Arquivo da categoria: PS3

O PlayStation 3 é o terceiro console de videogame produzido pela Sony e o sucessor do PlayStation 2 como parte da série PlayStation. O PlayStation 3 compete contra o Xbox 360 e o Nintendo Wii como parte da sétima geração de consoles de videogame.

Activision anuncia Call of Duty: Advanced Warfare

A Activision resolveu surpreender o mundo nesta semana ao anunciar a nova entrada de sua franquia mais consagrada: Call of Duty. Ao invés de apostar em Black Ops ou Modern Warfare, a empresa americana coloca todo o seu potencial financeiro em Call of Duty: Advanced Warfare.

O título promete ser o primeiro Call of Duty desenvolvido por pelo menos três anos consecutivos e visando a nova geração de videogames. O jogo é desenvolvido pela Sledgehammer Games e terá a participação especial de Kevin Spacey. A intenção da Activision é que este seja o melhor CoD em muitos anos.

“Tomamos várias decisões importantes focados na excelência criativa em Call of Duty: Advanced Warfare. Nós realmente abordamos este jogo de forma diferente”, disse Eric Hirshberg, CEO da Activision Publishing. “Este é o nosso primeiro ciclo de desenvolvimento de três anos. É a nossa primeira vez com Sledgehammer Games na direção criativa. E nós estamos sacudindo a fórmula de várias maneiras. Novas mecânicas de jogabilidade com o exoesqueleto. Uma nova história fascinante. Um novo personagem icônico interpretado por Kevin Spacey, um dos melhores atores do mundo. Nós estamos nos divertindo muito fazendo este jogo, e acho que o mundo vai se divertir ainda mais jogando”.

A campanha é ambientada no futuro de 2054 e mostra o que ocorre quando uma empresa militar privada chamada PMC desenvolve um método para salvar a humanidade de um caos absoluto ocasionado por um ataque de escala global. O jogador é um dos soldados dotado de um poderoso exoesqueleto e armas futuristas que devem fazer o possível para manter a ordem em meio a uma guerra avançada.

Além de armas novas e uma história densa, Advanced Warfare promete gráficos foto realistas e esmero técnico jamais visto na franquia de shooter. A narrativa é um dos aspectos que a Sledgehammer mais está atenta, dizem os produtores.

“(…) Criamos esta equipe com a visão singular de entregar o melhor trabalho de nossas vidas. Sabemos que estamos calçando grandes sapatos, mas a cada dia estou espantado com o talento e foco no trabalho, com tudo desde a história até o multiplayer. Estamos animados para entregar o próximo capítulo desta grande franquia, e nós estamos ansiosos”, disse Michael Condrey, co-fundador e chefe do estúdio Sledgehammer Games.”

O game tem lançamento previsto para o dia 4 de novembro. Apesar da data longuínqua, a Activision providenciou o primeiro trailer do game.

Confira o trailer do game Call of Duty: Advanced Warfare

South Park The Stick of Truth é lançado oficialmente no Brasil

Um dos games mais divertidos da temporada, South Park The Stick of Truth, acaba de ser lançado oficialmente no Brasil. A Ubisoft disponibilizou o game para as plataformas Xbox 360 e Playstation 3 nesta semana para as principais lojas de jogos eletrônicos do país. Ambas as versões chegam ao mercado por R$149,90.

O game foi desenvolvido em parceria com os criadores do desenho, inclusive com roteiro e dublagem de Matt Stone e Trey Parker. O objetivo foi criar o game definitivo para os fãs de Cartman e sua turma. Para isso, foram inseridos diversos elementos do universo do desenho e piadas de humor negro.

Na aventura, os garotos se unem em um RPG para derrotar os Gnomos das Cuecas, hippies e demais forças do mal a fim de se tornarem garotos maneiros. O protagonista do game deve encontrar o graveto da verdade se quiser fazer parte do grupo de Cartman. No caminho até lá haverá dúzias de piadas e muita ação. Se o protagonista falhar, nunca deixará de ser um babaca.

O game conquistou boas notas entre os sites especializados e boa recepção dopúblico e fãs da série animada. Confira o vídeo com 13 minutos de gameplay do jogo.

South Park The Stick of Truth

Konami Brasil incentiva doação de sangue para celebrar o lançamento de Castlevania Lords of Shadow 2

Castlevania Lords of Shadow 2 é o principal lançamento da Konami na temporada. Para promover o jogo, a empresa japonesa está com uma campanha para incentivar a doação de sangue. “Nem só os vampiros precisam de sangue para viver”, é a ideia da produtora.

A ação começa no dia 12 de março, mesma data de lançamento do game no Brasil. Os fãs do game que doarem sangue entre os dias 12 e 30 de março nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro ganharão brindes exclusivos, enquanto durarem os estoques. Para isso, bastar doar sangue em qualquer banco de sangue das cidades mencionadas e levar o certificado até um dos postos de troca para retirar um adesivo temático do jogo, gratuitamente.

Quem doar sangue e apresentar o certificado no ato da compra do jogo em um dos postos de troca leva para casa o adesivo e uma camiseta exclusiva do game. A ação vale também para quem comprar nas lojas online FNAC, Saraiva e Americanas, basta apresentar o certificado de compra e o de doação nos postos de troca.

 Castlevania Lords of Shadow 2 têm recebido críticas mistas nos sites especializados. O game coloca o jogador na pele do lendário Drácula. O vampiro mais famoso da ficção desperta enfraquecido e ameaçado por Satã e pelo clã Belmont, que almejam destruí-lo de uma vez por todas. Para vencer seus opositores, Drácula precisa reaver seus poderes e firmar um pacto com a Morte para ser capaz de vencer o demônio.

O game tem versões para Playstation 3, Xbox 360 e PC pelo preço sugerido de R$ 199,90, no PC (Steam) o preço é menor (R$99,99). Os postos de troca para a campanha são a Saraiva Center Norte e Santa Cruz (SP); Fnac Paulista e Morumbi (SP); Sony Store Bourbon (SP) e Barra (RJ); e Lojas Americanas Tatuapé (SP) e Centro (RJ). A retirada de brindes ocorre nas lojas acima de quinta a domingo, das 12h às 20h.

Abaixo o vídeo de lançamento do jogo Castlevania Lords of Shadow 2:

Ubisoft lança Far Cry Compilation

A franquia Far Cry sempre foi considerada uma das melhores no gênero shooter desde seu primeiro episódio e a fama só se intensificou com o lançamento de Far Cry 3 em 2012, considerado um dos melhores games daquele ano. Pois bem, se você não colocou suas mãos em qualquer um dos jogos da franquia, eis a chance: a Ubisoft anunciou uma edição especial com três episódios da série por um preço bem camarada.

Far Cry Compilation conta com os jogos Far Cry 2, Far Cry 3 e Far Cry: Blood Dragon  e será lançada no dia 6 de março exclusivamente para o Playstation 3 pelo preço de R$149,90. Sobre os jogos: Far Cry 2 coloca o jogador no meio de um país africano tomado por uma disputa entre facções.

Far Cry 3 leva o jogador a vivenciar a pele de um rapaz sequestrado que tenta fugir de criminosos em uma ilha paradisíaca. E por fim, Far Cry: Blood Dragon coloca o jogador no distópico ano de 2007 sob a perspectiva dos anos 80, em que o planeta foi arruinado após uma guerra nuclear. Este último game é cheio de humor negro e referências aos filmes de ação dos anos 80 e 90.

Essa compilação é uma grande oportunidade para quem não jogou os games da série e tem vontade de conhecê-los. O preço também é bastante camarada. Mais informações no site da Ubisoft.

Far Cry 3: A Primeira Meia Hora

Os melhores jogos de terror da atualidade

Por Bruna Cardoso, do Blog Jogos de Terror.

Eis aqui mais uma lista de melhores jogos de terror da atualidade… Não! Todas as listas espalhadas pela internet estão erradas e esta aqui também.

