Arquivo da categoria: PS3

O PlayStation 3 é o terceiro console de videogame produzido pela Sony e o sucessor do PlayStation 2 como parte da série PlayStation. O PlayStation 3 compete contra o Xbox 360 e o Nintendo Wii como parte da sétima geração de consoles de videogame.

Com primeiro campeão mundial do jogo, Brasil se consolida como o país do Just Dance

No último dia 30 de outubro, ocorreu em Paris mais uma edição do tradicional Electronic Sports World Cup (ESWC), um torneio mundial de jogos eletrônicos organizado pela Oxent SAS. Um dos jogos do torneio foi Just Dance 2015 e, para surpresa de muitos, quem dominou a competição foram os jogadores brasileiros. Dos 20 finalistas, três eram brasileiros e o grande campeão foi um dos nossos conterrâneos.

Diego “Diegho.san” dos Santos foi o grande vencedor e como grande prêmio por sua conquista, poderá participar efetivamente do game através de vídeos em que poderão ser copiadas suas coreografias. Além disso, Diego ganhou uma viagem paga para a Cidade Luz, incluindo passagens e hotel pagos. Os brasileiros ocuparam também o 2º e 4º lugares na competição, sendo que o segundo lugar ficou com Túlio “Tulioakar96”. A final entre os dois brasileiros foi bastante disputada

A franquia Just Dance é bastante popular entre os brasileiros com mais de um milhão de cópias da franquia comercializada para consoles no país e cerca de um milhão de downloads de Just Dance Now para smartphones em menos de 40 dias. Apesar da alta popularidade, foi uma surpresa a supremacia de nossos jogadores logo na primeira edição do torneio. O sucesso do Brasil em Just Dance deve servir para popularizar ainda mais a franquia dentro do país e atrair possíveis novos competidores.

O Brasil tem tudo a ver com Just Dance, um jogo festivo, animado, familiar e contagiante. Ficamos muito felizes em ter o primeiro campeão mundial de Just Dance e  três brasileiros entre os quatro melhores do mundo. Com mais de 50 milhões de jogadores em todo planeta, ninguém poderia imaginar um domínio tão grande do Brasil.”, disse Bertrand Chaverot, diretor da Ubisoft na América Latina.

Confira as fotos do evento no site dedicado ao torneio.

Obs: esta é a segunda vez na história que o Brasil ganha uma medalha de ouro na Electronic Sports World Cup, que é considerada a Olimpíada dos Videogames. A primeira vez ocorreu em 2006 com o time Made in Brazil na disputa por Counter Strike. Vamos torcer para que mais brasileiros mostrem a força de nosso país em e-sports.

Confira o vídeo da final do campeonato de Just Dance 2015:

Ficou com vontade de dancar? Compre o jogo Just Dance agora.

Bandai Namco confirma Digimon All-Star Rumble para novembro no Ocidente

A Bandai Namco anunciou que as Américas receberá em novembro o jogo Digimon All-Star Rumble. O título dos monstros digitais chega às plataformas Xbox 360 e Playstation 3 no dia 11 de novembro. O título foca-se em batalhas multiplayer em arenas envolvendo os conhecidos Digimons, que já apareceram em animes, filmes, mangás, brinquedos etc.

No game, o Digimundo está em uma era de paz após diversas guerras e crises, entretanto os habitantes desse mundo ainda precisam batalhar para digi-evoluir. Por isso, os digimons criam o primeiro “Torneio Digimon Evolution” para determinar quem é o mais forte de todos. Nesta competição temos 12 digimons à escolha, sendo que com as formas evoluídas, consegue-se 32 formas diferentes para controlar.

Entre os mais conhecidos, é possível controlar alguns dos mais adorados como Agumon, Gabumon, Dorulumon, Shoutmon, entre outros. Esses digimons compreendem as temporadas televisivas de Digimon Adventure até o mais recente Fusion. Pena haver somente 12 personagens habilitáveis na tela de seleção, afinal existem muitos digimons que os fãs gostariam de controlar

O multiplayer é para quatro jogadores e os jogadores enfrentam-se no modo Versus Battle, que lembra os combates vistos no clássico Digimon Rumble Arena do Playstation 1. De acordo com  a Bandai, os combates não são apenas esmagar de botões, mas contam sim com uma dose de estratégia. É necessário escolher o momento certo para evoluir seu Digimon, bem como utilizar ataques especiais ou ficar na defensiva é tão importante quanto lançar-se ao combate franco.

Abaixo tem um trailer do game Digimon All-Star Rumble:

Dez games indies que marcaram a E3 2014

A E3 2014 já se foi e provavelmente tem muita gente falando de jogos AAA, afinal o evento deste ano foi ótimo para todas as empresas. Apesar de todos estarmos ansioso por Halo 5, Legend of Zelda, Uncharted 4, Mortal Kombat X ou Shadow of Mordor, o fato é que não é apenas de games de alto orçamento que se faz a maior feira de jogos eletrônicos do mundo. Na verdade, há centenas de estúdios independentes trabalhando com as grandes publishers a fim de trazer grandes jogos para nossos consoles e ganhar um espaço ao sol.

Diferente da E3 2013, o evento deste ano trouxe muitos jogos indies que parecem no mínimo promissores. Veja só que a importância desses games é tal que eles até ganham espaço nas grandes conferências, como o da Microsoft que anunciou pelo menos 41 jogos indies para o Xbox One neste ano, algo impensável de se ocorrer há alguns anos atrás.

Resolvemos eleger os 10 games indies que mais nos deixaram curiosos na E3 2014. Fique de olho, pois esses games prometem experiências das mais gratificantes para os novos consoles:

White Night

White Night é uma criação do estúdio francês “O Some”. O título apareceu para o Xbox One meio que de surpresa, apesar de já estar em desenvolvimento para PCs há algum tempo. A primeira coisa que chama a atenção é seu estilo noir e o pouco uso de cores (na verdade o game é todo construído em branco e preto).

De acordo com os desenvolvedores, o game é um survival horror com referências ao expressionismo alemão e à obra de Alfred Hitchcock. O que sabemos da trama é que tudo se passa na década de 30 e vamos controlar um homem que está perdido na noite e busca refúgio em uma velha mansão. Neste ambiente escuro a sobrevivência do protagonista depende do uso constante de luz, pois o escuro torna-se fatal.

