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Cinco passos para você se tornar um cyber atleta de sucesso

Você já teve a curiosidade de saber o que faz com que alguns atletas se deem bem na carreira enquanto que outros mais habilidosos caiam no esquecimento? E não, não estamos falando de empresários. Hoje vamos enumerar cinco passos que podem te tornar um atleta bem sucedido e o destacar dos demais. Se você sonha em ser um cyber atleta de League of Legends, Counter Strike, FIFA ou Clash Royale, este texto é para você.

Confira abaixo cinco para se tornar um cyber atleta  de sucesso:

Respeito acima de tudo

Esta máxima vale para qualquer profissional, trate as pessoas da mesma forma que gostaria de ser tratado. No mundo dos jogos eletrônicos já houveram casos de cyber atletas e até managers já foram demitidos por desrespeitar colegas de equipe, adversários ou mesmo os fãs. Ninguém quer trabalhar com quem só quer saber de zoar os colegas. Veja um time de futebol profissional, por exemplo, se o desrespeito impera no vestuário, logo começam as brigas, e isso afeta o desempenho dentro de campo. Diz-se que o elenco está rachado.

O mesmo vale para um aspirante a cyber atleta: se há desavenças entre colegas de equipe, a comunicação fica prejudicada e as coisas começam a refletir nas partidas. De acordo com Luiz Eduardo Cavalcanti, sócio-fundador da VPSLeague, principal liga virtual de futebol profissional do Brasil, todos os atletas de futebol virtual devem saber que a diversão e o respeito caminham lado a lado.

“Para que se tenha uma participação produtiva, é preciso compreender que a diversão é organizada e baseada em pilares fundamentais como amizade, respeito e muita dedicação. Essas características são básicas para todo jogador. Muitas vezes, não é o nível de habilidade que a equipe atinge no jogo que define o profissionalismo, mas sim o grau de maturidade entre os atletas do clube”, diz Cavalcanti.

 

Disciplina e postura

A rotina é inerente a uma carreira de sucesso. Naturalmente as pessoas apresentam variações de humor todas as semanas e é ai que o cyber atleta deve saber se portar. Cumprir as rotinas de treino e respeitar os horários de treino são fundamentais, independentemente de seu estado de espirito. Afinal, o que o time pode esperar de um profissional que não possui disciplina para treinar?

“Muitos times definem rotinas de treinos táticos e técnicos que acontecem com periodicidade, que podem ser diárias. Nesse quesito, pontualidade, dedicação e esforço para evolução técnica são requeridas. Em caso de ausência, o jogador virtual precisa notificar a sua equipe. A postura também é refletida dentro do jogo. Se não estiver jogando bem, o jogador pode perder a vaga de titular. Se estiver treinando bem pode ganhar a vaga de titular. Jogar com seriedade também é condição básica”, complementa Luiz Cavalcanti.

 

Siga as orientações táticas e respeite sua posição

Imagine a cena: um time profissional de LoL chega até as final do CBLoL e a vitória esta próxima. Empolgado pela perspectiva de sagrar-se campeão e afoito para acabar a partida rapidamente, o ADC do time abandona sua posição e resolve atuar como Jungle. O que se vê a partir daí é o time perdendo a tática e logo a estratégia treinada por meses a fio se transforma em um exemplo de “salve-se quem puder” e o título acaba perdido. Manter a inteligência emocional ajuda o bom atleta a manter o padrão de jogo e pode te render louros no futuro. Não estamos dizendo que seguir um esquema tático é garantia de vitória sempre, mas isto diferencia equipes com padrão daquelas que jogam sem nenhum esquema.

De acordo com Luiz Cavalcanti, “Se a sua posição designada no esquema do time é, por exemplo, a lateral-direita, é importante respeitar e não mudar de posição durante a partida. Se o jogador sentir que as suas habilidades podem ser melhor utilizadas em um esquema diferente, cabe ao treinador da equipe definir. Não sendo o caso, atenha-se as orientações táticas e respeite sua posição”.

 

Tenha paciência e evolua na modalidade

O sol nasceu para todos. Leve este mantra consigo e vá evoluindo suas habilidades. Se você for bom mesmo algum “olheiro” ira notar suas qualidade. Você só não pode desistir se este for mesmo seu sonho. No ramo dos jogos digitais muitos cyber atletas de ponta são encontrados por acaso. Mas não espera as coisas caírem do céu. Esforço é essencial para todo profissional bem sucedido.

“Jogue, treine e evolua. Assim como no esporte real, o postulante pode se oferecer, procurar por anúncios feitos pelos clubes ou aguardar o contato de team managers que buscam novos talentos. Por isso, participar de comunidades virtuais do esporte é importante”, comenta Luiz.

 

Seja um apoiador da comunidade

Luiz Cavalcanti, da VPS League

Há alguns anos as pessoas diziam que os eSports jamais seriam respeitados. De acordo com elas, um bando de moleques jogando videogame não poderia atrair audiência e patrocinadores da mesma forma que o futebol, o vôlei ou o automobilismo. Hoje vemos que finais de campeonatos de eSports sacodem a internet e os torneios giram milhões de dólares em todo o mundo. Mesmo que você não esteja ainda na posição de cyber atleta, você pode contribuir com o eSports simplesmente assistindo e divulgando seu time de coração. É assim que os times grandes como PaiN Gaming, INTZ e Red Canids se tornaram tão famosos: com a ajuda de seus fãs.

