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CNA aposta em gamificação para revolucionar o ensino do inglês

Muitas das maiores empresas do mundo estão de olho nas possibilidades de gamificação para melhorar os resultados de seus funcionários. Agora chegou a vez de utilizar a técnica para explorar o potencial dos clientes. É com esta ideia que a rede de escola de idiomas CNA pretende melhorar os resultados dos seus alunos.

Para isso, a instituição criou a CNA Go, uma plataforma digital desenvolvida com participação da DB1 Global Software, multinacional de tecnologia sediada em Maringá (PR). O CNA Go mescla atividades online (75%) e presenciais (25%), promovendo a interação de alunos do mesmo nível com o apoio de áudios, vídeos e professores online.

De acordo com a CNA, a plataforma de software foi inspirada na estética dos mapas de metrô e é adaptativa, ou seja, tem uma metodologia que se adapta à maneira de aprender do aluno. Além disso, foi construída no conceito de gamificação, utilizando contextos relacionados a jogos e permite a criação de ferramentas de engajamento por meio de três elementos principais: motivação, dados e interação. À medida que os novos territórios são explorados, os alunos são recompensados pelas atividades completadas.

“A DB1 demonstrou um equilíbrio entre disciplina metodológica e flexibilidade de execução, estando sempre abertos a ouvir e trabalhar em conjunto para o sucesso do projeto”, afirma Guilherme Pompeo, gerente executivo de Tecnologia e Inteligência de Negócios do CNA.

A expectativa é que a plataforma auxilie os alunos a aprender o idioma inglês com mais praticidade e facilidade. A interatividade é uma das maiores tendências do ramo estudantil e profissional.

Abaixo você confere um vídeo que fala sobre o projeto CNA Go:

PlayTable – Games interativos para pedagogia hospitalar são destaques da Hospitalar 2018

Já falamos inúmeras vezes o quanto os jogos digitais e suas aplicações são importantes para a àrea médica. Uma das empresas mais focadas nessas interações é a Playmove, criadora da PlayTable, a mesa digital que tem foco no aprendizado e integração de crianças mais jovens. A PlayTable é um dos destaques da feira Hospitalar 2018, evento que mostra as novas pesquisas da área da saúde. Esta é a primeira que a Playmove participa do evento.

A feira Hospitalar 2018 acontece entre os dias 20 a 25 de maio em São Paulo (SP) e deve reunir mais de 90 mil visitantes de mais de 70 países. A ideia da produtora é mostrar como os jogos digitais podem ser ferramentas de aprendizado para crianças a partir de três anos. Entre as opções a serem mostradas no evento estão games que seguem a matriz curricular brasileira e englobam lições relacionadas às disciplinas de português, matemática e ciências, que formam a base do ensino fundamental.

Um dos jogos participantes é o Guardiões da Natureza, que fala sobre a fauna brasileira e é um instrumento de apoio à aprendizagem relacionada ao tema, como a característica dos animais que compõem o bioma. Outros jogos também fazem parte da mostra, como o Papa-Letras e o Alfabééto, que auxiliam na alfabetização e são ideais para utilização também na pedagogia hospitalar. Um exemplo de utilização da mesa é o Hospital Santo Antônio, de Blumenau (SC), que integra os jogos ao ensino regular voltado a crianças com internação prolongada. Outra entidade que utiliza o equipamento para entretenimento e educação é a Rede D’Or. A ideia é tornar o tratamento médico mais tranquilo para os pequeninos.

A PlayTable utiliza uma superfície sensível a vários toques a fim de facilitar o uso por crianças com dificuldades motoras ou uso de cateteres, soros, curativos e outros materiais hospitalares. O portfólio de jogos apoia no desenvolvimento de habilidades motoras e cognitivas. A Playmove espera que a tecnologia seja utilizada de modo a tornar o aprendizado mais rápido e divertido, de modo que crianças em tratamento médico prolongado não tenham o aprendizado interrompido por sua condição.

