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Top 10: Jogos mais aguardados para 2019

O ano 2018 acabou e deixou uma saudade boa, já que muitos games de alta qualidade saíram neste ano, tais como Godo f War, Red Dead Redemption e Forza Horizon 4. Mas não pense o ano de 2019 será menos especial para quem curte videogames! Não senhor! Este novo ano promete alguns dos jogos mais aguardados de todos os tempos e boas surpresas para todos os gêneros. Pensando nisso, elaboramos uma pequena lista de 10 jogos que devem chegar em 2019 e parecem imperdíveis demais para qualquer aficionado por videogames. Confira!

Resident Evil 2

Um dos capítulos mais amados de toda a franquia Resident Evil é sem dúvidas o segundo game, graças ao seu clima de tensão sempre crescente, monstros arrepiantes e o carisma dos dois personagens centrais. Quando a Capcom relançou o remake de R.E 1, a comunidade logo ficou na expectativa de um trabalho semelhante para Resident Evil 2.

Após anos de rumores, a Capcom acabou por confirmar os trabalhos no remake de Resident Evil 2. Na última edição da E3, aliás, a produtora chegou a levar uma demo que foi considerada espetacular pela maior parte da comunidade. Pelo que deu para ver, o game promete muitos sustos e um ambiente de puro terror.

Kingdom Hearts 3

Tetsuya Nomura é atualmente o principal nome da Square-Enix. Seu nome tornou-se reconhecido do público justamente pelo sucesso do primeiro Kingdom Hearts do Playstation 2 lá em 2002. De lá pra cá a série recebeu 13 títulos (contando os remasters e spin offs), sendo que o segundo jogo da série principal chegou ao mercado no distante ano de 2005.

Após 14 anos, finalmente Nomura está pronto para a terceira parte da saga de Sora e seus amigos Donald e Pateta. A franquia amadureceu feito vinho, de modo que o salto de duas gerações garantiram gráficos melhores e uma jogabilidade mais afiada. Não bastasse isso, as últimas compras da Marvel garantiram que os jogadores poderão explorar os mundos da Pixar e outras criações como Frozen e Monstros S.A. Kingdom Hearts 3 promete ser um prato cheio para fãs de RPGs de ação e histórias repletas de reviravoltas.

Devil May Cry 5

Dante e sua turma pareciam largados pela Capcom, mas eis que na E3 2018 um bombástico trailer foi revelado, mostrando que a franquia não apenas estaria de volta, como estaria mais brutal e fotorrealista. O grande macete é que a jogabilidade deve respeitar o legado da franquia, sendo um dos mais difíceis que os jogadores encontrarão.

Um detalhe importante é que Devil May Cry 5 terá outro protagonista chamado Nero, ao invés do lendário Dante. A mudança é para mostrar um ponto de vista novo, ao mesmo tempo que expande os horizontes da franquia. Mas não pense que Dante ficará de fora, a Capcom não confirma, mas rumores sugerem que Dante será um personagem jogável e será um dos pilares na resistência contra o ataque dos demônios.

Mortal Kombat 11

 

Durante o evento The Games Awards a NetherRealm aproveitou seu espaço para anunciar Mortal Kombat 11, o terceiro game principal desde que a produtora colocou as mãos na franquia – o primeiro foi o ótimo Mortal Kombat 9. O trailer não revelou muito, apenas uma luta entre Raiden e Scorpion, com direito a mostrar que o Deus do Trovão pode estar em sua versão corrompida.

Uma teoria que ganhou bastante espaço na internet foi a de que a trama envolverá viagens do tempo, já que Scorpion acaba aparecendo com seu uniforme clássico. Essas dúvidas não ficaram muito tempo no ar, pois o título tem previsão de lançamento em 23 de abril de 2019. Pelo que os produtores já fizeram no passado, podemos esperar mais um jogão de luta a caminho.

Shenmue III

A primeira vez que ouvimos falar de Shenmue III foi durante a E3 2015, quando Yu Suzuki subiu ao palco durante a conferência da Sony para apresentar um trailer garantindo que os trabalhos seriam feitos, porém para que o game visse a luz do dia seria necessário que a comunidade apoiasse a camapanha via Kickstarter. Não demorou muito para que os resultados fossem alcançados e o título ganhasse uma data de lançamento: 27 de agosto.

Não há muitos detalhes sobre a trama ou sobre a jogabilidade, mas Suzuki é reconhecido por ter revolucionado a indústria dos jogos eletrônicos com o primeiro Shenmue para Dreamcast. As expectativas são altas para este jogo, ainda que os dois primeiros não tenham envelhecido tão bem. De qualquer forma, fica o amor no coração que toda uma comunidade tem pela franquia, o que por si só já justifica todo o apoio que Shenmue III recebeu em poucos meses.

Gears 5

Gears 5 é a próxima e maior investida da Microsoft para tentar mudar o cenário do Xbox One. A franquia de TPS já se mostrou uma das mais bem produzidas do Xbox e um dos campeões de vendas da geração. Nesta nova entrada a Microsoft aposta em um ambiente mais caótico e na entrada de uma nova personagem chamada Kait Diaz, que deve descobrir mais sobre as origens da raça Locust.

Ao contrário dos games anteriores, aqui a Microsoft optou por chama-lo singelamente de Gears 5. A atitude ousada é uma tentativa renovar a franquia para o público mais jovem. Pelo que se pode ver nos trailer, o título promete bastante ação e uma trama mais emocional.

Luigi’s Mansion 3

O Nintendo Switch é um fenômeno de vendas e para não deixar a peteca cair a Nintendo continua apostando alto em suas franquias mais queridas. Este é o caso de Luigi’s Mansion 3, jogo que coloca o irmão do Mario em missões de caça-fantasma. O terceiro game foi anunciado meio que de surpresa em um Direct em setembro, com quase nenhum detalhe.

