BIG Festival 2018 tenha encerrado, existem três formas de você participar do evento deste ano e mudar a história do seu jogo radicalmente. Lembrando que o BIG é o maior evento de jogos independentes da América Latina e os projetos que costumam aparecer lá ganham bastante prestígio e notoriedade.

A primeira oportunidade é através do BIG Starter. Trata-se de uma premiação para jogos ainda não finalizados. Basicamente você tem a chance de apresentar seu projeto e em seguida ele passa por uma banca julgadora composta por investidores e profissionais da área.

Os dois melhores projetos levam um prêmio de R$ 20 mil (categorias entretenimento e educacional). Mais importante do que o dinheiro é o feedback que acaba melhorando o jogo e dando o norte que o game precisa para seguir adiante. Você pode se inscrever no BIG Starter aqui.

A segunda oportunidade é o BIG Brands, que é mais voltada a jogos feitos para divulgação de marcas ou produtos. Os melhores jogos serão selecionados por um júri técnico e serão expostos no festival.

Todas as agências de publicidade, produtoras, desenvolvedores ou a própria marca que encomendou o jogo podem inscrever os jogos, contanto que tenham poder de representar o jogo e que tenham obtido todas as autorizações para mostrá-lo no festival.

Por fim, temos o BIG Ventures, uma atividade exclusiva para empresas que estejam em busca de investimento para o seu negócio, não apenas para um jogo ou produto específico. Ou seja, esta categoria é aberta para todas as empresas ligadas ao audiovisual.

Esse ano, o BIG Ventures traz uma nova atividade, o BIG Pitch: Empresas de games, cinema, TV, animação, música ou outras empresas ligadas ao setor audiovisual, farão um pitch para uma banca de investidores anjos e fundos de investimento privados e públicos.

Se a sua empresa está procurando recursos para estabelecer ou expandir sua operação, esta é a oportunidade ideal para mostrar seu potencial, receber feedback de uma banca qualificada e, quem sabe, conseguir investimento para o seu negócio. Inscrições aqui.