“Além de trazer um ambiente lúdico, que deixa a criança mais confortável durante o tratamento e a tira do foco do seu problema de saúde, os jogos também ajudam o profissional responsável por aplicar as lições educacionais. Temos games com conceitos matemáticos, de português, ciências, geografia e até mesmo educação financeira”, diz Marlon Souza, CEO da Playmove. Mais informações no site da empresa. O cronograma da Hospitalar 2018 pode ser visto aqui.

Alpha Beat Cancer – Game brasileiro para crianças com câncer é premiado no World Summit Awards

Que os games são ferramentas importantes até mesmo para a medicina, você já sabia, certo? Pois bem, a bola da vez é o Alpha Beat Cancer,   desenvolvido pela Mukutu em parceria com o Instituto Beaba, que acaba de ser premiado com o World Summit Awards na categoria global de Saúde e Bem Estar. O game ajuda crianças com câncer a entender melhor a doença.

Para quem não conhece, o WSA é uma importante premiação global que tem o intuito de selecionar e promover os melhores e mais inovadores conteúdos digitais do mundo, valorizando a relevância em relação ao contexto em que foi criado, bem como a contribuição a inclusão e acessibilidade digitais.

A equipe da Mukutu e do Instituto Beaba viajaram para o congresso da premiação, que aconteceu na cidade de Viena, na Áustria, entre 20 e 22 de março de 2018.

De acordo com os.desenvolvedores, a ideia do Alpha Beat Cancer é desmistificar o câncer para pacientes infantis. No jogo, a criança pode se divertir atendendo pacientes, higienizando objetos ou contendo hemorragias – entre outras missões distribuídas em 20 mini-games. Assim o jogador aprende os termos do mundo oncológico e se sente mais confiante para aderir ao tratamento. O jogo é totalmente grátis para o usuário, sem nenhum tipo de publicidade.

A competição global é resultado de seleções nacionais, envolvendo mais de 150 países, que em concursos locais, selecionam as melhores práticas e os melhores projetos em oito categorias. O WSA teve início em 2003, em Genebra, no âmbito da Cúpula das Nações Unidas sobre a Sociedade da Informação (WSIS – World Summit on the Information Society) e vem sendo realizado a cada dois anos, coordenado pelo Centro Internacional de Novas Mídias (ICNM – International Center for New Media), de Salzburg, Áustria. Por conta da premiação, o Instituto Beaba também ganhará uma aceleração mentorada pelo WSA.

“Entre a ideia e o reconhecimento que o Alpha Beat Cancer vem recebendo foram três anos. Agora milhares de pacientes da pediatria oncológica já baixaram o game, aprenderam mais sobre o câncer e estão mais engajados no tratamento”, comemora Ludmila Rossi, CMO do grupo Mkt Virtual.

Você pode baixar Alpha Beat Cancer para iOS ou Android aqui.

Passatempos Inteligentes é o aplicativo para treinar seu cérebro brincando

Hoje vamos falar de um aplicativo para dispositivos mobile que tem tudo para exercitar seu cérebro: Passatempos Inteligentes. Trata-se de uma coleção de jogos baseados nos princípios da psicologia cognitiva, que ajudam a praticar diferentes habilidades mentais, como memória, concentração e raciocínio lógico. O game está disponível há alguns meses e já foi baixado mais de 400 mil vezes tornando-se uma referência em jogos para treinar o cérebro.

Ele é uma coletânea de jogos de lógica da internet produzido pelo estúdio Smart Mobile Development, cujo intuito é divertir e aumentar o poder do cérebro. Para isso, foram selecionados diversos jogos separados por categorias e com constantes adições de novos jogos totalmente de graça. Aqui você vai ver versões do jogo da memória, jogos de lógica e quebra-cabeças.

Desde o lançamento do Brain Training, sabe-se que jogos de puzzle em geral ajudam mesmo a desenvolver o cérebro e deixar seu pensamento mais rápido e lógico. Não por acaso, jogos do estilo são frequentemente utilizados por estudantes universitários e crianças em idade educacional, a fim de melhorar seus rendimentos escolares.

De acordo com os desenvolvedores, todos os jogos contidos em Passatempos Inteligentes foram projetados para impulsionar suas habilidades de memória, concentração e reação. Há um ranking multiplayer em todos os minigames, de modo que você pode desafiar e comparar suas pontuações com os amigos.

Unibes Cultural recebe curso de desenvolvimento de games em 2018

Após o recesso de final/início de ano a Unibes Cultural de São Paulo retorna com gás total em 2018 oferecendo cursos para todas as idades. A novidade é que o primeiro curso da temporada é de desenvolvimento de games, graças a uma parceria com a International School of Game. A expectativa é atrair entusiastas por games de todas as idades, incluindo crianças.

De acordo com orientações  organizadores, a metodologia adotada para o curso na Unibes Cultural proporciona o desenvolvimento do raciocínio lógico, criatividade, trabalho em equipe, planejamento e concentração, através de técnicas básicas para o desenvolvimento completo de um game 2D. Já o ensino para adultos com mais de 50 anos, que passa de um sujeito passivo a ativo dentro do processo criativo e de construção do conhecimento, pode promover a função cognitiva, além da sociabilização através das dinâmicas das aulas presenciais e a integração intergeracional.

O cronograma para as três turmas iniciais seguem um mesmo programa, ou seja, cinco aulas mensais com os seguintes temas: Fundamentos de lógica básica de programação; Soltar a criatividade; Como montar e estruturar o game; Componentes para criar os personagens, cenários, movimentos básicos, Vidas e Pontuação; Criar seu próprio game para jogar no seu PC.

De acordo com a Unibes, há vários  benefícios para quem aprende desenvolvimento de games: as crianças,por exemplo, desenvolvem criatividade, raciocínio lógico e solução de problemas. Já os jovens fortalecem diversas áreas cognitivas, como planejamento, raciocínio lógico, criatividade e redação de roteiros necessária para compor os jogos. A programação de games exercita funções cognitivas fundamentais dos adultos de maneira criativa, inovadora e estimulante do ponto de vista da sociabilidade.

ATUALIZAÇÃO: O inicio do curso, que seria neste sábado, foi adiado para março. E uma aula demonstrativa, gratuita, será realizada em 24 de fevereiro.

 

Serviço – Cursos de Desenvolvimento de Games – Unibes Cultural

Aulas demonstrativas gratuitas em 24/02:

Das 10h às 11h30 – Para jovens e adultos (acima de 16 anos)

Das 11h45 às 13h15 – Para pais, avós ou responsáveis e crianças de 6 a 8 anos

Das 13h30 às 15h – Para crianças de 8 a 15 anos

 

Curso de desenvolvimento de games

Quando: de 03/03 a 30/06, aos sábados – exceto feriados

Horários: das 13h30 às 15h (para crianças),  das 11h45 às 13h15 (pais, avós ou responsáveis e crianças de 6 a 8 anos), das 10h às 11h30 (jovens e adultos (acima de 16 anos)

Valor: R$ 215,00 por mês

Inscrições e informaçõeseducacao@unibescultural.org.br

Onde: Unibes Cultural – Rua Oscar Feire, 2500 – ao lado do Metrô Sumaré

Informações11 3065-4333 e http://unibescultural.org.br/

MinC, Abragames e UFRGS lançam cursos a distância de capacitação para o mercado de jogos eletrônicos

O ano começou e você não vai querer deixar passar mais uma temporada da sua vida sem investir na carreira, certo? Pois bem, o Ministério da Cultura, a Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais (Abragames) e o Núcleo de Estudos em Economia Criativa e da Cultura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (NECCULT-UFRGS), lançam, nesta quarta-feira (31), o curso “O setor de games no Brasil: panorama, carreiras e oportunidades na modalidade de educação a distância (EAD)”.

