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Conheça Necropolis, o novo jogo da Bandai Namco

Um dos jogos mais curiosos apresentados durante a Electronic Entertainment Expo (E3) foi Necropolis, novo título Bandai Namco que coloca o jogador no papel de um aventureiro sem nome na tentativa de escapar de um calabouço vivo e mágico que se reconstrói a cada sessão de jogo. Para ajudar nessa missão, o jogador deverá construir itens, equipar-se com armas e armaduras, explorar todos os cantos e lutar para manter-se vivo diante de todo tipo de ameaça brutal nos labirintos serpenteantes e precipícios intermináveis.

Necropolis é um roguelike de ação desenvolvido para PC, Playstation 4 e Xbox One que combina ação precisa em terceira pessoa com ambientes, monstros e tesouros gerados processualmente. Esses elementos, em conjunto com o tom irônico e a direção de arte minimalista do jogo e a jogabilidade baseada na morte permanente dos personagens combinam-se em uma experiência original de “ok, só mais uma tentativa”.

Um dos elementos mais interessantes de Necropolis é o multiplayer: até quatro jogadores podem participar ao mesmo tempo no modo cooperativo. O único porém é que todos os ataques, flechadas e magias atingem amigos e inimigos, sem distinção! E embora a morte seja uma certeza, cada sessão de jogo irá melhorar as habilidades de combate e poderes mágicos dos personagens, além de garantir aquele know-how básico dos calabouços que deixarão os jogadores cada vez mais perto da saída.

Devido a sua ambientação e jogabilidade rápida e rasteira, o jogo já está sendo bastante visado pela comunidade de jogadores. A Bandai Namco não divulgou a data de lançamento, mas a previsão é que o título chegue às lojas virtuais até o final do ano.

Abaixo tem um trailer de Necropolis:

Pavilhão Indie terá 108 estandes na Brasil Game Show 2016

Pavilhão Indie terá 108 estandes na Brasil Game Show 2016
Quando a Brasil Game Show veio para São Paulo em 2012, os organizadores esperavam que o evento tivesse forte impacto entre os fãs de jogos eletrônicos. Duas edições depois e o evento cresceu tanto que os organizadores decidiram que era hora de aproveitar a quantidade de visitantes para dar visibilidade a jogos de produtores brasileiros. E assim surgiu o Pavilhão Indie na BGS 2014, com apenas 7 produtores. Em 2015 o espaço cresceu e apresentou nada menos que 36 produtores independentes.

Eis que em 2016 o Pavilhão Indie será ainda maior: 108 estandes. É quase como um evento dentro da BGS. De acordo com os organizadores da feira, a intenção é fomentar a indústria de games no Brasil. Entre os primeiros jogos indies já confirmados estão ‘Holo Drive’ (PC), do estúdio BitCake, ‘Dino Lost’ (PC), do Supernova Game Studio, ‘Tiny Little Bastards’ (PC, Xbox One e PS4), do Overlord, ‘Lampião Verde – A Maldição da Botija’ (PC e Mobile), do Nars Vera, Black Iris (PC), do Hexa Game Studio, ‘KriaturaZ’ (Mobile), do Messier, ‘Homo Evolutis’ (PC) do Poking Life Studio, ‘Super Button Soccer’ (PC), do Smyowl, uma continuação de Lupy Quest (Mobile), do Too Nerd to Die e A Treta dos Irmãos Piologo(Mobile), da 2Dverse.

“Depois que apresentamos Lupy Quest na BGS de 2015, recebemos mensagens vindas até do Japão de pessoas interessadas no game”, disse Alex Barroso, proprietário do estúdio Too Nerd to Die, que este ano pretende levar uma continuação de Lupy Quest, dessa vez em uma nova versão com experiência totalmente repaginada em 3D. “Chegamos a ser sondados por várias companhias e distribuidoras quanto à viabilidade de Lupy Quest ser desenvolvido para outras plataformas. A BGS é a chance de mostrar para o mundo o que você está produzindo”, analisa Barroso.

O espaço no Pavilhão Indie é grande, mas não é infinito, de modo que a procura de empresas já está bastante alta: mais de 80 dos 108 estandes já estão reservados e em breve a área estará completa. Os produtores independentes que estiverem interessados podem entrar em contato com a organização para buscar informações de reservas. Como se não bastasse, os estúdios independentes poderão participar do Indie Meeting na BGS 2016. A área é um espaço com plateia onde cada expositor indie fará uma apresentação de seus projetos ao público.

“Dessa maneira, o Pavilhão Indie da BGS se firma como o ponto de encontro de um mercado plenamente aquecido, o que ressalta nosso compromisso em apoiar iniciativas com grande potencial e, principalmente, levá-las ao conhecimento do grande público”, analisa Marcelo Tavares, idealizador e CEO da BGS.

Serviço – Pavilhão Indie – BGS 2016

Quando: 01 a 05 de setembro (1º dia exclusivo para imprensa e business)
Onde: São Paulo Expo
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 – São Paulo – SP
Horário: 13h às 21h

VideoGameShow ocorre entre os dias 21 a 24 de abril

Quem estiver em Brasília entre os dias 21 a 24 de abril não poderá perder o VideoGameShow, feira de jogos que ocorre no Taguatinga Shopping e que promete reunir milhares de fãs e profissionais da indústria para conferir uma série de atrações e jogos do momento. Este promete ser o maior evento de games que o DF já recebeu.

Muitas empresas já confirmaram participação no evento, inclusive a Sony e a Microsoft, mas parece que o viés do VideoGameShow é um pouco diferente de outras feiras de games nacionais. Haverá uma apresentação da VGMus, uma orquestra dedicada a compilar temas de jogos eletrônicos. Os músicos se apresentam no dia 21 com músicas clássicas e muito bem executadas.

