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EA vê retorno fraco em jogos 3D

Em uma conferência anual com acionistas, John Riccitiello, CEO da Electronic Arts, deu uma declaração interessante a respeito do mercado de jogos 3D: a demanda, por parte dos consumidores, está muito baixa.

E o que isso significa? Significa que para a EA, o 3D não merece toda a atenção que tem recebido. “Não vimos um grande crescimento em TVs 3D em ambientes domésticos. Não estamos tentando direcionar o mercado. Estamos aqui para reagir ao que os consumidores querem”, comentou.

Será que, mais uma vez, o 3D nos videogames morrerá na praia? A EA, ao menos, parece decidida em focar nos mercados portáteis e sociais. Estariam eles certos?

[Via Next-Gen]

CEO da EA fala sobre mudanças na indústria de games

John Riccitiello, CEO da Electronic Arts, esmiuçou um pouco as novas tendências do mercado de games, opiniões bastante interessantes e que cabem a todos que trabalham ou são simplesmente apaixonados por jogos, a título de reflexão.

Durante uma conferência com investidores e analistas, o executivo afirmou que a indústria está mudando radicalmente e de forma acelerada. Que o período de 4 a 5 anos entre um lançamento e outro de console não existe mais e que hoje tudo acontece mais rápido.

“Pera lá! Mais rápido? Essa geração está durando mais?” – você pode ter se perguntado. É, não é bem assim! “Considere que apenas 18 meses atrás não havia iPad, o Google estava apenas testando o Android e a maior parte dos grandes jogos estava limitada a apenas uma oportunidade de faturamento em seu lançamento”, começou Riccitiello.

“Considere que cada um dos grandes consoles agora tem um controle que encoraja o usuário a sair do sofá e entrar na ação”, continuou acrescentando que hoje, é preciso ver que o faturamento que mais cresce no mercado de games, vem a partir de meios digitais e que tablets e smartphones ganharam um foco gigantesco no mercado de jogos.

Notou o drama? Todas essas mudanças, todo esse crescimento acelerado fica nas mãos do distribuidor ou, no caso do programador independente, do próprio desenvolvedor. Hoje, com o mercado amadurecendo, aumentam as possibilidades e também as responsabilidades.

Para a Electronic Arts, uma das maiores no mundo no que faz, a solução é atacar todas as frentes. Amadurecer as próprias franquias – que continuarão a ser atualizadas anualmente e receberão foco crescente em aspectos sociais e DLC -, estabelecimento da plataforma Origin – que vende games ao cliente final -, além do investimento em grandes talentos – pagando alto por pessoas chave na indústria.

Mas, e para quem não tem tantos recursos? Como você acha que todas essas mudanças impactarão?

[Via CVG]

EA anuncia compra da PopCap Games por US$ 750 milhões

Em uma transação de US$ 750 milhões, a Electronic Arts confirma os rumores e anuncia que comprará o estúdio de jogos casuais PopCap Games.

Para quem não está ligando o nome ao sujeito, PopCap é o estúdio responsável por games de peso como Bejeweled e Plants Vs. Zombies. A transação envolverá o pagamento de US$ 650 milhões em dinheiro e outros US$ 100 milhões em ações da distribuidora.

Com a aquisição, a EA acredita que acelerará o objetivo de chegar a marca de US$ 1 bilhão no mercado digital. A PopCap pode esperar que sua rede de publicação se expanda para mais dispositivos, canais e países.

[Via CVG]

EA trabalha em novas versões de games para iOS

O iPhone e o iPad receberão, em breve, novas versões dos games da Electronic Arts.

Segundo o site GamesIndustry, a distribuidora já trabalha nas novas versões de FIFA, Need For Speed e Madden, e também na primeira versão da série Battlefield para o sistema portátil da Apple, iOS.

A companhia está marcando presença forte no sistema operacional de smartphones e tablets, e a chegada dos novos títulos é aguardada por uma legião de fãs. Infelizmente, no Brasil a distribuição de games para o portátil é bloqueada, mas existem meios de contornar a restrição (meramente burocrática) que são amplamente divulgados pela rede.

CEO da Activision acredita que plataforma de celulares requer cautela

Eric Hirshberg, CEO da Activision, afirmou em entrevista que sua empresa é cautelosa em relação à entrada no mercado de smartphones.

O foco da empresa, declarou o executivo, continuará sendo nos jogos de consoles e portáteis, uma estratégia que parece estar mudando em diversas concorrentes, como a Electronic Arts, que investe pesado no iOS.

“Há 400 mil aplicativos na iTunes App Store. Eu não quer ser o 400.001”, disparou. A ideia de Hirshberg é que a plataforma seja usada de forma complementar, fortalecendo a marca dos games das plataformas em que a Activision já possui presença forte.

Ainda assim, jogos maiores para celulares não estão totalmente descartados. O executivo compara o mercado de celulares com uma faca de dois gumes, atraente por sua grande base, mas que requer cautela.

As declarações foram dadas em uma