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Congresso Estadual das APAEs/SC apresenta mesa digital com games educativos que apoiam a inclusão

Enquanto nossos políticos travam uma guerra contra os jogos eletrônicos, há uma galera que já sacou que os videogames são uma ferramenta de aprendizado e de inclusão. Prova disso é o Congresso Estadual das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais de Santa Catarina (APAE/SC), que irá oferecer palestras, cursos, oficinas, trabalhos científicos e exposição de novidades na área da educação inclusiva. O evento, que ocorre de 4 a 6 de outubro em Jaraguá do Sul pretende quebrar paradigmas em relação desenvolvimento de crianças com deficiência intelectual e múltipla e motivar a discussão de boas práticas para o setor.

Durante o evento da APAE, que reúne professores, diretores, famílias e comunidade, os participantes poderão conhecer também a PlayTable, mesa digital interativa com jogos educativos. Criado para apoiar a educação inclusiva, o produto conta com um catálogo de jogos e aplicativos baseados nas matrizes de ensino brasileiras. As opções ainda possuem diferenciais que estimulam o desenvolvimento motor e cognitivo e promovem a inclusão das crianças no ambiente escolar.

Em Fraiburgo, por exemplo, a mesa já faz parte da rotina da APAE da cidade desde 2015. A terapeuta ocupacional da entidade, Tayane Silva, explica que o recurso é utilizado tanto em cunho pedagógico quanto na sala de informática e no tratamento terapêutico. “Os games apoiam nossos alunos no desenvolvimento da coordenação motora, coordenação motora fina, linguagem e até mesmo na aproximação deles com a tecnologia”, avalia.

Cada um dos jogos disponibilizados na mesa digital conta com vários níveis de dificuldade, proporcionando o uso do recurso por estudantes com diferentes graus de deficiência. “Eles ainda conseguem estimular a habilidade visomotora e cada professora utiliza a PlayTable de acordo com as limitações dos alunos Assim todos participam e se desenvolvem, respeitando o seu grau de aprendizagem. Poder contar com diferentes jogos é essencial para que cada uma das crianças e jovens participem e interajam. Eles estão se desenvolvendo e se divertindo ao mesmo tempo”, explica Caroline Chechi Malestrin, diretora, da entidade.

Psicólogos e pedagogos de destaque nacional fazem parte do rol de palestrantes do encontro. Eles abordaram temas como a inclusão da pessoa com deficiência, a formação dos educadores, habilitação para a autodeterminação e outros temas atuais, como a Lei da Inclusão. A programação completa está disponível no site da APAE.

Mito da Caverna é um game educativo nacional com abordagem diferenciada

O estúdio brasileiro Jungle Digital Games (Viçosa/MG) criou o Mito da Caverna, um jogo educativo ambientado no mundo de Teríon. Nele, dois jovens se livraram do vírus da ignorância espalhado por um grande vilão e precisam encontrar um antídoto para salvar o planeta.

O enredo diferente de outros games educativos deve chamar a atenção dos alunos. O jogo é, na realidade, uma ferramenta de auxílio ao professor que quer promover a autonomia, senso crítico e criatividade dos alunos. Além disso, o jogo conta com quarto aventuras, uma para ano do Ensino Fundamental.

Criado como um jogo 3D de aventura que emite relatórios como tempo gasto pelo aluno para completar cada desafio e gera gráficos permitindo visualizar melhor a atuação dos jogadores.

Veja o trailer do game Mito da Caverna:

Aqui você pode conferir o site de todo o projeto e ainda acompanhar as atualizações no Facebook.

Instituto promove o JERA, jogo de realidade alternativa inspirado em ARG

A cidade de Lavras, em MG, tem história e cultura muito ricas. Tanto é que o Instituto Presbiteriano Gammon (IPG) está promovendo até o dia 12/06 a primeira edição do JERA, um projeto que promete unir a jogabilidade de um ARG (Alternate Reality Game, jogo de realidade alternativa) com o ensino da história da cidade. A intenção é ensinar aos estudantes um pouco mais da história da cidade de uma maneira mais moderna e lúdica.

“O JERA foi criado para unir a história do Gammon com o aprendizado dos alunos”, comenta o professor e diretor do IPG, Alysson Massote Carvalho. “É evidente a relevância histórica e cultural que o Gammon tem com a cidade de Lavras e com o Brasil, mas muitos dos novos alunos ainda não conseguem vivenciar essa conexão com o nosso passado. A intenção é que isso seja explorado nos jogos”, explica.

800Estruturado para acontecer ao longo dos meses de maio e junho, o JERA foi desenvolvido pela produtora Final Quest, start up de tecnologia e educação com foco no uso de jogos para fins educacionais, com o apoio da Spaço In Consultoria de Marketing Educacional. Segundo Fábio Melo, co-fundador da Final Quest, quando o jogo começou a ser desenvolvido, em 2008, os projetos mais conhecidos eram “I love Bees”, nos EUA, e o “Instituto Purifica”, realizado pela MTV Brasil.

O projeto envolve alunos dos sextos e sétimos anos, que se organizarão em equipes e participarão de caças ao tesouro. Serão 8 desafios, divididos em 4 temas principais: Esporte, Valores morais, Sucesso e personalidades e Família e comunidade. De modo que a inspiração principal foi o jogo educacional “Onde está Carmen Sandiego?”. A partir daí, os alunos em buscas pela história da cidade.

Sobre o JERA

 lavras

Entre os desafios, estão a história de um ex-aluno do Gammon que chegou à presidência da República e um trecho do Hino de Lavras. “Contar mais do que isso estragaria o jogo”, brinca Carvalho. Os jogos já começaram e o resultado está sendo positivo. O JERA não é de participação obrigatória e mesmo assim conseguiu aderência de 92% de alunos do instituto. O objetivo é consolidar as estratégias do JERA para aplicar uma segunda edição ainda melhor. Ao final do projeto, as equipes que mais se destacarem e acumularem pontos ao longo dos desafios serão premiadas.

“Acreditamos que o JERA será uma oportunidade perfeita para atrair a atenção dos jovens para a riqueza cultural de Lavras. É importante garantir que os nossos jovens saibam e respeitem a nossa trajetória, já que eles serão responsáveis pelos nossos próximos anos de história”, finaliza Carvalho. “A parceria com a Spaço In e a preocupação do IPG em preservar sua história e cultura nos permitiram realizar um projeto que foi concebido há anos. Todos têm muito a ganhar com essa experiência, em especial os alunos.”, completa Melo.

Cursiva – jogo brasileiro busca incentivar a leitura no público infantil

A produtora indie Timeless Games está engajada a criar mais do que um game divertido, mas sim um produto que preste um serviço para seus usuários. Cursiva é uma história interativa cujo propósito é incentivar a leitura entre o público infantil. Para tanto, o jogo é estruturado em capítulos e é possível escolher jogar em português ou inglês, promovendo o treino de línguas.

Cursiva está repleto de desafios e conta com uma narrativa leve e diversas surpresas. O título está em desenvolvimento há 2 meses e deve ser lançado, se não houver empecilhos, no segundo semestre de 2017 na Google Play e AppStore. possui controles simples: basta usar o toque e arraste do dedo na tela para avançar os textos da história, selecionar opções de diálogo e interagir com o cenário, como em uma visual novel.

cursiva“Acreditamos no potencial de jogos como ferramentas capazes de gerar impactos positivos na sociedade. Cursiva, além de estimular o raciocínio e criatividade, tem como objetivo incentivar o treinamento da leitura no público infantil e o relacionamento entre pais e filhos, que são recomendados a jogarem juntos. Estamos confiantes sobre os bons resultados que a primeira história do jogo trará”, afirmou Camila Canuto, artista do jogo e produtora da Timeless Games.

Como nessa idade as crianças ainda estão se acostumando com a letra cursiva, o game também possibilita a escolha entre letra de forma ou cursiva, de acordo com a necessidade ou desejo dos pais e da criança. Cursiva tem uma estética cartoon e é exibido em forma de teatrinho, como se os objetos do cenário fossem feitos de madeira e toda cena fosse montada por alguém.

17361590_2233402213550777_1890094792771162309_nHá diversos personagens e cenários, além de queijos escondidos pelos capítulos da história. Caso todos esses queijos sejam encontrados, um pequeno capítulo extra é desbloqueado pela conquista.

O primeiro cenário do jogo é inspirado na era medieval e conta a aventura deEroy, um rapaz comum que é obrigado a ir salvar a filha do rei. Neste conto ele deve ajudar diversas personagens em seu caminho, desde elfos da floresta a cabras falantes. Cada um desses estranhos apresenta problemas particulares que estão diretamente relacionados as peculiaridades das suas respectivas culturas.

Mais sobre o Cursiva

“O jogo procura com sua diversidade desenvolver também uma consciência social nas crianças” explicou Jonas Beduschi, game designer e programador de Cursiva.

O primeiro capítulo em versão alpha de Cursiva será disponibilizado gratuitamente no dia 26 de maio de 2017, nessa sexta-feira. O jogo completo será pago e está previsto para outubro, mas a Timeless Games decidiu disponibilizar o primeiro capítulo gratuitamente a fim de apresentar o projeto aos pais e jogadores.

Cursiva já está disponível para download no Google Play.

Livros Digitais e novos games: As novidades da PlayTable para a Bett Educar 2017

Nós já falamos algumas vezes sobre a PlayTable, porém vale mencionar o aplicativo novamente pois ela é justamente um dos destaques da Bett Educar 2017, feira que reúne anualmente milhares de profissionais da área de educação e apresenta novidades para o segmento. O evento acontece de 10 a 13 de maio, em São Paulo (SP).

Entre os lançamentos da empresa para o evento está a chegada de 10 livros digitais em Libras. A novidade une em um único dispositivo quatro linguagens simultâneas: escrita, visual (ilustrações), auditiva (contação de história) e Libras (Língua Brasileira de Sinais). No vídeo, a intérprete da linguagem de sinais interage com as animações do livro, facilitando a compreensão da história por crianças com deficiência auditiva.

img_playtableCristiano Sieves, especialista em ludopedagogia da Playmove, explica que o objetivo dos livros é facilitar a inclusão de alunos surdos nos momentos de interação com os livros. “Segundo a nova Base Nacional Comum Curricular do Ministério da Educação, os alunos devem estar alfabetizados até o segundo ano do Ensino Fundamental e para isso é importante a interação com os livros desde a Educação Infantil, que na PlayTable é feita de maneira lúdica e interativa. Crianças surdas geralmente acabam excluídas dos momentos de contação de história, e nossos livros em Libras chegam para incluí-las também nestes momentos”, avalia.

Outra novidade da empresa são os 29 livros digitais da editora Ciranda que contam com conteúdo escrito e ilustrado, além de contação de histórias, a fim de incluir crianças não alfabetizadas. A ideia é justamente ser uma plataforma de inclusão para crianças com diferentes dificuldades.

Jogos em novos idiomas e parceria com o Clubinho Salva-Vidas

Durante a Bett Educar, a PlayTable contará com 10 jogos nas versões inglês e espanhol. Isto porque a empresa está em expansão nas regiões da Europa, EUA e Oriente Médio. “São opções pensadas também para escolas bilíngues, dando ainda mais opções de uso da PlayTable em sala de aula. Além da tradução, tivemos a preocupação de realizar a localização desses jogos, para que todo o enredo aconteça dentro da cultura dessas línguas”, explica o sócio-diretor da Playmove, Marlon Souza.

unnamedDe acordo com a companhia, entre os 16 jogos que serão lançados na Bett Educar, nove deles chegam de uma parceria com o Clubinho Salva-Vidas, projeto que surgiu com foco na conscientização sobre segurança no trânsito e hoje é um premiado portal de conteúdo infantil com foco em segurança e meio ambiente.

“Os jogos para a PlayTable são pensados de acordo com as necessidades das instituições de ensino. São opções para apoiar o professor em sala de aula, reforçar e contextualizar o conteúdo aprendido. A PlayTable é, basicamente, um console que pode ser abastecido continuamente com novos jogos educativos, de acordo com a necessidade de cada instituição de ensino. Além disso, há sempre a possibilidade de se escolher o grau de dificuldade de cada jogo, facilitando o uso por diferentes faixas etárias e nível de conhecimento das crianças”, diz Marlon Souza.

 

 

Serviço – Bett Educar 2017

Quando: 10 a 13 de maiodas 09hs às 19hs

Onde: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes, km 1,5

Quanto: Entrada Franca

O que mais: O evento conta com várias palestras e exposição de produtos e soluções para a educação.

Sitehttp://www.bettbrasileducar.com.br/

Confira abaixo um vídeo que a Playmove fez para explicar a PlayTable:

Gênios da Ciência – Jogo online torna aprendizado de Ciências mais divertido

Uma das disciplinas mais desafiantes para jovens de todas as idades é a Ciência. Felizmente este estudo está para se tornar mais fácil graças ao projeto Experimento 10+ da Fundação Siemens. Também conhecido como “Gênios da Ciência”, o objetivo do projeto é tornar o aprendizado da Ciência mais prazeroso e divertido. A iniciativa será lançada em maio, em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha de São Paulo (AHK São Paulo).

Criado pela Siemens Stiftung (Fundação Siemens), o projeto Gênios da Ciência já é realizado em três continentes e tem o objetivo de despertar o interesse das crianças pela Ciência. Para isso, disponibiliza caixas com ferramentas e instrumentos em diversas escolas para que os alunos, junto aos seus educadores, possam aprender mais sobre Ciência por meio de investigação e criatividade, aplicando o ciclo do pensamento científico.

genios-da-cienciaVisando oferecer a mesma oportunidade para um número maior de crianças e de forma mais interativa, foi criado o jogo educacional online “Gênios da Ciência”. A iniciativa é voltada para alunos do ensino fundamental com idades entre 10 e 14 anos que já participam de ações realizadas pela Fundação Siemens. Além disso, a participação também está aberta para alunos de outras escolas que tenham interesse no projeto.

Interagindo com os moradores da cidade Gênios da Ciência, os jogadores são instigados a resolver desafios nas áreas de Saúde, Energia e Meio Ambiente, como por exemplo, a falta de luz, o descarte incorreto de materiais recicláveis, entre outros. Para isso, os alunos devem escolher os itens corretos disponíveis em sua maleta para realizar cada experimento. A plataforma utilizada possibilita o uso de elementos de simulação e RPG, o que torna a experiência ainda mais envolvente.

“Essa é uma ação inovadora, alinhada às principais tendências em educação. A missão é desmistificar a ciência, mostrar que ela não é coisa de laboratório e, sim, do dia a dia. Com o Gênios da Ciência – Experimento 10+, será possível simular os impactos de se desligar a energia elétrica de uma fábrica, por exemplo. O estudante terá que testar alternativas para resolver os problemas”, afirma Bianca Bozon Moreira Talassi, secretária executiva da Fundação Siemens.

Mais sobre o Gênios da Ciência

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Além de possibilitar o aprendizado de forma lúdica, o jogo também motiva os jovens a realizar experimentos em casa com ajuda de seus responsáveis ou em sala de aula com os professores. Os resultados podem ser compartilhados na plataforma do jogo incentivando a discussão sobre Ciência tanto no ambiente digital, quanto no dia a dia.

Para que os jovens se engajem ainda mais na proposta do jogo, a Fundação Siemens promoverá um campeonato entre 8 de maio e 11 de agosto. O jovem ganhador será presenteado com um tablet.  Os jovens poderão participar do jogo a partir do dia 08 de maio, inscrevendo-se pelo hotsite, seguindo as instruções fornecidas na área de cadastro.

Playmove lança mais cinco games interativos para educação

A Playmove acaba de anunciar que a PlayTable, plataforma de jogos educativos para crianças, receberá mais cinco games ainda neste mês. De acordo com a empresa, os novos games contemplam diferentes áreas de ensino, de modo que o raciocínio, idioma estrangeiro, lógica de programação serão contempladas pelos novos jogos. O objetivo é aliar o conceito do aprender brincando da ludopedagogia com a tecnologia para desenvolver habilidades e consolidar conteúdos para alunos de quatro a nove anos.

Uma das principais novidades é o “Croac, uma melodia verde!“, indicado para crianças a partir de quatro anos. Ele é ideal para ensinar lógica de programação com o uso de recursos de musicalização infantil. O game é bastante colorido e ideal para aumentar a capacidade de resolução de problemas das crianças.

playtable“A nova geração de estudantes já nasceu em um ambiente extremamente tecnológico. É fundamental que se introduzam conceitos do segmento de programação através das brincadeiras. Com esse game eles desenvolverão a capacidade de resolução de problemas e a criatividade”, explica o especialista em ludopedagogia da Playmove, Cristiano Sieves.

Crianças a partir dos quatro anos também poderão interagir com o “Coelhos Construtores“. Elas terão que ajudar os animais a levar alimentos para a cidade, construindo estradas e pontes. A ideia é estimular a descoberta e identificação de cores e formas.

Já para os alunos acima dos seis anos a indicação é o “Box-in“, game que ajuda os jogadores a testar e ampliar o vocabulário de inglês arrastando e guardando diferentes objetos em suas caixas. O game possui cerca de 100 palavras divididas em oito temas, de modo que os jogadores terão melhora nos níveis da pronúncia e escrita, além de desenvolver o raciocínio.

plamoveA área de ciências também ganhou um reforço com o “Guardiões da Natureza – Mamíferos“, em que crianças a partir dos oito anos precisarão usar cartas para duelar na arena dos guardiões. Os duelos ocorrem através de atributos fisiológicos, físicos, ambientais e alimentares de mamíferos da fauna brasileira. Com isso, elas aprenderão características importantes de vários animais nativos do Brasil. A última novidade contempla a educação financeira e é indicada para crianças a partir dos nove anos.

“É uma área que ainda não faz parte da educação tradicional das escolas,mas que é fundamental para o desenvolvimento dos alunos. No “Edu no Planeta das Galinhas“, eles terão que administrar a produção de ovos e negociar de maneira inteligente os recursos”, conclui o especialista da Playmove.

Confira abaixo um vídeo que a Playmove fez para explicar a PlayTable:

Novo game da PlayTable ensina lógica de programação para crianças a partir dos quatro anos

Já ouviu falar da iniciativa PlayTable? Pois bem, basicamente trata-se de uma mesa digital com jogos educativos cuja finalidade é ensinar lógica de programação para crianças da pré-escola sem esquecer de brincar. A Playmove, desenvolvedora da mesa digital PlayTable, acaba de lançar o game “Croac, uma melodia verde!”, que usa a musicalização infantil para introduzir os alunos no universo da programação. O projeto contou com a colaboração do game designer Eliandro Fontes, e do programador Leonardo da Luz, que incluem a rede de parceiros da startup.

A ideia é bem lúdica: o jogo conta a história do Rei Sapo, que abandonou sua flauta mágica e deixou a tristeza chegar à floresta. Cabe ao macaco Monki achar o instrumento, utilizando uma partitura musical que é capaz de devolver a alegria ao Rei Sapo.  Para isso as crianças precisam seguir o conceito de programação, que é apresentado em um módulo especial do game, através de um tutorial simples e animado.

unnamedO especialista em ludopedagoia da Playmove, Cristiano Sieves, explica que o jogo é composto de 30 desafios com graus de dificuldade que vão evoluindo conforme cada fase.

“Para cumpri-los as crianças vão utilizar a lógica de programação, que melhora a capacidade da resolução de problemas, para vencer cada etapa. Outro benefício desse conceito é o desenvolvimento da criatividade, que acaba auxiliando o aluno em outras disciplinas”, avalia Cristiano.

De acordo com os responsáveis pelo projeto, atualmente mais de 200 mil alunos brasileiros já contam com a PlayTable na rotina escolar. São cerca de 800 instituições de ensino – públicas e privadas – que utilizam o dispositivo. Deste modo, espera-se quem em alguns anos vejamos toda uma geração acostumada com a lógica de programação, mesmo que em níveis mais básicos.

Novos games para a PlayTable

img_playtableOutras quatro opções de games também foram lançadas pela startup. O “Coelhos Construtores” é indicado para crianças a partir dos quatro anos e trabalha cores e formas. Já o “Box-in” é para alunos a partir dos seis anos e auxilia na aprendizagem do inglês. O “Guardiões da Natureza – Mamíferos”, para a faixa etária de oito anos, entra na área das ciências e o “Edu no Planeta das Galinhas” ensina educação financeira para crianças a partir dos nove anos.

Abaixo você confere um trailer de Croac, um dos games da PlayTable:

Game “Un Viaje por América Del Sur” desenvolvido pela Smyowl para o Colégio Bandeirantes conquista prêmio de educação

A Smyowl já é um dos estúdios brasileiros mais reconhecidos pelos jogadores, mas agora é a hora de os desenvolvedores ganharem também aclamação da crítica especializada. O game de aventura Un Viaje Por América Del Sur, desenvolvido pela Smyowl para o Colégio Bandeirantes, é o vencedor na categoria Games para empresas privadas da nona edição do prêmio ARede Educa. O game é utilizado pelo Colégio Bandeirantes como material didático da disciplina de espanhol para alunos do 7º ano.

Un Viaje por América Del Sur é um jogo de aventura em que o jogador controla um jovem brasileiro que parte em uma aventura para recuperar a cuia e a bombila de chimarrão de seu bisavô. Durante a jornada, ele percorre diversos monumentos e pontos históricos da Argentina e do Uruguai, interage com os espaços e fala com personagens em busca de pistas. A jogabilidade é no estilo Point & Click – em que o cenário é explorado com a ajuda do toque do dedo na tela do smartphone ou tablete.

O formato Point & Click facilita a obtenção e troca de itens, que você vai guardar na sua mochila e deverá usar no momento certo para superar desafios. O jogador conta ainda com a ajuda de NPCs para solucionar os pequenos puzzles que surgem. De acordo com a Smyowl, o jogo foi cuidadosamente elaborado para que cada detalhe trouxesse conhecimento e aprendizado, sendo 100% em espanhol.

“Ter sido o parceiro do Colégio Bandeirantes no desenvolvimento de um game educacional foi uma realização. Agora, com o reconhecimento de um dos prêmios mais importantes do setor, estamos ainda mais honrados” diz Thais Beldi, diretora da Smyowl. “Este ano, passamos a atuar como uma boutique de negócios focada em tecnologia criativa – e não apenas na criação de games próprios –, e o prêmio ARede Educa mostra que a decisão foi acertada”, finaliza Thais.

Toda a aventura passa por onze cenários das cidades de Buenos Aires, Montevidéu e Colônia do Sacramento baseados em pesquisa arquitetônica e histórica, além de personagens e vestimentas típicas representativas desses países. Se você está interessado em aprender mais sobre espanhol, a Smyowl disponibilizou Un Viaje por América Del Sur gratuitamente na App Store.

Abaixo você confere um trailer de Un Viaje por América Del Sur:

Top 8: Jogos educativos que você não sabia

Que os videogames podem ser educativos, você já sabia. Mas é muito fácil apontar jogos assim quando os exemplos são jogos educativos. Você já imaginou que tem uma série de jogos digitais bastante comerciais que podem ensinar algumas coisas surpreendentes sem que os jogadores se dêem conta? Sim, apostamos que em sua biblioteca de jogos tem muita coisa educativa.

Talvez pensando nisso, a Stoodi, startup de educação a distância que oferece videoaulas, plano de estudos e monitorias transmitidas ao vivo, selecionou uma lista com 8 jogos desse tipo, que podem fazer o estudante se divertir bastante, mas depois sair correndo para os livros e conhecer um pouco mais sobre tais conceitos.

 

1 – Sim City

Jogos

A primeira versão do Sim City – game no qual o jogador cria e controla a infraestrutura de uma cidade – foi lançada em 1989. De lá para cá, a qualidade dos gráficos melhorou bastante e os desafios ficaram mais complexos. Mas o que se manteve intacto em todas as edições do jogo é a coerência com a realidade. Liberar o funcionamento de jogos de azar na cidade, por exemplo, pode impulsionar a arrecadação do município, mas também vai fazer a criminalidade aumentar.

Se o jogador não souber investir de forma equilibrada nos diferentes setores da economia e não tiver claros conceitos de sustentabilidade, urbanismo e transporte público, sua cidade será caótica. O game é uma verdadeira aula de geopolítica, em especial a 4º versão, que é complexa e traz uma série de desafios que o jogador deve levar em consideração se quiser fazer a cidade crescer sem quebrar ou se tornar um lixão.

 

2 –  Democracy

Democracy

Se em Sim City, o jogador tem o cargo de prefeito, em Democracy ele pode ser presidente, primeiro-ministro e até um ditador austero. Apesar de não ser muito rico em atrativos gráficos, Democracy compensa na constituição dos regimes de poder, que é retratada com detalhes. O jogador vai sentir na ‘pele’ os efeitos causados por suas medidas de governo junto à população, que refletirão nas urnas na próxima eleição.

O jogo dá até opções de usar manobras questionáveis para ‘manchar’ a imagem dos candidatos concorrentes. Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência. Aqui você ganha noções de Filosofia Política, matéria muito importante na grade de universidades como Relações Internacionais.

 

3 – SPORE

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Nada dá mais prazer a um gamer do que observar seu personagem – inicialmente uma criatura frágil – evoluir com o tempo, ganhar habilidades e conquistar o mundo. O que dizer então do SPORE, que remonta a origem do universo? O game dá noções importantes sobre Biologia e Ecossistema. A ideia vem sendo aclamada porque faz o jogador começar seu desafio como um simples micróbio que luta para se manter vivo na face do planeta. Com o tempo e, dependendo das escolhas que fizer, o jogador poderá destravar novas formas de vida, desenvolver-se como uma nova criatura, unir-se em tribos, construir cidades e até conquistar novos territórios.

 

4 – Bioshock: Infinity

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Outro fenômeno da crítica, Bioshock Infinity ganhou 85 prêmios somente na época de seu lançamento por não ter medo de abordar temas polêmicos. O jogo se passa em Columbia, cidade em que está prestes a eclodir uma guerra civil. De um lado, o governo ultranacionalista defende um Estado exclusivo para brancos norte-americanos. Do outro, um grupo de rebeldes, que luta para tomar o controle do poder e restabelecer direitos para cidadãos de todas as raças e religiões.

Como se não bastasse, há ainda fendas abertas no espaço-tempo, que usa conceitos da Teoria da Relatividade para explicar a aparição de estranhos elementos do futuro no passado. Você está se perguntando o que pode ser aprendido com este jogo? Para começar temos noções claras de Filosofia, Religião e Física Quântica.

 

5 – Battlefield

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Por mais triste que seja, aprender sobre as grandes guerras que ocorreram é essencial para entender como o mundo funciona. O Battlefield é um prato cheio para quem curte História, pois ele recria com máxima fidelidade as batalhas que aconteceram, inclusive com armas, veículos, trajes e objetivos idênticos aos cumpridos pelos soldados reais.

A primeira versão do jogo se passava na 2ª Guerra e transportava o jogador para as batalhas de Normandia, de Midway e de Guadalcanal, mas a franquia já abordou combates contemporâneos com exércitos norte-americanos e do Oriente Médio. Com lançamento programado para outubro, o novo Battlefield recriará a 1ª Guerra Mundial.

 

6 – Assassin’s Creed

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Outro jogo que pega forte em História é Assassin’s Creed. A franquia da Ubisoft já vendeu mais de 75 milhões de cópias ao redor do mundo por conseguir mesclar com maestria a história real com a do jogo. O segundo jogo da série, por exemplo, se passa no Período Renascentista e nele é possível observar grandes obras da arquitetura como a Basílica de Santa Maria Del Fiori, em Florença e até pedir ajuda a Leonardo Da Vinci para resolver um enigma.

 

7 – God of War e Dante’s Inferno

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Inspirada na mitologia grega, God of War virou um sucesso de público desde sua primeira edição. Nela, o jogador vive Kratos, um semideus que comanda um exército em Esparta e enfrenta diversos dilemas morais que terão consequências no resultado final. Apesar do clima de fantasia, o game apresenta toda a cultura religiosa da Grécia antiga.

Já o concorrente, Dante’s Inferno tem inspiração nos contos de Dante Alighieri para a Divina Comédia. Tal como no livro, o jogo retrata os núcleos do Inferno, de modo que questões filosóficas, religiosas e históricas são bem presentes na obra. Ah, nossa chamada são 8 games, mas não podíamos deixar de citar Dante’s Inferno, certo?

 

8 – Angry Birds

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Aqui não temos um capítulo da nossa História, mas aprender Física pode ficar mais divertido com o jogo Angry Birds, onde saber aplicar o conceito de movimento parabólico é essencial para lançar o passarinho no alvo com precisão. O game envolve energia mecânica, energia potencial gravitacional, energia cinética, energia elástica, aceleração, velocidade, força, atrito, massa, impulso, trabalho e gravidade, ufa! Angry Birds foi baixado em 2 bilhões de celulares e ostentava o título de mais popular do planeta até a chegada do Pokémon Go