Para quem gosta de um som mais pauleira, haverá duas apresentações da banda MegaDriver. Os criadores do Game Metal se apresentam no dia 22 às 19hs e n dia 24 às 18hs. Outro nome do cenário brasileiro a se apresentar é a banda The Sunmeet, que se apresenta nos dias 22 e 24, às 19h no primeiro dia e às 18h, no segundo. Para finalizar, a banda Lunia, do gênero otaku/geek que toca anime songs, toons, séries e games, se apresenta nos dias 23 e 24, às 19h.

Além do espetáculo musical, a VideoGameShow contará com workshops em todos os dias evento com participação de professores convidados da Escola SAGA. As aulas terão temas como “Criação de personagens”, “Modelagem para games”, “Mercado de trabalho –Youtuber” e “Como construir uma carreira na área”, entre outros.

Já para os amantes da jogatina, a organização preparou mais de 60 estações destinadas exclusivamente a Freeplay em games como Mario Kart, Smash Bros, Sonic, Zelda, Street Fighter, Mortal Kombat, Pokémon, Cavaleiros do Zodíaco, Pro Evolution Soccer, FIFA, Call of Duty, Star Wars Battlefront, Resident Evil, Metal Gear Solid, e muitos outros. Um palco montado para League of Legends e CSGO estará pronto para desafios entre os principais times da região.

Por fim, o evento não poderia estar completo sem a presença dos mais famosos youtubers gamers da atualidade. A organização do VideoGameShow convidou alguns dos mais populares youtubers para bater um papo com os visitantes. Entre eles estão o Authentic Games, que já soma mais de 5 milhões de seguidores; Muca Muriçoca (2 milhões de seguidores), Patife (1,5 milhões de seguidores), Lucas Lira (4 milhões), Caracol Raivoso (1,5 milhões) e Zelune (300 mil seguidores). Estas personalidades se revezarão nos quatro dias de evento para falar de seus respectivos canais e responder as perguntas da galera.

Os ingressos para o VideoGameShow já estão à venda e custam a partir de R$ 35 (meia entrada). As entradas podem ser adquiridas pela internet, nas lojas KidGames ou no stand de vendas oficial no Taguatinga Shopping. O evento é muito recomendado para quem quer curtir um final de semana com a família regrado a muitos jogos, música e bate-papo descontraído.

Serviço – VideoGameShow – Onde os universos se encontram

Quando: 21 a 24 de abril de 2016
Horários: de 13h às 20h na quinta-feira (21); de 10h as 20h na sexta-feira (22); de 10h as 20h no sábado (23); e de 13h as 20h no domingo (24).
Onde: Taguatinga Shopping
Endereço: Av. Arniqueira Qs 1 Rua 210, lote 40 – Taguatinga, Brasília – DF

Jogo brasileiro Tiny Little Bastards inicia campanha no Catarse

O jogo Tiny Little Bastards da produtora independente Overlord Game Studios já havia conseguido o sinal verde da Steam Greelight, mas agora vem a segunda etapa para que o lançamento seja realizado conforme as ambições do estúdio, que espera levar o game para as plataformas Xbox One, Playstation 4 e PC. A segunda etapa é conseguir fundos para lançamento através do site de crowdfunding Catarse.

Para quem não conhece, Tiny Little Bastards é um Action RPG de plataforma 2D com temática viking que conta a história de três irmãos: Ivarr, Ubba e Helga, que são surpreendidos quando sua taverna é saqueada por uma horda de goblins. Cabe aos jovens viajar pelo mundo em busca de sua cerveja roubada e trazer a paz ao mundo assolado por esses pequenos bastardos. A aventura levará os três irmãos por ambientes diversos, como calabouços dentro de abóboras e até mesmo a Lua.

Para ser lançado, o jogo precisa de R$ 30 mil em 60 dias (tempo da campanha), de modo que os jogadores podem contribuir com valores  iniciais de R$ 10. Os contribuintes ganharão brindes de acordo com o valor doado. Os maiores contribuintes recebem prêmios como cópias digitais e físicas do game, trilha sonora, bonecos, estatuetas e até mesmo participação na criação de conteúdo (na dublagem ou desenvolvimento de personagens).

O título possui um sistema de crafting, evolução de personagens por meio de talentos e itens, controle de estatísticas e até mesmo opções de diálogo que mudam os rumos da história. Assim, cada jogador terá uma experiência única.

Cada um dos jovens tem suas próprias habilidades especiais: Ivarr, por exemplo, pode criar terremotos e rapidamente percorrer os campos de batalha com suas habilidades; Helga utiliza seu escudo para se proteger e contra-atacar os inimigos; já Ubba conta com arco e flecha para atacar à distância e diversas armadilhas para controlar o posicionamento de seus oponentes.

Abaixo tem o trailer de Tiny Little Bastards:

Beta de Trackmania Turbo está aberto somente até hoje

Pouco antes do lançamento oficial (22 de março), a Ubisoft permitiu que a comunidade de jogadores testem seu mais novo jogo de corrida, o Trackmania Turbo. O beta aberto está disponível desde o dia 18 e vai até hoje (21 de março) para os consoles de nova geração. A ação é um incentivo para aqueles que querem conhecer o game e decidir se vale a compra.

Trackmania Turbo foi desenvolvido pela Nadeo, um estúdio da Ubisoft, e tem lançamento para PlayStation 4, Xbox One e PC no dia 22 de março. Esta é a primeira entrada da franquia na nova geração de videogames. O título foi desenvolvido para atender os fãs de alta velocidade, graça ao seu estilo árcade. Seus pontos altos são os gráficos de alta qualidade e uma nova direção de arte que incorporou elementos da cultura automotiva, além de diversas referências aos jogos da década de 90.