A lista (em ordem de lançamento):

  • Série Dead Space (2008)
  • Deadly Premonition (2010)
  • Série Metro (2010)
  • Alan Wake (2010)
  • Limbo (2010)
  • Amnesia (2010)
  • Slender: The Eight Pages (2012)
  • The Last of Us (2013)
  • Outlast (2013)
  • As sagas zombie (compilação dos jogos de zombies)

Não tem como definir o melhor jogo somente olhando para alguns fatores como, por exemplo, a história, gráfico, ambientação, personagens, desenvolvimento da trama, popularidade.

Jogos de vídeo game não são filmes, não são livros e muito menos novelas, são mecanismos geradores de experiências e elas não seguem um script pronto, elas são vividas por cada um de nós individualmente, somos nós os protagonistas da história.

Por que gostamos de listas?

Se várias pessoas tiveram experiências incríveis com determinados jogos é certeza que teremos também, certo? Errado! Ninguém neste mundo é igual.

Mas por que então fazemos listas de melhores jogos? Para facilitar a nossa vida, existem muitos jogos de terror e não temos tempo de jogar todos, as listas mostram o que a maioria gosta ou às vezes até opiniões pessoais do autor da lista, desta forma fica mais fácil escolhermos qual vamos jogar em meio a tantas escolhas.

Jogos de terror da atualidade

 Nesta compilação de jogos eu levei em consideração os jogos em que o primeiro da série foi lançado de 2008 pra frente, então você não vai encontrar jogos de vanguarda como Resident Evil e Silent Hill, nenhuma sequência de jogos antigos e nem jogos onde o lançamento foi em 2007.

Não considerei jogos que ainda não foram lançados por completo antes de fevereiro de 2014, pois é a data que escrevo este artigo. Nem todos os jogos da lista são 100% terror, alguns possuem somente características marcantes deste estilo, mas não podem ser ignorados. Esta lista não é uma opinião pessoal com base em minhas experiências, mas sim em pesquisas, em outras palavras estou lavando as mãos.

Quer experimentar os jogos de terror da atualidade, mas não sabe qual escolher? Dê uma olhada abaixo e comece com aquele que mais te agradar.

Série Dead Space (2008)

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A série Dead Space ganhou vários fãs devido aos dois primeiros jogos que unia elementos de sobrevivência e terror em um ambiente espacial do futuro, com a chegada do terceiro jogo, foi retirados muitos dos elementos que traziam identidade à série.  Apesar de tudo, Dead Space é um jogo pioneiro desta nova geração.

Em uma era bem distante onde os recursos na terra são escassos e a tecnologia foi usada para alcançar outros planetas em busca de uma nova esperança de vida humana, você controla Isaac Clarke em uma investigação de uma nave espacial que não apresenta sinal de vida, ao chegar à nave, é encontrada uma ameaça alienígena e você tem que sobreviver e escapar.

Deadly Premonition (2010)

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Deadly Premonition é um dos títulos mais controversos em crítica, alguns amam outros odeiam, mas o fato é que o jogo teve sucesso e é muito interessante.

O personagem principal é um misterioso investigador que fala sozinho e têm sonhos estranhos, o seu objetivo é investigar uma série de assassinatos em uma pequena cidade, lá você de cara encontra criaturas e acontecimentos misteriosos.

O jogo apresenta uma mistura de investigação (conversar com as pessoas, verificar o cenário, encontrar pistas) com ação (enfrentar monstros, dirigir a viatura da polícia, encontrar caminhos) e uma história com clima de mistério e terror.

O inusitado, a história, personagens únicos, o humor e cenas desagradáveis (no bom sentido) marcam Deadly Premonition, confira no vídeo trailer:

Série Metro (2010)

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Em um mundo exterminado pelas bombas atômicas, sobreviventes vivem nos metrôs das cidades se escondendo da radiação e das criaturas alteradas pela radiação.

Belos cenários escuros e realísticos com ótimos controles FPS e toda a contextualização da história fazem dos atuais jogos Metro 2033 e Metro Last Light uma experiência inesquecível.

Você controla um personagem que nasceu no metrô da Rússia logo depois dos ataques nucleares e conforme for suas escolhas no jogo, você pode ter dois finais diferentes.

Alan Wake (2010)

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Um jogo impressionante com um charme cinematográfico e elementos únicos é Alan Wake, realmente é maravilhoso quando um jogo tem uma história bem elaborada.

História

Alan Wake é um escritor de livros que foi passar as férias em uma cidade pequena, porém ele começa a ter visões estranhas e partes do último livro que ele escreveu misteriosamente aparece, o mais sinistro é que Alan não se lembra de ter escrito nada deste livro, quando a esposa de Alan some, ele tem que resolver este mistério e encontrá-la.

Confira o trailer deste jogo fantástico:

Limbo (2010)

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Se em algum lugar existir a classificação jogo de terror arte, Limbo necessariamente deveria estar nesta lista. Limbo é um jogo produzido por uma desenvolvedora independente que obteve muito sucesso ao trazer uma experiência nova para o jogador.

O terror não está em monstros ou grandes sustos com cenas de impacto, mas sim em pequenos detalhes macabros, tanto sonoros quanto em toda sua estética.

O jogo foi lançado para Xbox 360, Windows e PS3 e é totalmente em preto e branco, o jogo é em 2D e sua mecânica é bem simples, você encontrará muitos quebra-cabeças no jogo e não terá dicas diretas para resolve-los, realmente um formato bem diferente para um jogo de terror lançado para consoles da atualidade.

Limbo é um jogo relativamente pequeno com aproximadamente 3 até 6 horas de duração. Confira o trailer do jogo:

História?

O mistério do jogo é a história, você controla um menino em uma floresta cercada de armadilhas e animais selvagens e seu objetivo é encontrar sua irmã que não sabemos ao certo se está viva ou morta.

Não há diálogos ou pistas concretas do que realmente é o jogo Limbo, cada um pode interpretar sua história de forma diferente, será que este menino realmente está vivo? Será que Limbo seria a representação do purgatório? Será que ele já está no inferno ou a história é uma representação da evolução humana?

Não pense que zerar o jogo vai ser o suficiente para entendê-lo, mas será gratificante jogar.

Amnesia (2010)

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Atualmente Amnesia tem dois jogos lançados para a série: Amnesia The Dark Descent e Amnesia: A Machine For Pigs. Realmente um jogo obrigatório para os amantes de jogos de terror.

Em Amnesia você se sente inseguro, seu personagem não possui armas de fogo, você não sabe o que está acontecendo ou o que vai acontecer e você não tem lembranças de quem você realmente é ou o que fez.

Se você ainda não jogou Amnesia, faça um favor para você mesmo e comece a jogar agora.

Slender: The Eight Pages (2012)

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Slender é um jogo baseado em uma lenda urbana de uma criatura chamada Slender Man, muito bem vestido por sinal, que rapta crianças em ambientes escuros e desertos. Este jogo fez tanto sucesso que existem várias versões dele espalhadas pela internet, a mais consagrada é a versão gratuita chamada Slender: The Eight Pages .

Em Slender você está sozinho na floresta com somente uma lanterna, seu objetivo é coletar 8 páginas de um caderno espalhadas pelo ambiente noturno. O Slender Man vai tentar te pegar, ele tem teletransporte, é imortal e basta chegar muito perto dele para que você morra.

O jogo em si não é uma grande produção com uma história elaborada, gráficos elegantes, personagens marcantes e é bem pequeno com relação ao tempo de duração de um jogo. O que é atrativo em Slender é o fator psicológico, o fato de existir um vilão que não dá pra combater, o ambiente escuro e sombrio combinado com a sonorização do jogo.

The Last of Us (2013)

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Apesar de The Last Of Us não ser um jogo totalmente voltado para o terror, ele possui vários elementos do mundo do horror, este jogo recebeu tantos prêmios importantes e a recepção foi tão boa que é impossível ignorarmos o fato de que ele é muito importante para o cenário atual.