“A responsabilidade de um jogador virtual não é apenas individual, mas também coletiva. A profissionalização passa também pela difusão de uma boa imagem da comunidade, com a atração de espectadores para prestigiar o espetáculo de duas equipes profissionais jogando futebol virtual em alto nível. A evolução da modalidade Pro Clubs, como um e-Sport, ainda vai nos trazer muitos frutos. Com uma comunidade unida, o interesse de marcas e investidores, que já vem ocorrendo, deve crescer ainda mais”, finaliza Luiz Cavalcanti, sócio-fundador da VPSLeague, principal liga virtual de futebol profissional do Brasil.

Você consegue mais dicas através de um artigo do Leo De Biase, CEO da ESL Brasil, sobre o cenário de eSports no Brasil.

Top 11 – Erros mais comuns cometidos por desenvolvedores independentes

Criar um game é uma tarefa árdua e às vezes você vai estar tão envolvido com o projeto que pode acabar deixando passar alguma coisa batida. Pensando nisso, bolamos um compilado de erros comuns que os desenvolvedores cometem ao produzir o primeiro game. Leia atentamente o texto e repasse para aquele seu amigo que quer trabalhar com games. Algumas dicas podem salvar seu negócio ou te deixar mais alerta aos pormenores.

Confira abaixo erros muito comuns no desenvolvimento de games independentes:

 

1 – Desistir nos estágios iniciais

Um grande projeto sempre começa com uma ideia, porém tirar a ideia do papel não será tarefa fácil. Tenha em mente que dificuldades virão aos montes, desenvolver um game consumirá tempo e dinheiro. Muitas vezes você terá de abdicar daquele cinema com os amigos ou da cerveja do final de semana para trabalhar em seu projeto. Se você tiver um emprego por fora, o tempo que terá para se dedicar ao projeto será ainda mais curto.

Muitos desenvolvedores acabam desistindo do game nos estágios iniciais após constatar que o projeto vai consumir mais tempo e energia do que o esperado. O dinheiro também pode ser um problema recorrente para desenvolvedores novatos, afinal criar um game vai demandar alguns esforços financeiros, tais quais uma engine, licenças etc. Felizmente existem algumas soluções como a versão limitada da Unity, que acaba se revelando uma caixa de ferramentas ao desenvolvedor indie. São poucas as limitações no pacote, de modo que dá para finalizar seu game de modo satisfatório.

 

2 – Não trabalhar em equipe

Produzir um game sozinho não é impossível, se você manja de level design, trilha sonora, marketing, programação etc. Porém é um fardo grande demais para uma só pessoa carregar, além de que o produto final ficará limitado apenas as suas próprias ideias. Um game feito em equipe, por outro lado, terá os benefícios de um brainstorm, novas ideias, personagens melhor elaborados, puzzles mais desenvolvidos etc. Como se não bastasse todo esse enriquecimento, um trabalho em equipe terá uma rede networking maior e mais efetiva quando já estiver em estágio de demo. O tempo também será reduzido e melhor empregado se cada um fizer uma determinada função dentro do projeto.

Trabalhar em equipe melhora ainda sua capacidade de interação. Você vai aprender muita coisa e poderá fazer bons amigos. Sempre que puder, desenvolva um game em equipe. Seu projeto ficará muito melhor e isso vai fazer bem até mesmo para você (desde que a equipe esteja alinhada e tenha objetivos semelhantes). Uma dica para começar a desenvolver um game em equipe é participar de hacktons. Vez ou outra o GameReporter divulga essas maratonas! Fique alerta. ;)

 

3 – Pensar que vai ficar rico rapidamente

Em uma matéria de janeiro deste ano, o Adrenaline revelou que apenas neste ano o mercado de games deve movimentar cerca de R$ 550 bilhões. Imagine pegar uma fatia mínima deste bolo… Tentador, hein. Mas fique calmo, a maior parte dessa grana vai mesmo para as grandes players como EA, Activision, Nintendo, Microsoft etc. Lucrar com game é bastante provável, mas se você estiver começando agora, fique ciente que as chances de tomar prejuízo nos primeiros meses é bem mais provável do que ficar rico rapidamente.

Por que isso acontece? Bem, o mercado de games brasileiro ainda é pequeno se comparado com os mercados europeu e norte-americano. Além disso, ainda há uma resistência por boa parte dos jogadores em gastar grana com games, principalmente se for mobile. Mas não se desespere, as coisas já estiveram muito mais difíceis quando a pirataria imperava e games para celular eram todos pagos (a época dos jogos java) e não haviam variadas opções de monetização. Hoje em dia, se você tiver um projeto bem esquematizado, dá sim para ter um bom lucro.

 

4 – Não desenvolver um plano de monetização ou exagerar nas propagandas

E já que falamos de grana, vale falar um pouco sobre como conquistar a tão sonhada independência financeira fazendo games. Tudo envolve monetização. Firmar contratos com uma Publisher é legal e provavelmente vai garantir que os custos de produção se paguem tranquilamente, porém uma vez que o game vai para as lojas é importante ter uma ideia de como ele vai faturar de verdade. Sim , eu sei que o jogador médio quase não gasta dinheiro com games, porém o produtor não deve ignorar este fato e o fato de que se o game for bom mesmo ele tem uma mina de ouro nas mãos.

