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Recapture sushis piratas em Sushi Bomb, primeiro game da Overtime

Sushi Bomb

Um estúdio da games localizado em São Bernardo do Campo, SP, lançou um novo jogo para iPhone e você pode testar a novidade mesmo se não tiver o aparelho da Apple. O Overtime Studios lançou no final de agosto uma versão beta do game Sushi Bomb, que pode ser acessado pelo PC. A ideia é que os jogadores testem o game e em seguida respondam a um questionário dizendo o que acharam do projeto.

O game é de estilo action-puzzle e desafia os jogadores a atirar bombas pelos cenários a fim de recuperar os sushis que fugiram do bar. Na trama, uma tripulação de sushis piratas fugiram do sushi bar para não virar comida. Agora o sushiman tem de utilizar bombas de wasabi para reciuperar os sushis fugitivos. A trama é bem nonsense, porém a ideia é divertir o jogador.

Até o momento o game só tem versão para iOS, porém há planos para uma versão para Android em breve. A versão beta conta com 5 fases, enquanto que a versão free terá 10 fases e a definitiva conta com 27 fases. O game é bem desafiante e promete divertir o jogador, além disso, vale dizer que este é o primeiro projeto da Overtime.

IndieReporter: Space Boost, o primeiro lançamento da GamerSeed

Falamos de Anderson Ferminiano e de seu estúdio GamerSeed. Hoje, o assunto é Space Boost, o primeiro game publicado pelo estúdio.

O game gratuito de ação está, por enquanto, disponível apenas para iOS. Pela sinopse, parece um novo Asteroids (lembra?) – aquele game em que você precisa vagar pelo espaço com sua nave destruindo asteróides antes que eles o destrua.

Space Boost é realmente simples: você precisa rumar em direções a novas galáxias, usando o acelerômetro do iPhone (ou do iPad) para conduzir a nave. Com um toque, você ativa o nitro para aumentar a aceleração e, assim, pontuar mais. Esses pontos (estrelas, na verdade) são somados a cada partida e podem ser investidos em naves mais potentes.

Apesar da simplicidade, o game surpreende. Ainda mais quando sabemos que levou duas semanas para ser programado. E o estúdio oferece atualizações semanais do game, que acrescentam novidades como tiros e naves inimigas.

No futuro, o pessoal da GamerSeed pretende trazer Space Boost também ao Android, o que deve aumentar a base de fãs. O jogo está sendo bem recebido entre os usuários do sistema portátil da Apple, e hoje tem pontuação máxima em sua avaliação.

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Tap Sandboard: deslize nas areias com este jogo brazuca

Tap Sandboard é um game é baseado no esporte Sandboard, que dá nome ao jogo e ao fato de o usuário ter que dar apenas um clique para fazer tudo que for preciso. Dentro do aplicativo o jogador poderá escolher entre 2 personagens que terão diferentes habilidades de manobra.

Para sobreviver é necessário desviar dos obstáculos como árvores e pedras. Além disso, um monstro persegue o jogador durante a partida. A única forma de matá-lo é passando sobre um frasco que contém uma poção mágica que fará com que a tela fique vermelha durante alguns segundos.

Neste espaço de tempo, o player, além de clicar sobre o monstro para matá-lo, poderá clicar sobre os obstáculos para destruí-los. O jogo ainda contém poças da água para atrapalhar a vida dos gamers e uma rampa para ajudar a desviar das pedras.

Tap Sandboard Brasil é composto por dois modos de jogo:

  • Endless: o jogador tem que tentar sobreviver o máximo de tempo que conseguir;
  • Challenge: o jogador tem o objetivo de cruzar a linha de chegada sem morrer e pegar ao menos 1 estrela entre as 3 possíveis.

Dentro desses 2 modos de jogo o gamer pode capturar estrelas que permitirão comprar mais personagem e um novo undo com mais 9 fases dentro do modo Challenge. Também é possível dentro da loja comprar estrelas para fazer estas compras.

