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Nova coleção do McLanche feliz é do filme Angry Birds

A nova campanha do McDonald’s tem tudo para agradar crianças e fãs de videogames, pois a nova linha do McLanche Feliz é dedicada ao filme Angry Birds, a animação que chega ao cinema no dia 12 de maio. Ao todo serão 14 brinquedos que retratam em detalhes os personagens do Game da Rovio.A intenção da campanha é ajudar na divulgação do longa metragem, mas a popularidade da franquia por si só, vai atrair mais do que cinéfilos ao McDonald’s.

A coleção McLanche Feliz Angry Birds fica disponível em todos os restaurantes McDonald’s a partir de 4 de maio. De acordo com a rede de fast food, inclui quatro personagens com diversas funcionalidades e 10 divertidos lançadores com alvos. Entre os personagens, os destaques são o Red Cabeça Quente, líder dos Angry Birds; Chuck Veloz; Matilda Lançadora de Ovos e o enigmático Porco Peão.

“Essa é a segunda vez que Angry Birds estrela uma campanha de McLanche Feliz – a primeira, em 2015, foi um sucesso! A ideia de trazê-los novamente é estimular momentos especiais e lúdicos para toda a família que for a um de nossos restaurantes. E, para proporcionar essa experiência, nada melhor que trazer personagens divertidos e mundialmente queridos”, conta João Branco, Diretor de Marketing do McDonald’s no Brasil.

Para quem estava por fora, o longa metragem conta, de maneira bem-humorada, a história de Red, Bomba e Chuck, que viviam isolados da comunidade de pássaros felizes devido às suas personalidades peculiares. Eis que surgem os Porcos e roubam os ovos desses pássaros, desencadeando a ira das aves.

Abaixo tem um vídeo do canal Mundo dos Toys, mostrando a nova coleção de Angry Birds:

Ludic Side lança Candy World Quest para mobile e web

A Ludic Side Game Studio, de Belo Horizonte, MG, acaba de lançar seu mais novo game social, prometendo uma experiência diferente do habitual. Candy World Quest é um game de puzzle que lembra algo de Angry Birds. A tarefa do jogador é mirar em alvos específicos com uma rosquinha. A graça é treinar a pontaria enquanto destrava novos níveis e doces.

O jogo é dos mesmos criadores de Hotel Panic e Freeze the Way, ou seja, pode esperar bastante desafio. Felizmente existem alguns power ups especiais que facilitam a vida do jogador nas fases mais complicadas. São cerca de 50 fases desafiadoras e o game ainda possui integração com o Facebook, de modo que pode-se desafiar os amigos em competições rankeadas.

Candy World Quest está disponível gratuitamente para iOS, Android e Web. O jogo é indicado para fãs de jogos casuais e que gostam de games bastante coloridos e desafiadores. A trilha sonora é alegre e até um pouco infantil. Há suporte para os idiomas Inglês, espanhol, português, italiano, francês e alemão.

Trailer do game Candy World Quest:

Retry: Rovio lança sua versão de Flappy Bird

Um dos jogos de maior sucesso no cenário indie dos últimos tempos foi certamente Flappy Bird, jogo que dispensa apresentações. Pois bem, o game vietnamita deu o que falar, e virou sensação na internet. O sucesso foi tanto que dezenas de clones foram lançados assim que o Flappy Bird original foi retirado do ar por seu criador.

Pois bem, uma das empresas de maior expressão no cenário mobile, a Rovio (criadora de Angry Birds), entregou-se à onda e lançou sua propria versão de Flappy Bird. O game da Rovio chama-se Retry e apresenta um avião ao invés de um pássaro e, ao invés de encanamentos, o jogador deve desviar-se de obstáculos mais elaborados. O título é dividido em quatro mundos: Summer, Winter, Future e Pyramids.

Além da mecânica de jogo, Retry também bebe de sua fonte inspiradora nos gráficos datados que relembram a geração 8 bits e na jogabilidade simplista. As semelhanças estão à vista de todos, mas o game não deixa de ser divertido.

