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Evil Light – RPG brasileiro que mistura elementos de Gof of War e Darksouls está em campanha no Catarse

Já ouviu falar do Evil Light, o RPG brasileiro de mundo aberto? Pois bem, o projeto retomou sua campanha de crowdfunding no Catarse e merece uma atenção especial. O game é basicamente um RPG ao estilo Hack n Slash em que o jogador explora o cenário, resolve puzzles e enfrenta hordas de inimigos. Até aí nenhuma novidade, pense nele como uma mistura de God of War com Darksouls.

O jogador assume o papel de uma Elfa cujo objetivo é garantir sua própria sobrevivência em uma batalha contra as forças hostis em um mundo gigantesco e caótico. Além disso, a missão de nossa protagonista é resgatar o Fragmento de Luz que foi roubado e por isso ameaça a segurança do mundo de Celestin.

01O esquema de combate de Evil Light promete ser rápido e rasteiro. Você pode atacar vários inimigos ao mesmo tempo, de modo que os embates são repletos de ação. Dependendo do seu tipo de arma, no momento, você poderá ser uma presa fácil em algumas partes desse mundo. Por isso, é crucial buscar melhorar os seus itens antes de bancar o herói com qualquer arma, afinal os inimigos são bastante astutos e não dão trégua para o jogador.

A dificuldade do game é crescente: a cada Fragmento de Luz encontrado e recolhido no Submundo, mais difícil se tornará a sua jornada para se aproximar do Senhor do Submundo. Quando o núcleo for recuperado, a vida será restaurada. Mas não se preocupe: cada vez que você passar por uma batalha complicada, você recebe itens e armas diferentes para prosseguir a missão.

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Como dito anteriormente, Evil Light está em campanha no Catarse e necessita da ajuda dos jogadores para atingir sua meta de R$ 38 mil. O game chegou a ser apresentado em alguns eventos de games em Pernambuco e quase foi parar na BGS 2016. Agora com a campanha retomada a expectativa é que o jogo encontre a luz e saia do papel.

Evil Light necessita de muitos parâmetros para ser concluído de maneira satisfatória. Mas, conseguimos chegar longe podendo ter a oportunidade de fazer a exposição do game em eventos locais, em Pernambuco. Um desenvolvimento não simples, a falta de recursos financeiros e de equipamentos de qualidades postergam a conclusão do jogo”, disse Well Gomes, criador do jogo.

Abaixo tem um trailer de Evil Light:

Smoking Snakes – Jogo que contará empreitada brasileira na Segunda Guerra Mundial entra em crowdfunding

Um grupo de brasileiros resolveu ir até a Segunda Guerra Mundial para a produção de um novo jogo. Smoking Snakes é um FPS que contará a história dos 25 mil homens da Força Expedicionária Brasileira (FEB) que foram enviados para o confronto na Europa. O jogo está em produção pela Weendie Games e está em processo de financiamento coletivo através do Kickante.

Smoking Snakes será baseado em fatos e lugares em que a Força Expedicionária Brasileira esteve. Os mapas do jogo são baseados em fronts de batalha históricos a fim de tornar a experiência mais fidedigna. Além disso, haverá um sistema exclusivo de mudança de clima, que deixará os combates ainda mais difíceis e únicos. O jogador vai encarnar um jovem soldado da FEB em território italiano e irá presenciar os horrores e adrenalina da guerra.

smoking-snakes-ss01-thumbDe acordo com os responsáveis pelo projeto, Smoking Snakes terá modo multiplayer e features clássicas de FPS de sucesso como Battlefield e Red Orchestra. As partidas serão dividas em três modos de jogo (Team Deathmatch, Conquest e Assalto) e, por meio de um sofisticado sistema de ranking e busca de partidas, os jogadores serão colocados em lobbies específicos dependendo do seu nível de habilidade.