Sabe-se por hora que o game é exclusivo de Switch e chegará ao mercado em meados deste ano. A Nintendo guarda bastante segredo sobre este jogo, de modo que a comunidade espera novos detalhes durante a E3 2019. Este será o retorno de Luigi’s Mansion para uma plataforma de mesa da Nintendo desde o 1º capítulo.

Final Fantasy VII

Outro título que deu as caras na E3 2015 e depois saiu do radar foi Final Fantasy VII Remake. A Square-Enix promete o game ainda neste ano, mas a falta de informações sobre o desenvolvimento leva a crer que este aqui está no limbo criativo e somente deve surgir novidades a partir da E3. De acordo com Tetsuya Nomura, diretor do projeto, Final Fantasy VII somente receberá total atenção dos produtores após o lançamento de Kingdom Hearts III.

Sabe-se que o game não será um remake todo fiel, pois a equipe já informou que algumas mudanças foram feitas, tal como a missão em que Cloud se veste de mulher para se infiltrar. O remake não terá isso, além disso, a equipe criativa pretende deixar os combates mais fluídos, deixando um pouco de lado a estética dos RPGs por turno. Provavelmente a square-Enix não conseguirá lançar FFVII ainda em 2019, mas vamos manter as esperanças.

Anthem

A Bioware sabe que pisou feio na bola em Mass Effect Andromeda em 2017. A intenção é não repetir os mesmos erros. Anthem sai um pouco do senso comum, ao dar ao jogador a oportunidade de sair viajando por um mundo fantástico e habitado por muitas criaturas estranhas. Já que o foco é no multiplayer online, Anthem tem todos os ingredientes para criar uma comunidade forte e dedicada, se a EA fizer as coisas corretamente.

Talvez a melhor coisa de Anthem seja seus ambientes exploráveis. Sério, após ver a demo, você fica com aquele gosto de quero mais, como se o trabalho realizado pelos produtores superassem o limite do que os videogames são capazes de fazer. Mas é claro, por vezes a EA conseguiu nos enganar com jogos mal acabados. Felizmente, Anthem parece não seguir essa diretriz.

Ori and the Will of the Wisps

O segundo capítulo da saga de Ori surge aqui na lista meio que de penetra, pois é o game de menor escala de todos, se assemelhando muito a um jogo indie. O que o coloca nesta lista é o legado que ele traz consigo: o primeiro Ori foi fenomenal e um dos melhores games que já jogamos. A qualidade foi tal que sem dúvidas é um daqueles que podemos chamar de obra de arte interativa.

A Moon Studios promete elevar a franquia para um novo patamar combinando gráficos lindos de morrer e um gameplay metroidvania repleto de desafios. O trabalho de iluminação é um dos pontos altos pelo que a demo demonstrou. Não obstante, vale destacar que Ori é um dos games mais importantes do Xbox One nesta temporada, já que é justamente ele a quebrar um pouco o ritmo dos jogos da plataforma, que em geral são voltados aos tiroteios e pancadaria. É bom ver um game feito para emocionar os jogadores ganhando espaço entre os peso-pesados.

Conheça Blazing Chrome, o novo jogo da JoyMasher para fãs de shooter 2D

Desenvolver um game indie do zero e conquistar a aclamação da mídia especializada e do público não é tarefa fácil, mas há alguns truques que podem facilitar o percurso. A JoyMasher é um case de sucesso que merece especial atenção, afinal foram eles os criadores de Oniken, um dos jogos indies mais baixados da atualidade.

Criado pelo casal Danilo Dias, 31, e Thais Weiller, 31, em meados de 2012 na cidade de Curitiba, PR, a JoyMasher logo alçou sucesso nacional graças ao seu foco na produção de jogos com estética retrô. Após o lançamento de Oniken (2012) e Odallus (2015), o estúdio se prepara para lançar seu terceiro e mais ambicioso título: Blazing Chrome.

O novo jogo é um shooter em side-scrolling repleto de ação que lembra bastante a era de ouro da geração 16-32 bits como os jogos Contra e Metal Slug. A grande diferença é sua estética voltada para o vintage, que remete à era de ouro dos jogos àrcades em progressão lateral. O game chega para as plataformas PC, PS4 e Switch no início de 2019.

Para quem não conhece, em Blazing Chrome os jogadores devem desbravar uma variedade incrível de fases recheadas com cenários mortais, desafios cheios de armas e máquinas, e personagens fascinantes, como Mavra, a última humana sobrevivente nesse cenário pós-apocalíptico, e Doyle, um divertido e briguento robô insurgente. Para adicionar o game à sua wishlist no Steam basta clicar aqui.

Abaixo tem um trailer de Blazing Chrome:

Esses são os indicados a melhores jogos do Brazil Game Awards

E por fim saiu a lista dos indicados ao prêmio Brazil Game Awards 2018 (BGA), a principal premiação nacional de jogos digitais nacionais. A relação de indicados foi divulgada hoje (05/12) e serviu para mostrar que este ano foi um dos melhores de todos os tempos para quem curte videogames.

Os indicados são escolhidos por um júri independente, formado por diversos veículos de alta relevância ligados a jogos eletrônicos, tecnologia e cultura nerd. Ao todo, votam 40 produtores de conteúdo, de sites a influenciadores. A lista de ganhadores sai no dia 12/12/2018 no site oficial.

Para quem não conhece, o Brazil Game Awards (BGA) nasceu em 2015 como um júri independente que reunia veículos e críticos de videogame do país para eleger os melhores jogos da Brasil Game Show (BGS). Em 2018, o Brazil Game Awards passou a eleger os melhores games do ano, não mais atrelado à Brasil Game Show.

Entre os jogos mais indicado e que são favoritos a ganhar os prêmios estão Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment), Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec/Ubisoft), God of War e o animalesco Red Dead Redemption 2. A disputa promete ser acirrada. Vale destacar o brasileiro Horizon Chase Turbo, que figura na categoria Melhor Jogo de Corrida, além de brigar pelo título de Jogo Brasileiro do Ano.

Abaixo você confere as categorias e indicados ao Brazil Game Awards:

 

Jogo do Ano

Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec/Ubisoft)

God of War (SIE Santa Monica Studio/Sony Interactive Entertainment)

Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment)

Monster Hunter World (Capcom)

Red Dead Redemption 2 (Rockstar Games)

 

Jogo Brasileiro do Ano

Dandara (Long Hat House/Raw Fury)

Distortions (Among Giants)

Horizon Chase Turbo (Aquiris Game Studio)

No Heroes Here (Mad Mimic Interactive/Chorus Worldwide)

Sword Legacy Omen (Firecast Studio/Fableware Narrative Design/Team17)

 

Jogo Mais Aguardado – 2019

Anthem (BioWare/Electronic Arts)

Devil May Cry 5 (Capcom)

Kingdom Hearts III (Square Enix)

Resident Evil 2 Remake (Capcom)

Sekiro: Shadows Die Twice (FromSoftware/Activision)

 

Melhor Jogo Original

A Way Out (Hazelight Studios/Electronic Arts)

Celeste (Matt Makes Games)

Dead Cells (Motion Twin)

Detroit: Become Human (Quantic Dream/Sony Interactive Entertainment)

Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment)

 

Melhor Jogo para PC

Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec/Ubisoft)

Battlefield V (EA DICE/Electronic Arts)

Call of Duty: Black Ops 4 (Treyarch/Activision)

Celeste (Matt Makes Games)

Monster Hunter World (Capcom)

 

Melhor Jogo para Console

Celeste (Matt Makes Games)

Forza Horizon 4 (Playground Games/Microsoft Studios)

God of War (SIE Santa Monica Studio/Sony Interactive Entertainment)

Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment)

Red Dead Redemption 2 (Rockstar Games)

 

Melhor Periférico/Hardware

GeForce RTX 2070 (NVIDIA)

GeForce RTX 2080 (NVIDIA)

Nintendo Labo (Nintendo)

Poké Ball Plus (The Pokémon Company/Nintendo)

Xbox Adaptive Controller (Microsoft)

 

Melhor Jogo de Tiro

Battlefield V (EA DICE/Electronic Arts)

Call of Duty: Black Ops 4 (Treyarch/Activision)

Destiny 2: Renegados (Bungie/Activision)

Far Cry 5 (Ubisoft Montreal/Ubisoft)

Insurgency: Sandstorm (New World Interactive)

 

Melhor Jogo de Ação e Aventura

Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec/Ubisoft)

God of War (SIE Santa Monica Studio/Sony Interactive Entertainment)

Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment)

Red Dead Redemption 2 (Rockstar Games)

Shadow of the Tomb Raider (Eidos Montréal/Square Enix)

 

Melhor Jogo de Luta

BlazBlue: Cross Tag Battle (Arc System Works)

Dragon Ball FighterZ (Arc System Works/Bandai Namco Entertainment)

SoulCalibur VI (Bandai Namco Entertainment)

Street Fighter 30th Anniversary Collection (Capcom)

Street Fighter V Arcade Edition (Capcom)

 

Melhor RPG

Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec/Ubisoft)

Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age

Monster Hunter World (Capcom)

Ni no Kuni II: Revenant Kingdom (Level-5/Bandai Namco Entertainment)

Octopath Traveler (Square Enix/Acquire/Nintendo)

 

Melhor Jogo de Corrida

F1 2018 (Eden Games/Codemasters)

Forza Horizon 4 (Playground Games/Microsoft Studios)

Horizon Chase Turbo (Aquiris Game Studio)

On Rush (Codemasters/Deep Silver)

The Crew 2 (Ivory Tower/Ubisoft)

 

Melhor Jogo de Esporte

FIFA 19 (EA Vancouver/EA Sports)

Madden NFL 2019 (EA Tiburon/EA Sports)

Mario Tennis Aces (Camelot Software Planning/Nintendo)

NBA 2K19 (Visual Concepts/2K Sports)

Pro Evolution Soccer 2019 (PES Productions/Konami)

 

Melhor Jogo de Estratégia

Frostpunk (11 bit studios)

Into the Breach (Subset Games)

The Banner Saga 3 (Stoic Studio/Versus Evil)

Thronebreaker: The Witcher Tales (CD Projekt RED)

Valkyria Chronicles 4 (SEGA)

 

Melhor Jogo para a Família

Mario Tennis Aces (Camelot Software Planning/Nintendo)

Overcooked 2 (Ghost Town Games/Team17)

Pokémon Let’s Go (Game Freak/Nintendo)

Super Mario Party (NDcube/Nintendo)

Spyro Reignited Trilogy (Toys for Bob/Activision)

 

Melhor Jogo Mobile

Donut County (Ben Esposito/Annapurna Interactive)

Florence (Mountains)

Fortnite (Epic Games)

PUBG MOBILE (Lightspeed & Quantum/Tencent Games)

REIGNS: Game of Thrones (Nerial/Devolver Digital)

 

Melhor Multiplayer

Battlefield V (EA DICE/Electronic Arts)

Call of Duty: Black Ops 4 (Treyarch/Activision)

Monster Hunter World (Capcom)

Overcooked 2 (Ghost Town Games/Team17)

Sea of Thieves (Rare/Microsoft Studios)

 

Melhor Trilha Sonora

Celeste (Matt Makes Games)

God of War (SIE Santa Monica Studio/Sony Interactive Entertainment)

Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment)

Ni no Kuni II: Revenant Kingdom (Level-5/Bandai Namco Entertainment)

Red Dead Redemption 2 (Rockstar Games)

 

Melhor Estúdio

Capcom

Insomniac Games

Rockstar Games

SIE Santa Monica Studio

Ubisoft Quebec

 

Melhor Publisher

Devolver Digital

Nintendo

Rockstar Games

Sony Interactive Entertainment

Ubisoft

 

Melhor Jogo Independente

Celeste (Matt Makes Games)

Dead Cells (Motion Twin)

Frostpunk (11 bit studios)

Into the Breach (Subset Games)

The Messenger (Sabotage Studio)

 

Melhor Dublagem em Português

Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec/Ubisoft)

Detroit: Become Human (Quantic Dream/Sony Interactive Entertainment)

Far Cry 5 (Ubisoft Montreal/Ubisoft)

God of War (SIE Santa Monica Studio/Sony Interactive Entertainment)

Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment)

 

Melhor Equipe de eSport do Brasil

Black Dragons

Brasil Gaming House

INTZ e-Sports

KaBuM! e-Sports

paiN Gaming

 

Melhor Pro Player do Brasil

André “Nesk” Oliveira (Rainbow Six Siege – Team Liquid)

Epitácio “TACO” de Melo (CS:GO – Team Liquid)

Gabriel “Fallen” Toledo (CS: GO – Mibr )

Marcelo “Coldzera” David (CS: GO – Mibr)

Matheus “dyNquedo” Rossini (League of Legends – KaBuM! e-Sports)

 

Melhor Jogo de eSports

Counter-Strike: Global Offensive (Hidden Path Entertainment/Valve Corporation)

Fortnite (Epic Games)

League of Legends (Riot Games)

Overwatch (Blizzard Entertainment)

Rainbow Six: Siege (Ubisoft Montreal/Ubisoft)

 

League One – Londrina (PR) recebe grande evento de eSports em outubro

A cidade de Londrina, PR, será sede de mais um evento que promete revelar novos talentos dos eSports. Isto porque entre os dias 12 a 14 de outubro o Shopping Aurora irá receber o League One, maior evento de games da cidade, totalmente dedicado a jogos competitivos. Haverão diversos torneios e variadas atrações que premiarão os melhores jogadores em suas respectivas modalidades.

Nesta edição, o League One contará com oito jogos bastante famosos, sendo eles Counter Strike: Global Offensive, League of Legends, Dragonball Fighter Z., Fifa 18, Mario Kart 8 Deluxe, Street Fighter V, Super Smash Bros for Wii U e Tekken 7. A expectativa é que esta lineup atraia muitos jogadores de alto nível. Vale destacar que o número de vagas é limitado e a cada ano a disputa fica mais acirrada.

De acordo com a organização, o League One conta com mais de 14 mil reais em prêmios, divididos entre os diferentes torneios. Sabe-se que o torneio de CS: Go, por exemplo, conta com um prêmio de R$ 2500, o de League of Legends vai premiar o grande vencedor com R$ 1800 e o campeão individual de Smash Bros. vai levar para casa um Nintendo Switch.

Quem não quiser entrar em campeonatos, pode participar de jogos freeplay de FIFA, Street Fighter V, Tekken 7, Dragon Ball Fighter Z, Just Dance, Smash Bros, Mario Kart durante todo o evento exceto durante as finais e eliminatórias dos respectivos jogos. É um espaço para se divertir sem compromisso com amigos. Você pode conferir toda a programação aqui. Para se inscrever no torneio, basta acessar o site do League One e preencher o cadastro.

Abaixo tem um vídeo highlights da edição 2017 do League One:

 

Serviço – League One 2018

Quando: 12 a 14 de outubro de 2018

Onde: Shopping Arurora – Av. Ayrton Senna da Silva, 400, Londrina/PR

​Museu do Videogame Itinerante chega ao Shopping RioMar Kennedy, em Fortaleza

Essa é para os fãs de videogame que estão na Cidade de Fortaleza, CE, amanhã (14/09) o Museu do Videogame Itinerante chega ao Shopping RioMar Kennedy. A chegada ao RioMar Kennedy marca o início da segunda temporada de “turnê” do museu mais interativo do Brasil. Os organizadores prometem uma série de novidades para esta nova temporada, a fim de enriquecer ainda mais a experiência do público. Além de conferir a história dos jogos eletrônicos, os visitantes podem jogar, interagir com influenciadores e participar de um campeonato de Just Dance.

A exposição conta mais de 46 anos de história dos videogames antigos e atuais, passando por todas as gerações de consoles. Dá para ver clássicos como o Atari, o NES, o Gameboy e os novíssimos Playstation VR, Nintendo Switch, entre outros. Além de conferir de perto consoles que marcaram história, os visitantes podem encontrar de perto com o ex-jogador de League of Legends Meet&Greet com André ManaJJ, na área de Meet & Greet e participar do concurso de Just Dance e um divertido encontro K-Pop.

O museu não é apenas um espaço observável. Há ilhas de consoles clássicos disponíveis para jogar, além do palco Just Dance 2018, simuladores de corridas, torneios de jogos antigos e atuais, controles gigantes etc. Com tantas atrações, a exposição Museu do Videogame Itinerante é considerada um dos eventos indoor para shoppings mais visitados do país. O Museu ficará Praça de Eventos do Piso L2, funcionando de segunda a sábado das 10h às 21h e aos domingos e feriados das 13h às 20h. A entrada é gratuita.

Para quem não conhece, André ManaJJ foi o primeiro campeão brasileiro de League of Legends (CBLOL), e atuante na área de streaming e geração de conteúdo de games. O encontro acontecerá no dia 22 de setembro, a partir das 17h. Durante o evento, os fãs poderão ainda participar de sessão de fotos com os cosplays Zilean Skin Lua Sangrenta do jogo League of Legends, All Might e Katsuki Bakugou, personagens do anime Boku no Hero Academia.

 

Encontro K-Pop

No dia 29 de setembro, último dia da exposição, a programação contará com encontro k-pop das 13h às 19h, comSpecial Stage apresentações de grupos covers de k-pop, brincadeiras e Random Play Dance com muita música pop coreana.

 

Campeonato Just Dance

Logo após o encontro k-pop, a partir das 19h, ocorrerá o concurso Just Dance para aqueles que curtem dançar e suar a camisa. O evento terá ainda a participação do bi-campeão do Mundial de Just Dance, Diegho San.

