Arquivo da categoria: PS3

O PlayStation 3 é o terceiro console de videogame produzido pela Sony e o sucessor do PlayStation 2 como parte da série PlayStation. O PlayStation 3 compete contra o Xbox 360 e o Nintendo Wii como parte da sétima geração de consoles de videogame.

Dez games indies que marcaram a E3 2014

A E3 2014 já se foi e provavelmente tem muita gente falando de jogos AAA, afinal o evento deste ano foi ótimo para todas as empresas. Apesar de todos estarmos ansioso por Halo 5, Legend of Zelda, Uncharted 4, Mortal Kombat X ou Shadow of Mordor, o fato é que não é apenas de games de alto orçamento que se faz a maior feira de jogos eletrônicos do mundo. Na verdade, há centenas de estúdios independentes trabalhando com as grandes publishers a fim de trazer grandes jogos para nossos consoles e ganhar um espaço ao sol.

Diferente da E3 2013, o evento deste ano trouxe muitos jogos indies que parecem no mínimo promissores. Veja só que a importância desses games é tal que eles até ganham espaço nas grandes conferências, como o da Microsoft que anunciou pelo menos 41 jogos indies para o Xbox One neste ano, algo impensável de se ocorrer há alguns anos atrás.

Resolvemos eleger os 10 games indies que mais nos deixaram curiosos na E3 2014. Fique de olho, pois esses games prometem experiências das mais gratificantes para os novos consoles:

White Night

White Night é uma criação do estúdio francês “O Some”. O título apareceu para o Xbox One meio que de surpresa, apesar de já estar em desenvolvimento para PCs há algum tempo. A primeira coisa que chama a atenção é seu estilo noir e o pouco uso de cores (na verdade o game é todo construído em branco e preto).

De acordo com os desenvolvedores, o game é um survival horror com referências ao expressionismo alemão e à obra de Alfred Hitchcock. O que sabemos da trama é que tudo se passa na década de 30 e vamos controlar um homem que está perdido na noite e busca refúgio em uma velha mansão. Neste ambiente escuro a sobrevivência do protagonista depende do uso constante de luz, pois o escuro torna-se fatal.

A partir deste ponto é necessário resolver puzzles com o uso de fontes de luz, mesmo que seja um mero fósforo. Ao solucionar os puzzles, o protagonista vai descobrindo antigos segredos que a mansão guarda. O estilo artístico e o clima de suspense são de tirar o fôlego e se o projeto for tão ambicioso quanto aparenta, certamente será um dos games mais comentados do ano.

Cuphead

Cuphead também foi apresentado para o Xbox One. À princípio parece um desenho de Walt Disney da era de ouro (até mesmo o design do personagem com o short vermelho lembra o Mickey Mouse), até que você se dá conta que o que foi apresentado é um gameplay. No breve vídeo vemos o pequeno Cuphead enfrentando criaturas demoníacas num estilo de shooter misturado com plataforma.

O game parece uma homenagem à infância de muita gente, desde o estilo Disney, ao som em piano e à jogabilidade oitentista. Muitos acharão estranho que o Studio MDHR aposte em um visual tão datado agora que as plataformas são capazes de reproduzir gráficos foto-realistas, entretanto o que vale aqui é a sensação de nostalgia. Apostamos que Cuphead tem tudo para ganhar o título de primeiro desenho jogável da história.

Might No.9

Em 2013 Keije Inafune conseguiu um feito impressionante: obteve êxito em sua campanha no Kickstarter em apenas dois dias. O dinheiro serviu para tornar realidade o projeto Might No. 9. O motivo para sucesso tão meteórico era simples: Inafune foi o criador de Megaman e o novo game do desenvolvedor tinha mais do que algumas semelhanças com o mascote da Capcom.

Megaman não ganha um jogo novo há alguns anos, fato que entristeceu muitos de seus fãs. Para piorar a situação, a Capcom parecia tratar com muita displicência o robô azul. Eis que Inafune saiu da empresa, aliou-se a Inti Creates (que já havia trabalhado na franquia Megaman) e lançou o projeto Might No. 9. Não é preciso ser um Sherlock para inferir que os “viúvos” de Megaman apoiariam Inafune rapidamente. O projeto ficou em desenvolvimento durante alguns meses sem mostrar a cara até que a E3 veio e pudemos ver o gameplay.

