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GOG.com planeja vender jogos novos a partir de 2012

Boa notícia para os fãs de distribuição digital: o serviço Good Old Games (GOG.com) planeja oferecer jogos novos em seu catálogo a partir do ano que vem.

O site é especializado em “dar um tapa” em jogos antigos e disponibilizá-los para download por valores entre US$ 6 e US$ 10, com alguns itens oferecidos gratuitamente. Normalmente, oferece junto com os títulos vendidos manual digitalizado e trilha sonora.

Atualmente, o serviço procura games que tenham três ou mais anos de idade, o que deve ser mudado em breve. “Continuaremos a adicionar jogos clássicos, é claro, mas estamos ativamente trabalhando para trazer novos títulos agora. Esses novos títulos chegarão a um preço novo, mais alto”, explicou Guillaume Rambourg, responsável pelo GOG, acrescentando que tentará manter os preços baixos que popularizaram o site.

A meta é ter 400 títulos no catálogo até o fim do ano que vem. O serviço oferece apenas títulos sem a proteção DRM, o que seria muito bem vindo no caso de downloads novos também, mas ainda não sabemos como isso ficará.

[Via GamesIndustry]

Fundador de estúdio criador de Just Cause diz que DRM é prejudicial

Proteções DRM são muito criticadas por gamers, por desenvolvedores independentes e, vez ou outra, por membros em posições privilegiadas da indústria. Foi o caso das declarações recentes de Christofer Sundberg, fundador da Avalanche, criadora de Just Cause.

Em entrevista ao site da revista Edge, o executivo afirmou que embora a pirataria afete bastante o mercado de games, principalmente para PCs, proteções DRM não são a solução, e apenas punem o consumidor legítimo.

“Se um sistema DRM precisa ser defendido constantemente, algo deve estar errado”, comentou acrescentando que esse tipo de proteção é mostrar ao consumidor baixa confiança.

E, o mais grave, é que o jogador punido é o que paga pelo game, afinal, as cópias pirateadas vem sempre com a proteção quebrada. “Eu conheço pessoas que compram o jogo, mas baixam a versão pirata apenas para se livrar da proteção always-on”, afirmou, se referindo aos jogos cuja proteção DRM exigem que o jogador esteja sempre online.

“Jogos de PC sempre foram e sempre serão pirateados, destravados, modificados e o que você pensar. Essa é a natureza do PC como plataforma; você nunca poderá resolver esse problema”, defendeu acrescentando que acredita que a solução é provar aos clientes que há valor em comprar uma cópia original, ouvindo suas demandas e tentando atendê-las.

É claro que, em muitos casos, o desenvolvedor tem pouca responsabilidade no uso da DRM. “Não temos muita escolha, já que a distribuidora detém os direitos da franquia, mas posso garantir que gritaríamos antes de qualquer coisa assim acontecesse em um título da Avalanche”, disparou.

Nova plataforma para distribuição digital de games independentes está online

É verdade que diversas redes de distribuição digital já abraçaram o cenário de games independentes. Porém, agora está sendo lançada uma plataforma dedicada exclusivamente a distribuição dos games criados pelos desenvolvedores indie.

Desenvolvido por Lee Vermeulen, criador de Capsized, o serviço Indievania é uma plataforma aberta para venda e promoção de games criados com poucos recursos. Entre os benefícios estão interação direta entre desenvolvedores e comunidade e a inexistência de proteção DRM.

Além da hospedagem dos títulos concluídos, os gamedevs poderão colocar no ar versões alpha, beta e protótipos, o que os ajudará a promover um game antes que ele seja lançado e também “sentir a receptividade” dos gamers.

As taxas cobradas são de 9%, comparado a 30% pedido por outros serviços, o que dá uma margem de lucro maior aos desenvolvedores. A cobrança é feita pelo PayPal, única opção no momento.

Vamos torcer para que o serviço decole e que os gamedevs indie tenham um novo reduto para promover e vender seus títulos. Bela iniciativa.

:: Acesse o serviço Indievania

[Via Joystiq]

Driver San Francisco para PC exigirá conexão constante à internet

A Ubisoft confirmou em sua conta no Twitter que a versão para PCs de Driver San Francisco, o próximo título da franquia Driver, trará a muito criticada proteção DRM que exige que o jogador esteja online o tempo todo.

Desde que foi anunciada, no ano passado, a proteção foi extremamente criticada. A solução encontrada pela distribuidora francesa foi avaliar, caso a caso, a necessidade da inclusão da tecnologia em seus lançamentos.

Como forma de amenizar a péssima notícia, a empresa tuitou em seguida que a versão de PC sairá simultaneamente a dos consoles. Nesse caso, não se exigirá que o jogador esteja online o tempo todo, mas o game trará o Uplay Passport, um código de ativação que expira após o primeiro uso, ativando o acesso às funções multiplayer de Driver.

Agora, a pergunta: qual seria uma boa solução (em termos de tecnologia) contra a pirataria de novos lançamentos?

[Via Next-Gen]

Capcom explica limitação em savegame de RE: Mercenaries 3D

Ontem falamos aqui no GameReporter sobre a trava da Capcom, explicando que, apesar de todo o furor, ela representaria poucas mudanças na vida do jogador. Agora, a companhia se pronunciou oficialmente a respeito em seu fórum.

A criadora de Resident Evil: Mercenaries 3D foi enfática em dizer que o jogo poderá ser jogado de novo quantas vezes o gamer quiser, mesmo que o slot de savegame não possa ser regravado. E afirmou que, ao contrário do que foi dito, a intenção não foi coibir a venda de segunda mão, mas sim de dar um aspecto arcade ao título.

“Você destrava personagens, níveis etc e eles continuam destravados como ficariam em uma máquina de fliperama. Não teve nenhuma intenção escondida de evitar a compra de cópias usadas. Não é nenhuma forma secreta de DRM. É simplesmente a forma que desenhamos o sistema de salvar jogos para funcionar com o tipo de jogabilidade de arcade”, diz o anúncio.

Ou seja, se alguém comprar o jogo de segunda mão, terá apenas um desafio – ou motivação – menor em progredir pelos níveis, uma vez que todo conteúdo dado como recompensa já vai ter sido destravado. E só.

[Via Capcom]

Capcom coloca controversa DRM “always-on” em game de PSN

A Capcom anunciou que o jogo Bionic Commando Rearmed 2, para a rede PSN, virá com uma proteção DRM que exige ao jogador se conectar à rede PlayStation Network sempre que quiser jogá-lo.

Ou seja, é preciso ter uma conexão ativa e sempre presente caso você queira se divertir com este título. Segundo o site CVG, o fato do jogo não ter modo online mostra que a preocupação da Capcom é com a pirataria.

Este não é o primeiro uso da DRM: o jogo Final Fight Double Impact, também da Capcom, possui a mesma proteção.