Durante o concurso, o jogador é desafiado a imitar os mesmos movimentos de dançarinos profissionais virtuais e, assim, alcançar a melhor pontuação no ranking do evento. Os dez finalistas com maior pontuação durante a temporada do Museu no RioMar Kennedy irão disputar o pódio. Os três melhores receberão premiação. As inscrições ocorrerão de 14 a 28 de setembro e podem ser feitas ao lado do Palco Just Dance, no Piso L2.

 

Sobre o Museu do Videogame Itinerante

O Museu do Videogame Itinerante reúne cerca de 5 milhões de visitantes por ano e é o primeiro do gênero do país registrado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Em 2014, recebeu o prêmio do Ministério da Cultura como o museu mais criativo do país. Em 2016, foi um dos museus brasileiros escolhidos para representar o país no maior encontro de museus do mundo, em Paris.

 

SERVIÇO – Museu do Videogame Itinerante no RioMar Kennedy

Data: 14 a 29 de setembro

Horário: segunda a sábado das 10h às 21h e aos domingos e feriados das 13h às 20h

Local: Piso L2, Praça de Eventos – RioMar Kennedy (Av. Sargento Hermínio Sampaio, 3100 – Presidente Kennedy)

Entrada gratuita

 

Demo de Mega Man 11 já esta disponível para todas as plataformas

Assim que a Capcom anunciou Mega Man 11, a comunidade de fãs entrou em polvorosa, afinal a empresa havia negligenciado o personagem por muito tempo. A demo foi lançada nesta semana e conta com uma batalha bastante dinâmica contra o vilão Block Man. A demo serviu para mostrar que a Capcom pretende manter o estilo que tornou a franquia famosa.

Na demo de Mega Man 11, os jogadores podem escolher diferentes níveis de dificuldade. Outro destaque é que para avançar na aventura os jogadores devem usar diversos recursos, tal como o novo sistema Double Gear e diferentes armas de chefes para derrotar Block Man e absorver seus poderes. De acordo com a Capcom, os cenários do jogo foram desenhados à mão.

Àqueles que baixarem a demo serão recompensados com um conjunto de itens de uso único que poderá ser resgatado no jogo final. A Capcom espera que o lançamento da demo ajude a melhorar o desenvolvimento do jogo e captar a atenção dos fãs robô, que passaram muito tempo esperando um novo jogo.

Mega Man 11 chega a partir de 2 de outubro em formato digital para Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One e Windows PC, e no Brasil em formato físico para PlayStation 4 e Xbox One. Você pode obter mais informações no site da Capcom.

Abaixo tem o trailer de Mega Man 11:

 

Mad Mimic revela o novo jogo Turma da Mônica e a Guarda dos Coelhos

Durante o evento Game XP, no Rio de Janeiro, o pessoal da Mad Mimic (No Heroes Here) anunciou seu novo jogo Turma da Mônica e a Guarda dos Coelhos, fruto da parceria com a Mauricio de Sousa Produções. O titulo marca o retorno dos personagens da Mônica aos jogos eletrônicos após um hiato de vários anos.

Assim como No Heroes Here, o novo jogo da Mad Mimic é do gênero tower defense, com o destaque de colocar a turma da Mônica em uma missão de proteger castelos de uma horda de sujeira. É possível jogar em modo co-op em ate 4 jogadores simultâneos. Os personagens Monica, Cebolinha, Cascão e Magali devem usar suas habilidades e trabalhar em equipe a fim de evitar que os invasores levem as relíquias do castelo.

Para garantir sucesso na missão, você deve usar de todos os recursos possível, como pólvora, coelhos mágicos e ate canhões de coelho. De acordo com a Mad Mimic, muito do gameplay se baseia em usar as melhores estratégias e dividir tarefas para derrotar os invasores. Você deve produzir pólvora, criar coelhos mágicos e disparar os canhões antes que os inimigos mudem suas estratégias. O segredo é estar sempre um passo à frente dos inimigos.

Toda a produção de Turma da Mônica e a Guarda dos Coelhos está sendo feita no Brasil, com todo o apoio de Mauricio de Sousa e sua equipe criativa. A intenção é criar um jogo que preste homenagem a todo o legado da obra ao mesmo tempo que utiliza a expertise da Mad Mimic para criar um jogo com identidade própria.

A Mad Mimic esta utilizando todo seu aprendizado conquistado em No Heroes Here para esta nova produção. Vale lembrar que o NHH foi vencedor na categoria Melhor Jogo Brasileiro no Big Festival 2018. Não por acaso, Turma da Mônica e a Guarda dos Coelhos lembra bastante o jogo retro mencionado, inclusive contando com estilo pixel art.

Poder trabalhar com o desenvolvimento de um jogo baseado na propriedade intelectual da Turma da Mônica é algo tão fantástico como viver uma das fantásticas histórias vistas nos gibis da turminha”, afirmou Luis Tashiro, Diretor Executivo da Mad Mimic Interactive. “Esse jogo é uma oportunidade incrível para nós da Mad Mimic não apenas por ser tratar do retorno da Turma da Mônica aos games, mas também por ser feito por fãs e para fãs destes tão amados personagens. Aqueles que gostam de juntar os amigos para uma boa diversão multiplayer ficarão muito felizes em poder viver essa grande aventura chamada Mônica e a Guarda dos Coelhos”, complementou Tashiro.

Turma da Monica e a Guarda dos Coelhos será lançado ainda em 2018 para PCs via Steam, Playstation 4 e Nintendo Switch. Mais detalhes devem ser anunciados no site da Mad Mimic.

Abaixo tem o trailer de Turma da Mônica e a Guarda dos Coelhos:

 

Top 11 – Erros mais comuns cometidos por desenvolvedores independentes

Criar um game é uma tarefa árdua e às vezes você vai estar tão envolvido com o projeto que pode acabar deixando passar alguma coisa batida. Pensando nisso, bolamos um compilado de erros comuns que os desenvolvedores cometem ao produzir o primeiro game. Leia atentamente o texto e repasse para aquele seu amigo que quer trabalhar com games. Algumas dicas podem salvar seu negócio ou te deixar mais alerta aos pormenores.