No game temos um robô azul que rouba poderes e enfrenta outros robôs perigosos em cenários repletos de armadilhas mortais. O design de fases, a trilha sonora e até os movimentos do protagonista são parecidos com os de Megaman. Não por acaso, muita gente faz coro ao dizer que o jogo de Inafune é o sucessor de Megaman e que a Capcom fez uma das maiores bobagens de sua história ao abandonar o mascote.

Se você é fã de Megaman é compra certa. O melhor é que Might ganha versão para praticamente todas as plataformas.

Grave

Grave tem versão para PCs e Xbox One e é um dos poucos jogos de horror a dar as caras na E3 2014, o que já lhe garante algum destaque. O game é cortesia do estúdio Broken Window e basicamente coloca o jogador num mundo aberto totalmente abandonado, ou nem tanto…

Durante o dia o jogador explora ambientes como desertos e casas abandonadas. Durante a noite tenta sobreviver a encontros contra estranhas criaturas que caçam o jogador impiedosamente. Essas criaturas reagem contra a luz da lanterna do jogador e os combates são realizados de forma a se utilizar a inteligência ao invés da simples força física.

O mundo de jogo está em constante alteração, criando um clima de desconforto e pouca segurança ao jogador. Em dados momentos, o jogo até lembra o clássico Slender, porém com um clima de mistério mais profundo e com a passagem do período dia-noite. Este é para os fãs de terror.

Another World

Another World não é uma novidade, visto que é um clássico dos anos 90 e já teve versão para várias plataformas ao longo dos anos. Felizmente, para os saudosistas, o time da Focus Home Interactive resolveu trazer o jogo para os consoles de nova geração Xbox One e Playstation 4.

Ao que parece, o game não terá mudanças radicais e não perderá o seu estilo gráfico apesar do poderio tecnológico das novas plataformas, entretanto pode-se deduzir que a jogabilidade não estará travada e que as cutscenes rodarão mais suaves. Não há como saber se esta versão será bem sucedida ou se há público para o jogo após todos esses anos, porém é bom ver que velhos clássicos não foram esquecidos. Quem sabe não surge uma versão HD de Heart of Darkness?

Bounden

Bounden não chegou a dar as caras em uma grande conferência, mas alguns poucos jornalistas ficaram sabendo desta engenhoca. Não se trata de um jogo na verdade, mas sim de uma aplicação para celulares que tenciona ensinar seus usuários a dançar. Sim, uma aplicação bem diferente do habitual e que tem tudo para fracassar, mas vamos dar o benefício da dúvida para este aqui.

No vídeo de apresentação da desenvolvedora Game Oven, podemos ver duas pessoas dançando atrapalhadamente enquanto seguram um celular. A ideia é reproduzir passos de dança de salão que foram coreografadas pelo Ballet Nacional da Holanda.

Muitos consideram que este é um método simples e eficaz para dançarinos de primeira viagem, outros estão céticos se os jogadores poderão reproduzir os passos sem o device em mãos posteriormente. Basicamente os dois jogadores seguram o celular e tentam centrar um círculo em uma esfera laranja de acordo com os movimentos pedidos.

Lifeless Planet

Lifeless Planet já foi lançado e pode ser adquirido pelos jogadores, porém foi na E3 que o game ganhou mais notoriedade. O jogo é tão somente sobre exploração. Temos um astronauta em um planeta distante que está em uma missão de busca por vida inteligente. A busca é solitária e bastante silenciosa, porém criativa e pouco habitual do que a indústria vem fazendo atualmente.

O objetivo do game é que o jogador desfrute da exploração e de elementos de sci-fi dos anos 50. Esses elementos até fazem lembrar algo de Shadow of the Colossus, mas sem as lutas com Colossus, é claro. A resposta a ser respondida com Lifeless é: o que você faria se pudesse explorar um planeta inteiro?