Nos estágios iniciais é bom já pensar em como você pretende lucrar com games. Vai apostar nas microtransações ou em propagandas ingame? Quem sabe os dois? Ou o formato freemium? Opções é o que não falta, mas também não precisa exagerar, afinal todo desenvolvedor é um jogador. O problema é que muitos se esquecem disso e acabam atulhando o jogo com propagandas a todo o momento. Você deve dosar as coisas na medida certa. Lembre-se que jogadores mais impacientes vão abandonar seu game se tiverem a sensação de que ele é um grande painel de propaganda.

 

5 – Focar apenas nos gráficos

A primeira coisa que os jogadores prestam atenção são nos gráficos. Um game com personalidade visual tem muito mais chance de se destacar do que títulos sem qualquer inspiração. Isso é um pensamento comum, mas nem por isso deve ser levado totalmente à sério. Não caia na conversa de que um jogo fotorrealista é o segredo do sucesso. O que os jogadores querem mesmo é um produto que tenha identidade própria, independente do estilo que deseja. Você pode apostar num jeitão mais retrô pixelado, ou em um estilo cell shadding.

Acontece bastante de ver em feiras de games independentes jogo com visuais embasbacantes, mas que tem uma jogabilidade ordinária ou conceitos pobres. Tome um pouco mais do tempo melhorando as mecânicas de seu jogo ao invés de ficar apenas polindo o game. Afinal, um game bonito vai chamar as atenções sim, mas se o jogo for retorcido os jogadores irão abandoná-lo sem dó.

 

6 – Querer fazer o GTA Killer

GTA V é considerado por muitos como o maior e mais completo game de todos os tempos. O título da Rockstar é um marco da indústria e, não por acaso, uma fonte de inspiração para desenvolvedores de todo o mundo. Já ouvimos muitas histórias de jogos que começaram como uma espécie de GTA, mas que graças ao bom senso e limitações óbvias acabaram perdendo funções e funcionalidades durante o desenvolvimento. Se você pensa em lançar um game repleto de mecânicas e funcionalidades, pare e repense no que está fazendo da vida.

GTA começou muito pequeno, com visão por cima da tela, cheio de limitações em 1997. Certamente o pessoal da DMA design tinha uma ideia bastante clara do que queriam fazer com o game e duvido muito que imaginaram que hoje a franquia seria tão grandiosa quanto é. Ao iniciar um projeto comece pelo básico, não vá com muita sede ao pote. Não tenha medo de cortar funções e mecânicas. Lembre-se de fazer um game coeso e possível de acordo com sua realidade financeira e de pessoal. Afinal, o título da Rockstar leva anos para ser produzido e demanda centenas de profissionais para ser concluído.

 

7 – Copiar games de sucesso

 

Isto ocorreu no GameReporter recentemente. Temos uma página ali para divulgar o seu game, certo? Pois bem, vez ou outra pegamos um desses games e fazemos um texto para a matéria do dia. Ali é uma boa fonte para descobrir jogos de alta qualidade e com ideias interessantes. Infelizmente também tem jogos sem qualquer originalidade, que se contentam em plagiar games de sucesso.

Ao começar seu projeto é normal se inspirar em grandes jogos sim, mas não se restrinja a apenas copiar e colar códigos de programação. Faça mais que isso! Dê identidade ao seu produto, mesmo que no início não pareça dar certo. Com o tempo você vai conseguir fazer um game original e conquistar seu próprio público. Lembre-se de que plagiar é crime e não vai te levar a lugar algum.

 

8 – Ignorar a importância do Q.A

As grandes empresas possuem um departamento chamado quality assurance (Q.A) que é responsável por testar os jogos antes de disponibilizá-lo no mercado. Se com todo este aparato surgem bugs terríveis, imagine a quantidade de bugs que jogos criados por equipes reduzidas pode deixar passar? Agora imagine que a equipe responsável nem tenha se dado ao trabalho de conferir o produto final…

Sim, acontecem casos de surgirem games injogáveis, principalmente no mercado de jogos para PC, pelo simples fato de que ninguém chegou a jogar o game após a conclusão do desenvolvimento. Há duas formas de evitar esse problema: ou você mesmo testa o game, ou abre fases beta para a comunidade dar feedbacks pontuais. E mesmo nos dois casos, é importante ter o pensamento de que um game é um produto sempre em desenvolvimento, mesmo após lançado. Sim, mesmo após lançar o jogo, é legal fazer updates e melhorar mecânicas. A comunidade vai perceber que você está atento e quer melhorar a experiência de jogo.

 

9 – Fazer o mesmo game sempre

Poucas coisas podem ser mais frustrantes do que ver um estúdio promissor cair na mesmice. Há casos inúmeros mesmo entre produtoras grandes de que acertam em cheio em uma ideia e passam a adotá-la em todos os próximos games a partir daí. Imagine criar um game do gênero idle clicker – aqueles de celular baseados em clicar na tela para evoluir um personagem, ganhar mais dinheiro etc – e ele é bem sucedido. O que você faz: aproveita o lucro para tocar adiante o próximo grande jogo do estúdio, lançar uma sequência o mais rápido possível, ou lançar o mesmo game mudando apenas a skin do jogo?

Infelizmente existem muitos estúdios que apostam na terceira opção. Poderíamos fazer uma lista de 20 jogos de UMA única empresa que se baseiam numa mesma premissa. Parece que alguns produtores seguem o mantra de que “em time que está ganhando não se mexe”. Porém por quê se prender num único jeito de produzir games, ao invés de explorar suas próprias habilidades? Ao conseguir o sucesso, você deve seguir adiante, no máximo lançar uma sequência, mas jamais usar a mesma fórmula para TODOS os seus games.

