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​Museu do Videogame Itinerante chega ao Shopping RioMar Kennedy, em Fortaleza

Essa é para os fãs de videogame que estão na Cidade de Fortaleza, CE, amanhã (14/09) o Museu do Videogame Itinerante chega ao Shopping RioMar Kennedy. A chegada ao RioMar Kennedy marca o início da segunda temporada de “turnê” do museu mais interativo do Brasil. Os organizadores prometem uma série de novidades para esta nova temporada, a fim de enriquecer ainda mais a experiência do público. Além de conferir a história dos jogos eletrônicos, os visitantes podem jogar, interagir com influenciadores e participar de um campeonato de Just Dance.

A exposição conta mais de 46 anos de história dos videogames antigos e atuais, passando por todas as gerações de consoles. Dá para ver clássicos como o Atari, o NES, o Gameboy e os novíssimos Playstation VR, Nintendo Switch, entre outros. Além de conferir de perto consoles que marcaram história, os visitantes podem encontrar de perto com o ex-jogador de League of Legends Meet&Greet com André ManaJJ, na área de Meet & Greet e participar do concurso de Just Dance e um divertido encontro K-Pop.

O museu não é apenas um espaço observável. Há ilhas de consoles clássicos disponíveis para jogar, além do palco Just Dance 2018, simuladores de corridas, torneios de jogos antigos e atuais, controles gigantes etc. Com tantas atrações, a exposição Museu do Videogame Itinerante é considerada um dos eventos indoor para shoppings mais visitados do país. O Museu ficará Praça de Eventos do Piso L2, funcionando de segunda a sábado das 10h às 21h e aos domingos e feriados das 13h às 20h. A entrada é gratuita.

Para quem não conhece, André ManaJJ foi o primeiro campeão brasileiro de League of Legends (CBLOL), e atuante na área de streaming e geração de conteúdo de games. O encontro acontecerá no dia 22 de setembro, a partir das 17h. Durante o evento, os fãs poderão ainda participar de sessão de fotos com os cosplays Zilean Skin Lua Sangrenta do jogo League of Legends, All Might e Katsuki Bakugou, personagens do anime Boku no Hero Academia.

 

Encontro K-Pop

No dia 29 de setembro, último dia da exposição, a programação contará com encontro k-pop das 13h às 19h, comSpecial Stage apresentações de grupos covers de k-pop, brincadeiras e Random Play Dance com muita música pop coreana.

 

Campeonato Just Dance

Logo após o encontro k-pop, a partir das 19h, ocorrerá o concurso Just Dance para aqueles que curtem dançar e suar a camisa. O evento terá ainda a participação do bi-campeão do Mundial de Just Dance, Diegho San.

Durante o concurso, o jogador é desafiado a imitar os mesmos movimentos de dançarinos profissionais virtuais e, assim, alcançar a melhor pontuação no ranking do evento. Os dez finalistas com maior pontuação durante a temporada do Museu no RioMar Kennedy irão disputar o pódio. Os três melhores receberão premiação. As inscrições ocorrerão de 14 a 28 de setembro e podem ser feitas ao lado do Palco Just Dance, no Piso L2.

 

Sobre o Museu do Videogame Itinerante

O Museu do Videogame Itinerante reúne cerca de 5 milhões de visitantes por ano e é o primeiro do gênero do país registrado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Em 2014, recebeu o prêmio do Ministério da Cultura como o museu mais criativo do país. Em 2016, foi um dos museus brasileiros escolhidos para representar o país no maior encontro de museus do mundo, em Paris.

 

SERVIÇO – Museu do Videogame Itinerante no RioMar Kennedy

Data: 14 a 29 de setembro

Horário: segunda a sábado das 10h às 21h e aos domingos e feriados das 13h às 20h

Local: Piso L2, Praça de Eventos – RioMar Kennedy (Av. Sargento Hermínio Sampaio, 3100 – Presidente Kennedy)

Entrada gratuita

 

Demo de Mega Man 11 já esta disponível para todas as plataformas

Assim que a Capcom anunciou Mega Man 11, a comunidade de fãs entrou em polvorosa, afinal a empresa havia negligenciado o personagem por muito tempo. A demo foi lançada nesta semana e conta com uma batalha bastante dinâmica contra o vilão Block Man. A demo serviu para mostrar que a Capcom pretende manter o estilo que tornou a franquia famosa.

Na demo de Mega Man 11, os jogadores podem escolher diferentes níveis de dificuldade. Outro destaque é que para avançar na aventura os jogadores devem usar diversos recursos, tal como o novo sistema Double Gear e diferentes armas de chefes para derrotar Block Man e absorver seus poderes. De acordo com a Capcom, os cenários do jogo foram desenhados à mão.

Àqueles que baixarem a demo serão recompensados com um conjunto de itens de uso único que poderá ser resgatado no jogo final. A Capcom espera que o lançamento da demo ajude a melhorar o desenvolvimento do jogo e captar a atenção dos fãs robô, que passaram muito tempo esperando um novo jogo.

Mega Man 11 chega a partir de 2 de outubro em formato digital para Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One e Windows PC, e no Brasil em formato físico para PlayStation 4 e Xbox One. Você pode obter mais informações no site da Capcom.

Abaixo tem o trailer de Mega Man 11:

 

Top 11 – Erros mais comuns cometidos por desenvolvedores independentes

Criar um game é uma tarefa árdua e às vezes você vai estar tão envolvido com o projeto que pode acabar deixando passar alguma coisa batida. Pensando nisso, bolamos um compilado de erros comuns que os desenvolvedores cometem ao produzir o primeiro game. Leia atentamente o texto e repasse para aquele seu amigo que quer trabalhar com games. Algumas dicas podem salvar seu negócio ou te deixar mais alerta aos pormenores.

Confira abaixo erros muito comuns no desenvolvimento de games independentes:

 

1 – Desistir nos estágios iniciais

Um grande projeto sempre começa com uma ideia, porém tirar a ideia do papel não será tarefa fácil. Tenha em mente que dificuldades virão aos montes, desenvolver um game consumirá tempo e dinheiro. Muitas vezes você terá de abdicar daquele cinema com os amigos ou da cerveja do final de semana para trabalhar em seu projeto. Se você tiver um emprego por fora, o tempo que terá para se dedicar ao projeto será ainda mais curto.

Muitos desenvolvedores acabam desistindo do game nos estágios iniciais após constatar que o projeto vai consumir mais tempo e energia do que o esperado. O dinheiro também pode ser um problema recorrente para desenvolvedores novatos, afinal criar um game vai demandar alguns esforços financeiros, tais quais uma engine, licenças etc. Felizmente existem algumas soluções como a versão limitada da Unity, que acaba se revelando uma caixa de ferramentas ao desenvolvedor indie. São poucas as limitações no pacote, de modo que dá para finalizar seu game de modo satisfatório.

 

2 – Não trabalhar em equipe

Produzir um game sozinho não é impossível, se você manja de level design, trilha sonora, marketing, programação etc. Porém é um fardo grande demais para uma só pessoa carregar, além de que o produto final ficará limitado apenas as suas próprias ideias. Um game feito em equipe, por outro lado, terá os benefícios de um brainstorm, novas ideias, personagens melhor elaborados, puzzles mais desenvolvidos etc. Como se não bastasse todo esse enriquecimento, um trabalho em equipe terá uma rede networking maior e mais efetiva quando já estiver em estágio de demo. O tempo também será reduzido e melhor empregado se cada um fizer uma determinada função dentro do projeto.

Trabalhar em equipe melhora ainda sua capacidade de interação. Você vai aprender muita coisa e poderá fazer bons amigos. Sempre que puder, desenvolva um game em equipe. Seu projeto ficará muito melhor e isso vai fazer bem até mesmo para você (desde que a equipe esteja alinhada e tenha objetivos semelhantes). Uma dica para começar a desenvolver um game em equipe é participar de hacktons. Vez ou outra o GameReporter divulga essas maratonas! Fique alerta. ;)

 

3 – Pensar que vai ficar rico rapidamente

Em uma matéria de janeiro deste ano, o Adrenaline revelou que apenas neste ano o mercado de games deve movimentar cerca de R$ 550 bilhões. Imagine pegar uma fatia mínima deste bolo… Tentador, hein. Mas fique calmo, a maior parte dessa grana vai mesmo para as grandes players como EA, Activision, Nintendo, Microsoft etc. Lucrar com game é bastante provável, mas se você estiver começando agora, fique ciente que as chances de tomar prejuízo nos primeiros meses é bem mais provável do que ficar rico rapidamente.

Por que isso acontece? Bem, o mercado de games brasileiro ainda é pequeno se comparado com os mercados europeu e norte-americano. Além disso, ainda há uma resistência por boa parte dos jogadores em gastar grana com games, principalmente se for mobile. Mas não se desespere, as coisas já estiveram muito mais difíceis quando a pirataria imperava e games para celular eram todos pagos (a época dos jogos java) e não haviam variadas opções de monetização. Hoje em dia, se você tiver um projeto bem esquematizado, dá sim para ter um bom lucro.

 

4 – Não desenvolver um plano de monetização ou exagerar nas propagandas

E já que falamos de grana, vale falar um pouco sobre como conquistar a tão sonhada independência financeira fazendo games. Tudo envolve monetização. Firmar contratos com uma Publisher é legal e provavelmente vai garantir que os custos de produção se paguem tranquilamente, porém uma vez que o game vai para as lojas é importante ter uma ideia de como ele vai faturar de verdade. Sim , eu sei que o jogador médio quase não gasta dinheiro com games, porém o produtor não deve ignorar este fato e o fato de que se o game for bom mesmo ele tem uma mina de ouro nas mãos.

Nos estágios iniciais é bom já pensar em como você pretende lucrar com games. Vai apostar nas microtransações ou em propagandas ingame? Quem sabe os dois? Ou o formato freemium? Opções é o que não falta, mas também não precisa exagerar, afinal todo desenvolvedor é um jogador. O problema é que muitos se esquecem disso e acabam atulhando o jogo com propagandas a todo o momento. Você deve dosar as coisas na medida certa. Lembre-se que jogadores mais impacientes vão abandonar seu game se tiverem a sensação de que ele é um grande painel de propaganda.

 

5 – Focar apenas nos gráficos

A primeira coisa que os jogadores prestam atenção são nos gráficos. Um game com personalidade visual tem muito mais chance de se destacar do que títulos sem qualquer inspiração. Isso é um pensamento comum, mas nem por isso deve ser levado totalmente à sério. Não caia na conversa de que um jogo fotorrealista é o segredo do sucesso. O que os jogadores querem mesmo é um produto que tenha identidade própria, independente do estilo que deseja. Você pode apostar num jeitão mais retrô pixelado, ou em um estilo cell shadding.

Acontece bastante de ver em feiras de games independentes jogo com visuais embasbacantes, mas que tem uma jogabilidade ordinária ou conceitos pobres. Tome um pouco mais do tempo melhorando as mecânicas de seu jogo ao invés de ficar apenas polindo o game. Afinal, um game bonito vai chamar as atenções sim, mas se o jogo for retorcido os jogadores irão abandoná-lo sem dó.

 

6 – Querer fazer o GTA Killer

GTA V é considerado por muitos como o maior e mais completo game de todos os tempos. O título da Rockstar é um marco da indústria e, não por acaso, uma fonte de inspiração para desenvolvedores de todo o mundo. Já ouvimos muitas histórias de jogos que começaram como uma espécie de GTA, mas que graças ao bom senso e limitações óbvias acabaram perdendo funções e funcionalidades durante o desenvolvimento. Se você pensa em lançar um game repleto de mecânicas e funcionalidades, pare e repense no que está fazendo da vida.

GTA começou muito pequeno, com visão por cima da tela, cheio de limitações em 1997. Certamente o pessoal da DMA design tinha uma ideia bastante clara do que queriam fazer com o game e duvido muito que imaginaram que hoje a franquia seria tão grandiosa quanto é. Ao iniciar um projeto comece pelo básico, não vá com muita sede ao pote. Não tenha medo de cortar funções e mecânicas. Lembre-se de fazer um game coeso e possível de acordo com sua realidade financeira e de pessoal. Afinal, o título da Rockstar leva anos para ser produzido e demanda centenas de profissionais para ser concluído.

 

7 – Copiar games de sucesso

 

Isto ocorreu no GameReporter recentemente. Temos uma página ali para divulgar o seu game, certo? Pois bem, vez ou outra pegamos um desses games e fazemos um texto para a matéria do dia. Ali é uma boa fonte para descobrir jogos de alta qualidade e com ideias interessantes. Infelizmente também tem jogos sem qualquer originalidade, que se contentam em plagiar games de sucesso.

Ao começar seu projeto é normal se inspirar em grandes jogos sim, mas não se restrinja a apenas copiar e colar códigos de programação. Faça mais que isso! Dê identidade ao seu produto, mesmo que no início não pareça dar certo. Com o tempo você vai conseguir fazer um game original e conquistar seu próprio público. Lembre-se de que plagiar é crime e não vai te levar a lugar algum.

 

8 – Ignorar a importância do Q.A

As grandes empresas possuem um departamento chamado quality assurance (Q.A) que é responsável por testar os jogos antes de disponibilizá-lo no mercado. Se com todo este aparato surgem bugs terríveis, imagine a quantidade de bugs que jogos criados por equipes reduzidas pode deixar passar? Agora imagine que a equipe responsável nem tenha se dado ao trabalho de conferir o produto final…

Sim, acontecem casos de surgirem games injogáveis, principalmente no mercado de jogos para PC, pelo simples fato de que ninguém chegou a jogar o game após a conclusão do desenvolvimento. Há duas formas de evitar esse problema: ou você mesmo testa o game, ou abre fases beta para a comunidade dar feedbacks pontuais. E mesmo nos dois casos, é importante ter o pensamento de que um game é um produto sempre em desenvolvimento, mesmo após lançado. Sim, mesmo após lançar o jogo, é legal fazer updates e melhorar mecânicas. A comunidade vai perceber que você está atento e quer melhorar a experiência de jogo.

 

9 – Fazer o mesmo game sempre

Poucas coisas podem ser mais frustrantes do que ver um estúdio promissor cair na mesmice. Há casos inúmeros mesmo entre produtoras grandes de que acertam em cheio em uma ideia e passam a adotá-la em todos os próximos games a partir daí. Imagine criar um game do gênero idle clicker – aqueles de celular baseados em clicar na tela para evoluir um personagem, ganhar mais dinheiro etc – e ele é bem sucedido. O que você faz: aproveita o lucro para tocar adiante o próximo grande jogo do estúdio, lançar uma sequência o mais rápido possível, ou lançar o mesmo game mudando apenas a skin do jogo?

Infelizmente existem muitos estúdios que apostam na terceira opção. Poderíamos fazer uma lista de 20 jogos de UMA única empresa que se baseiam numa mesma premissa. Parece que alguns produtores seguem o mantra de que “em time que está ganhando não se mexe”. Porém por quê se prender num único jeito de produzir games, ao invés de explorar suas próprias habilidades? Ao conseguir o sucesso, você deve seguir adiante, no máximo lançar uma sequência, mas jamais usar a mesma fórmula para TODOS os seus games.

 

10 – Não conhecer o público

Imagine a cena: você produz um match 3 bem maneiro e parece um sucesso latente, mas depois de quase tudo pronto percebe que a onda dos match 3 já passou, ninguém mais está interessado no gênero e a nova onda são os Battle Royale? Realizar uma pesquisa de mercado pode poupar dores de cabeça no futuro, bem como contratar consultoria e visitar feiras de games vai te ajudar a desenvolver algo mais promissor. Jamais ignore a importância de conhecer seu público e as tendências de mercado.

Se não tiver dinheiro para contratar alguém que faça essa pesquisa de mercado, faça você mesmo. Uma rápida olhadela no top mais baixado de qualquer pode te revelar qual o estilo está fazendo mais sucesso e o que não vende mais nada. Claro, há sempre a chence de que um estilo de jogo volte a se tornar tendência. Mas sempre que possível, faça um estudo do que já tem no mercado e a possível recepção que seu game vai ter. Também não se esqueça que certos gêneros podem já estar saturados e lançar um MOBA apenas tornará seu game mais um na multidão. Pesquise!

 

11 – Publishers não são a solução pra tudo

Há alguns anos vimos um fenômeno ocorrer no Brasil: tradicionais publishers começaram a apostar nos desenvolvedores de games nacionais, tais como a Bandai Namco, a Microsoft, a Capcom e até a Square-Enix. Quem não gostaria de lançar um game sob o selo de uma dessas poderosas empresas e conquistar a sonhada distribuição mundial. Entretanto nem sempre essas empresas são a solução para tudo. Na verdade algumas podem gerar outros problemas e frustrações.

Quem não se esquece de toda a pompa que a Square-Enix fez aqui no Brasil dizendo que iria publicar alguns jogos brasileiros para fora? No final das contas o acordo subiu o telhado e as empresas nacionais ficaram a ver navios. Também teve o caso da SEGA que prometeu publicar um game do estúdio nacional Owlchemy Lab, mas o trabalho mesmo se resumiu em lançar um press-release meia boca e exigir parte dos lucros com a venda do game?

Pois é, ao fechar acordo com uma Publisher, contrate um advogado para revisar tudo e só assine se tiver certeza de que é uma parceria, não uma oportunidade. As grandes empresas estão nessa pelo dinheiro e não vão se importar tanto com os seus sentimentos se os executivos quiserem dar o fora. Felizmente não são todos assim, há grandes publishers que abraçam o desenvolvedor indie e ajudam bastante a tornar um game bem sucedido. Mas aqui vale o alerta: antes só do que mal acompanhado.

Copa Kinoplex PES 2018 – Campeonato de futebol virtual reunirá mais de mil jogadores nas salas de cinema do RJ

A Copa do Mundo da Fifa já está em seus momentos finais, mas isso não quer dizer que o esporte será abandonado entre os fãs do esporte inventado pelos ingleses (pelo menos não o virtual). Durante o mês de agosto os fãs de PES que estiverem no Rio de Janeiro poderão disputar a Copa Kinoplex PES 2018, um torneio virtual que irá ocorrer em 41 salas de cinema da rede Kinoplex.

A edição de estreia do torneio começa no dia 04 de agosto, sendo que as inscrições estarão abertas a partir de 16 de julho. O evento é produzido pela rede Kinoplex e a agência V3A, com parceria da Microsoft. De acordo com os organizadores, a primeira fase do torneio será realizada entre os dias 04 e 25 de agosto, sempre aos finais de semana até às 13h. A Copa será em formato mata-mata, com os participantes avançando conforme ganhem as partidas.

A fase final será disputada pelos 41 vencedores de cada sala, que terão 32 competidores cada. Os vencedores disputarão a Master Final, dia 26 de agosto no Kinoplex Nova América. A grande final será transmitida ao vivo através da plataforma de streaming Mixer, da Microsoft. O grande campeão se classificará automaticamente para o Campeonato Brasileiro de Futebol Digital (PES) e ganhará 1 console X-Box One S 1TB, 12 meses de Xbox Gold Live (serviço de assinatura da plataforma e 1 ano de ingressos com acompanhante para cinemas da rede Kinoplex.

Confira a lista de cinemas e número de salas participantes da Copa Kinoplex de PES 2018:

 

Top 10: Os games mais empolgantes da E3 2018

A E3 2018 já acabou, mas resolvemos compilar quais foram os dez games mais marcantes do evento americano. Colocamos apenas games que tiveram partes do gameplay divulgados, então não espere ver os recém-anunciados Halo Infinite ou  The Elder Scrolls VI.

Ainda assim, a E3 2018 revelou tantos games de alta qualidade que foi difícil compilar uma lista de apenas dez games.
Confira abaixo os dez games mais bacanas apresentados na E3 2018:

Sekiro: Shadows Die Twice

A FromSoftware já está posicionada como uma das melhores produtoras de games da atualidade graças à franquia Dark Souls. Muitos acreditavam que a hegemonia da produtora no ramo de RPG de ação estaria em risco desde que a Team Ninja entregou o ótimo Nioh. Para complicar ainda mais o cenário, Nioh 2 foi anunciado e conquistou bastante atenção do público e da imprensa durante a E3. Mas eis que a FromSoftware anunciou um novo game chamado Sekiro: Shadows Die Twice.

O título segue o estilo Souls, porém com samurais e um combate muito mais voltado para a o stealth do que seus primos mais velhos. É como se a produtora juntasse o melhor de Dark Souls e Tenchu, que, aliás, também passou pelas mãos da FromSoftware. Pelo que o gameplay mostrou, podemos esperar um dos jogos mais desafiantes e divertidos da geração.

 

 

Devil May Cry 5

A Capcom não lançava um novo DMC desde 2013 (o infame reboot). Considerando que o ultimo game seriado da série foi Devil May Cry 4 em 2008, podemos contar que a franquia não recebe algo completamente inédito há mais de 10 anos. Então dá para entender a comoção e alegria quando o anúncio foi feito durante a E3 2018.

Sabe-se que os jogadores podem controlar a dupla Nero e Dante e que muita da ação deve ocorrer em ambientes urbanos contra chefões gigantescos e dificílimos de bater. A expectativa é que o jogo seja um dos mais fotorealistas  que a Capcom já produziu, graças ao potente motor gráfico RE Engine.

 

Kingdom Hearts 3

Tetsuya Nomura atrasou muito o desenvolvimento de Kingdom Hearts 3. Podemos desculpar o desenvolvedor, afinal ele entregou o ambicioso Final Fantasy XV recentemente. Finalizado o projeto, chegou a vez de se dedicar ao crossover mais amado do mundo dos jogos. Os trailers apresentados deixaram claro uma coisa: as recentes compras que a Disney fez nos últimos anos foram extremamente positivas para Kingdom Hearts.

Aqui você vai ver o trio Sora, Pateta e Donald interagindo com personagens dos mundos de Frozen, Toy Story, Monstros S.A, entre outros. Infelizmente a transição entre mundos ainda se dá pela Gummi Ship. Ainda assim, a jogabilidade parece muito fluída e divertida. A expectativa é que KH3 seja um dos maiores jogos já produzidos pela Square-Enix e um passo importante para popularizar ainda mais os RPGs de ação.

 

 

Forza Horizon 4

Ainda que a Microsoft tivesse em suas mangas os ótimos Halo Infinite e Gears 5, podemos apostar que o grande carro chefe do Xbox One para a próxima temporada será Forza Horizon 4. Os três capítulos anteriores já se mostraram títulos quase perfeitos e a Playground Games parece evoluir ainda mais a cada novo episódio. De acordo com informações prévias, o título terá nada menos que 450 carros, o que torna um dos jogos com mais conteúdo que já vimos.

Outro detalhe importante: há variações de tempo e de estações do ano, o que interfere diretamente na direção dos bólidos. O nível de detalhes está absurdo. Você pode ver rachaduras no asfalto se movimentar o veículo mais devagar, além de efeitos de luz e sombra embasbacantes. Compra certa.

 

 

Resident Evil 2

A Capcom geralmente demora alguns bons anos para mexer com sua franquia mais famosa e isso tem um motivo: não estragar uma franquia tão adorada. Claro, muitos podem apontar o dedo para alguns jogos terríveis como Operation Raccoon City ou Gun Survivor e dizer que a produtora nem sempre teve cuidado com a série, mas a impressão é que a empresa aprendeu com os erros do passado.

Resident Evil 2 é naturalmente o remake do segundo jogo, mantendo o mesmo roteiro e acontecimentos vivenciados por Leon e Claire em 1998. A diferença é mais do que gráfica, a ação é mais intensa, o clima de horror é mais palpável e a Capcom até prometeu que algumas coisas estarão bem diferentes do que os jogadores se lembram. A intenção é que os jogadores antigos não tenham a sensação de estar jogando um game requentado.

 

Super Smash Bros. Ultimate

A primeira coisa que você deve ter em mente ao comprar Super Smash Bros. Ultimate é que você precisa vender urgentemente os seus outros jogos da franquia no Mercado Livre. Sim, você não precisará mais deles, afinal a Nintendo confirmou que TODOS os personagens vistos nos títulos anteriores estarão em Ultimate. Isso significa 68 personagens, incluindo os convidados especiais como Snake, Bayonetta e Cloud Strife.

O destaque mesmo é a chegada de novos combatentes como os Inklings de Splatoon, Ridley da série Metroid e a nova versão de Link em Breath of the Wild. Além disso, os jogadores poderão aproveitar as funções do Switch para desafiar os amigos em combates de até quatro jogadores certamente este será mais um system seller do Switch. O game chega ainda em dezembro deste ano.

 

Anthem

A EA não foi bem na E3 e a Bioware pisou na bola com Mass Effect Andromeda. Dito isto, é de se esperar que as duas empresas não pouparão esforços para entregar o melhor jogo possível. Felizmente, os trailers de Anthem nos induzem a pensar que os objetivos serão alcançados. Aqui temos um mundo aberto vasto, bonito e repleto de coisas a se fazer.

Muito do mote do jogo é envolto em partidas multiplayer, tal como em Destiny. Mas o jogo da Bioware parece seguir uma direção diferente, ainda que interligue os RPGs e o tiroteio típico dos TPSs. A verdade é que Anthem está muito voltado para a exploração e em dar aos jogadores a liberdade que Andromeda não deu. Se os planos derem certo, aqui teremos um grande retorno para a Bioware.

 

 

Ghost of Tsushima

A grande surpresa da coletiva da Sony foi Ghost of Tsushima. É claro, The Last of Us 2 é o grande jogo para a temporada da Sony, mas é em GoT que os fãs do Playstation podem ver algo novo despontar. O título busca inspiração em Akira Kurosawa, importante diretor do cinema japonês, para seu roteiro.

Os jogadores acompanham a história de Jin, um samurai que deve desafiar o poderoso exército mongol para defender seu povo. Bem vago, hein? O importante é que o gameplay mostra algo de Dark Souls com combates mais estratégicos. Os gráficos estão incríveis e a ação é desenfreada. A Sucker Punch aprendeu bastante com as entregas de Infamous, então podemos esperar um mundo aberto fluído, sempre em transição e brutal. E, caras, olhem as folhas!

 

 

The Last of Us 2

Para muitos o melhor jogo da geração passada foi The Last of Us. Talvez ele não seja (talvez), mas certamente foi um dos melhores que já vimos. A Naughty Dog se tornou o principal estúdio do catálogo da Sony e um dos melhores do mundo. Só por isso, não tem como não ficar empolgado com qualquer coisa que esses caras estejam fazendo. Felizmente o hype não se apoia apenas no nome da produtora: o trailer revelado na E3 mostra que a produtora vai apostar alto no stealth.

Pudemos ver que Ellie é uma matadora atroz e que a vida da garota não será nada fácil. Mas, ei, onde está Joel? O que houve com ele? Quem é a garota que beija Ellie? Será que vamos ver o desenrolar das mentiras contadas ao final do game anterior? Muitas perguntas e poucas respostas, hein. A única coisa que podemos dizer com certeza, é que este promete ser ainda mais emocional, visceral, escuro, sombrio, melhor.

 

 

Shadow of the Tomb Raider

Lara Croft é outra que sofre e parece não ter descanso. As duas últimas entregas de Tomb Raider foram sensacionais e construíram toda uma nova base de fãs para a franquia. Então não é absurdo que a Square-Enix queira investir na heroína. Os experimentos em Rise of the Tomb Raider serviu para mostrar que é possível levar a Lara para direções mais sombrias (beirando até o horror).

Pelo que o trailer mostrou, Lara é o centro da ação. É ela que move a trama e comete erros que dirigem toda a trama. Cabe à heroína evitar que os inimigos tirem proveito de uma cultura há muito esquecida. Podemos esperar por ambientes vastos e bem desenvolvidos, com muitos detalhes e uma ação desenfreada.  Os produtores disseram que Shadow of the Tomb Raider encerra um ciclo para Lara, mas não se preocupe. Este não será o último game da personagem mais reconhecível dos jogos digitais.

Estes são os detalhes que você precisa saber sobre Cyberpunk 2077, o novo game da CD PROJEKT RED

O jogo a fechar a conferência da Microsoft na E3 2018 foi Cyberpunk 2077, game produzido pela CD PROJEKT RED. A honraria é merecida, afinal os caras são responsáveis pelo ainda melhor RPG da geração (The Witcher 3),  e o novo título parece ser a melhor coisa que os gamers verão nos próximos anos. Após um trailer bombástico, a produtora lançou um release falando mais sobre o projeto e alguns detalhes importantes.

O personagem principal

Em Cyberpunk 2077 os jogadores encarnam o papel de V, um cyberpunk da cidade futurista Night City. A cidade é um novo polo de poder e alta tecnologia dos EUA, porém a violência e as gangues imperam por todos os lados. Sim, o mundo de jogo é aberto e quatro vezes maior que o mapa de Witcher 3.

Nesta sociedade dominada por mega corporações, o jogador deve sobreviver e completar missões que envolvem derrubar figuras opressoras da sociedade e construir equipamentos de alta tecnologia. De acordo com a CD PROJEKT haverá muitas missões em Night City, de modo que o jogador vai gastar dezenas de horas somente no arco principal, além de outras boas horas com missões adicionais.

O nome do seu avatar no jogo é V (uma homenagem a V de Vingança, talvez?), um jovem inteligente e aficionado por alta tecnologia. O rosto do personagem não é definido, pois Cyberpunk oferece um grau de customização absurdo. Você pode definir o gênero de V, o visual, classe etc. Em outras palavras, quem constrói o personagem é você.

Prepare-se para fazer muitos escolhas difíceis

Tal como ocorria em Witcher, a árvore de diálogos será fator importante na campanha, de modo que as escolhas do jogador terão consequências futuras. Conforme explora as ruas de Night City, os jogadores terão que fazer escolhas difíceis. O mais interessante é que algumas mudanças no mundo do jogo são impactadas pela ação do jogador, do que simplesmente por algumas linhas de diálogo. Você pode destruir um prédio, por exemplo, e depois de alguns dias voltar para a área e ver as pessoas reconstruindo a área.

A jogabilidade

Jornalistas que tiveram acesso antecipado ao jogo à portas fechadas ainda contarão algumas coisas interessantes. A jogabilidade, aliás, é em 1º pessoa, de modo que o jogador deve se sentir mais próximo do personagem e entender suas motivações. Com esta perspectiva em 1º pessoa é possível realizar ações improváveis que vão desde movimentos de parkour até controlar robôs e desacelerar o tempo.

Ainda que os tiroteios sejam constantes e o mundo do jogo é extremamente urbano, não comece a imaginara que Cyberpunk será uma fusão de GTA com Witcher. Na verdade o game é em sua essência um RPG de ação. Se preferir, você pode até dizer que o título é o casamento de Deus Ex e The Witcher 3.

O lançamento

Cyberpunk 2077 será lançado para PC, Xbox One e PlayStation 4m, ainda sem data de lançamento definida. Para mais informações, acesse a página oficial no Facebook.

 

Fonte: GameInformer e Press release

E3 2018 – Uma análise do novo posicionamento da Microsoft e porque essa conferência muda o jogo

Em 2013 a Microsoft levou o Xbox One pela primeira vez à E3. As expectativas eram altas, afinal a apresentação simbolizava o início de uma nova geração de videogames. A conferência com transmissão mundial foi um acontecimento inesquecível. Um completo desastre: a plataforma era mais cara que a concorrência, tecnicamente inferior e não tinha grandes jogos que justificassem a compra. Cinco anos depois, podemos dizer que a empresa de Redmond conseguiu mudar o jogo ao realizar outra conferência inesquecível. Desta vez para melhor.

Passados cinco anos, a Microsoft sabia que sua plataforma e sua credibilidade estava por um fio no mercado de jogos digitais, visto que o Switch teve um ótimo primeiro ano e o PS4 surfa na onda de um sucesso que nem mesmo a Sony esperava. O Xbox One é e sempre foi uma plataforma bacana, mas o início de sua vida útil começou de mal a pior (culpa da própria Microsoft). Desde seu lançamento muita coisa mudou, como um viés mais voltado aos serviços como a Game Passar, a saída de Don Matrik e a sonhada retrocompatibilidade.

Ainda assim, era necessário fazer algo mais que tornasse a plataforma mais desejável pela comunidade. Um dos erros iniciais foi sanado no ano passado com o lançamento do One X, tornando o sistema mais poderoso que a concorrência. Agora faltava aquilo que todos apontavam acusadora mente (e com razão): e os jogos?

Phil Spencer foi categórico e confiante ao apresentar a lineup do Xbox One na E3 2018: “vamos realizar a melhor E3 de todos os tempos”, disse o executivo. Durante as quase duas horas de evento a empresa americana apresentou jogo após jogo em um ritmo frenético, esquecendo as apresentações monótonas de anos anteriores, sem falar de números, nem de dados técnicos ou encheção de linguiça. A ideia este ano era falar tão somente de jogos. E que jogos!

Ao longo de 1h30 a Microsoft apresentou nada menos que 50 jogos, dentre eles 18 exclusivos e 15 lançamentos jamais vistos. Claro, mais da metade foi preenchida por jogos multiplataformas, mas a estratégia é mostrar que a força do sistema é poder jogar as melhores versões dos jogos 3rd parties ao mesmo tempo que aposta no poderio de suas próprias marcas. Vale lembrar que o trio de ferro da Microsoft Games Studios se fez presente na E3 2018.

 

O trio de ferro do Xbox

Halo Infinite foi o primeiro dentre os anúncios. Poucos detalhes foram divulgados, mas uma coisa interessante é que o game utiliza uma nova engine chamada Slipspace. Além disso, um post no Halo Waypoint confirma que Infinite será mais centrado em Master Chief, ao contrário do que houve com Guardians.  O novo estilo artístico denota que a nova engine deve trazer uma arte gráfica potente.

Quem também fez bonito foi Forza Horizon 4. A melhor série de corridas arcade retorna com força total, graças aos seus gráficos impecáveis, sensação de velocidade insana e efeitos de luz/sombra de cair o queixo. A adição da marca MacLaren garante que o game deve ter uma coleção de bólidos maior do que qualquer outro jogo da série. Provavelmente estaremos diante do melhor jogo de corrida de todos os tempos, se depender da expertise que a Playground adquiriu desde que botou a mão na franquia.

Sabemos ainda que Horizon 4 será ambientado na Inglaterra, apresentando ruas estilizadas desde Edimburgo até as vilas de Cotswood em um mundo aberto repleto de desafios emocionantes e desafiadores. Outro ponto importante é que ao longo da campanha será possível ver variações do tempo de acordo com a estação do ano. E sim, isso vai interferir no desempenho dos carros. É fácil apontar Halo Infinite ou Gears of War 5 como os melhores do One na E3, mas nós apostamos que Forza Horizon 4 será o melhor jogo da plataforma na temporada.

E por fim temos Gears of War 5. E vamos fazer uma observação aqui: Nunca antes a Microsoft teve a audácia de apresentar seus três maiores jogos de uma única vez. Só por isso, dá para notar que este ano a empresa jogou todas as suas cartas de uma só vez. Gears não recebeu um só jogo, mas três, ao mesmo tempo. A sensação é que a franquia recebeu o mesmo status de importância que Halo, para a Microsoft.

Gears Pop foi o primeiro da fila, um jogo com estética mais infantil, caricata, divertida. Um game feito para smartphones e que se inspira no design dos Funkos. O jogo chega em 2019 e deve aproximar os jogadores mais jovens da franquia de Marcus Fênix. Ainda é cedo para dizer como isso vai funcionar, mas é de fato uma aposta ousada. O segundo jogo da leva é Gears Tactics, um jogo exclusivo para PCs baseado em estratégia por turnos. A única coisa que se pode apostar é que o jogador irá controlar uma unidade para enfrentar os terríveis Locuts. Se cabe aqui uma crítica é que a Microsoft poderia fazer um crossover com Halo em um jogo ao estilo Halo Wars. Já imaginou que louco?

Por fim, tivemos o belo anúncio de Gears of War 5. Um detalhe percebido é que a empresa apenas chamou o game de Gears 5. Talvez uma tática para afastar a franquia da sigla GoW (God of War)? O lançamento é apenas para 2019 e deve ter como protagonista a Kait, uma mulher de personalidade forte e treinamento aprimorado. Os poucos minutos de gameplay deu para sacar duas coisas: o design de personagens está mais realista e que os inimigos são mais assustadores (quase como em um jogo de terror). Talvez isso seja o trabalho da The Coalition sobressaindo sobre o legado da Epic?

 

Novos estúdios

Por mais de uma década a principal provocação de sonystas e nintendistas em cima dos fãs do Xbox é de que a plataforma americana “não tem jogos”. Sim, a afirmação é absurda, mas se comparar o peso das franquias exclusivas de Sony e Nintendo estava claro que a Microsoft estava atrás na disputa. A situação parecia ainda mais crítica com o fechamento de estúdios estratégicos como a Ensemble Studios e a Lionhead. Para resolver a situação, a empresa de Bill Gates saiu às compras, revelando nada menos que a compra de cinco novos estúdios dedicados a produzir jogos novos e exclusivos para a plataforma. Estes são os principais estúdios da Microsoft agora:

  • 343 Industries;
  • The Coalition;
  • Turn 10;
  • Rare;
  • Minecraft;
  • The Initiative;
  • Undead Labs;
  • Playground Games;
  • Ninja Theory;
  • Compulsion Games (We Happy Few).

A mensagem é clara: a Microsoft está preocupada em fornecer ao Xbox os melhores jogos quanto possível. A adição desses novos estúdios deve dar resultados em três anos aproximadamente. Imagine se metade deles anunciar jogos e IPs novas em uma única E3?

 

E o Japão?

O Japão é a grande pedra no sapato da Microsoft desde a geração 128 bits. Parar de apostar no país seria justificável, visto que as vendas do sistema são baixíssimas. Felizmente para quem curte jogos orientais, a empresa de Redmond não desistiu dos jogos japoneses, mesmo que as vendas não melhorem muito. O melhor exemplo disso é que foi durante a conferência do Xbox que ficamos sabendo de Sekiro: Shadows Dies Twice, da FromSoftware, um game baseado na era Sengoku do Japão. O jogo é a fusão de Nioh e a franquia Dark Souls, porém mais bonita e sanguinolenta. Este é compra certa.

Nier Automata também deu as caras no Xbox, abandonando a exclusividade no PS4, bem como Devil May Cry 5. Claro, nenhum desses três jogos será exclusivo, mas é legal ver que a Microsoft está dando espaço para jogos orientais em uma premiere mundial. Alguns poucos minutos de transmissão na E3 custam muito dinheiro. Como se não fosse o bastante, houve a revelação de Jump Force, sucessor espiritual de Jump Ultimate Stars. O game vai trazer personagens da Shonen Jump em combates à lá Naruto Ultimate Ninja Storm, também da Bandai Namco.

 

Força também para jogos menores

Todos sabem que os jogos AAA são as pérolas de qualquer plataforma. Mas é mister para as plataformas e para os jogadores que jogos menores acabam preenchendo lacunas importantes ao longo dos anos. O Xbox One estará bem servido de jogos menores. Ori and the Will of the Whisps, Tunic, Super Meat Boy Forever e Ashen são apenas alguns dos bons exemplos de que a Microsoft está de olho em quem gosta de jogos mais simples, porém extremamente divertidos.

Claro, muito do que foi mostrado entre os 50 jogos vai sair apenas em 2019 e uma boa parte disso é multiplataforma, mas se analisarmos as apresentações da Sony nos anos anteriores fica claro que a Microsoft se espelhou na empresa japonesa nesta E3. Mais do que vender jogos, a empresa de Redmond decidiu vender sonhos. A Microsoft está deixando a comunidade que é fã do Xbox sonhar.

E3 2018 – Bethesda aposta em Rage 2, Wolfstein e o bombástico Elder Scrolls VI

Uma das conferências mais aguardadas neste ano era a da Bethesda, afinal muitos rumores indicavam um novo capítulo de Elder Scrolls, além das prováveis surpresas que a empresa poderia trazer. A conferência começou um pouco mais desanimada do que o esperado, porém foi numa crescente incrível.

Confira o resumo do que de  melhor aconteceu na apresentação da Bethesda na E3 2018:

Rage 2 ganha novo trailer

A primeira coisa a ser revelada foi Rage 2. O game não era exatamente uma surpresa, visto que o Walmart já havia vazado a informação (como bem lembrou a Bethesda em sua apresentação). O game conta com um mundo aberto caótico, onde os jogadores vivenciam um ambiente de puro medo e ódio. O trailer não revela muito, mas mostra um Walker e paisagens devastadas. Ao que parece haverá muita explosão e um ambiente desolador. A produtora confirmou Rage 2 para 2019.

Doom Eternal será o novo capítulo da saga infernal

Na esteira do sucesso de Doom (2016), surge Eternal. A sequência foi confirmada com um trailer que mostra um ambiente infernal e repleto de monstros. Infelizmente não havia nada em tempo real, nem detalhes adicionais, contudo a produtora disse que os jogadores enfrentarão o dobro dos inimigos do game anterior. Ficou prometido que o primeiro vídeo gameplay sai na QuakeCon em meados de Agosto.

Relembrar é viver

Para quem curte relançamentos, a Bethesda não esqueceu de seu jogo de cartas The Elder Scrolls: Legends. Para quem não conhece, o game teve versões para PC e smartphones há poucos meses. O relançamento é para PC, Xbox One e PS4. De acordo com a Bethesda, os jogadores podem esperar por novas mecânicas de jogo e um game que faz jus a sua franquia mais amada, mesmo sendo um spin-off.

E já que a pauta da vez eram relançamentos, a produtora decidiu lembrar de Prey, o jogo de ação em 1º pessoa. O game chegou a receber um reboot no ano passado. O título recebeu neste domingo (10) uma atualização gratuita chamada Mooncrash. Sabemos que o pacote inclui uma nova campanha , o modo new game plus e um modo de sobrevivência.

Fallout 76 ganha primeiros detalhes

Chegou a hora de mostrar Fallout 76. O game recebeu um novo trailer gameplay que serve para revelar um pouco mais dos ambientes que os jogadores encontrarão. Sabe-se que a aventura se passa em West Virginia, EUA, e que os jogadores devem descobrir segredos escondidos pelo governo. Conforme previamente divulgado, o jogo serve como prequela dos acontecimentos dos jogos anteriores.

Outro detalhe importante: Fallout 76 é voltado para a jogatina online, ou seja, todos os personagens e monstros encontrados são controlados por outros jogadores. De acordo com a produtora, você até pode jogar sozinho, porém muito da diversão é construir uma base com outros jogadores, unir-se a um grupo de amigos para derrotar criaturas maiores e trabalhar junto para acabar com ataques de jogadores rivais. O lançamento está programado para 14 de novembro de 2018.

Wolfstein Youngblood é anunciado

A Bethesda também aposta suas fichas na saga anti-nazismo. De acordo com o anúncio, o game vai mostrar um pouco mais do passado dos irmãos Blazkowicz. Wolfenstein Youngblood levará os jogadores até Paris dos anos 80. Outra informação prévia é que o foco será na cooperação, ainda que possa ser jogado online. Como a empresa não divulgou mais detalhes, a comunidade conjectura que a mecânica possa ser semelhante a Army of Two. O lançamento será em algum momento de 2019, ainda sem plataformas definidas.

Elder Scrolls VI está em produção

Antes de finalizar a conferência havia um sentimento de insatisfação no ar. Todos esperavam algo sobre Elder Scrolls. Atendendo os desejos da galera, a empresa começou a falar sobre The Elder Scrolls: Blades. O título é para mobile e deve seguir o mesmo esquema aventuresco dos jogos grandes. Além disso, o jogo apresenta gráficos impressionantes para mobile e também terá compatibilidade com o VR. Espera-se um lançamento para PCs e consoles no futuro.

Quase no final da conferência a Bethesda anunciou uma nova IP chamada Starfield, mas não deu qualquer detalhe de como ele será, além de que será lançado para as próximas plataformas a serem desenvolvidas.

De repente um silêncio tomou conta do público quando os executivos mencionaram a franquia Elder Scrolls. Sim, o sexto game está em produção e deve ser ainda maior que Skyrim. Infelizmente o game também será lançado apenas para a próxima geração de videogames. Pelo menos o teaser serviu para mostrar que ele está em produção.

E3 2018 – Conheça a sinopse e as primeiras informações de Devil May Cry 5

Talvez nenhum jogo entre todos os títulos anunciados pela Microsoft em sua conferência na E3 tenha sido mais bombástico do que Devil May Cry 5. E não é por menos: o quarto capítulo da saga foi lançado no distante ano 2008 e o reboot DMC em 2013. Toda a comunidade esperava o retorno de Dante e companhia. No breve trailer, a Capcom mostrou que está empenhada em tornar esta a aventura mais desafiadora e difícil que os jogadores enfrentarão em um hack ‘n slash.

De acordo com a sinopse, após o final de Devil May Cry 4, uma antiga e esquecida ameaça volta a ameaçar o mundo. A invasão demoníaca tem início com as sementes de uma “árvore demoníaca” brotando em Red Grave City. Esta invasão infernal chama a atenção do jovem caçador de demônios Nero, um aliado de Dante, que agora se vê sem o seu braço demoníaco, a fonte de muito do seu poder. Além dele, os jogadores irão contar com a ajuda da parceira Nico, outra caçadora de demônios.

 A direção ficou a cargo de Hideaki Itsuno (DMC 4) e, de acordo com os produtores, o novo capítulo conclui a saga dos Filhos de Sparda. A Capcom está utilizando a RE Engine, a mesma utilizada para o desenvolvimento de Resident Evil 7: Biohazard. O objetivo é exibir gráficos espetaculares com personagens fotorrealistas e incríveis efeitos de luz e de ambiente.

Por fim, vale dizer que o jogo apresenta três personagens jogáveis, cada um com uma jogabilidade diferente. Pode esperar por lutas intensas contra chefes e ambientes altamente destrutíveis das ruas de Red Grave City. Devil May Cry 5 será lançado para Xbox One, PlayStation 4 e PC no Outono brasileiro de 2019.

Abaixo você confere um trailer de Devil May Cry 5:

E3 2018 – FromSoftware anuncia Sekiro: Shadows Die Twice. Conheça os primeiros detalhes do game que chega em 2019

Um dos jogos mais interessantes que tiveram seu début na E3 2018 foi Sekiro: Shadows Die Twice, desenvolvido pela FromSoftware, os mesmos responsáveis pela aclamada franquia Dark Souls. Em Sekiro os jogadores embarcam em uma aventura no Japão do final do século XVI (o período Sengoku). Você será Sekiro, um dos samurais mais temidos do Japão que tem o coração endurecido pelos constantes duelos de vida e morte. Sua missão é resgatar seu mestre e se vingar do clã inimigo que o capturou.

O samurai Sekiro é conhecido como “lobo de um braço” devido a sua habilidade com espadas e deve abrir caminho em meio a inúmeros inimigos para conquistar sua sonhada vingança. Mas não pense que a tarefa será fácil! Conforme já entranhado no DNA dos jogos da FromSoftware, os jogadores devem encontrar uma jornada extremamente difícil. Felizmente há várias formas de se aproximar e enfrentar seus inimigos.

Sekiro: Shadows Die Twice tem direção de Hidetaka Miyazaki (franquia Dark Souls, Bloodborne e Demon’s Souls). Tal como nos títulos anteriores, o game é do gênero de ação em terceira pessoa com elementos de RPG. O título é publicado pela Activision e está com seu lançamento agendado para o começo de 2019 para Xbox One X, PlayStation 4 e PC através da Steam. A pré-venda já está disponível em varejistas selecionados.

“Colaborar com a Activision para Sekiro: Shadows Die Twice tem sido uma experiência animadora para nós” afirmou Hidetaka Miyazaki, presidente e diretor de jogos na FromSoftware. “Com este game, muitos dos integrantes da equipe da FromSoftware, incluindo a mim, estão entusiasmados para explorar os temas do Japão Sengoku e ninjas pela primeira vez. Mal podemos esperar para que todos descubram o que os aguarda no jogo. “

Abaixo você confere o trailer de Sekiro: Shadows Die Twice: