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Cinco passos para você se tornar um cyber atleta de sucesso

Você já teve a curiosidade de saber o que faz com que alguns atletas se deem bem na carreira enquanto que outros mais habilidosos caiam no esquecimento? E não, não estamos falando de empresários. Hoje vamos enumerar cinco passos que podem te tornar um atleta bem sucedido e o destacar dos demais. Se você sonha em ser um cyber atleta de League of Legends, Counter Strike, FIFA ou Clash Royale, este texto é para você.

Confira abaixo cinco para se tornar um cyber atleta  de sucesso:

Respeito acima de tudo

Esta máxima vale para qualquer profissional, trate as pessoas da mesma forma que gostaria de ser tratado. No mundo dos jogos eletrônicos já houveram casos de cyber atletas e até managers já foram demitidos por desrespeitar colegas de equipe, adversários ou mesmo os fãs. Ninguém quer trabalhar com quem só quer saber de zoar os colegas. Veja um time de futebol profissional, por exemplo, se o desrespeito impera no vestuário, logo começam as brigas, e isso afeta o desempenho dentro de campo. Diz-se que o elenco está rachado.

O mesmo vale para um aspirante a cyber atleta: se há desavenças entre colegas de equipe, a comunicação fica prejudicada e as coisas começam a refletir nas partidas. De acordo com Luiz Eduardo Cavalcanti, sócio-fundador da VPSLeague, principal liga virtual de futebol profissional do Brasil, todos os atletas de futebol virtual devem saber que a diversão e o respeito caminham lado a lado.

“Para que se tenha uma participação produtiva, é preciso compreender que a diversão é organizada e baseada em pilares fundamentais como amizade, respeito e muita dedicação. Essas características são básicas para todo jogador. Muitas vezes, não é o nível de habilidade que a equipe atinge no jogo que define o profissionalismo, mas sim o grau de maturidade entre os atletas do clube”, diz Cavalcanti.

 

Disciplina e postura

A rotina é inerente a uma carreira de sucesso. Naturalmente as pessoas apresentam variações de humor todas as semanas e é ai que o cyber atleta deve saber se portar. Cumprir as rotinas de treino e respeitar os horários de treino são fundamentais, independentemente de seu estado de espirito. Afinal, o que o time pode esperar de um profissional que não possui disciplina para treinar?

“Muitos times definem rotinas de treinos táticos e técnicos que acontecem com periodicidade, que podem ser diárias. Nesse quesito, pontualidade, dedicação e esforço para evolução técnica são requeridas. Em caso de ausência, o jogador virtual precisa notificar a sua equipe. A postura também é refletida dentro do jogo. Se não estiver jogando bem, o jogador pode perder a vaga de titular. Se estiver treinando bem pode ganhar a vaga de titular. Jogar com seriedade também é condição básica”, complementa Luiz Cavalcanti.

 

Siga as orientações táticas e respeite sua posição

Imagine a cena: um time profissional de LoL chega até as final do CBLoL e a vitória esta próxima. Empolgado pela perspectiva de sagrar-se campeão e afoito para acabar a partida rapidamente, o ADC do time abandona sua posição e resolve atuar como Jungle. O que se vê a partir daí é o time perdendo a tática e logo a estratégia treinada por meses a fio se transforma em um exemplo de “salve-se quem puder” e o título acaba perdido. Manter a inteligência emocional ajuda o bom atleta a manter o padrão de jogo e pode te render louros no futuro. Não estamos dizendo que seguir um esquema tático é garantia de vitória sempre, mas isto diferencia equipes com padrão daquelas que jogam sem nenhum esquema.

De acordo com Luiz Cavalcanti, “Se a sua posição designada no esquema do time é, por exemplo, a lateral-direita, é importante respeitar e não mudar de posição durante a partida. Se o jogador sentir que as suas habilidades podem ser melhor utilizadas em um esquema diferente, cabe ao treinador da equipe definir. Não sendo o caso, atenha-se as orientações táticas e respeite sua posição”.

 

Tenha paciência e evolua na modalidade

O sol nasceu para todos. Leve este mantra consigo e vá evoluindo suas habilidades. Se você for bom mesmo algum “olheiro” ira notar suas qualidade. Você só não pode desistir se este for mesmo seu sonho. No ramo dos jogos digitais muitos cyber atletas de ponta são encontrados por acaso. Mas não espera as coisas caírem do céu. Esforço é essencial para todo profissional bem sucedido.

“Jogue, treine e evolua. Assim como no esporte real, o postulante pode se oferecer, procurar por anúncios feitos pelos clubes ou aguardar o contato de team managers que buscam novos talentos. Por isso, participar de comunidades virtuais do esporte é importante”, comenta Luiz.

 

Seja um apoiador da comunidade

Luiz Cavalcanti, da VPS League

Há alguns anos as pessoas diziam que os eSports jamais seriam respeitados. De acordo com elas, um bando de moleques jogando videogame não poderia atrair audiência e patrocinadores da mesma forma que o futebol, o vôlei ou o automobilismo. Hoje vemos que finais de campeonatos de eSports sacodem a internet e os torneios giram milhões de dólares em todo o mundo. Mesmo que você não esteja ainda na posição de cyber atleta, você pode contribuir com o eSports simplesmente assistindo e divulgando seu time de coração. É assim que os times grandes como PaiN Gaming, INTZ e Red Canids se tornaram tão famosos: com a ajuda de seus fãs.

“A responsabilidade de um jogador virtual não é apenas individual, mas também coletiva. A profissionalização passa também pela difusão de uma boa imagem da comunidade, com a atração de espectadores para prestigiar o espetáculo de duas equipes profissionais jogando futebol virtual em alto nível. A evolução da modalidade Pro Clubs, como um e-Sport, ainda vai nos trazer muitos frutos. Com uma comunidade unida, o interesse de marcas e investidores, que já vem ocorrendo, deve crescer ainda mais”, finaliza Luiz Cavalcanti, sócio-fundador da VPSLeague, principal liga virtual de futebol profissional do Brasil.

Você consegue mais dicas através de um artigo do Leo De Biase, CEO da ESL Brasil, sobre o cenário de eSports no Brasil.

Senac abre curso de Técnico em Programação de Jogos Digitais visando o crescimento do setor no Brasil

Investir numa carreira de sucesso eo que perturbar muitos jovens na hora de escolher uma profissão, afinal a idealização maior é trabalhar em algo que você gosta e que dê retorno financeiro no futuro. Mas você sabia que é possível unir seu hobby em videogames com uma carreira bem sucedida. Motivado por isto, o Senac EAD criou um novo curso voltado a quem quer trabalhar com produção de jogos.

E sim, é possível viver de jogos eletrônicos no Brasil. Segundo a NewZoo, uma das principais empresas de pesquisa sobre a indústria do setor, o Brasil possui o 13º maior mercado de games no mundo, com um total de 66,3 milhões de jogadores. Estes números revelam um mercado de oportunidades para quem quer investir na carreira e nos negócios envolvendo games. Não é por acaso que as principais editoras do mundo voltam seus olhos ao nosso país.

Esse potencial se torna ainda mais expressivo ao analisarmos outros dados, tais como os levantados pela consultoria PriceWaterhouseCoopers (PwC), que apontou que em 2016 o gasto com games no país foi de US$ 644 milhões. Para 2021, a expectativa é que este valor alcance US$ 1,4 bilhão, com crescimento médio de 17% ao ano. Muito desse dinheiro veio direto dos jogos mobile, deixando os mais céticos atônitos pela força de jogos como Pokémon Go ou Candy Crush Saga. Do total de gastos com jogos em 2016, a consultoria retromencionada informa que nada menos que US$ 220 milhões vieram de jogos mobile e este número deve chegar a US$ 712 milhões até 2021. E estamos falando apenas do Brasil!

Fonte: PriceWaterhouseCoopers

Com todo esse potencial de expansão, a tendência é que as empresas do segmento invistam cada vez mais em suas equipes, a fim de contar com profissionais preparados e atentos às inovações, além de atender com sucesso às exigências do seu público consumidor. Para André Ricardo Theodoro, coordenador dos cursos técnicos de informática e jogos digitais do Senac EAD, ainda há muito espaço para a expansão nesse mercado e as oportunidades para os profissionais são bem variadas.

O desenvolvedor de games pode atuar no segmento de jogos educacionais, jogos para treinamento ou, ainda, advergames que são utilizados para a divulgação de uma marca. Algumas empresas começaram por meio desse nicho de mercado, mas ainda há muito a ser explorado”, destaca André. O coordenador ressalta que o interessado em ingressar nesse setor deve ser curioso, gostar de desafios e estar sempre disposto a aprender.

Temos um guia bem interessante de instituições de ensino que oferecem o curso de jogos digitais. Há diferentes módulos, tais como Técnico em Programação de Jogos Digitais e Game Design Sênior. Ainda que pareça apenas um texto publicitário, aqui mesmo no GameReporter a gente posta vagas de emprego para quem é profissional do ramo. Uma das instituições que oferecem o curso é o Senac EAD, que, aliás, está com inscrições abertas até o dia 21 de setembro.

Ao fim do curso, ele terá uma produção própria, que poderá ser utilizada como portfólio em busca de oportunidades no mundo do trabalho”, diz André Theodoro.

A partir de 2013, com o lançamento do portal Senac EAD, a instituição ampliou a sua atuação em todo o país. Hoje, oferece um amplo portfólio de cursos livres, técnicos, de graduação, pós-graduação e extensão a distância, atendendo todo o Brasil e apoiados por mais de 300 polos presenciais para avaliações de cursos de pós-graduação emais de 260 para graduação.

Serviço: Técnico em Programação de Jogos Digitais – Senac EAD

Carga horária: 1.000 horas (15 meses)
Descontos: 20% para comerciário mediante autodeclaração no ato da inscrição; 5% para pagamento à vista (módulo).
Inscrições: até o dia 21/9/2018

A nova polêmica do jornalismo de games e o que o plágio nos ensina

Imagine a cena: você dedica seu tempo e dinheiro em algo que gosta, transformando sua paixão em trabalho. Você não apenas quer ser reconhecido por atuar em determinada área, mas também por suas ideias sobre determinado assunto. Ainda que seu público seja pequeno, ele é fiel e é isto que o impulsiona a continuar neste caminho. De repente, do nada mesmo, uma empresa maior pega suas ideias e as coloca no ar sem nem mesmo lhe dar crédito ou pedir permissão. Plágio não é nada legal, certo?

O plágio não é nenhuma novidade no jornalismo, sempre aconteceu e sempre irá acontecer (sim, isto é um fato). O caso envolvendo a IGN BR e o Youtuber escocês Hamish Black é apenas o mais recente envolvendo apropriação indevida de propriedade intelectual alheia, mas desta vez o frisson é maior e mais emblemático pelo simples fato de que a IGN é um canal reconhecido mundialmente, cujo prestígio e confiança estão a par com o Kotaku ou a Eurogamer. Ou seja, inimaginável que isto ocorra naquele veículo.

E claro, não sejamos precipitados em acusar o veículo de conivência com o erro. A equipe da IGN BR é composta por profissionais respeitados que passaram por dezenas de veículos prestigiados antes. Muitos dos quais já até me deram aulas ou palestras. Então se tiver de apontar o erro, que seja do redator, não de todo o site.

Do que diabos estamos falando?

Para quem não estava ciente (e há um bom motivo pra isso), o Marcus Oliveira, da IGN Brasil utilizou o roteiro de um vídeo do canal “Writing on Games” do youtuber Hamish Black para redigir um artigo sobre The Legend of Zelda: Breath of The Wild (vídeo abaixo). Utilizar conteúdo alheio como base para seu próprio artigo não é de todo modo surpreendente, visto que em TODAS as editoras isso acontece. O problema é que ao invés de tomar o vídeo como fonte de inspiração, o texto basicamente era uma tradução sem fontes. Deste modo, os leitores eram levados a pensar que se tratava de conteúdo original. Algumas pessoas até mesmo elogiaram o texto após ser publicado. Psiu, se você quer ler o texto, dá pra ver aqui.

O que nem mesmo M. Night Shyamalan podia apostar é que o plágio seria descoberto pelos próprios leitores da IGN. Afinal, o canal do youtuber Hamish Black não é tão conhecido como o do Pew Die Pie, ou mesmo do brasileiro Zangado. Não bastasse isso, Hamish ficou ciente do caso e denunciou em redes sociais a tremenda patetada. Dizer que a internet parou seria exagerar as coisas, mas a repercussão foi circulando os diversos grupos do Facebook e as redes de amigos do Twitter. Se você estivesse em casa (como o meu caso) alguém chegaria falando “ei, ficou sabendo da treta na IGN?”. Resultado: todo mundo já sabe.

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Marcus fez o que se esperaria, ou seja, se desculpou. A IGN publicou sua carta ao leitor e vida que segue. De certa forma a justiça foi feita: Hamish recebeu seus créditos e seu canal está mais famoso do que nunca (a maioria dos vídeos de seu canal tem cerca de 20 mil views, este em questão ultrapassa a marca de 180 mil). Não se sabe o que aconteceu com Marcus, e isto nem é relevante afinal de contas, afinal o que o público precisava saber era que a IGN reconheceu uma falha e desculpou-se imediatamente. O futuro profissional de Marcus depende dele e dos chefões da IGN.

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Mais importante do que segurar forcados e pedir cabeças é exigir que episódios assim não se tornem comuns. E a repercussão negativa do caso vai ajudar bastante com isso, pois o burburinho nas pequenas e grandes comunidades da internet serviram para mostrar que todo o mundo está atento e conectado. Mesmo que você pense ser o único espectador brasileiro de um canal pequeno da Escócia, é possível que seu próprio leitor também seja assinante daquele canal e ele vai apontar o longo e assustador dedo de acusação direto para a sua cara.

O início da ameaça

Imagino que no começo da internet e do jornalismo de games era mais difícil produzir conteúdo inédito, algo saído tão somente da sua imaginação. Pois as grandes produtoras sequer tinham assessorias no Brasil e as revistas eram produtos de nicho que não abarcavam todo o conteúdo tecnológico de hoje em dia. Os leitores também não tinham tanto acesso à informação da mesma forma que hoje. Talvez até ocorresse plágio no jornalismo de games no início dos anos 90, mas ser pego era muito mais difícil. E mesmo assim, os jornalistas da época conseguiam criar ótimo conteúdo único. Algo de se tirar o chapéu e de se admirar.

Imediatismo é um problema das editorias

Hoje em dia todos estão conectados e o espaço para criação própria é ainda menor. Deixe-me explicar: muito do que você lê nos sites de games e tecnologia já vêm prontos das assessorias. Ou seja, quase não há espaço criativo, principalmente se você trabalha em um grande veículo que trabalha hard news. Se seu editor te pedir uma matéria para daqui uma hora, ela terá de ser feita. Do contrário alguém mais “competente” o fará. Talvez isto explique alguns casos de plágio.

Some-se a essa pressão o fato de que se você não está mais adiantado que seus leitores, seu veículo cairá no ostracismo. Ou seja, você não apenas deve ter uma opinião sobre tudo, mas essa opinião deve captar algo que ninguém mais percebeu, transcendendo de fato toda a massa de apertadores de botões e redatores de reviews rápidos.

Pense no padrão de reviews e previews de games que você lê por aí. Não lhe parece que é tudo muito parecido? Fala-se sobre o enredo, a trilha sonora, gráficos e “porque você precisa ou não comprar este game”. Em God of War, por exemplo, você vai ver muita gente falando o quanto Kratos é sanguinolento e como as cenas são iradas, mas dificilmente você vai ler algum artigo sobre como as ações vingativas do espartano apenas serviram para tornar o mundo pior. Sabe por que não existe esse artigo? Por que não há tempo! Ninguém teve tempo para apreciar as consequências de determinados atos nos games ou meditar qual a mensagem que os produtores queriam passar em Breath of the Wild.

A comunidade é a melhor criadora de conteúdo

Quem vai analisar todos esses aspectos serão os próprios jogadores, aqueles que passaram mais tempo absorvendo cada aspecto filosófico do game. E não são todos os games que permitem essa reflexão. As notícias que você mais viu pós-lançamento foram “fulano terminou Breath of the Wild em 60 minutos”. Onde estão as matérias sobre “qual o futuro de Zelda após BoTW”, ou “Seriam as notas um reflexo do hype em BoTW?”. Essas matérias estão com youtubers do interior da Escócia.

E não, não estou justificando o plágio. Apenas dizendo que se você quer um conteúdo mais autêntico, vai ter de procurar bastante. Nos grandes veículos isso somente vai acontecer em raras ocasiões. O que aconteceu provavelmente é que Marcus tinha uma pauta, mas não tinha tempo para trabalhá-la de modo apropriado, então ele utilizou um conteúdo que lhe apeteceu.

Fazer um texto reflexivo sobre Silent Hill ficou a serviço dos fãs

Sou do tempo (me sinto velho falando assim) em que as comunidades conjecturavam o significado da morte de Aerith em Final Fantasy ou a simbologia de Walter Sullivan na mitologia de Silent Hill. Mas isto só se via em fóruns da internet e em fã-sites. Ver isto em revistas e sites grandes não era impossível, mas improvável. Quem fazia isso tornou-se lenda no jornalismo de games brasileiro.

Quer fazer uma mega reflexão sobre o novo Zelda? Vá em frente! Jogue bastante, absorva tudo que for possível. Se seu chefe pedir este texto para daqui duas horas, dispense a pauta e arque com as consequências. Quando achar que estiver pronto, publique para seus leitores, eles vão gostar de um conteúdo rico, sem pressa.

Não precisamos dizer muito que mesmo com toda essa pressão sofrida pelos redatores, não é justificável (nem aceitável) plagiar outras pessoas. Seu nome e carreira ficarão marcados para sempre e, querendo ou não, todos se conhecem de algum evento. Faça besteira em um site grande e todos vão ficar sabendo. Felizmente a camaradagem também ajuda nessas horas, de modo que se você construiu bons relacionamentos seu nome será lembrado mais rápido do que os erros que cometeu no passado. Mas se as editorias perdoam erros, os leitores não.

Lições aprendidas sobre o plágio:

1 – O mundo está todo conectado, então não pense que ninguém vai perceber;

2 – Se você quer um conteúdo mais analítico, ele existe, mas você vai encontrá-lo nos lugares mais improváveis.

Então se você conhece, ou produz um conteúdo bacana, espalhe por aí. Deixe todos conhecerem esse trabalho. Talvez você não ganhe dinheiro, mas com certeza vai ganhar reconhecimento e fãs que brigarão contigo quando necessário. Penso que o recente caso de plágio é apenas um reflexo desses tempos de imediatismo, informação rápida e pouco tempo de apreciação.

Ainda não coloquei as mãos no novo Zelda, mas quando puder jogá-lo, melhor que seja para minha própria apreciação, sem pressa nem ninguém exigindo seis mil caracteres pra ontem.

Emprego: Sidia seleciona Game Designer Sênior

Hoje vamos anunciar uma vaga bastante tentadora para quem quer trabalhar com games no Brasil. O Sidia (Instituto de Desenvolvimento para a Informática da Amazônia), empresa parceira da Samsung R&D, está recrutando um profissional para atuar como Game Designer Sênior.

A vaga requer que o candidato crie sistemas de jogos que condizam com as necessidades do diretor criativo e desenvolva novos conteúdos de acordo com as diretivas criativas. Além disso, o profissional deve criar documentos e reportar sobre os sistemas de jogo para o time de desenvolvimento, fornecendo atualizações de relatórios a fim de manter o projeto bem encaminhado.

O profissional irá ainda trabalhar com ferramentas, protótipos e conceitos a fim de ajustar os sistemas e conteúdos. Faz parte também do escopo de trabalho monitorar a qualidade final de cada lançamento. E não pense que pára por aí, o desafio requer também que se quie os demais game designers e proponha-se solicitações de recursos para os projetos e fornecer feedback para assegurar a qualidade do produto final.

Em outras palavras o profissional será parte importante no desenvolvimento dos projetos desenvolvidos. Para concorrer a vaga é necessário experiência como game designer. Outros atributos importantes são criatividade, boa habilidade de comunicação (escrita e falada), gerenciamento de restrições e capacidade para resolver problemas. Também é importante ter um portfólio para mostrar suas habilidades e trabalhos anteriores como demos de jogos, demos, criações pessoais, etc.

Quer trabalhar como Game Designer?

Interessados que atendam o perfil devem enviar o CV para sidia.mao2013@gmail.com, informando o título da vaga e a pretensão salarial. Depois é só torcer para ser convocado para a entrevista. Boa sorte!