E sim, há sinais de que houve vida no planeta.

Ori and the Blind Forest

Ori and the Blind Forest foi um dos games que roubou a cena. Exclusivo do Xbox One, o game é produção do Moon Studios. Não foi revelado muito sobre o jogo a não ser o trailer que você verá abaixo. Ao que parece, trata-se de um jogo de plataforma com elementos de ação e uma história emocionante.

Chama atenção o estilo artístico cheio de efeitos de luz e sombra, a floresta cheia de vida e a arte que parece inspirada no diretor japonês Hayao Miyazaki. O produtor do game cita ainda outras referências para a obra como Super Meat Boy, Limbo e Metroid (todos games premiados).

No game temos a criatura pálida Ori e sua companhia na forma do que parece ser uma fada explorando uma densa floresta habitada por muitas criaturas fantásticas. Há combates e puzzles a serem resolvidos em um nível de dificuldade que deve surpreender até os jogadores mais experientes. Se o game for o que promete, certamente vai ser um dos melhores jogos indies da geração.

Ab-Zû

É extremamente difícil explicar o que é Ab-Zû, afinal o que foi mostrado parece um concept muito cru. Parece ser um game muito contemplativo e sem ação, porém o design é dos mais belos que vimos na E3. No trailer para o Playstation 4 vemos um mergulhado explorando as maiores profundidades do oceano, encontrando com baleias, tubarões e outros peixes. A coisa fica mais enigmática quando o personagem avista o que parece ser uma construção no fundo do mar.

O game é o primeiro trabalho do estúdio Giant Squid, que adiantou que o produto será uma aventura épica em que os jogadores encontrarão seres majestosos e segredos avassaladores escondidos no mar. O game tem inspirações em mitos populares e em mitos da mesopotânea. Enquanto novos detalhes não são divulgados, só nos resta imaginar que tipo de aventura nos aguarda nas profundezas desse “oceano de conhecimento”.

No Man’s Sky

No Man’s Sky surgiu ano passado e já parecia ótimo, mas seu retorno na E3 2014 serviu para mostrar que este ano em desenvolvimento apenas serviu para torná-lo ainda mais desejável. Basicamente temos uma mistura de exploração de diversos planetas com combates entre aeronaves no espaço infinito. O destaque fica para a parte de explorar os planetas, pois é onde podemos conferir alguns dos cenários mais interessantes já criados em videogames.

Nos planetas mostrados no evento pudemos ver dinossauros de outro mundo, uma espécie de serpente gigante no deserto e peixes abissais. Nosso único receio é que a parte de exploração seja mínima em prol de muitas horas de combate a borde de aeronaves, pois francamente esses combates parecem ser a parte menos divertida do game.

Apesar disso, o jogo terá momentos de ação fora da nave, visto que o astronauta é frágil e deverá sobreviver a diferentes perigos encontrados em diversos planetas. O jogo é produção do estúdio inglês Hello Games, que parece querer levar No Man’s Sky para os limites da interatividade dos MMOs.

Cada estrela no céu representa um sistema solar que pode ser explorado, promete a produtora. O título está confirmado apenas para o Playstation 4 ao que se sabe e deve ser lanaçado ainda em 2014. Será que é desta vez que vamos perder a vida social apenas para explorar mundos numa saga sem fim?

Chaves Kart chega ao mercado brasileiro para Xbox 360 e Playstation 3

Faz 30 anos que o seriado Chaves estreou no Brasil e tornou-se um dos programas de humor mais agradáveis a ser televisionado em uma TV brasileira. Para comemorar esse feito, a Publisher Slang lançou o game Chaves Kart em parceria com a Televisa Home Entertainment e o Grupo Chespirito. O jogo chega ao mercado no dia 17 de junho para as as plataformas Xbox 360 e Playstation 3.

Para os fãs da turma da Vila, uma grata surpresa: o game está 100% em português, contando com a colaboração de alguns dos dubladores dos personagens. O título conta com doze personagens, vinte cenários e dez pistas. Tudo isso pelo preço sugerido de R$99,90, mas na Live está custando R$ 149,00 (veja link acima).  O objetivo da produtora parece ter sido agarrar os fãs brasileiros da série, que, diga-se de passagem, são muitos.

Para se ter ideia, algumas das características do título foi desenvolvida especialmente para os jogadores brasileiros. “Sabemos do carinho e fanatismo pela série no Brasil e, para mostrar aos fãs nosso reconhecimento, incluímos pistas exclusivas em lugares muito representativos da cultura do país”, diz Abraham Bautista, CEO do Slang. “É possível, por exemplo, disputar uma corrida em uma pista dentro do Estádio do Maracanã durante uma partida de futebol entre Brasil e México ou em cenários com vistas panorâmicas de cidades brasileiras”, conta o executivo. Como se não bastasse, Edgar Vivar, o eterno Sr. Barriga, veio ao Brasil para divulgar o game e interagir com os fãs locais.

O game promete muita diversão e um gameplay facilitado, cortesia da produtora colombiana Efecto. Basicamente o jogador escolhe seu personagem, o modo de corrida e a pista. Cada um dos personagens corre com um veículo estilizado de acordo com suas personalidades. A produtora também providenciou um modo multiplayer para até quatro jogadores com tela dividida e modos de torneio. A missão é ganhar os 8 troféus do jogo. Mas não pense que será fácil, as corridas prometem desafio e muitos itens nos cenários, tal qual ocorre em Mario Kart.

Chaves Kart parece ser uma bela pedida para quem é fã do seriado e sentia falta de mais produtos com a marca. Indicado para crianças e adultos. Abaixo um vídeo do Sr. Barriga disputando uma corrida com Danilo Gentili no programa The Noite do SBT.

Chaves Kart em ação:

Activision anuncia Call of Duty: Advanced Warfare

A Activision resolveu surpreender o mundo nesta semana ao anunciar a nova entrada de sua franquia mais consagrada: Call of Duty. Ao invés de apostar em Black Ops ou Modern Warfare, a empresa americana coloca todo o seu potencial financeiro em Call of Duty: Advanced Warfare.

O título promete ser o primeiro Call of Duty desenvolvido por pelo menos três anos consecutivos e visando a nova geração de videogames. O jogo é desenvolvido pela Sledgehammer Games e terá a participação especial de Kevin Spacey. A intenção da Activision é que este seja o melhor CoD em muitos anos.

“Tomamos várias decisões importantes focados na excelência criativa em Call of Duty: Advanced Warfare. Nós realmente abordamos este jogo de forma diferente”, disse Eric Hirshberg, CEO da Activision Publishing. “Este é o nosso primeiro ciclo de desenvolvimento de três anos. É a nossa primeira vez com Sledgehammer Games na direção criativa. E nós estamos sacudindo a fórmula de várias maneiras. Novas mecânicas de jogabilidade com o exoesqueleto. Uma nova história fascinante. Um novo personagem icônico interpretado por Kevin Spacey, um dos melhores atores do mundo. Nós estamos nos divertindo muito fazendo este jogo, e acho que o mundo vai se divertir ainda mais jogando”.

A campanha é ambientada no futuro de 2054 e mostra o que ocorre quando uma empresa militar privada chamada PMC desenvolve um método para salvar a humanidade de um caos absoluto ocasionado por um ataque de escala global. O jogador é um dos soldados dotado de um poderoso exoesqueleto e armas futuristas que devem fazer o possível para manter a ordem em meio a uma guerra avançada.

Além de armas novas e uma história densa, Advanced Warfare promete gráficos foto realistas e esmero técnico jamais visto na franquia de shooter. A narrativa é um dos aspectos que a Sledgehammer mais está atenta, dizem os produtores.

“(…) Criamos esta equipe com a visão singular de entregar o melhor trabalho de nossas vidas. Sabemos que estamos calçando grandes sapatos, mas a cada dia estou espantado com o talento e foco no trabalho, com tudo desde a história até o multiplayer. Estamos animados para entregar o próximo capítulo desta grande franquia, e nós estamos ansiosos”, disse Michael Condrey, co-fundador e chefe do estúdio Sledgehammer Games.”

O game tem lançamento previsto para o dia 4 de novembro. Apesar da data longuínqua, a Activision providenciou o primeiro trailer do game.

Confira o trailer do game Call of Duty: Advanced Warfare

South Park The Stick of Truth é lançado oficialmente no Brasil

Um dos games mais divertidos da temporada, South Park The Stick of Truth, acaba de ser lançado oficialmente no Brasil. A Ubisoft disponibilizou o game para as plataformas Xbox 360 e Playstation 3 nesta semana para as principais lojas de jogos eletrônicos do país. Ambas as versões chegam ao mercado por R$149,90.

O game foi desenvolvido em parceria com os criadores do desenho, inclusive com roteiro e dublagem de Matt Stone e Trey Parker. O objetivo foi criar o game definitivo para os fãs de Cartman e sua turma. Para isso, foram inseridos diversos elementos do universo do desenho e piadas de humor negro.

Na aventura, os garotos se unem em um RPG para derrotar os Gnomos das Cuecas, hippies e demais forças do mal a fim de se tornarem garotos maneiros. O protagonista do game deve encontrar o graveto da verdade se quiser fazer parte do grupo de Cartman. No caminho até lá haverá dúzias de piadas e muita ação. Se o protagonista falhar, nunca deixará de ser um babaca.

O game conquistou boas notas entre os sites especializados e boa recepção dopúblico e fãs da série animada. Confira o vídeo com 13 minutos de gameplay do jogo.

South Park The Stick of Truth

Konami Brasil incentiva doação de sangue para celebrar o lançamento de Castlevania Lords of Shadow 2

Castlevania Lords of Shadow 2 é o principal lançamento da Konami na temporada. Para promover o jogo, a empresa japonesa está com uma campanha para incentivar a doação de sangue. “Nem só os vampiros precisam de sangue para viver”, é a ideia da produtora.

A ação começa no dia 12 de março, mesma data de lançamento do game no Brasil. Os fãs do game que doarem sangue entre os dias 12 e 30 de março nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro ganharão brindes exclusivos, enquanto durarem os estoques. Para isso, bastar doar sangue em qualquer banco de sangue das cidades mencionadas e levar o certificado até um dos postos de troca para retirar um adesivo temático do jogo, gratuitamente.

Quem doar sangue e apresentar o certificado no ato da compra do jogo em um dos postos de troca leva para casa o adesivo e uma camiseta exclusiva do game. A ação vale também para quem comprar nas lojas online FNAC, Saraiva e Americanas, basta apresentar o certificado de compra e o de doação nos postos de troca.

 Castlevania Lords of Shadow 2 têm recebido críticas mistas nos sites especializados. O game coloca o jogador na pele do lendário Drácula. O vampiro mais famoso da ficção desperta enfraquecido e ameaçado por Satã e pelo clã Belmont, que almejam destruí-lo de uma vez por todas. Para vencer seus opositores, Drácula precisa reaver seus poderes e firmar um pacto com a Morte para ser capaz de vencer o demônio.

O game tem versões para Playstation 3, Xbox 360 e PC pelo preço sugerido de R$ 199,90, no PC (Steam) o preço é menor (R$99,99). Os postos de troca para a campanha são a Saraiva Center Norte e Santa Cruz (SP); Fnac Paulista e Morumbi (SP); Sony Store Bourbon (SP) e Barra (RJ); e Lojas Americanas Tatuapé (SP) e Centro (RJ). A retirada de brindes ocorre nas lojas acima de quinta a domingo, das 12h às 20h.

Abaixo o vídeo de lançamento do jogo Castlevania Lords of Shadow 2:

Ubisoft lança Far Cry Compilation

A franquia Far Cry sempre foi considerada uma das melhores no gênero shooter desde seu primeiro episódio e a fama só se intensificou com o lançamento de Far Cry 3 em 2012, considerado um dos melhores games daquele ano. Pois bem, se você não colocou suas mãos em qualquer um dos jogos da franquia, eis a chance: a Ubisoft anunciou uma edição especial com três episódios da série por um preço bem camarada.

Far Cry Compilation conta com os jogos Far Cry 2, Far Cry 3 e Far Cry: Blood Dragon  e será lançada no dia 6 de março exclusivamente para o Playstation 3 pelo preço de R$149,90. Sobre os jogos: Far Cry 2 coloca o jogador no meio de um país africano tomado por uma disputa entre facções.

Far Cry 3 leva o jogador a vivenciar a pele de um rapaz sequestrado que tenta fugir de criminosos em uma ilha paradisíaca. E por fim, Far Cry: Blood Dragon coloca o jogador no distópico ano de 2007 sob a perspectiva dos anos 80, em que o planeta foi arruinado após uma guerra nuclear. Este último game é cheio de humor negro e referências aos filmes de ação dos anos 80 e 90.

Essa compilação é uma grande oportunidade para quem não jogou os games da série e tem vontade de conhecê-los. O preço também é bastante camarada. Mais informações no site da Ubisoft.

Far Cry 3: A Primeira Meia Hora

Os melhores jogos de terror da atualidade

Por Bruna Cardoso, do Blog Jogos de Terror.

Eis aqui mais uma lista de melhores jogos de terror da atualidade… Não! Todas as listas espalhadas pela internet estão erradas e esta aqui também.

A lista (em ordem de lançamento):

  • Série Dead Space (2008)
  • Deadly Premonition (2010)
  • Série Metro (2010)
  • Alan Wake (2010)
  • Limbo (2010)
  • Amnesia (2010)
  • Slender: The Eight Pages (2012)
  • The Last of Us (2013)
  • Outlast (2013)
  • As sagas zombie (compilação dos jogos de zombies)

Não tem como definir o melhor jogo somente olhando para alguns fatores como, por exemplo, a história, gráfico, ambientação, personagens, desenvolvimento da trama, popularidade.

Jogos de vídeo game não são filmes, não são livros e muito menos novelas, são mecanismos geradores de experiências e elas não seguem um script pronto, elas são vividas por cada um de nós individualmente, somos nós os protagonistas da história.

Por que gostamos de listas?

Se várias pessoas tiveram experiências incríveis com determinados jogos é certeza que teremos também, certo? Errado! Ninguém neste mundo é igual.

Mas por que então fazemos listas de melhores jogos? Para facilitar a nossa vida, existem muitos jogos de terror e não temos tempo de jogar todos, as listas mostram o que a maioria gosta ou às vezes até opiniões pessoais do autor da lista, desta forma fica mais fácil escolhermos qual vamos jogar em meio a tantas escolhas.

Jogos de terror da atualidade

 Nesta compilação de jogos eu levei em consideração os jogos em que o primeiro da série foi lançado de 2008 pra frente, então você não vai encontrar jogos de vanguarda como Resident Evil e Silent Hill, nenhuma sequência de jogos antigos e nem jogos onde o lançamento foi em 2007.

Não considerei jogos que ainda não foram lançados por completo antes de fevereiro de 2014, pois é a data que escrevo este artigo. Nem todos os jogos da lista são 100% terror, alguns possuem somente características marcantes deste estilo, mas não podem ser ignorados. Esta lista não é uma opinião pessoal com base em minhas experiências, mas sim em pesquisas, em outras palavras estou lavando as mãos.

Quer experimentar os jogos de terror da atualidade, mas não sabe qual escolher? Dê uma olhada abaixo e comece com aquele que mais te agradar.

Série Dead Space (2008)

th

A série Dead Space ganhou vários fãs devido aos dois primeiros jogos que unia elementos de sobrevivência e terror em um ambiente espacial do futuro, com a chegada do terceiro jogo, foi retirados muitos dos elementos que traziam identidade à série.  Apesar de tudo, Dead Space é um jogo pioneiro desta nova geração.

Em uma era bem distante onde os recursos na terra são escassos e a tecnologia foi usada para alcançar outros planetas em busca de uma nova esperança de vida humana, você controla Isaac Clarke em uma investigação de uma nave espacial que não apresenta sinal de vida, ao chegar à nave, é encontrada uma ameaça alienígena e você tem que sobreviver e escapar.

Deadly Premonition (2010)

deadly_premonition__directors_cut_wallpaper_by_christian2506-d5vj88t

Deadly Premonition é um dos títulos mais controversos em crítica, alguns amam outros odeiam, mas o fato é que o jogo teve sucesso e é muito interessante.

O personagem principal é um misterioso investigador que fala sozinho e têm sonhos estranhos, o seu objetivo é investigar uma série de assassinatos em uma pequena cidade, lá você de cara encontra criaturas e acontecimentos misteriosos.

O jogo apresenta uma mistura de investigação (conversar com as pessoas, verificar o cenário, encontrar pistas) com ação (enfrentar monstros, dirigir a viatura da polícia, encontrar caminhos) e uma história com clima de mistério e terror.

O inusitado, a história, personagens únicos, o humor e cenas desagradáveis (no bom sentido) marcam Deadly Premonition, confira no vídeo trailer:

Série Metro (2010)

284927

Em um mundo exterminado pelas bombas atômicas, sobreviventes vivem nos metrôs das cidades se escondendo da radiação e das criaturas alteradas pela radiação.

Belos cenários escuros e realísticos com ótimos controles FPS e toda a contextualização da história fazem dos atuais jogos Metro 2033 e Metro Last Light uma experiência inesquecível.

Você controla um personagem que nasceu no metrô da Rússia logo depois dos ataques nucleares e conforme for suas escolhas no jogo, você pode ter dois finais diferentes.

Alan Wake (2010)

Alan_Wake_Wallpaper

Um jogo impressionante com um charme cinematográfico e elementos únicos é Alan Wake, realmente é maravilhoso quando um jogo tem uma história bem elaborada.

História

Alan Wake é um escritor de livros que foi passar as férias em uma cidade pequena, porém ele começa a ter visões estranhas e partes do último livro que ele escreveu misteriosamente aparece, o mais sinistro é que Alan não se lembra de ter escrito nada deste livro, quando a esposa de Alan some, ele tem que resolver este mistério e encontrá-la.

Confira o trailer deste jogo fantástico:

Limbo (2010)

limbo__reunion_by_anneliesse666-d5j870q

Se em algum lugar existir a classificação jogo de terror arte, Limbo necessariamente deveria estar nesta lista. Limbo é um jogo produzido por uma desenvolvedora independente que obteve muito sucesso ao trazer uma experiência nova para o jogador.

O terror não está em monstros ou grandes sustos com cenas de impacto, mas sim em pequenos detalhes macabros, tanto sonoros quanto em toda sua estética.

O jogo foi lançado para Xbox 360, Windows e PS3 e é totalmente em preto e branco, o jogo é em 2D e sua mecânica é bem simples, você encontrará muitos quebra-cabeças no jogo e não terá dicas diretas para resolve-los, realmente um formato bem diferente para um jogo de terror lançado para consoles da atualidade.

Limbo é um jogo relativamente pequeno com aproximadamente 3 até 6 horas de duração. Confira o trailer do jogo:

História?

O mistério do jogo é a história, você controla um menino em uma floresta cercada de armadilhas e animais selvagens e seu objetivo é encontrar sua irmã que não sabemos ao certo se está viva ou morta.

Não há diálogos ou pistas concretas do que realmente é o jogo Limbo, cada um pode interpretar sua história de forma diferente, será que este menino realmente está vivo? Será que Limbo seria a representação do purgatório? Será que ele já está no inferno ou a história é uma representação da evolução humana?

Não pense que zerar o jogo vai ser o suficiente para entendê-lo, mas será gratificante jogar.

Amnesia (2010)

maxresdefault

Atualmente Amnesia tem dois jogos lançados para a série: Amnesia The Dark Descent e Amnesia: A Machine For Pigs. Realmente um jogo obrigatório para os amantes de jogos de terror.