“Acreditamos que a história é viva e, por isso, resolvemos lembrar dos soldados que foram enviados para a Segunda Guerra Mundial”, contou Dênis Fernandes, responsável pelo projeto. “Smoking Snakes não é um jogo/documentário, no entanto, temos como objetivo principal transportar o jogador para dentro de um front de batalha e, para isso, utilizaremos de relatos históricos e fotos da época para criarmos o cenário e a ambientação do jogo. Todo o som emitido pelas armas de Smoking Snakes será desenvolvido com o maior nível possível de fidelidade”, completou.

unnamedSobre o nome do jogo? É uma referência à expressão “A cobra vai fumar”, utilizada para se referir aos mais de 25 mil homens da FEB que foram enviados para a Itália durante a Segunda Guerra Mundial. Essa expressão se originou de uma fala do então presidente brasileiro Getúlio Vargas, que disse em um pronunciamento: “É mais fácil uma cobra fumar do que o Brasil entrar na Guerra”. Smoking Snakes será lançado para PC / Windows, poderá também ser lançado para outras plataformas, dependendo do valor que a campanha conquistar.

A meta é conseguir R$ 150 mil (divididas em cinco níveis). As recompensas para quem apoiar a campanha de financiamento coletivo estão divididas em seis níveis diferentes e incluem desde acesso ao alpha até multiplicadores de experiência e armas exclusivas. Mais informações na página da campanha no Kickante.

Abaixo tem o trailer de Smoking Snakes:

Jogo de luta com elementos de comédia Bubus Steel Punch entra em financiamento coletivo

​​Jogos de luta costumam ter um ar de seriedade, vide séries como Mortal Kombat e Street Fighter. Porém nem todos são assim, prova disso é o jogo indie Bubus Steel Punch, um jogo que mistura lutas desafiantes e elementos de comédia, gerando um produto diferente e bastante divertido. O título tem mecânica simples e enredo nonsense para arrancar gargalhadas do jogador.

O game conta com controles fáceis e uma mistura cuidadosa de elementos 3D e 2D. De acordo com os desenvolvedores, é possível incrementar o herói comprando novas roupas e trajes de batalha que adicionam um novo visual e mais combos de batalha ao personagem. O objetivo é reviver momentos de diversão de gerações passadas, sem esquecer a qualidade dos aspectos técnicos do game.

O game é inspirado em jogos clássicos da geração 16 bits como Sonic Blast Man e Final Fight. A ideia é do PlayWiiC, estúdio de games criado em 2015 pelo desenvolvedor William Trindade. O projeto obteve recentemente entrou em financiamento coletivo através do site Kickante e chamou as atenções por seu design pouco usual.

“A paixão pela criação de jogos fez com que, não somente eu me tornasse professor, mas também com que eu colocasse a mão na massa para desenvolver os jogos”, disse William, CEO e idealizador do estúdio. “Para quem gosta de um bom jogo de luta e ainda quer dar boas risadas, o Bubus é a melhor pedida”, completa.

Bubus Steel Punch contará com personagens engraçados e com habilidades únicas, o que dará maior imersão e garantirá maior afinidade dos jogadores com os protagonistas. Um exemplo é o Glu Glu, líder da Gangue dos Escoteiros e antigo rival de Bubus. Foi por causa de Glu Glu que o personagem principal do jogo perdeu muitas namoradas.

A história segue a trajetória de Bubus, um sujeito grandalhão que veio de uma família de ladrões e que vive em uma cidade infestada por gangues violentas e todo o tipo de bandidagem. Certo dia Bubus tem sua casa invadida por uma das gangues e para provar que ele também é um grande criminoso, sai à caça dos meliantes que entraram em sua casa. A reviravolta é que Bubus acaba por ser desafiado pelas inúmeras gangues da cidade, e pouco a pouco vai demonstrando estar mais parecido com um herói do que com um vilão.

Outro personagem icônico será o Senhor Chan, um chinês apaixonado por filmes de máfia italiana que sempre sonhou em entrar no crime organizado, mas por não conseguir, acabou criando sua própria irmandade chamada Gangue Ítalo Chinesa. “A parte cômica é que qualquer um pode entrar na gangue. Basta ser chinês e falar gesticulando como os italianos”, disse Carina Guimarães, gamedesigner da PlayWiiC.

Campanha de Bubus Steel Punch

A campanha de financiamento coletivo do Bubus Steel Punch já está no ar e precisa do apoio da comunidade para sair do papel. Com orçamento de R$ 45 mil para ser desenvolvido, o projeto terá 60 dias para arrecadar este valor através do site de crowdfunding Kickante. As pessoas que doarem fundos para o desenvolvimento do game receberão brindes exclusivos.

Plataforma Orbit privilegia projetos de games brasileiros

Tem uma ideia para a criação de um Game, quadrinhos ou animação, mas não tem orçamento para colocar o projeto em prática? Se este é seu caso, certamente já ouviu falar em sites de crowdfunding. O que você talvez não conheça é a plataforma Orbit, um site de financiamento coletivo cujo diferencial é que seu foco são justamente projetos voltados ao público geek. O Orbit foi criado pela Editora Nebulosa com o intuito de auxiliar produtores independentes que não sabem por onde começar para viabilizar seus projetos.

Um dos pontos fortes do Orbit é justamente o mercado de jogos eletrônicos. De acordo com os responsáveis pela plataforma, os projetos de games cadastrados no Orbit já somam R$ 850 mil para 2016 e já são 65% do total de projetos registrados. A expectativa é que com esse viés, a plataforma se torne a mais popular entre os desenvolvedores de games brasileiros.

“Nós estudamos o mercado e percebemos que não há, no Brasil, uma plataforma de financiamento coletivo com foco em games. Prova desta falta é que, em menos de dois meses, já temos este valor bem interessante em campanhas cadastradas”, afirmou Lucas Magno, cofundador e diretor executivo do Orbit. “Lá fora existem bons exemplos de empresas com esse modelo de negócios e, depois de analisarmos e moldarmos o produto para o mercado nacional, o Orbit finalmente está pronto”, anuncia.

Ainda que o foco sejam os games, o Orbit também abriga projetos de criação de quadrinhos, livros e animações. Deste modo, a plataforma conversa com o público apreciador de cultura pop. Os quadrinhos, aliás, são a segunda maior categoria do Orbit, com mais de R$ 250 mil. Certamente que os fanzines devem ficar atentos ao Orbit antes de levarem seus projetos a feiras que nem sempre os privilegiam.

Além de fornecer toda a estrutura para a criação das campanhas, o Orbit oferece uma consultoria de marketing, que vai desde o pré-lançamento do processo até o final e, em parceria com a Good Game Comunicação – agência de comunicação focada em estúdios de desenvolvimento de games e startups de tecnologia e responsável pela comunicação do Orbit – oferecerá, de forma gratuita, uma assessoria de imprensa e comunicação, com a finalidade de aumentar a visibilidade da campanha e elevar as chances de sucesso. Assim, o site deve se tornar referência para os desenvolvedores brasileiros.

Planos do Orbit:

O Orbit possui três modalidades de planos para projetos de games (Tudo ou Nada, Flexível e Recorrente). Tal como denuncia o nome, o plano “Tudo ou Nada” é para os produtores que precisam do projeto totalmente financiados, ou seja, se não alcançar a meta os contribuintes tem seu dinheiro de volta. O plano “Flexível” garante ao desenvolvedor o dinheiro arrecadado independente de ter alcançado a meta, de modo que este plano é para quem quer um empurrãozinho no projeto. E por fim, no plano “Recorrente” o criador da campanha arrecada e resgata uma quantia mensalmente independente de quantos apoiadores o projeto possua.

Se você é desenvolvedor e tem um projeto no Orbit, ou em outros sites de crowdfunding, entre em contato com o GameReporter com o material de divulgação. Nosso foco são justamente os jogos independentes.

Conheça Zodiacus Intrépidos, jogo de tabuleiro com premissa de MOBA

Você já ouviu falar em Zodiacus Intrépidos? Se você é fã de MOBAS e jogos de tabuleiro, deveria conhecer, pois a premissa do Game é justamente unir essas duas fórmulas para criar um jogo único e bastante desafiador. O jogo foi financiado através de crowdfunding e finalmente chega ao mercado no dia 25 de maio.

Zodiacus Intrépidos se passa em um mitológico mundo medieval governado pelos signos do zodíaco. O jogo se desenrola em um clássico mundo de fantasia medieval, onde seu objetivo é destruir o castelo inimigo, enfrentando o exército e as estratégias dos adversários. Ao todo, o jogo é composto por quatro tabuleiros, 16 runas, oito dados e 12 mini estandartes. Além disso, 12 Intrépidos e oito guardiões terão papel importante na criação das estratégias de combate.

O Game empresta conceitos de MOBAs famosos como League of Legends e Dota, de modo que os objetivos são praticamente os mesmos, ou seja, os jogadores de Zodiacus Intrépidos deverão destruir torres e avançar tropas até conseguirem derrubar a principal estrutura do jogo: o castelo. As partidas são realizadas entre duas ou quatro pessoas, com uma experiência diferenciada nos combates graças ao sistema de progressão. Os jogadores poderão escolher entre jogar em partidas 1×1, 2×2 ou Todos Contra Todos e o tempo de jogo deverá variar de 50 minutos a 2 horas.

O projeto teve apoio da INTZ, organização brasileira de esportes eletrônicos bastante forte na atualidade. De acordo com Marcos Barreto, co-fundador e idealizador do projeto de Zodiacus Intrépidos, a parceria com a INTZ é uma segurança para os jogadores quanto à qualidade do jogo. “O fato de o jogo ter sido feito em parceria e estampar o nome da INTZ na caixa demonstra o quanto o design do jogo foi estudado e é dá maior segurança para os fãs dos MOBAs se lançarem nessa aventura ambientada em um tabuleiro”, anunciou Marcos.

O jogo contou com um processo de financiamento coletivo e conquistou 182% do valor determinado. Com mais de R$ 9 mil arrecadados, a campanha foi um sucesso e demonstrou a necessidade de inovação no mercado de jogos de tabuleiro. Aqueles que apoiaram o projeto receberam suas cópias em 25 de maio, mesmo dia que o Game chega ao mercado.

Se você ficou curioso, abaixo tem o vídeo de Zodiacus intrépidos:

99Gamers é a nova plataforma de crowdfunding para gamers

Você tem algum projeto de jogo eletrônico, mas não sabe como fazê-lo sair do papel? A equipe da 99Gamers está dedicada a ajudar jovens desenvolvedores a lançar seus jogos. Para isso, foi criado essa nova plataforma de crowdfunding chamada 99Gamers que funciona mais ou menos como o Kickstarter, porém o foco aqui são apenas os jogos eletrônicos.

De acordo com Tedson Santos, criador da plataforma, o 99Gamers possui 3 tipos de campanhas (Tudo ou Nada, Flexível e Recorrente). A ideia é que os desenvolvedores adequem seus projetos de acordo com suas expectativas de financiamento. O Tudo ou Nada é ideal para jogos que estão começando, pois o valor arrecadado somente é repassado ao desenvolvedor se a totalidade for atingida.

Já a modalidade Flexível é ideal para projetos que já estão em andamento, de modo que o valor arrecadado é repassado mesmo que não atinja a meta estipulada. A ideia é que o valor arrecadado servirá como complemento do orçamento ou para o lançamento de alguma nova funcionalidade do jogo, como novos mapas e cenários.

A categoria Recorrente foi desenvolvida especialmente para aqueles projetos que precisam de apoio mensal, voltado mais para o mercado de youtubers, streamers e criação de conteúdo em geral. Contribuintes dessa categoria costumam ser fãs desses streamers e youtubers.

Como colocar seu jogo no 99Gamers

Segundo a 99Gamers, a ideia é ajudar a movimentar o cenário nacional de jogos eletrônicos. Cada desenvolvedor pode ter um perfil na plataforma e publicar os jogos que esperam ser financiados pelo publico e também analisar a aceitação do mercado. A plataforma já está no ar e pode ser acessada. Para mais informações de como colocar seu projeto no 99Gamers, basta acessar o site.

Conheça The Last War, o survival da equipe WolfB

Um game bem ambicioso está sendo produzido pela equipe brasileira do WolfB, mas para se tornar real precisa de ajuda no site de crowdfunding Kickante. O jogo em questão chama-se The Last War, um survival horror com foco em multiplayer online onde os jogadores precisam resistir ao apocalipse zumbi que varreu a maior parte da civilização. De acordo com os desenvolvedores, o grande destaque deve ser o nível de dificuldade, pois este está sendo aprimorado para tornar o jogo o mais desafiador possível.

O game permite que o jogador alterne a visão da câmera entre 1º e 3º pessoa, de modo que os jogadores deixem o jogo da forma que considerem melhor para jogar. The Last War está em desenvolvimento há cerca de um ano e tem influências em jogos bastante conhecidos do público gamer, como DayZ e Infestation.

Além de ser o primeiro projeto do gênero produzido por brasileiros, The Last War também quer inovar em outros aspectos, como a introdução do grupo A Ordem. Formada por administradores, a Ordem é um grupo criado com o objetivo nos servidores e monitorar a ação dos jogadores e, assim que algum player tentar burlar o sistema anticheat do jogo, a Ordem sai em seu encalço para assassiná-lo. A intenção é trazer paz para as cidades e eliminar jogadores com reputação negativa da jogatina.

Outro aspecto interessante é que o mapa inicial do game é a cidade do Rio de Janeiro. Já imaginou um apocalipse zumbi na Cidade Maravilhosa? Se a equipe conseguir passar demais metas, será incluído o mapa da Amazônia. Quem sabe futuramente eles não incluem mapas de outras cidades brasileiras, como São Paulo e Porto Alegre? Não custa sonhar.

A meta inicial é de R$ 30 mil, que serão utilizados para a compra de equipamentos e licenças de programas para a produção do jogo. A versão inicial terá 10 modelos de armas, quatro personagens jogáveis e três zumbis diferentes (cada um com suas habilidades especiais). A campanha fica no ar por mais 50 dias, então se você gostou do projeto e quer contribuir, corre lá na página do Kickante.

Abaixo tem o trailer de The Last War:

Conheça o shoot ‘em up Racketboy do estúdio Double Dash

Hoje vamos falar sobre o jogo Racketboy da produtora carioca Double Dash Studios. O game é uma mistura de shoot ‘em up (shmup) e block breaker que está dando o que falar nas redes sociais. O game venceu uma competição internacional promovida pelos canais do Pewdiepie, Markiplier e o Jacksepticeye. Desde então o game conquistou bastante destaque entre os jogadores.

Racketboy está em uma campanha de levantamento de fundos no Indiegogo. O título conta a história de uma garota que está em uma missão para salvar a galáxia da invasão de criaturas destrutivas (mas bem engraçadinhas). Tal como nos jogos de “navinha”, para ter sucesso nas missões é necessário desviar de chuvas de balas e ter reflexos rápidos. O contra-ataque é feito com a raquete que o garota segura, pois ela serve para rebater os ataques inimigos.

Um dos pontos altos do game é o alto grau de desafio: quem jogou pôde comprovar que a dificuldade aumenta progressivamente. No princípio o jogador está ocupado em somente rebater e desviar dos tiros, porém ao final as coisas tornam-se desafios à coordenação motora do jogador. Fácil de jogar, difícil de dominar.

O game tem visual bastante colorido e remete às gerações 8-16 bits. Até mesmo a trilha sonora é bem retrô, de modo que o jogo lembra clássicos como Parodius e Keio Flying Squadron. O pacote de jogos oferece seis mundos diferentes com quinze batalhas contra chefões e cerca de trinta inimigos diferentes. Para auxiliar nos combates, existem os famigerados power ups.

Racketboy está em desenvolvimento para as plataformas PC, Mac e Linux. Para sair do papel ele precisa da contribuição dos jogadores através do site de crowdfunding Indiegogo. Entretanto já é possível jogar a demo do jogo.

Abaixo está o trailer de Racketboy:

Magic Master: segundo jogo da Mopix Games aposta na mistura de gêneros para conquistar público

O estúdio Mopix Games de Belo Horizonte está com uma campanha de crowdfunding no Kickante para tirar seu segundo game do papel. O título é chamado de Magic Master e é uma mistura de dois gêneros bastante populares entre os jogadores: tower defense e beat ‘em up. A campanha vai até o final de agosto e precisa de R$ 10 mil para seguir a produção até ser lançado para Android e iOS.

No título o jogador assume o papel do último salvador das terras do reino e deve defender uma torre dos ataques incessantes de ordas de orcs e goblins, além de dragões e até gigantes. O game tem uma ambientação inspirada em universos medievais, como Senhor dos Anéis e Dungeons e Dragons.

Basicamente você deve disparar feitiços contra os atacantes através de um sistema de upgrades conforme as fases vão sendo vencidas. De acordo com a Mopix, o jogo tem um sistema de jogabilidade inovadora: os diferentes poderes são utilizados de acordo com o movimento de deslizar de dedos do jogador na tela. Um gesto para frente serve para lançar fogo; um deslizar para baixo conjura relâmpagos, por exemplo.

“É um jogo de muita ação e pancadaria que envolve combates frenéticos contra hordas de monstros, vale tudo para proteger a torre remanescente de Ukala”, esclarece Raoni Dorim, CEOe game designer da Mopix Games.

Além dos comandos únicos, o game ainda conta com combinações de poderes para causar mais danos aos inimigos. É possível combinar feitiços de água e raio, por exemplo, para atingir mais inimigos e causar mais danos. Além disso, à medida que o jogador combate a horda de orcs, mais poderes são liberados, possibilitando combos inimagináveis para destruí-los, diz a equipe da Mopix.

O game está em desenvolvimento para mobile, mas ainda não há plataformas definidas ou previsão de lançamento.

Vídeo explicando o game Magic Master:

Startando e GameReporter: abrindo portas para os games independentes

Nestes dez anos de atuação do GameReporter (sim, este ano fazemos 10 anos) sempre buscamos apresentar aquilo que há de melhor no mundo dos games, buscando trazer informações e também destacar oportunidades para nossos usuários.

E foi assim que nós chegamos até o Startando, plataforma de crowdfunding (financiamento coletivo), que é o mais novo parceiro do site. Para quem não conhece, o crowdfunding é um instrumento onde você pode lançar uma campanha para arrecadar os recursos necessários para desenvolver um trabalho através de contribuições financeiras e , em troca, oferece recompensas para quem apoiar sua campanha.

É uma excelente oportunidade para estúdios e desenvolvedores de games independentes tirarem aquele projeto da gaveta. E o melhor, além de você ter a oportunidade de levantar capital para o seu projeto relacionado a games, você recebe todo o suporte na comunicação da campanha tanto por parte do Startando quanto por parte do GameReporter.

Os usuários do Game Reporter que inscreverem seus projetos no Startando e indicarem que são nossos leitores irão receber um atendimento personalizado para elaboração da campanha, serão destaque na plataforma e terão matérias publicadas aqui no GameReporter. É sua chance de transformar uma boa ideia em um grande projeto.

E fiquem atentos, muitas novidades estão por vir. Essa parceria promete abrir muitas portas para os games independentes.

Para conhecerem um pouco mais do Startando, acessem o site.

Como funciona o Startando?