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Os 10 melhores jogos exclusivos do Xbox One para 2015

O ano de 2015 promete ser um dos melhores para os fãs de videogames, independente de que plataforma seja usuário. Pensando nisso, resolvemos eleger os dez melhores games exclusivos a ser lançados para cada plataforma. A primeira parte é para os usuários do Xbox One. Posteriormente vamos eleger os principais exclusivos do Playstation 4 e do Wii U.

Antes de iniciar a lista, primeiro vale destacar que são apenas jogos exclusivos, por isso alguns títulos muito esperados como The Witcher 3 e Batman Arkham Knight ficaram de fora.

Títulos exclusivos que mantém contrato de exclusividade temporária entraram na lista, pois ela compreende apenas o período de 2015. Confira também as ofertas para XBox One.

Dito isto, acompanhe os dez mais aguardados do Xbox One para 2015: 

10 – Crackdown – Cloudgine

Poucos detalhes foram anunciados de Crackdown, apenas um trailer que mostra que o estilo gráfico mantém a fórmula dos anteriores (com cell shading), muitas explosões e um ambiente urbano noturno com muito néon. Um detalhe interessante é que a Microsoft não chama o jogo de Crackdown 3, pelo simples motivo de o jogo não ser uma sequência do segundo capítulo da série, mas sim do primeiro game.

Outro detalhe é que o jogo deverá utilizar o poder de processamento em nuvem do Xbox One como nenhum outro título do sistema fez até então. Esse poder extra será utilizado para renderização mais complexos, como explosões em partidas multiplayer. Crackdown ainda não tem data de lançamento definida e há rumores de que ele nem chegue ao mercado em 2015. O jeito é esperar.

 9 – Phantom Dust – Microsoft Game Studios

Phantom Dust é um JRPG de ação bastante antigo: foi lançado em 2004 para o Xbox original. Não fez muito sucesso, mas teve notas boas nas críticas. Na história, os jogadores encontram-se em um planeta à beira da ruína, a missão principal é descobrir o que ocorre. O game tem foco no multiplayer online e incentiva as batalhas entre os players e a evolução de armas e habilidades. Infelizmente para a comunidade de fãs, os servidores do jogo foram desativados em julho de 2014 (estava disponível para Xbox 360).

Como Phantom Dust é um dos poucos títulos voltados aos jogadores nipônicos e a Microsoft tem intenção de impulsionar as vendas do One em todas as partes do mundo, a empresa anunciou um remake para sua nova plataforma. O lançamento está programado para 2015 e até então não se sabe se haverá (e quais são) as mudanças para a nova versão.

 8 – Screamride – Frontier Developments

Sucessor spiritual de RollerCoaster Tycoon, Screamride é o jogo do Xbox One voltado aos fãs de construções, mas a diferença é que o novo jogo não permite a construção e administração de parques completos, mas apenas de montanhas-russas, quanto mais perigosas, melhor.

São três modos de jogo, sendo o destaque para a destruição total. O lançamento é para 3 de março e a Microsoft lançará o título também para o Xbox 360. Há possibilidade de compartilhar as criações na Xbox Live e testar as engenhocas dos amigos. Seria bem legal se o Xbox tivesse um óculos de realidade virtual compatível com Screamride, mas isso vai ficar na nossa imaginação.

 7 – Fable Legends – Lionhead Studios

Fable Legends é a primeira entrada da série no Xbox One e apesar de carregar o nome do RPG exclusivo mais emblemático da Microsoft, o jogo se distancia bastante da fórmula de seus antecessores. Para começar, o jogo tem um enfoque mais voltado ao multiplayer do que o singleplayer: quatro amigos se unem para derrotar as mais variadas criaturas que aterrorizam Albion, e um quinto jogador pode assumir o papel de vilão, definindo quem deve ser atacado e que desafios os heróis enfrentarão.

Legends também joga para escanteio a companhia do cachorro, que dava um tom emocional nos últimos games da série. Ah, também esqueça as escolhas morais que afetavam a vida dos NPCs de Albion, as coisas agora são mais objetivas: escolha ser o herói ou o vilão, somente isso. Tais mudanças na série certamente têm a ver com a saída de Peter Molyneux da Lionhead Studios. O game perde muito de sua carga emocional e vira algo mais parecido com um MMO tradicional voltado aos combates.

Apesar de todas as críticas, a desenvolvedora promete que Fable Legends terá muita qualidade visual e técnica, de modo que poderá ser apreciado mesmo em modo singleplayer. Ah, de acordo com a Lionhead a inspiração para o game veio de dois jogos consagrados: Dark Souls e Journey.

6 – Scalebound – Platinum Games

Dragões, Hidras, ambiente gigantesco, batalhas épicas e caça a monstros. Tudo isso é o que espera os jogadores que comprarem Scalebound, o novo jogo da Platinum Games, os mesmos caras por trás do bem sucedido Bayonetta. Poucos foram os detalhes divulgados pelos produtores, apenas sabe-se que o jogador controla um jovem caçador de monstros que explora o mundo em missões que envolvem destruir as mais terríveis criaturas que existem.

Dragões são a peça chave do game, bem como as batalhas que devem lembrar algo de Shadow of the Colossus e Monster Hunter, além disso, há espadas, flechas e feitiços. Um dos rumores é que cada dragão no jogo é controlado por um jogador diferente, ou seja, há um elemento multiplayer massivo em que os jogadores se unem para destruir as maiores criaturas em um mundo vasto. Seja como for, a Platinum já anunciou que o game é diferente de tudo que eles já fizeram anteriormente.

 5 – Ori and the Blind Forest – Moon Studios

Uma das maiores surpresas do Xbox One é um game indie com progressão lateral produzido por um estúdio indie. Ori and the Blind Forest apresenta a história do guardião espiritual Ori que vive em uma bela floresta que começa a se decompor e atrair estranhas criaturas. O game é uma aventura metroidvania e possui elementos de RPG e ação semelhantes a jogos clássicos como Megaman.

O grande destaque do jogo são os belos gráficos desenhados à mão. Todo o visual e as paisagens são de tirar o fôlego e demonstram o cuidado que a Moon Studios teve com o título. De acordo com a desenvolvedora, o game rodará em 1080p e 60 fps. Quem esteve na Brasil Game Show 2014 pôde conferir o game indie mais esperado do Xbox e a impressão geral é de que vai valer mais a pena do que muitos games AAA.

 4 – Forza Motorsport 6 – Turn 10

Seguindo seu planejamento bianual, a Microsoft anunciou durante o North American International Auto Show, o lançamento de Forza 6, o respeitado simulador de corridas. Nenhum detalhe adicional foi revelado, apenas que há uma parceria inédita com a Ford, de modo que o Ford GT é a capa do jogo, além disso, outros bólidos estão confirmadíssimos como o Ford Mustang Shelby GT350 e o F-150 Raptor.

Não há data de lançamento definida, mas a previsão é de chegar ao mercado no final do ano. Foi prometido que o título já estará jogável durante a E3 2015. Como não pode deixar de ser, Forza 6 deverá ter gráficos de cair o queixo e físicas realistas.

 3 – Quantum Break – Remedy

Quantum Break chama atenção por diversos aspectos: trata-se de um jogo em terceira pessoa com bastante ação e um visual incrível. Está em produção pelo estúdio Remedy, os mesmos caras que lançaram o aclamado Alan Wake para Xbox 360. Mas o principal destaque é a possibilidade de controlar o tempo, inclusive viajar pelo tempo. Pelos vídeos gameplay divulgados até o momento dá para perceber que a Remedy não está poupando esforços para tornar Quantum Break seu game mais ambicioso já produzido.

O design de fases é ótimo e as cenas de ação são cinematográficas, unindo algo de Alan Wake e Max Payne. Em alguns trechos, o jogo lembra algo de Uncharted, porém mais caótico. As convulsões temporais, momentos em que o tempo enlouquece e o protagonista Jack deve controlá-lo, são nada menos que empolgantes. Quantum Break é um dos jogos mais criativos do ano e tem tudo para colecionar prêmios e ser ovacionado.

 2 – Raise of the Tomb Raider – Crystal Dynamics

O novo game da Crystal Dynamics dá continuidade ao badalado Tomb Raider de 2013. Para surpresa de muitos, a Microsoft confirmou a exclusividade do jogo para a marca Xbox, mas é dado como certo que o título chegue ao Playstation algum tempo depois. Pouco se sabe sobre o enredo, apenas que Lara descobrirá mais sobre seu próprio passado.

A jogabilidade deve manter o alto padrão mantido por seu antecessor, além disso, foi prometido que haverá mais tumbas e segredos a serem descobertos pelos jogadores. Para os fãs de Xbox, a exclusividade, ainda que temporária de Tomb Raider representa uma resposta à Uncharted 4 do Playstation 4.

1 – Halo 5: Guardians – 343 Industries

O primeiro Halo originalmente criado para a nova geração promete agitar o Xbox One quando for lançado e quebrar alguns paradigmas conhecidos da série. Esqueça um pouco (mas só um pouco) Master Chief, o novo jogo terá como personagem jogável o Spartan Locke que está em uma missão para desvendar o desaparecimento de Chief.

Na parte gráfica, pelo que conferimos no Beta, Guardians tem o visual digno de um jogo da nova geração e tem tudo para ficar melhor, pois o Beta rodava a 720p 60FPS, já a versão final estará a 90p por 60FPS. Outro aspecto que deve animar os jogadores é a jogabilidade: um pouco mais dinâmica e semelhante à Call of Duty e Destiny (tem até a mira automática para facilitar a vida dos novatos). O multiplayer também será mais dinâmico e corrido, ao contrário dos antecessores, que eram ótimos, diga-se de passagem. Por fim, os fãs de Halo podem ficar tranquilos, Halo 5 Guardians é Halo em sua essência e promete ser o maior e melhor exclusivo do Xbox na temporada.

Outros títulos

De acordo com a Microsoft, haverá muitas surpresas até o final do ano. Confirmados estão State of Decay: Year One Edition, Cuphead, Massive Chalice, Fortfied, Superhot, Inside, Below, Raiden V, entre outros. Há muita expectativa para projetos ainda não revelados, como os próximos projetos da Rare e da Lionhead Studios. O ano de 2015 promete ser bastante agitado para os possuidores do Xbox One.

Never Alone: jogo da E-Line Media retrata lendas do Alaska

A cultura e tradições das tribos antigas do Alaska raramente são exploradas em jogos eletrônicos. Um dos poucos games que faz isso é Never Alone, produzido graças a uma parceria entre a E-Line Media e o Cook Intlet Tribal Council.

O game é um puzzle plataforma  para até 2 jogadores e traz um catálogo de personagens e situações que permeiam o imaginário dos habitantes do Alaska. De acordo com a E-Line, o game é o primeiro título comercial que explora a cultura indígena dos EUA. Para tanto, a produtora ouviu cerca de 40 anciões, contadores de histórias e membros da comunidade de nativos do Estado mais frio dos EUA.

“Acreditamos que existe um interesse crescente do mercado por jogos de experiência única que explorem, celebrem e ampliem o conhecimento sobre a cultura global. Never Alone marca o início de uma iniciativa de longo prazo que tem como objetivo criar um novo gênero, chamado de ‘World Games’”, explica Alan Gershenfeld, presidente e cofundador da E-Line Media.

Na trama, os jogadores assumem o controle de uma garota Iñupiaq chamada Nuna e de uma raposa do ártico que devem trabalhar em equipe para vencer uma série de desafios. O game é dividido em oito capítulos que apresentam histórias do folclore local. Os jogadores passam por cenários típicos da zona fria do Alaska, como geleiras, tundras, cavernas submarinas congeladas, florestas boreais e vilas à beira de penhascos.

O game tem grande foco no multiplayer, deste modo, ele pode ser jogado por dois jogadores, cada um controlando um dos protagonistas. Entretanto, jogadores solitários podem apreciar o game no modo singleplayer. Toda a história é narrada no idioma Iñupiaq e esta é a primeira vez que um jogo eletrônico explora de forma tão dedicada a cultura indígena deste povo.

O time de criação de Never Alone engloba desenvolvedores que já trabalharam em franquias como Tomb Raider, Socom, Quakem entre outros. A intenção dos produtores é justamente que a linguagem do game ajude a formar um novo gênero dentro dos jogos eletrônicos chamados “world games”.

“A grande popularidade dos videogames já provou ser um meio incrivelmente poderoso não só para nos conectarmos com nossa própria comunidade e com a juventude, mas também para celebrar e dividir nossa cultura com o mundo”, afirma Gloria O’Neill, presidente e CEO do Cook Inlet Tribal Council. “Vemos Never Alone como um convite para embarcar numa jornada que combina envolvimento e diversão com a rica mitologia e cultura dos nativos do Alasca”, conclui Gloria.

Never Alone já está disponível para download digital através das plataformas Xbox One, Playstation 4 e PC. O preço varia entre R$ 29,00 e R$30,99.

Abaixo está o trailer do game Never Alone:

Com primeiro campeão mundial do jogo, Brasil se consolida como o país do Just Dance

No último dia 30 de outubro, ocorreu em Paris mais uma edição do tradicional Electronic Sports World Cup (ESWC), um torneio mundial de jogos eletrônicos organizado pela Oxent SAS. Um dos jogos do torneio foi Just Dance 2015 e, para surpresa de muitos, quem dominou a competição foram os jogadores brasileiros. Dos 20 finalistas, três eram brasileiros e o grande campeão foi um dos nossos conterrâneos.

Diego “Diegho.san” dos Santos foi o grande vencedor e como grande prêmio por sua conquista, poderá participar efetivamente do game através de vídeos em que poderão ser copiadas suas coreografias. Além disso, Diego ganhou uma viagem paga para a Cidade Luz, incluindo passagens e hotel pagos. Os brasileiros ocuparam também o 2º e 4º lugares na competição, sendo que o segundo lugar ficou com Túlio “Tulioakar96”. A final entre os dois brasileiros foi bastante disputada

A franquia Just Dance é bastante popular entre os brasileiros com mais de um milhão de cópias da franquia comercializada para consoles no país e cerca de um milhão de downloads de Just Dance Now para smartphones em menos de 40 dias. Apesar da alta popularidade, foi uma surpresa a supremacia de nossos jogadores logo na primeira edição do torneio. O sucesso do Brasil em Just Dance deve servir para popularizar ainda mais a franquia dentro do país e atrair possíveis novos competidores.

O Brasil tem tudo a ver com Just Dance, um jogo festivo, animado, familiar e contagiante. Ficamos muito felizes em ter o primeiro campeão mundial de Just Dance e  três brasileiros entre os quatro melhores do mundo. Com mais de 50 milhões de jogadores em todo planeta, ninguém poderia imaginar um domínio tão grande do Brasil.”, disse Bertrand Chaverot, diretor da Ubisoft na América Latina.

Confira as fotos do evento no site dedicado ao torneio.

Obs: esta é a segunda vez na história que o Brasil ganha uma medalha de ouro na Electronic Sports World Cup, que é considerada a Olimpíada dos Videogames. A primeira vez ocorreu em 2006 com o time Made in Brazil na disputa por Counter Strike. Vamos torcer para que mais brasileiros mostrem a força de nosso país em e-sports.

Confira o vídeo da final do campeonato de Just Dance 2015:

Ficou com vontade de dancar? Compre o jogo Just Dance agora.

Capcom anuncia novo remake de Resident Evil para PS4 e Xbox One

A Capcom anunciou a produção de um novo remake de Resident Evil para Playstation 4, Playstation 3, Xbox One e Xbox 360. O game será vendido em formato digital e chega às lojas online dos consoles no início de 2015. A versão que chega ao mercado é uma remasterização da versão que foi lançada em 2002 para Game Cube da Nintendo, que trazia novos visuais, jogabilidade e detalhes da história.

Ao contrário dos boatos de meses atrás, a editora preferiu não falar nada sobre RE7. Apesar disso, a empresa promete revigorar o clássico de 1998. De acordo com a desenvolvedora, o título terá suporte à resolução 1080 pixels nas novas plataformas e som remasterizado, resolução de tela, bem como novos controles adaptados aos controles analógicos.

A trama não sofre alterações, ou seja, vamos acompanhar a saga dos membros da S.T.A.R.S (Chris Redfield e Jill Valentine) que adentram uma mansão abandonada em busca de amigos perdidos do Bravo Team. Durante as buscas, a equipe é atacada por cães ferozes mutados pelo T-Virus. A partir daí são muitas cenas de ação, coleta de itens, armadilhas etc. Tudo no velho esquema survival horror.

Abaixo tem o trailer da antiga versão de Game Cube (só pra matar saudades):

Gosta da série Resident Evil? Confira os lançamentos e novidades.

The Witcher 3: Wild Hunt será distribuído no Brasil pela NC Games

The Witcher 3: Wild Hunt é provavelmente um dos jogos mais esperados para 2015 e a expectativa também é grande em terras brasilis. Tanto é que a CD Projekt RED, produtora da franquia, anunciou há algum tempo que o game terá localização em português. Ciente dessa demanda, a distribuidora NC Games tratou de firmar um acordo para distribuir o game exclusivamente no Brasil.

A empresa fica responsável pela distribuição e promoção do jogo no país.  Vale lembrar que o título chega para as platformas PC, PS4 e Xbox One em fevereiro de 2015 com o preço sugerido de R$ 199,90 para consoles e R$ 99,90 para PC. A distribuidora já adiantou que pretende um lançamento especial para marcar a chegada do game inspirado na obra do escritor polonês Andrzej Sapkowski.

“Estamos muito felizes com a parceria e preparados para este que deverá ser um dos maiores lançamentos do próximo ano”, afirma Claudio Macedo, fundador e presidente da NC Games & Entertainment.  Vamos esperar mais informações e novidades desse que parece ser um dos melhores RPGs já criados!

Confira o vídeo de game The Witcher 3: Wild Hunt

Time de Curitiba representará o Brasil na Imagine Cup 2014

Alguns dedicados desenvolvedores brasileiros foram selecionados para as finais da Imagine Cup 2014, um concurso de jogos independentes organizado pela Microsoft que vai eleger o melhor dentre os games participantes. O destaque é que os curitibanos Eduardo Schildt, Luiz Henrique Gomes Monclar, Rhandros Dembicki e Robson Keidy Sewo são os únicos representantes brasileiros na final mundial da Imagine Cup. São todos estudantes de Pós-Graduação em Aplicativos para Jogos Digitais da Universidade Positivo.

Tal feito foi alcançado com o jogo Liaison, que foi desenvolvido para as plataformas PC e Xbox Live. Trata-se de um game que retrata a amizade de um menino e seu cachorro que foram presos em um calabouço e devem encontrar a saída do castelo resolvendo complicados puzzles espalhados por diversos cenários. O game foi desenvolvido para ser jogado tanto no Xbox 360 quanto no Xbox One.

Liaison baseia-se na premissa que o menino e o cachorro possuem habilidades diferentes e precisam trabalhar juntos para vencer os desafios. O ideal é que eles trabalham sem se distanciar, pois quanto mais distante, mais sombrio o cenário fica e surgem novos inimigos. O título foi desenvolvido em Unity 3D e seu estilo plataforma/puzzle tem tudo para agradar em cheio jovens jogadores e adultos.

“O jogo é focado na resolução de quebra-cabeças e problemas, mas também possui elementos que requerem destreza e agilidade por parte do jogador”, diz o estudante Luiz Henrique Gomes Monclar, um dos autores do projeto.

A final da Imagine Cup será realizada em Seattle, nos EUA, entre 10 jogos, incluindo Liaison. De acordo com dados da Positivo, na fase inicial haviam 34 países na disputa e o quarteto brasileiro é o único finalista na competição, o que torna o fato ainda mais impressionante. A Imagine Cup ocorre desde 2007 e tem como um dos objetivos reconhecer inovações tecnológicas produzidas por estudantes de todo o mundo.

Se os brasileiros vencerem a competição, levaram o prêmio de US$ 50 mil e a chance de divulgar seu jogo durante o PAX (Penny Arcade eXpo), um festival que passa pelas cidades de Seattle, Boston e Melbourne. Se depender da qualidade do jogo, o time Liaisontem boas chances. Vamos ficar na torcida!

Dez games indies que marcaram a E3 2014

A E3 2014 já se foi e provavelmente tem muita gente falando de jogos AAA, afinal o evento deste ano foi ótimo para todas as empresas. Apesar de todos estarmos ansioso por Halo 5, Legend of Zelda, Uncharted 4, Mortal Kombat X ou Shadow of Mordor, o fato é que não é apenas de games de alto orçamento que se faz a maior feira de jogos eletrônicos do mundo. Na verdade, há centenas de estúdios independentes trabalhando com as grandes publishers a fim de trazer grandes jogos para nossos consoles e ganhar um espaço ao sol.

Diferente da E3 2013, o evento deste ano trouxe muitos jogos indies que parecem no mínimo promissores. Veja só que a importância desses games é tal que eles até ganham espaço nas grandes conferências, como o da Microsoft que anunciou pelo menos 41 jogos indies para o Xbox One neste ano, algo impensável de se ocorrer há alguns anos atrás.

Resolvemos eleger os 10 games indies que mais nos deixaram curiosos na E3 2014. Fique de olho, pois esses games prometem experiências das mais gratificantes para os novos consoles:

White Night

White Night é uma criação do estúdio francês “O Some”. O título apareceu para o Xbox One meio que de surpresa, apesar de já estar em desenvolvimento para PCs há algum tempo. A primeira coisa que chama a atenção é seu estilo noir e o pouco uso de cores (na verdade o game é todo construído em branco e preto).

De acordo com os desenvolvedores, o game é um survival horror com referências ao expressionismo alemão e à obra de Alfred Hitchcock. O que sabemos da trama é que tudo se passa na década de 30 e vamos controlar um homem que está perdido na noite e busca refúgio em uma velha mansão. Neste ambiente escuro a sobrevivência do protagonista depende do uso constante de luz, pois o escuro torna-se fatal.

A partir deste ponto é necessário resolver puzzles com o uso de fontes de luz, mesmo que seja um mero fósforo. Ao solucionar os puzzles, o protagonista vai descobrindo antigos segredos que a mansão guarda. O estilo artístico e o clima de suspense são de tirar o fôlego e se o projeto for tão ambicioso quanto aparenta, certamente será um dos games mais comentados do ano.

Cuphead

Cuphead também foi apresentado para o Xbox One. À princípio parece um desenho de Walt Disney da era de ouro (até mesmo o design do personagem com o short vermelho lembra o Mickey Mouse), até que você se dá conta que o que foi apresentado é um gameplay. No breve vídeo vemos o pequeno Cuphead enfrentando criaturas demoníacas num estilo de shooter misturado com plataforma.

O game parece uma homenagem à infância de muita gente, desde o estilo Disney, ao som em piano e à jogabilidade oitentista. Muitos acharão estranho que o Studio MDHR aposte em um visual tão datado agora que as plataformas são capazes de reproduzir gráficos foto-realistas, entretanto o que vale aqui é a sensação de nostalgia. Apostamos que Cuphead tem tudo para ganhar o título de primeiro desenho jogável da história.

Might No.9

Em 2013 Keije Inafune conseguiu um feito impressionante: obteve êxito em sua campanha no Kickstarter em apenas dois dias. O dinheiro serviu para tornar realidade o projeto Might No. 9. O motivo para sucesso tão meteórico era simples: Inafune foi o criador de Megaman e o novo game do desenvolvedor tinha mais do que algumas semelhanças com o mascote da Capcom.

Megaman não ganha um jogo novo há alguns anos, fato que entristeceu muitos de seus fãs. Para piorar a situação, a Capcom parecia tratar com muita displicência o robô azul. Eis que Inafune saiu da empresa, aliou-se a Inti Creates (que já havia trabalhado na franquia Megaman) e lançou o projeto Might No. 9. Não é preciso ser um Sherlock para inferir que os “viúvos” de Megaman apoiariam Inafune rapidamente. O projeto ficou em desenvolvimento durante alguns meses sem mostrar a cara até que a E3 veio e pudemos ver o gameplay.

No game temos um robô azul que rouba poderes e enfrenta outros robôs perigosos em cenários repletos de armadilhas mortais. O design de fases, a trilha sonora e até os movimentos do protagonista são parecidos com os de Megaman. Não por acaso, muita gente faz coro ao dizer que o jogo de Inafune é o sucessor de Megaman e que a Capcom fez uma das maiores bobagens de sua história ao abandonar o mascote.

Se você é fã de Megaman é compra certa. O melhor é que Might ganha versão para praticamente todas as plataformas.

Grave

Grave tem versão para PCs e Xbox One e é um dos poucos jogos de horror a dar as caras na E3 2014, o que já lhe garante algum destaque. O game é cortesia do estúdio Broken Window e basicamente coloca o jogador num mundo aberto totalmente abandonado, ou nem tanto…

Durante o dia o jogador explora ambientes como desertos e casas abandonadas. Durante a noite tenta sobreviver a encontros contra estranhas criaturas que caçam o jogador impiedosamente. Essas criaturas reagem contra a luz da lanterna do jogador e os combates são realizados de forma a se utilizar a inteligência ao invés da simples força física.

O mundo de jogo está em constante alteração, criando um clima de desconforto e pouca segurança ao jogador. Em dados momentos, o jogo até lembra o clássico Slender, porém com um clima de mistério mais profundo e com a passagem do período dia-noite. Este é para os fãs de terror.

Another World

Another World não é uma novidade, visto que é um clássico dos anos 90 e já teve versão para várias plataformas ao longo dos anos. Felizmente, para os saudosistas, o time da Focus Home Interactive resolveu trazer o jogo para os consoles de nova geração Xbox One e Playstation 4.

Ao que parece, o game não terá mudanças radicais e não perderá o seu estilo gráfico apesar do poderio tecnológico das novas plataformas, entretanto pode-se deduzir que a jogabilidade não estará travada e que as cutscenes rodarão mais suaves. Não há como saber se esta versão será bem sucedida ou se há público para o jogo após todos esses anos, porém é bom ver que velhos clássicos não foram esquecidos. Quem sabe não surge uma versão HD de Heart of Darkness?

Bounden

Bounden não chegou a dar as caras em uma grande conferência, mas alguns poucos jornalistas ficaram sabendo desta engenhoca. Não se trata de um jogo na verdade, mas sim de uma aplicação para celulares que tenciona ensinar seus usuários a dançar. Sim, uma aplicação bem diferente do habitual e que tem tudo para fracassar, mas vamos dar o benefício da dúvida para este aqui.

No vídeo de apresentação da desenvolvedora Game Oven, podemos ver duas pessoas dançando atrapalhadamente enquanto seguram um celular. A ideia é reproduzir passos de dança de salão que foram coreografadas pelo Ballet Nacional da Holanda.

Muitos consideram que este é um método simples e eficaz para dançarinos de primeira viagem, outros estão céticos se os jogadores poderão reproduzir os passos sem o device em mãos posteriormente. Basicamente os dois jogadores seguram o celular e tentam centrar um círculo em uma esfera laranja de acordo com os movimentos pedidos.

Lifeless Planet

Lifeless Planet já foi lançado e pode ser adquirido pelos jogadores, porém foi na E3 que o game ganhou mais notoriedade. O jogo é tão somente sobre exploração. Temos um astronauta em um planeta distante que está em uma missão de busca por vida inteligente. A busca é solitária e bastante silenciosa, porém criativa e pouco habitual do que a indústria vem fazendo atualmente.

O objetivo do game é que o jogador desfrute da exploração e de elementos de sci-fi dos anos 50. Esses elementos até fazem lembrar algo de Shadow of the Colossus, mas sem as lutas com Colossus, é claro. A resposta a ser respondida com Lifeless é: o que você faria se pudesse explorar um planeta inteiro?

E sim, há sinais de que houve vida no planeta.

Ori and the Blind Forest

Ori and the Blind Forest foi um dos games que roubou a cena. Exclusivo do Xbox One, o game é produção do Moon Studios. Não foi revelado muito sobre o jogo a não ser o trailer que você verá abaixo. Ao que parece, trata-se de um jogo de plataforma com elementos de ação e uma história emocionante.

Chama atenção o estilo artístico cheio de efeitos de luz e sombra, a floresta cheia de vida e a arte que parece inspirada no diretor japonês Hayao Miyazaki. O produtor do game cita ainda outras referências para a obra como Super Meat Boy, Limbo e Metroid (todos games premiados).

No game temos a criatura pálida Ori e sua companhia na forma do que parece ser uma fada explorando uma densa floresta habitada por muitas criaturas fantásticas. Há combates e puzzles a serem resolvidos em um nível de dificuldade que deve surpreender até os jogadores mais experientes. Se o game for o que promete, certamente vai ser um dos melhores jogos indies da geração.

Ab-Zû

É extremamente difícil explicar o que é Ab-Zû, afinal o que foi mostrado parece um concept muito cru. Parece ser um game muito contemplativo e sem ação, porém o design é dos mais belos que vimos na E3. No trailer para o Playstation 4 vemos um mergulhado explorando as maiores profundidades do oceano, encontrando com baleias, tubarões e outros peixes. A coisa fica mais enigmática quando o personagem avista o que parece ser uma construção no fundo do mar.

O game é o primeiro trabalho do estúdio Giant Squid, que adiantou que o produto será uma aventura épica em que os jogadores encontrarão seres majestosos e segredos avassaladores escondidos no mar. O game tem inspirações em mitos populares e em mitos da mesopotânea. Enquanto novos detalhes não são divulgados, só nos resta imaginar que tipo de aventura nos aguarda nas profundezas desse “oceano de conhecimento”.

No Man’s Sky

No Man’s Sky surgiu ano passado e já parecia ótimo, mas seu retorno na E3 2014 serviu para mostrar que este ano em desenvolvimento apenas serviu para torná-lo ainda mais desejável. Basicamente temos uma mistura de exploração de diversos planetas com combates entre aeronaves no espaço infinito. O destaque fica para a parte de explorar os planetas, pois é onde podemos conferir alguns dos cenários mais interessantes já criados em videogames.

Nos planetas mostrados no evento pudemos ver dinossauros de outro mundo, uma espécie de serpente gigante no deserto e peixes abissais. Nosso único receio é que a parte de exploração seja mínima em prol de muitas horas de combate a borde de aeronaves, pois francamente esses combates parecem ser a parte menos divertida do game.

Apesar disso, o jogo terá momentos de ação fora da nave, visto que o astronauta é frágil e deverá sobreviver a diferentes perigos encontrados em diversos planetas. O jogo é produção do estúdio inglês Hello Games, que parece querer levar No Man’s Sky para os limites da interatividade dos MMOs.

Cada estrela no céu representa um sistema solar que pode ser explorado, promete a produtora. O título está confirmado apenas para o Playstation 4 ao que se sabe e deve ser lanaçado ainda em 2014. Será que é desta vez que vamos perder a vida social apenas para explorar mundos numa saga sem fim?

Activision anuncia Call of Duty: Advanced Warfare

A Activision resolveu surpreender o mundo nesta semana ao anunciar a nova entrada de sua franquia mais consagrada: Call of Duty. Ao invés de apostar em Black Ops ou Modern Warfare, a empresa americana coloca todo o seu potencial financeiro em Call of Duty: Advanced Warfare.

O título promete ser o primeiro Call of Duty desenvolvido por pelo menos três anos consecutivos e visando a nova geração de videogames. O jogo é desenvolvido pela Sledgehammer Games e terá a participação especial de Kevin Spacey. A intenção da Activision é que este seja o melhor CoD em muitos anos.

“Tomamos várias decisões importantes focados na excelência criativa em Call of Duty: Advanced Warfare. Nós realmente abordamos este jogo de forma diferente”, disse Eric Hirshberg, CEO da Activision Publishing. “Este é o nosso primeiro ciclo de desenvolvimento de três anos. É a nossa primeira vez com Sledgehammer Games na direção criativa. E nós estamos sacudindo a fórmula de várias maneiras. Novas mecânicas de jogabilidade com o exoesqueleto. Uma nova história fascinante. Um novo personagem icônico interpretado por Kevin Spacey, um dos melhores atores do mundo. Nós estamos nos divertindo muito fazendo este jogo, e acho que o mundo vai se divertir ainda mais jogando”.

A campanha é ambientada no futuro de 2054 e mostra o que ocorre quando uma empresa militar privada chamada PMC desenvolve um método para salvar a humanidade de um caos absoluto ocasionado por um ataque de escala global. O jogador é um dos soldados dotado de um poderoso exoesqueleto e armas futuristas que devem fazer o possível para manter a ordem em meio a uma guerra avançada.

Além de armas novas e uma história densa, Advanced Warfare promete gráficos foto realistas e esmero técnico jamais visto na franquia de shooter. A narrativa é um dos aspectos que a Sledgehammer mais está atenta, dizem os produtores.

“(…) Criamos esta equipe com a visão singular de entregar o melhor trabalho de nossas vidas. Sabemos que estamos calçando grandes sapatos, mas a cada dia estou espantado com o talento e foco no trabalho, com tudo desde a história até o multiplayer. Estamos animados para entregar o próximo capítulo desta grande franquia, e nós estamos ansiosos”, disse Michael Condrey, co-fundador e chefe do estúdio Sledgehammer Games.”

O game tem lançamento previsto para o dia 4 de novembro. Apesar da data longuínqua, a Activision providenciou o primeiro trailer do game.

Confira o trailer do game Call of Duty: Advanced Warfare

Top 10: jogos para ficar de olho no Xbox One

Hoje temos o artigo que mostra 10 motivos para ficar de olho no Xbox One. Alguns games são multiplataformas, outros tantos já estão no mercado. O objetivo real é mostrar porque a nova plataforma da Microsoft pode ser um sistema de jogos interessantíssimo, se você estive atrás da experiência de nova geração e gráficos ultra realistas. Confira:

 Forza 5

Cotado como o mais belo game da lineup do Xbox One, Forza 5 venceu com maestria um desafio muito difícil: mostrar um salto de gerações que fosse perceptível o suficiente para alguém investir na nova plataforma. Forza 5 é cheio de detalhes e efeitos de luz embasbacantes. O game não só é o mais bonito do Xbox One até o momento, como também é o mais bonito entre os dois consoles de nova geração, mostrando que o console da Microsoft tem muito potencial pela frente. Como se não bastasse, Forza 5 não é apenas um rostinho bonito, mas sim o melhor jogo da plataforma graças a sua jogabilidade afiada feito gilete. Se você pretende comprar o One neste fim de ano, vai precisar de uma cópia de Forza 5.

Forza 5 Gameplay

Killer Instinct

Sim, todo mundo torceu o nariz quando ficou sabendo que o game seria free to play e os personagens deveriam ser comprados separadamente. Sim, foi um grande e violente chute no saco aplicado pela Microsoft. Outra mancada da Microsoft foi não ter disponibilizado todos os lutadores no lançamento e nem ter lançado uma versão física, mas tudo. Choramingo à parte, Killer Instinct está absurdamente divertido e viciante. Acreditamos que o game será a grande sensação em eventos de games e torneios de jogos de luta. As vendas não devem ser grandes a princípio, pelo menos até que a Microsoft lance a versão definitiva em caixinha. Sim, estamos torcendo por isso.

Killer Instinct Gameplay

Fable Legends

Fable sempre foi uma das franquias mais fortes da Microsoft, apesar de nos últimos anos a série da Lionhead estar em baixa. A saída de Peter Molyneux e a decepção que foram Fable The Journey e Fable Heroes servirão para mostrar que nem mesmo as mais respeitadas franquias estão livres de um deslize. Mas até então, nada a temer: para recuperar a glória de outrora, a Microsoft tratou de colocar o time da Lionhead para revigorar a terra de Albion.

O primeiro passo vem com o remake do Fable original para Xbox 360 (hell yeah) e o segundo passo virá com o promissor Fable Legends. De cara o título muda alguns paradigmas da série: agora ele é um multiplayer online para até cinco jogadores (quatro heróis e um vilão). A ideia é que os heróis cooperem entre si para vencer o vilão, que estará controlando ações através da função smartglass. A dúvida latente é como o game funcionará no modo off-line (terá uma campanha?). De qualquer modo, Fable é ainda hoje uma das melhores sagas de RPGs, então a expectativa é alta com Legends. Mal podemos esperar para ver o gameplay do game em um estágio de desenvolvimento mais avançado.

Fable Legends Trailer

Halo 5

Quando a Microsoft anunciou que Halo 4 era o início de uma nova trilogia todo mundo já imaginava que os dois capítulos subsequentes seriam lançados no substituto do Xbox 360. Uma ação bem acertada, diga-se de passagem. A melhor parte é que Halo 4 fugiu das suspeitas dos fãs e mostrou-se um grande jogo, para felicidade da 343 Studios. Halo 4 conta com um dos melhores gráficos do 360 e uma das melhores mecânicas de jogo da franquia, mostrando que a produtora conseguiu assimilar o que é Halo para os milhares de fãs da saga de Master Chief.

Com Halo 5 é difícil especular o que vem pela frente após o teaser do Chief andando no deserto. O que dá para esperar é que o game tire o máximo possível do Xbox One e do tão falado poder de processamento pela Nuvem. Não estranho o fato de Halo 4 não ter saído para o One ou que o Halo 5 não tenha ficado pronto para o lançamento da plataforma: os desenvolvedores vão lançar o jogo quando ele estiver 100% pronto, afinal Halo é a menina dos olhos da Microsoft e um dos principais motivos para alguém querer um Xbox One.

Halo 5 Trailer

Quantum Break 

Quantum Break apareceu pela primeira vez durante a E3 e desde então deu uma bela sumida. O trailer deixava mais perguntas que respostas e para piorar a situação, muita gente ficou desconfiada dos planos da Remedy em mesclar o jogo com um seriado. Parece o tipo de coisa fadada a dar errado, certo? Errado! A Remedy já mostrou que sabe das coisas com o cultuado Alan Wake, agora o desafio é outro: criar um game extremamente envolvente, com gráficos realistas e que misture ficção e super poderes de uma forma ainda não feita por ninguém. O que mais empolga é como a Remedy vai mesclar a narrativa de games com séries de TV.

Pode até ser que Quantum Break não seja o espetáculo que estamos esperando, mas até que ele chegue ao mercado é bom ficar de olho, pois a impressão é que vem aí um dos projetos mais ambiciosos da indústria em anos.

Quantum Break Gameplay

Ryse: Son of Rome

Sim, Ryse foi um título de lançamento decepcionante em alguns aspectos: o passo que os gráficos são soberbos e a violência é sempre presente, a comunidade sentiu que falta algo no jogo. Esse algo pode ser inovação ou falta de personalidade, mas isso não quer dizer que o game não possa divertir. Se jogado sem compromisso, dá para ficar horas a fio digladiando-se contra os adversários no modo online. A pena é que o modo campanha não é tão expressivo quanto deveria ser. As causas para esse lapso de elementos foi que o game começou como um exclusivo do Kinect do X360, depois migrou para o Xbox One e muita gente achava que ele seria uma espécie de God of War em Roma e sem os monstros, mas o que veio foi algo mais simples.

Agora, porque você deveria ficar de olho neste game se ele não é nada de extraordinário? A resposta é simples: ele mostra o salto gráfico de geração para geração. Não é preciso ser expert para saber que os consoles atuais não conseguiriam rodar Ryse em seu esplendor, além disso, imaginamos que
o game é o início de uma nova franquia para a Microsoft. O tempo dirá se erramos, todavia se estivermos certos, a continuação será muito melhor que Son of Rome.

Ryse Son of Rome Gameplay

The Witcher 3

The Witcher 3 será um multiplataforma, o que significa que os jogadores do PS4 também podem se animar. O que ele tem e o que ele não tem? Primeiramente é mais fácil falar o que ele tem de bom: tudo. Enfim o pessoal da CD Projekt se rendeu à moda de jogos com mundos abertos, o que é um acerto sem igual para um RPG tão complexo quanto The Witcher. Além disso, os gráficos do game são qualquer coisa extraordinária. É quase certo afirmar que a franquia vai desbancar Skyrim do trono de RPG ocidental mais popular entre os jogadores. A trama está muito interessante e a mecânica de combate é divertidíssima. O único problema até então é saber quanto tempo esperar para colocar as mãos nessa pérola. Agora respondendo, o que Wild Hunt não tem: Hummm. Vamos pensar em alguma coisa…

The Witcher 3 Gameplay e Trailer

Titanfall 

Titanfall merece destaque por uma única razão: seus criadores. No mundo dos games existe uma máxima que diz que o mercado está saturado de FPS. E isso não é um fenômeno da atualidade, mas de alguns anos, desde o sucesso de Medal of Honor. O que faz parecer que nunca jogamos tanto FPS como hoje é a super poularidade de Call of Duty, que ano após ano bate recordes de vendas e leva milhões de jogadores para combates online. O que Titanfall tem com isso, além do fato de ser mais um FPS?

Bem, ele é o primeiro game da Respawn Entertainment, um estúdio criado pelos criadores de Modern Warfare. E o nome do jogo é uma alusão a franquia da Activision também, dizem as más línguas: tudo seria um plano da EA-Microsoft-Respawn para derrubar o atual Titã da indústria dos FPS. Na mitologia, os titãs eram vencidos por deuses mais jovens. Call of Duty é um titã e Titanfall é mais jovem. De qualquer modo, a mecânica à lá parkour e mechas parece uma solução ousada para sair do mesmismo. Fique de olho em Titanfall, pois se tudo for como os produtores esperam em breve todo mundo vai estar na Live batalhando por robôs gigantes.

Titanfall Gameplay

Kinect Sports Rivals

Kinect Sports Rivals não é bem o game hardcore que você esperava nesta lista, certo? Mas ei, pense bem, um dos grandes atrativos do Xbox One é o melhorado Kinect 2.0, certo? Para ver se a geringonça funciona direitinho você precisa de um game desenvolvido especialmente para ele, e que melhor game da lineup do que Kinect Sports Rivals? Claro, em breve sairão jogos de dança para o sistema, mas até lá, a forma de testar a precisão do acessório é com Rivals, que, aliás, não é um jogo ruim. Fique de olho nele, enquanto Kinect fica de olho em você.

Kinect Sports Rivals Gameplay

Kingdom Hearts 3

Outro multiplataforma. Desta vez temos Kingdom Hearts, uma franquia que nunca esteve em outra plataforma de mesa que não fosse da Sony, e lá se vão pelo menos seis anos desde Kingdom Hearts 2, o que significa que tem muita gente ansiosa demais para colocar as mãos nessa aventura. Isto é até surpreendente, visto que o game passou tempo demais fora dos noticiários gamísticos. Provavelmente isso tem a ver com o carisma das personagens e do alcance quase ilimitado que a Disney tem com seus mundos e franquias fantasiosas.

Imaginem se Tetsuya Nomura possa utilizar qualquer série que quiser. Certamente que Kingdom Hearts 3 não é a atual prioridade da Square-Enix para as novas plataformas, antes dele vem o Final Fantasy XV. Mas não custa imaginar que quando o game surgir em uns dois ou três anos, ele possa se tornar um dos melhores games de RPG que já vimos. Ficaremos bem atentos com este.

Kingdom Hearts 3 Trailer

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