Confira abaixo erros muito comuns no desenvolvimento de games independentes:

 

1 – Desistir nos estágios iniciais

Um grande projeto sempre começa com uma ideia, porém tirar a ideia do papel não será tarefa fácil. Tenha em mente que dificuldades virão aos montes, desenvolver um game consumirá tempo e dinheiro. Muitas vezes você terá de abdicar daquele cinema com os amigos ou da cerveja do final de semana para trabalhar em seu projeto. Se você tiver um emprego por fora, o tempo que terá para se dedicar ao projeto será ainda mais curto.

Muitos desenvolvedores acabam desistindo do game nos estágios iniciais após constatar que o projeto vai consumir mais tempo e energia do que o esperado. O dinheiro também pode ser um problema recorrente para desenvolvedores novatos, afinal criar um game vai demandar alguns esforços financeiros, tais quais uma engine, licenças etc. Felizmente existem algumas soluções como a versão limitada da Unity, que acaba se revelando uma caixa de ferramentas ao desenvolvedor indie. São poucas as limitações no pacote, de modo que dá para finalizar seu game de modo satisfatório.

 

2 – Não trabalhar em equipe

Produzir um game sozinho não é impossível, se você manja de level design, trilha sonora, marketing, programação etc. Porém é um fardo grande demais para uma só pessoa carregar, além de que o produto final ficará limitado apenas as suas próprias ideias. Um game feito em equipe, por outro lado, terá os benefícios de um brainstorm, novas ideias, personagens melhor elaborados, puzzles mais desenvolvidos etc. Como se não bastasse todo esse enriquecimento, um trabalho em equipe terá uma rede networking maior e mais efetiva quando já estiver em estágio de demo. O tempo também será reduzido e melhor empregado se cada um fizer uma determinada função dentro do projeto.

Trabalhar em equipe melhora ainda sua capacidade de interação. Você vai aprender muita coisa e poderá fazer bons amigos. Sempre que puder, desenvolva um game em equipe. Seu projeto ficará muito melhor e isso vai fazer bem até mesmo para você (desde que a equipe esteja alinhada e tenha objetivos semelhantes). Uma dica para começar a desenvolver um game em equipe é participar de hacktons. Vez ou outra o GameReporter divulga essas maratonas! Fique alerta. ;)

 

3 – Pensar que vai ficar rico rapidamente

Em uma matéria de janeiro deste ano, o Adrenaline revelou que apenas neste ano o mercado de games deve movimentar cerca de R$ 550 bilhões. Imagine pegar uma fatia mínima deste bolo… Tentador, hein. Mas fique calmo, a maior parte dessa grana vai mesmo para as grandes players como EA, Activision, Nintendo, Microsoft etc. Lucrar com game é bastante provável, mas se você estiver começando agora, fique ciente que as chances de tomar prejuízo nos primeiros meses é bem mais provável do que ficar rico rapidamente.

Por que isso acontece? Bem, o mercado de games brasileiro ainda é pequeno se comparado com os mercados europeu e norte-americano. Além disso, ainda há uma resistência por boa parte dos jogadores em gastar grana com games, principalmente se for mobile. Mas não se desespere, as coisas já estiveram muito mais difíceis quando a pirataria imperava e games para celular eram todos pagos (a época dos jogos java) e não haviam variadas opções de monetização. Hoje em dia, se você tiver um projeto bem esquematizado, dá sim para ter um bom lucro.

 

4 – Não desenvolver um plano de monetização ou exagerar nas propagandas

E já que falamos de grana, vale falar um pouco sobre como conquistar a tão sonhada independência financeira fazendo games. Tudo envolve monetização. Firmar contratos com uma Publisher é legal e provavelmente vai garantir que os custos de produção se paguem tranquilamente, porém uma vez que o game vai para as lojas é importante ter uma ideia de como ele vai faturar de verdade. Sim , eu sei que o jogador médio quase não gasta dinheiro com games, porém o produtor não deve ignorar este fato e o fato de que se o game for bom mesmo ele tem uma mina de ouro nas mãos.

Nos estágios iniciais é bom já pensar em como você pretende lucrar com games. Vai apostar nas microtransações ou em propagandas ingame? Quem sabe os dois? Ou o formato freemium? Opções é o que não falta, mas também não precisa exagerar, afinal todo desenvolvedor é um jogador. O problema é que muitos se esquecem disso e acabam atulhando o jogo com propagandas a todo o momento. Você deve dosar as coisas na medida certa. Lembre-se que jogadores mais impacientes vão abandonar seu game se tiverem a sensação de que ele é um grande painel de propaganda.

 

5 – Focar apenas nos gráficos

A primeira coisa que os jogadores prestam atenção são nos gráficos. Um game com personalidade visual tem muito mais chance de se destacar do que títulos sem qualquer inspiração. Isso é um pensamento comum, mas nem por isso deve ser levado totalmente à sério. Não caia na conversa de que um jogo fotorrealista é o segredo do sucesso. O que os jogadores querem mesmo é um produto que tenha identidade própria, independente do estilo que deseja. Você pode apostar num jeitão mais retrô pixelado, ou em um estilo cell shadding.

Acontece bastante de ver em feiras de games independentes jogo com visuais embasbacantes, mas que tem uma jogabilidade ordinária ou conceitos pobres. Tome um pouco mais do tempo melhorando as mecânicas de seu jogo ao invés de ficar apenas polindo o game. Afinal, um game bonito vai chamar as atenções sim, mas se o jogo for retorcido os jogadores irão abandoná-lo sem dó.

 

6 – Querer fazer o GTA Killer

GTA V é considerado por muitos como o maior e mais completo game de todos os tempos. O título da Rockstar é um marco da indústria e, não por acaso, uma fonte de inspiração para desenvolvedores de todo o mundo. Já ouvimos muitas histórias de jogos que começaram como uma espécie de GTA, mas que graças ao bom senso e limitações óbvias acabaram perdendo funções e funcionalidades durante o desenvolvimento. Se você pensa em lançar um game repleto de mecânicas e funcionalidades, pare e repense no que está fazendo da vida.

GTA começou muito pequeno, com visão por cima da tela, cheio de limitações em 1997. Certamente o pessoal da DMA design tinha uma ideia bastante clara do que queriam fazer com o game e duvido muito que imaginaram que hoje a franquia seria tão grandiosa quanto é. Ao iniciar um projeto comece pelo básico, não vá com muita sede ao pote. Não tenha medo de cortar funções e mecânicas. Lembre-se de fazer um game coeso e possível de acordo com sua realidade financeira e de pessoal. Afinal, o título da Rockstar leva anos para ser produzido e demanda centenas de profissionais para ser concluído.

 

7 – Copiar games de sucesso

 

Isto ocorreu no GameReporter recentemente. Temos uma página ali para divulgar o seu game, certo? Pois bem, vez ou outra pegamos um desses games e fazemos um texto para a matéria do dia. Ali é uma boa fonte para descobrir jogos de alta qualidade e com ideias interessantes. Infelizmente também tem jogos sem qualquer originalidade, que se contentam em plagiar games de sucesso.

Ao começar seu projeto é normal se inspirar em grandes jogos sim, mas não se restrinja a apenas copiar e colar códigos de programação. Faça mais que isso! Dê identidade ao seu produto, mesmo que no início não pareça dar certo. Com o tempo você vai conseguir fazer um game original e conquistar seu próprio público. Lembre-se de que plagiar é crime e não vai te levar a lugar algum.

 

8 – Ignorar a importância do Q.A

As grandes empresas possuem um departamento chamado quality assurance (Q.A) que é responsável por testar os jogos antes de disponibilizá-lo no mercado. Se com todo este aparato surgem bugs terríveis, imagine a quantidade de bugs que jogos criados por equipes reduzidas pode deixar passar? Agora imagine que a equipe responsável nem tenha se dado ao trabalho de conferir o produto final…

Sim, acontecem casos de surgirem games injogáveis, principalmente no mercado de jogos para PC, pelo simples fato de que ninguém chegou a jogar o game após a conclusão do desenvolvimento. Há duas formas de evitar esse problema: ou você mesmo testa o game, ou abre fases beta para a comunidade dar feedbacks pontuais. E mesmo nos dois casos, é importante ter o pensamento de que um game é um produto sempre em desenvolvimento, mesmo após lançado. Sim, mesmo após lançar o jogo, é legal fazer updates e melhorar mecânicas. A comunidade vai perceber que você está atento e quer melhorar a experiência de jogo.

 

9 – Fazer o mesmo game sempre

Poucas coisas podem ser mais frustrantes do que ver um estúdio promissor cair na mesmice. Há casos inúmeros mesmo entre produtoras grandes de que acertam em cheio em uma ideia e passam a adotá-la em todos os próximos games a partir daí. Imagine criar um game do gênero idle clicker – aqueles de celular baseados em clicar na tela para evoluir um personagem, ganhar mais dinheiro etc – e ele é bem sucedido. O que você faz: aproveita o lucro para tocar adiante o próximo grande jogo do estúdio, lançar uma sequência o mais rápido possível, ou lançar o mesmo game mudando apenas a skin do jogo?

Infelizmente existem muitos estúdios que apostam na terceira opção. Poderíamos fazer uma lista de 20 jogos de UMA única empresa que se baseiam numa mesma premissa. Parece que alguns produtores seguem o mantra de que “em time que está ganhando não se mexe”. Porém por quê se prender num único jeito de produzir games, ao invés de explorar suas próprias habilidades? Ao conseguir o sucesso, você deve seguir adiante, no máximo lançar uma sequência, mas jamais usar a mesma fórmula para TODOS os seus games.

 

10 – Não conhecer o público

Imagine a cena: você produz um match 3 bem maneiro e parece um sucesso latente, mas depois de quase tudo pronto percebe que a onda dos match 3 já passou, ninguém mais está interessado no gênero e a nova onda são os Battle Royale? Realizar uma pesquisa de mercado pode poupar dores de cabeça no futuro, bem como contratar consultoria e visitar feiras de games vai te ajudar a desenvolver algo mais promissor. Jamais ignore a importância de conhecer seu público e as tendências de mercado.

Se não tiver dinheiro para contratar alguém que faça essa pesquisa de mercado, faça você mesmo. Uma rápida olhadela no top mais baixado de qualquer pode te revelar qual o estilo está fazendo mais sucesso e o que não vende mais nada. Claro, há sempre a chence de que um estilo de jogo volte a se tornar tendência. Mas sempre que possível, faça um estudo do que já tem no mercado e a possível recepção que seu game vai ter. Também não se esqueça que certos gêneros podem já estar saturados e lançar um MOBA apenas tornará seu game mais um na multidão. Pesquise!

 

11 – Publishers não são a solução pra tudo

Há alguns anos vimos um fenômeno ocorrer no Brasil: tradicionais publishers começaram a apostar nos desenvolvedores de games nacionais, tais como a Bandai Namco, a Microsoft, a Capcom e até a Square-Enix. Quem não gostaria de lançar um game sob o selo de uma dessas poderosas empresas e conquistar a sonhada distribuição mundial. Entretanto nem sempre essas empresas são a solução para tudo. Na verdade algumas podem gerar outros problemas e frustrações.

Quem não se esquece de toda a pompa que a Square-Enix fez aqui no Brasil dizendo que iria publicar alguns jogos brasileiros para fora? No final das contas o acordo subiu o telhado e as empresas nacionais ficaram a ver navios. Também teve o caso da SEGA que prometeu publicar um game do estúdio nacional Owlchemy Lab, mas o trabalho mesmo se resumiu em lançar um press-release meia boca e exigir parte dos lucros com a venda do game?