A jogabilidade é descomplicada, de modo que ele pode atrair jogadores de várias idades. O jogo tem carros de corrida customizáveis e o objetivo é sempre a busca pela volta perfeita.  Os jogadores podem testar suas habilidades no modo campanha, com mais de 200 pistas distribuídas em quatro cenários diferenciados (Rollercoaster Lagoon, International Stadium, Canyon Grand Drift e Valley Down & Dirty). Para quem gosta de editar suas próprias pistas, há o modo “Trackbuilder” que permite montar seu circuito para treino ou desafio.

TrackMania Turbo também introduz à série o modo de jogo “Double Driver”, que expande a experiência em um formato que desafia dois jogadores cooperativos a controlar o mesmo carro, cada um com seu controle. Outra novidade é o sistema de trilha sonora, em que a música está relacionada à própria corrida e varia de acordo com a intensidade do jogo.

Os interessados em participar da beta aberta de TrackMania Turbo poderão fazer o download do jogo diretamente da loja virtual de sua plataforma de preferência.

Abaixo tem o trailer de Trackmania Turbo:

Confira o Calendário Gamer 2016

 

Preparado para o ano de 2016 para os videogames? Muita coisa boa está no forno como os esperados Quantum Break, Uncharted 4 e Street Fighter V. O problema é que muitos dos jogos anunciados para este ano ainda não tem data definida de lançamento. Pensando nisso, e para ajudar os jogadores a se programar, o site da NET montou um calendário gamer bem bacana.

No infográfico estão listados apenas jogos com datas definidas de lançamento do primeiro semestre de 2016. Depois de junho as coisas ficam incertas por causa de E3, que também revelará jogos interessantes para este ano. Ainda assim, o calendário gamer é bastante recomendado para já ir fazendo as contas do que gastar com games nesses primeiros seis meses do ano.

Onde consultar o calendário gamer?

Ficou curioso sobre este calendário gamer? Basta acessar clicar na imagem destacada abaixo para ver em melhor resolução, ou ver diretamente no site especial.

Calendário Gamer 1 semestre

 

Top 10 : Indie games para 2016

Os jogos indie prometem roubar muito das atenções do público gamer para o ano de 2016. Prova disso são os títulos que listamos abaixo. São games que prometem fazer bastante sucesso de crítica, público e comercial seja pelo conceito inovador, pela jogabilidade curiosa ou pelo enredo ambicioso. Pode ser que ao final do ano algum outro game indie faça mais sucesso que qualquer um desta lista, mas seja como for, estamos com atenção especial voltada para estes jogos.

Abaixo só tem lançamentos internacionais, mas estamos preparando uma lista de jogos indie nacionais com lançamento para este ano. Se você tem algum jogo para a temporada, mande-nos algum material de divulgação!

 

Mighty No. 9

Might N9

Plataformas: 3DS, Mobile, PC, PS3, PS4, PSVita, X360, XO, Wii U | Editora: Deep Silver

Keiji Inafune sempre quis seguir com os jogos da franquia Megaman, mas por razões desconhecidas a Capcom relegou seu mascote ao limbo e isto causou a ruptura entre o mítico desenvolvedor e o estúdio. Em 2013, Inafune deu sua resposta à Capcom com o projeto Might No.9, um jogo que tem tudo de Megaman, desde seu estilo artístico ao gameplay (praticamente não existem diferenças). Mas não acuse Inafune de falta de criatividade ainda: se No. 9 for triunfal do gênero plataforma de ação em 2D. Quem sabe a Capcom não lança um Megaman após isso, só para rivalizar com o título de Inafune?

 

Last Year

Last Year

Plataformas: PC | Editora: Elastic Games

Last Year é um multiplayer online para 6 jogadores com foco em sobrevivência. O grande diferencial é que 5 dos jogadores deve sobreviver, enquanto que um deles desempenha o papel de um serial killer. É como ser jogado no meio de Sexta-feira 13 com os amigos. Para sobreviver é imprescindível cumprir uma série de objetivos. E sim, pode esperar todos os clichês clássicos de filmes de horror, como adolescentes, assassino vestindo máscara, lugares impróprios para férias etc.

 

The Forest

The Forest

Plataformas: PC, PS4 | Editora: Endnight Games

The Forest coloca o jogador no meio de uma área florestal após um acidente de avião. No local residem mutantes canibais que perseguem o jogador assim que o sol se põe, mas são bastante pacíficos durante o dia. O ciclo dia/noite é o grande chamariz do jogo, pois durante o dia as horas devem ser gastas criando equipamentos para se defender à noite. Entretanto, a Endnight Games pede que o jogador não seja tão apressado antes de tirar conclusões acerca do comportamento desses canibais noturnos: no primeiro encontro eles tentam se comunicar com o jogador e durante os combates eles ficam mais preocupados em defender-se do que atacar. A ideia é que o jogador tire conclusões se a verdadeira ameaça são essas estranhas criaturas, ou se a verdadeira ameaça é você.

 

Death’s Gambit

Deaths Gambit

Plataformas: PC | Editora: White Rabbit

Death’s Gambit pode ser resumido como a fusão entre Shadow of the Colossus, Super Metroid e Castlevania. Nele você é um guerreiro que recebe a missão de matar criaturas gigantescas em um planeta alienígena de aspecto medieval. Parece muito louca a mistura, não? Mas funciona. Os elementos de action-rpg garantem que o jogador vai se divertir e passar raiva na mãos dos inúmeros inimigos que inundam o cenário. A pixel art garante ainda contribui para dar ao game aquela sensação de que este é jogo seria um dos melhores da geração 16 bits.

