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Curso relâmpago de XNA em São Paulo (SP)

A 8D Cursos incluiu em sua grade uma nova turma de programação de games em XNA, plataforma de criação que permite produzir títulos para PC e Xbox.

O curso se propõe a ensinar desde o planejamento de um novo título, com apresentação da plataforma e de sua sintaxe, até os serviços da rede Live.

A idéia da 8D Cursos é trazer uma experiência rápida e prática: em apenas dois dias de curso o aluno criará um jogo, passando desde a concepção até a programação. Os alunos deverão ter conhecimento prévio de programação e notebook com Windows.

Gostou? O curso acontecerá nos dias 5 e 6 de fevereiro (sábado e domingo), das 9h às 18h. O valor, de R$ 650, pode ser reduzido para grupos de 4 estudantes e a inscrição deve ser feita aqui.

A 8D Games fica na R. Dona Inácia Uchoa, 353, Vila Mariana, em São Paulo (SP).

Estudo diz que pilotos de games de corrida dirigem pior na vida real

Um estudo curioso afirma que gamers que curtem jogos de corrida costumam se tornar piores motoristas na vida real, em vez do contrário.

Conduzido pela Continental Tires com 2 mil motoristas entre 17 e 39 anos, nos Estados Unidos, o estudo constatou que metade era composta por gamers fãs de corridas no videogame.

Os dados coletados indicam que os fãs de game costumam ser parados mais pela polícia, usar o seguro do carro, ultrapassar o sinal, dirigir na contramão, bater em alvos parados, se estressar na estrada, correr, assustar outros motoristas e assumir riscos desnecessários.

Por outro lado, os que dirigiam nos videogames tem mais facilidade para tirar a habilitação, levando duas tentativas para conseguir a licença para dirigir, comparado a três tentativas dos que não jogam.

Interessante, não? Você já tentou levar para as ruas o seu estilo de direção do videogame?

[Via Jalopnik]

ESA ataca autor de estudo sobre games, pesquisador se defende

A organização Entertainment Software Association (ESA), que zela pela indústria gamer, se antecipou e desferiu críticas contra um novo estudo antes que seus resultados fossem liberados.

De autoria de Douglas Gentile, do Laboratório de Pesquisa de Mídia da Universidade do Estado de Iowa, nos Estados Unidos, a pesquisa tenta relacionar videogames e problemas mentais em crianças.

Segundo a ESA, Gentile tem uma longa história de ataque aos videogames baseado em afirmações que costumeiramente são alvo de muita crítica. Em contato com o site Gamasutra, o pesquisador disse estar surpreso por ser taxado de anti-game e afirma que é um jogador e que já divulgou estudos que apóiam os efeitos positivos dos games.

“Meu posicionamento é e sempre foi que os jogos são poderosos, e que podem ter muitos efeitos. Alguns destes efeitos são benéficos, outros podem ser maléficos”, explicou defendendo que os efeitos variam de acordo com tempo gasto nos jogos e características do jogador.

O que você acha disso? A ciência precisa continuar estudando os games ou este tipo de assunto apenas aumenta o sensacionalismo?

[Via Gamasutra]