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Conheça Skydome, o jogo de estratégia online do estúdio indie Kinship

Você já ouviu falar de Skydome, o jogo de ação e estratégia do estúdio indie Kinship? O game está em desenvolvimento há poucos meses e chegou a dar as caras durante a BGS 2016. O objetivo no jogo é destruir as quatro bases do time inimigo enviando tropas de luta em uma arena. Basicamente temos uma mistura de MOBA e RTS, onde os jogadores de cada equipe devem trabalhar em conjunto para derrotar os inimigos.

Os combates são realizados em Skydome, uma arena flutuante onde todas as nações do mundo competem para decidir qual é a mais poderosa. Cada nação envia seus heróis mais habilidosos e capacitados para competir nesse esporte de simulação de guerra. As equipes são formadas por quatro heróis com funções diferentes e complementares, todas necessárias para o sucesso da nação. Os combates costumam durar cerca de 10 minutos, porém com bastante intensidade e emoção.

Os participantes podem convocar tropas diferentes para penetrar as defesas inimigas. O macete é que os competidores devem trabalhar em conjunto para criar uma estratégia conjunta de ataque e defesa, só assim eles poderão submeter os adversários e tornar-se campeões de Skydome. A intenção da Kinship é transformar o game em uma força considerável no cenário de eSport, principalmente entre jogadores intermediários que não podem se dedicar tanto quanto os pró-players de outros jogos.

De acordo com Cheny Schmeling, fundador do estúdio Kinship, a expectativa é que o jogo esteja no mercado durante o primeiro trimestre de 2017 com versões para PC e mobile. Os jogadores que estiverem interessados no projeto podem se inscrever no site da Kinship para receber atualizações e notícias sobre o game.

Você já jogou Skydome? Qual a sua opinião sobre o jogo? Conte para nós nos comentários abaixo. E capriche no texto.

Abaixo tem o trailer de Skydome:

O apocalipse zumbi chega à cidade de São Paulo em 2017 com o game indie Marco Zero

Durante o auge da crise hídrica que assolou a cidade de São Paulo, uma estratégia do governo e empresários é colocada em prática: despoluir a represa Billings a fim de colocá-la para uso da população o mais rápido possível. Entretanto algo desastroso acontece e uma doença infecta a água afetando toda a população, transformando as pessoas em zumbis. Este é o argumento de Marco Zero, game da produtora indie Monster Burp.

Você é Jonatan, um dos poucos sobreviventes que deve explorar a cidade devastada. Sua missão é encontrar e resgatar sobreviventes desse horror. Jonatan vivia em um campo de contenção livre da contaminação e é um dos poucos a ser liberados para ir à cidade devido a suas habilidades de combate. Porém as coisas não serão fáceis, pois a cidade está devastada e os inimigos estão em maior número.

Marco Zero não esconde suas influências de The Last of Us e clássicos como Resident Evil. Além do mundo pós-apocalíptico, o jogo promete um enredo cativante e bem complexo, além de puzzles bem imaginativos a serem resolvidos. É bem aterrador ver essa versão de São Paulo totalmente destruída, inclusive os jogadores irão passar por pontos turísticos da cidade. De acordo com os produtores, o game é dividido entre as seguintes áreas: Subúrbio, Centro Novo e Centro Velho.

A Monster Burp chegou a levar o game durante a BGS 2016 e a previsão de lançamento é 2017. A expectativa é que o game possua cerca de quinze horas de duração em sua versão final e dezenas de ambientes exploráveis, como escolas e lojas. A intenção é elevar o nível da produção de games indies nacionais. Durante a jogatina você vai conferir conflitos de ideais entre diferentes NPCs que defendem suas ideais mais extremas para acabar com o apocalipse.

Dê uma olhada no gameplay de Marco Zero:

Sobrevoe uma grande metrópole no jogo indie MegaCityCopter

Quem nunca teve vontade de voar em um helicóptero e conhecer a cidade de outra perspectiva? Essa diversão está além da realidade da maioria das pessoas, porém dá para sentir um pouco dessa sensação graças ao MegaCityCopter, um game indie que te coloca no comando de helicópteros para sobrevoar uma grande metrópole enquanto atende clientes que precisam se deslocar por diferentes pontos da cidade.