 

10 – Não conhecer o público

Imagine a cena: você produz um match 3 bem maneiro e parece um sucesso latente, mas depois de quase tudo pronto percebe que a onda dos match 3 já passou, ninguém mais está interessado no gênero e a nova onda são os Battle Royale? Realizar uma pesquisa de mercado pode poupar dores de cabeça no futuro, bem como contratar consultoria e visitar feiras de games vai te ajudar a desenvolver algo mais promissor. Jamais ignore a importância de conhecer seu público e as tendências de mercado.

Se não tiver dinheiro para contratar alguém que faça essa pesquisa de mercado, faça você mesmo. Uma rápida olhadela no top mais baixado de qualquer pode te revelar qual o estilo está fazendo mais sucesso e o que não vende mais nada. Claro, há sempre a chence de que um estilo de jogo volte a se tornar tendência. Mas sempre que possível, faça um estudo do que já tem no mercado e a possível recepção que seu game vai ter. Também não se esqueça que certos gêneros podem já estar saturados e lançar um MOBA apenas tornará seu game mais um na multidão. Pesquise!

 

11 – Publishers não são a solução pra tudo

Há alguns anos vimos um fenômeno ocorrer no Brasil: tradicionais publishers começaram a apostar nos desenvolvedores de games nacionais, tais como a Bandai Namco, a Microsoft, a Capcom e até a Square-Enix. Quem não gostaria de lançar um game sob o selo de uma dessas poderosas empresas e conquistar a sonhada distribuição mundial. Entretanto nem sempre essas empresas são a solução para tudo. Na verdade algumas podem gerar outros problemas e frustrações.

Quem não se esquece de toda a pompa que a Square-Enix fez aqui no Brasil dizendo que iria publicar alguns jogos brasileiros para fora? No final das contas o acordo subiu o telhado e as empresas nacionais ficaram a ver navios. Também teve o caso da SEGA que prometeu publicar um game do estúdio nacional Owlchemy Lab, mas o trabalho mesmo se resumiu em lançar um press-release meia boca e exigir parte dos lucros com a venda do game?

Pois é, ao fechar acordo com uma Publisher, contrate um advogado para revisar tudo e só assine se tiver certeza de que é uma parceria, não uma oportunidade. As grandes empresas estão nessa pelo dinheiro e não vão se importar tanto com os seus sentimentos se os executivos quiserem dar o fora. Felizmente não são todos assim, há grandes publishers que abraçam o desenvolvedor indie e ajudam bastante a tornar um game bem sucedido. Mas aqui vale o alerta: antes só do que mal acompanhado.

Livro Lean Game Development explora táticas para um desenvolvimento de jogos sem desperdício de tempo e recursos

Ei, você que estuda desenvolvimento de jogos e está atrás de boas dicas para melhorar suas técnicas e evitar problemas recorrentes: na próxima terça-feira, 13, será lançado na sede da ThoughtWorks em São Paulo o livro Lean Game Development – ou Desenvolvimento Enxuto de Jogos. Basicamente, o livro apresenta um modelo de produção de jogos elaborado para atender todas as demandas da indústria, auxiliando o desenvolvedor a eliminar desperdícios, reduzir bugs e empoderar o trabalho de suas equipes.

O livro Lean Game Development foi criado pela Julia Naomi Boeira, e ele apresenta a visão de que o jogo digital é também um software, e que o desenvolvimento de software pode ser encarado como um jogo cooperativo de invenção e comunicação no qual todas as peças são importantes. Deste modo, a autora aborda diversos aspectos do desenvolvimento lean aplicados a jogos, como Inceptions e MVPs, desenvolvimento guiado a testes, integração contínua, geração de hipóteses, medições e análises.

Para manter a publicação atualizada, Julia planeja constantes alterações em seu conteúdo, visando oferecer uma alternativa metodológica para auxiliar a indústria de jogos a eliminar desperdícios, reduzir bugs e empoderar o trabalho de suas equipes — obtendo resultados com mais qualidade e no menor tempo possível.

O lançamento de Lean Game Development acontece na terça-feira, 13, a partir das 19h, com a participação de Paulo Caroli, consultor principal na ThoughtWorks Brasil e cofundador da Agile Brasil, e Ceci Fernandes, agilista na ThoughtWorks Brasil e board member da Agile Alliance Brazil, e debate com a autora Julia Naomi Boeira. Os interessados em comparecer ao evento devem realizar sua inscrição, que é gratuita, por meio deste link.

Sobre a autora de Lean Game Development

Para quem não conhece, Julia Naomi Boeira é desenvolvedora de software na ThoughtWorks Brasil e possui grande experiência no desenvolvimento de jogos, tendo idealizado o Lean Game Development. Atualmente, trabalha na divulgação da Engine Unity dentro da ThoughtWorks, principalmente em Realidade Aumentada.

Serviço – Lançamento de Lean Game Development

Quando: Terça-feira, 13 de junho de 2017, às 19h30

Onde: ThoughtWorks São Paulo – Avenida Paulista, 2300

Edifício São Luis Gonzaga – Conjunto 41

Como: É preciso realizar inscrição por do site.

Sete lugares para conseguir games mais baratos na internet

Se liga nesta dica para aumentar sua coleção de jogos sem gastar muito (afinal de contas, comprar games no Brasil não é nada barato).  Para se ter ideia, jogos já antigos como GTA V e The Last of Us não é encontrado por menos de R$ 99 nas lojas. Já os lançamentos como Call of Duty, Fifa 17 e Resident Evil, para Xbox ou PS4, chegam a custar em torno de R$150 a R$200 no e-commerce.