Este é o primeiro de uma série de três cursos em EAD voltados para a capacitação de futuros ou atuais profissionais do mercado de jogos eletrônicos. Os demais cursos, “Dicas e desafios para empreendedores” e “Internacionalização no setor de games”, serão lançados em fevereiro. 

Os conteúdos dos cursos foram gerados a partir do conteúdo dos debates da edição de 2017 do Brazil’s Independent Game Festival (BIG Festival) – o maior festival de jogos independentes da América Latina, cada curso tem 30 horas. Eles estarão disponíveis gratuitamente em uma plataforma educativa desenvolvida pela UFRGS, contarão com material de apoio e, ao final de cada um, os participantes receberão certificado da universidade gaúcha. Durante o BIG Festival 2018, entre os dias 27 e 29 de junho em São Paulo, haverá uma solenidade de entrega de certificado para as dez primeiras pessoas que completarem os três cursos.

O curso introdutório, Setor de games: panoramas, carreiras e oportunidades, pode ser feito tanto por iniciantes quanto por aqueles que já dispõem de informações sobre o mercado de jogos. As inscrições estarão abertas a partir de quarta-feira (31) e podem ser feitas pela internet. Este primeiro curso contará com cinco aulas, onde será feita uma análise inicial do setor, sua importância na economia criativa, nas estruturas das desenvolvedoras independentes e na articulação de comunidades que permitam um crescimento conjunto do setor. A ideia é mostrar quais são as possíveis áreas de atuação dentro do mercado de games entre as quais estão roteirista, programador e designer, entre outras.

O papel das instituições públicas no fomento do setor e no seu fortalecimento ao longo dos últimos anos também é abordado por este primeiro curso do programa. Os alunos poderão ver as orientações de especialistas do BNDES, do Sebrae, da Agência Nacional do Cinema (Ancine) e Spcine sobre como as pequenas desenvolvedoras de games podem obter sucesso.

 

SERVIÇO – Curso – Setor de games: panoramas, carreiras e oportunidades

Cadastro para instruções de acesso ao curso em: https://lumina.ufrgs.br/login/signup.php.

Site para inscrição:  https://lumina.ufrgs.br/course/view.php?id=42

Startup Matific é selecionada no Pitch.Gov SP para integrar projetos de educação e tecnologia

Já falamos aqui da Matific, certo? Pois bem, a startup israelense pretende revolucionar o ensino da matemática nos colégios estaduais de São Paulo com o uso de tecnologias de jogos educacionais em salas de aula. A boa notícia é que a empresa é uma das finalistas da segunda edição do Pitch Gov.SP, programa de inovação que conecta o governo paulista e empresas de tecnologia com objetivo de melhorar os serviços públicos, e vai apresentar, no dia 9 de novembro, no Palácio dos Bandeirantes, um programa de integração de jogos educacionais de matemática ao currículo escolar do estado.

Uma das intenções do projeto é combater o nível de defasagem do ensino da matemática no Brasil e aumentar o engajamento de alunos e professores por meio de novas tecnologias de aprendizagem. Segundo estudo recente do Branco Mundial, o Brasil, apesar dos avanços educativos, levaria cerca de 75 anos para alcançar a média dos países ricos em matemática. Um levantamento da Fundação Lemann mostra ainda que, no quinto ano da educação básica, apenas 39% dos estudantes estão no nível esperado em matemática.

O sistema Matific já é adotado em mais de 40 países, com cerca de dois milhões de alunos ao redor do mundo, três milhões de jogos executados por mês e diversos prêmios internacionais por sua pedagogia e tecnologia. No Brasil, a plataforma de jogos matemáticos é utilizada atualmente por 100 mil estudantes, de 250 colégios públicos e privados, com 50 mil jogos executados por dia no Brasil. A galeria da empresa possui hoje 1,6 mil jogos educacionais de matemática.

O evento contará com líderes do governo, investidores, aceleradoras e demais players da área de empreendedorismo. As startups aprovadas no pitch  vão assinar convênios com o Governo do Estado para que suas soluções sejam testadas junto aos órgãos e entidades envolvidas.

“O sistema de gamificação promove uma aprendizagem mais profunda, pois, além de engajar os alunos em situações cotidianas, também estimulam a curiosidade, a exploração, o raciocínio lógico e a aprendizagem pela descoberta, em um ambiente lúdico e interativo”, comenta Dennis Szyller, diretor da Matific Brasil. “Também fornece aos professores dados de desempenho de seus alunos em tempo real, o que permite a personalização das atividades de acordo com o momento de aprendizagem de cada aluno”, acrescenta.

Jogos aumentam desempenho de matemática

Um estudo conduzido pela Universidade de Sidney, na Austrália revelou um aumento de 34% no desempenho do alunos em provas finais após um ano de uso da plataforma Matific. Em Israel, o nível de interesse pela matemática foi 33% maior nos estudantes que usam a Matific em comparação com os que não utilizam.

No Brasil, uma levantamento recente com cerca de 500 professores mostrou que o desempenho em matemática aumenta em até 70% com o uso de jogos digitais. Segundo o estudo, para 65% dos professores, o uso da plataforma Matific contribui para o engajamento dos discentes na disciplina e tira a ideia de que a matéria é “chata e difícil”.

Congresso Estadual das APAEs/SC apresenta mesa digital com games educativos que apoiam a inclusão

Enquanto nossos políticos travam uma guerra contra os jogos eletrônicos, há uma galera que já sacou que os videogames são uma ferramenta de aprendizado e de inclusão. Prova disso é o Congresso Estadual das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais de Santa Catarina (APAE/SC), que irá oferecer palestras, cursos, oficinas, trabalhos científicos e exposição de novidades na área da educação inclusiva. O evento, que ocorre de 4 a 6 de outubro em Jaraguá do Sul pretende quebrar paradigmas em relação desenvolvimento de crianças com deficiência intelectual e múltipla e motivar a discussão de boas práticas para o setor.

Durante o evento da APAE, que reúne professores, diretores, famílias e comunidade, os participantes poderão conhecer também a PlayTable, mesa digital interativa com jogos educativos. Criado para apoiar a educação inclusiva, o produto conta com um catálogo de jogos e aplicativos baseados nas matrizes de ensino brasileiras. As opções ainda possuem diferenciais que estimulam o desenvolvimento motor e cognitivo e promovem a inclusão das crianças no ambiente escolar.

Em Fraiburgo, por exemplo, a mesa já faz parte da rotina da APAE da cidade desde 2015. A terapeuta ocupacional da entidade, Tayane Silva, explica que o recurso é utilizado tanto em cunho pedagógico quanto na sala de informática e no tratamento terapêutico. “Os games apoiam nossos alunos no desenvolvimento da coordenação motora, coordenação motora fina, linguagem e até mesmo na aproximação deles com a tecnologia”, avalia.

Cada um dos jogos disponibilizados na mesa digital conta com vários níveis de dificuldade, proporcionando o uso do recurso por estudantes com diferentes graus de deficiência. “Eles ainda conseguem estimular a habilidade visomotora e cada professora utiliza a PlayTable de acordo com as limitações dos alunos Assim todos participam e se desenvolvem, respeitando o seu grau de aprendizagem. Poder contar com diferentes jogos é essencial para que cada uma das crianças e jovens participem e interajam. Eles estão se desenvolvendo e se divertindo ao mesmo tempo”, explica Caroline Chechi Malestrin, diretora, da entidade.

Psicólogos e pedagogos de destaque nacional fazem parte do rol de palestrantes do encontro. Eles abordaram temas como a inclusão da pessoa com deficiência, a formação dos educadores, habilitação para a autodeterminação e outros temas atuais, como a Lei da Inclusão. A programação completa está disponível no site da APAE.

Mito da Caverna é um game educativo nacional com abordagem diferenciada

O estúdio brasileiro Jungle Digital Games (Viçosa/MG) criou o Mito da Caverna, um jogo educativo ambientado no mundo de Teríon. Nele, dois jovens se livraram do vírus da ignorância espalhado por um grande vilão e precisam encontrar um antídoto para salvar o planeta.

O enredo diferente de outros games educativos deve chamar a atenção dos alunos. O jogo é, na realidade, uma ferramenta de auxílio ao professor que quer promover a autonomia, senso crítico e criatividade dos alunos. Além disso, o jogo conta com quarto aventuras, uma para ano do Ensino Fundamental.

Criado como um jogo 3D de aventura que emite relatórios como tempo gasto pelo aluno para completar cada desafio e gera gráficos permitindo visualizar melhor a atuação dos jogadores.

Veja o trailer do game Mito da Caverna:

Aqui você pode conferir o site de todo o projeto e ainda acompanhar as atualizações no Facebook.

Instituto promove o JERA, jogo de realidade alternativa inspirado em ARG

A cidade de Lavras, em MG, tem história e cultura muito ricas. Tanto é que o Instituto Presbiteriano Gammon (IPG) está promovendo até o dia 12/06 a primeira edição do JERA, um projeto que promete unir a jogabilidade de um ARG (Alternate Reality Game, jogo de realidade alternativa) com o ensino da história da cidade. A intenção é ensinar aos estudantes um pouco mais da história da cidade de uma maneira mais moderna e lúdica.

“O JERA foi criado para unir a história do Gammon com o aprendizado dos alunos”, comenta o professor e diretor do IPG, Alysson Massote Carvalho. “É evidente a relevância histórica e cultural que o Gammon tem com a cidade de Lavras e com o Brasil, mas muitos dos novos alunos ainda não conseguem vivenciar essa conexão com o nosso passado. A intenção é que isso seja explorado nos jogos”, explica.

800Estruturado para acontecer ao longo dos meses de maio e junho, o JERA foi desenvolvido pela produtora Final Quest, start up de tecnologia e educação com foco no uso de jogos para fins educacionais, com o apoio da Spaço In Consultoria de Marketing Educacional. Segundo Fábio Melo, co-fundador da Final Quest, quando o jogo começou a ser desenvolvido, em 2008, os projetos mais conhecidos eram “I love Bees”, nos EUA, e o “Instituto Purifica”, realizado pela MTV Brasil.

O projeto envolve alunos dos sextos e sétimos anos, que se organizarão em equipes e participarão de caças ao tesouro. Serão 8 desafios, divididos em 4 temas principais: Esporte, Valores morais, Sucesso e personalidades e Família e comunidade. De modo que a inspiração principal foi o jogo educacional “Onde está Carmen Sandiego?”. A partir daí, os alunos em buscas pela história da cidade.

Sobre o JERA

 lavras

Entre os desafios, estão a história de um ex-aluno do Gammon que chegou à presidência da República e um trecho do Hino de Lavras. “Contar mais do que isso estragaria o jogo”, brinca Carvalho. Os jogos já começaram e o resultado está sendo positivo. O JERA não é de participação obrigatória e mesmo assim conseguiu aderência de 92% de alunos do instituto. O objetivo é consolidar as estratégias do JERA para aplicar uma segunda edição ainda melhor. Ao final do projeto, as equipes que mais se destacarem e acumularem pontos ao longo dos desafios serão premiadas.

“Acreditamos que o JERA será uma oportunidade perfeita para atrair a atenção dos jovens para a riqueza cultural de Lavras. É importante garantir que os nossos jovens saibam e respeitem a nossa trajetória, já que eles serão responsáveis pelos nossos próximos anos de história”, finaliza Carvalho. “A parceria com a Spaço In e a preocupação do IPG em preservar sua história e cultura nos permitiram realizar um projeto que foi concebido há anos. Todos têm muito a ganhar com essa experiência, em especial os alunos.”, completa Melo.