Muito da mecânica é cumprir missões para empresários e personalidades para ganhar mais dinheiro, prêmios e presentes a fim de investir em novos helicópteros e missões. A cidade é enorme (mais de 1000 km²) e é baseada em arquitetura real, onde os jogadores enfrentam problemas reais enfrentados por pilotos reais.

O título está em desenvolvimento há algum tempo, porém os desenvolvedores chegaram a levar uma demo para a Brasil Game Show 2016. Na ocasião os visitantes puderam se divertir com o game e bater um papo com os desenvolvedores. Apesar da temática, MegaCityCopter possui um estilo mais árcade. Deste modo, há algumas opções mais absurdas para se divertir, como mísseis, power ups etc. A intenção é que todos os tipos de jogadores podem desfrutar deste título sem compromisso ou a pretensão de ser um simulador.

A demo disponibilizada tinha algumas missões ao estilo “Crazy Taxi”, em que os jogadores deveriam dar carona para determinadas pessoas ou cargas. O macete é que havia um contador de tempo para que tais missões fossem cumpridas, o que dava um ar de urgência ao jogador. O problema é que surgem obstáculos e a cidade é realmente grande, ou seja, o jogador precisa ser rápido e habilidoso para cumprir as missões.

O game já recebeu sinal verde na Steam e a comunidade apenas espera a data de lançamento, que deve ser breve. O mais interessante é que o título é bem complexo, mas foi desenvolvido desde o início pelo desenvolvedor AlexandreSK. Vamos ficar atentos as novidades.

Abaixo você confere o trailer de MegaCityCopter:

Conheça o jogo de boxe brasileiro Cruz Brothers

Já ouviu falar do Cruz Brothers Game? Se você esteve na área indie da BGs 2016 as chances são altas de que tenha visto ou ouvido falar no título da produtora Donut Coffeeshop, mas se não esteve no evento, vamos falar um pouco deste título que possui uma proposta bem bacana. Basicamente é um simulador de boxe baseado em uma história real.

O estúdio Donut Coffeeshop juntou-se à Escola de Boxe Marcus Luz para criar uma web serie de boxe durante uma viagem a Cuba. O projeto deu tão certo que os responsáveis decidiram criar um jogo eletrônico, porém ao invés de simplesmente fazer um game de luta eles decidiram criar um simulador, mostrando como treinar o esporte. Além disso, questões extra-ringue podem interferir na performance dos atletas.

marc_luz-768x512A ideia parece ter sido criar uma homenagem ao mundo do boxe profissional. Os protagonistas são os irmãos Felipe Cruz e Igro Cruz, que são lutadores de boxe. Não por acaso, o modo campanha mostra a trajetória dos atletas para se tornarem campeões mundiais. O macete é que durante a aventura o jogador evolui os personagens  para encarar os desafios de maneira mais eficiente.

Esses pontos personalizáveis são atributos como dureza, força, confiança, agilidade etc. Além disso, alguns itens alterarm a performance do atleta como luvas e tênis melhores. Na fase de treinamento pré-desafio você vai para o centro de treinamento para treinar os golpes e movimentos básicos. Não basta sair esmagando os botões, mas sim esperar o melhor momento para atacar e se defender, tal como em um combate real.

A câmera se posiciona em lateral (side scrolling), lembrando muito jogos da era árcade dos games de luta como Tekken e Virtua Fighter. Porém, a mecânica é mais fiel a um combate real, ou seja, quando você tenta atacar automaticamente está abrindo mão da defesa. Mas não se preocupe: é possível tirar a defesa adversária atingindo áreas mais vulneráveis como o abdômen ou esperar o contragolpe fatal.

Mas fica o aviso: o Cruz Brothers não é totalmente uma simulação. Na verdade ele está num meio termo com o estilo árcade. Os lutadores não se cansam, por exemplo, evitando-se que os combates sejam desacelerados. Existem cinco modos de jogo, incluindo o divertido multiplayer local para até quatro participantes. Há uma versão para testes para PC e MAC. A expectativa é que o título desperte o interesse de jogadores pelo esporte de lutas marciais e pelo trabalho realizado pela Escola de Marcus Luz.

Abaixo você pode conferir um trailer de Cruz Brothers Game:

Breaking Machine relembra clássicos da geração 32 bits

Quem não se lembra dos clássicos do Playstation, Twisted Metal e Vigilante 8, aqueles combates de veículos altamente armados? Pois bem, esses jogos parecem ter sido relegados ao ostracismo, deixando uma legião de fãs espalhados pelo mundo. Felizmente para os órfãos desses títulos, o estúdio indie Xplow buscou referências neles para criar o jogo Breaking Machine.

Basicamente é um duelo de veículos armados até os dentes para decidir quem tem a supremacia das diversas arenas espalhadas pelo mundo. Breaking Machine tem foco no multiplayer (com suporte para 4 jogadores), com diversos modos de jogo. O título estava disponível para teste durante a Brasil Game Show 2016, no pavilhão indie, o que serviu para colocar a Xplow no mapa e chamar as atenções para seu promissor game.

A demo da BGS tinha apenas o modo Deathmatch, mas os desenvolvedores garantem que haverá outros modos como corrida, capture the flag, team deathmatch, entre outros. A ideia do estúdio é apelar para a nostalgia para agarrar os jogadores, inclusive tem todo aquele clima de co-op local. De acordo com os desenvolvedores, a intenção é reunir os amigos em frente a TV para uma partida descontraída. Mais ou menos como era na época do PS1.

Já na demo era possível ver uma variação interessante de veículos e a Xplow promete que haverão ainda mais carros na versão final. Toda a jogabilidade é claramente inspirada nos clássicos retro mencionados, ou seja, espere por explosões insanas, bombas, armas laser, skins alternativos etc. O único problema é que os desenvolvedores ainda não definiram uma data de lançamento para Breaking Machine.

Um fato interessante é que o estúdio adicionou uma mecânica que permite aos jogadores sair dos veículos para plantar armadilhas e pegar os adversários. A princípio a ideia não parece das melhores, pois pode desacelerar o gameplay, porém se bem executada a jogabilidade vai se distanciar um pouco de Vigilante 8 e seus contemporâneos da geração 16 bits. A Xplow ainda está terminando o projeto, então as novidades devem sair em breve.

Abaixo tem o vídeo de Breaking Machine:

Hue Defense: novo jogo da BraveWolf é um defense tower que faz paródia com a política brasileira

O destaque de hoje é outro título indie que fez bastante barulho durante a Brasil Game Show: Hue Defense. Trata-se de um defense tower com uma crítica política singela, porém mordaz. A cortesia é do estúdio indie BraveWolf, que surgiu em 2015 coma intenção de trazer inovação nos jogos eletrônicos.  Estamos na pequena ilha de Hue (sacou a referência?), que está sendo invadida por duas espécies danosas e especialmente perigosas: os azuis e os vermelhos. Cabe ao jogador construir poderosas torres munidas com armamentos pesados para eliminar essas terríveis ameaças.

A jogabilidade lembra bastante o famoso Defense Grid, do Xbox 360, ou seja, os inimigos começam a andar em fila indiana e o jogador deve montar suas torres em pontos estratégicos para deter o avanço dos inimigos e impedir que eles tomem os diversos pontos de interesse da ilha. Para tanto, você tem à sua disposição sete diferentes tipos de torres, cada uma com um tipo de poder de fogo. O desafio vai aumentando à medida que os inimigos surgem em maior número e se tornam mais resistentes.

O grande macete de Hue Defense é que cada torre possui seus próprios poderes e servem a diferentes propósitos. Assim, o jogador deve montar uma estratégia para destruir todos os invasores, não sendo suficiente apenas montar estruturas de defesa a esmo. Você pode montar torres de coxinha, mandioca, entre outras. São mais de 30 habilidades únicas. Inclusive há um sistema de níveis bem estruturado para que o jogador melhore suas defesas ao passo que derrota os inimigos.

Hue Defense faz uma paródia do atual cenário político do Brasil com bastante bom humor e sátiras. Ao longo das 20 fases que compõe o game você vai se deparar com situações facilmente reconhecíveis da política brasileira. Durante a semana da BGS 2016 o estúdio BraveWolf chegou a dar uma amenizada no tema político na página da Steam, porém as características dele permanecem as mesmas. A ideia é fazer os jogadores se divertir, porém sem deixar de lado uma reflexão sobre a política nacional.

Abaixo tem um trailer de Hue Defense:

Opus Castle leva o jogador para Castelinho assombrado da rua Apa, em São Paulo

A realidade virtual foi uma das atrações mais alardeadas durante a Brasil Game Show 2016. Um dos jogos mais notáveis a utilizar essa tecnologia foi o Opus Castle, único título para o HTC Vive e um dos melhores destaques da área indie do evento. A Messier Game & Animations fez uma parceria com a FIAP e  um grupo de alunos do curso de Jogos Digitais trabalhou no desenvolvimento do jogo bem como na apresentação do game em um estande bem bacana. Basicamente trata-se de um jogo de terror em primeira pessoa que tem como pano de fundo uma das histórias mais assombrosas da capital paulista.

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O grande macete é que além dos óculos de realidade virtual, Opus Castle também conta com capacidades gestuais, graças à tecnologia envolvida no HTC Vive. A ação se passa no Castelinho da rua Apa, localizada no centro de São Paulo, onde contam que nos anos 30 uma família inteira foi assassinada sem que a polícia chegasse ao responsável pelos crimes de forma conclusiva. Após muitos anos o tal Castelo ainda existe e é considerado um dos lugares mais assombrados do Brasil.

unnamedNo game, o jogador deve explorar as salas e ambientes secretos do Castelinho, deparando-se com as famosas aparições sobrenaturais, barulhos vindos de lugar algum e lamentos de espíritos do passado. Nesse ínterim, você acorda em um dos cômodos ao lado de um corpo crivado de balas. Suicídio ou assassinato? Você deve resolver este mistério ou fugir por sua vida.

Quem visitou o estande da Messier na BGS experimentou uma imersão sensorial sem precedentes, com uma arma na mão e uma lanterna em outra, o jogador podia caminhar pelo cenário e interagir com vários itens realmente assustadores. Inclusive o pessoal do Tecmundo levou um susto homérico jogando Opus Castle (no vídeo abaixo). A intenção parece ter sido se distanciar do que a maioria dos desenvolvedores brasileiros estão fazendo. O detalhe é que apesar de ter foco na realidade virtual, os responsáveis pelo projeto não descartam uma versão tradicional, sem o uso do HTC Vive.

Opus Castle ainda não tem data de lançamento definida, mas já fica a dica: fique de olho neste projeto se você é fã de games de terror, pois ele promete ser um dos melhores para as próximas temporadas. Mais informações podem ser obtidas no site oficial do jogo.

Abaixo tem o gameplay de Opus Castle:

conheça Holodrive, o jogo shooter 2D mais doido da BGS 2016

Conforme prometemos, vamos falar dos jogos indie que foram destaques na Brasil Game Show. O primeiro deles é brasileiro e foi recentemente aprovado na Steam, mostrando-se um sucesso latente. Trata-se de Holodrive, um shooter 2D com foco em multiplayer que coloca os jogadores no controle de simpáticos robôs para explodirem-se mutualmente causando o caos. A ideia era criar um game que fosse dinâmico e divertido.

Os personagens são bastante variados e os jogadores podem fazer uso de armas e equipamentos malucos. Um dos destaques é a possibilidade de colecionar equipamentos e roupas para personalizar os personagens. As armas garantem uma jogabilidade diversificada e cada partida acaba sendo diferente da anterior. Há jetpacks também para tornar a movimentação mais rápida e divertida.

O roteiro é simples, mas dá uma ideia do que esperar do game: Quando a Holocorp criou os Dummys com o propósito de serem o robô companheiro de todo mundo, ninguém esperava que eles se tornassem obcecados em explodir uns aos outros! Agora eles competem em renas especiais equipados com um arsenal de armas loucas e causam o caos com power-ups imprevisíveis, enquanto vestem os acessórios mais fabulosos. Nada pode dar errado!

De acordo com a desenvolvedora, Holodrive começou como um protótipo chamado Tilt feito em apenas um dia contando com influências de jogos bem sucedidos como Minecraft, Team Fortress 2, Quake e Mario Kart, por exemplo. O projeto Tilt era bem despretensioso, mas rapidamente tornou-se um hit entre a comunidade de jogadores, chegando a 950 mil jogadores em poucos meses.

O título é cortesia da Bitcake Studios, uma desenvolvedora iniciada em 2013 e a primeira brasileira a nascer com auxílio do GameFounders, um programa de aceleração dedicada a jogos eletrônicos. Assim que o estúdio conseguiu o primeiro investimento da GameFounders, foi possível participar de eventos entre desenvolvedores na Europa.

Holodrive será um jogo gratuito e abaixo você pode conferir o empolgante gameplay:

Balanço Geral: A Brasil Game Show 2016

No ano passado a Brasil Game Show divulgou que iria mudar de endereço a fim de ter um espaço maior e mais confortável para seus visitantes. Agora no São Paulo Expo, o evento realmente está maior e repleto de atrações, mas o ponto negativo é que nenhum convidado de fora veio falar com os fãs, tarefa dada aos mais populares Youtubers do Brasil.

É preciso fazer um parâmetro com as edições anteriores, quando grandes executivos estiveram presentes como Phil Spencer, Mark Wentley, Phillipe Ducharme, Dave Freeman, Katsuhiro Harada e Bertrand Chaverot já estiveram na feira e bateram papo com público e visitantes do evento. Já neste ano, os peixes grandes estavam menos acessíveis. Uma das raras exceções foi Danny Bélanger, da Ubisoft e o pessoal da CD Projekt RED que foram apresentar o novíssimo GWENT. Quem sentiu falta de falar com produtores podia ao menos falar com os produtores independentes que estiveram na feira.

14202484_1398623340161134_574375638995480620_nApesar da evidente falta de personalidades internacionais, tudo foi compensado pela presença dos Youtubers, que alegraram seus fãs. Entre os destaques podemos citar as participações de BRKSEDU, Matando Robôs Gigantes, Bruno PH e muitos outros. A sala de imprensa, aliás, nunca esteve tão cheia, mostrando que a cobertura do evento jamais foi tão grande como a deste ano. O espaço maior contribuiu para que cada um fizesse seu trabalho de maneira confortável, pois tanto os visitantes como profissionais de imprensa podiam se ocupar de suas tarefas sem o empurra-empurra das edições anteriores (apesar de o evento estar lotado).

Muitos jogos na Brasil Game Show 2016

Na área da Sony, o grande destaque foi Horizon: Zero Dawn que estava com uma demo repleta de ação e exploração. As máquinas com o jogo estavam com filas enormes, assim como as plataformas com jogos já lançados, como as de Uncharted 4, e No Man’s Sky. Outras novidades foram as demos de The Last Guardian, de Fumito Ueda, Gran Turismo Sports, Dragon Ball Xenoverse 2, Final Fantasy XV, Bound, entre outros. O destaque fica por conta de Call of Duty Infinity Warfare, que só podia ser jogado no estande da Sony. O estande da gigante japonesa merece uma menção honrosa, pois estava bem bonito, apresentando um telão curvo para exibir trailers e gameplays de lançamentos bastante aguardados.

14224827_1398623100161158_7765475670733773866_nJá do lado da Microsoft o estande era de formato robusto, com um telão de cinema para mostrar os vídeos e jogos da plataforma americana. Nas plataformas de jogos havia muitas novidades bastante aguardadas como Dead Rising 4, Forza Horizon 3, Overwatch, Formula 1 2016, Quantum Break, Necropolis e GWENT. Os jogos mais disputados foram ReCore, Halo Wars 2, Cuphead, Killer Instinct, Minecraft Battle Mini Game e, é claro, Gears of War 4. Além de oferecer esses jogos, a Microsoft ainda realizou uma ação bem positiva para seus fãs: bastava jogar qualquer game para pegar um carimbo e concorrer a um Xbox One. Tal ação valia todos os dias do evento, ou seja, um videogame para cada dia de feira.

Fora do circuito dos estandes havia a Brasil Game Cup, a série de torneios disputados dentro da BGS. Entre as finais estavam a de Dota 2 com os times da Pain Gaming e Tshow (melhor para a Pain); Hearthstone, Counter Strike GO e Clash Royale. Quem foi conferir a BGC provavelmente não viu a Brasil Game Show, pois o público que curte campeonatos de jogos geralmente fica e permanece até o grande final, como se estivessem alheios ao resto.

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Além dos estandes da Sony e Microsoft, havia centenas de outras empresas mostrando suas novidades. Um dos mais visitados foi o estande da Ubisoft, que estava logo na entrada do evento e já hipnotizava os gamers com títulos de alta qualidade como Rainbow Six Siege, For Honor, Steep, Ghost Recon Wildlands, Watch Dogs 2 e Just Dance. Outros estandes chamavam as atenções foi a de GWENT, promovido pela CD Projekt RED, que era bem grande e movimentado.

A NVIDIA montou um estande bem bacana para promover Tekken 7 e Project Cars em altíssima definição. Um dos estandes mais bonitos do evento todo foi o da HyperX, que trouxe os populares LoL, Overwatch e Counter Strike. Já a Warner Bros levou para o evento UFC 2, Street Fighter V, FIFA 17, Resident Evil 7 e Batman Arkham VR (estes dois últimos a portas fechadas).

14232492_1398623096827825_3992278457098487630_nUm dos eventos dentro do grande show foi sem dúvidas a Brasil Game Jam, que reuniu desenvolvedores indies para criar um game do zero a partir de uma ideia divulgada no início do evento. Futuramente vamos falar sobre como foi o Game Jam, da mesma forma como falaremos sobre o pavilhão indie (jogo por jogo). Para quem não estava a fim de ver novidades, o ideal era fica na área dos fliperamas, que possuíam clássicos dos games de luta e shmups como King of Fighters, Street Fighter e Sonic Wings.

Por fim, a Brasil Game Show 2016 tornou-se um evento maior, mais organizado e capaz de atrair diferentes nichos de jogadores. Infelizmente os grandes executivos e produtores dispensaram um contato mais próximo com o público, mas espera-se que na próxima edição eles estavam lá, afinal a Microsoft e a Sony estarão com plataformas novas no mercado e será importante fazer a divulgação de maneira mais direta. O fator negativo (como sempre) fica por conta dos preços praticados por algumas empresas dentro do evento, comer na BGS está fora de cogitação.

As atrações que você precisa conferir na BGS 2016

A principal feira de games da América Latina, a BGS, chega a sua  9ª edição com muitas novidades para os fãs de games e tecnologia. Entre os dias 01 e 05 de setembro, o público poderá conferir no São Paulo Expo os lançamentos dos principais jogos, participar de campeonatos e ainda levar para a casa o colecionável do seu game favorito.

Confira as atrações da BGS 2016 que você não pode perder:

  1. Novidades e lançamentos de games

O ponto alto da Brasil Game Show são os lançamentos e as novidades do mundo dos games. Nesta edição, alguns títulos importantes já confirmaram presença, como “Resident Evil 7”, “Gears of War 4” e “For Honor”. Também já estão garantidos na BGS 2016 “Steep”, game de esportes radicais de inverno da Ubisoft; o jogo de dança “Just Dance 2017”; “Forza Horizon 3”, que leva as pistas de corrida em mundo aberto para a Austrália; e “Batman Arkham VR”, experiência em realidade virtual do homem-morcego. Entre os destaques, provavelmente um dos mais aguardados para a feira é Horizon Zero Dawn da Sony.

 

  1. Brasil Game Jam

Na edição deste ano, a BGS terá um espaço voltado para a criação de games. 10 equipes de três estudantes universitários cada terão 48 horas para desenvolver um game do zero dentro da feira, em uma casa de vidro montada no São Paulo Expo. O espaço é apoiado pela Globo, o que deve garantir uma grande visibilidade para os vencedores, além de uma competição de alto nível.

 

  1. Loja de colecionáveis e presença de youtubers

A ToyShow, maior loja de colecionáveis da América Latina, participa pela segunda vez da BGS. Neste ano, a loja levará mais de cinco mil produtos diferentes entre Action Figures, estátuas, bustos, réplicas, artigos de decoração, camisetas, Legos e acessórios. Marcas cobiçadas pelo público, como Marvel, Dc Comics, Star Wars, Bandai, Sideshow, Hot Toys, DTC e Funko, também estarão presentes. Haverá no estande da loja um palco para entrevistas e tarde de autógrafos com youtubers. Os Irmãos Piologos e Júlio Cocielo, do Canal Canalha, já estão confirmados.

 

  1. Campeonatos de games com premiação

A BGS 2016 também vai organizar um campeonato de Counter Strike: Global Offensive do game mobile Clash Royale, que vai oferecer até R$ 10 mil aos vencedores. Além deles, algumas produtoras realizarão torneios fora da Brasil Game Cup, como é o caso da CD Projekt RED que vai convidar seus visitantes em um torneio de GWENT.

 

 

Serviço – BGS 2016

Quando: 1 a 5 de setembro

Onde: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo/SP

Horário: 13h às 21h