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Novo jogo da Give me Five chama-se Past Memories, um runner cheio de estilo para mobile

Past Memories

A produtora indie brasileira Give me Five acabou de lançar um novo jogo para iOS e Android intitulado Past Memories, um runner que, diferente da maioria, tem o foco voltado na atmosfera e no enredo que é ricamente contado através dos cenários do jogo.

Você deve ajudar uma mulher a relembrar episódios conturbados de sua vida através de sonhos e memórias esquecidas, passando por passagens importantes de sua vida, mas que por alguma razão ficaram distorcidas. Ao longo dos cenários o jogador terá de passar por muitos inimigos e obstáculos, porém ao invés de lutar só é possível fugir das criaturas.

Past Memories é a primeira propriedade intelectual da Give me Five e queríamos fazer algo que significasse essa realização”, diz Roberto Guedes, Diretor Geral da produtora indie.

Nesta corrida pela sobrevivência, a jovem contará com o auxílio de recursos como variados itens e uma bem-vinda troca de dimensões. De acordo com a produtora, o game foi criado a partir de ideias dos próprios desenvolvedores que queriam que o jogador experimentasse um game simples, porém divertido e inteligente. O interessante é que o time de criação aboliu cutscenes, ao invés disso, a história é contada através dos cenários. Deste modo a narrativa do game torna-se muito diferente do habitual.

A ambientação em geral é bem sombria, utilizando de forma inteligente as cores preto, branco e cinza. A princípio o uso da silhueta da personagem e a escolha de cenários escuros faz lembrar o excelente game Limbo, da Playdead.

Past Memories foi lançado para as plataformas iPhone, iPod Touch e celulares Android por US$ 0.99, para acessar o jogo basta ir até a App Store ou no Google Play. O game destaca-se também por ser o principal projeto da Give me Five desde maio de 2012, lembrando que a produtora é responsável por jogos de sucesso como “Dilma Adventure” (2010) e “Jogo Justo na Ilha dos Impostos” (2011).

Abaixo você confere o trailer do game Past Memories:

Gamedevs independentes pirateiam próprio jogo de forma bem humorada

As chatas proteções DRM não são a única solução para a pirataria, já sabemos. Mas o que o pessoal da desenvolvedora independente tinyBuild fez parece inédito.

Junto com o lançamento de No Time To Explain, seu mais recente game, os desenvolvedores Alex Nichiporchik e Tom Brien lançaram também uma versão pirata no site The Pirate Bay.

A versão pirata tenta, logicamente, trazer o jogo para o foco dos comentários. E, como fazer isso? Alterar levemente o game, colocando chapéus de pirata em todos os personagens e rum em todos os lados. A versão pirata, também, não é atualizada com correções de bugs, então acaba servindo como uma “demonstração completa”.

“Estamos usando a pirataria para alavancar as vendas e ganhar divulgação”, explicou Tom Brien ao Gamasutra, acrescentando que o game já seria pirateado de qualquer forma, então foi melhor criar algo divertido em cima disso.

“Então algumas pessoas não comprarão nosso game de qualquer forma, mas se outras gostarem de nosso humor, eles podem apenas apoiar nós desenvolvedores independentes”.

O que você acha da ideia?

[Via IndieGames]

Leitor pede ajuda em TCC de psicologia relacionado a games. Vamos ajudar?

O leitor Boris Moreno entrou em contato conosco pedindo uma ajuda com um trabalho de conclusão de curso curioso.

Boris é estudante do curso de psicologia pela Universidade Hermínio Ometto, de Araras, interior de São Paulo, e escolheu como tema uma pesquisa acerca dos aspectos psicológicos na relação jogo X jogador.

A ideia do futuro psicólogo é estudar a construção da identidade dos jogadores a partir do contato com as narrativas dos games, e para isso ele entrevistará entre 5 e 10 jogadores, que sejam profissionais ligados aos games, estudantes da área ou entusiastas com uma visão mais aprofundada dos jogos eletrônicos e que tenham se envolvido com o game Legend of Zelda: Twilight Princess, de Wii.

Os interessados precisam ter entre 20 e 30 anos, e entrar em contato com Boris pelo borisfmoreno@hotmail.com.

Boa sorte, Boris. No final, envie seu estudo para nós! Ficamos curiosos!

Vídeo: como seria Mario Bros em primeira pessoa?

Já vimos o mascote Mario, da Nintendo, de diversas formas. Jogando tênis, pilotando kart, vestindo um jaleco médico. Já presenciamos também incursões em jogos 2D e 3D, mas nunca vimos como seria observar o mundo a partir de seus olhos.

Como seria, afinal, um Mario Bros em primeira pessoa? Na tentativa de responder essa pergunta, fãs transformaram um nível clássico do icônico personagem em um nível 3D em primeira pessoa.

É o que você confere aí embaixo:

O que achou?

Pai do Pac-Man conta que criou jogo para meninas e fala sobre design

Pai do Pac-man

Toru Iwatani é um nome que poucos devem conhecer assim, de bate pronto. Mas se falarmos que é o pai do Pac-Man, qualquer gamer vai saber que o cara merece respeito.

O designer deu uma declaração a respeito dos games atuais e do processo de criação durante a GDC 2011. Primeiro, Iwatani disse que criou Pac-Man na tentativa de atrair garotas gamers.

“Antigamente, não existiam videogames domésticos e as pessoas precisavam ir para os fliperamas para jogar. Era um playground para garotos. Sujo e fedido. Então quisemos incluir garotas ou jogadoras para que se tornasse mais brilhante”, comentou.

Aí vem o bizarro. Pensando no que atrairia garotas, Iwatani pensou que elas adoravam sobremesa, a exemplo de sua esposa: “O verbo comer me deu a idéia de criar o jogo”.

Tudo então girou em torno do que poderia agradar as garotas, inclusive personagens bonitinhos em vez de carrancas nos inimigos. Por mais estranho que tudo isso possa parecer, é tudo muito simples e, sabendo disso agora, faz certo sentido.

Para nós foi como um mistério resolvido. Na mesma palestra, Iwatani comentou que acha os games de hoje muito complexos, sem objetivos claros de imediato. “Nos jogos de hoje você não ve sobre o que eles são, quais são os objetivos, e os controles talvez sejam muito complicados”, criticou acrescentando que os jogadores querem desafio, mas que a diversão devia ser o ponto primordial de qualquer game.

O que você acha da opinião?

[Via GamesIndustry]

Square Enix procura ajuda de jogadores em mudanças de Final Fantasy XIV

O MMO Final Fantasy XIV, lançado para PC em setembro passado, encontrou algumas críticas ferrenhas de jogadores insatisfeitos com sua falta de conteúdo e recursos. As críticas atingiram tão duramente o título que levaram ao atraso da versão para PS3 e à mudança da direção do projeto.

O estúdio divulgou uma nota pedindo desculpas e falando que as últimas semanas de 2010 foram tumultuadas com a reestruturação na equipe e múltiplas atualizações. Mas a maior prova de humildade foi criar uma enquete pedindo um direcionamento por parte dos jogadores.

Um questionário foi mandado aos assinantes de FFXIV na tentativa de identificar as mudanças mais importantes, como uma revisão geral nos aspectos fundamentais de gameplay, atualizações mais frequentes ou ainda uma maior comunicação com os gamers.

A enquete ainda pediu para que os jogadores sugerissem novidades a serem incluídas no jogo.

O que você achou da atitude?

[Via Gamasutra]

Blog elenca os sete momentos mais catastróficos de World of Warcraft

Em homenagem à expansão Cataclysm, lançada para o MMO World of Warcraft, o pessoal do blog GameLife, hospedado pela Wired, criou uma curiosa galeria dos sete momentos mais catastróficos dentro do game.

São sete vídeos de momentos clássicos que muitos jogadores já devem ter visto, mas que são sempre legais de relembrar.

Confira a galeria aqui, um prato cheio para os fãs do universo da Blizzard, principalmente os que entendem inglês.

Microsoft promete competição alta com Windows Phone 7

Kieron Connell, executivo da Microsoft Games Studios, falou durante uma conferência na Inglaterra, que a Microsoft tratará com seriedade seu sistema Windows Phone 7.

Para o executivo, a empresa não se sentará e permitirá que outras companhias dominem o mercado de celulares, uma referência clara ao domínio atual da Apple com seu iOS.

Quando perguntado se o domínio da Apple é uma realidade e veio para ficar por um longo tempo, Connell comentou que muita gente com muito dinheiro investiu para que a Apple ganhasse em termos de sobrecarregar o mercado como um todo.

A Microsoft, por outro lado, estaria disposta a proteger esta parte do mercado. Connell acredita que certamente será “um período bem interessante”. Quanto ao Android, Connell acredita que sua maior representatividade esteja no mercado oriental, mas que mesmo assim o modelo de distribuição do sistema da Google é inferior.

Será que a Microsoft vai conseguir fazer o Windows Phone 7 deslanchar? E o que será que isso representará para o mercado de games? Quais são as suas apostas?

[Via GamesIndustry]

Rapper abre processo milionário contra Take-Two por causa de GTA: San Andreas

Shagg, um dos membros de Cypress Hill, viu recentemente Grand Theft Auto: San Andreas e decidiu que a Take-Two, empresa responsável pela Rockstar Games, criadora da série GTA, o devia dinheiro.

O rapper americano abriu um processo contra a empresa que, segundo suas alegações, teriam usado sua imagem no protagonista do game, CJ, sem devidos créditos ou pagamento pela imagem.

Segundo a acusação, Shagg ouviu a respeito do game agora, e tem motivos para acreditar que a ré se aproveitou das informações passadas em uma reunião que ambos tiveram em 2003 para conversar sobre sua época de gangues, em que ele teria inclusive mencionado que os adolescentes membros da gangue usavam bicicletas.

O que o músico pede? 25% do faturamento da Take-Two com o game, o que segundo o site IGN daria US$ 250 milhões. A Take-Two chamou a ação de “totalmente sem mérito”.

Lojas do Reino Unido acreditam que 2011 não será o ano da TV 3D

Mesmo com toda a aposta para o 3D, tanto na programação de TV e nos filmes quanto nos games, alguns continuam cético que a tecnologia decolará no âmbito doméstico nos próximos meses.

Uma pesquisa feita no Reino Unido com 100 lojas, mostrou que 73% delas não estão convencidas que a tecnologia 3D será abraçada em 2011.

“No cinema, sim, eu entendo o ponto, mas eu não tive ninguém vindo à minha loja pedindo por isso”, comentou um vendedor. Logicamente, a pesquisa pode estar errada, mas ela foi feita com base em um setor importante, o que está mais ligado ao consumidor direto.

Será que os games 3D que a Sony tanto investe e pesquisa demorarão mais um pouco para ganhar terreno? O que você acha?

[Via CVG]