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BGS 2018 – Resident Evil 2 rouba o show e se mostra um prato cheio para fãs de terror

Um dos jogos mais esperados na Brasil Game Show foi Resident Evil 2 da Capcom, um remake muito esperado e que já deu mostras de revitalizar a série na próxima temporada. O título estava com demo jogável no evento paulista e o GameReporter teve a chance de testá-lo durante uma fase e trouxemos agora as nossas impressões.

A primeira coisa que você precisa saber: esqueça todas as horas de jogo que você teve no PS1 e no Nintendo 64, elas não valerão de nada! O game está bem diferente do original e muito mais difícil. A Capcom está fazendo questão de mudar praticamente tudo que você conhece em prol de um desafio maior. Então, não importa quantas vezes você já zerou o Resident Evil 2 original, aqui a experiência é bem diferente.

Desde o visual realista dos corredores e salas até o modo como a câmera, a impressão que você tem é de que Resident Evil 2 está totalmente revigorado. O sentimento é tão intenso que dificilmente você vai reconhecer este jogo, mesmo que tenha passado centenas de horas no PS1. Mas não se deixe enganar: muito da essência do original permanece inalterada. Leon e Claire estão ali, bem como a delegacia e os temíveis zumbis.

São duas demos distintas que servem para mostrar como será o gameplay, uma com Leon e outra com a Claire. Ambas as demos mostram toda a capacidade que o jogo possui em levar o jogador para atmosferas arrepiantes e atestam que os puzzles estão mais complexos e os inimigos estão mais brutais. A ambientação de  Resident Evil 2 é aterrorizante e as mecânicas são bem funcionais, apesar de achar a mira um pouco leve demais.

A primeira demo que testamos é a de Leon, que é a mais conhecida. Basicamente você deve ajudar Marvin o policial em estado grave. Para isso, você deve resolver o puzzle da estátua realizando três combinações em estátuas espalhadas pelo cenário. O objetivo é chegar nos andares inferiores. Já a segunda demo é com Clare Redfield, na demonstração você deve enfrentar William Birkin em sua primeira forma.

O título chega ao mercado em janeiro do próximo ano, e ao que tudo indica parece ser uma compra certa. Se você curtiu o remake do primeiro jogo, já deve ter uma ideia do que esperar aqui, certo?

Abaixo tem um trailer de Resident Evil 2:

Texto por Victor Cândido

Devil May Cry 5: Será que a Capcom respeitou o legado da série?

Devil May Cry sempre foi uma franquia respeitada, sendo considerada uma das mais importantes do portfólio da Capcom. O 4º capítulo da franquia tem cerca de 10 anos desde seu lançamento. Uma entrega respeitável (não memorável), que fazia jus à marca nascida no PS2. Quando a Capcom anunciou o novo game para a nova geração, durante a E3 2018, muita gente imaginou se não era apenas mais um caça-níqueis. Após alguns meses, podemos colocar o jogo à prova.

Por mais que a fã base de Devil May Cry não seja lá tão fã do último reboot, é inegável que a Capcom utilizou muitos dos conceitos do quarto episódio para a produção do quinto capítulo. O título está presente na Brasil Game Show para que os fãs de Dante confiram a nova entrada da série. O GameReporter teve a oportunidade de testar o título e neste texto você confere nossas impressões.

Em Devil May Cry 5 acompanhamos Nero, um personagem bem mais ágil do que sua encarnação do quarto jogo. Os jogadores terão uma sensação de familiaridade bastante forte neste capítulo, pois a Capcom parece ter reciclado muito do jogo anterior. Até mesmo a câmera se comporta de forma similar a vista no reboot e os combates possuem comportamentos similares. Fica a sensação de que faltou inspiração.

O visual da demo da BGS 2018 está bem trabalhada e possui uma fluidez digna de um hack’n slash. Além disso, o jogo conta com um sistema chamado Devil Breaker, que permite que o personagem central utilize poderes especiais com o braço direito de Nero. A ideia basicamente é destroçar os inimigos com poucos comandos.

É possível trocar de braço ao longo da jogatina, basta encontrar outro braço durante o percurso. E cada braço possui funções diferentes, deixando o combate diversificado. A ideia é tornar os combates mais dinâmicos, menos repetitivos e viscerais.

Importante: durante o gameplay não encontramos uma forma de travar a mira em algum inimigo, sem a necessidade de soltar o botão RB (Xbox One). Tudo leva a crer que o jogo realmente não usufrua de um lock-on ilimitado, deixando-o limitado para execuções de golpes específicos apenas.

Resumindo, Devil May Cry 5 é um jogo que promete ser bom, ainda que não pareça surpreendente o bastante para ser apontado como nova geração. Contudo, há um bom tempo que não vimos a franquia retornar e bate aquele sentimento nostálgico de ver algo retornar do além túmulo. O melhor? Não é um remaster.

Texto por Victor Cândido

Abaixo tem um trailer de Devil May Cry 5:

 

BGS 2018 – Veja porquê você deve conferir a demo de Kingdom Hearts 3

Um dos jogos mais aguardados da última década é Kingdom Hearts 3. A franquia da Square-Enix foi uma das que mais cativaram a comunidade na era 128 bits e o segundo jogo (também para PS2) melhorou muito a fórmula de RPG de ação. Não por acaso, a terceira entrada da franquia parecia tão certa quanto qualquer novo Final Fantasy, entretanto, Tetsuya Nomura deixou o projeto de lado para se dedicar a spin-offs e em Final Fantasy. Eis o momento de ver como será a terceira entrega da franquia.

A demo possui duas fases, uma no universo de Toy Story e outra no universo de Hércules. A primeira você deve liderar Woody e sua turma até a loja de brinquedos e lá você combater heartless-robôs utilizando um robô. O trajeto é repleto de muita ação onde logo se percebe que as mecânicas de combate foram reaproveitadas e melhoradas. O jogo apela bastante para a nostalgia de quem cresceu jogando os dois primeiros games.

A boa notícia: câmera (inimiga de muita gente), agora não é tão atrapalhada nos momentos de hordas de inimigos. Isso ocorre porque o Lock -on não fica doido quando se está enfrentando muita gente. Por falar nisso, a quantidade de inimigos é bem grande e já torcemos para ver uma nova “luta contra mil”, de Kingdom Hearts 2.

A parte negativa é que o velho menu de selecionar magias e itens contínua com a necessidade de interromper as ações para que sejam feitas as utilizações destes elementos através dos direcionais e isso acaba atrapalhando a ação. Parece que a Square-Enix não quis mexer demais na estrutura de jogo, ainda que atualmente existam soluções mais eficazes.

A segunda fase baseada em Hércules você enfrenta um grande boss de pedra. Lembra do Titã de pedra? Pois bem, aqui temos uma ótima homenagem à cena clássica do filme. O combate é cheio de tensão devido a altura do inimigo e você usufrui de diversas habilidades para enfrentá-lo. O destaque maior sem dúvidas é a montanha-russa.

O visual dos dois cenários são verdadeiros colírios para os olhos, cheios de cor e com muitos efeitos visuais. E não é por menos: a  Square-Enix está utilizando a Unreal Engine 4 na produção. Espere ambientes e visuais tão embasbacantes quanto o ótimo Final Fantasy XV, com uma melhor fluidez.

A demo de Kingdom Hearts 3 apresentada na BGS é a mesmíssima apresentada em outros eventos, como E3 e Tokyo Game Show. Então não chegam a ser algo realmente inédito, porém ela servirá bem para mostrar aos fãs brasileiros que o jogo finalmente sairá do limbo criativo.

Quanto ao enredo, nada! A demo de Kingdom Hearts 3 esconde eficientemente qualquer coisa relacionada à história. A estratégia é evitar spoilers, ao mesmo tempo que deixa o trem do hype seguir seu caminho. Somente o tempo dirá se a combinação desta boa jogabilidade será com uma excelente história, espero que sim.

Se você estiver na BGS 2018, não deixe de conferir essa belíssima demo. Mais informações sobre a BGS aqui.

Texto: Victor Cândido

Abaixo tem um trailer de Kingdom Hearts 3:

Top 13 – Guia de melhores presentes para o mês das Crianças

O mês das crianças chegou, hora de pensar quais os presente mais legais para agradar a criançada (ou se auto-agradar), certo? Já que os jogos eletrônicos são a bola da vez, pensamos em uma pequena lista de presentes para o público gamer que é à prova de erros. Se você ainda cultiva a sua criança interior, não tem por que não se se presentear também.

Selecionamos nada menos que 13 presentes ideais para agradar os fãs de jogos eletrônicos neste mês. Tem opções para todos os bolsos e para gostos diversos, incluindo mouses, teclados e até camisetas.

Confira abaixo 13 melhores sugestões de presentes para o mês das crianças:

 

Console Snes mini

 

Então você é o tipo de pai gamer que quer mostrar ao seu garoto como eram os jogos eletrônicos na sua época e como eles podiam ser divertidos? Um emulador pode até atender esse desejo, mas cá entre nós: sabemos que não há nada melhor que um hardware construído essencialmente para jogar, sem dores de cabeça com queda de frames, incompatibilidade sonora etc.

Pensando nisso, as grandes produtoras de jogos embarcaram na onda de “remasterizar videogames”. A ideia básica é lançar um item de colecionador, que respeite o legado da plataforma antiga, mantendo o mesmo design do original e rodando os jogos de maneira apropriada.

Apesar de a própria Nintendo ter lançado o NES mini e a SEGA e Sony aproveitarem a ideia para criar o Genesis Mini e o Playstation Mini respectivamente, o melhor parece ser o SNES mesmo. O aparelho vêm pronto para rodar facilmente em TVs com entrada HDMI. Ao todo são 21 jogos, incluindo clássicos como Donkey Kong Country, Super Mario RPG, F-Zero e The Legend of Zelda: A Link to the Past. O sentimento de nostalgia não vai te abandonar.

Quanto: R$ 688,00

Onde: Americanas

 

Óculos Playstation VR

 

Pulando do passado para o futuro, temos o Playstation VR. Este aqui é indicado para quem está antenado no melhor da tecnologia e quer vivenciar o máximo que a realidade virtual tem a oferecer. O acessório do PS4 é o preferido dos desenvolvedores, então os usuários podem esperar bastante suporte e uma variedade de jogos invejável, tais como Skyrim, Doom VR e Resident Evil 7.

Outra vantagem é que ao contrário de seus principais concorrentes como HTC Vive e Oculus Rift, o PlayStation VR não demanda um PC top de linha para funcionar bem. Basta ter um PS4, plugar e jogar. A tecnologia promete ser o futuro dos jogos eletrônicos e os estúdios estão investindo cada vez mais no brinquedinho. Por enquanto os preços são proibitivos, mas quem jogou sabe que a experiência é inigualável.

Quanto: R$ 1288,00

Onde: Americanas

 

Cadeiras Gamer DXRacer Wide

 

Não existe sensação melhor do que jogar em um ambiente confortável sem ser incomodado. Pensando no conforto e na durabilidade, a DXRacer criou a linha de cadeiras gamer que são o sonho de consumo de todo pretenso cyberatleta. Essas cadeiras são para àqueles que prezam acima de tudo pelo bem estar, graças ao formato ergonômico. Não por acaso os principais clubes de pró-players utilizam essas belezinhas. Tem de várias cores, tamanhos e modelos. Mas fica o alerta: elas não são baratas.

Quanto: 1673,07.

Onde: DXRacer Brasil

 

Mouse Dazz Thundertank

 

Este mouse da Dazz é um dos mais confortáveis e ergonômicos que você pode encontrar. Além do design bastante agressivo, o Thundertank conta com 6200dpi, o que garante um nível altíssimo de precisão nos jogos competitivos como League of Legends e CS: GO. As configurações são de cair o queixo: conexão USB 2.0; leitor ótico infravermelho 3.5G, aceleração 8G; tempo de resposta de 2ms; e velocidade de resposta de 1000HZ/s.

O melhor mesmo é o design do mouse, que se assemelha mesmo a um tanque de guerra. A cor laranja também é um diferencial a chama atenção onde quer que o pró-player esteja. Por fim, o Thundertank tem botões programáveis e botões laterais para facilitar nos momentos mais críticos das partidas.

Quanto: R$: 83,52

Onde: Pichau

 

Teclado logitech Multi-Device Keyboard K480

 

Saindo um pouco do negócio gamer, temos uma sugestão ligado à informática bem interessante. Trata-se do teclado multi-device da Logitech. Basicamente ele serve como teclado do seu tablet ou celular de maneira simultânea. O macete é que ele dispensa o uso de fios e pode conectar vários gadgets, assim você pode dar atenção para seus amigos no whatsapp de maneira rápida e fácil enquanto termina aquele texto da faculdade, por exemplo.

A conexão é via bluetooth e você pode conectar até 3 dispositivos com alcance de 10 metros (não que você precise se distanciar tanto assim). O acabamento é bastante bonito e preza pelo conforto na hora de digitar. É uma boa alternativa para quem não quer carregar o notebook para todo canto, mas não pode deixar de lado a praticidade de digitar rapidamente.

Quanto: R$ 249,90

Onde: Logitech

 

Headset Gamer Ballistic Dual Core 7.1 USB

 

Outra novidade da Dazz para o público gamer nesta temporada é o headset Ballistic 7.1, que estará na Brasil Game Show 2018. Além do design matador, o Ballistic destaca-se pelo conforto, alta qualidade sonora e preço competitivo. O objetivo da Dazzfoi proporcionar uma qualidade sonora de ponto. Para isso, ele conta com home theater 7.1 surround, com grave otimizado, experiência de altos e baixos mais profunda e completa, e níveis de ajustes separados com câmara dupla.

Ele ainda conta com fone acolchoado para evitar desconforto ou que o usuário se machuque caso faça horas de jogatina. Como se não bastasse, o brinquedinho ainda conta com níveis de ajuste de altura e microfone flexível para encaixe e posicionamento exatos. Ideal para a jogatina online.

Quanto: R$ 204,90

Onde: Kabum

 

Placa de Vídeo NVIDIA GeForce RTX 2080

 

A RTX marca a nova geração de placas de vídeo da NVIDIA. A placa foi anunciada em agosto e está em pré-venda no Brasil e já tem resultados impressionantes. Tudo isso pode ser atribuído a sua alta estabilidade e capacidade de gerar gráficos ultra-realistas. A RTX conta com resfriamento iCX2 reprojetado para ser até 14% mais frio e 19% mais silencioso que a série anterior.

Além disso, ela possui monitoramento de voltagem em tempo real nas placas EVGA iCX2 e no Precision X1. O preço pode ser salgado: R$ 5000, de modo que não é para qualquer um. Esta série busca o ápice da fidelidade gráfica e melhor desempenho, portanto é indicada para quem quer ser profissional ou investir na carreira de youtuber.

Quanto: 4999,90

Onde: Kabum

 

Gabinete Corsair Carbide Series SPEC-04 Mid Tower CC-9011108

 

Os gabinetes da Corsair são objeto de desejo de milhares de PC Gamers, graças aos seus designs arrojados. Nosso favorito é o da Carbide Series, que tem um estilo minimalista com cores amarelo e preto, além da lateral transparente. Se você pensa em monatar um PC e quer algo bonito, sem ser brega ou muito chamativo, este é o modelo ideal. Este modelo tem duas entradas USB apenas, mas se você souber o que está fazendo, dá para expandir de acordo com suas necessidades. Outra vantagem é o preço barato.

Quanto: R$ 219,90

Onde: Kabum

 

Teclado Gamer HyperX Alloy FPS Pro

 

 

Já que falamos de mouse, headset, placas de vídeo e até gabinete, hora de falar da parte mais usada de um PC, certo? Nossa indicação é o mouse HyperX Alloy FPS Pro, que foi desenvolvido especialmente para quem ama jogos de tiro. Ele tem um design compacto, estrutura sólida em aço e cabo removível. Os destaque mesmo vão para a função modo jogo 100% por cento Anti-Ghosting e N Key Rollover. A beleza fica completa com as teclas com backlit vermelho HyperX com efeitos de iluminação dinâmicos.

Quanto: 420,95

Onde: HyperX

 

PC Gamer Rawar Fortbattle

 

Então seu negócio não é montar um PC do zero, mas sim pegar algo pronto com o melhor que a tecnologia pode oferecer? Este aqui é um brinquedinho que vale a pena ficar de olho, pois oferece placa de vídeo NVIDIA GTX1050; processador Intel Core I3 7100 e um memória 8GB 2400 MHZ – HYPERX. O resultado desse conjunto é que todos os jogos do momento rodam em qualidade ultra HD sem queda de frames.

Além dessas configurações poderosas, máquina conta com um design bastante elegante. Uma verdadeira máquina para quem gosta de jogos e que preza a melhor qualidade possível. O preço está em sintonia com o que a máquina tem a oferecer.

Quanto: R$ 2559,99

Onde: Rawar

 

Mouse Gamer Razer DiamondBack Tournament Chroma – RZ01

Este aqui é o sucessor do melhor hardware de 2004 (Gamespot), o DiamondBack. A nova versão foi revisada e conta com melhorias significativas a fim de reconquistar os fãs de de eSports. A nova versão mantém o padrão ambidestro e curvas confortáveis para melhor se adaptar a qualquer jogador.

Ele conta com sensor a laser de 16000 DPi e até 210 polegadas por segundo de aceleração / 50 g. O melhor mesmo são os 7 botões programáveis. Ah, o aparelho ainda conta com luzes LED para dar aquele ar futurista.

Quanto: R$ 389,00

Onde: Game7

 

VR Gamer

 

Caso você prefira fazer algo mais família como um passeio no shopping, que tal um passeio com seu garoto no VR Gamer, o arcade dedicado à realidade virtual mais famoso de São Paulo. A rede disponibiliza jogos famosos como Resident Evil 7, Fruit Ninja VR, Beat Saber, entre outros.

O negócio funciona como em um arcade clássico, você paga pela hora e pode testar os diferentes jogos nesse período de tempo. Esta é uma ótima opção para apresentar a realidade virtual para outras pessoas e conhecer jogos novos. Não por acaso a VR Gamer já conta com duas unidades, uma na Vila Mariana e outra na Granja Viana. Mais informações no telefone: (11) 5081-7623.

Quanto: R$ 60,00

Onde: VRGamer

 

Camiseta Riachuelo Nintendo Mario

 

Por fim, uma boa opção de presente para as crianças (ou para a sua criança interior), são as camisetas geek da Riachuelo, como essa do Mario. A coleção conta com vários modelos de temática geek, incluindo o Homem-Aranha, Mulher Maravilha e Harry Potter. Este mimo é ideal para quem não quer gastar muito e quer dar um presente bonito, despojado e cheio de personalidade.

Quanto: R$ 49,90

Onde: Riachuelo

Diretor de God of War, Cory Barlog, vem ao Brasil para participar da 11ª edição da Brasil Game Show

Um dos jogos mais bem sucedidos da temporada é God of War e o Brasil é um dos países responsáveis por tamanho sucesso. Nada mais justo que os fãs de Kratos ter a oportunidade de encontrar com um dos responsáveis pelo último título, certo? Pois bem, Cory Barlog, diretor de God of War, é um dos convidados da Brasil Game Show 2018. O diretor irá interagir com fãs e será uma das presenças mais fortes no estande da Sony.

De acordo com a organização da BGS, Barlog vai participar do BGS Talks, revelando detalhes de sua trajetória profissional, além de receber fãs no Meet & Greet Intel, onde atenderá os fãs com fotos e autógrafos, e na God of War Fan Experience, onde participará de uma atividade especial no estande da PlayStation.

“Receber Cory Barlog poucos meses depois do lançamento do novo God of War, um dos títulos de maior sucesso dos últimos anos, é um privilégio para a BGS e para todos os jogadores brasileiros”, afirma Marcelo Tavares, fundador e CEO da Brasil Game Show. “Sem dúvida, Barlog é um dos mais brilhantes diretores de games da história, e estar ao lado dele é uma honra. Além disso, o nome de Cory esteve no topo da lista dos mais pedidos em nossa pesquisa de satisfação de 2017”, completa Tavares.

Cory Barlog será um dos convidados especiais dessa edição: ele vai receber da BGS o prêmio Lifetime Achievement Award e terá as mãos gravadas no Wall of Fame, duas honrarias concedidas apenas a personalidades que contribuíram de maneira significativa para o desenvolvimento da indústria.

 

Além de Cory Barlog, a BGS ainda vai receber vários outros convidados internacionais, como:

 

Shota Nakama, criador da Video Game Orchestra e uma das figuras mais respeitadas da produção musical para videogames

Fumito Ueda, criador dos aclamados jogos Shadow of the Colossus, Ico e The Last Guardian

Charles Martinet, dublador de Mario, famoso personagem da Nintendo;

Nolan Bushnell, criador do Atari

Daniel Pesina, intérprete de diversos personagens icônicos de Mortal Kombat

Horward Scott, desenvolvedor do game E.T. the Extra-Terrestrial

Katsuhiro Harada, diretor de Tekken e de Soul Calibur, ambas importantes séries de jogos de luta

Michiteru Okabe, produtor sênior de Devil May Cry 5

Yoshiaki Hirabayashi, produtor de Resident Evil 2

Rod Fergusson, produtor do aclamado Gears of War

 

Todas as notícias sobre a Brasil Game Show podem ser vistas no site do evento.

 

Serviço – Brasil Game Show 2018

Quando: 10 a 14 de outubro (1º dia exclusivo para imprensa e negócios)

Onde: Expo Center Norte

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo/SP

Horário: 13h às 21h

 

​Museu do Videogame Itinerante chega ao Shopping RioMar Kennedy, em Fortaleza

Essa é para os fãs de videogame que estão na Cidade de Fortaleza, CE, amanhã (14/09) o Museu do Videogame Itinerante chega ao Shopping RioMar Kennedy. A chegada ao RioMar Kennedy marca o início da segunda temporada de “turnê” do museu mais interativo do Brasil. Os organizadores prometem uma série de novidades para esta nova temporada, a fim de enriquecer ainda mais a experiência do público. Além de conferir a história dos jogos eletrônicos, os visitantes podem jogar, interagir com influenciadores e participar de um campeonato de Just Dance.

A exposição conta mais de 46 anos de história dos videogames antigos e atuais, passando por todas as gerações de consoles. Dá para ver clássicos como o Atari, o NES, o Gameboy e os novíssimos Playstation VR, Nintendo Switch, entre outros. Além de conferir de perto consoles que marcaram história, os visitantes podem encontrar de perto com o ex-jogador de League of Legends Meet&Greet com André ManaJJ, na área de Meet & Greet e participar do concurso de Just Dance e um divertido encontro K-Pop.

O museu não é apenas um espaço observável. Há ilhas de consoles clássicos disponíveis para jogar, além do palco Just Dance 2018, simuladores de corridas, torneios de jogos antigos e atuais, controles gigantes etc. Com tantas atrações, a exposição Museu do Videogame Itinerante é considerada um dos eventos indoor para shoppings mais visitados do país. O Museu ficará Praça de Eventos do Piso L2, funcionando de segunda a sábado das 10h às 21h e aos domingos e feriados das 13h às 20h. A entrada é gratuita.

Para quem não conhece, André ManaJJ foi o primeiro campeão brasileiro de League of Legends (CBLOL), e atuante na área de streaming e geração de conteúdo de games. O encontro acontecerá no dia 22 de setembro, a partir das 17h. Durante o evento, os fãs poderão ainda participar de sessão de fotos com os cosplays Zilean Skin Lua Sangrenta do jogo League of Legends, All Might e Katsuki Bakugou, personagens do anime Boku no Hero Academia.