O game da Rovio foi lançado até o momento apenas nas App Store do Canadá, Finlândia e Polônia, porém o lançamento mundial deve ocorrer a qualquer momento. O game é gratuito, porém conta com as habituais microtransações para desbloquear determinados mundos ou recomeçar a partida a partir de determinados checkpoints.

Apenas ficamos nos perguntando porque a empresa finlandesa escolheu um avião ao invés de um pássaro vermelho enfurecido? Ainda assim, parece bastante viciante e desafiador.

Quem jogar primeiro poderia contar aqui o que achou do game?

Abaixo tem um trailer do game Retry:

Top 10: Games Independentes que quebraram barreiras

Conheça os Top 10 Games Independentes que quebraram as barreiras do sucesso. Umas das atividades mais comuns no GameReporter é falar sobre jogos independentes e projetos de baixo orçamento nacionais. Hoje vamos fazer isso de uma forma diferente: vamos eleger 10 games indie que quebraram barreiras de sucesso, qualidade e prestígio. Serve como um belo incentivo para qualquer um que entra na indústria e almeja alcançar o sucesso de crítica e pública.

Não garantimos que todo mundo fica rico fazendo jogos, mas temos certeza que se o seu game for de qualidade, com certeza ele será tão bem sucedido quanto qualquer um dessa lista. Afinal de contas, a grande parte dos desenvolvedores dos jogos abaixo começou exatamente como os desenvolvedores brasileiros. Que saber quais os dez games indie que fizeram mais que o “arroz com feijão”?

Confira na lista abaixo:

10 – Machinarium

Machinarium é um daqueles jogos que você olha e pensa: “poxa, por que ainda não joguei isso?”. Se você realmente não jogou esta genialidade e obra de arte, a hora é agora! Sua missão é controlar um pequeno robô que desbrava uma cidade em busca de sua namorada, aprisionada por vilões que aterrorizam as ruas e a população. Com esse plot inicial muita gente acredita que Machinarium não é nem um pouco interessante. Entretanto, o game surpreende já nos primeiros minutos.

Com muitos desafios que exigem a criatividade do jogador, Machinarium é uma aula de como se faz um bom jogo. Extremamente obrigatório para fãs de jogos indies e para quem quer sair da rotina de jogos AAA. Ah e a direção de arte é uma das melhores que você verá em sua vida gamer.

9 – Castle Crashers

A época de fliperamas pode ter acabado, mas sempre tem como dar aquela revisitada com  alguns jogos que remetem a gêneros da época, e se você esta em busca de um ótimo beat ‘em up a nível de Knights of Round, acredite: Castle Crashers é a escolha certa.

Com gráficos cartunescos e genias, Castle Crashers coloca de um jogador até quatro jogadores em uma aventura com muita ação mesclando elementos de RPG. Além do modo história existem outros modos de jogo como o Arena que prolongam a jogatina por muito tempo. O game é referencia quando se fala em títulos indies de alta qualidade.

 

8 – FEZ

FEZ é provavelmente um dos jogos indies mais conhecidos da geração e um dos poucos que tornou seu criador em uma celebridade da indústria. Os méritos do jogo foram de misturar a simplicidade dos jogos 2D de antigamente com mecânicas em 3D para a solução de puzzles. No jogo você controla o ser bidimensional Gomez que descobre uma forma de explorar o mundo em 3 dimensões. Alguns problemas ocorrem e Gomez precisará usar sua nova habilidade para reunir pedaços de cubos para restaurar o mundo que vive.

Os quebra-cabeças em FEZ eram instigantes e a perspectiva de jogo parecia um sopro de criatividade em meio aos jogos de plataforma 2D. O título chegou na Xbox Live em 2012 e muita gente deve ter ficado se perguntando “porque ninguém pensou em fazer algo assim na geração 32 bits?”. FEZ sofreu vários adiamentos até chegar ao mercado, mas quando chegou foi um dos destaques da Marketplace. Acabou ganhando versão para as plataformas da Sony e até foi um dos temas do documentário Indie Game: The Movie. Phil Fish chegou a anunciar uma sequência, mas acabou se retirando da indústria por razões pessoais.