Isto para não citar alguns games já considerados peças de colecionador como Mario Sunshine, Luigi’s Mansion e The Legend of Zelda Wind Waker de GameCube que chegam a custar cerca de R$ 200. Se você é um colecionador de jogos e encontra dificuldade para encontrar aquela peça rara, fique tranquilo, temos aqui sete dicas de sites para tentar obter aquele game bacana gastando pouco.

 

OLX e Mercado Livre

olxA OLX funciona como o Mercado Livre, ou seja, a própria comunidade faz seus anúncios e as negociações. A diferença é que muitas vezes o Mercado Livre funciona como intermediador entre comprador e vendedor, prevenindo fraudes e desentendimentos. As ferramentas Mercado Pago e Mercado Envios são dois trunfos que colocam o ML como favorito entre os negociadores virtuais. Já a OLX tende a ter preços menores em muitos casos, mas a falta de ferramentas intermediárias não inibem golpes e negociações mal sucedidas.

 

TrocaJogo

troca-jogoTrocaJogo funciona como uma rede social de gamers que negociam e trocam jogos e até consoles entre si. Uma ótima opção para encontrar pessoas de diversos lugares que querem os jogos que você tem em casa e vice-versa. A primeira troca no site é grátis, mas para realizar trocas ilimitadas é preciso se tornar um assinante da comunidade. A comunidade já tem cerca de sete anos e é referência entre a comunidade. O único “porém” é que dificilmente você vai encontrar games anteriores à 7º geração de consoles.

 

Meu game usado

Meu Game Usado

Para economizar, vale também comprar games já usados de outros usuários. No site Meu Game Usado é possível encontrar alguns títulos com preços até 50% mais baixos que nas lojas convencionais. Mas é importante ficar atento, pois há jogos que vêm com códigos de uso que só podem ser ativados uma vez.

 

Cuponomia

cuponomiaCuponomia reúne ofertas e cupons de descontos para compras de games nas lojas online. Com os códigos promocionais oferecidos na plataforma, é possível poupar de 5% a 15% no valor dos jogos. Os usuários também podem fazer o cadastro no programa Cuponomia+, que permite acumular pontos em cada compra realizada por meio do site e trocar por créditos em jogos da Steam, League of Legends, Playstation Store ou 3 meses no XBOX Live Gold.

 

Promoções da Steam

steam_softwareComprar jogos na Steam é um ótimo negócio para quem quer poupar dinheiro com os games. A plataforma de jogos online oferece promoções diárias, incluindo lançamentos. Em datas especiais como Halloween, Dia da Toalha e Natal, o site faz liquidações de até 80% de descontos nos jogos. A Steam Store oferece um catálogo de mais 2500 jogos online que podem ser baixados no PC ou em dispositivos móveis como smartphones e tablets.

 

Comunidades do Facebook

gta-vO Facebook é a maior rede virtual de todos os tempos com mais de 1 bilhão de usuários. Na rede social é possível encontrar redes de pessoas dedicadas a compras e vendas de games novos e usados. Até mesmo jogos retrô são facilmente encontrados. Infelizmente alguns usuários não tem bom senso e aplicam preços irreais em seus jogos, mas uma peneirada bem feita evita esse tipo de problema. Outra vantagem é que se você estiver em grupos da sua cidades, basta marcar um encontro com a parte interessada em comprar ou vender, de modo que evita-se pagamento de fretes e outras taxas.

 

E você, onde costuma comprar games baratos pela internet?

Seis lições que os empreendedores podem tirar do sucesso de Pokémon GO! 

O lançamento de Pokémon Go foi extremamente bem sucedido em todas as partes do mundo e serve de lição para todos os desenvolvedores de jogos do mundo de como lançar um produto de sucesso, seja um estúdio grande ou um desenvolvedor indie. Foi pensando nisso que reunimos as principais lições que os empreendedores podem tirar do sucesso de Pokémon Go.

Essas dicas são preciosas para que o empreendedor saia na frente dos concorrentes para alcançar o grande público. Vale destacar que chegar aos 75 milhões de download de Pokémon é praticamente impossível se você não está trabalhando com uma franquia tão famosa, mas nada impede que seu jogo se torne a grande sensação. Basta ver casos de jogos que começaram independentes, tais como Minecraft, Angry Birds, entre outros. Que tal conferir uma lista de dicas de empreendedorismo preparadas pelos executivos de startups?

Confira abaixo seis dicas de profissionais que qualquer empreendedor pode tirar do sucesso de Pokémon Go

Inovação

Já não é de hoje que a Nintendo visa inovar em seus produtos. Desde o lançamento do Nintendo DS e do Wii a empresa tem focado mais em inovar do que seguir na mesma direção que os concorrentes. Mesmo em seus jogos é possível ver elementos que visam trazer elementos pouco explorados. Claro que Pokémon Go não é a primeira aplicação a utilizar a realidade virtual, mas foi ele justamente a massificar um conceito que era explorado tão timidamente.

“Pokémon GO é um exemplo de inovação e mostra que sempre está em tempo de pensar fora da caixa. A Nintendo saiu do modelo de negócios automático e explorou a essência do videogame, que não está apenas na tecnologia enfatizada pelas marcas, mas também na interatividade e na relação que os jogos podem ter com a vida real. Para ser bem sucedido no mercado, às vezes, é fundamental pararmos de seguir o fluxo da concorrência e olharmos para onde ninguém está olhando para enxergar o que os clientes realmente querem de nós”, disse Antônio Miranda, CEO do Cuponomia, plataforma que reúne cupons de desconto dos principais players de comércio eletrônico do país.

