Arquivo da tag: brasil

Magic Master é o Tower defense mais impressionante já feito por brasileiros

A recomendação do dia é o game Magic Master, do estúdio mineiro Mopix. Trata-se de um tower Defense 2D repleto de ação e efeitos visuais devastadores. Pode baixar sem medo, pois é um dos melhores games brasileiros que já vimos. A fórmula é a básica de games do gênero, ou seja, utilize todas as armas e poderes à disposição para impedir o avanço de hordas de orcs, goblins, gárgulas, dragões e demais criaturas que estão tentando derrubar sua imponente torre.

O grande trunfo de Magic Master é que ele dá ao jogador ferramentas extremamente prazerosas para deter o avanço inimigo. Acredite, não há nada mais satisfatório do que lançar chamas, trovões e até rochedos contra as ondas inimigas. O melhor é que os efeitos visuais estão matadores. Parece que o estúdio se inspirou em jogos simples, porém extremamente viciantes durante a concepção do game. Dá até para compará-lo ao saudoso Patapon, da Sony, porém com objetivos diferentes, é claro.

Na breve trama do jogo, o feiticeiro orc Thuruk Godum mobilizou a horda de sangue contra os povos livres de Ukala e você é o único capaz de vencê-lo. Felizmente, você também é um poderoso feiticeiro e tem a sua disposição uma infinidade de poderes para massacrar as forças invasoras de Thuruk. Os inimigos estão em maior número, então não resta escolha a não ser utilizar seus feitiços combinados de maneiras engenhosas, assumindo assim o posto de mestre da magia.

Sim, o game tem um toque de estratégia, pois você deve combinar ataques na hora certa para garantir melhor efetividade. Você pode combinar uma rajada de fogo com um ciclone, por exemplo, para criar um furacão flamejante devastador. Ou quem sabe você prefira provocar uma inundação combinada com um poderoso raio para matar os orcs eletrocutados? Coisa linda de se ver!

Magic Master foi apresentado aos brasileiros durante a BGS 2016, na ocasião era possível testar o game e falar com os produtores. De acordo com Raoni Dorim, CEO da Mopix, a intenção é elevar o padrão de jogos brasileiros e mostrar ao mundo um título divertido e viciante. “Queremos que este jogo se torne uma referência no gênero de tower defense em plataformas móveis”, diz um comunicado da Mopix.

Como muitos títulos nacionais, Magic Master conseguiu aprovação através de crowdfunding, mas depois ele recebeu aprovação do Core Labs, um programa de aceleração do Vale do Silício. Para quem não conhece, a Mopix Games é uma desenvolvedora de jogos independentes para dispositivos móveis. A empresa desenvolve jogos simples e divertidos e atende um público crescente de jogadores de todas as idades. O título já está disponível para download gratuito através da App Store e Google Play.

Abaixo tem um trailer de Magic Master:

Conheça o jogo de boxe brasileiro Cruz Brothers

Já ouviu falar do Cruz Brothers Game? Se você esteve na área indie da BGs 2016 as chances são altas de que tenha visto ou ouvido falar no título da produtora Donut Coffeeshop, mas se não esteve no evento, vamos falar um pouco deste título que possui uma proposta bem bacana. Basicamente é um simulador de boxe baseado em uma história real.

O estúdio Donut Coffeeshop juntou-se à Escola de Boxe Marcus Luz para criar uma web serie de boxe durante uma viagem a Cuba. O projeto deu tão certo que os responsáveis decidiram criar um jogo eletrônico, porém ao invés de simplesmente fazer um game de luta eles decidiram criar um simulador, mostrando como treinar o esporte. Além disso, questões extra-ringue podem interferir na performance dos atletas.

marc_luz-768x512A ideia parece ter sido criar uma homenagem ao mundo do boxe profissional. Os protagonistas são os irmãos Felipe Cruz e Igro Cruz, que são lutadores de boxe. Não por acaso, o modo campanha mostra a trajetória dos atletas para se tornarem campeões mundiais. O macete é que durante a aventura o jogador evolui os personagens  para encarar os desafios de maneira mais eficiente.

Esses pontos personalizáveis são atributos como dureza, força, confiança, agilidade etc. Além disso, alguns itens alterarm a performance do atleta como luvas e tênis melhores. Na fase de treinamento pré-desafio você vai para o centro de treinamento para treinar os golpes e movimentos básicos. Não basta sair esmagando os botões, mas sim esperar o melhor momento para atacar e se defender, tal como em um combate real.

A câmera se posiciona em lateral (side scrolling), lembrando muito jogos da era árcade dos games de luta como Tekken e Virtua Fighter. Porém, a mecânica é mais fiel a um combate real, ou seja, quando você tenta atacar automaticamente está abrindo mão da defesa. Mas não se preocupe: é possível tirar a defesa adversária atingindo áreas mais vulneráveis como o abdômen ou esperar o contragolpe fatal.

Mas fica o aviso: o Cruz Brothers não é totalmente uma simulação. Na verdade ele está num meio termo com o estilo árcade. Os lutadores não se cansam, por exemplo, evitando-se que os combates sejam desacelerados. Existem cinco modos de jogo, incluindo o divertido multiplayer local para até quatro participantes. Há uma versão para testes para PC e MAC. A expectativa é que o título desperte o interesse de jogadores pelo esporte de lutas marciais e pelo trabalho realizado pela Escola de Marcus Luz.

Abaixo você pode conferir um trailer de Cruz Brothers Game:

Hue Defense: novo jogo da BraveWolf é um defense tower que faz paródia com a política brasileira

O destaque de hoje é outro título indie que fez bastante barulho durante a Brasil Game Show: Hue Defense. Trata-se de um defense tower com uma crítica política singela, porém mordaz. A cortesia é do estúdio indie BraveWolf, que surgiu em 2015 coma intenção de trazer inovação nos jogos eletrônicos.  Estamos na pequena ilha de Hue (sacou a referência?), que está sendo invadida por duas espécies danosas e especialmente perigosas: os azuis e os vermelhos. Cabe ao jogador construir poderosas torres munidas com armamentos pesados para eliminar essas terríveis ameaças.

A jogabilidade lembra bastante o famoso Defense Grid, do Xbox 360, ou seja, os inimigos começam a andar em fila indiana e o jogador deve montar suas torres em pontos estratégicos para deter o avanço dos inimigos e impedir que eles tomem os diversos pontos de interesse da ilha. Para tanto, você tem à sua disposição sete diferentes tipos de torres, cada uma com um tipo de poder de fogo. O desafio vai aumentando à medida que os inimigos surgem em maior número e se tornam mais resistentes.

O grande macete de Hue Defense é que cada torre possui seus próprios poderes e servem a diferentes propósitos. Assim, o jogador deve montar uma estratégia para destruir todos os invasores, não sendo suficiente apenas montar estruturas de defesa a esmo. Você pode montar torres de coxinha, mandioca, entre outras. São mais de 30 habilidades únicas. Inclusive há um sistema de níveis bem estruturado para que o jogador melhore suas defesas ao passo que derrota os inimigos.

Hue Defense faz uma paródia do atual cenário político do Brasil com bastante bom humor e sátiras. Ao longo das 20 fases que compõe o game você vai se deparar com situações facilmente reconhecíveis da política brasileira. Durante a semana da BGS 2016 o estúdio BraveWolf chegou a dar uma amenizada no tema político na página da Steam, porém as características dele permanecem as mesmas. A ideia é fazer os jogadores se divertir, porém sem deixar de lado uma reflexão sobre a política nacional.

Abaixo tem um trailer de Hue Defense:

Conheça Distortions, um psicodrama musical do estúdio Among Giants

Já imaginou um game que mistura suspense, drama e musical? Pois bem, a inusitada mistura é o que compõe o jogo indie Distortions, da produtora brasileira Among Giants. Trata-se de um game em 3D em terceira pessoa ambientado em um cenário surreal, que promete prender a atenção dos jogadores, que serão desafiados a descobrir mistérios que cercam um mundo fantasioso e desconhecido.

Você controla uma garota que acorda em um quarto estranho e desconhecido. Sem entender o que se passa ou onde está, a jovem começa a investigar o quarto, mas para seu desespero percebe que o tempo parece estar parado e os objetos congelados, como se a gravidade já não mais existisse. A partir daí, o jogador deve conduzir a jovem através de um mundo vasto e solitário, na tentativa de descobrir respostas para os mistérios que a rodeiam.

Sua única arma é um violino, que deve ser utilizado para defender-se. Mas não pense que ela deve golpear os inimigos com golpes de violino, mas sim encontrando partituras perdidas de músicas que servem para deter os inimigos, manipular o ambiente, entre outras ações. Além disso, a jovem deve encontrar páginas perdidas de um estranho diário que contém pistas que a guiarão em sua jornada. De acordo com os produtores, Distortions conta com referencias de games como Shadow Of The Colossus, Silent Hill 2, e de filmes como Brilho Eterno De Uma Mente Sem Lembranças e Once, apenas uma vez.

O game é dividido em capítulos e uma das preocupações dos desenvolvedores foi com a parte estética e visual, criando cenários 3D repletos de detalhes. Além disso, o roteiro busca levar o jogador a viajar junto com a personagem em uma experiência narrativa. Outro destaque fica por conta da trilha sonora, com músicas licenciadas de várias bandas de diferentes países, entre elas, “Dredg”, “Labirinto” e “Hopesfall”.

“Fizemos muitas pesquisas e estudos de tecnologia e conceituação para fazer um game que tivesse um design bacana, com animações de qualidade. Além disso, buscamos contar uma história interessante. Tivemos uma grande preocupação com nosso roteiro”, explica Thiago Girello, um dos criadores e desenvolvedores do game. “Foi bastante trabalhoso deixar do jeito que queríamos, mas estamos contentes com o resultado”, complementa. A equipe conta ainda com Cadu Luca, Ricardo de Brito e Chris Smith.

O enredo é uma analogia sobre relacionamentos que não deram certo e até onde alguém iria por uma memória. O mundo é aberto e há escolha de quão fundo o jogador quer entrar na mente de alguém. A intenção do estúdio é que o clima de mistério e desolação chamem as atenções dos jogadores ávidos por histórias emocionantes e de mistérios.

O primeiro capítulo (que reúne prólogo, parte 1 e parte 2) de “Distortions” tem previsão de lançamento para o primeiro trimestre de 2017. Por enquanto o lançamento é apenas para PC, mas a intenção é levar Distortions para os consoles de nova geração também.

Abaixo tem um trailer de Distortions:

Jogo de luta com elementos de comédia Bubus Steel Punch entra em financiamento coletivo

​​Jogos de luta costumam ter um ar de seriedade, vide séries como Mortal Kombat e Street Fighter. Porém nem todos são assim, prova disso é o jogo indie Bubus Steel Punch, um jogo que mistura lutas desafiantes e elementos de comédia, gerando um produto diferente e bastante divertido. O título tem mecânica simples e enredo nonsense para arrancar gargalhadas do jogador.

O game conta com controles fáceis e uma mistura cuidadosa de elementos 3D e 2D. De acordo com os desenvolvedores, é possível incrementar o herói comprando novas roupas e trajes de batalha que adicionam um novo visual e mais combos de batalha ao personagem. O objetivo é reviver momentos de diversão de gerações passadas, sem esquecer a qualidade dos aspectos técnicos do game.

O game é inspirado em jogos clássicos da geração 16 bits como Sonic Blast Man e Final Fight. A ideia é do PlayWiiC, estúdio de games criado em 2015 pelo desenvolvedor William Trindade. O projeto obteve recentemente entrou em financiamento coletivo através do site Kickante e chamou as atenções por seu design pouco usual.

“A paixão pela criação de jogos fez com que, não somente eu me tornasse professor, mas também com que eu colocasse a mão na massa para desenvolver os jogos”, disse William, CEO e idealizador do estúdio. “Para quem gosta de um bom jogo de luta e ainda quer dar boas risadas, o Bubus é a melhor pedida”, completa.

Bubus Steel Punch contará com personagens engraçados e com habilidades únicas, o que dará maior imersão e garantirá maior afinidade dos jogadores com os protagonistas. Um exemplo é o Glu Glu, líder da Gangue dos Escoteiros e antigo rival de Bubus. Foi por causa de Glu Glu que o personagem principal do jogo perdeu muitas namoradas.

A história segue a trajetória de Bubus, um sujeito grandalhão que veio de uma família de ladrões e que vive em uma cidade infestada por gangues violentas e todo o tipo de bandidagem. Certo dia Bubus tem sua casa invadida por uma das gangues e para provar que ele também é um grande criminoso, sai à caça dos meliantes que entraram em sua casa. A reviravolta é que Bubus acaba por ser desafiado pelas inúmeras gangues da cidade, e pouco a pouco vai demonstrando estar mais parecido com um herói do que com um vilão.

Outro personagem icônico será o Senhor Chan, um chinês apaixonado por filmes de máfia italiana que sempre sonhou em entrar no crime organizado, mas por não conseguir, acabou criando sua própria irmandade chamada Gangue Ítalo Chinesa. “A parte cômica é que qualquer um pode entrar na gangue. Basta ser chinês e falar gesticulando como os italianos”, disse Carina Guimarães, gamedesigner da PlayWiiC.

Campanha de Bubus Steel Punch

A campanha de financiamento coletivo do Bubus Steel Punch já está no ar e precisa do apoio da comunidade para sair do papel. Com orçamento de R$ 45 mil para ser desenvolvido, o projeto terá 60 dias para arrecadar este valor através do site de crowdfunding Kickante. As pessoas que doarem fundos para o desenvolvimento do game receberão brindes exclusivos.

Criadora de World of Tanks firma parceira com a Level Up no Brasil

A Wargaming, criadora do hit World of Tanks firmou uma parceria improvável, porém bastante benéfica, com a Level Up Games. Basicamente a LUG fica responsável por ações de marketing dos dois jogos mais conhecidos da Wargaming: World of Tanks e World of Warships. Deste modo, a LUG vai cuidar da comunidade local e bolará estratégias para promover os jogos e aumentar a base de jogadores no Brasil.

O acordo é benéfico para as duas empresas, pois a Level Up ganha mais uma conta importante, ao passo que a Wargaming pode ganhar novos fãs. O acordo estreita o contato dos jogadores brasileiros na hora de obter suporte uma vez que a Wargaming é oriunda da Rússia. A Level Up foi escolhida graças a sua vasta experiência em jogos online e bom relacionamento com seus jogadores.

“Selecionamos nossos parceiros com cautela pelo compromisso que temos, com nossos usuários, de levar a melhor experiência dentro e fora do jogo”, diz Tatiana Moreira, Gerente de Publicação da Level Up. “Nosso objetivo é expandir o número de usuários ativos e levar à Wargaming os desejos e expectativas dos brasileiros”. Ela completa revelando que “compondo este projeto, somados aos nossos mais de 150 funcionários, temos uma equipe full time, dedicada a esses 2 jogos, sob a supervisão do Fabio Fujiyama e da Daniela Shimayev, que atende diretamente a esta conta. Os servidores permanecem sob administração da Wargaming, em território internacional”.

Para quem não conhece, World of Tanks é o simulador de combate de blindados mais popular do mundo. Ele pode ser descrito como a versão atual do clássico Battle City, um jogo de batalha entre tanques bastante popular na geração 8 bits (se você não conhece, corre atrás). World of Tanks está disponível desde 2010 e desde então já alcançou a impressionante marca de mais de 120 milhões de contas criadas e mais de 1.1 milhão de jogadores simultâneos no mundo todo.