História

 The Last Of Us é um jogo ambientado em um mundo pós apocalíptico onde você tem que sobreviver à escassez de mantimentos e ataque de criaturas hostis, ambientado em cidades dos Estados Unidos.

Os acontecimentos do jogo são em 2033 e o que causou a tragédia no mundo foi uma infecção de humanos com um fungo chamado de Cordyceps, ao serem contaminadas com este fungo, as pessoas viram uma espécie de zumbi.

Você assume o papel de Joel, um anti-herói que a troco de recuperar suas armas, segue na escolta de uma garotinha de 14 anos chamada Ellie que possivelmente seria a chave para a cura da doença causada pelo fungo.

Por que é tão especial?

 A história é bem clichê e muito usada em vários jogos, por que então obteve tanto sucesso? A resposta para esta pergunta poderia ser um conjunto de fatores que juntos formam não somente um jogo como qualquer outro, mas sim uma obra prima.

Com elementos cinematográficos de causar inveja, jogabilidade desenvolvida para o jogo de forma que a realidade da história seja mais envolvente (exemplo disso é o fato de que se o jogador se ferir ele não pode ser regenerado), personagens cativantes, cenários maravilhosos, trilha sonora e vários outros detalhes tornam este jogo um sucesso.

Infelizmente, The Last Of Us é um jogo disponibilizado somente para PS3, portanto se você tem condições de jogar, não perca esta chance, seja você um fã de um bom survival horror ou não.

Outlast (2013)

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Outlast é um jogo com todos os ingredientes necessários para um game aterrorizante, desde os cenários até a história.

O personagem principal é um jornalista que resolveu investigar de perto um sanatório que tem um passado sombrio, o jogo se passe dentro deste sanatório que está cheio de monstros, seu objetivo é fugir.

Você pode achar que é somente mais um joguinho de terror onde você tem que escapar de um lugar infestado de criaturas, mas não é bem assim, o clima desse jogo e a direção que ele leva a história é impressionante.

As sagas zombie

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E como estou listando jogos contemporâneos, não posso deixar de lado a febre zombie que vem se alastrando nos últimos anos.

Como existem vários jogos com a mesma temática que obtiveram um público respeitável e levou a terror para os amantes da ação, resolvi não falar somente em uma franquia, mas sim nas mais influentes, assim você pode escolher qual delas mais lhe agrada.

Left For Dead (2008)

Como você sobreviveria se fosse um dos poucos imunes a uma infestação zombie? Em Left for dead é melhor que você não esteja sozinho.

O modo multiplayer é o grande atrativo do jogo, você encontrará a sua disposição várias formas de jogar, por exemplo, você pode escolher também ser um dos infectados e colaborar com outros para acabar com os mocinhos. Em Left for dead você pode usar armas de fogo e durante o caminho você vai encontrar muitos infectados e alguns com características bem próprias.

Left for dead está atualmente com dois jogos e foi muito bem aceito pela maioria dos jogadores.

Dead Island (2011)

 Você está nas férias de seus sonhos em um paraíso tropical, mas algo inesperado acontece e tudo vira um pesadelo quando uma infestação de zombies tomam conta da ilha, isso mesmo você está ilhado e cercado de monstros de sungas.

O jogo é em primeira pessoa e a predominância é a de armas brancas que podem ser customizadas e não as de fogo como comumente são usadas no estilo. Existe um modo multiplayer do jogo e a história não segue um padrão linear, você pode escolher qual missão deve fazer ou ficar somente explorando e matando Zombies. No inicio do jogo você pode escolher com qual personagem quer jogar.

Atualmente a série possui um jogo continuação chamado Dead Island Riptide, a série Dead Island ficou muito popular devido ao ótimo trabalho de marketing da produtora.

The Walking Dead: The Game (2012)

Jogo para uma das mais amadas séries de zombies da atualidade ganhou sua versão game e não desapontou, foi sucesso na certa e não somente por ser uma adaptação para The Walking Dead, mas sim por que realmente o jogo é cativante.

O game foi lançado em capítulos e a história do jogo é baseada nos quadrinhos da série, mas os personagens principais são feitos exclusivamente para a versão do game, porém com a participação de alguns personagens do seriado.

The walking dead: the game é um jogo no formato point and click, onde o jogador tem que escolher quais as falas dos personagens e às vezes consegue controlar o personagem, todas suas escolhas influenciam no desenrolar da história.

ZombiU (2012)

ZombiU é um jogo de zombie com uma ambientação sombria e envolvente, neste jogo se você morrer você vira um zombie e toma o controle de outro sobrevivente humano e inclusive pode encontrar o seu antigo personagem já transformado e recuperar seus itens.

Durante o jogo você tem que sobreviver a um apocalipse zombie em Londres e você pode assumir o controle de personagens diferentes.

Infelizmente o jogo é somente fornecido para quem tem um Nintendo Wii U, se você tem um não perca a chance de jogar ZombiU.

Infestation: Survivor Stories – THE WAR Z (2012)

Infestation é um jogo de sobrevivência em meio a um mundo que foi devastado por zombies, neste ambiente você além de enfrentar os zombies, terá que lidar com os outros jogadores que tentarão te matar e roubar seus itens.

Primeiramente o jogo se chamava The War Z, mas seu nome mudou para Infestation. Em Infestation você pode escolher seu personagem e jogar online que é um dos pontos fortes do jogo, realmente uma ótima opção para jogar com amigos.

DayZ (2013)

DayZ foi primeiramente um mod (modificação extra) do jogo ARMA 2, mas sua aprovação foi tanta que resolveram lançar DayZ como um jogo separado.

O jogo é online e é um survival com algumas mecânicas que não estamos acostumados em ver em outros jogos do estilo, os zombies não são bobinhos, eles correm, podem escutar os barulhos e além destas ameaças tem os outros jogadores que podem te matar e pegar seus itens.

O mapa é também um diferencial, é bem extenso e você tem que explorar ele ao máximo para encontrar recursos para continuar vivo o mais tempo possível. Ser morto por zombies e outros players não é a única forma de morrer, você pode cair de lugares altos, ingerir materiais nocivos, morrer de fome e entre diversas outras divertidas formas.

Deixe nos comentários abaixo por que os jogos da lista ou alguns não deveriam de jeito nenhum estar nela e porque alguns deveriam estar sim nesta lista. E mais importante de tudo, qual a sua lista?

ATENÇÃO: O texto de hoje é cortesia da redatora Bruna Cardoso, criadora do site “Jogo de Terror“, que é especialmente dedicado a falar sobre os games mais assustadores que foram lançados.

Top 10: Games Independentes que quebraram barreiras

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Umas das atividades mais comuns no GameReporter é falar sobre jogos independentes e projetos de baixo orçamento nacionais. Hoje vamos fazer isso de uma forma diferente: vamos eleger 10 games indie que quebraram barreiras de sucesso, qualidade e prestígio. Serve como um belo incentivo para qualquer um que entra na indústria e almeja alcançar o sucesso de crítica e pública.

Não garantimos que todo mundo fica rico fazendo jogos, mas temos certeza que se o seu game for de qualidade, com certeza ele será tão bem sucedido quanto qualquer um dessa lista. Afinal de contas, a grande parte dos desenvolvedores dos jogos abaixo começou exatamente como os desenvolvedores brasileiros. Que saber quais os dez games indie que fizeram mais que o “arroz com feijão”?

Confira na lista abaixo:

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Sugestões de compras para gamers no fim de ano

 

 

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Já estamos em dezembro e como de costume temos de pensar nos presentes de Natal, certo? Hoje o GameReporter tem algumas sugestões bem bacanas que acabaram de chegar ao mercado. Se você tiver bala na agulha não tema, seus filhos irão adorar os presentes. Caso não queira gastar muito, não tem problema: tem coisas baratas também.

Legend of Zelda: A Link Between Worlds: Até hoje não existe um único game da franquia Zelda que seja ruim. Felizmente para os fãs da série, Between Worlds é um dos melhores games do ano e um dos obrigatórios do Nintendo 3DS. O game recebeu notas altíssimas em reviews de sites mundo afora e os jogadores que compraram rasgaram elogios ao game. Como se não bastasse a qualidade do jogo em si, vale lembrar que o game é continuação direta do mítico A Link to the Past. Se você tem um 3DS ou possui um parente que detém o portátil, compre o game. É satisfação garantida!

Xbox-OneXbox One: O Xbox One é seguramente o console que vai fazer mais sucesso no Brasil por causa do preço ligeiramente menor que o concorrente. Os games lançados até agora não são lá o primor que se espera da nova geração de videogames, mas o Playstation 4 sofre do mesmo mal momentâneo. Se você quer se presentear, é muito fã de videogames e não consegue conter a ansiedade para colocar as mãos em uma nova geração, vá de Xbox One. Mesmo que ele ainda não tenha um game “must buy”, é questão de meses até que as produtoras lancem um killer app. O preço do One no Brasil é 2.299,00.

Playstation 4: Este aqui é indicado para os endinheirados ou para quem estiver viajando/comprando por sites gringos, pois no Brasil o Playstation 4 é um absurdo financeiro. Se você não liga para algo tão trivial quanto o dinheiro e é sonysta, embarque de cabeça, pois o novo console é um sistema muito poderoso e capaz de rodar games incríveis. Assim como seu concorrente, ainda não tem nenhum jogo obrigatório, mas se você quiser jogar Uncharted 4 e o próximo game da Quantic Dream, então vai precisar deste console.

arkham-originsBatman Arkham Origins: Os games do morcegão são legais, pelo menos os da geração PS360. Arkham Origins não revoluciona em nada e é apenas mais do mesmo, o que não quer dizer que o jogo é ruim, muito pelo contrário. A Warner teve o bom senso de manter as melhores coisas que a Rockstead fez nos jogos anteriores, além disso, o roteiro de Origins é um pouco melhor que o de City. Pode pegar sem medo. Só não espere um game revolucionário.

Call of Duty: Ghosts: Sim, nós sabemos que CoD: Ghosts não é o melhor Call of Duty já lançado. Também sabemos que a Activision deu uma baita mancada em praticamente copiar/colar cenas e mapas de jogos anteriores. De qualquer modo, se você quiser continuar jogando online com seus amigos é fatal que terá de migrar para Ghosts. Se serve de incentivo, o game está repleto de ação e o modo multiplayer é tudo o que fãs da franquia esperam. Preço sugerido: R$ 199,90.

Skylanders Swap Force: Uma sugestão para jogadores mais jovens é Skylanders Swap Force, a terceira edição da franquia. O game vem com bonecos e um “Portal of Power” para jogar. A grande sacada de Swap Force é que agora os bonecos podem ser divididos ao meio e usados com partes de outros personagens para dar novas habilidades ao herói. Com esse intercâmbio de peças, o game possui cerca de 256 combinações possíveis. O game é para Xbox 360 e Playstation 3 e tem preço sugerido de R$ 299,90. Sim, comprar os bonecos sai caro, mas eles podem ser usados nas duas plataformas e são belas peças de decoração para quando o console estiver desligado.

Angry Birds Star Wars: Angry Birds é sem dúvidas um dos games mais divertidos dos últimos anos, e o crossover com Star Wars é o mais interessante da franquia (em todos os sentidos). No capítulo, os jogadores ajudam os pássaros mal-humorados a enfrentar o império dos porcos. O legal é que, além da história, a própria jogabilidade é cheia de referências dos filmes criados por George Lucas. O título conta com mais de 200 fases (20 exclusivas para os consoles). O game ainda tem suporte a Kinect e ao Playstation Move. O game é indicado para todos os públicos e tem um preço mais camarada; R$ 159,90.

G27 Racing WheelsG27 Racing Wheel: Este é um supervolante para quem curte games de corrida (terrestre e aéreo). O G27 tem rotação de 900 graus e sua tecnologia é tão alta que ele transmite as condições da pista como buracos e colisões diretamente para às mãos do jogador. Além disso, o volante é equipado com um câmbio de seis velocidades, pedais em metal e um acabamento de luxo. O preço é alto, mas justifica-se pela alta tecnologia: R$ 1.199,90. Se você é do tipo que gosta do bom e do melhor, sem culpa ou receio de gastar para desfrutar, pegue este volante. Só não vai ficar ostentando para seu amigo que pegou um volante genérico hein, não é nada bonito!

Super Mario 3D World: Para os usuários do Wii U, a dica é Super Mario 3D World, pois o game esbanja alta qualidade. É um dos melhores jogos já lançados para a plataforma e certamente é O jogo que coloca o Wii U como uma opção de compra neste natal frente aos lançamentos do Xbox One e Playstation 4. Se por acaso a Sony e Microsoft ainda não têm um killer app, a Nintendo já tem pelo menos dois (o outro é Legend of Zelda: Wind Waker).

 

Dez Momentos vergonhosos da atual geração que não queremos rever no PS4 e Xbox One

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Em apenas algumas semanas a Sony e a Microsoft irão lançar seus novos videogames, o Playstation 4 e o Xbox One, para alegria dos amantes de tecnologia e games foto realistas. Nada como uma nova geração para aquecer a indústria, certo? Assim como analistas de mercado, ficamos nos perguntando o que será das empresas em alguns anos, que tipo de jogos estaremos jogando e quais os adventos da nova geração?

Ainda em clima de despedida da atual geração (viu nosso top dos jogos que marcaram a geração?), resolvemos eleger dez momentos que não queremos que se repita com o PS4, Xbox One e Wii U, afinal eles tem muito potencial pela frente e odiaríamos ver as fabricantes e produtores fazendo bobagens homéricas como as vistas no post abaixo. Tem um pouco de tudo: problema de arquitetura, produtor pagando mico, jogos não lançados, etc.

 

O preço de lançamento do PS3

ps3_priceQuando o Playstation 3 foi revelado oficialmente ao público no distante dia de 16 de maio de 2005 o mundo ficou assombrado, porém no mal sentido. Quem acompanhava as notícias em portais e revistas estava entusiasmado com o poder da nova máquina e com os gráficos que ela poderia gerar, porém o pessimismo era grande graças ao preço absurdo estipulado US$ 499 na versão de 20 GB e US$ 599 na versão de 60 GB (a imagem ao lado ilustra uma queda de preço dos respectivos bundles). Uma verdadeira paulada!

Como se não bastasse o preço, o controle revelado na ocasião era muito estranho. A comunidade gamer fez diversas piadas sobre o formato do controle bumerangue. A arrogância da empresa era digna de nota – a propaganda adotada pela companhia conclamava aos quatro ventos que o console simplesmente fazia tudo. Assim, o aparelho ganhou o incômodo status de artigo de luxo, destinado apenas aos jogadores mais almofadinhas. No Brasil há quem diga que se encontrava o aparelho por módicos R$ 6.000,00!

Aos poucos a vantagem de um ano do Xbox 360 em relação ao Playstation 3 foi começando a fazer diferença. Hoje em dia as duas plataformas estão praticamente em pé de igualdade em número de vendas, sendo que o console da Sony recuperou uma desvantagem tremenda. Isto ocorreu pela mudança de postura da empresa, queda nos preços, lançamentos de qualidade, etc.

OBS: Parece que a Sony aprendeu a lição (pelo menos lá fora)! O PS4 foi anunciado oficialmente pelo preço de US$399,00. Porém a Sony do Brasil não entendeu o ponto: o novo videogame chega por essas bandas pela bagatela de R$4 mil, o preço de uma moto popular e quase o dobro do preço do concorrente Xbox One.

 

Controles imperfeitos

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Um grande problema dessa geração foram os controles. Sim, sabemos que o controlador do Xbox 360 é possivelmente o melhor já produzido por qualquer empresa e que o do PS3 não fica muito atrás. Também sabemos que o controle do Wii foi uma revolução e tanto, porém eles podiam ser melhores, em especial o do Xbox e do Wii. Pilhas!? Nada mais incômodo do que estar naquela parte decisiva de um game especialmente complicado e ver seu querido jogo ser pausado por causa da ausência de pilhas. É um aborrecimento e tanto! Melhor para os donos de PS3 que não sofre desse mal.

 

The Last Guardian – The Tales of an Unreleased Game

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Um dos games mais aguardados desde seu anúncio foi The Last Guardian. Também pudera: o título é uma das obras de Fumito Ueda, o cara por trás de pérolas como Ico e Shadow of the Colossus. O design do game e seu estilo artístico davam a clara sensação de que algo extraordinário chegaria ao mercado, o tipo de game que venderia consoles.

Porém não foi o que aconteceu: desde seu anúncio em 2007, o título nunca foi lançado, passou tanto tempo em produção que os gráficos considerados lindos de morrer na época já parecem batidos. O game passou muito tempo fora do circuito dos grandes eventos, incluindo a E3, o que fez muita gente especular que o título havia sido cancelado. Até mesmo Fumito Ueda deixou de fazer parte da folha de pagamento da gigante japonesa.

Recentemente o presidente da Sony veio a público para revelar que o game segue firme e forte, ainda com a diretriz criativa de Ueda. As apostas são de que ele será lançado para o Playstation 4, algum dia.

 

Kinect – Uma enganação divertida

Mentiras, tudo o que a Microsoft mostrou do Kinect foram mentiras naquela E3 2010. A impressão é que a empresa de Redmond estava lançando um aparelho verdadeiramente revolucionário, muito à frente de seu tempo, capaz de simular roupas para o usuário antes dele se vestir ou de trocar as skins do skate de um game. E o que o aparelho se mostrou? Uma câmera prioritariamente para games de dança e outros títulos party.

Não vamos ser hipócritas a ponto de dizer que o aparelho é ruim. Nada disso. Ele funciona, de fato. E podemos ver sim que ele possui uma tecnologia bastante complexa de todo modo. Porém se analisarmos o vídeo abaixo fica claro que a idealização do Kinect foi estupidamente exagerada e só serviu para enganar os potenciais compradores.

O Kinect 2.0 do Xbox One parece uma clara evolução do que já foi feito e não há dúvidas de que ele será largamente explorado por produtores. Felizmente a Microsoft teve o bom senso de segurar um pouco o pessoal de marketing para que não voltemos a ver enganações como essa:

 

A sinalização da Morte

 

3rlComo não falar das decepções da atual geração de consoles sem mencionar as famigeradas luzes vermelhas da morte, as 3rl. Como disse um amigo certa vez, a impressão que se tem é que os engenheiros querem colocar tanta parafernália dentro de uma caixa sem se preocupar com a ventilação, que é fatal que o sistema inteiro se torne uma fornalha infernal.

O sistema simplesmente não suporta tantas tarefas ao mesmo tempo e acaba superaquecendo. No caso do Xbox 360 isso não seria um problema se ele simplesmente fizesse o shutdown, desligasse o videogame pedindo um descanso, mas o que ocorria era a morte instantânea de um aparelho caro. A internet foi tomada de reclamações e a gigante americana nada pôde fazer a não ser estender a garantia do console, desembolsando bilhões de dólares.

Ao longo dos anos a arquitetura do console foi melhorada até que chegássemos ao modelo Slim que é muito seguro mesmo, porém o estrago já estava feito: a credibilidade da empresa foi arranhada. Não sei vocês, mas irei esperar alguns meses antes de pegar um Xbox One, nesse tempo vou acompanhar a recepção do público. Todavia, parece que este é um aparelho robusto e bem ventilado.

 

Edições HDs que não superam as versões “retrô”

Uma epidemia assolou as produtoras de games nos últimos anos: a epidemia do HD. Toda empresa que se preze acabou lançando uma versão em HD de um game das antigas para alegria dos fãs mais nostálgicos. Não vejo nada de errado em edições remasterizadas, afinal elas acabam trazendo mais do que gráficos tunados. Nesses anos vimos relançamentos muito bem vindos como Ocarina of Time para 3DS e Halo para o Xbox 360, pois esses sim trouxeram um ar de novidade a jogos tão adorados no passado.

O problema é que algumas empresas perderam a mão e acabaram por lançar edições HD totalmente descartáveis, como foi o caso de Silent Hill HD Collection da Konami. O game não só não traz mudanças gráficas significativas como chegou recheado de bugs inexistentes na versão original de Playstation 2, ou seja, um relançamento apenas para caçar níqueis. Isso para não mencionar outros fiascos em HD tais como Okami HD, Castle of Illusion HD e DBZ: Budokai HD Collection (esses não foram ruins em termos de qualidade, mas decepcionaram nas vendas).

Na indústria de cinema costuma-se dizer que os produtores estão sem idéias, por isso vemos diversos reboots e remakes de filmes antigos. Será que no futuro a indústria dos games sofrerá uma crise de criatividade também?

 

Please Insert Disc 2

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Anos atrás os jogadores de Playstation 1 precisavam trocar de disco se quisessem terminar games como Final Fantasy VIII, Heart of Darkness, Breathe of Fire, entre outros. Então veio a era Playstation 2 e esse costume foi totalmente abolido da indústria graças a capacidade de armazenamento maior dos DVDs em relação aos CDs. E por fim veio o Playstation 3 com o Bluray com espaço de armazenamento mais que o suficiente para os produtores de games. Achava-se então que aquele velho costume de trocar a mídia no meio da partida era coisa do passado. Só que não.

O Xbox 360 adotou os DVDs de dupla camada como mídia padrão, o que o deixou em desvantagem em relação ao Playstation 3. Assim, quando um game grande era lançado para as duas plataformas era fatal que a versão de Xbox viesse com mais de uma mídia, tais como Mass Effect, L.A Noire, GTA V, entre outros. Muitos podem dizer que isso não é um incômodo tão grande assim, mas a quem estão tentando enganar? Até mesmo produtores gabaritados como Hideo Kojima já mostrou que não é muito fã do “Insert Disc 2”. Na nova geração a prática deve ser abandonada de vez, visto que os três consoles possuem o Bluray como mídia padrão. Nosso sedentarismo agradece.

 

PSN Hackeada

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Quem se habituou a jogatina online sabe o martírio que é ficar privado da internet. Os jogadores de Playstation 3 são testemunhas de que uma rede online que fica no modo offline é uma lástima, principalmente se você paga pelo serviço. Em 20 de abril de 2011 os serviços da PSN ficaram fora do ar devido a um ataque por hackers, uma vergonha tão grande que os próprios diretores da Sony pediram desculpas pela grande mancada que ocorreu. Alguns jogos como Double Dragon e Bionic Command ficaram indisponíveis, pois necessitam de autenticação online antes de serem jogados. Além disso, a Sony (que já não tinha tanta saúde financeira) teve de amargar um baita prejuízo que alcançou a faixa dos 120 milhões de dólares.

Como se não bastasse, os autores dos ataques tiveram acesso às contas dos usuários, incluindo dados de cartões de crédito. Imaginem o desespero dos jogadores e da própria Sony com o caso. Com certeza foi um episódio nada engraçado e que não deve se repetir nunca mais, principalmente na próxima geração, onde se espera que os consoles sejam ainda mais seguros.

 

Apresentação da Konami na E3 2010

Ah, a E3. Palco dos grandes anúncios da indústria de games e oportunidade única de pagação de mico. A Konami foi uma das empresas que se tornaram alvo de piadas após uma apresentação ruim. N3 II foi um jogo merecedor do rótulo “fracasso justo”, pois nem se enquadra na categoria dos “injustiçados” de tão ruim que o jogo é, mas antes de chegar às prateleiras ele tornou-se notícia com seu anúncio estapafúrdio na E3 2010.

Taki Fuji, o produtor do jogo, foi ao palco da maior feira de games do mundo com a simples missão de dizer o porquê seu jogo era sensacional e os jogadores deveriam comprá-lo até o esgotamento. O resultado não foi o esperado: esta foi seguramente uma das mais vergonhosas apresentações da E3 (superando até o circo de soleil da Microsoft), pois a única pessoa que poderia levantar a moral do jogo perdeu moral em poucos minutos. Como não nos esqueceremos da célebre frase repetida à exaustão por Taki Fuji “one million troops”.

Desde então a Konami decidiu-se por fazer apresentação por vídeos pré-gravados a fim de evitar novos momentos de vexame, uma decisão acertada do ponto de vista do marketing, mas muito triste para quem espera se divertir muito na E3. Por fim, podemos dizer que a primeira impressão foi a que ficou nos espectadores, pois N3 II teve uma recepção muito fria da critica e dos consumidores.

 

A fonte gigante do Xbox 360

xbox 360 fontAs primeiras versões do Xbox 360 vinham com uma fonte de alimentação desajeitada: nada menos que 1.80 Kg. Tudo bem que ela ficava meio escondida na sala dos jogadores e não atrapalhava tanto, mas a estética da fonte era realmente muito incômoda. Os consoles concorrentes vinham com uma fonte menor ou interna, o que evidenciava que o time de engenheiros da Microsoft não pensaram nas melhores soluções para o hardware mesmo.

Ao menos, se serve de consolo, a fonte não era interna. Imaginem algo daquele tamanho emanando calor dentro do videogame. Além do console ganhar mais volume e peso ele seria mais suscetível a problemas de aquecimento ainda. Na geração atual o Xbox One possui uma fonte bem mais compacta, o que se torna um alívio e comprovam que os engenheiros de produção aprenderam bastante com seus erros.

 

O Processador Cell e seus os multiproblemas

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Muita gente costuma dizer que o Xbox 360 e o PS3 são basicamente a mesma coisa, mas a verdade é que não é bem assim. A primeira vista pode parecer que um game que roda nas duas plataformas são exatamente iguais, mas quem tem um “olho de thundera” consegue ver além do alcance e acaba notando certos detalhes em jogos multiplataforma.

Uma das provas “vivas” é o hit Skyrim da Bethesda, que consegue ser um ótimo jogo no PC e um bom jogo no Xbox 360 e no PS3. Na plataforma da Sony, porém as coisas não são só rosas: ele sofreu para ser desenvolvido para a plataforma devido à complexidade da arquitetura do processador Cell. Resultado: bugs além do normal, queda de frames, entre outros.

Skyrim foi só um exemplo claro de que os desenvolvedores comeram o pão que a Sony amassou para conseguir levar seus jogos ao sistema. O Cell é sempre descrito como menos amistoso e difícil de trabalhar em comparação com a arquitetura do Xbox 360 e PCs. Na prática todo jogo multiplataforma sofre um pouco mais no PS3. Por outro lado, os estúdios da Sony conseguiram de algum modo tirar o máximo proveito do sistema, resultando em games que a concorrência gostaria de ter como Heavy Rain e The Last of Us, por exemplo.

De acordo com a Sony e de diversos outros produtores a arquitetura baseada em PC do Playstation 4 tornou a tarefa de desenvolver para o sistema muito menos complicada. Então podemos esperar que os jogos multiplataforma sejam mais uniformes na nova geração.

 

Wii é cachorro abandonado

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Assim que um videogame novo chega ao mercado é comum que as empresas o abandonem para priorizar o novo brinquedinho. Vimos isso acontecer com o Xbox original: a quantidade de games lançados para o sistema simplesmente caiu absurdamente assim que o Xbox 360 começou a ganhar as atenções do público e da imprensa. Infelizmente para os 100 milhões de compradores do Wii, a Nintendo fez o mesmo assim que os trabalhos com o Wii U começaram.

De 2010 pra cá o Nintendo Wii não recebeu quase nenhum jogo de respeito, claro tivemos Super Mario Galaxy 2 e The Legend of Zelda Skyward Sword, e graças a fãs com algumas petições, a Big N liberou Xenoblade para o ocidente além de Pandora Tower, mas se dependesse apenas da empresa o game jamais iria atravessar o mar. Poxa Nintendo!

Atualmente o Wii não recebe nenhum jogo 1st party. O foco da empresa é o Wii U (com razão, é claro) e o 3DS. Talvez o pior de tudo é a cara de pau da empresa de lançar outra versão do Wii, intitulada Wii Mini. Não nos entenda mal, o console é bem simpático e tem um preço atraente, mas qual a finalidade de lançar uma nova versão de um console que ninguém (nem a própria fabricante) dá atenção. Faz-nos recordar a Tec Toy que nunca parou de lançar novas versões do Master System, apesar do videogame estar obsoleto há anos. Será que a Nintendo não podia utilizar o dinheiro gasto no Wii Mini para lançar mais uns dois jogos novos para o Wii?

A Microsoft disse que continuará apoiando o Xbox 360 até 2013 e a Sony também disse ter intenções de manter o PS3 ainda vivo, mas é de se desconfiar que eles vão resistir após 2014…

 

Colaboração: Victor Cândido

Parceria entre Hasbro e Ubisoft traz famosos jogos de tabuleiro para os consoles

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Quem não conhece os clássicos jogos de tabuleiro como Monopoly, Scrabble, Risk, Battleship, Cranium e Trivial Pursuit? Esses jogos são muito populares e são jogados ainda hoje por famílias e amigos em todo o mundo. Por isso, a Hasbro e a Ubisoft decidiram levar tais jogos para as telas dos jogadores. Sim, os jogos citados ganharão versões para os consoles atuais e os de próxima geração.

Poucos detalhes foram revelados sobre as versões digitais desses jogos de tabuleiro, porém já dá para imaginar que eles devem ter variados modos multiplayer e gráficos bem definidos. Os games serão desenvolvidos e publicados pela Ubisoft tanto para Xbox 360, PS3 e Wii, quanto para os vindouros consoles de nova geração (Xbox One e PS4).

A Hasbro faz jogos que todos nós conhecemos e amamos, e estamos entusiasmados em trabalhar  para criar games baseados em algumas de suas marcas mais populares“, disseram Geoffroy Sardin e Tony Key, diretor e vice-presidente sênior de vendas e marketing da Ubisoft, respectivamente.

Será que os jogadores irão preferir a versão digital ou irão continuar com suas versões de tabuleiro?

Os 25 games mais marcantes da geração PS3, Xbox 360, Wii

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A geração PS3, Xbox 360 e Wii foi uma das mais longas da história dos videogames, porém tudo que tem um início também tem um fim, como declamava o cartaz de Matrix Revolutions. Provavelmente essa foi a melhor geração de videogames de todos os tempos. Vimos muitas inovações surgindo como controles de movimento e a adição do BluRay. Vimos também novas IPs surgindo como Dead Space e Dragon’s Dogma, mas também vimos franquias ressurgindo como verdadeiras Fênix como Street Fight e Tomb Raider. Pudemos acompanhar a consagração da Unreal Engine, a queda e levante de gigantes como Microsoft e Sony e a volta por cima da Nintendo como a maior fabricante de videogames do mundo.

Mais importante que isso: vimos centenas de jogos de qualidade surgindo ao mesmo tempo e de todos os lugares. Havia meses em que a grana ficava até curta para decidir qual jogo jogar em meio a tantos lançamentos queridos. O ano de 2013 marca a chegada definitiva dos videogames de nova geração (apesar do Wii U já estar no mercado), e isso significa que aos poucos nossos atuais consoles estarão obsoletos e esquecidos pelas produtoras de games. Por este motivo, resolvemos prestar uma ode aos 25 jogos que definiram a atual geração de videogames. Confira:

 

25 – Left 4 Dead 2

De acordo com a revista Edge, a Valve é a melhor produtora de games do mundo. Ora este é um título muito alto para ser dado a qualquer produtora. Talvez pelo conjunto da obra eles sejam mesmo, afinal foram eles os responsáveis por grandes obras como Half Life, Portal, Dota 2, Team Fortress e o nosso favorito: Left 4 Dead 2. O game de zumbis melhorou o que o original já tinha de bom e fez história com sua interação puramente baseada no trabalho em equipe. Nem é necessário dizer que virou febre entre os jogadores. O título foi um dos mais divertidos dessa geração e apesar de ter sido lançado em 2009 ainda podemos encontrar muitos jogadores nos servidores dispostos a conter todas aquelas ondas infernais de zumbis. Uma sequência ainda é muito aguardada!

 

24 – Minecraft

Minecraft provou que um game não precisa de gráficos foto realistas para fazer. O game não tem um visual feio, sejamos francos, mas sim criativos. Além disso, o jogo foi engendrado com aquele fator viciante, não por acaso tornou-se um dos campeões de download na Xbox Live. Outros games com alma indie conseguiram sucesso, tal como Fez, Super Meat Boy e Braid, mas foi Minecraft a romper a barreira dos milhões de jogadores. O jogo é um dos mais criativos da historia além de trazer um dos vilões mais irritantes de todos os tempos: o Creeper.

 

23 – Fallout 3

Fallout 3 foi mais um game da Bethesda Softworks, lançado em 2008, o título de RPG em primeira pessoa mostrava um mundo pós-apocalíptico em que o jogador tinha toda a liberdade de exploração. O game não se tornou tão famoso quanto o outro jogo da empresa (Elder Scrolls), porém nem por isso merece descrédito. A ausência de linearidade, a liberdade de customização e os finais alternativos foram muito elogiados pelos jogadores, que ainda aguardam uma sequência para a franquia. Provavelmente isso deve acontecer na nova geração de consoles.

 

22 – Far Cry 3

Num Mercado tão atulhado de FPS, é difícil um game se destacar positivamente. Far Cry 1 e 2 podiam ser bons jogos, mas não conseguiram cai nas graças do público tal qual ocorreu com Far Cry 3. O game da Ubisoft despontou com gráficos de ponta, um enredo de tirar o fôlego e uma liberdade de movimentação jamais vista em um game desse gênero. Os cenários também são um ponto alto do jogo, além da atuação dos atores. O trabalho cirúrgico resultou não apenas em boas críticas, mas também em m números para a Ubisoft: até o fechamento desta matéria o game tinha vendido cerca de 5 milhões de unidades, de acordo com o site VG Chartz, muito acima de seu antecessor.

 

 21 – Wii Sports

Wii Sports foi a estreia da Nintendo nesta geração e apesar do Wii não ser tão aperfeiçoado como o Kinect da Microsoft em questões tecnológicas, esse jogo de esporte com controles de movimentos não é ruim e proporcionou momentos de diversão sem igual. Claro que esse tipo de jogo não é para ser jogado sozinho, mas sim com uma grande galera, ou seja, não espere compromisso. Tudo aqui é para ser feito e levado na esportiva. Vale mencionar que este game foi o responsável pela massificação de jogos party na atual geração.

 

20 – Tomb Raider

Lara Croft foi um verdadeiro ícone no final dos anos 90 e era reconhecida até por pessoas que não jogavam videogames. O sucesso era tanto que os produtores até trataram de levar a franquia para o cinema duas vezes (e com status de arrasa-quarteirão). Mas daí vieram jogos de qualidade duvidosa na era PS2 e aos poucos a arqueóloga mais famosa do mundo foi perdendo a relevância. Era necessário fazer algo para recuperar o prestígio da série. Após o fim da  Eidos, ficou a cargo da Square-Enix tomar o peso de Tomb Raider para si. A reinvenção da série foi produzida pela conhecida Crystal Dynamics que não desapontou. O novo game chegou cheio de drama e ação, revelando uma lara mais frágil e humana. É cedo para afirmar que Tomb Raider é um dos mais marcantes dessa geração? Definitivamente não. Jogue e veja por si mesmo.

 

19 – Rayman Origins

Rayman finalmente voltou a ser um gigante com este game de 2011! Origins é um dos jogos mais belos desta geração, além de ser muito divertido, é claro. O jogo conta com uma aventura sem igual, cativante e totalmente descompromissada, afinal sempre é bom jogar algo para não se levar muito a serio. Como se não bastasse, o game da Ubisoft revitalizou sozinho o gênero de plataforma 2D.

 

18 – Batman Arkham City

Arkham Asylum foi o primeiro game de super-heróis a funcionar de verdade (desculpe Spiderman). Melhorar a experiência de jogo parecia uma tarefa impossível e houve quem estivesse preocupado se o time da Rockstead podia melhorar o que já era perfeito. A resposta foi um sonoro sim. O mundo aberto de Arkham City trazia uma melhoria gráfica (ainda que discreta) e toneladas de missões paralelas garantiram que nunca foi tão divertido estar na pele do Batman em um game. O final então foi digno de nota. A série Arkham tornou-se assim sinônimo de bons jogos: basta ver a expectativa da comunidade para pôr as mãos em Origins. A qualidade da obra é tanta que somente pode ser equiparada aos filmes de Nolan, nada mais.

 

17 – Red Dead Redemption

De fato, ele é o GTA do velho oeste, e o melhor: é um dos melhores games da Rockstar (talvez até melhor em alguns aspectos que GTA IV). É praticamente impossível não apreciar a aventura de John Marston em meio aos cenários e reviravoltas típicas dos filmes clássicos do Clint Eastwood. Para àqueles que achavam que a coisa ficaria melhor com zumbis (por mais estranho que pareça), a produtora ainda lançou o Undead Nightmare, que como diria o Amauri JR: “é simplesmente um luxo!”.

 

16 – Halo 3

Halo 2 teve um final insosso, e isso é um fato que até os maiores fãs da franquia criada pela Bungie não podem negar. Com Halo 3, havia a promessa de que Master Chief diria adeus (o que de fato não aconteceu). Apesar disso, o terceiro jogo da franquia foi um verdadeiro épico do início ao fim. Não tinha os melhores gráficos quando foi lançado e hoje em dia é fácil apontá-lo como o Halo mais fraco do Xbox 360, porém se o conjunto da obra não tivesse sido satisfatória a IP mais importante da Microsoft estaria abalada até hoje. As duas únicas ressalvas é que se você não jogou Halo 2 no primeiro Xbox fica difícil de entrar no clima do universo dos Spartans, mas nem por isso ele deixa de ser um dos melhores jogos da poderosa Caixa X.

 

15 – Street Fighter IV

SF IV pode não ser tão famoso quanto Street Fighter 2, porém consegue ser o melhor jogo de luta desta geração. A renovação visual, que mistura o 2D com o 3D, conseguiu reunir o melhor da velha escola com as inovações da atual geração. O game viralizou em eventos de games e tornou-se um dos favoritos dos jogadores em todo o mundo.

 

14 – GTA IV

A Rockstar ainda não lançou a quinta versão, mas até lá dá para se divertir muito com a Liberty City de GTA IV. Se o pacote principal não é o bastante, ainda tem as expansões que garantem GTA IV como um jogo obrigatório para quem está empenhado nesta geração, pois traz um visual deslumbrante, uma trama muito bem construída e muito conteúdo que só enriquece a obra. Se há um motivo para o entusiasmo geral com GTA V é porque a Rockstar não costuma desapontar a cada novo lançamento de sua série mais brilhante, como bem provou o quarto game.

 

13 – The Last Story

O último jogo de Hironobuo Sakaguchi, o lendário criador de Final Fantasy. Só isso já é motivo suficiente para considerá-lo um marco da geração de videogames, independente da qualidade do jogo. Para muitos, The Last Story é considerado o Final Fantasy XIII deveria ter sido. E, de fato, ele é um titulo realmente injustiçado, pois é um RPG bastante ambicioso. Diverte bastante e possui visuais agradáveis para o Wii. Infelizmente não se ouviu falar muito dele por aqui, como se nem existisse no ocidente. Na terra do sol nascente o titulo fez historia.

 

12 – Super Mario Galaxy

Nenhum console da Nintendo poderia ser cobiçado se não tivesse um game do Mario, isso é uma regra. E nenhum game do Mario pode ser mediano, essa é outra regra. Com Mario Galaxy a Nintendo conseguiu criar o game de plataforma mais bacana do Wii e dar um bom motivo para as pessoas investirem no aparelho. O game da Big N gerou uma continuação e inspirou outros títulos por aí, inclusive de seu antigo rival: Sonic Lost Worlds.

 

11 – MGS 4

O jogo foi lançado em 2008 e por isso parece batido atualmente, porém ele é um dos claros exemplos de jogos que envelheceram bem. Metal Gear Solid 4 é provavelmente o melhor MGS já feito, pelo menos até a chegada de MGS5. Com este jogo Kojima conseguiu reafirmar sua posição de um dos melhores produtores em atividade no mercado. Não por menos, a Kojima Productions é o estúdio mais rentável e maior esperança da Konami, que ficou cada vez mais dependente de Kojima e seus jogos atualmente.

 

10 – Uncharted 2

Uncharted 1 foi um game promissor e por isso conseguiu a confiança da Sony e dos jogadores para uma sequencia. Uncharted 2 chegou em 2009 e rapidamente se tornou um dos mais bem sucedidos jogos do Playstation 3. Além disso, a aventura de Nathan Drake foi muito ovacionada pela crítica, conquistando muitos prêmios ao redor do mundo e milhões de consumidores. Outro fator que eleva a importância de Uncharted 2 como um dos mais preciosos dessa geração é o fato de que games exclusivos simplesmente minguaram  nessa era e o game da Naughty Dog conseguiu ser um dos raros games que vendem consoles. Assim, a produtora colheu os louros desse excelente game, tornando-se o principal estúdio 1st party da Sony.

 

9 – The Legend of Zelda: Skyward Sword

Aqui temos Skyward Sword, o badalado título para Wii. O que falar do título? Dizer que é um dos melhores games Zelda já criados é chover no molhado. Talvez a pergunta certa seria: o que o torna tão bom? Será o fato de consertar a bagunça que é a cronologia da série? Ou será sua construção de design baseada no Wii Remote? Os gráficos que mesclam realismo e cell-shading? Ou seriam as mecânicas de jogabilidade que relembram os velhos clássicos. Esqueça. Os conjuntos da obra fizeram os jogadores esquecerem gradualmente o (ótimo) Twilight Princess para ovacionar Skyward Sword o melhor título da série para o Wii.

 

8 – Heavy Rain

Alguns relutam em considerar Heavy Rain como um jogo de videogame, e não podemos culpá-los: a Quantic Dream já disse certa vez que seus produtos funcionam mais como filmes interativos. Independente de como vamos considerá-lo, o fato é que Heavy Rain foi um marco nessa geração, seja por seus gráficos ainda impressionantes ou pela sua narrativa cheia de suspense. Sua importância pode ser constatada com o apelo que o próximo jogo da produtora já começa a gerar (Beyond: Two Souls). Além disso, pode ser cedo para dizer alguma coisa, mas a próxima geração pode ser fortemente influenciada pelo estilo de narrativa de Heavy Rain, ao menos o anuncio de Quantum Break da Remedy parece seguir por um caminho semelhante…

 

7 – Gears of War

Sejamos francos: a primeira onda de games do Xbox 360 não impressionariam nem mesmo o seu irmão menor. A EGM americana pegou muito no pé do novo console afirmando que o salto gráfico era pífio. A situação não melhorava a cada vídeo forçado que a Sony divulgava do Playstation 3. Parecia que o 360 era duas ou três vezes menos potente que o videogame da Sony. Mas aí surgiu Gears of War e toda a imprensa ficou encabulada. “O primeiro jogo com cara de nova geração”, diziam as chamadas. O game da Epic elevou o padrão e popularizou de vez o gênero TPS, além disso ele tinha muita ação e uma mecânica viciante. Por meses foi o game número 1 na Xbox Live.

 

6 – The Last of Us

A Naughty Dog foi a desenvolvedora que mais brilhou na trajetória dos exclusivos PS3, e o ultimo jogo da produtora para o console superou em muito as expectativas. Muitos irão dizer que é hype do momento e coisa e tal. Mas o fato é que The Last of Us foi uma gota de inovação que caiu nesta geração. Um jogo ousado, cinematográfico e que com certeza ficará em nossas memórias durante muito tempo. E o trabalho de dublagem merece muitas vivas!

 

5 – Assassin’s Creed

Existe a Ubisoft antes e depois de Assassin’s Creed, isso é fato. A franquia dos assassinos não apenas colocou a Publisher francesa em alta no mercado de games como tornou-se uma das séries mais adoradas em todo o mundo. Muitos hoje em dia torcem o nariz a cada anuncio de um novo jogo, contudo, as filas sempre se formam a cada lançamento. Em 2007 todas as produtoras estavam se esforçando para criar novas IPs que marcassem a geração que acabara de chegar ao mercado, mas poucas franquias tiveram um impacto tão grande na indústria. Quantas franquias de seis anos se tornaram best-sellers, lançaram livros, curta metragens, quadrinhos, etc? Não duvide se a mais valiosa e rentável série da Ubisoft chegar às telas de cinema.

 

4 – Modern Warfare 2

Uma maratona de ação! Depois do saudoso Contra III: The Aliens War para Snes jamais imaginaríamos outro jogo que levasse a guerra com uma pegada tão frenética. As batalhas eram intensas e levavam o jogador a uma verdadeira turnê mundial regada a balas e perseguições. E cara, apesar das polêmicas, como nós amamos a fase da favela carioca!

 

3 – Bioshock

Bioshock é um dos maiores destaques desta geração. Além de ter um dos personagens mais memoráveis dos games (Big Daddy), o título conta com um enredo rico e com em excelente conteúdo. Consegue ser filosófico, ousado e desafiante, ao mesmo tempo em que gera tensão.  Bioshock é sem duvidas um dos melhores desta geração e foi um dos maiores acertos da 2K Games.

 

2 – The Elder Scrolls V: Skyrim

Morrowind era grande, Oblivion era um titã e Skyrim foi um colosso. Quando foi lançado em 2011 poucos imaginavam que o game da Bethesda pudesse se tornar um dos melhores e mais famosos jogos dessa geração. Apesar das pequenas falhas técnicas, é inegável a qualidade conquistada pelos produtores, que conseguiram criar um jogo rico em detalhes e missões, o que se converteu em pelo menos 100 horas de jogo contando as side-quests. O sucesso de Skyrim também influenciou o desenvolvimento de outros RPGs ocidentais. Apostamos que quando o próximo Elder Scrolls for lançado, ele ditará novas tendências e irá se tornar mais um colosso da Bethesda. O título recebeu a lendária nota 40/40 da Famitsu e colecionou prêmios de “melhor do ano” em diversos veículos.

 

1 – Mass Effect 2

A franquia Mass Effect teve seu momento de auge com o segundo episodio. Não que o primeiro e o terceiro Mass Effect tivessem sido ruins, muito pelo contrario, mas o segundo jogo é marcante de verdade. São vários aspectos para coroá-lo o melhor da trilogia: o título traz um sistema de dialogo altamente funcional que faz com que qualquer coisa dita impacte severamente na historia do jogo, agrada em cheio os fãs de “space opera” e tem um quê de Star Trek que torna toda a experiência magistral.

 Colaboração: Victor Cândido

Quais games marcaram vocês nessa geração?