 

Encontro K-Pop

No dia 29 de setembro, último dia da exposição, a programação contará com encontro k-pop das 13h às 19h, comSpecial Stage apresentações de grupos covers de k-pop, brincadeiras e Random Play Dance com muita música pop coreana.

 

Campeonato Just Dance

Logo após o encontro k-pop, a partir das 19h, ocorrerá o concurso Just Dance para aqueles que curtem dançar e suar a camisa. O evento terá ainda a participação do bi-campeão do Mundial de Just Dance, Diegho San.

Durante o concurso, o jogador é desafiado a imitar os mesmos movimentos de dançarinos profissionais virtuais e, assim, alcançar a melhor pontuação no ranking do evento. Os dez finalistas com maior pontuação durante a temporada do Museu no RioMar Kennedy irão disputar o pódio. Os três melhores receberão premiação. As inscrições ocorrerão de 14 a 28 de setembro e podem ser feitas ao lado do Palco Just Dance, no Piso L2.

 

Sobre o Museu do Videogame Itinerante

O Museu do Videogame Itinerante reúne cerca de 5 milhões de visitantes por ano e é o primeiro do gênero do país registrado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Em 2014, recebeu o prêmio do Ministério da Cultura como o museu mais criativo do país. Em 2016, foi um dos museus brasileiros escolhidos para representar o país no maior encontro de museus do mundo, em Paris.

 

SERVIÇO – Museu do Videogame Itinerante no RioMar Kennedy

Data: 14 a 29 de setembro

Horário: segunda a sábado das 10h às 21h e aos domingos e feriados das 13h às 20h

Local: Piso L2, Praça de Eventos – RioMar Kennedy (Av. Sargento Hermínio Sampaio, 3100 – Presidente Kennedy)

Entrada gratuita

 

Demo de Mega Man 11 já esta disponível para todas as plataformas

Assim que a Capcom anunciou Mega Man 11, a comunidade de fãs entrou em polvorosa, afinal a empresa havia negligenciado o personagem por muito tempo. A demo foi lançada nesta semana e conta com uma batalha bastante dinâmica contra o vilão Block Man. A demo serviu para mostrar que a Capcom pretende manter o estilo que tornou a franquia famosa.

Na demo de Mega Man 11, os jogadores podem escolher diferentes níveis de dificuldade. Outro destaque é que para avançar na aventura os jogadores devem usar diversos recursos, tal como o novo sistema Double Gear e diferentes armas de chefes para derrotar Block Man e absorver seus poderes. De acordo com a Capcom, os cenários do jogo foram desenhados à mão.

Àqueles que baixarem a demo serão recompensados com um conjunto de itens de uso único que poderá ser resgatado no jogo final. A Capcom espera que o lançamento da demo ajude a melhorar o desenvolvimento do jogo e captar a atenção dos fãs robô, que passaram muito tempo esperando um novo jogo.

Mega Man 11 chega a partir de 2 de outubro em formato digital para Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One e Windows PC, e no Brasil em formato físico para PlayStation 4 e Xbox One. Você pode obter mais informações no site da Capcom.

Abaixo tem o trailer de Mega Man 11:

 

Mad Mimic revela o novo jogo Turma da Mônica e a Guarda dos Coelhos

Durante o evento Game XP, no Rio de Janeiro, o pessoal da Mad Mimic (No Heroes Here) anunciou seu novo jogo Turma da Mônica e a Guarda dos Coelhos, fruto da parceria com a Mauricio de Sousa Produções. O titulo marca o retorno dos personagens da Mônica aos jogos eletrônicos após um hiato de vários anos.

Assim como No Heroes Here, o novo jogo da Mad Mimic é do gênero tower defense, com o destaque de colocar a turma da Mônica em uma missão de proteger castelos de uma horda de sujeira. É possível jogar em modo co-op em ate 4 jogadores simultâneos. Os personagens Monica, Cebolinha, Cascão e Magali devem usar suas habilidades e trabalhar em equipe a fim de evitar que os invasores levem as relíquias do castelo.

Para garantir sucesso na missão, você deve usar de todos os recursos possível, como pólvora, coelhos mágicos e ate canhões de coelho. De acordo com a Mad Mimic, muito do gameplay se baseia em usar as melhores estratégias e dividir tarefas para derrotar os invasores. Você deve produzir pólvora, criar coelhos mágicos e disparar os canhões antes que os inimigos mudem suas estratégias. O segredo é estar sempre um passo à frente dos inimigos.

Toda a produção de Turma da Mônica e a Guarda dos Coelhos está sendo feita no Brasil, com todo o apoio de Mauricio de Sousa e sua equipe criativa. A intenção é criar um jogo que preste homenagem a todo o legado da obra ao mesmo tempo que utiliza a expertise da Mad Mimic para criar um jogo com identidade própria.

A Mad Mimic esta utilizando todo seu aprendizado conquistado em No Heroes Here para esta nova produção. Vale lembrar que o NHH foi vencedor na categoria Melhor Jogo Brasileiro no Big Festival 2018. Não por acaso, Turma da Mônica e a Guarda dos Coelhos lembra bastante o jogo retro mencionado, inclusive contando com estilo pixel art.

Poder trabalhar com o desenvolvimento de um jogo baseado na propriedade intelectual da Turma da Mônica é algo tão fantástico como viver uma das fantásticas histórias vistas nos gibis da turminha”, afirmou Luis Tashiro, Diretor Executivo da Mad Mimic Interactive. “Esse jogo é uma oportunidade incrível para nós da Mad Mimic não apenas por ser tratar do retorno da Turma da Mônica aos games, mas também por ser feito por fãs e para fãs destes tão amados personagens. Aqueles que gostam de juntar os amigos para uma boa diversão multiplayer ficarão muito felizes em poder viver essa grande aventura chamada Mônica e a Guarda dos Coelhos”, complementou Tashiro.

Turma da Monica e a Guarda dos Coelhos será lançado ainda em 2018 para PCs via Steam, Playstation 4 e Nintendo Switch. Mais detalhes devem ser anunciados no site da Mad Mimic.

Abaixo tem o trailer de Turma da Mônica e a Guarda dos Coelhos:

 

Top 7: Jogos de realidade virtual indispensáveis

Quer descobrir as possibilidades da realidade virtual, mas não tem ideia de quais jogos oferecem as experiências bacanas? Hoje vamos listar sete jogos de realidade virtual que são essenciais. São aqueles que revelam quanto a experiência pode ser intensa. Esses jogos estão entre os melhores entre seus gêneros e serve para você desfrutar com qualidade o tempo livre com os amigos, colegas de trabalho ou com a família. Se você não possui óculos VR, não fique triste, você pode conhecer a experiência nas casas VR Gamer e na Voyager.

Confira abaixo sete jogos de realidade virtual que você tem de conhecer:

 

Beat Saber

Beat Saber é o jogo que melhor descreve o quanto a experiência da realidade virtual pode ser recompensadora. Ele pode ser descrito como uma fusão de Dance Dance Revolution e Guitar Hero. Basicamente você tem sabres de luz de Star Wars em suas mãos e deve acompanhar as notas musicais.

O game é extremamente divertido e se tornou um fenômeno da internet. Ele é atualmente o título de realidade virtual mais popular do mundo, inclusive já existem diversos campeonatos ocorrendo ao redor do globo. Recentemente a VR Gamer, participou do campeonato mundial de Beat Saber. Recomendado a partir de 5 anos.

 

The Elder Scrolls V: Skyrim

O jogo da Bethesda já possui um fator imersão enorme. Imagine como ele fica denso ao usar óculos de realidade virtual. Você pode ser ver viajando pela província de Skyrim, explorando os vales e cavernas mais desolados possíveis, enquanto enfrenta gigantes, dragões e aranhas gigantes. Se você já quis viver em um mundo nórdico, esse é o jogo feito para você.

 

Resident Evil 7 

Depois de passar maus bocados com Resident Evil 6, a Capcom decidiu reformular novamente sua franquia mais famosa. O resultado foi um game arrepiante, graças aos ambientes escuros, sujos e até nojentos. Jogar no VR é mais claustrofóbicos e o nível de imersão atinge seus pontos mais altos. Não é recomendado para cardíacos. De acordo com a Uol Jogos, jogar RE7 em VR é como estar em um filme de terror.

 

Batman Arkham VR 

Uma das melhores experiências em VR é sem dúvidas o Batman Arkham VR. O título da Rockstead te coloca na pele do melhor herói de todos os tempos em uma investigação para encontrar os aliados Asa Noturna e o Robin. O game tem uma passagem genial para recontar a noite do assassinato dos Wayne. Outro detalhe importante é que o jogo é ambientado entre Arkham City e Arkham Knight.

Os gráficos são até o momento os mais polidos da experiência em VR já feitos. Ao contrário dos jogos anteriores da franquia, Arkham VR não apresenta nenhum combate e, concentrando-se na resolução de puzzles e desafios para encontrar pistas que permitam o prosseguimento do enredo. Ainda assim, a experiência de estar na pele do Batman é satisfatória.

 

Minecraft VR

Um dos títulos mais jogados de todos os tempos é Minecraft. O clássico da Mojang te dá um mundo inteiro para explorar e você pode construir edificações, estruturas e derrotar os terríveis creepers. Imagine fazer isso pessoalmente? Essa foi a ideia de Minecraft VR: transportar o jogador no mundo pixelado sem medo de ser feliz. Muita gente torce o nariz para o estilo gráfico de Minecraft, porém colocar isso numa perspectiva de imersão de realidade virtual foi uma sacada genial.

 

Fallout VR 

Outra perola da Bethesda é Fallout, então nada mais natural do que lançar a versão do jogo para os óculos de realidade virtual. Você vai explorar o mundo futurista da mesma forma que já fez nos consoles. Um dos pontos mais controversos desta versão foi a falta de polimento gráfico, mas a verdade é que Fallout envelheceu bem e ainda continua sendo um baita jogo.

 

Doom VR

E por fim, o melhor jogo de realidade virtual atualmente é Doom. O remake da franquia mais insana da id Software ganhou contornos mais terríveis com a compatibilidade com os óculos de realidade virtual. O mais interessante é que algumas mecânicas foram desenvolvidas especialmente para o acessório, tais como o mapa em 3D e o esquema de movimentação. Os gráficos estão sensacionais e você vai se sentir dentro do jogo. Poucas vezes um game pareceu tão divertido e desesperador quanto Doom em VR.

 

Onde jogar com a realidade virtual?

A realidade virtual já começa a ocupar o espaço que antes era dos fliperamas. Algumas casas em São Paulo disponibilizam alguns dos melhores jogos focados na imersão dos jogadores, como é o caso da VR Gamer, o primeiro arcade de realidade virtual de São Paulo. Com preços que vão de R$ 20 a R$ 60 os jogadores podem desfrutar títulos como Fruit Ninja, Serious Sam, Overkill, Beat Saber, entre outros. A rede possui unidades no Internacional Shopping de Guarulhos, no Shopping Granja Viana e uma sede na Vila Mariana. Mais informações sobre a VR Gamer no site da rede.

Top 11 – Erros mais comuns cometidos por desenvolvedores independentes

Criar um game é uma tarefa árdua e às vezes você vai estar tão envolvido com o projeto que pode acabar deixando passar alguma coisa batida. Pensando nisso, bolamos um compilado de erros comuns que os desenvolvedores cometem ao produzir o primeiro game. Leia atentamente o texto e repasse para aquele seu amigo que quer trabalhar com games. Algumas dicas podem salvar seu negócio ou te deixar mais alerta aos pormenores.

Confira abaixo erros muito comuns no desenvolvimento de games independentes:

 

1 – Desistir nos estágios iniciais

Um grande projeto sempre começa com uma ideia, porém tirar a ideia do papel não será tarefa fácil. Tenha em mente que dificuldades virão aos montes, desenvolver um game consumirá tempo e dinheiro. Muitas vezes você terá de abdicar daquele cinema com os amigos ou da cerveja do final de semana para trabalhar em seu projeto. Se você tiver um emprego por fora, o tempo que terá para se dedicar ao projeto será ainda mais curto.

Muitos desenvolvedores acabam desistindo do game nos estágios iniciais após constatar que o projeto vai consumir mais tempo e energia do que o esperado. O dinheiro também pode ser um problema recorrente para desenvolvedores novatos, afinal criar um game vai demandar alguns esforços financeiros, tais quais uma engine, licenças etc. Felizmente existem algumas soluções como a versão limitada da Unity, que acaba se revelando uma caixa de ferramentas ao desenvolvedor indie. São poucas as limitações no pacote, de modo que dá para finalizar seu game de modo satisfatório.

 

2 – Não trabalhar em equipe

Produzir um game sozinho não é impossível, se você manja de level design, trilha sonora, marketing, programação etc. Porém é um fardo grande demais para uma só pessoa carregar, além de que o produto final ficará limitado apenas as suas próprias ideias. Um game feito em equipe, por outro lado, terá os benefícios de um brainstorm, novas ideias, personagens melhor elaborados, puzzles mais desenvolvidos etc. Como se não bastasse todo esse enriquecimento, um trabalho em equipe terá uma rede networking maior e mais efetiva quando já estiver em estágio de demo. O tempo também será reduzido e melhor empregado se cada um fizer uma determinada função dentro do projeto.

Trabalhar em equipe melhora ainda sua capacidade de interação. Você vai aprender muita coisa e poderá fazer bons amigos. Sempre que puder, desenvolva um game em equipe. Seu projeto ficará muito melhor e isso vai fazer bem até mesmo para você (desde que a equipe esteja alinhada e tenha objetivos semelhantes). Uma dica para começar a desenvolver um game em equipe é participar de hacktons. Vez ou outra o GameReporter divulga essas maratonas! Fique alerta. ;)

 

3 – Pensar que vai ficar rico rapidamente

Em uma matéria de janeiro deste ano, o Adrenaline revelou que apenas neste ano o mercado de games deve movimentar cerca de R$ 550 bilhões. Imagine pegar uma fatia mínima deste bolo… Tentador, hein. Mas fique calmo, a maior parte dessa grana vai mesmo para as grandes players como EA, Activision, Nintendo, Microsoft etc. Lucrar com game é bastante provável, mas se você estiver começando agora, fique ciente que as chances de tomar prejuízo nos primeiros meses é bem mais provável do que ficar rico rapidamente.

Por que isso acontece? Bem, o mercado de games brasileiro ainda é pequeno se comparado com os mercados europeu e norte-americano. Além disso, ainda há uma resistência por boa parte dos jogadores em gastar grana com games, principalmente se for mobile. Mas não se desespere, as coisas já estiveram muito mais difíceis quando a pirataria imperava e games para celular eram todos pagos (a época dos jogos java) e não haviam variadas opções de monetização. Hoje em dia, se você tiver um projeto bem esquematizado, dá sim para ter um bom lucro.

 

4 – Não desenvolver um plano de monetização ou exagerar nas propagandas

E já que falamos de grana, vale falar um pouco sobre como conquistar a tão sonhada independência financeira fazendo games. Tudo envolve monetização. Firmar contratos com uma Publisher é legal e provavelmente vai garantir que os custos de produção se paguem tranquilamente, porém uma vez que o game vai para as lojas é importante ter uma ideia de como ele vai faturar de verdade. Sim , eu sei que o jogador médio quase não gasta dinheiro com games, porém o produtor não deve ignorar este fato e o fato de que se o game for bom mesmo ele tem uma mina de ouro nas mãos.

Nos estágios iniciais é bom já pensar em como você pretende lucrar com games. Vai apostar nas microtransações ou em propagandas ingame? Quem sabe os dois? Ou o formato freemium? Opções é o que não falta, mas também não precisa exagerar, afinal todo desenvolvedor é um jogador. O problema é que muitos se esquecem disso e acabam atulhando o jogo com propagandas a todo o momento. Você deve dosar as coisas na medida certa. Lembre-se que jogadores mais impacientes vão abandonar seu game se tiverem a sensação de que ele é um grande painel de propaganda.

 

5 – Focar apenas nos gráficos

A primeira coisa que os jogadores prestam atenção são nos gráficos. Um game com personalidade visual tem muito mais chance de se destacar do que títulos sem qualquer inspiração. Isso é um pensamento comum, mas nem por isso deve ser levado totalmente à sério. Não caia na conversa de que um jogo fotorrealista é o segredo do sucesso. O que os jogadores querem mesmo é um produto que tenha identidade própria, independente do estilo que deseja. Você pode apostar num jeitão mais retrô pixelado, ou em um estilo cell shadding.

Acontece bastante de ver em feiras de games independentes jogo com visuais embasbacantes, mas que tem uma jogabilidade ordinária ou conceitos pobres. Tome um pouco mais do tempo melhorando as mecânicas de seu jogo ao invés de ficar apenas polindo o game. Afinal, um game bonito vai chamar as atenções sim, mas se o jogo for retorcido os jogadores irão abandoná-lo sem dó.

 

6 – Querer fazer o GTA Killer

GTA V é considerado por muitos como o maior e mais completo game de todos os tempos. O título da Rockstar é um marco da indústria e, não por acaso, uma fonte de inspiração para desenvolvedores de todo o mundo. Já ouvimos muitas histórias de jogos que começaram como uma espécie de GTA, mas que graças ao bom senso e limitações óbvias acabaram perdendo funções e funcionalidades durante o desenvolvimento. Se você pensa em lançar um game repleto de mecânicas e funcionalidades, pare e repense no que está fazendo da vida.

GTA começou muito pequeno, com visão por cima da tela, cheio de limitações em 1997. Certamente o pessoal da DMA design tinha uma ideia bastante clara do que queriam fazer com o game e duvido muito que imaginaram que hoje a franquia seria tão grandiosa quanto é. Ao iniciar um projeto comece pelo básico, não vá com muita sede ao pote. Não tenha medo de cortar funções e mecânicas. Lembre-se de fazer um game coeso e possível de acordo com sua realidade financeira e de pessoal. Afinal, o título da Rockstar leva anos para ser produzido e demanda centenas de profissionais para ser concluído.

 

7 – Copiar games de sucesso

 

Isto ocorreu no GameReporter recentemente. Temos uma página ali para divulgar o seu game, certo? Pois bem, vez ou outra pegamos um desses games e fazemos um texto para a matéria do dia. Ali é uma boa fonte para descobrir jogos de alta qualidade e com ideias interessantes. Infelizmente também tem jogos sem qualquer originalidade, que se contentam em plagiar games de sucesso.

Ao começar seu projeto é normal se inspirar em grandes jogos sim, mas não se restrinja a apenas copiar e colar códigos de programação. Faça mais que isso! Dê identidade ao seu produto, mesmo que no início não pareça dar certo. Com o tempo você vai conseguir fazer um game original e conquistar seu próprio público. Lembre-se de que plagiar é crime e não vai te levar a lugar algum.

 

8 – Ignorar a importância do Q.A

As grandes empresas possuem um departamento chamado quality assurance (Q.A) que é responsável por testar os jogos antes de disponibilizá-lo no mercado. Se com todo este aparato surgem bugs terríveis, imagine a quantidade de bugs que jogos criados por equipes reduzidas pode deixar passar? Agora imagine que a equipe responsável nem tenha se dado ao trabalho de conferir o produto final…

Sim, acontecem casos de surgirem games injogáveis, principalmente no mercado de jogos para PC, pelo simples fato de que ninguém chegou a jogar o game após a conclusão do desenvolvimento. Há duas formas de evitar esse problema: ou você mesmo testa o game, ou abre fases beta para a comunidade dar feedbacks pontuais. E mesmo nos dois casos, é importante ter o pensamento de que um game é um produto sempre em desenvolvimento, mesmo após lançado. Sim, mesmo após lançar o jogo, é legal fazer updates e melhorar mecânicas. A comunidade vai perceber que você está atento e quer melhorar a experiência de jogo.

 

9 – Fazer o mesmo game sempre

Poucas coisas podem ser mais frustrantes do que ver um estúdio promissor cair na mesmice. Há casos inúmeros mesmo entre produtoras grandes de que acertam em cheio em uma ideia e passam a adotá-la em todos os próximos games a partir daí. Imagine criar um game do gênero idle clicker – aqueles de celular baseados em clicar na tela para evoluir um personagem, ganhar mais dinheiro etc – e ele é bem sucedido. O que você faz: aproveita o lucro para tocar adiante o próximo grande jogo do estúdio, lançar uma sequência o mais rápido possível, ou lançar o mesmo game mudando apenas a skin do jogo?

Infelizmente existem muitos estúdios que apostam na terceira opção. Poderíamos fazer uma lista de 20 jogos de UMA única empresa que se baseiam numa mesma premissa. Parece que alguns produtores seguem o mantra de que “em time que está ganhando não se mexe”. Porém por quê se prender num único jeito de produzir games, ao invés de explorar suas próprias habilidades? Ao conseguir o sucesso, você deve seguir adiante, no máximo lançar uma sequência, mas jamais usar a mesma fórmula para TODOS os seus games.

 

10 – Não conhecer o público

Imagine a cena: você produz um match 3 bem maneiro e parece um sucesso latente, mas depois de quase tudo pronto percebe que a onda dos match 3 já passou, ninguém mais está interessado no gênero e a nova onda são os Battle Royale? Realizar uma pesquisa de mercado pode poupar dores de cabeça no futuro, bem como contratar consultoria e visitar feiras de games vai te ajudar a desenvolver algo mais promissor. Jamais ignore a importância de conhecer seu público e as tendências de mercado.

Se não tiver dinheiro para contratar alguém que faça essa pesquisa de mercado, faça você mesmo. Uma rápida olhadela no top mais baixado de qualquer pode te revelar qual o estilo está fazendo mais sucesso e o que não vende mais nada. Claro, há sempre a chence de que um estilo de jogo volte a se tornar tendência. Mas sempre que possível, faça um estudo do que já tem no mercado e a possível recepção que seu game vai ter. Também não se esqueça que certos gêneros podem já estar saturados e lançar um MOBA apenas tornará seu game mais um na multidão. Pesquise!

 

11 – Publishers não são a solução pra tudo

Há alguns anos vimos um fenômeno ocorrer no Brasil: tradicionais publishers começaram a apostar nos desenvolvedores de games nacionais, tais como a Bandai Namco, a Microsoft, a Capcom e até a Square-Enix. Quem não gostaria de lançar um game sob o selo de uma dessas poderosas empresas e conquistar a sonhada distribuição mundial. Entretanto nem sempre essas empresas são a solução para tudo. Na verdade algumas podem gerar outros problemas e frustrações.

Quem não se esquece de toda a pompa que a Square-Enix fez aqui no Brasil dizendo que iria publicar alguns jogos brasileiros para fora? No final das contas o acordo subiu o telhado e as empresas nacionais ficaram a ver navios. Também teve o caso da SEGA que prometeu publicar um game do estúdio nacional Owlchemy Lab, mas o trabalho mesmo se resumiu em lançar um press-release meia boca e exigir parte dos lucros com a venda do game?

Pois é, ao fechar acordo com uma Publisher, contrate um advogado para revisar tudo e só assine se tiver certeza de que é uma parceria, não uma oportunidade. As grandes empresas estão nessa pelo dinheiro e não vão se importar tanto com os seus sentimentos se os executivos quiserem dar o fora. Felizmente não são todos assim, há grandes publishers que abraçam o desenvolvedor indie e ajudam bastante a tornar um game bem sucedido. Mas aqui vale o alerta: antes só do que mal acompanhado.