O jogo entrou para o livro Guinness ao quebrar o recorde com o maior número de jogadores ativos em um mesmo servidor – mais de 190 mil usuários logados simultaneamente. Já o World of Warships é baseado em batalhas navais e possui jogabilidade mais estratégica.

World of Tanks e World of Warships possuem download e acesso gratuito. Além disso, existem torneios bastante disputados de WoT, que costumam atrair alguns dos melhores times de e-Sports do mundo. Apostamos que os times mais famosos do Brasil acabarão por criar line ups para disputar torneios desses jogos em breve, pois a representação da Level Up vai impulsionar esses games em terras tupiniquins.

Abaixo tem um trailer de World of Tanks:

Possessão Arcana é o novo board game nacional

Possessão Arcana é um jogo de tabuleiro desenvolvido especialmente para quem gosta de jogos desafiadores e que curtem temas de misticismo e ação. Criado pelo designer gráfico Thiago Henrique Ferri, o jogo tem como pano de fundo uma batalha entre forças demoníacas e humanos dotados de poderes mágicos que defendem nosso planeta.

O título é de tabuleiro, mas com temática dungeon crawler com progressão de personagens, gerenciamento de cartas, rolagem de dados etc. Possessão Arcana entra em financiamento coletivo através do site Kickante a partir do dia 20 de janeiro. A meta é de 23 mil reais com a ideia de “tudo ou nada”, de modo que se a campanha não conseguir os resultados esperados, os doadores recebem o dinheiro de volta. A contribuição pode ser feita através do Kickante a partir do dia 20 com valor mínimo de R$ 185,90.

Em Possessão Arcana os jogadores controlam heróis que enfrentam diferentes tipos de inimigos como diabretes e lordes supremos do submundo que invadiram o plano terrestre. Os heróis escolhidos são humanos capazes de manipular a magia arcana, uma habilidade mística poderosa, mas também perigosa. Se mal dominada, o herói é dominada pelas forças do oculto e se volta contra os outros heróis. Mas ainda que isso ocorra, os companheiros podem juntar as forças para reverter a possessão e trazer o herói possuído de volta à realidade.

Ainda através da magia arcana é possível utilizar poderes letais e diferenciados. Cada herói conta com seu próprio Familiar, uma espécie de animal de estimação treinado para lutar ao seu lado. A inspiração do game veio das crenças de que nós vivemos em um mundo paralelo ao plano espiritual, onde existe o bem e o mal, anjos e demônios etc. Os desenvolvedores utilizaram criaturas conhecidas para o desenvolvimento do jogo com o os Diabretes, Greminions, Minus, entre outros.

Abaixo tem o trailer de Possessão Arcana:

Ubisoft e Electronic Sports World Cup anunciam campeonato mundial de Just Dance com etapa presencial em São Paulo

Atenção, jogadores de Just Dance!  A Ubisoft e a Electronic Sports World Cup anunciaram há poucos dias que o campeonato mundial de Just Dance terá uma etapa presencial em São Paulo. A competição é considerada a “Copa do Mundo de Just Dance” e como grande atrativo está a viagem para a França na grande final mundial.

A competição é aberta a jogadores de Just Dance de todo o mundo. O período de classificação começou no  dia 19 de julho e vai até 29 de outubro, quando 18 finalistas viajarão a Paris para as grandes finais, que acontecem entre 30 de outubro e 1º de novembro. Um brasileiro já tem lugar garantido na final.

A honraria é de Diego “Diegho.san” dos Santos, que venceu a edição 2014, quando Just Dance se tornou o primeiro game casual a fazer parte do ESWC. Para facilitar a vida dos jogadores, há um site para acompanhar as etapas.

De acordo com a organização, para participar da competição basta há dois métodos:

1 – Modo multiplayer online de Just Dance 2015 (“World Dance Floor”).

A cada domingo – de 19 de julho a 23 de agosto -, serão selecionados os jogadores com melhor desempenho no modo World Dance Floor, em um horário pré-determinado, nos seguintes países: França, Reino Unido, Itália, Espanha, Austrália, Nova Zelândia, EUA, Brasil, México, Canadá, Ásia, restante da Europa e restante das Américas.