 

Ótica e reinvenção

“Não se prenda ao óbvio. Tente olhar as coisas sob outra ótica para encontrar as melhores oportunidades. O lance do jogo é procurar o Pokémon em lugares muitas vezes inusitados e até arriscando encontrar alguma raridade. Isso vale para os empreendedores também, que precisam treinar o “olhar” para oportunidades novas e às vezes escondidas”, recomenda Vitor Torres, CEO do Contabilizei, escritório de contabilidade online para micro e pequenas empresas dos setores de serviço e de comércio.

“Reinvente os clássicos. O jogo é uma reinvenção de um personagem e de uma empresa que estavam numa maré baixa e isso tem muito a ver com as startups de tecnologia, que pegaram mercados clássicos (táxi, contabilidade, etc) e reinventaram a forma de fazer as coisas melhorando consideravelmente o que já existia. Ou seja, para os empreendedores, reinventar os clássicos diz respeito a disrupção e impacto, e não exatamente reinventar a roda ou propor novidades que não trazem benefícios concretos”, completa Vitor.

 

Ouça o seu público

“No dia 1º de Abril de 2014 o Google lançou um jogo muito parecido com esse, a ideia era caçar Pokemons através de realidade aumentada, porém, utilizando o Google Maps. Era uma brincadeira, mas as pessoas foram a loucura, é claro! O sucesso já era anunciado, o que a Nintendo fez foi dar ouvido a essas vozes e criar o jogo que fez o valor da empresa na bolsa de valores subir impressionantes US$ 11 bilhões. Como empreendedores, muitas vezes temos problemas para ouvir o nosso público, pois temos certeza que conhecemos o produto e que sabemos nossas limitações internas. No caso do Pokemon Go o feedback do público foi extremamente positivo, mas também poderia ser negativo, temos que levar isso em conta em ambas as situações”, alerta Gisele Giardelli, country manager do DeeMe, aplicativo de mensagens através de imagem e texto com foco na criatividade.

Se você já chegou a lançar um jogo anteriormente, então já tem um feedback de seus usuários. Caso não tenha feito nenhum lançamento, dê ouvidos aos seus amigos, familiares e beta testes. As pessoas vão querer ajudar se perceberem que você está aberto a sugestões e críticas construtivas.

 

Foco no target

“Pokémon GO é um grande exemplo de que pensar no que o seu público-alvo realmente quer e está buscando sempre será a melhor estratégia de negócio. Vivemos em um mundo onde as pessoas estão conectadas durante todo o tempo e querem solucionar seus problemas e obter respostas para seus anseios a um clique, usando seus smartphones, de preferência. Simplificar os processos e entregar ao consumidor o que ele precisa é o que definirá se uma empresa terá sucesso”, disse Vanessa Louzada, fundadora da Holipet, marketplace para pets.

Deste modo, não mude seu foco simplesmente porque quer agregar mais conteúdo ao seu jogo. É sempre bom aprimorar, mas tenha em mente que há um objetivo prioritário. Se você vai criar um jogo ao estilo shmup (jogo de navinha), vá até o fim sem descaracterizar o produto final.

 

Adaptação e Agilidade

Fato: Há mais de uma década se fala em realidade aumentada, mas pela primeira vez a tecnologia está acessível a milhões de pessoas. Muitas empresas já incluíram o jogo Pokémon Go em suas ações de marketing e passaram a comprar itens do game, aproveitando dessa popularidade, para atrair clientes para os seus negócios. De acordo com Caio Lopes, Diretor de Tecnologia da Mobile2you, “(…) saem na frente àqueles que enxergaram essa oportunidade, adaptaram suas estratégias e estão investindo em algo que pode ou não ser passageiro, mas que com certeza atrairá um bom público aos seus estabelecimentos. Em um mundo globalizado, as empresas precisam ter agilidade para colocar suas ideias em prática e disponibilizar para o maior número de pessoas possível”.

 

Estude bem seu sistema de Monetização

Não podemos ser hipócritas em não assumir um sistema de monetização. Muitos jogos promissores quebraram seus estúdios por não ter um sistema de monetização eficaz. Imagine um game viciante, jogado por milhões de pessoas, mas que não consegue arrecadar nenhum centavo para o desenvolvedor? Acredite, isso já aconteceu.

Pokémon Go, além de implementar esse tipo de modelo de monetização com as compras de pokébolas e itens dentro do jogo, pensou fora da caixa e encontrou uma maneira realmente inovadora: locais patrocinados. Essa estratégia de geomarketing fez o aplicativo gerar receita de lojas e demais empresas que desejam atrair mais visitas de consumidores para seu estabelecimento. Eles pagam para colocar Pokémons dentro do local e, consequentemente, atrair pessoas até a loja. Os anunciantes são cobrados baseados em “custo por visita”, que é semelhante ao conceito de “custo por clique” utilizado para estratégias de SEO.

“O resultado disso foi que em apenas 7 dias, o aplicativo foi o jogo de maior monetização da história, baseado na receita de acordo com os downloads em celulares. O Pokémon Go é um exemplo perfeito de como implementar uma forma de monetização atraente para os dois lados: os anunciantes e os consumidores”, conta Guilherme Ebisui, CEO e sócio-fundador do Poppin, novo app de relacionamento disponível nos sistemas iOS e Android.

 

E aí, você acha que consegue implementar essas dicas em seu próximo projeto?

Conheça a Game Audio Academy, projeto que disponibiliza dicas e tutoriais gratuitos sobre Game Music

Hoje vamos dar uma dica para quem tem interesse específico em game music ou para quem está desenvolvendo um game, mas não se envolve com a parte da trilha sonora e também efeitos especiais. Vamos falar sobre o Game Audio Academy, plataforma de ensino criada por profissionais que atuam com áudio para games, cujo objetivo é ensinar e trazer novidades sobre o mercado de game music.

Na página do projeto há tutoriais básicos que servem como verdadeiros guias de sobrevivência para game áudio. Além disso, há dicas sobre o mercado de trabalho e palestras gratuitas e cursos completos. A intenção é trazer o máximo de conteúdo possível para estudantes e profissionais brasileiros, de modo que qualquer um possa ter acesso sem sair de casa.

O projeto é liderado pelo Thiago Adamo, nacionalmente conhecido como PXL DJ, compositor e sound designer que atua no mercado desde 2008 e já realizou trabalhos em diferentes eventos como a Video games Live, a Game Music Brasil, Campus Party, entre outros. De acordo com ele, a Game Audio Academy surgiu devido à escassez de conteúdo voltado á Game Music em português e pela falta de pessoas dedicadas a falar sobre este conteúdo. Ou seja, desde o princípio, a intenção foi de ajudar novos designers.

Cerca de 70% do conteúdo disponibilizado na “GAA” é gratuito. Isso inclui palestras de como criar áudio para jogos, cursos completos, podcasts e vídeos semanais com entrevistas realizadas com produtores, etc. Há conteúdos pagos, que aprofundam ainda mais essa temática. Não por acaso, a GAA é uma instituição de ensino com diversos alunos espalhados pelo país. Alguns dos quais tem trabalhos incluídos em jogos de diferentes estúdios de desenvolvimento.

O Game Audio Academy é um projeto único e uma das poucas investidas em um aspecto específico dos jogos eletrônicos. Se você é game designer e estava à procura de dicas para melhorar o som do seu jogo, é uma boa dica começar a procurar neste espaço.

Game Audio Academy

Editora Europa lança guia oficial de Warlords of Draenor

A mais recente expansão de World of Warcraft (Warlords of Draenor) foi lançada no último dia 13 de novembro. Para celebrar o lançamento, a Editora Europa lançou o Guia de Estratégia Oficial do game. O encadernado conta com 228 páginas com as mais variadas informações sobre o jogo.

Entre outras coisas, os compradores podem conferir no guia dicas e novidades da expansão, mapas das regiões, estratégias para criação de guarnições, ilustrações, conceitos do game, guia de controles etc. É um prato cheio para fãs e iniciantes de WoW. A obra está em português e chega às bancas e livrarias de todo o país em 24 de novembro pelo preço de R$ 39,90. Também é possível fazer a compra pelo site da Editora Europa.

No game os jogadores entram na batalha por Draenor após Garrosh Grito Infernal escapar do Portão Negro e forjar os antigos clãs orcs em uma máquina de guerra conhecida como Horda de Ferro capaz de varrer todo o mundo.

Veja o trailer de Warlords of Draenor:

Gamedev: livro digital esclarece dúvidas sobre desenvolvimento de games

Quem sonha em atuar na área de jogos eletrônicos e ainda têm várias duvidas na cabeça e não encontra as respostas apropriadas pode tentar consegui-las através do livro digital Gamedev – Fazendo Carreira no Mundo dos Jogos Digitais. A obra foi escrita por Raphael Dias, criador do site Produção de Jogos e pós-doutorando em Física.

O livro aborda assuntos corriqueiros de quem está ingressando na área de jogos eletrônicos, como possibilidades no Brasil, quais os cursos existentes, solidez do mercado de trabalho interno e possíveis empresas para se estagiar ou trabalhar no país. De acordo com Raphael, a ideia de criar o livro surgiu ao se dar conta que frequentemente ele respondia questões dos visitantes de seu site. Essas questões eram das mais básicas como “O que um Game Designer faz?” ou “Quanto é o salário médio dos profissionais de jogos digitais?”.

O ebook Gamedev aborda os seguintes assuntos:

  • O perfil do profissional que trabalha com games;
  • O que a carreira em games não é;
  • Como é o trabalho de um indie game developer
  • Quais os tipos de carreiras que existem hoje no mundo dos games;
  • Salário médio de mais de 10 tipos de profissionais que trabalham com jogos no Brasil e no exterior;
  • Quais são os mercados de atuação;
  • Descubra as mentiras que contam sobre a carreira de games;
  • Porque todo mundo quer entrar na carreira de jogos digitais;
  • Onde estudar desenvolvimento de jogos no Brasil e no exterior;
  • Algumas das melhores empresas para se trabalhar com games no Brasil;
  • Dicas de como se destacar no mercado.

Além do livro em PDF, Raphael criou um kit para quem adquirir o material, de forma que as dúvidas sejam sanadas e o aspirante a game designer tenha em mãos um material forte para se lançar no mercado futuramente. No tal kit vem o livro em PDF e em ePub (para tablets); um audiolivro em mp3; uma listagem de 89 empresas brasileiras de games; uma lista de 105 cursos nacionais e internacionais de jogos digitais; entrevistas com desenvolvedores e por fim um acesso para participar de um grupo no facebook.

Existe ainda um ebook bônus de 106 páginas com detalhes sobre desenvolvimento indie. Neste arquivo há informações preciosas como qual engine utilizar, programas indicados para fazer a arte e sons do jogo, como definir o plano de negócios do game, como obter atenção da mídia, como conquistar fãs e criar uma comunidade de fãs para seu jogo, além de outras informações bastante úteis. Mas este ebook bônus está disponível por tempo limitado!

A intenção deste pacote é tornar-se um guia de bolso para quem almeja sucesso na área de jogos eletrônicos. Quem tiver interesse, basta acessar a página de vendas do livro dentro do site Produção de Jogos. Não esqueça depois de comentar o que achou do conteúdo do livro!

Livros explicam passo a passo criação de personagens para games

Personagens para Games

Então você é estudante de game design e estava com muitas dúvidas com relação ao desenvolvimento de personagens? Se este for o seu caso, sinta-se aliviado, pois hoje o Gamereporter trará três sugestões de livros voltados para a criação de games. Todos os livros são da série “Games Next-Gen” do Alessandro Lima, lead character design no estúdio Aquiris Game Experience de Porto Alegre, além de escritor e professor da Universidade Feevale de Novo Hamburgo.

Todos esses livros tem um foco muito grande na criação de personagens, sendo que dois desses livros foram publicados pela editora Ciência Moderna, o terceiro e último foi publicado pela Uniritter. Essas publicações podem ser encontradas à venda pela internet a fim de facilitar a vida do estudante.

O primeiro deles é o “Design de Personagens para Next-Gen Volume 1” que explica o processo de criação de personagens. O produto final apresenta o máximo possível de informações que o estudante a fim de aprender sobre character design precisa saber. O preço sugerido é de R$ 99,00 e vem acompanhando de um DVD que serve como suporte aos ensinamentos do livro, apresentando exercícios e o passo-a-passo detalhado.

O segundo é o livro “Design de Personagens para Games Next-Gen Volume 2que serve como complemento do primeiro volume (como sugere o título) e trata do design de personagens para games no Xbox 360 e Playstation 3. Assim como no primeiro volume, este também contém um DVD como material de apoio. A compra do livro pode ser feita através do site da editora.

A obra contém, sobretudo, material relacionado às ferramentas de modelagem como o 3Ds Max e o PolyBoost, além disso, o livro explica todas as etapas desde a definição de layout até a pintura digital. Se sua ideia é ler o primeiro volume, certamente vai precisar do segundo volume também para enriquecer seus conhecimentos e não deixar qualquer informação crucial passar batida.

E por fim vem o livro “Projeto de Personagens Tridimensionais e Virtuais: Validação e Adaptação de Metodologias” que trata basicamente de questões metodológicas da construção de modelos digitais em jogos. Diferente dos outros livros, este aqui fala sobre aquilo que o autor considera necessário para a construção de um personagem sólido como análise linguística, desenhística e psicológica.

Esse último  livro leva mais em consideração alguns pormenores da criação de personagens do que a técnica em si, são metodologias comumente descritas por outros autores de peso como Meurer e Szabluck (2009), Doizon (2008), Fox (2004), Taylor (2009), Mitchell (2007), Lima (2011), Ward (2008) e Johnston (1995). Vale destacar que o livro é vendido exclusivamente pela editora Uniritter de Porto Alegre.

Com esses três livros e os DVDs, o estudante de jogos digitais que está quebrando a cabeça com a criação de personagens terá a vida descomplicada, bastando um bom estudo sobre o material publicado. Aqueles que conferirem, depois compartilhe suas impressões das obras.

Em tempo: o autor Alessandro Lima informa que mantém um fórum como suporte para possíveis dúvidas.

Game indie brinca com cores e formas geométricas para exercitar o cérebro

Mind of Me / Kongregate

Sempre que há uma oportunidade o GameReporter abre espaço para que desenvolvedores indie mostrem seu trabalho, afinal achamos importante valorizar o trabalho de brasileiros que também se empenham tanto para trabalhar com videogames. Assim é o caso do game Mind of Me, produzido pelo brasileiro João Neto.

O game está hospedado no site Kongregate e busca a simplicidade, graças a sua temática educativa. A ideia básica é exercitar a mente com um puzzle baseado em cores e geometria. O jogador deve memorizar onde estão as formas geométricas coloridas na tela e clicar em cima daquela que o jogo pedir. Ou seja, o esquema de jogo é bem simples e serve para medir a atenção do jogador.

O gameplay baseia-se quase que exclusivamente nos botões do mouse. Você deve clicar com ele na posição provável da figura pedida pelo computador. Ao clicar e segurar o botão direito você seleciona uma área circular, a fim de manter o foco do jogo em um determinado local. Isto facilita as coisas, contudo a pontuação é menor. Quando o cursor do mouse estiver sobre a pergunta, um balão de dica com a figura a ser encontrada irá aparecer.

Quanto mais acertos, mais pontos você ganha e assim pode entrar para o ranking mundial do jogo. Além de fácil de jogar, o game também é gratuito, bastando o jogador criar uma conta no site Kongregate (ou logar através do Facebook) e baixar o Plugin Unity.  Por enquanto o jogo está apenas em inglês, porém o produtor já nos adiantou que há planos para criar versões em outros idiomas.

Após testar o jogo Mind of Me dê uma força para o produtor contando aqui o que achou do game, deste modo ele pode aperfeiçoar sua criação!