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IndieReporter: The Mystery of the Japanese Werewolf

No primeiro trecho do IndieReporter falamos sobre o desenvolvedor Daniel Novais, criador do webgame Estamos Pensando (jogo em Flash que gerou bastante resenhas em 2008, inclusive por parte da mídia internacional).

Hoje, é hora de falar sobre seu mais recente trabalho, concluído depois de anos de desenvolvimento. The Mystery of the Japanese Werewolf (ou apenas J-Werewolf), para iOS, está em desenvolvimento solitário desde 2009, e Daniel contou um pouquinho mais sobre o game para a gente.

Criado em 2D, o game plataformas tem mecânica semelhante a jogos que fizeram fama nos 8 e 16 bits, como Super Mario, Ninja Gaiden e Metroid. Não apenas os gráficos como as músicas, foram feitas por Daniel Novais. Sua esposa colaborou, criando a música título de J-Werewolf.

Daniel contou que no início não conseguia se dedicar por muito tempo ao projeto por conta do emprego: passava apenas uma hora por mês no desenvolvimento pesado. Mas no ano passado saiu do emprego e começou a se dedicar em período integral ao título.

O resultado está aí, e testamos o jogo por aqui, e temos que dizer que nossas primeiras impressões foram ótimas. J-Werewolf conta a história de Eileen, uma aspirante a ninja que se depara, logo na primeira cutscene, com o pouso de uma nave espacial. O piloto é um dinossauro bem humorado.

O que segue daí é um game plataformas de música saudosista e gráficos bacanas. As piadinhas, constantes durante o jogo, acompanham os diálogos que surgem no decorrer do game e não são forçadas. As interações do Game Center, com objetivos cumpridos, acrescentam na graça e jogando um pouco você entenderá o porque.

Nos agradou o fato de que – ao contrário do que parece ter virado o padrão hoje – você aprende enquanto joga. Sem blá blá blá e sem nível tutorial, algo que realmente nos remete aos oito bits, quando a gente jogava pela intuição, sem saber direito para onde estava indo e descobria, conforme o jogo rolava, seus macetes.

Os controles são bem criados. Daniel teve o cuidado de colocar os direcionais (esquerda e direita) do lado esquerdo do dispositivo, e os botões para golpe e salto, do lado direito. Assim você consegue correr e pular, ou atacar enquanto se move. Toque blocos na tela e eles serão destruídos, uma inovação interessante que aproveita a interface do iPhone.

Outro ponto legal, que devemos ressaltar, é que a tela é bem limpa. Além da faixa inferior usada pelos controles, você não tem mais nenhuma interferência constante. Os diálogos aparecem rapidamente na linha superior da tela, e o medidor de energia da heroína ninja é sua própria camiseta. Eileen pode receber três golpes. Quando sua energia está cheia, a camiseta é verde; depois do primeiro golpe, fica amarela, e quando estiver vermelha sua vida está por um fio.

O game atualmente é vendido por US$ 0,99 e receberá atualizações. Hoje, conta com aproximadamente duas horas de diversão. No próximo pacote, com a expansão, será vendido por US$ 1,99, e o criador de J-Werewolf espera que o game se mantenha atualizado gratuitamente para seus jogadores em um molde semelhante ao que acontece com Pocket God, vamos torcer.

Por enquanto, é apenas para iOS, mas Daniel não afasta a possibilidade de portá-lo para outras plataformas. Mas avisa que isso ainda não está nos planos.

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Pet it out, o novo jogo desafio que chega para smartphones e tablets

Desenvolvido pela empresa brasiliense Candango Games, o título casual oferece 150 fases que desafiam o usuário a mostrar habilidade e muita precisão

Raciocínio rápido, precisão nos movimentos e muita concentração. Essas são apenas algumas das habilidades que o usuário terá que mostrar ao jogar Pet it out. O game, disponível para iPhone, iPad, iPod e celulares equipados com Android, chega para ser mais uma opção de game casual para crianças e adultos testem suas habilidades.

Desenvolvido pela Candango Games, o jogo permite interagir com diferentes personagens que contam com características próprias que lhes possibilitem enfrentar as mais diversas situações. Presos misteriosamente num zoológico intergalático, os pets devem explorar um total de 150 fases até conseguir encontrar o caminho de volta para casa. Seja escalando paredes com o agitado macaquinho, mergulhando fundo no oceano com o ousado pinguim ou saltando alto com o valente sapinho, o jogador terá que mostrar muita habilidade, ao aliar velocidade, inteligência e capacidade de orientação.

Isso porque ele deve conduzir cada pet por trajetos repletos de perigos e armadilhas como campos gravitacionais que desafiam as leis da física ou chuvas de raios laser que atrasam o progresso de cada mascote. Tudo isso o mais rápido possível e utilizando o menor número de movimentos até chegar ao portal que permite avançar para a etapa seguinte. E é claro, sem esquecer de recolher a maior quantidade de estrelas e troféus espalhados pelos cenários. Na medida em que os planetas vão sendo deixados para trás a complexidade e os desafios só aumentam.

Com uma jogabilidade intuitiva em fases de diferentes graus de dificuldade, Pet it out faz com que o jogador – seja ele casual ou mais experiente – tire todo o proveito do recurso da tela sensível ao toque para explorar os mais diferentes planetas do espaço. Ao melhor estilo adventure, o usuário deverá saber tomar as decisões corretas no tempo certo para atingir os objetivos e alcançar a pontuação máxima.

O game conta com um raking que permite comparar o resultado alcançado pelos animalzinhos em cada fases com a performance obtida por outros jogadores. Além disso, é possível utilizar outros dois sistemas de classificação: o Game Center, da Apple, e o Openfeint, utilizado por celulares Android. Também pode postar a pontuação alcançada em redes sociais como o Facebook e o Twitter e compartilhar com toda a rede de contatos como anda o desempenho no Pet it out.

O nível de dificuldade pode ser alterado, acelerando ou diminuindo a velocidade com que os obstáculos se apresentam em cada um dos mundos enfrentados. As músicas armazenadas no gadget do usuário podem, inclusive, ser selecionadas para servir de trilha sonora durante a aventura.

Disponível para download na App Store pelo valor de US$ 0,99, o game também conta com uma versão on-line e para Facebook, em que o jogador pode conhecer um pouco mais sobre o título e testar a jogabilidade de Pet it out. Para conferir, basta acessar a página oficial do jogo.

Promoções em App Store estão mudando modelos de negócio

Vira e mexe, aparecem descontos em aplicativos e games na App Store. Para os jogadores, é uma maravilha, mas isso pode estar mudando o modelo de negócios do mercado de games.

Curioso, o artigo publicado pelo site GameIndustry comenta que os descontos vindo de grandes distribuidoras estão forçando companhias menores a apostar em modelos como o “freemium”.

A distribuidora canadense Fuse Powered, por exemplo, trocou de modelo de negócio por conta dessas quedas de preço, que acabam colocando os jogos de grandes empresas na lista de aplicativos mais populares e tirando visibilidade dos games menores.

A ideia da Fuse Powered é criar uma rede dedicada de seus jogadores e, com a frequencia de lançamento, promovê-los de forma cruzada entre sua base de jogadores, sem depender de listas de games mais populares.

Para Jon Walsh, CEO da distribuidora canadense, o risco continua para quem vende games a 99 centavos.

O que você, leitor, acha disso?

Delivery Box é um game educacional gratuito para iPad

O Delivery Box, já disponível na App Store, é um game ambientado em um jardim de infância com o objetivo de transportar bloquinhos na caçamba de um caminhãozinho sem derrubá-los no percurso desenvolvido pela Yotta Apps.

Você se lembra daqueles bloquinhos de madeira em formato de casas, castelos e pontes com os quais brincávamos quando crianças? Este é o clima do jogo onde um trajeto com rampas e obstáculos dificultam a sua corrida para a entrega e, é claro, quanto mais rápido você for, melhor.

Cuidado com os solavancos e tente chegar ao final com a maior quantidade de bloquinhos que conseguir, voltando à infância com este joguinho viciante!

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Executivo da Gaikai coloca Apple como ameaça real aos consoles e portáteis

Para Dave Perry, fundador da Gaikai, serviços de jogos nas nuvens (que permitem que qualquer pessoa com um computador equipado com navegador e internet banda larga jogue, independente de poder de hardware ou sistema operacional) não são as reais ameaças para os tradicionais consoles de videogames.

O executivo coloca a Apple como a maior ameaça, principalmente no que diz respeito aos portáteis dedicados. Perry defende que a fabricação rápida e a atualização anual da linha de hardware praticada pela dona do iPhone, e a atualização do sistema operacional com novos recursos que o público quer a cada seis meses coloca o restante da industria, que estava acostumada com lançamentos de novas linhas em ciclos de cinco a sete anos de distância em cheque.

E, se o problema para os consoles existe, ele é maior ainda frente aos portáteis dedicados.”Eu acho que portáteis estão sendo desafiados agressivamente por celulares. Eu mesmo gasto muito dinheiro no iPhone, e se você olhar um portátil hoje, aqueles que continuam fazendo, eles ainda são criados como máquinas de jogos. As crianças hoje não querem carregar coisas que realizem só uma tarefa. Elas carregam seus telefones e eles fazem tudo”, disparou.

Você concorda? Seria mesmo a Apple a maior ameaça à concorrência na indústria de games?

[Via CVG]

Executivo dos games critica Apple e seu iOS

Trip Hawkins, um dos fundadores da Electronic Arts e CEO da Digital Chocolate, deu uma entrevista ao site da revista Edge em que critica a Apple e seu iOS.

Hawkins fala com conhecimento de causa — já trabalhou como diretor de estratégia e marketing da companhia de Steve Jobs no começo dos anos 80. Segundo o executivo, na tentativa de forçar o uso da App Store, a companhia removeu o Flash do navegador do aparelho.

“Eles falam algo como ‘Ah, nada contra o Flash; nós apenas preferimos HTML5’. Bem, o Flash pode fazer coisas realmente boas, e com o HTML5 isso não pode ser feito”, criticou.

A natureza fechada da Apple também foi alvo de críticas de Hawkins, que acha que a censura não funciona muito bem, uma vez que no fim a lojinha de aplicativos está com um monte de aplicativos inúteis, como os que simulam o som de peidos.

O que você acha da decisão de remover o Flash do navegador do iOS? E da censura da Apple em aplicativos?

Mais um aplicativo brasileiro é lançado para iPhones, iPods e iPads

O pessoal da empresa nacional Crazy Minds Game Studio entrou em contato conosco para falar sobre Energized Dice, sua aplicação estreante na App Store, lojinha da Apple para sua plataforma iOS.

O aplicativo que, esclarece o pessoal da Crazy Minds, não é um game, mas sim um software de entretenimento, utiliza física precisa e a engine Unity 3D.

O game foi atrasado por conta de um bug existente na interação entre a ferramenta Unity 3D e o sistema da Apple, mas que finalmente está pronto.

Como o nome indica, o aplicativo gratuito simula um dado com a tecnologia PhysX, da NVIDIA, e alguns efeitos sonoros bem bacanas, que ajudam a aumentar o realismo, como se os dados estivessem mesmo dentro do aparelho.

Energize os dados apertando o botão até que comecem a pular, chacoalhe o aparelho e, com ajuda dos acelerômetros, os dados são lançados.

Energized Dice está bonito, e poder ser baixado de graça é um incentivo ainda maior para quem tem iPhone, iPod ou iPad. Deixem seus comentários contando o que acharam.

:: O aplicativo pode ser baixado gratuitamente da App Store