2 – Quatro eventos presenciais com classificatórias abertas para residentes dos países sede.

– Montreal/ Canadá – Mondial Des Jeux (25 de julho)

– Colônia/ Alemanha – Gamescom (8 de agosto)

– São Paulo/Brasil – Brasil Game Show (12 de outubro)

– Paris/França – Paris Games Week (29 de outubro)

Just Dance

Brasileiro vence a primeira Copa América de Hearthstone

O Brasil é mesmo o país com os jogadores mais dedicados do mundo, ou pelo menos um dos países com jogadores mais dedicados. Prova disso é a recente conquista da Copa América de Hearthstone. O jogador Lucas “Neves” Neves venceu o primeiro torneio realizado pela Blizzard para o card game mais jogado do momento.

O torneio garante ao jogador o prêmio de R$ 14 mil, além da oportunidade de participar da BlizzCon. A curiosidade é que para garantir o status de campeão, Lucas não venceu nenhuma das temporadas de Hearthstone. Na verdade, o que garantiu sua classificação para a final da Copa América foi sua regularidade durante as temporadas.

O título foi conquistado após vencer o brasileiro Thiago “Coglorin” Pontes, da INTZ, pelo placar de 3-1. Durante a caminhada rumo à final, Lucas ainda teve de enfrenta Augusto “Guuhcardoso” Cardoso, uma das surpresas da terceira temporada; e o jogador Diego “Diegodias” Dias, campeão da 1ª temporada; e finalmente Coglorin, que é um dos melhores jogadores da região.

A terceira colocação ficou com o único jogador não brasileiro desta fase, o chileno Fernando “Wrato” Villanueva, campeão da 2ª temporada, que venceu a disputa contra Diego Dias, da Ownerd. Agora, os melhores jogadores da América Latina, incluindo os melhores da Copa América, deverão jogar a Qualificatória Regional. Os dois melhores deste torneio participarão do torneio das Américas, que leva diretamente a BlizzCon. Estes torneios deverão acontecer entre agosto e setembro.

Halo Digital inicia operações no Brasil e procura jogos nacionais para novos negócios

Há pouco tempo a empresa de tecnologia Halo Digital abriu suas operações no Brasil. Ela é uma proeminente força na Ásia que trabalha com jogos digitais, sendo que já atua na Tailândia, Indonésia, Rússia, entre outros, com mais de 200 jogos em seu catálogo.

Agora que a empresa passou a atuar em nosso país, chegou a vez dos desenvolvedores locais terem seus projetos no portfólio da empresa chinesa pelo mundo afora. Deste modo, os produtores brasileiros podem enviar seus jogos para avaliação da Halo Digital.

A primeira coisa que os desenvolvedores precisam saber é que a Halo mantém o foco em jogos mobile e para eles é importante que os games tenham algum sistema de conquistas e monetização. Mas não se preocupe, à princípio o que eles querem são jogos, ainda que na versão beta. Seu jogo precisa estar no Android ou no iOS.

Se você vai encaminhar o game para avaliação, não esqueça de mandar um arquivo em PDF ou Power Point, em inglês, para apresentar o game (um media kit, literalmente). Se houver um vídeo no YouTube, encaminhe o link também. Caso tenha números sobre o game, encaminhe também.

Uma vez encaminhado, a Halo Digital do Brasil vai reencaminhar o material para os outros oito escritórios da companhia espalhados pelo mundo. Depois disso, basta esperar o feedback de cada um deles. De acordo com a Halo, recentemente um game do Uruguai foi adquirido pelo grupo e ainda há outros em avaliação.

Para mandar seu projeto para a empresa, o desenvolvedor deve entrar em contato através do site da empresa, pelo Facebook, ou encaminhar um email para o Moacyr Alves Jr, da Acigames, que também faz parte do projeto Halo Digital. O email para envio é moacyr.junior@halodigit.com.