7 – Super Meat Boy

Flash Meat Boy foi um game indie que passou batido pela indústria, mas nem por isso seus criadores (Edmund McMillen e Tommy Refenes) desistiram de criar jogos. A justiça veio para a dupla com Super Meat Boy. Se você não conhece, provavelmente esteve ocupado demais com jogos AAA para se dar conta do que acontecia com o cenário indie. SMB é simples, isso é fato, não é um jogo ambicioso e tão pouco faz algo impensável em outros jogos de plataforma, mas ele é divertido e desafiador ao extremo.

A premissa segue a cartilha de jogos de plataforma da geração 8-16 bits, ou seja, você controla um jovem herói que precisa resgatar uma garota que foi sequestrada por um vilão. A partir daí você passa pelo cenário pulando e desviando de armadilhas mortais. Quando foi lançado em 2010, o título ganhou prêmios importantes da crítica e a atenção dos jogadores graças a seus controles precisos e a arte retrô. Se você curte games simples, mas bem feitos e desafiadores, Super Meat Boy é o que procura.

6 – Slender: The Eight Pages

Em 2012 já era evidente a crise dos games de terror: poucos eram os jogos que realmente metiam medo nos jogadores. Nem mesmo séries consagradas como Silent Hill e Resident Evil pareciam ter o mesmo fator aterrorizante de outrora. A solução para resolver o problema foi Slender, um game da produtora indie Parsec Productions. De cara o game já mostra o que define um game de horror psicológico: mistério, sensação de estar indefeso e ambientes escuros.

Você inicia numa floresta no meio da noite e precisa achar 8 páginas deixadas por uma suposta vítima da criatura Slender (retirada especialmente de lendas urbanas). Os problemas começam quando o jogador se dá conta que não há nada para se defender e a criatura está a te perseguir. O pior é que não se pode ficar olhando para o Slender por muito tempo, senão é Game Over.

Sua única ajuda é uma lanterna fraca e a coragem. Quem jogou sabe que o game dá muito medo mesmo, não por acaso o jogo foi um sucesso na internet (mais de 2 milhões de downloads). A boa recepção de Slender garantiu uma sequência em março de 2013. O game é importante entre os milhares de indies não por ser o melhor no gênero terror, mas por mostrar como o survival horror pode ser de qualidade com simplicidade. Arrepiante!

5 – Limbo

Limbo é provavelmente um dos melhores games dos últimos anos. Nele você controla um garoto em busca de sua irmã desaparecida passando por armadilhas e escapando de criaturas como vermes e uma aranha gigantesca. O que torna Limbo único é a junção da música minimalista com a arte gráfica pendendo para o preto e branco.

O grande macete são os quebra-cabeças que sempre se ligam ao tema de vida e morte: algumas armadilhas que matam o herói acabam por ajudá-lo a vencer inimigos mais à frente. Em outras palavras, Limbo é mais que um jogo de plataforma em side scroll, mas sim uma mistura desse gênero com um enorme puzzle. A estética do game mostra logo no início que Limbo não é um jogo qualquer, mas um produto lapidado com esmero. O final vago abre espaço para variadas interpretações e este é mais um dos motivos que Limbo é imperdível. O sucesso foi tal que o título enriqueceu a conta bancária de seus criadores de uma maneira surpreendente.

4 – Braid

Braid é outro game indie a vencer barreiras. Seu estilo artístico é dos mais bonitos que um platformer/puzzle já teve. Sua qualidade deve-se bastante aos cenários artísticos e à sensação de magia que o game transmite: você controla Tim, um jovem que precisa resgatar a princesa de um monstro. Mas não pense que a história é um Mario Bros. da vida. Na verdade toda a história é uma grande metáfora que fará o jogador pensar e repensar até entender toda a trama.

Os puzzles são bem desenvolvidos e envolvem muito de volta no tempo e refazer ações. A arte do game é belíssima, assim como a trilha sonora. Graças a esses elementos, Braid foi um dos jogos mais bem avaliados na Xbox Live e ganhou inúmeros prêmios. O título foi tão bem sucedido que até mesmo o cultuado game designer Suda 51 disse que o título o fez ter vontade de criar um jogo em 2D. Se você não o jogou, dê uma pesquisada, pois vale a pena. Apesar de ser curto, Braid é uma experiência de game como há anos não se via.

3 – Journey

Journey é um jogo diferente de tudo que você já viu, com um cenário simples e uma premissa cativante, a ideia aqui é levar o jogador a outro nível de exploração. A ideia básica é colocar os jogadores no comando de um personagem encapuzado que deve chegar até uma alta montanha. Os desenvolvedores queriam que os jogadores sentissem sentimentos de insignificância e grandiosidade. O resultado final foi um dos jogos mais memoráveis do PS3.

O estúdio responsável (Thatgamecompany) pela obra deve se orgulhar de ter conseguido transmitir diferentes sentimentos aos jogadores através deste jogo. Journey é realmente obrigatório para os donos de PS3, pois ele emociona do princípio ao fim. Extremamente lindo e com significados que  diferenciam de acordo com a interpretação do jogador, o titulo é sem duvidas um marco na historia do console e da criação de jogos independentes.

2 – Angry Birds

Angry Birds é um dos jogos indie mais famosos de todo o mundo, tanto que há quem considere que ele já nem deve ser considerado indie. De acordo com dados extraoficiais, o game da Rovio foi baixado cerca de 2 bilhões de vezes contando todas as plataformas em que está disponível, ou seja, um número muito acima de títulos AAA de consoles. O segredo do sucesso está obviamente no gameplay simples, porém viciante, no character design caricato e divertido, no preço baixo e na trilha sonora marcante.

O título é uma das experiências mais casuais que você pode ter: basta lançar pássaros contra porcos e seus obstáculos. Pronto, ai estava uma fórmula de sucesso sem igual. O game é provavelmente um dos mais bem sucedidos entre aplicações móbile e passou a barreira do sucesso, indo para consoles de bolso e de mesa. Depois disso, foi um “arremesso” para os pássaros mais bravos dos games ir parar em pelúcias, salgadinhos, brinquedos, um spin-off com Star Wars, etc. Um fenômeno. Você pode não gostar da simplicidade, mas com certeza tem de admitir que Angry Birds é um dos indies mais bem sucedidos da história.

1 – Minecraft

Um bom visual não precisa ser necessariamente realista e bem desenhado, mas sim criativo. Essa é a premissa de Minecraft, um dos maiores sucessos desta geração. Quem não perdeu horas e horas construindo algo nesse jogo e xingando os creepers aleatórios que surgem no mapa, não sabe o que esta perdendo. O game da Mojang deveria entrar para lista de drogas proibidas, pois o game realmente vicia muito. São raros os jogos capazes de prender o jogador na frente da TV com tanta competência quanto Minecraft.

Isso não é uma advertência, todavia. O jogo é muito bom e orientamos que todos o aprecie sem moderação. A ideia básica é permitir que o jogador construa coisas a partir de blocos usando picaretas e outros materiais. De acordo com produtora Mojang, Minecraft já foi acessado por mais de 11 milhões de jogadores (um número muito acima da maioria dos games AAA do mercado). Por fim, Minecraft é provavelmente o game indie de maior sucesso da história dos videogames.

 

Menções honrosas: Flow, Hotline Miami, Outlast, Max & the Magic Maker, Downfall, Papo & Yo, Tearaway

Colaboração: Victor Cândido

 E para você, quais Top 10 games independentes quebraram barreiras?

 

 

Sugestões de compras para gamers no fim de ano

 

 

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Já estamos em dezembro e como de costume temos de pensar nos presentes de Natal, certo? Hoje o GameReporter tem algumas sugestões bem bacanas que acabaram de chegar ao mercado. Se você tiver bala na agulha não tema, seus filhos irão adorar os presentes. Caso não queira gastar muito, não tem problema: tem coisas baratas também.

Legend of Zelda: A Link Between Worlds: Até hoje não existe um único game da franquia Zelda que seja ruim. Felizmente para os fãs da série, Between Worlds é um dos melhores games do ano e um dos obrigatórios do Nintendo 3DS. O game recebeu notas altíssimas em reviews de sites mundo afora e os jogadores que compraram rasgaram elogios ao game. Como se não bastasse a qualidade do jogo em si, vale lembrar que o game é continuação direta do mítico A Link to the Past. Se você tem um 3DS ou possui um parente que detém o portátil, compre o game. É satisfação garantida!

Xbox-OneXbox One: O Xbox One é seguramente o console que vai fazer mais sucesso no Brasil por causa do preço ligeiramente menor que o concorrente. Os games lançados até agora não são lá o primor que se espera da nova geração de videogames, mas o Playstation 4 sofre do mesmo mal momentâneo. Se você quer se presentear, é muito fã de videogames e não consegue conter a ansiedade para colocar as mãos em uma nova geração, vá de Xbox One. Mesmo que ele ainda não tenha um game “must buy”, é questão de meses até que as produtoras lancem um killer app. O preço do One no Brasil é 2.299,00.

Playstation 4: Este aqui é indicado para os endinheirados ou para quem estiver viajando/comprando por sites gringos, pois no Brasil o Playstation 4 é um absurdo financeiro. Se você não liga para algo tão trivial quanto o dinheiro e é sonysta, embarque de cabeça, pois o novo console é um sistema muito poderoso e capaz de rodar games incríveis. Assim como seu concorrente, ainda não tem nenhum jogo obrigatório, mas se você quiser jogar Uncharted 4 e o próximo game da Quantic Dream, então vai precisar deste console.

arkham-originsBatman Arkham Origins: Os games do morcegão são legais, pelo menos os da geração PS360. Arkham Origins não revoluciona em nada e é apenas mais do mesmo, o que não quer dizer que o jogo é ruim, muito pelo contrário. A Warner teve o bom senso de manter as melhores coisas que a Rockstead fez nos jogos anteriores, além disso, o roteiro de Origins é um pouco melhor que o de City. Pode pegar sem medo. Só não espere um game revolucionário.

Call of Duty: Ghosts: Sim, nós sabemos que CoD: Ghosts não é o melhor Call of Duty já lançado. Também sabemos que a Activision deu uma baita mancada em praticamente copiar/colar cenas e mapas de jogos anteriores. De qualquer modo, se você quiser continuar jogando online com seus amigos é fatal que terá de migrar para Ghosts. Se serve de incentivo, o game está repleto de ação e o modo multiplayer é tudo o que fãs da franquia esperam. Preço sugerido: R$ 199,90.

Skylanders Swap Force: Uma sugestão para jogadores mais jovens é Skylanders Swap Force, a terceira edição da franquia. O game vem com bonecos e um “Portal of Power” para jogar. A grande sacada de Swap Force é que agora os bonecos podem ser divididos ao meio e usados com partes de outros personagens para dar novas habilidades ao herói. Com esse intercâmbio de peças, o game possui cerca de 256 combinações possíveis. O game é para Xbox 360 e Playstation 3 e tem preço sugerido de R$ 299,90. Sim, comprar os bonecos sai caro, mas eles podem ser usados nas duas plataformas e são belas peças de decoração para quando o console estiver desligado.

Angry Birds Star Wars: Angry Birds é sem dúvidas um dos games mais divertidos dos últimos anos, e o crossover com Star Wars é o mais interessante da franquia (em todos os sentidos). No capítulo, os jogadores ajudam os pássaros mal-humorados a enfrentar o império dos porcos. O legal é que, além da história, a própria jogabilidade é cheia de referências dos filmes criados por George Lucas. O título conta com mais de 200 fases (20 exclusivas para os consoles). O game ainda tem suporte a Kinect e ao Playstation Move. O game é indicado para todos os públicos e tem um preço mais camarada; R$ 159,90.

G27 Racing WheelsG27 Racing Wheel: Este é um supervolante para quem curte games de corrida (terrestre e aéreo). O G27 tem rotação de 900 graus e sua tecnologia é tão alta que ele transmite as condições da pista como buracos e colisões diretamente para às mãos do jogador. Além disso, o volante é equipado com um câmbio de seis velocidades, pedais em metal e um acabamento de luxo. O preço é alto, mas justifica-se pela alta tecnologia: R$ 1.199,90. Se você é do tipo que gosta do bom e do melhor, sem culpa ou receio de gastar para desfrutar, pegue este volante. Só não vai ficar ostentando para seu amigo que pegou um volante genérico hein, não é nada bonito!

Super Mario 3D World: Para os usuários do Wii U, a dica é Super Mario 3D World, pois o game esbanja alta qualidade. É um dos melhores jogos já lançados para a plataforma e certamente é O jogo que coloca o Wii U como uma opção de compra neste natal frente aos lançamentos do Xbox One e Playstation 4. Se por acaso a Sony e Microsoft ainda não têm um killer app, a Nintendo já tem pelo menos dois (o outro é Legend of Zelda: Wind Waker).

 

Angry Birds Star Wars: o melhor game da série

angry birds star wars

Antes de qualquer coisa, responda mentalmente a seguinte pergunta: como um jogo com o universo de Star Wars e a jogabilidade de Angry Birds pode ser considerado ruim? Exatamente, Angry Birds Star Wars tem tudo para ser o melhor jogo da série!

Recentemente a Rovio disponibilizou o game para diferentes plataformas mobiles. Ele conta com versões para Android (versão full e grátis), PC (US$ 5), iPhone (US$ 1), iPad (US$ 3), Mac (US$ 5) e Kindle Fire (US$ 3).

Durante o jogo você reconhecerá cenários dos filmes de Star Wars nos episódios IV, V e VI da série. O interessante foi que os desenvolvedores adaptaram os planetas de Star Wars como sendo os cenários do jogo.

Jogando Angry Birds Star Wars

angry birds star wars

Como não podia ser diferente, o novo Angry Birds já mostra de cara uma das frases mais clássicas do cinema: “A long time ago in a galaxy far, far away…”

O primeiro planeta a ser explorado será é Tatooine. Nele os pássaros começarão o treinamento jedi, podendo utilizar sabres de luz e a força. Aos poucos novos itens são liberados na medida em que for passando as fases. Aqui você também conhecerá o pássaro Han Solo.

O próximo cenário é a temida Death Star, com direito a um novo layout como orelhas, orelhas e focinho de porco. Você também poderá trilhar o Path of the Jedi assim que desbloqueado, podendo passar os mesmos pântanos de Dagobah em que o Mestre Yoda se encontra no quinto filme.

Assista aos teasers de lançamento do game e tire suas próprias conclusões.

Angry Birds Star Wars: teaser e gameplay

Se você gosta dos outros jogos da série Angry Birds, você tem muitos motivos para também baixar esse novo game. Boa sorte durante a aventura e que a força esteja com você!

Angry Birds chega com exclusividade às Smart TVs da Samsung

Angry Birds

O game pode parecer simples, casual demais até, porém jamais desdenhe da força de Angry Birds. O game da Rovio, que já dominou os smartphones e as redes sociais, está prestes a invadir a televisão. Após um acordo firmado com a Samsung, o game poderá ser acessado através da plataforma global de conteúdos Smart TV, aquelas da marca Smart Interaction.

O game é o primeiro desenvolvido para a Smart TV compatível com o sensor de movimentos e  irá fazer uso do Samsung Motion Control, ou seja, você vai jogar sem usar controles, graças ao sensor de movimentos embutidos nos televisores, bastando um balançar de mão para utilizar o estilingue ou as habilidades dos pássaros. Vale ressaltar que o game foi desenvolvido pela Samsung em conjunto com a Rovio e em breve serão oferecidos vídeos temáticos dos Birds criados pela Rovio.

“A Samsung é a primeira fabricante de TVs a oferecer o jogo mais popular do mundo em sua plataforma. Iremos estabelecer um novo padrão na indústria lançando um jogo para Smart TVs controlado por gestos com as mãos,” disse Kyungsik Kevin Lee, Vice-Presidente, Negócios Visuais da Samsung Electronics. “A Samsung continuará a desenvolver diversos conteúdos que integrem a família na frente da TV, permitindo aos consumidores aproveitar novas experiências por meio das Smart TVs da Samsung.”

Quem aí duvida que Angry Birds vai fazer sucesso também no Smart TV?

RopeBot: um puzzle de estratégia com 45 estágios diferentes

Muitos games nacionais foram publicados nos últimos dias aqui no GameReporter. Agora é a vez do RopeBot, é um jogo no melhor estilo puzzle e estratégia com 45 estágios diferentes. O objetivo é lançar o robô através da fase até o marcador final de cada estágio ao mesmo tempo em que são coletados parafusos dourados, que garantem bônus na pontuação final.

É um jogo casual para pessoas que gostam de aplicativos como Cut the Rope, Angry Birds, Orange Cover e afins.

O jogo está disponível gratuitamente através da App Store e possui 15 estágios gratuitos. Os outros 30 estágios podem ser liberados através de in-app purchase. Updates com novos mundos e estágios já são planejados. Desenvolvido pela empresa brasileira Tapps, que também desenvolveu o game Nautilus.

Gostou? Mais informações sobre o game RopeBot, aqui

Rovio criará selo independente

A Rovio, criadora de Angry Birds, sabe fazer dinheiro. Além de produzir um dos jogos mais vendidos para plataformas portáteis, está se aventurando em outros terrenos como brinquedos, impressos e filme.

Agora, sites internacionais dão conta de que o estúdio está criando um selo independente e já está se aproximando de estúdios de portáteis.

“Temos alguns planos para essa área, mas não estamos prontos para anunciá-lo ainda. Se fizermos algo nessa área, você pode esperar que seja um pouco diferente”, afirmou Peter Vesterbacka, chefão da Rovio, à Develop.

O que será que vem aí?

[Via GamesIndustry]

Criadora de games para celulares aposta em Freemium como melhor modelo

Muitos acreditam que cobrar um dólar por um game de smartphone seja uma boa estratégia para angariar fundos. São jogos mais curtos, mais simples de ser programados e que, se cairem nas graças do povo, podem se transformar em uma mina de ouro. Que diga a Rovio, com seu Angry Birds, ou a Chilingo, com o Cut the Rope.

Mas, algumas empresas começam a testar outros modelos de faturamento. É o caso da Future Games of London, que aposta no Freemium como modelo ideal de negócio. Para eles, esse método pode gerar mais receita que os tradicionalmente aplicados, e o balão de ensaio para isso foi a série Hungry Shark, colocada para download gratuito por uma semana.

“Ao trocar o modelo de negócio na Parte 3 durante a Shark Week, trocamos 1.000 downloads diários por 250 mil usuários ativos ao dia que podemos monetizar a partir de compras in-app em upgrades opcionais”, comentou o diretor Ian Harper, que agora pensa em tratar todos os games da empresa como Freemium.

A média de gastos com compras in-app do Hungry Shark é de US$ 3,26, o que daria um rendimento espetacular. Será que o futuro dos casuais é realmente o freemium? O que você, leitor, acha?

[Via GamesIndustry]