Pois é, ao fechar acordo com uma Publisher, contrate um advogado para revisar tudo e só assine se tiver certeza de que é uma parceria, não uma oportunidade. As grandes empresas estão nessa pelo dinheiro e não vão se importar tanto com os seus sentimentos se os executivos quiserem dar o fora. Felizmente não são todos assim, há grandes publishers que abraçam o desenvolvedor indie e ajudam bastante a tornar um game bem sucedido. Mas aqui vale o alerta: antes só do que mal acompanhado.

Garden Paws – Game indie mistura elementos de Harvest Moon e Minecraft com jogabilidade de RPG Online e Simulação

Nosso destaque do dia é um jogo que mistura os gêneros RPG Online e simulação. Trata-se de Garden Paws, produzido pela empresa Bitten Toast Games. O título aposta numa jogabilidade relaxante para segurar as atenções do jogador. Basicamente o título oferece um playground em que o jogador pode plantar plantas, abrir uma loja, pescar, treinar animais, reconstruir a cidade e até mesmo explorar ambientes inóspitos.

Já que tem foco no multiplayer online, Garden Paws busca criar uma comunidade ativa de jogadores, tal como em uma grande comunidade. Tem até uma trama para justificar a aventura: você deve tomar conta da fazenda de seus avós enquanto eles viajam pelo mundo. Ao assumir o comando dos negócios, você deve ajudar o prefeito da cidade a melhorar a cidade e construir um ambiente agradável de se viver.

Para ter sucesso na missão você deve coletar moedas e a forma mais fácil (mas não a única) é construir sua própria loja. O que será vendido cabe a você decidir. Pode ser flores ou objetos do dia a dia. Quanto mais a cidade cresce, mais habitantes chegam para enriquecer o ambiente graças aos novos itens e quests que o jogador pode completar.

A inspiração mais óbvia de Garden Paws é o saudoso Harvest Moon. Inclusive o jogador pode plantar sementes e vender os frutos em sua própria loja, ou ainda criar animais e vender produtos aos visitantes da cidade. Entretanto as coisas não ficam tão paradas: de vez em quando acontecem desastres naturais para tirar a alegria do jogador. Quando isso acontece toda a comunidade online deve se unir para reconstruir a cidadezinha.

Há momentos de combate no jogo. Há uma mina local habitada por um perigoso necromante capaz de trazer os mortos de volta a vida. Cabe também ao jogador explorar as minas labirínticas para destruir as ameaças e recuperar valiosos tesouros. Aqui dá para sacer uma inspiração de Minecraft, mostrando que os produtores pretendem fazer um game variado e divertido.

Garden Paws permite que até três amigos se juntem na partida e colaborem para transformar o vibrante comércio da zona rural. O título está em campanha no Kickstarter e tem boas chances de ser bem sucedido graças aos visuais coloridos e ambientes bonitos. Os personagens são fofinhos, de modo que o game deve fazer sucesso especial com jogadores mais jovens e amantes do gênero administração.

Apesar de estar em desenvolvimento com foco no idioma inglês, o game é tocado adiante pelo brasileiro Daniel “SND” Silveira e tem auxílio da lenda brasileira em soundtracks – Thiago Adamo e da Kristina Vandale, especialista em level design. A previsão é lançar o projeto em 2019 para PCs via Steam e Nintendo Switch.

Abaixo tem o trailer de Garden Paws:

No Heroes Here – Game vencedor de edital da Spcine ganha prêmios no BIG Festival

O ano de 2018 tem sido extremamente positivo para os desenvolvedores brasileiros do estúdio indie Mad Mimic Interactive: após confirmar versões para PS4 e Switch, o game No Heroes Here sagrou-se um dos campeões do BIG Festival, o mais importante evento de jogos independentes da América Latina. O game levou dois prêmios do festival: o de melhor jogo brasileiro e de melhor jogo pelo voto popular. Foi o único da lista de vencedores a ter uma vitória dupla.

Vale lembrar que esta não é a primeira vez que o jogo da Mad Mimic conquistou um prêmio importante! Durante a etapa de desenvolvimento, o game foi contemplado no edital de games da Spcine de 2016. De acordo com Luis Tashiro, um dos produtores de No Heroes Here, o jogo veio em um período sensível para a empresa.

“ Nós estávamos há 2 meses produzindo um jogo que acabou dando bastante errado. Até que um dia conversei com a equipe e disse que estava cancelando o projeto e que nos próximos dias iríamos começar um brainstorm para pensar em ideias novas. Todas as nossas referências foram tiradas de jogos do gênero couch co-op. Ao final do terceiro dia de discussão sobre o novo jogo, eu dei a ideia de juntar o processo de cozinhar (produção) do Overcooked com derrotar inimigos em estações diferentes do Lovers in a Dangerous Spacetime. Dessa união veio a primeira ideia do No Heroes Here”.

Para quem não teve a oportunidade de conhecer, No Heroes Here é um jogo co-op para até 4 jogadores. Neste frenético simulador de defesa de castelo, os jogadores precisam gerir recursos, cooperar e coordenar entre si. O trabalho em equipe torna-se mais importante que as habilidades individuais.

A premissa é que o Reino de Noobland perdeu seus heróis, mas há um ataque inimigo chegando. Cabe aos “Não-Heróis” a tarefa de impedir os inimigos. Você deve forjar diferentes tipos de munição para carregar os canhões, tais como barris de mel, galinhas enlouquecidas, entre outras loucuras. A jogabilidade é bem simples e divertida. Não é por acaso que o game foi tão premiado.

Ao todo existem mais de 50 fases e o macete é tomar decisões rapidamente e em conjunto a fim de destruir as hordas invasoras. Para isso, você deve manter a comunicação com seus parceiros de quest.

Abaixo tem um trailer de No Heroes Here: