Arquivo da categoria: Xbox One

Estação Nova Lapa, em Salvador, recebe espaço gamer da escola SAGA entre 4 e 8 de fevereiro

Esta vai para os apaixonados por games de Salvador, na Bahia! A SAGA School of Art montará um espaço chamado SAGA Play no Terminal Rodoviário Nova Lapa, no bairro Tororó. Os passageiros e visitantes do terminal poderão se divertir gratuitamente no espaço jogando os principais games do momento, em estações de Xbox One e Playstation 4. Para jogar, basta se inscrever gratuitamente no local, que fica aberto ao público no período das 10h às 18h.

Além de jogar à vontade, os frequentadores do SAGA Play poderão ainda fazer uma oficina da unidade da escola na Pituba, também na capital baiana. De acordo com a instituição de ensino, a agenda de oficinas é variável mas poderá ser uma oficina sobre produção em 3D, ou de edição de imagem, desenvolvimento de cenários de games ou ainda de técnicas para se tornar um youtuber.

“Somos apaixonados pelos games e queremos levar essa paixão para todos os cantos do país”, diz Alessandro Bomfim, CEO e fundador da SAGA. “Temos certeza que os passageiros do terminal rodoviário de Nova Lapa vão gostar de dar uma pausa na correria do dia-a-dia para imergir nesse universo tão apaixonante que é o videogame, e depois ainda participar de uma oficina gratuita sobre um tema pertinente a esse universo”.

Mais informações sobre a SAGA e seus cursos estão disponíveis no site da instituição.

 

Serviço – SAGA Play no Terminal Rodoviário Nova Lapa

Quando: De 4 a 8 de fevereiro de 2019

Horário: Das 10h às 18h

Onde: Terminal rodoviário Nova Lapa – Avenida Vale do Tororó, s/n, Tororó, Salvador/BA

QUByte anuncia versão física de VASARA Collection para Vita, PS4 e Switch

Esta vai para os fãs de Shoot’ em Up: o game VASARA Collection terá lançamento em mídia física para os consoles Nintendo Switch, PS Vita e para o PS4 ainda no primeiro semestre de 2019. O lançamento é fruto da parceria entre o estúdio nacional QUByte Interactive e a Strictly Limited Games. De acordo com os responsáveis pelo lançamento, a coletânea contará com o primeiro e o segundo game já com conteúdos adicionais.

Para quem não conhece, VASARA é um shmup que mistura ficção científica e história do Japão Feudal através de uma linha temporal alternativa em que o país do sol nascente conta com armamento e equipamentos tecnologicamente avançados. Neste ambiente, os samurais usam motocicletas voadoras com poder de fogo surpreendente e armas de combate poderosas para destruir os inimigos.

Com a morte do, então, Senhor Feudal Hideyoshi Hashiba, Ieyasu Tokugawa planeja assumir o controle sobre seu território, e cabe aos nossos heróis enfrentar seus exércitos e evitar que o tirano estabeleça seu domínio.

Os dois jogos originais foram desenvolvidos pela VicoCorporation, em 2000 e em 2001, respectivamente. Com este retorno, a QUByte adiciona conteúdo inédito, a fim de atualizar um velho clássico e agradar jogadores mais novos. Entre as novas funções estão o suporte ao Playstation TV, personagens jogáveis inspirados em figuras históricas reais, novos finais e modo fácil para iniciantes.

Óculos de Realidade Virtual faz mal para os olhos?

Quem nunca ouviu a frase “videogame estraga a televisão”, ou “televisão prejudica a visão”.  Pois é, a tecnologia é alvo de discussões há tempos. A bola da vez é a realidade virtual, já que é o próximo nível evolutivo dos videogames e da indústria cinematográfica. A pergunta que fica é: será que a realidade virtual pode prejudicar sua saúde, já que os óculos ficam realmente muito perto dos olhos?

De acordo com os especialistas da iorj, diversas atividades podem representar ameaças à visão, tais como ler por longos períodos, assistir televisão ou jogar videogames por horas. Entretanto ainda não há estudos significativos que possam listar de forma conclusiva os perigos. De acordo com os especialistas do Instituto de Oftalmologia do Rio de Janeiro (IORJ), não é possível traçar um parâmetro dos danos causados pela VR, pois tal tecnologia ainda não atingiu bilhões de pessoas e não está em uso há décadas.

“Apesar da falta de estudos de longo prazo e do uso limitado da realidade virtual, oftalmologistas de todo o mundo levantaram algumas preocupações. A exposição constante a essas tecnologias variados em fones de realidade virtual pode causar alguns problemas. Fabricantes de headsets de realidade virtual têm limites de idade rigorosos e não aconselham crianças de treze ou doze anos para usá-las”, diz o comunicado da IORJ. “Isso pode ser devido aos efeitos desconhecidos da realidade virtual em crianças cuja visão ou visão ainda está se desenvolvendo e talvez possa haver um impacto adverso. Tal medo também é infundado, pois nenhuma pesquisa ou estudo inferiu qualquer dano potencial ao desenvolvimento dos olhos, sua saúde e função”, continua o comunicado da entidade.

Dois problemas com os quais todos os usuários terão que lidar são fadiga e esforço

De acordo com o estudo da iorj, o cansaço visual não é exclusivo em caso de realidade virtual ou um problema com os fones de ouvido. Isso vale para todas as atividades que demandam foco de visão por um longo período de tempo. Assista televisão por horas ou leia quinhentas páginas de um livro de uma só vez e você vai sentir fadiga ocular e tensão. É impossível não sentir qualquer desconforto depois de usar fones de realidade virtual por um longo período de tempo.

Os olhos também podem ficar mais secos do que o normal. Algumas pessoas sentirão tontura. Observar constantemente imagens em movimento obriga o cérebro a pensar que o corpo está se movendo ou que há movimento físico real dos objetos. Aqueles que têm a doença do movimento experimentarão sintomas.

Pessoas com um desequilíbrio diagnosticável na força da visão entre os olhos, olhos desalinhados, percepção de profundidade limitada e qualquer condição que interfira no foco terão alguns problemas. De acordo com Kléber Leite, oftalmologista da iorj.med.br, se você tem ambliopia ou estrabismo, então você deve consultar seu oftalmologista para descobrir a melhor maneira de usar um fone de realidade virtual. Algumas pessoas podem ter que usar seus óculos enquanto usam fones de ouvido de realidade virtual.

Vale lembrar que quando a Nintendo lançou o 3DS, a própria empresa recomendava que não se usasse o modo 3D por longos períodos para não prejudicar a visão. No caso dos óculos de realidade virtual, o caso é ainda mais sensível, já que eles ficam muito mais perto da visão e minam qualquer possibilidade de uso da visão periférica para descansar os olhos. Deste modo, recomenda-se uso por tempos limitados. Afinal, vale a máxima: tudo em excesso faz mal.

 

Top 10: Jogos mais aguardados para 2019

O ano 2018 acabou e deixou uma saudade boa, já que muitos games de alta qualidade saíram neste ano, tais como Godo f War, Red Dead Redemption e Forza Horizon 4. Mas não pense o ano de 2019 será menos especial para quem curte videogames! Não senhor! Este novo ano promete alguns dos jogos mais aguardados de todos os tempos e boas surpresas para todos os gêneros. Pensando nisso, elaboramos uma pequena lista de 10 jogos que devem chegar em 2019 e parecem imperdíveis demais para qualquer aficionado por videogames. Confira!

Resident Evil 2

Um dos capítulos mais amados de toda a franquia Resident Evil é sem dúvidas o segundo game, graças ao seu clima de tensão sempre crescente, monstros arrepiantes e o carisma dos dois personagens centrais. Quando a Capcom relançou o remake de R.E 1, a comunidade logo ficou na expectativa de um trabalho semelhante para Resident Evil 2.

Após anos de rumores, a Capcom acabou por confirmar os trabalhos no remake de Resident Evil 2. Na última edição da E3, aliás, a produtora chegou a levar uma demo que foi considerada espetacular pela maior parte da comunidade. Pelo que deu para ver, o game promete muitos sustos e um ambiente de puro terror.

Kingdom Hearts 3

Tetsuya Nomura é atualmente o principal nome da Square-Enix. Seu nome tornou-se reconhecido do público justamente pelo sucesso do primeiro Kingdom Hearts do Playstation 2 lá em 2002. De lá pra cá a série recebeu 13 títulos (contando os remasters e spin offs), sendo que o segundo jogo da série principal chegou ao mercado no distante ano de 2005.

Após 14 anos, finalmente Nomura está pronto para a terceira parte da saga de Sora e seus amigos Donald e Pateta. A franquia amadureceu feito vinho, de modo que o salto de duas gerações garantiram gráficos melhores e uma jogabilidade mais afiada. Não bastasse isso, as últimas compras da Marvel garantiram que os jogadores poderão explorar os mundos da Pixar e outras criações como Frozen e Monstros S.A. Kingdom Hearts 3 promete ser um prato cheio para fãs de RPGs de ação e histórias repletas de reviravoltas.

Devil May Cry 5

Dante e sua turma pareciam largados pela Capcom, mas eis que na E3 2018 um bombástico trailer foi revelado, mostrando que a franquia não apenas estaria de volta, como estaria mais brutal e fotorrealista. O grande macete é que a jogabilidade deve respeitar o legado da franquia, sendo um dos mais difíceis que os jogadores encontrarão.

Um detalhe importante é que Devil May Cry 5 terá outro protagonista chamado Nero, ao invés do lendário Dante. A mudança é para mostrar um ponto de vista novo, ao mesmo tempo que expande os horizontes da franquia. Mas não pense que Dante ficará de fora, a Capcom não confirma, mas rumores sugerem que Dante será um personagem jogável e será um dos pilares na resistência contra o ataque dos demônios.

Mortal Kombat 11

 

Durante o evento The Games Awards a NetherRealm aproveitou seu espaço para anunciar Mortal Kombat 11, o terceiro game principal desde que a produtora colocou as mãos na franquia – o primeiro foi o ótimo Mortal Kombat 9. O trailer não revelou muito, apenas uma luta entre Raiden e Scorpion, com direito a mostrar que o Deus do Trovão pode estar em sua versão corrompida.

Uma teoria que ganhou bastante espaço na internet foi a de que a trama envolverá viagens do tempo, já que Scorpion acaba aparecendo com seu uniforme clássico. Essas dúvidas não ficaram muito tempo no ar, pois o título tem previsão de lançamento em 23 de abril de 2019. Pelo que os produtores já fizeram no passado, podemos esperar mais um jogão de luta a caminho.

Shenmue III

A primeira vez que ouvimos falar de Shenmue III foi durante a E3 2015, quando Yu Suzuki subiu ao palco durante a conferência da Sony para apresentar um trailer garantindo que os trabalhos seriam feitos, porém para que o game visse a luz do dia seria necessário que a comunidade apoiasse a camapanha via Kickstarter. Não demorou muito para que os resultados fossem alcançados e o título ganhasse uma data de lançamento: 27 de agosto.

Não há muitos detalhes sobre a trama ou sobre a jogabilidade, mas Suzuki é reconhecido por ter revolucionado a indústria dos jogos eletrônicos com o primeiro Shenmue para Dreamcast. As expectativas são altas para este jogo, ainda que os dois primeiros não tenham envelhecido tão bem. De qualquer forma, fica o amor no coração que toda uma comunidade tem pela franquia, o que por si só já justifica todo o apoio que Shenmue III recebeu em poucos meses.

Gears 5

Gears 5 é a próxima e maior investida da Microsoft para tentar mudar o cenário do Xbox One. A franquia de TPS já se mostrou uma das mais bem produzidas do Xbox e um dos campeões de vendas da geração. Nesta nova entrada a Microsoft aposta em um ambiente mais caótico e na entrada de uma nova personagem chamada Kait Diaz, que deve descobrir mais sobre as origens da raça Locust.

Ao contrário dos games anteriores, aqui a Microsoft optou por chama-lo singelamente de Gears 5. A atitude ousada é uma tentativa renovar a franquia para o público mais jovem. Pelo que se pode ver nos trailer, o título promete bastante ação e uma trama mais emocional.

Luigi’s Mansion 3

O Nintendo Switch é um fenômeno de vendas e para não deixar a peteca cair a Nintendo continua apostando alto em suas franquias mais queridas. Este é o caso de Luigi’s Mansion 3, jogo que coloca o irmão do Mario em missões de caça-fantasma. O terceiro game foi anunciado meio que de surpresa em um Direct em setembro, com quase nenhum detalhe.

Sabe-se por hora que o game é exclusivo de Switch e chegará ao mercado em meados deste ano. A Nintendo guarda bastante segredo sobre este jogo, de modo que a comunidade espera novos detalhes durante a E3 2019. Este será o retorno de Luigi’s Mansion para uma plataforma de mesa da Nintendo desde o 1º capítulo.

Final Fantasy VII

Outro título que deu as caras na E3 2015 e depois saiu do radar foi Final Fantasy VII Remake. A Square-Enix promete o game ainda neste ano, mas a falta de informações sobre o desenvolvimento leva a crer que este aqui está no limbo criativo e somente deve surgir novidades a partir da E3. De acordo com Tetsuya Nomura, diretor do projeto, Final Fantasy VII somente receberá total atenção dos produtores após o lançamento de Kingdom Hearts III.

Sabe-se que o game não será um remake todo fiel, pois a equipe já informou que algumas mudanças foram feitas, tal como a missão em que Cloud se veste de mulher para se infiltrar. O remake não terá isso, além disso, a equipe criativa pretende deixar os combates mais fluídos, deixando um pouco de lado a estética dos RPGs por turno. Provavelmente a square-Enix não conseguirá lançar FFVII ainda em 2019, mas vamos manter as esperanças.

Anthem

A Bioware sabe que pisou feio na bola em Mass Effect Andromeda em 2017. A intenção é não repetir os mesmos erros. Anthem sai um pouco do senso comum, ao dar ao jogador a oportunidade de sair viajando por um mundo fantástico e habitado por muitas criaturas estranhas. Já que o foco é no multiplayer online, Anthem tem todos os ingredientes para criar uma comunidade forte e dedicada, se a EA fizer as coisas corretamente.

Talvez a melhor coisa de Anthem seja seus ambientes exploráveis. Sério, após ver a demo, você fica com aquele gosto de quero mais, como se o trabalho realizado pelos produtores superassem o limite do que os videogames são capazes de fazer. Mas é claro, por vezes a EA conseguiu nos enganar com jogos mal acabados. Felizmente, Anthem parece não seguir essa diretriz.

Ori and the Will of the Wisps

O segundo capítulo da saga de Ori surge aqui na lista meio que de penetra, pois é o game de menor escala de todos, se assemelhando muito a um jogo indie. O que o coloca nesta lista é o legado que ele traz consigo: o primeiro Ori foi fenomenal e um dos melhores games que já jogamos. A qualidade foi tal que sem dúvidas é um daqueles que podemos chamar de obra de arte interativa.

A Moon Studios promete elevar a franquia para um novo patamar combinando gráficos lindos de morrer e um gameplay metroidvania repleto de desafios. O trabalho de iluminação é um dos pontos altos pelo que a demo demonstrou. Não obstante, vale destacar que Ori é um dos games mais importantes do Xbox One nesta temporada, já que é justamente ele a quebrar um pouco o ritmo dos jogos da plataforma, que em geral são voltados aos tiroteios e pancadaria. É bom ver um game feito para emocionar os jogadores ganhando espaço entre os peso-pesados.

Capcom anuncia crossover entre The Witcher e Monster Hunter: World

Você já imaginou um crossover entre as franquias The Witcher e Monster Hunter? Provavelmente não. Mas esta é a novidade que a CD PROJEKT RED e a Capcom preparam para a próxima temporada. A colaboração entre as empresas permitirá que de Monster Hunter assumam o papel de Geralt de Rívia – um matador de monstros profissional equipado com força e reflexos sobre-humanos – e participem de uma série de missões inspiradas em The Witcher.

Além de oferecer uma experiência de jogo única, o título combinará seus sistemas de jogo com as mecânicas de RPG do The Witcher 3: Wild Hunt. De acordo com a Capcom, o conteúdo inspirado em The Witcher chega a Monster Hunter: World para PlayStation 4 e Xbox One no início de 2019 em uma atualização gratuita, sendo que o lançamento para PC ainda não tem data definida. Mais detalhes sobre o crossover serão revelados em breve.

Monster Hunter

Para quem não conhece, The Witcher apresenta a saga de Geralt, um mestre espadachim considerado um dos guerreiros mais mortíferos do mundo. Em Monster Hunter: World os jogadores podem utilizar seu estilo de luta, misturando a esgrima, a magia de combate e uma variedade de equipamentos de caça a monstros.

O crossover permitirá que Geralt capture as criaturas de Monster Hunter. Esta é a segunda aparição especial de Geralt em um jogo. Anteriormente o personagem esteve em Soul Calibur 6, da Namco Bandai.

Sobre a franquia The Witcher

Criada pela CD PROJEKT RED, The Witcher é uma série de fantasia RPG que conta as aventuras do matador de monstros profissional Geralt de Rívia. A série já vendeu mais de 33 milhões de cópias em todo o mundo e recebeu mais de 1000 prêmios. The Witcher 3: Wild Hunt, lançado em 2015 para PC, PlayStation 4 e Xbox One, ganhou um total de 250 prêmios como Jogo do Ano. Os jogos de The Witcher são baseados nos contos de Andrzej Sapkowski.

Abaixo você confere o trailer do crossover The Witcher x Monster Hunter:

Esses são os indicados a melhores jogos do Brazil Game Awards

E por fim saiu a lista dos indicados ao prêmio Brazil Game Awards 2018 (BGA), a principal premiação nacional de jogos digitais nacionais. A relação de indicados foi divulgada hoje (05/12) e serviu para mostrar que este ano foi um dos melhores de todos os tempos para quem curte videogames.

Os indicados são escolhidos por um júri independente, formado por diversos veículos de alta relevância ligados a jogos eletrônicos, tecnologia e cultura nerd. Ao todo, votam 40 produtores de conteúdo, de sites a influenciadores. A lista de ganhadores sai no dia 12/12/2018 no site oficial.

Para quem não conhece, o Brazil Game Awards (BGA) nasceu em 2015 como um júri independente que reunia veículos e críticos de videogame do país para eleger os melhores jogos da Brasil Game Show (BGS). Em 2018, o Brazil Game Awards passou a eleger os melhores games do ano, não mais atrelado à Brasil Game Show.

Entre os jogos mais indicado e que são favoritos a ganhar os prêmios estão Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment), Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec/Ubisoft), God of War e o animalesco Red Dead Redemption 2. A disputa promete ser acirrada. Vale destacar o brasileiro Horizon Chase Turbo, que figura na categoria Melhor Jogo de Corrida, além de brigar pelo título de Jogo Brasileiro do Ano.

Abaixo você confere as categorias e indicados ao Brazil Game Awards:

 

Jogo do Ano

Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec/Ubisoft)

God of War (SIE Santa Monica Studio/Sony Interactive Entertainment)

Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment)

Monster Hunter World (Capcom)

Red Dead Redemption 2 (Rockstar Games)

 

Jogo Brasileiro do Ano

Dandara (Long Hat House/Raw Fury)

Distortions (Among Giants)

Horizon Chase Turbo (Aquiris Game Studio)

No Heroes Here (Mad Mimic Interactive/Chorus Worldwide)

Sword Legacy Omen (Firecast Studio/Fableware Narrative Design/Team17)

 

Jogo Mais Aguardado – 2019

Anthem (BioWare/Electronic Arts)

Devil May Cry 5 (Capcom)

Kingdom Hearts III (Square Enix)

Resident Evil 2 Remake (Capcom)

Sekiro: Shadows Die Twice (FromSoftware/Activision)

 

Melhor Jogo Original

A Way Out (Hazelight Studios/Electronic Arts)

Celeste (Matt Makes Games)

Dead Cells (Motion Twin)

Detroit: Become Human (Quantic Dream/Sony Interactive Entertainment)

Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment)

 

Melhor Jogo para PC

Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec/Ubisoft)

Battlefield V (EA DICE/Electronic Arts)

Call of Duty: Black Ops 4 (Treyarch/Activision)

Celeste (Matt Makes Games)

Monster Hunter World (Capcom)

 

Melhor Jogo para Console

Celeste (Matt Makes Games)

Forza Horizon 4 (Playground Games/Microsoft Studios)

God of War (SIE Santa Monica Studio/Sony Interactive Entertainment)

Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment)

Red Dead Redemption 2 (Rockstar Games)

 

Melhor Periférico/Hardware

GeForce RTX 2070 (NVIDIA)

GeForce RTX 2080 (NVIDIA)

Nintendo Labo (Nintendo)

Poké Ball Plus (The Pokémon Company/Nintendo)

Xbox Adaptive Controller (Microsoft)

 

Melhor Jogo de Tiro

Battlefield V (EA DICE/Electronic Arts)

Call of Duty: Black Ops 4 (Treyarch/Activision)

Destiny 2: Renegados (Bungie/Activision)

Far Cry 5 (Ubisoft Montreal/Ubisoft)

Insurgency: Sandstorm (New World Interactive)

 

Melhor Jogo de Ação e Aventura

Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec/Ubisoft)

God of War (SIE Santa Monica Studio/Sony Interactive Entertainment)

Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment)

Red Dead Redemption 2 (Rockstar Games)

Shadow of the Tomb Raider (Eidos Montréal/Square Enix)

 

Melhor Jogo de Luta

BlazBlue: Cross Tag Battle (Arc System Works)

Dragon Ball FighterZ (Arc System Works/Bandai Namco Entertainment)

SoulCalibur VI (Bandai Namco Entertainment)

Street Fighter 30th Anniversary Collection (Capcom)

Street Fighter V Arcade Edition (Capcom)

 

Melhor RPG

Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec/Ubisoft)

Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age

Monster Hunter World (Capcom)

Ni no Kuni II: Revenant Kingdom (Level-5/Bandai Namco Entertainment)

Octopath Traveler (Square Enix/Acquire/Nintendo)

 

Melhor Jogo de Corrida

F1 2018 (Eden Games/Codemasters)

Forza Horizon 4 (Playground Games/Microsoft Studios)

Horizon Chase Turbo (Aquiris Game Studio)

On Rush (Codemasters/Deep Silver)

The Crew 2 (Ivory Tower/Ubisoft)

 

Melhor Jogo de Esporte

FIFA 19 (EA Vancouver/EA Sports)

Madden NFL 2019 (EA Tiburon/EA Sports)

Mario Tennis Aces (Camelot Software Planning/Nintendo)

NBA 2K19 (Visual Concepts/2K Sports)

Pro Evolution Soccer 2019 (PES Productions/Konami)

 

Melhor Jogo de Estratégia

Frostpunk (11 bit studios)

Into the Breach (Subset Games)

The Banner Saga 3 (Stoic Studio/Versus Evil)

Thronebreaker: The Witcher Tales (CD Projekt RED)

Valkyria Chronicles 4 (SEGA)

 

Melhor Jogo para a Família

Mario Tennis Aces (Camelot Software Planning/Nintendo)

Overcooked 2 (Ghost Town Games/Team17)

Pokémon Let’s Go (Game Freak/Nintendo)

Super Mario Party (NDcube/Nintendo)

Spyro Reignited Trilogy (Toys for Bob/Activision)

 

Melhor Jogo Mobile

Donut County (Ben Esposito/Annapurna Interactive)

Florence (Mountains)

Fortnite (Epic Games)

PUBG MOBILE (Lightspeed & Quantum/Tencent Games)

REIGNS: Game of Thrones (Nerial/Devolver Digital)

 

Melhor Multiplayer

Battlefield V (EA DICE/Electronic Arts)

Call of Duty: Black Ops 4 (Treyarch/Activision)

Monster Hunter World (Capcom)

Overcooked 2 (Ghost Town Games/Team17)

Sea of Thieves (Rare/Microsoft Studios)

 

Melhor Trilha Sonora

Celeste (Matt Makes Games)

God of War (SIE Santa Monica Studio/Sony Interactive Entertainment)

Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment)

Ni no Kuni II: Revenant Kingdom (Level-5/Bandai Namco Entertainment)

Red Dead Redemption 2 (Rockstar Games)

 

Melhor Estúdio

Capcom

Insomniac Games

Rockstar Games

SIE Santa Monica Studio

Ubisoft Quebec

 

Melhor Publisher

Devolver Digital

Nintendo

Rockstar Games

Sony Interactive Entertainment

Ubisoft

 

Melhor Jogo Independente

Celeste (Matt Makes Games)

Dead Cells (Motion Twin)

Frostpunk (11 bit studios)

Into the Breach (Subset Games)

The Messenger (Sabotage Studio)

 

Melhor Dublagem em Português

Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec/Ubisoft)

Detroit: Become Human (Quantic Dream/Sony Interactive Entertainment)

Far Cry 5 (Ubisoft Montreal/Ubisoft)

God of War (SIE Santa Monica Studio/Sony Interactive Entertainment)

Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment)

 

Melhor Equipe de eSport do Brasil

Black Dragons

Brasil Gaming House

INTZ e-Sports

KaBuM! e-Sports

paiN Gaming

 

Melhor Pro Player do Brasil

André “Nesk” Oliveira (Rainbow Six Siege – Team Liquid)

Epitácio “TACO” de Melo (CS:GO – Team Liquid)

Gabriel “Fallen” Toledo (CS: GO – Mibr )

Marcelo “Coldzera” David (CS: GO – Mibr)

Matheus “dyNquedo” Rossini (League of Legends – KaBuM! e-Sports)

 

Melhor Jogo de eSports

Counter-Strike: Global Offensive (Hidden Path Entertainment/Valve Corporation)

Fortnite (Epic Games)

League of Legends (Riot Games)

Overwatch (Blizzard Entertainment)

Rainbow Six: Siege (Ubisoft Montreal/Ubisoft)

 

eChampions League – EA Sports anuncia nova competição de eSports de futebol virtual

A Electronic Arts acaba de anunciar uma parceria inédita com a Union of European Football Associations (UEFA) para a criação da maior liga de eSports de futebol digital do mundo, o eChampions League, uma expansão dos torneios da EA SPORTS FIFA 19 Global Series. A criação do torneio é uma nova forma de os fãs de futebol se conectarem à UEFA Champions League.

De acordo com a EA Games, a eChampions League irá integrar a lista de eventos e competições globais no caminho para a FIFA eWorld Cup 2019, no próximo inverno. Os competidores eleitos jogam no PlayStation 4 e participam nos torneios eChampions League Global Online Knockout entre 2 e 3 de março, com os 64 melhores avançando para as qualificações ao vivo em 26 e 27 de abril.

“EA SPORTS FIFA cativa dezenas de milhares pelo mundo, e nossa profunda integração com as muitas experiências do jogo nos dão oportunidades de conectar a UEFA Champions League com os jogadores,” disse Guy-Laurent Epstein, Diretor de Marketing da UEFA. “Vemos a eChampions League e o competitivo em FIFA como um passo importante para unir novos e antigos fãs com a UEFA Champions League.”

Apenas oito da elite mundial irá avançar do evento ao vivo em Abril para a final da eChampions League. Sediado em Madri em 31 de maio, a Final da eChampions League será disputada um dia antes da final da UEFA Champions League real, em 1 de junho, criando uma celebração de dois dias no futebol tradicional e digital.

Para conectar a final da eChampions League com a competição real, os oito competidores irão criar e usar os jogadores envolvidos na fase de grupos da UEFA Champions League. O vencedor da eChampions League irá receber a quantia de $100,000 compartilhados da bolsa de $280,000 e 850 EA SPORTS FIFA 19 Global Series Points.

Você pode consultar as Restrições de Elegibilidade através do site oficial e do e FUTChampions.com para mais detalhes.

Conheça 8-Bit Hordes, novo jogo de estratégia da SOEDESCO

Nosso destaque do dia é o jogo 8-Bit Hordes, criado pela equipe da SOEDESCO, um game indie do estilo RTS ambientado em um mundo de fantasia medieval. O título é meio que a sequência espiritual do hit 8-Bit Armies, que saiu em setembro deste ano, e se destaca por seu ambiente multicolorido e a curva de aprendizado facilitado.

Aqui os jogadores devem escolher entre as facções Deathsworn ou Lightbringers, em batalhas grandiosas e repletas de estratégia. O time dos Deathsworn são representantes do mal e contam em suas fileiras com tropas de ciclopes, dragões etc. Já os Lightbringers são o oposto e tem magos, fênix e bravos guerreiros. O objetivo é subjugar o exército inimigo.

8-Bit Hordes conta com personagens e mapas em pixel art, o que lhe confere visuais únicos. O estilo de jogo em si é bem arcade, de modo que novos jogadores não sofrerão tanto quanto se caíssem de paraquedas em jogos RTS mais tradicional. Ou seja, ele é bem fácil de aprender e tem tudo para agradar mesmo os jogadores mais jovens.

Além de 24 missões de campanha off-line, 12 missões cooperativas e 10 mapas de batalha/online multiplayer para até 8 jogadores, 8-Bit Hordes também se destaca com seu modo “cross-title”. Isso quer dizer que jogadores que têm 8-Bit Armies podem jogar contra aqueles que têm o novo jogo, combinando assim mapas e personagens diferentes. Esse é a primeira vez que algo do tipo é possível em consoles.

Os visuais e a trilha sonora são os pontos altos. Ainda que tenha um estilo mais simples, o game agrada e até lembra algo de Minecraft (pelo visual) e Senhor dos Anéis (pela caracterização de personagens. Se você gosta de jogos do estilo RTS, fique de olho.

O game acaba de receber a data de lançamento oficial para Xbox One e Playstation 4: o jogo será lançado em fevereiro de 2019. O game continua a franquia “8-Bit”, sendo o segundo volume da série iniciada pela Petroglyph. A expectativa da SOEDESCO é que o jogo seja bem sucedido no Brasil ao ponto de tornar a publisher reconhecida em nosso pais.

Abaixo você confere o trailer de 8-Bit Hordes:

 

BGS 2018 – Resident Evil 2 rouba o show e se mostra um prato cheio para fãs de terror

Um dos jogos mais esperados na Brasil Game Show foi Resident Evil 2 da Capcom, um remake muito esperado e que já deu mostras de revitalizar a série na próxima temporada. O título estava com demo jogável no evento paulista e o GameReporter teve a chance de testá-lo durante uma fase e trouxemos agora as nossas impressões.

A primeira coisa que você precisa saber: esqueça todas as horas de jogo que você teve no PS1 e no Nintendo 64, elas não valerão de nada! O game está bem diferente do original e muito mais difícil. A Capcom está fazendo questão de mudar praticamente tudo que você conhece em prol de um desafio maior. Então, não importa quantas vezes você já zerou o Resident Evil 2 original, aqui a experiência é bem diferente.

Desde o visual realista dos corredores e salas até o modo como a câmera, a impressão que você tem é de que Resident Evil 2 está totalmente revigorado. O sentimento é tão intenso que dificilmente você vai reconhecer este jogo, mesmo que tenha passado centenas de horas no PS1. Mas não se deixe enganar: muito da essência do original permanece inalterada. Leon e Claire estão ali, bem como a delegacia e os temíveis zumbis.

São duas demos distintas que servem para mostrar como será o gameplay, uma com Leon e outra com a Claire. Ambas as demos mostram toda a capacidade que o jogo possui em levar o jogador para atmosferas arrepiantes e atestam que os puzzles estão mais complexos e os inimigos estão mais brutais. A ambientação de  Resident Evil 2 é aterrorizante e as mecânicas são bem funcionais, apesar de achar a mira um pouco leve demais.

A primeira demo que testamos é a de Leon, que é a mais conhecida. Basicamente você deve ajudar Marvin o policial em estado grave. Para isso, você deve resolver o puzzle da estátua realizando três combinações em estátuas espalhadas pelo cenário. O objetivo é chegar nos andares inferiores. Já a segunda demo é com Clare Redfield, na demonstração você deve enfrentar William Birkin em sua primeira forma.

O título chega ao mercado em janeiro do próximo ano, e ao que tudo indica parece ser uma compra certa. Se você curtiu o remake do primeiro jogo, já deve ter uma ideia do que esperar aqui, certo?

Abaixo tem um trailer de Resident Evil 2:

Texto por Victor Cândido

Devil May Cry 5: Será que a Capcom respeitou o legado da série?

Devil May Cry sempre foi uma franquia respeitada, sendo considerada uma das mais importantes do portfólio da Capcom. O 4º capítulo da franquia tem cerca de 10 anos desde seu lançamento. Uma entrega respeitável (não memorável), que fazia jus à marca nascida no PS2. Quando a Capcom anunciou o novo game para a nova geração, durante a E3 2018, muita gente imaginou se não era apenas mais um caça-níqueis. Após alguns meses, podemos colocar o jogo à prova.

Por mais que a fã base de Devil May Cry não seja lá tão fã do último reboot, é inegável que a Capcom utilizou muitos dos conceitos do quarto episódio para a produção do quinto capítulo. O título está presente na Brasil Game Show para que os fãs de Dante confiram a nova entrada da série. O GameReporter teve a oportunidade de testar o título e neste texto você confere nossas impressões.

Em Devil May Cry 5 acompanhamos Nero, um personagem bem mais ágil do que sua encarnação do quarto jogo. Os jogadores terão uma sensação de familiaridade bastante forte neste capítulo, pois a Capcom parece ter reciclado muito do jogo anterior. Até mesmo a câmera se comporta de forma similar a vista no reboot e os combates possuem comportamentos similares. Fica a sensação de que faltou inspiração.

O visual da demo da BGS 2018 está bem trabalhada e possui uma fluidez digna de um hack’n slash. Além disso, o jogo conta com um sistema chamado Devil Breaker, que permite que o personagem central utilize poderes especiais com o braço direito de Nero. A ideia basicamente é destroçar os inimigos com poucos comandos.

É possível trocar de braço ao longo da jogatina, basta encontrar outro braço durante o percurso. E cada braço possui funções diferentes, deixando o combate diversificado. A ideia é tornar os combates mais dinâmicos, menos repetitivos e viscerais.

Importante: durante o gameplay não encontramos uma forma de travar a mira em algum inimigo, sem a necessidade de soltar o botão RB (Xbox One). Tudo leva a crer que o jogo realmente não usufrua de um lock-on ilimitado, deixando-o limitado para execuções de golpes específicos apenas.

Resumindo, Devil May Cry 5 é um jogo que promete ser bom, ainda que não pareça surpreendente o bastante para ser apontado como nova geração. Contudo, há um bom tempo que não vimos a franquia retornar e bate aquele sentimento nostálgico de ver algo retornar do além túmulo. O melhor? Não é um remaster.

Texto por Victor Cândido

Abaixo tem um trailer de Devil May Cry 5: