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Livro “Gamificação em Debate” apresenta revisão crítica sobre o tema realizada por especialistas

A Gamificação tem o poder de mudar a dinâmica das empresas e o aprendizado nas instituições de ensino. Esta é uma das premissas do livro Gamificação em Debate, da editora Blucher. Organizado pelos professores Lucia SantaellaSérgio NesteriukFabricio Fava e com colaboração de grandes nomes como Delmar Domingues, Alan da Luz e David Lemes, a obra trata de diferentes aspectos da gamificação como os benefícios psicológicos, usabilidade na educação etc.

O livro Gamificação em Debate apresenta uma visão crítica realizada por especialistas em gamificação oriundos dos campos de design, artes, tecnologia, comunicação, semiótica, educação e games. Essa diversidade de áreas serviu para revelar um fenômeno complexo, metamórfico e absolutamente interdisciplinar, mas também mostra a importância que a gamificação assumiu na contemporaneidade, assim como características expressivas do mundo em que vivemos.

A ideia foi mostrar que muitas das discussões e das práticas atuais da gamificação limitam a própria noção de jogo a uma abordagem behaviorista: uma mera estratégia para motivar pessoas e aumentar a produtividade. Com a contribuição de diversos especialistas, foi possível montar um panorama amplo de como surgiu a gamificação e como ela vem transformando as relações corporativas e educacionais.

Além disso, pode-se dizer que Gamificação em Debate expande significativamente essa noção por meio de investigações sobre conceitos, críticas, práticas, ferramentas e métodos atinentes ao jogo, a fim de promover novas discussões e conceitos que explorem, em extensão e profundidade, as singularidades e as potencialidades da gamificação. Há inclusive estudos de casos e analogias do dia-a-dia. Apesar do tema teórico e complexo, o livro possui linguagem fácil e acessível.

O livro é leitura obrigatória para pesquisadores, profissionais, professores e estudantes de diversos campos interessados nas dimensões teóricas e práticas da gamificação. Até mesmo empresários podem usar os conceitos do livro em ações motivacionais a fim de extrair melhores resultados de sua equipe. O título está disponível em versão física pelo site da Blucher, que disponibiliza amostras de páginas para os leitores que querem ter uma prévia do que esperar da obra. O livro completo conta com 212 páginas.

Escola Brasileira de Games ensina como abrir uma empresa

Muitos jovens desenvolvedores nutrem o sonho de abrir suas próprias produtoras a fim de publicar seus títulos de forma independente. Entretanto, existe muita burocracia para conseguir tal feito e é ainda mais difícil gerenciar um negócio tão arriscado quanto abrir uma desenvolvedora de games. Pensando nesses desenvolvedores, o administrador de empresas Marcus Imaizumi criou a Escola Brasileira de Games (EBG), uma escola que dá dicas de estratégias de marketing, planos de negócio e planejamento financeiro para que a futura desenvolvedora não vá à falência nos primeiros meses.

A escola é pioneira na arte de treinamento e capacitação em gestão de negócios envolvendo jogos eletrônicos. Marcus Imaizumi trabalha com administração de empresas há 15 anos, tendo passagens por empresas como Yahoo!, Habbo e Innogames.

De acordo com o empresário, a criação da EBG foi motivada após observar que muitos jogos desenvolvidos no Brasil tinham potencial de sucesso comercial, mas acabavam falhando porque seus criadores não sabiam posicioná-los no mercado. “Nosso objetivo é prover o conhecimento necessário para que os alunos obtenham sucesso com suas criações”, disse Marcus Imaizumi, fundador e professor da EBG.

A EBG nasceu com auxílio da Gamebiz, também dirigida por Imaizumi e especializada em desenvolvimento de negócios para jogos online. Para atender a expectativa dos alunos, a escola utiliza experiências e práticas de gestão reais de empresas da área de várias partes do mundo.

A princípio a escola oferece 30 cursos de curta duração (entre 3 a 8 horas), focados em administração e empreendedorismo, marketing, publicidade, monetização, game design e produção. As aulas são ministradas por profissionais com larga experiência como o próprio Imaizumi, que atuou como country manager no Brasil para empresas de fora.

A intenção da escola é que os alunos formados sejam capazes de pesquisar o mercado, analisar a concorrência, elaborar previsão de vendas e criar planos de promoção. Além disso, há aulas focadas em “realidade aumentada”, “oportunidades de marketing em games” e “storytelling”. Para mais informações sobre horários e valores, acesse o site oficial da EBG.