 

Kodoku

Kodoku

Plataformas: PSVita, PS4 | Editora: Carnivore Studios

Kodoku é um título independente da Carnivore Studio, do Japão. Nele, você explora uma ilha sinistra em busca de um misterioso livro. O problema é que a ilha está repleta de criaturas do folclore japonês. A arte do jogo é a parte mais interessante, tirando um pouco o fator aterrorizante, para algo mais próximo de um anime. Outra coisa que vai destacar Kodoku de outros jogos indie é o gameplay baseado em stealth: não há armas a serem usadas contra os espíritos. O objetivo é que o jogador, ainda que indefeso, possa passar pelas assombrações através de inteligência e um pouco de sorte.

 

Alisson Road

Alisson Road

Plataformas: PC | Editora: Lilith

O cancelamento de Silent Hills foi um dos golpes mais duros que a comunidade gamer já levou em décadas. Mas nem tudo está perdido: um grupo de fãs decidiu continuar o legado deixado pela demos de Hideo Kojima e decidiu criar seu próprio game aos moldes de P.T. Alisson Road tem uma casa medonha, puzzles a serem resolvidos , um enredo minimalista e um loop perturbador. Apesar de ter começado como um projeto do Kickstarter os produtores conseguiram o financiamento, então pode ter certeza que a Lilith não vai cometer o mesmo erro da Konami.

 

Enter the Gungeon

Enter the Gungeon

Plataformas: PC, PS4 | Editora: Devolver Digital

Este dungeon crawler é o mais visceral que você pode conhecer: o objetivo é explorar labirintos e masmorras altamente bélicas. Sim, os corredores estão armados até os dentes com armas de fogo, explosivos, armadilhas e inimigos numerosos. Para sobreviver, o jogador também tem a seu dispor um arsenal incrível, fazendo com que a passagem pelos ambientes seja marcado por muita morte e destruição. O jogo tem um aspecto trazido dos 16 bits e a chuva de tiros e explosões parecem inspiradas pelos clássicos shmups. Este crawler deveria ter sido lançado em 2015, mas a produtora decidiu atrasá-lo para otimizá-lo ao máximo.

 

Cuphead

Cuphead

Plataformas: PC, XO | Editora: Microsoft

À primeira vista, Cuphead parece um daqueles desenhos toscos da década de 30, mas basta uma olhada mais atenta para constatar que o jogo não tem nada de arcaico. Na verdade este jogo é uma conquista tecnológica da nova geração, pois ele não apenas realiza o sonho de um desenho jogável, como também o faz com honrarias: centenas de coisas ocorrem na tela ao mesmo tempo e os inimigos movem-se de maneira tão natural quanto se estivesse vivos. A trama gira em torno de Cuphead, uma criatura que deve derrotar inúmeros chefões para pagar uma dívida com o diabo. Já é cotado como o indie mais aguardado do Xbox.

 

No Man’s Sky

No Man Sky

Plataformas: PC, PS4| Editora: Hello Games

Jogos de mundo aberto ficarão arcaicos depois que No Man’s Sky for lançado, pois o jogo da Hello Games disponibiliza nada menos que um universo inteiro para o jogador explorar. De acordo com a desenvolvedora, o game pode contar com mais de 18 quintilhões de planetas, cada um deles com seu próprio ecossistema e formas de vida. Os momentos de ação estarão garantidos durante as batalhas contra criaturas hostis ou nos combates espaciais à lá Star Wars. O objetivo é chegar até o centro da galáxia, mas isto deve tomar cerca de 40-100 horas, se o jogador não entrar em missões paralelas. Adeus vida social!?

 

Hyper Light Drifter

Plataformas: PC, PSVita, PS4, XO, Wii U| Editora: Heart Machine

O jogo é um action RPG com aspectos da geração 8-16 bits, com fortes influências de Zelda e Diablo. Este viés possibilitou que o jogo fosse financiado rapidamente através do Kickstarter e ultrapassasse em mais de 20 vezes o valor solicitado pelos produtores. O jogo acompanha a aventura de Drifter, um jovem que explora um mundo de fantasia para livrar o mundo de uma ameaça perigosíssima. O roteiro é bem datado, mas a releitura da jornada do herói é enaltecida graças ao visual da era 16 bits. Na verdade a produtora Heart Machine criou o jogo idealizando como seria um jogo ideal do Super Nintendo.

Abaixo tem o trailer do indie Hyper Light Drifter:

O Show de Marcelo Tavares

Uma das pessoas mais influentes da indústria de jogos eletrônicos no Brasil é o Marcelo Tavares. Se esse nome é estranho a você, saiba que os feitos dele são reconhecidos até mesmo por quem não curte jogos eletrônicos. Marcelo Tavares é o idealizador e criador da Brasil Game Show, o maior evento de games da América Latina e um dos eventos de games mais famosos do mundo.

Se antes o evento começou como uma reunião de amigos, hoje em dia é ele que traz as maiores novidades do mercado mundial e consegue reunir produtores e personalidades como Yoshinori Ono (Street Fighter), Katsuhiro Harada (Tekken), Phil Spencer (Xbox), entre outros. Como foi que Tavares conseguiu reunir essa turma conceituada e por que a BGS conseguiu se consolidar no calendário anual, ao passo que outros eventos importantes naufragaram?

Além de empresário bem sucedido, Tavares é também um colecionador compulsivo de videogames (a coleção de consoles na BGS é dele). Em seu acervo há consoles muito reconhecidos como o Atari 2600, mas há também videogames bastante obscuros como o Vectrex. Além disso, cada “novo” console de Tavares é tratado com cuidados dignos de relíquias preciosas, mais ou menos do mesmo modo que você, leitor, trata seu Playstation 4 novo em folha.

O GameReporter conseguiu uma entrevista exclusiva com o Marcelo Tavares, onde falamos sobre os rumos da BGS e sobre sua paixão por videogames. Confira!

 

Como começou sua carreira de empresário? Conte-nos um pouco de sua história.

Minha carreira começou quando fiz 17 anos e passei a fazer alguns trabalhos gráficos caseiros, como cartazes e cartões de visitas. Fazia também serviços de tradução nesta época. Depois disso, trabalhei como vendedor de planos de saúde, mas logo me tornei empresário, como sócio em um curso de computação. Em 2002 criei meu primeiro encontro de “gamers” e a partir daí, minha vontade de atuar nesta área foi crescendo.

bgs 2Em paralelo, escrevi também para diversas editorias de games e cheguei a participar de programas relacionados ao tema. Como não tive muito retorno financeiro,  passei a atuar em outros segmentos e cheguei a gerenciar uma loja de doces, uma padaria, um restaurante e  trabalhar como corretor imobiliário. Felizmente, em 2009, consegui realizar a primeira Rio Game Show e, a partir daí,  não saí mais da área até chegar à Brasil Game Show.

 

A coleção de videogames que você tem é bem impressionante. Você costumava jogar todos os consoles? Sobrava tempo para eles?

Sempre joguei bastante e até hoje gosto de jogar alguns antigos para relembrar. É claro que, com uma quantidade tão grande – atualmente, possuo mais de 350 consoles, cerca de 3.000 jogos e centenas de acessórios – fica complicado jogar todos.

 

Quais eram seus jogos favoritos?

Posso mencionar alguns como Pac Man, River Raid, Fifa, Battlefield, Forza, Need For Speed, Call of Duty, Gran Turismo. Todos estes joguei desde as primeiras versões até as mais novas, no caso dos que tiveram continuidade.

 

Dentro da sua coleção tem algum item que você tenha bastante ciúme?

Tenho um grande apego por todos os meus consoles antigos – até mesmo pela dificuldade em adquirir alguns. Além disso, possuo algumas raridades e consoles que fizeram parte da história e tenho certo receio de danificá-los. Entre eles, destaco o Virtual Boy, Pippin, Microvision, Channel F, Game & Watch, 3DO, Jaguar, Vectrex e Amiga CD 32.

 

BGS 2015Como surgiu a ideia de criar o Rio Game Show? O Rio Game Show começou bem modesto e hoje é a BGS, o maior evento de games do Brasil. Como se deu esse crescimento?

Em 2002 criei um encontro para amantes e colecionadores, assim como eu, para que pudéssemos trocar experiências. Resolvi chamá-lo de GameChurrasco. Na época, a ideia não deu muito certo. Como o nome já indica, era um churrasco e as pessoas não tinham cuidado, acabavam pegando os consoles com as mãos sujas, derramando refrigerante etc. Anos depois, em 2009, criei a Rio Game Show, que era um eventopequeno, regional e com menos de cinco mil visitantes, mas que, desde o princípio demonstrava potencial para crescer e ganhar atenção no mercado.

O evento foi crescendo e tomando proporções incríveis. Maior e mais conhecido, houve a necessidade de um novo título. Foi então que, em 2010, surgiu o nome Brasil Game Show (BGS) e a partir de então, em sua terceira edição, contou com a presença de grandes empresas do mercado. Foi o novo nome e aceitação cada vez maior por parte de empresas e público que fizeram com que, em 2011, o evento recebesse o título de “maior feira de games da América Latina”. Reunindo mais de 60 mil pessoas no Rio de Janeiro, a BGS começou a ser escolhida por algumas das maiores empresas do segmento para fazerem seus anúncios para a América Latina.

Mudamos para São Paulo em 2012 e a BGS foi muito bem aceita no novo local. Nesta edição, contamos com 100 mil visitantes. Nos anos seguintes, felizmente, a BGS continuou crescendo e recebeu 151 mil visitantes em 2013, e 250 mil, no ano seguinte. Em 2015, a feira bateu recorde, recebendo mais de 300 mil pessoas, mais de 100 lançamentos, campeonatos e muitas atrações. Para 2016, estamos inovando mais uma vez. Com nova data e local – 01 a 05 de setembro, no São Paulo Expo –, pretendemos levar aos visitantes um número ainda maior de novidades, empresas participantes, atrações e lançamentos.

 

A que você atribui o sucesso da BGS e ao fracasso dos outros eventos?

Acho que um dos fatores que faz a BGS dar certo é que sou um grande apaixonado pelos games, então tudo é pensado para os fãs.. Quero que eles tenham acesso às novidades do mercado, que possam jogar títulos que ainda nem foram lançados, que conheçam as pessoas responsáveis pelos games que eles gostam. Por outro lado, apesar da paixão, sempre agi com muito profissionalismo e ética. Acho que a BGS conseguiu mostrar seu potencial e, hoje, temos grande credibilidade com fãs e empresas participantes.

 

bgs 3

De todos esses anos organizando eventos, quais você considera os momentos mais relevantes na história da BGS?

Sei o quanto é satisfatório para um fã testar um jogo antes mesmo de seu lançamento mundial. Durante a BGS, todos os anos, junto às empresas participantes, damos aos visitantes esta oportunidade e acho que este é um fator marcante. Além disso, trazemos para a feira grandes nomes do mercado, produtores de algumas das franquias mais aclamadas do mundo e acho que isso não tem preço.

Alguns destaques:

2009 (1ª edição) – Exposição de consoles antigos

2009 (2ª edição) – Videoconferência com Ralph Baer, criador do primeiro videogame da história

2010 – Lançamento da plataforma PlayStation no Brasil com a primeira participação na Brasil Game Show

2011 –XBOX participou oficialmente pela primeira vez na BGS

2012 – Sony, Nintendo e Microsoft participaram

2013 – Apresentação, pela primeira vez para os jogadores brasileiros do XBOX One e do PlayStation 4

2014 – Presença do produtor de Mortal Kombat, Ed Boon

2015 – Presença do Chefe da divisão XBOX, Phill Spencer, Yoshinori Ono, produtor de Street Fighter e participação do YouTube com o maior estande já feito pela empresa no mundo.

 

Você disse em entrevistas que a próxima edição deve ocorrer em outro local? Qual a razão dessa mudança?

Em 2016, a BGS acontecerá, pela primeira vez, no São Paulo Expo. O centro de exposições, congressos e convenções está sendo construído  e ficará pronto em maio de 2016. Será um complexo multifuncional muito mais sintonizado com a expressão e a necessidade da BGS. Com isso, os visitantes podem aguardar ainda mais novidades. A nova estrutura permite montar estandes espetaculares, de até mil m² e com um número muito maior de estações de jogos. Lá, os produtores de games independentes também terão mais oportunidades: vamos duplicar a área indie e cerca de 70 estúdios de desenvolvimento de jogos poderão mostrar seus trabalhos. Em 2014 foram sete, e, em 2015, 36 estandes.

bgsPara os visitantes, as facilidades vão começar antes mesmo de entrarem na feira, pois terão uma área de concentração climatizada. O acesso também fluirá melhor, pois será feito por quatro grandes entradas, o dobro da edição de 2015. Quanto às ruas, serão mais largas e permitirão circular, visualizar e localizar os estandes mais facilmente. Outra novidade do novo espaço irá agradar especialmente à imprensa e convidados, que poderão acessar um exclusivo mezanino, ter uma visão geral da BGS e captar boas imagens.

A localização é outro ponto forte do São Paulo Expo. O novo palco da BGS fica a apenas 10 minutos do aeroporto de Congonhas e do Rodoanel Mario Covas e a 850 metros do metrô Jabaquara, com traslado grátis de ônibus durante todos os dias de feira. Estão sendo investidos R$ 300 milhões na reforma dos 40 mil m² de pavilhões já existentes e na construção de mais de 50 mil m² de área de exposição e 10 mil m² de centro de convenções. O “novo” São Paulo Expo será inaugurado em 2016 e também terá um edifício garagem com 4,5 mil vagas (o maior estacionamento coberto do Brasil), e um avançado sistema de climatização e rede Wi-Fi.

 

Falando com as grandes e pequenas produtoras, você acredita que o mercado de games está em alta no Brasil?

Felizmente, o cenário brasileiro de games é bastante positivo. Atualmente, o Brasil é o maior  mercado da América Latina e ocupa a quarta  colocação  no ranking mundial. O País tem mostrado grande potencial e podemos observar isso dentro da própria BGS, onde o número de produtoras independentes brasileiras vem crescendo e se destacando. Como afirmei anteriormente, na BGS 2014 tínhamos sete estandes indies. Em 2015 este número subiu para 36 e, para 2016, serão 72 espaços dedicados a eles  nesta área. Este é apenas um exemplo deste crescimento.

 

Marcelo Tavares, numa escala de zero a dez, o quanto os impostos atrasam a indústria de jogos no Brasil? Por quê?

Dez. O mercado já cresce com eles, imagina sem , ou ao menos com uma tributação mais justa? Tudo bem que as empresas, hoje em dia, se adaptaram às regras brasileiras e muitas produzem por aqui. Mas o mundo é globalizado, o Brasil precisa ser competitivo. Os impostos tiram a nossa competitividade e ainda afastam uma minoria importante de empresas que esperamos que venham atuar aqui nos próximos anos.

 

BGS 4

O evento já é consolidado na América Latina. Qual o próximo passo da BGS?

Estamos trabalhando para que a BGS melhore a cada ano. Em cada edição, tentamos melhorar algum ponto e aplicar as sugestões feitas por nossos visitantes. Este ano, por exemplo, conseguimos antecipar a venda de ingressos para facilitar ainda mais. Além disso, estamos nos mudando para um novo lugar, que será o maior e mais moderno centro de exposições do Brasil – o São Paulo Expo. A data também irá favorecer os visitantes, de forma que tenham a oportunidade de testar um número ainda maior de lançamentos.

Queremos mostrar, cada vez mais, a força do mercado nacional, para que os outros países e mercados tenham a oportunidade de conhecer nosso potencial. Desta forma, conseguimos atrair também a atenção das grandes empresas que, hoje, já olham para o Brasil com outros olhos. Um dos maiores avanços que posso destacar neste sentido é o grande número de jogos traduzidos para português e até mesmo fases e personagens e brasileiros em alguns dos títulos mais famosos do mundo gamer.

 

Costumamos falar muito sobre jogos e produtores indie. Qual a dica que você pode dar para que eles façam bonito nas próximas edições da BGS?

É necessário conhecer bem o mercado antes de iniciar qualquer negócio. Analisar as empresas já existentes e ver quais são as oportunidades é uma boa estratégia. Além disso, é preciso se especializar e, se for o caso, fazer bons cursos, sem esquecer-se de manter contato com outros profissionais da área para observar o máximo de informações através de suas experiências.

 

Flavia Gasi e Thiago Borbolla estão em Star Wars Battlefront

A EA Brasil acaba de anunciar uma notícia que surpreenderá os jogadores brasileiros: o aguardado Star Wars Battlefront contará com as participações dos carismáticos Thiago Borbolla e a Flávia Gasi na dublagem em português. De acordo com a gigante dos games, as duas personalidades darão vozes aos rebeldes durante os combates.

Tanto Thiago quanto Flávia são rostos bastante conhecidos pelos jogadores brasileiros e, mais importante, também são jogadores. Flávia é colunista do IGN Brasil e Thiago é editor-chefe do Judão. Segundo Thiago, a oportunidade é indescritível: “No mesmo ano, não só vai ter um filme de Star Wars como vai ter um jogo, com todo mundo que você cresceu vendo e é fã. E aí chega a informação que eu posso dublar um rebelde. Não sei se posso descrever isso com alguma palavra”, disse o jornalista.

De acordo com Jonathan Harris, Gerente de Negócios da Electronic Arts no Brasil, a decisão de incluir os dois profissionais de comunicação no novo Star Wars teve muito a ver com a identificação deles com o universo criado por George Lucas. “Queríamos ter pessoas importantes para a comunidade e que realmente fossem fãs da franquia participando dessa dublagem. Ficamos muito felizes com o resultado e estamos ansiosos para mostrar para o público”, disse o executivo.

O trabalho de dublagem foi realizado em Porto Alegre e os dois viajaram até a cidade para participar da bateria de gravações. Com a inclusão da dupla, Star Wars Battlefront conta com um casting de 39 vozes. O processo de localização já terminou e o lançamento do game está marcado para o dia 19 de novembro para Playstation 4, Xbox One e PC.

“Acabou aqui, mas por mim não acabaria, eu ficaria para sempre dublando coisas de Star Wars. Pra mim vai ficar marcado para sempre na memória como uma das coisas mais legais que eu já fiz. Fazer parte do universo Star Wars é profundamente tocante”, comemorou Flávia.

Confira os bastidores da dupla em Star Wars Battlefront

 

 

Top 10: os melhores jogos do estilo sandbox

Jogos ao estilo sandbox (não sabe o que é um jogo sandbox?) são bastante populares hoje em dia e sempre que um novo é lançado os fãs de jogos eletrônicos entram em polvorosa. Em geral esses títulos conseguem boas vendagens e acabam virando uma franquia. Entretanto, ao contrário do que muitos pensam, jogos sandbox não se resumem apenas em GTA e Saints Row. Na verdade esse é um nicho bastante disputado e que já rendeu jogos memoráveis.

Pensando nisso, decidimos eleger os dez maiores sandbox dos últimos tempos. Lembre-se: essa é a opinião do autor e não reflete a verdade absoluta. Não deixe de comentar o post. ;)

Minecraft | Mais informações?

Minecraft é atualmente um dos jogos mais populares do mundo e os motivos são bastante diversificados. Ao contrário dos outros jogos que compõem esta lista, Minecraft não tem um objetivo principal definido e nem mesmo um mapa de jogo fixo. Na verdade, cabe ao jogador criar seu próprio mundo e seus objetivos, mais ou menos como ocorre em jogos de administração como Sim City e Populous.

O macete é que Minecraft é um sandbox bastante divertido e com possibilidades quase ilimitadas. À primeira vista os gráficos não agradam, mas depois o jogador se acostuma com o pixel art saltada. Não por acas, o jogo possui muitos fãs ao redor do mundo e centenas de youtubers criam canais dedicados exclusivamente ao jogo.

Saints Row 4 | Mais informações?

Saints Row surgiu em 2006 como um clone de GTA, de modo que era difícil dizer que o título tinha identidade própria. Foi apenas em 2011 que a franquia conseguiu sair da sombra do jogo da Rockstar, graças à Saints Row: The Third, que deixou o tom sério de lado e abraçou de vez o espírito da galhofa.

Saints Row 4 esculhamba de vez essa veia cômica e apresenta muitas situações absurdas e hilárias. Tem tudo o que o jogador pode querer de um game de zoeira: missões sem noção, violência gratuita, invasão alienígena, superpoderes, destruição etc. Claro que o jogo tem cara de DLC quando comparado com The Third, mas o game mostra-se um produto sem limitações criativas. Não é o melhor sandbox que foi criado, mas é provavelmente o mais engraçado que você verá em muitos anos.

Assassin’s Creed IV: Black Flag | Mais informações?

Black Flag é muitas vezes subestimado pelos jogadores e fãs antigos da franquia Assassin’s Creed. Mas não podemos culpa-los: o segundo game da franquia foi um divisor de águas. Ainda assim o quarto game consegue superar com folga todos os outros da série. Sabe o por quê? Cenários belíssimos, centenas de coisas para se fazer, a ambientação pirata, poucas restrições e o maior mundo de jogo da franquia já criado pela Ubisoft.

Navegar pelos oceanos é uma tarefa divertida e bastante recompensadora, principalmente para quem curte histórias de piratas e a ambientação do Caribe. As personagens apresentadas também são bastante cativantes e dão o tom certeiro para uma aventura sórdida e adulta. Quem compara este jogo a Piratas do Caribe precisa rever seus conceitos, pois o game aqui é bem menos engraçado.

Fallout 3 | Mais informações?

Quando a Bethesda comprou a franquia Fallout da Interplay, muitos estavam céticos quanto ao futuro da série. E não era para menos: Fallout nunca fora considerada uma franquia grande e Fallout 2 tinha quase dez anos de seu lançamento. Contudo a Bethesda conseguiu surpreender: Fallout 3 colecionou notas altas da imprensa e foi ovacionado pelos jogadores.

Fallout 3 coloca o jogador na cidade de Washington D.C do ano 2277, que fora devastada por uma guerra nuclear contra a China. O mundo do jogador é totalmente desesperançado e este clima é reforçado pela paleta de cores monocromática do jogo. Há diversas missões que testarão as habilidades de sobrevivência do jogador: ao longo da aventura o jogador enfrenta super-humanos e estranhas criaturas criadas pelo holocausto nuclear. O game é uma obra prima e precisa ser conhecido por todos os fãs de RPGs e de aventuras em mundos futuristas.

Far Cry 3 | Mais informações?

Far Cry 4 é considerado o melhor da franquia graças aos avanços técnicos conquistados pela Ubisoft ao longo dos anos em que esteve em desenvolvimento. Todavia, é necessário ressaltar as qualidades de Far Cry 3, pois ele é genuinamente o game que deu o “grande salto” para a franquia.

Far Cry 3 era como entrar num parque de diversões totalmente aberto para exploração e caça. O game conta com uma narrativa das mais instigantes da geração passada, gráficos que puxam as plataformas ao limite e aspectos técnicos que não deixam nada a desejar. O jogou mostrou sozinho que um FPS não precisa necessariamente de centenas de inimigos no cenário para cativar os jogadores, nem de gráficos ultrarrealistas para ser um sucesso. Quem não jogou não sabe o que está perdendo.

Red Dead Redemption | Mais informações?

Red Dead Redemption chegou ao mercado em 2010 e rapidamente tornou-se um dos games mais adorados da geração passada e um dos melhores games já criados pela Rockstar. Longe do estigma de ser um GTA no velho Oeste, Red Dead tem identidade própria e elementos que o classificam como um verdadeiro must buy.

Apesar de não oferecer a mesma variedade de outros games desta lista, o jogo possui um mundo vasto e bastante divertido de se explorar: são três regiões fictícias (New Austin, Nuevo Paraiso e West Elizabeth) que somam cerca de 30 milhas quadradas. A Rockstar já tinha expertise neste estilo de jogo, deste modo, Red Dead Redemption possui centenas de missões a serem completas e personagens carismáticos.

Skyrim | Mais informações?

Quando a Bethesda lançou Skyrim, muitos jogadores sabiam que algo grandioso estava por vir, afinal a empresa havia lançado anos antes alguns clássicos muito bem sucedidos como Fallout 3 e Elder Scrolls IV: Oblivion. O que as pessoas não esperavam é que o game fosse colecionar tantas ovações: foi o primeiro game ocidental a receber a lendária nota 40/40 da revista Famitsu, só para ter ideia. No Metacritic o game está ranqueado com a nota 96/100 (uma das mais altas já listadas).

A recepção da crítica especializada foi altamente positiva, assim como a recepção do público: mais de 20 milhões de unidades vendidas até hoje. O entusiasmo dos jogadores somente era comparável à febre que jogos do calibre de Ocarina of Time e GTA: San Andreas conquistaram em suas respectivas épocas. Ainda hoje o game é jogado por milhões de jogadores graças às expansões que foram lançadas ao longo dos anos, além de mods que a própria comunidade criou. Um verdadeiro clássico!

The Witcher 3 | Mais informações?

Este é o game mais recente de nossa lista e, apesar de parecer um claro caso de hype, a colocação é mais do que merecida. Quem jogou os dois games anteriores sabe que a CD Project RED trata seus produtos com muito cuidado e sempre prezou pela mais alta qualidade possível. Se havia um ponto a melhorar em The Witcher 2 era o fato de o game não ser de mundo aberto, pois a ambientação, sistema de combate e gráficos eram os melhores possíveis. Mas então veio The Witcher 3 para mudar isso.

O mundo de TW3 é enorme e bastante variado, há centenas de criaturas diferentes, histórias de personagens secundários, side quests, enfim. O game tem quase todos os elementos que os demais da lista possuem e a melhor ambientação de RPG que já vimos em muitos anos. Este jogo define o que é a nova geração.

Arkham City | Mais informações?

Batman Arkham City é considerado por muito como o melhor jogo de super-herói já lançado. O mapa do jogo não é dos maiores que já vimos, mas a prisão de Arkham City apresentada ao longo do game tem todo o clima soturno apropriado e que remete aos quadrinhos do Cavaleiro das Trevas. Aqui o jogador é confrontado por uma cidade abarrotada de vilões e criminosos da pior espécie. Praticamente não existem inocentes perambulando pelas ruas.

Ainda que o jogo não conte com o Batmóvel, a exploração através do planador é altamente satisfatória. Quando foi lançado em 2011, o título colecionou notas altíssimas e foi considerado o “jogo do ano” por diversas publicações. A Rocksteady já tinha alcançado fama mundial com o predecessor (Arkham Asylum), mas foi com Arkham City que o estúdio posicionou-se como uma dos principais produtores de jogos do mundo.

GTA V | Mais informações?

Como não ter um GTA na lista dos melhores e mais bem sucedidos sandbox de todos os tempos? Nossa única dúvida era qual dos games da franquia deveria ser relacionado. GTA San Andreas é o grande clássico, GTA IV elevou o nível, GTA Vice City tem o melhor clima. Mas é GTA V que conta com o melhor conjunto: são horas e horas de missões, três protagonistas, histórias cativantes, uma cidade vibrante, gráficos de babar, muitos veículos etc.

O game conquistou as melhores vendas em seu ano de lançamento (vencendo a disputa contra o outro best seller Call of Duty). Como se não bastasse, o game colecionou notas altíssimas, não por acaso o game foi lançado também para os consoles de nova geração. GTA V é sem dúvidas um dos games mais bem recomendados já lançados, dentro ou fora do gênero sandbox.