A partir deste ponto é necessário resolver puzzles com o uso de fontes de luz, mesmo que seja um mero fósforo. Ao solucionar os puzzles, o protagonista vai descobrindo antigos segredos que a mansão guarda. O estilo artístico e o clima de suspense são de tirar o fôlego e se o projeto for tão ambicioso quanto aparenta, certamente será um dos games mais comentados do ano.

Cuphead

Cuphead também foi apresentado para o Xbox One. À princípio parece um desenho de Walt Disney da era de ouro (até mesmo o design do personagem com o short vermelho lembra o Mickey Mouse), até que você se dá conta que o que foi apresentado é um gameplay. No breve vídeo vemos o pequeno Cuphead enfrentando criaturas demoníacas num estilo de shooter misturado com plataforma.

O game parece uma homenagem à infância de muita gente, desde o estilo Disney, ao som em piano e à jogabilidade oitentista. Muitos acharão estranho que o Studio MDHR aposte em um visual tão datado agora que as plataformas são capazes de reproduzir gráficos foto-realistas, entretanto o que vale aqui é a sensação de nostalgia. Apostamos que Cuphead tem tudo para ganhar o título de primeiro desenho jogável da história.

Might No.9

Em 2013 Keije Inafune conseguiu um feito impressionante: obteve êxito em sua campanha no Kickstarter em apenas dois dias. O dinheiro serviu para tornar realidade o projeto Might No. 9. O motivo para sucesso tão meteórico era simples: Inafune foi o criador de Megaman e o novo game do desenvolvedor tinha mais do que algumas semelhanças com o mascote da Capcom.

Megaman não ganha um jogo novo há alguns anos, fato que entristeceu muitos de seus fãs. Para piorar a situação, a Capcom parecia tratar com muita displicência o robô azul. Eis que Inafune saiu da empresa, aliou-se a Inti Creates (que já havia trabalhado na franquia Megaman) e lançou o projeto Might No. 9. Não é preciso ser um Sherlock para inferir que os “viúvos” de Megaman apoiariam Inafune rapidamente. O projeto ficou em desenvolvimento durante alguns meses sem mostrar a cara até que a E3 veio e pudemos ver o gameplay.

No game temos um robô azul que rouba poderes e enfrenta outros robôs perigosos em cenários repletos de armadilhas mortais. O design de fases, a trilha sonora e até os movimentos do protagonista são parecidos com os de Megaman. Não por acaso, muita gente faz coro ao dizer que o jogo de Inafune é o sucessor de Megaman e que a Capcom fez uma das maiores bobagens de sua história ao abandonar o mascote.

Se você é fã de Megaman é compra certa. O melhor é que Might ganha versão para praticamente todas as plataformas.

Grave

Grave tem versão para PCs e Xbox One e é um dos poucos jogos de horror a dar as caras na E3 2014, o que já lhe garante algum destaque. O game é cortesia do estúdio Broken Window e basicamente coloca o jogador num mundo aberto totalmente abandonado, ou nem tanto…

Durante o dia o jogador explora ambientes como desertos e casas abandonadas. Durante a noite tenta sobreviver a encontros contra estranhas criaturas que caçam o jogador impiedosamente. Essas criaturas reagem contra a luz da lanterna do jogador e os combates são realizados de forma a se utilizar a inteligência ao invés da simples força física.

O mundo de jogo está em constante alteração, criando um clima de desconforto e pouca segurança ao jogador. Em dados momentos, o jogo até lembra o clássico Slender, porém com um clima de mistério mais profundo e com a passagem do período dia-noite. Este é para os fãs de terror.

Another World

Another World não é uma novidade, visto que é um clássico dos anos 90 e já teve versão para várias plataformas ao longo dos anos. Felizmente, para os saudosistas, o time da Focus Home Interactive resolveu trazer o jogo para os consoles de nova geração Xbox One e Playstation 4.

Ao que parece, o game não terá mudanças radicais e não perderá o seu estilo gráfico apesar do poderio tecnológico das novas plataformas, entretanto pode-se deduzir que a jogabilidade não estará travada e que as cutscenes rodarão mais suaves. Não há como saber se esta versão será bem sucedida ou se há público para o jogo após todos esses anos, porém é bom ver que velhos clássicos não foram esquecidos. Quem sabe não surge uma versão HD de Heart of Darkness?

Bounden

Bounden não chegou a dar as caras em uma grande conferência, mas alguns poucos jornalistas ficaram sabendo desta engenhoca. Não se trata de um jogo na verdade, mas sim de uma aplicação para celulares que tenciona ensinar seus usuários a dançar. Sim, uma aplicação bem diferente do habitual e que tem tudo para fracassar, mas vamos dar o benefício da dúvida para este aqui.

No vídeo de apresentação da desenvolvedora Game Oven, podemos ver duas pessoas dançando atrapalhadamente enquanto seguram um celular. A ideia é reproduzir passos de dança de salão que foram coreografadas pelo Ballet Nacional da Holanda.

Muitos consideram que este é um método simples e eficaz para dançarinos de primeira viagem, outros estão céticos se os jogadores poderão reproduzir os passos sem o device em mãos posteriormente. Basicamente os dois jogadores seguram o celular e tentam centrar um círculo em uma esfera laranja de acordo com os movimentos pedidos.

Lifeless Planet

Lifeless Planet já foi lançado e pode ser adquirido pelos jogadores, porém foi na E3 que o game ganhou mais notoriedade. O jogo é tão somente sobre exploração. Temos um astronauta em um planeta distante que está em uma missão de busca por vida inteligente. A busca é solitária e bastante silenciosa, porém criativa e pouco habitual do que a indústria vem fazendo atualmente.

O objetivo do game é que o jogador desfrute da exploração e de elementos de sci-fi dos anos 50. Esses elementos até fazem lembrar algo de Shadow of the Colossus, mas sem as lutas com Colossus, é claro. A resposta a ser respondida com Lifeless é: o que você faria se pudesse explorar um planeta inteiro?

E sim, há sinais de que houve vida no planeta.

Ori and the Blind Forest

Ori and the Blind Forest foi um dos games que roubou a cena. Exclusivo do Xbox One, o game é produção do Moon Studios. Não foi revelado muito sobre o jogo a não ser o trailer que você verá abaixo. Ao que parece, trata-se de um jogo de plataforma com elementos de ação e uma história emocionante.

Chama atenção o estilo artístico cheio de efeitos de luz e sombra, a floresta cheia de vida e a arte que parece inspirada no diretor japonês Hayao Miyazaki. O produtor do game cita ainda outras referências para a obra como Super Meat Boy, Limbo e Metroid (todos games premiados).

No game temos a criatura pálida Ori e sua companhia na forma do que parece ser uma fada explorando uma densa floresta habitada por muitas criaturas fantásticas. Há combates e puzzles a serem resolvidos em um nível de dificuldade que deve surpreender até os jogadores mais experientes. Se o game for o que promete, certamente vai ser um dos melhores jogos indies da geração.

Ab-Zû

É extremamente difícil explicar o que é Ab-Zû, afinal o que foi mostrado parece um concept muito cru. Parece ser um game muito contemplativo e sem ação, porém o design é dos mais belos que vimos na E3. No trailer para o Playstation 4 vemos um mergulhado explorando as maiores profundidades do oceano, encontrando com baleias, tubarões e outros peixes. A coisa fica mais enigmática quando o personagem avista o que parece ser uma construção no fundo do mar.

O game é o primeiro trabalho do estúdio Giant Squid, que adiantou que o produto será uma aventura épica em que os jogadores encontrarão seres majestosos e segredos avassaladores escondidos no mar. O game tem inspirações em mitos populares e em mitos da mesopotânea. Enquanto novos detalhes não são divulgados, só nos resta imaginar que tipo de aventura nos aguarda nas profundezas desse “oceano de conhecimento”.

No Man’s Sky

No Man’s Sky surgiu ano passado e já parecia ótimo, mas seu retorno na E3 2014 serviu para mostrar que este ano em desenvolvimento apenas serviu para torná-lo ainda mais desejável. Basicamente temos uma mistura de exploração de diversos planetas com combates entre aeronaves no espaço infinito. O destaque fica para a parte de explorar os planetas, pois é onde podemos conferir alguns dos cenários mais interessantes já criados em videogames.

Nos planetas mostrados no evento pudemos ver dinossauros de outro mundo, uma espécie de serpente gigante no deserto e peixes abissais. Nosso único receio é que a parte de exploração seja mínima em prol de muitas horas de combate a borde de aeronaves, pois francamente esses combates parecem ser a parte menos divertida do game.

Apesar disso, o jogo terá momentos de ação fora da nave, visto que o astronauta é frágil e deverá sobreviver a diferentes perigos encontrados em diversos planetas. O jogo é produção do estúdio inglês Hello Games, que parece querer levar No Man’s Sky para os limites da interatividade dos MMOs.

Cada estrela no céu representa um sistema solar que pode ser explorado, promete a produtora. O título está confirmado apenas para o Playstation 4 ao que se sabe e deve ser lanaçado ainda em 2014. Será que é desta vez que vamos perder a vida social apenas para explorar mundos numa saga sem fim?

Chaves Kart chega ao mercado brasileiro para Xbox 360 e Playstation 3

Faz 30 anos que o seriado Chaves estreou no Brasil e tornou-se um dos programas de humor mais agradáveis a ser televisionado em uma TV brasileira. Para comemorar esse feito, a Publisher Slang lançou o game Chaves Kart em parceria com a Televisa Home Entertainment e o Grupo Chespirito. O jogo chega ao mercado no dia 17 de junho para as as plataformas Xbox 360 e Playstation 3.

Para os fãs da turma da Vila, uma grata surpresa: o game está 100% em português, contando com a colaboração de alguns dos dubladores dos personagens. O título conta com doze personagens, vinte cenários e dez pistas. Tudo isso pelo preço sugerido de R$99,90, mas na Live está custando R$ 149,00 (veja link acima).  O objetivo da produtora parece ter sido agarrar os fãs brasileiros da série, que, diga-se de passagem, são muitos.

Para se ter ideia, algumas das características do título foi desenvolvida especialmente para os jogadores brasileiros. “Sabemos do carinho e fanatismo pela série no Brasil e, para mostrar aos fãs nosso reconhecimento, incluímos pistas exclusivas em lugares muito representativos da cultura do país”, diz Abraham Bautista, CEO do Slang. “É possível, por exemplo, disputar uma corrida em uma pista dentro do Estádio do Maracanã durante uma partida de futebol entre Brasil e México ou em cenários com vistas panorâmicas de cidades brasileiras”, conta o executivo. Como se não bastasse, Edgar Vivar, o eterno Sr. Barriga, veio ao Brasil para divulgar o game e interagir com os fãs locais.

O game promete muita diversão e um gameplay facilitado, cortesia da produtora colombiana Efecto. Basicamente o jogador escolhe seu personagem, o modo de corrida e a pista. Cada um dos personagens corre com um veículo estilizado de acordo com suas personalidades. A produtora também providenciou um modo multiplayer para até quatro jogadores com tela dividida e modos de torneio. A missão é ganhar os 8 troféus do jogo. Mas não pense que será fácil, as corridas prometem desafio e muitos itens nos cenários, tal qual ocorre em Mario Kart.

Chaves Kart parece ser uma bela pedida para quem é fã do seriado e sentia falta de mais produtos com a marca. Indicado para crianças e adultos. Abaixo um vídeo do Sr. Barriga disputando uma corrida com Danilo Gentili no programa The Noite do SBT.

Chaves Kart em ação:

Activision anuncia Call of Duty: Advanced Warfare

A Activision resolveu surpreender o mundo nesta semana ao anunciar a nova entrada de sua franquia mais consagrada: Call of Duty. Ao invés de apostar em Black Ops ou Modern Warfare, a empresa americana coloca todo o seu potencial financeiro em Call of Duty: Advanced Warfare.

O título promete ser o primeiro Call of Duty desenvolvido por pelo menos três anos consecutivos e visando a nova geração de videogames. O jogo é desenvolvido pela Sledgehammer Games e terá a participação especial de Kevin Spacey. A intenção da Activision é que este seja o melhor CoD em muitos anos.

“Tomamos várias decisões importantes focados na excelência criativa em Call of Duty: Advanced Warfare. Nós realmente abordamos este jogo de forma diferente”, disse Eric Hirshberg, CEO da Activision Publishing. “Este é o nosso primeiro ciclo de desenvolvimento de três anos. É a nossa primeira vez com Sledgehammer Games na direção criativa. E nós estamos sacudindo a fórmula de várias maneiras. Novas mecânicas de jogabilidade com o exoesqueleto. Uma nova história fascinante. Um novo personagem icônico interpretado por Kevin Spacey, um dos melhores atores do mundo. Nós estamos nos divertindo muito fazendo este jogo, e acho que o mundo vai se divertir ainda mais jogando”.

A campanha é ambientada no futuro de 2054 e mostra o que ocorre quando uma empresa militar privada chamada PMC desenvolve um método para salvar a humanidade de um caos absoluto ocasionado por um ataque de escala global. O jogador é um dos soldados dotado de um poderoso exoesqueleto e armas futuristas que devem fazer o possível para manter a ordem em meio a uma guerra avançada.

Além de armas novas e uma história densa, Advanced Warfare promete gráficos foto realistas e esmero técnico jamais visto na franquia de shooter. A narrativa é um dos aspectos que a Sledgehammer mais está atenta, dizem os produtores.

“(…) Criamos esta equipe com a visão singular de entregar o melhor trabalho de nossas vidas. Sabemos que estamos calçando grandes sapatos, mas a cada dia estou espantado com o talento e foco no trabalho, com tudo desde a história até o multiplayer. Estamos animados para entregar o próximo capítulo desta grande franquia, e nós estamos ansiosos”, disse Michael Condrey, co-fundador e chefe do estúdio Sledgehammer Games.”

O game tem lançamento previsto para o dia 4 de novembro. Apesar da data longuínqua, a Activision providenciou o primeiro trailer do game.

Confira o trailer do game Call of Duty: Advanced Warfare

South Park The Stick of Truth é lançado oficialmente no Brasil

Um dos games mais divertidos da temporada, South Park The Stick of Truth, acaba de ser lançado oficialmente no Brasil. A Ubisoft disponibilizou o game para as plataformas Xbox 360 e Playstation 3 nesta semana para as principais lojas de jogos eletrônicos do país. Ambas as versões chegam ao mercado por R$149,90.

O game foi desenvolvido em parceria com os criadores do desenho, inclusive com roteiro e dublagem de Matt Stone e Trey Parker. O objetivo foi criar o game definitivo para os fãs de Cartman e sua turma. Para isso, foram inseridos diversos elementos do universo do desenho e piadas de humor negro.

Na aventura, os garotos se unem em um RPG para derrotar os Gnomos das Cuecas, hippies e demais forças do mal a fim de se tornarem garotos maneiros. O protagonista do game deve encontrar o graveto da verdade se quiser fazer parte do grupo de Cartman. No caminho até lá haverá dúzias de piadas e muita ação. Se o protagonista falhar, nunca deixará de ser um babaca.

O game conquistou boas notas entre os sites especializados e boa recepção dopúblico e fãs da série animada. Confira o vídeo com 13 minutos de gameplay do jogo.

South Park The Stick of Truth

Konami Brasil incentiva doação de sangue para celebrar o lançamento de Castlevania Lords of Shadow 2

Castlevania Lords of Shadow 2 é o principal lançamento da Konami na temporada. Para promover o jogo, a empresa japonesa está com uma campanha para incentivar a doação de sangue. “Nem só os vampiros precisam de sangue para viver”, é a ideia da produtora.

A ação começa no dia 12 de março, mesma data de lançamento do game no Brasil. Os fãs do game que doarem sangue entre os dias 12 e 30 de março nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro ganharão brindes exclusivos, enquanto durarem os estoques. Para isso, bastar doar sangue em qualquer banco de sangue das cidades mencionadas e levar o certificado até um dos postos de troca para retirar um adesivo temático do jogo, gratuitamente.

Quem doar sangue e apresentar o certificado no ato da compra do jogo em um dos postos de troca leva para casa o adesivo e uma camiseta exclusiva do game. A ação vale também para quem comprar nas lojas online FNAC, Saraiva e Americanas, basta apresentar o certificado de compra e o de doação nos postos de troca.

 Castlevania Lords of Shadow 2 têm recebido críticas mistas nos sites especializados. O game coloca o jogador na pele do lendário Drácula. O vampiro mais famoso da ficção desperta enfraquecido e ameaçado por Satã e pelo clã Belmont, que almejam destruí-lo de uma vez por todas. Para vencer seus opositores, Drácula precisa reaver seus poderes e firmar um pacto com a Morte para ser capaz de vencer o demônio.

O game tem versões para Playstation 3, Xbox 360 e PC pelo preço sugerido de R$ 199,90, no PC (Steam) o preço é menor (R$99,99). Os postos de troca para a campanha são a Saraiva Center Norte e Santa Cruz (SP); Fnac Paulista e Morumbi (SP); Sony Store Bourbon (SP) e Barra (RJ); e Lojas Americanas Tatuapé (SP) e Centro (RJ). A retirada de brindes ocorre nas lojas acima de quinta a domingo, das 12h às 20h.

Abaixo o vídeo de lançamento do jogo Castlevania Lords of Shadow 2:

Ubisoft lança Far Cry Compilation

A franquia Far Cry sempre foi considerada uma das melhores no gênero shooter desde seu primeiro episódio e a fama só se intensificou com o lançamento de Far Cry 3 em 2012, considerado um dos melhores games daquele ano. Pois bem, se você não colocou suas mãos em qualquer um dos jogos da franquia, eis a chance: a Ubisoft anunciou uma edição especial com três episódios da série por um preço bem camarada.

Far Cry Compilation conta com os jogos Far Cry 2, Far Cry 3 e Far Cry: Blood Dragon  e será lançada no dia 6 de março exclusivamente para o Playstation 3 pelo preço de R$149,90. Sobre os jogos: Far Cry 2 coloca o jogador no meio de um país africano tomado por uma disputa entre facções.

Far Cry 3 leva o jogador a vivenciar a pele de um rapaz sequestrado que tenta fugir de criminosos em uma ilha paradisíaca. E por fim, Far Cry: Blood Dragon coloca o jogador no distópico ano de 2007 sob a perspectiva dos anos 80, em que o planeta foi arruinado após uma guerra nuclear. Este último game é cheio de humor negro e referências aos filmes de ação dos anos 80 e 90.

Essa compilação é uma grande oportunidade para quem não jogou os games da série e tem vontade de conhecê-los. O preço também é bastante camarada. Mais informações no site da Ubisoft.

Far Cry 3: A Primeira Meia Hora

Os melhores jogos de terror da atualidade

Por Bruna Cardoso, do Blog Jogos de Terror.

Eis aqui mais uma lista de melhores jogos de terror da atualidade… Não! Todas as listas espalhadas pela internet estão erradas e esta aqui também.

A lista (em ordem de lançamento):

  • Série Dead Space (2008)
  • Deadly Premonition (2010)
  • Série Metro (2010)
  • Alan Wake (2010)
  • Limbo (2010)
  • Amnesia (2010)
  • Slender: The Eight Pages (2012)
  • The Last of Us (2013)
  • Outlast (2013)
  • As sagas zombie (compilação dos jogos de zombies)

Não tem como definir o melhor jogo somente olhando para alguns fatores como, por exemplo, a história, gráfico, ambientação, personagens, desenvolvimento da trama, popularidade.

Jogos de vídeo game não são filmes, não são livros e muito menos novelas, são mecanismos geradores de experiências e elas não seguem um script pronto, elas são vividas por cada um de nós individualmente, somos nós os protagonistas da história.

Por que gostamos de listas?

Se várias pessoas tiveram experiências incríveis com determinados jogos é certeza que teremos também, certo? Errado! Ninguém neste mundo é igual.

Mas por que então fazemos listas de melhores jogos? Para facilitar a nossa vida, existem muitos jogos de terror e não temos tempo de jogar todos, as listas mostram o que a maioria gosta ou às vezes até opiniões pessoais do autor da lista, desta forma fica mais fácil escolhermos qual vamos jogar em meio a tantas escolhas.

Jogos de terror da atualidade

 Nesta compilação de jogos eu levei em consideração os jogos em que o primeiro da série foi lançado de 2008 pra frente, então você não vai encontrar jogos de vanguarda como Resident Evil e Silent Hill, nenhuma sequência de jogos antigos e nem jogos onde o lançamento foi em 2007.

Não considerei jogos que ainda não foram lançados por completo antes de fevereiro de 2014, pois é a data que escrevo este artigo. Nem todos os jogos da lista são 100% terror, alguns possuem somente características marcantes deste estilo, mas não podem ser ignorados. Esta lista não é uma opinião pessoal com base em minhas experiências, mas sim em pesquisas, em outras palavras estou lavando as mãos.

Quer experimentar os jogos de terror da atualidade, mas não sabe qual escolher? Dê uma olhada abaixo e comece com aquele que mais te agradar.

Série Dead Space (2008)

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A série Dead Space ganhou vários fãs devido aos dois primeiros jogos que unia elementos de sobrevivência e terror em um ambiente espacial do futuro, com a chegada do terceiro jogo, foi retirados muitos dos elementos que traziam identidade à série.  Apesar de tudo, Dead Space é um jogo pioneiro desta nova geração.

Em uma era bem distante onde os recursos na terra são escassos e a tecnologia foi usada para alcançar outros planetas em busca de uma nova esperança de vida humana, você controla Isaac Clarke em uma investigação de uma nave espacial que não apresenta sinal de vida, ao chegar à nave, é encontrada uma ameaça alienígena e você tem que sobreviver e escapar.

Deadly Premonition (2010)

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Deadly Premonition é um dos títulos mais controversos em crítica, alguns amam outros odeiam, mas o fato é que o jogo teve sucesso e é muito interessante.

O personagem principal é um misterioso investigador que fala sozinho e têm sonhos estranhos, o seu objetivo é investigar uma série de assassinatos em uma pequena cidade, lá você de cara encontra criaturas e acontecimentos misteriosos.

O jogo apresenta uma mistura de investigação (conversar com as pessoas, verificar o cenário, encontrar pistas) com ação (enfrentar monstros, dirigir a viatura da polícia, encontrar caminhos) e uma história com clima de mistério e terror.

O inusitado, a história, personagens únicos, o humor e cenas desagradáveis (no bom sentido) marcam Deadly Premonition, confira no vídeo trailer:

Série Metro (2010)

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Em um mundo exterminado pelas bombas atômicas, sobreviventes vivem nos metrôs das cidades se escondendo da radiação e das criaturas alteradas pela radiação.

Belos cenários escuros e realísticos com ótimos controles FPS e toda a contextualização da história fazem dos atuais jogos Metro 2033 e Metro Last Light uma experiência inesquecível.

Você controla um personagem que nasceu no metrô da Rússia logo depois dos ataques nucleares e conforme for suas escolhas no jogo, você pode ter dois finais diferentes.

Alan Wake (2010)

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Um jogo impressionante com um charme cinematográfico e elementos únicos é Alan Wake, realmente é maravilhoso quando um jogo tem uma história bem elaborada.

História

Alan Wake é um escritor de livros que foi passar as férias em uma cidade pequena, porém ele começa a ter visões estranhas e partes do último livro que ele escreveu misteriosamente aparece, o mais sinistro é que Alan não se lembra de ter escrito nada deste livro, quando a esposa de Alan some, ele tem que resolver este mistério e encontrá-la.

Confira o trailer deste jogo fantástico:

Limbo (2010)

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Se em algum lugar existir a classificação jogo de terror arte, Limbo necessariamente deveria estar nesta lista. Limbo é um jogo produzido por uma desenvolvedora independente que obteve muito sucesso ao trazer uma experiência nova para o jogador.

O terror não está em monstros ou grandes sustos com cenas de impacto, mas sim em pequenos detalhes macabros, tanto sonoros quanto em toda sua estética.

O jogo foi lançado para Xbox 360, Windows e PS3 e é totalmente em preto e branco, o jogo é em 2D e sua mecânica é bem simples, você encontrará muitos quebra-cabeças no jogo e não terá dicas diretas para resolve-los, realmente um formato bem diferente para um jogo de terror lançado para consoles da atualidade.

Limbo é um jogo relativamente pequeno com aproximadamente 3 até 6 horas de duração. Confira o trailer do jogo:

História?

O mistério do jogo é a história, você controla um menino em uma floresta cercada de armadilhas e animais selvagens e seu objetivo é encontrar sua irmã que não sabemos ao certo se está viva ou morta.

Não há diálogos ou pistas concretas do que realmente é o jogo Limbo, cada um pode interpretar sua história de forma diferente, será que este menino realmente está vivo? Será que Limbo seria a representação do purgatório? Será que ele já está no inferno ou a história é uma representação da evolução humana?

Não pense que zerar o jogo vai ser o suficiente para entendê-lo, mas será gratificante jogar.

Amnesia (2010)

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Atualmente Amnesia tem dois jogos lançados para a série: Amnesia The Dark Descent e Amnesia: A Machine For Pigs. Realmente um jogo obrigatório para os amantes de jogos de terror.

Em Amnesia você se sente inseguro, seu personagem não possui armas de fogo, você não sabe o que está acontecendo ou o que vai acontecer e você não tem lembranças de quem você realmente é ou o que fez.

Se você ainda não jogou Amnesia, faça um favor para você mesmo e comece a jogar agora.

Slender: The Eight Pages (2012)

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Slender é um jogo baseado em uma lenda urbana de uma criatura chamada Slender Man, muito bem vestido por sinal, que rapta crianças em ambientes escuros e desertos. Este jogo fez tanto sucesso que existem várias versões dele espalhadas pela internet, a mais consagrada é a versão gratuita chamada Slender: The Eight Pages .

Em Slender você está sozinho na floresta com somente uma lanterna, seu objetivo é coletar 8 páginas de um caderno espalhadas pelo ambiente noturno. O Slender Man vai tentar te pegar, ele tem teletransporte, é imortal e basta chegar muito perto dele para que você morra.

O jogo em si não é uma grande produção com uma história elaborada, gráficos elegantes, personagens marcantes e é bem pequeno com relação ao tempo de duração de um jogo. O que é atrativo em Slender é o fator psicológico, o fato de existir um vilão que não dá pra combater, o ambiente escuro e sombrio combinado com a sonorização do jogo.

The Last of Us (2013)

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Apesar de The Last Of Us não ser um jogo totalmente voltado para o terror, ele possui vários elementos do mundo do horror, este jogo recebeu tantos prêmios importantes e a recepção foi tão boa que é impossível ignorarmos o fato de que ele é muito importante para o cenário atual.

História

 The Last Of Us é um jogo ambientado em um mundo pós apocalíptico onde você tem que sobreviver à escassez de mantimentos e ataque de criaturas hostis, ambientado em cidades dos Estados Unidos.

Os acontecimentos do jogo são em 2033 e o que causou a tragédia no mundo foi uma infecção de humanos com um fungo chamado de Cordyceps, ao serem contaminadas com este fungo, as pessoas viram uma espécie de zumbi.

Você assume o papel de Joel, um anti-herói que a troco de recuperar suas armas, segue na escolta de uma garotinha de 14 anos chamada Ellie que possivelmente seria a chave para a cura da doença causada pelo fungo.

Por que é tão especial?

 A história é bem clichê e muito usada em vários jogos, por que então obteve tanto sucesso? A resposta para esta pergunta poderia ser um conjunto de fatores que juntos formam não somente um jogo como qualquer outro, mas sim uma obra prima.

Com elementos cinematográficos de causar inveja, jogabilidade desenvolvida para o jogo de forma que a realidade da história seja mais envolvente (exemplo disso é o fato de que se o jogador se ferir ele não pode ser regenerado), personagens cativantes, cenários maravilhosos, trilha sonora e vários outros detalhes tornam este jogo um sucesso.

Infelizmente, The Last Of Us é um jogo disponibilizado somente para PS3, portanto se você tem condições de jogar, não perca esta chance, seja você um fã de um bom survival horror ou não.

Outlast (2013)

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Outlast é um jogo com todos os ingredientes necessários para um game aterrorizante, desde os cenários até a história.

O personagem principal é um jornalista que resolveu investigar de perto um sanatório que tem um passado sombrio, o jogo se passe dentro deste sanatório que está cheio de monstros, seu objetivo é fugir.

Você pode achar que é somente mais um joguinho de terror onde você tem que escapar de um lugar infestado de criaturas, mas não é bem assim, o clima desse jogo e a direção que ele leva a história é impressionante.

As sagas zombie

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E como estou listando jogos contemporâneos, não posso deixar de lado a febre zombie que vem se alastrando nos últimos anos.

Como existem vários jogos com a mesma temática que obtiveram um público respeitável e levou a terror para os amantes da ação, resolvi não falar somente em uma franquia, mas sim nas mais influentes, assim você pode escolher qual delas mais lhe agrada.

Left For Dead (2008)

Como você sobreviveria se fosse um dos poucos imunes a uma infestação zombie? Em Left for dead é melhor que você não esteja sozinho.

O modo multiplayer é o grande atrativo do jogo, você encontrará a sua disposição várias formas de jogar, por exemplo, você pode escolher também ser um dos infectados e colaborar com outros para acabar com os mocinhos. Em Left for dead você pode usar armas de fogo e durante o caminho você vai encontrar muitos infectados e alguns com características bem próprias.

Left for dead está atualmente com dois jogos e foi muito bem aceito pela maioria dos jogadores.

Dead Island (2011)

 Você está nas férias de seus sonhos em um paraíso tropical, mas algo inesperado acontece e tudo vira um pesadelo quando uma infestação de zombies tomam conta da ilha, isso mesmo você está ilhado e cercado de monstros de sungas.

O jogo é em primeira pessoa e a predominância é a de armas brancas que podem ser customizadas e não as de fogo como comumente são usadas no estilo. Existe um modo multiplayer do jogo e a história não segue um padrão linear, você pode escolher qual missão deve fazer ou ficar somente explorando e matando Zombies. No inicio do jogo você pode escolher com qual personagem quer jogar.

Atualmente a série possui um jogo continuação chamado Dead Island Riptide, a série Dead Island ficou muito popular devido ao ótimo trabalho de marketing da produtora.

The Walking Dead: The Game (2012)

Jogo para uma das mais amadas séries de zombies da atualidade ganhou sua versão game e não desapontou, foi sucesso na certa e não somente por ser uma adaptação para The Walking Dead, mas sim por que realmente o jogo é cativante.

O game foi lançado em capítulos e a história do jogo é baseada nos quadrinhos da série, mas os personagens principais são feitos exclusivamente para a versão do game, porém com a participação de alguns personagens do seriado.

The walking dead: the game é um jogo no formato point and click, onde o jogador tem que escolher quais as falas dos personagens e às vezes consegue controlar o personagem, todas suas escolhas influenciam no desenrolar da história.

ZombiU (2012)

ZombiU é um jogo de zombie com uma ambientação sombria e envolvente, neste jogo se você morrer você vira um zombie e toma o controle de outro sobrevivente humano e inclusive pode encontrar o seu antigo personagem já transformado e recuperar seus itens.

Durante o jogo você tem que sobreviver a um apocalipse zombie em Londres e você pode assumir o controle de personagens diferentes.

Infelizmente o jogo é somente fornecido para quem tem um Nintendo Wii U, se você tem um não perca a chance de jogar ZombiU.

Infestation: Survivor Stories – THE WAR Z (2012)

Infestation é um jogo de sobrevivência em meio a um mundo que foi devastado por zombies, neste ambiente você além de enfrentar os zombies, terá que lidar com os outros jogadores que tentarão te matar e roubar seus itens.

Primeiramente o jogo se chamava The War Z, mas seu nome mudou para Infestation. Em Infestation você pode escolher seu personagem e jogar online que é um dos pontos fortes do jogo, realmente uma ótima opção para jogar com amigos.

DayZ (2013)

DayZ foi primeiramente um mod (modificação extra) do jogo ARMA 2, mas sua aprovação foi tanta que resolveram lançar DayZ como um jogo separado.

O jogo é online e é um survival com algumas mecânicas que não estamos acostumados em ver em outros jogos do estilo, os zombies não são bobinhos, eles correm, podem escutar os barulhos e além destas ameaças tem os outros jogadores que podem te matar e pegar seus itens.

O mapa é também um diferencial, é bem extenso e você tem que explorar ele ao máximo para encontrar recursos para continuar vivo o mais tempo possível. Ser morto por zombies e outros players não é a única forma de morrer, você pode cair de lugares altos, ingerir materiais nocivos, morrer de fome e entre diversas outras divertidas formas.

Deixe nos comentários abaixo por que os jogos da lista ou alguns não deveriam de jeito nenhum estar nela e porque alguns deveriam estar sim nesta lista. E mais importante de tudo, qual a sua lista?

ATENÇÃO: O texto de hoje é cortesia da redatora Bruna Cardoso, criadora do site “Jogo de Terror“, que é especialmente dedicado a falar sobre os games mais assustadores que foram lançados.

Top 10: Games Independentes que quebraram barreiras

Conheça os Top 10 Games Independentes que quebraram as barreiras do sucesso. Umas das atividades mais comuns no GameReporter é falar sobre jogos independentes e projetos de baixo orçamento nacionais. Hoje vamos fazer isso de uma forma diferente: vamos eleger 10 games indie que quebraram barreiras de sucesso, qualidade e prestígio. Serve como um belo incentivo para qualquer um que entra na indústria e almeja alcançar o sucesso de crítica e pública.

Não garantimos que todo mundo fica rico fazendo jogos, mas temos certeza que se o seu game for de qualidade, com certeza ele será tão bem sucedido quanto qualquer um dessa lista. Afinal de contas, a grande parte dos desenvolvedores dos jogos abaixo começou exatamente como os desenvolvedores brasileiros. Que saber quais os dez games indie que fizeram mais que o “arroz com feijão”?

Confira na lista abaixo:

10 – Machinarium

Machinarium é um daqueles jogos que você olha e pensa: “poxa, por que ainda não joguei isso?”. Se você realmente não jogou esta genialidade e obra de arte, a hora é agora! Sua missão é controlar um pequeno robô que desbrava uma cidade em busca de sua namorada, aprisionada por vilões que aterrorizam as ruas e a população. Com esse plot inicial muita gente acredita que Machinarium não é nem um pouco interessante. Entretanto, o game surpreende já nos primeiros minutos.

Com muitos desafios que exigem a criatividade do jogador, Machinarium é uma aula de como se faz um bom jogo. Extremamente obrigatório para fãs de jogos indies e para quem quer sair da rotina de jogos AAA. Ah e a direção de arte é uma das melhores que você verá em sua vida gamer.

9 – Castle Crashers

A época de fliperamas pode ter acabado, mas sempre tem como dar aquela revisitada com  alguns jogos que remetem a gêneros da época, e se você esta em busca de um ótimo beat ‘em up a nível de Knights of Round, acredite: Castle Crashers é a escolha certa.

Com gráficos cartunescos e genias, Castle Crashers coloca de um jogador até quatro jogadores em uma aventura com muita ação mesclando elementos de RPG. Além do modo história existem outros modos de jogo como o Arena que prolongam a jogatina por muito tempo. O game é referencia quando se fala em títulos indies de alta qualidade.

 

8 – FEZ

FEZ é provavelmente um dos jogos indies mais conhecidos da geração e um dos poucos que tornou seu criador em uma celebridade da indústria. Os méritos do jogo foram de misturar a simplicidade dos jogos 2D de antigamente com mecânicas em 3D para a solução de puzzles. No jogo você controla o ser bidimensional Gomez que descobre uma forma de explorar o mundo em 3 dimensões. Alguns problemas ocorrem e Gomez precisará usar sua nova habilidade para reunir pedaços de cubos para restaurar o mundo que vive.

Os quebra-cabeças em FEZ eram instigantes e a perspectiva de jogo parecia um sopro de criatividade em meio aos jogos de plataforma 2D. O título chegou na Xbox Live em 2012 e muita gente deve ter ficado se perguntando “porque ninguém pensou em fazer algo assim na geração 32 bits?”. FEZ sofreu vários adiamentos até chegar ao mercado, mas quando chegou foi um dos destaques da Marketplace. Acabou ganhando versão para as plataformas da Sony e até foi um dos temas do documentário Indie Game: The Movie. Phil Fish chegou a anunciar uma sequência, mas acabou se retirando da indústria por razões pessoais.

7 – Super Meat Boy

Flash Meat Boy foi um game indie que passou batido pela indústria, mas nem por isso seus criadores (Edmund McMillen e Tommy Refenes) desistiram de criar jogos. A justiça veio para a dupla com Super Meat Boy. Se você não conhece, provavelmente esteve ocupado demais com jogos AAA para se dar conta do que acontecia com o cenário indie. SMB é simples, isso é fato, não é um jogo ambicioso e tão pouco faz algo impensável em outros jogos de plataforma, mas ele é divertido e desafiador ao extremo.

A premissa segue a cartilha de jogos de plataforma da geração 8-16 bits, ou seja, você controla um jovem herói que precisa resgatar uma garota que foi sequestrada por um vilão. A partir daí você passa pelo cenário pulando e desviando de armadilhas mortais. Quando foi lançado em 2010, o título ganhou prêmios importantes da crítica e a atenção dos jogadores graças a seus controles precisos e a arte retrô. Se você curte games simples, mas bem feitos e desafiadores, Super Meat Boy é o que procura.

6 – Slender: The Eight Pages

Em 2012 já era evidente a crise dos games de terror: poucos eram os jogos que realmente metiam medo nos jogadores. Nem mesmo séries consagradas como Silent Hill e Resident Evil pareciam ter o mesmo fator aterrorizante de outrora. A solução para resolver o problema foi Slender, um game da produtora indie Parsec Productions. De cara o game já mostra o que define um game de horror psicológico: mistério, sensação de estar indefeso e ambientes escuros.

Você inicia numa floresta no meio da noite e precisa achar 8 páginas deixadas por uma suposta vítima da criatura Slender (retirada especialmente de lendas urbanas). Os problemas começam quando o jogador se dá conta que não há nada para se defender e a criatura está a te perseguir. O pior é que não se pode ficar olhando para o Slender por muito tempo, senão é Game Over.

Sua única ajuda é uma lanterna fraca e a coragem. Quem jogou sabe que o game dá muito medo mesmo, não por acaso o jogo foi um sucesso na internet (mais de 2 milhões de downloads). A boa recepção de Slender garantiu uma sequência em março de 2013. O game é importante entre os milhares de indies não por ser o melhor no gênero terror, mas por mostrar como o survival horror pode ser de qualidade com simplicidade. Arrepiante!

5 – Limbo

Limbo é provavelmente um dos melhores games dos últimos anos. Nele você controla um garoto em busca de sua irmã desaparecida passando por armadilhas e escapando de criaturas como vermes e uma aranha gigantesca. O que torna Limbo único é a junção da música minimalista com a arte gráfica pendendo para o preto e branco.

O grande macete são os quebra-cabeças que sempre se ligam ao tema de vida e morte: algumas armadilhas que matam o herói acabam por ajudá-lo a vencer inimigos mais à frente. Em outras palavras, Limbo é mais que um jogo de plataforma em side scroll, mas sim uma mistura desse gênero com um enorme puzzle. A estética do game mostra logo no início que Limbo não é um jogo qualquer, mas um produto lapidado com esmero. O final vago abre espaço para variadas interpretações e este é mais um dos motivos que Limbo é imperdível. O sucesso foi tal que o título enriqueceu a conta bancária de seus criadores de uma maneira surpreendente.

4 – Braid

Braid é outro game indie a vencer barreiras. Seu estilo artístico é dos mais bonitos que um platformer/puzzle já teve. Sua qualidade deve-se bastante aos cenários artísticos e à sensação de magia que o game transmite: você controla Tim, um jovem que precisa resgatar a princesa de um monstro. Mas não pense que a história é um Mario Bros. da vida. Na verdade toda a história é uma grande metáfora que fará o jogador pensar e repensar até entender toda a trama.

Os puzzles são bem desenvolvidos e envolvem muito de volta no tempo e refazer ações. A arte do game é belíssima, assim como a trilha sonora. Graças a esses elementos, Braid foi um dos jogos mais bem avaliados na Xbox Live e ganhou inúmeros prêmios. O título foi tão bem sucedido que até mesmo o cultuado game designer Suda 51 disse que o título o fez ter vontade de criar um jogo em 2D. Se você não o jogou, dê uma pesquisada, pois vale a pena. Apesar de ser curto, Braid é uma experiência de game como há anos não se via.

3 – Journey

Journey é um jogo diferente de tudo que você já viu, com um cenário simples e uma premissa cativante, a ideia aqui é levar o jogador a outro nível de exploração. A ideia básica é colocar os jogadores no comando de um personagem encapuzado que deve chegar até uma alta montanha. Os desenvolvedores queriam que os jogadores sentissem sentimentos de insignificância e grandiosidade. O resultado final foi um dos jogos mais memoráveis do PS3.

O estúdio responsável (Thatgamecompany) pela obra deve se orgulhar de ter conseguido transmitir diferentes sentimentos aos jogadores através deste jogo. Journey é realmente obrigatório para os donos de PS3, pois ele emociona do princípio ao fim. Extremamente lindo e com significados que  diferenciam de acordo com a interpretação do jogador, o titulo é sem duvidas um marco na historia do console e da criação de jogos independentes.

2 – Angry Birds

Angry Birds é um dos jogos indie mais famosos de todo o mundo, tanto que há quem considere que ele já nem deve ser considerado indie. De acordo com dados extraoficiais, o game da Rovio foi baixado cerca de 2 bilhões de vezes contando todas as plataformas em que está disponível, ou seja, um número muito acima de títulos AAA de consoles. O segredo do sucesso está obviamente no gameplay simples, porém viciante, no character design caricato e divertido, no preço baixo e na trilha sonora marcante.

O título é uma das experiências mais casuais que você pode ter: basta lançar pássaros contra porcos e seus obstáculos. Pronto, ai estava uma fórmula de sucesso sem igual. O game é provavelmente um dos mais bem sucedidos entre aplicações móbile e passou a barreira do sucesso, indo para consoles de bolso e de mesa. Depois disso, foi um “arremesso” para os pássaros mais bravos dos games ir parar em pelúcias, salgadinhos, brinquedos, um spin-off com Star Wars, etc. Um fenômeno. Você pode não gostar da simplicidade, mas com certeza tem de admitir que Angry Birds é um dos indies mais bem sucedidos da história.

1 – Minecraft

Um bom visual não precisa ser necessariamente realista e bem desenhado, mas sim criativo. Essa é a premissa de Minecraft, um dos maiores sucessos desta geração. Quem não perdeu horas e horas construindo algo nesse jogo e xingando os creepers aleatórios que surgem no mapa, não sabe o que esta perdendo. O game da Mojang deveria entrar para lista de drogas proibidas, pois o game realmente vicia muito. São raros os jogos capazes de prender o jogador na frente da TV com tanta competência quanto Minecraft.

Isso não é uma advertência, todavia. O jogo é muito bom e orientamos que todos o aprecie sem moderação. A ideia básica é permitir que o jogador construa coisas a partir de blocos usando picaretas e outros materiais. De acordo com produtora Mojang, Minecraft já foi acessado por mais de 11 milhões de jogadores (um número muito acima da maioria dos games AAA do mercado). Por fim, Minecraft é provavelmente o game indie de maior sucesso da história dos videogames.

 

Menções honrosas: Flow, Hotline Miami, Outlast, Max & the Magic Maker, Downfall, Papo & Yo, Tearaway

Colaboração: Victor Cândido

 E para você, quais Top 10 games independentes quebraram barreiras?