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Go for Gaming – campanha combate o preconceito contra o mundo dos games e realiza ação beneficiente

Quem nunca ouviu velhos bordões como “videogame é coisa de criança”, ou “mulher tem de brincar de boneca, não com videogames”. Pois é justamente para lutar pela causa gamer, enfrentar preconceitos, dar visibilidade e reconhecimento para um setor que é mal visto por muitas pessoas, que está sendo criado o Go for Gaming, uma iniciativa que busca juntar jogadores e público de diversas áreas para trazer reconhecimento ao setor e acabar com possíveis preconceitos que o gamer possa enfrentar.

A ideia básica é reconhecer o cenário como um mercado que gera empregos e capaz de influenciar outras mídias como a televisão, a internet e o cinema. Mas a luta do Go for Gaming não é apenas para falar de números e mostrar que jogos são legais e os jogadores merecem respeito: Os organizadores também propõe utilizar esforços conjuntos para ajudar comunidades carentes por meio de doações.

(da esquerda para direita, Beto Vides, Sócio Fundador da eBrainz, Pedro Braun, Sócio Fundador da FishFire, Raiff Chaves, Sócio Fundador da eBrainz e Leo De Biase, CEO da ESL Brasil)

Sim, além de conscientizar, o Go for Gaming também será importante para ajudar quem precisa, e educar as crianças e jovens. Como um projeto beneficente, por meio de uma campanha no Kickante, site de crowdfunding e financiamento coletivo, tudo o que for arrecadado será doado a ONGs, num processo totalmente transparente ao público.

A campanha começa na próxima sexta-feira (17), quando serão anunciadas as ONGs beneficiadas pelas doações. Todas as informações serão divulgadas nas redes sociais do Go for Gaming e no site oficial do evento. A ideia partiu da união de mentes influenciadoras e importantes do mercado de games do Brasil, incluindo Beto Vides, Sócio Fundador da eBrainz; Pedro Braun, Sócio Fundador da FishFire; Raiff Chaves, Sócio Fundador da eBrainz; e Leo De Biase, CEO da ESL Brasil).

“Depois de avaliar muitas situações  envolvendo jogadores, nós entendemos que existem preconceitos e que às vezes podem ser extremos. Além de causar desconforto, muitas vezes essa falta de informação impede a cultura gamer de alcançar mais pessoas, de atingir outros patamares e também de trazer benefícios”, diz Raiff Chaves, Sócio e Diretor de Operações da eBrainz. “Por isso, nós resolvemos iniciar um movimento de mudança, de trazer informação, e como pano de fundo desenvolver um projeto beneficente onde podemos contribuir com organizações carentes”.

O Go for Gaming promete reunir profissionais de diversas facetas da indústria de games, como jogadores de eSports, celebridades e gamers de todo o Brasil. Tudo isso para trazer reconhecimento, informação e visibilidade ao setor. Para encerrar a arrecadação, o Go for Gaming fará um evento comemorativo no dia 22 de dezembro de 2018, em São Paulo, com a  presença de influenciadores gamers e celebridades. A cerimônia terá ingressos à venda e contará com atividades relacionadas a jogos de Battle Royale e FPS. Mais informações devem ser reveladas em breve no site.

Abaixo tem o vídeo do Go for Gaming:

Game Street Crosser estará disponível para jogatina no Metrô República

Como todos sabem, estamos no Maio Amarelo e por isso ocorrem várias ações com o intuito de prevenir acidentes de trânsito e zelar pela segurança dos pedestres. Uma das ações de conscientização envolve até mesmo um game eletrônico chamado Street Crosser. Este jogo está disponível para jogatina gratuita na estação de metrô República. A obra faz uso de uma mecânica de jogo semelhante ao Frogger, clássico do Atari.

De acordo com os desenvolvedores, Street Crosser estimula os jogadores a atravessarem uma avenida movimentada sem serem atingidos. Além de cruzarem a rua em segurança, eles também devem ajudar outros personagens do jogo a fazerem o mesmo. O game é uma crítica ao (péssimo) hábito de atravessar a rua fora da faixa de pedestres, como também à ausência de áreas seguras para cruzamento em determinados pontos da cidade. Através de botões coloridos acoplados a uma mesa de acrílico ou de tablets, dois jogadores controlam um pedestre cada. A partida tem duração de 30 a 90 segundos.

img_6083Street Crosser é obra dos artistas Noobware e Nutone e já esteve na Avenida Paulista em 2014 durante a 2º Mostra Play! – exposição de arte digital que transformou o edifício FIESP/SESI num enorme videogame interativo (foto ao lado). Além de estar disponível no Metrô República, o jogo também dará as caras na Galeria de Arte Digital SESI-SP. O game fica exposto até o dia 28 de maio e pode ser jogado por duas pessoas simultaneamente. Tudo gratuito.

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Serviço – Street Crosser – Maio Amarelo

Onde: Estação República do Metrô – área cultural

Dias: 17 a 21 e 24 a 28 de maio (de quarta a domingo)

Horário: das 13h às 19h

Obra interativa: Street Crosser – 2 jogadores via mesa

 

Ongame cria campanha #SomosTodosGamers para levantar bandeira contra o preconceito nos games

Em 2015 a equipe de Marketing da Ongame, famosa Publisher dos jogos online Aika, Metin 2 e Point Blank, criou a campanha “#JogueComoUmaMulher” foi bastante positiva e bem aceita pela comunidade gamer. Pois bem, a equipe queria retomar a campanha para o último Dia da Mulher, porém os planos mudaram e a nova campanha é “#SomosTodosGamers”. O intuito é banir o preconceito dos jogos online, seja ele qual for!

Não importa se você é homem, mulher ou qual a sua opção sexual, somos todos gamers!” – afirma Thais, Coordenadora de Marketing da Ongame Entretenimento. A ideia para a campanha é celebrar outras datas emblemáticas que coincidem em Março, pois além de termos o Dia Internacional da Mulher (8), temos também o Dia Contra a Discriminação Racial (21) e o Dia Nacional do Orgulho Gay(25).

unnamedNão é de hoje que jogadores relatam abusos em partidas online. Quem nunca ouviu alguma história de mulheres sendo perseguidas por jogadores mais abusados ou casos de preconceito sexual. A campanha da Ongame quer ir justamente contra isso, pois não importa qual seja o seu gosto ou suas escolhas. Os jogos existem para nos distrair, para vivermos em um mundo onde todos têm os mesmos gostos.

Objetivo da Ongame é unir a comunidade de jogadores

De acordo com a Ongame, o jogo online pode ser interativo, divertido e até mesmo competitivo, mas foi feito para unir as pessoas, para poderem ser algo diferente da realidade, algo que desejam como: magos, elfos, guerreiros, atiradores, caçadores, monstros, etc. Resumindo, não somos melhores do que ninguém, cada pessoa tem suas escolhas e gostos diferentes. Jogadores de Aika, Metin 2 e Point Blank já aderiram a campanha e a expectativa é que ela chegue aos Trending Topics em breve.

Ajude a proteger a natureza no game brasileiro Eco Guarda

É sempre bom falar de jogos independentes com causas sociais, certo? Nosso destaque do dia é justamente um título brasileiro com uma motivação positiva e que deve ser utilizado por educadores durante a criação de crianças. Trata-se de Eco Guarda, um game criado pelo estúdio Orion Digital, cujo objetivo é fazer o jogador lutar para manter o equilíbrio da natureza.

Basicamente os jogadores devem encarnam jovens heróis que devem proteger a fauna e a flora brasileira. A jogabilidade é típica de RPGs de ação, com uma perspectiva isométrica, lembrando algo dos MMORPGs. Conforme você explora os cenários como florestas e rios, aparecem inimigos causando danos à natureza. Cabe a você utilizar recursos da própria natureza (os elementais) para dar cabo das ameaças.

Mas não pense que a jornada será das mais fáceis em Eco Guarda, pois os inimigos são bastante perigosos e não dão descanso aos heróis, como é o caso do Fumegigante, que faz de tudo para poluir o ambiente com sua fumaça tóxica; o Soldado, que usa toda a sua força para proteger outros destruidores; e o sargento, que sente prazer em queimar árvores. Sua missão é proteger e evitar que os malvados destruam a natureza e capturem os animais da floresta.

Felizmente o jogador conta com a ajuda dos elementais Terra, Ar e o Vento serão os seus ajudantes e te darão uma força com características de cada tipo de elementos da natureza. A jogabilidade é bem simples: basta utilizar o mouse para movimentar e atacar os adversários. Conforme você avança pela história, faz descobertas bem interessantes que agregam conhecimento sobre a vida selvagem. São placas de animais contendo fotos e informações sobre seus hábitos e hábitat.

Apesar de ser um jogo educativo e recomendado para crianças, é possível que jogadores adultos também aprendam muito sobre a proteção do meio ambiente. Eco Guarda esteve presente em um estande da BGS 2016 e chamou as atenções dos visitantes imediatamente devido ao seu carisma e preocupação ambiente, ainda mais em uma época que se fala bastante sobre sustentabilidade e proteção ambiental.

O título está disponível apenas para PCs, mas a Orion Digital está trabalhando em uma versão para plataformas mobile, como IOS e Android. Eco Guarda foi lançado oficialmente no último dia 11/10 e a expectativa é que aos poucos ele vá se tronando bastante reconhecido pela comunidade. Para mais informações basta acessar o site do jogo.

Abaixo tem um vídeo gameplay de Eco Guarda:

Ataque às Mulheres: um newsgame inspirado nas notícias de abuso no Metrô de São Paulo

Quem não se lembra de casos de abusos sexuais no metrô de São Paulo, ocorridos no início do ano? Pois é, a repercussão foi grande e levou a discussão às massas, pois diariamente muitas mulheres sofrem abusos no transporte público e aguentam essas mazelas caladas.

O episódio serviu para melhorar em partes a segurança do Metrô (ou será que foi por causa da Copa?) e para a criação do jogo Ataque às Mulheres, do desenvolvedor André Kishimoto. O game foi lançado para web browser (requer Unit webplayer) e pode ser acessado gratuitamente.

O jogo foi lançado em abril e está disponível nos idiomas inglês e português. Ataque às Mulheres foi bastante influenciado pela pesquisa SIPS/Ipea. No game o jogador controle um homem ou uma mulher que embarcam em um Metrô e tem 30 segundos até a próxima estação para decidir se vai atacar ou não uma das passageiras. Se o jogador decidir atacar uma das passageiras, a vítima dá um grito e é “fim da linha” para o jogador.

Se o jogador não atacar ninguém, o personagem desembarca na estação sob comemorações e aplausos do jogo. O objetivo com o jogo era de fazer os jogadores pararem por um momento e pensarem sobre os problemas de violência, os erros dos resultados e a reação das pessoas nas redes sociais. Confira a página do game no Facebook.

Importante mencionar que o autor optou pelo termo “ataque” por não querer influenciar ou distorcer a interpretação dessa ação (que fica por conta do jogador), como pode ocorrer em gráficos, porcentagens, artigos e conclusões resumidas e perguntas sem contexto.

Ataque às Mulheres

Quer jogar? Clique aqui e comece agora (requer Unit webplayer)