Em Amnesia você se sente inseguro, seu personagem não possui armas de fogo, você não sabe o que está acontecendo ou o que vai acontecer e você não tem lembranças de quem você realmente é ou o que fez.

Se você ainda não jogou Amnesia, faça um favor para você mesmo e comece a jogar agora.

Slender: The Eight Pages (2012)

2267718-slender_title

Slender é um jogo baseado em uma lenda urbana de uma criatura chamada Slender Man, muito bem vestido por sinal, que rapta crianças em ambientes escuros e desertos. Este jogo fez tanto sucesso que existem várias versões dele espalhadas pela internet, a mais consagrada é a versão gratuita chamada Slender: The Eight Pages .

Em Slender você está sozinho na floresta com somente uma lanterna, seu objetivo é coletar 8 páginas de um caderno espalhadas pelo ambiente noturno. O Slender Man vai tentar te pegar, ele tem teletransporte, é imortal e basta chegar muito perto dele para que você morra.

O jogo em si não é uma grande produção com uma história elaborada, gráficos elegantes, personagens marcantes e é bem pequeno com relação ao tempo de duração de um jogo. O que é atrativo em Slender é o fator psicológico, o fato de existir um vilão que não dá pra combater, o ambiente escuro e sombrio combinado com a sonorização do jogo.

The Last of Us (2013)

The_Last_of_Us_free_poster_03

Apesar de The Last Of Us não ser um jogo totalmente voltado para o terror, ele possui vários elementos do mundo do horror, este jogo recebeu tantos prêmios importantes e a recepção foi tão boa que é impossível ignorarmos o fato de que ele é muito importante para o cenário atual.

História

 The Last Of Us é um jogo ambientado em um mundo pós apocalíptico onde você tem que sobreviver à escassez de mantimentos e ataque de criaturas hostis, ambientado em cidades dos Estados Unidos.

Os acontecimentos do jogo são em 2033 e o que causou a tragédia no mundo foi uma infecção de humanos com um fungo chamado de Cordyceps, ao serem contaminadas com este fungo, as pessoas viram uma espécie de zumbi.

Você assume o papel de Joel, um anti-herói que a troco de recuperar suas armas, segue na escolta de uma garotinha de 14 anos chamada Ellie que possivelmente seria a chave para a cura da doença causada pelo fungo.

Por que é tão especial?

 A história é bem clichê e muito usada em vários jogos, por que então obteve tanto sucesso? A resposta para esta pergunta poderia ser um conjunto de fatores que juntos formam não somente um jogo como qualquer outro, mas sim uma obra prima.

Com elementos cinematográficos de causar inveja, jogabilidade desenvolvida para o jogo de forma que a realidade da história seja mais envolvente (exemplo disso é o fato de que se o jogador se ferir ele não pode ser regenerado), personagens cativantes, cenários maravilhosos, trilha sonora e vários outros detalhes tornam este jogo um sucesso.

Infelizmente, The Last Of Us é um jogo disponibilizado somente para PS3, portanto se você tem condições de jogar, não perca esta chance, seja você um fã de um bom survival horror ou não.

Outlast (2013)

outlast-02

Outlast é um jogo com todos os ingredientes necessários para um game aterrorizante, desde os cenários até a história.

O personagem principal é um jornalista que resolveu investigar de perto um sanatório que tem um passado sombrio, o jogo se passe dentro deste sanatório que está cheio de monstros, seu objetivo é fugir.

Você pode achar que é somente mais um joguinho de terror onde você tem que escapar de um lugar infestado de criaturas, mas não é bem assim, o clima desse jogo e a direção que ele leva a história é impressionante.

As sagas zombie

thNH0LQIQ9

E como estou listando jogos contemporâneos, não posso deixar de lado a febre zombie que vem se alastrando nos últimos anos.

Como existem vários jogos com a mesma temática que obtiveram um público respeitável e levou a terror para os amantes da ação, resolvi não falar somente em uma franquia, mas sim nas mais influentes, assim você pode escolher qual delas mais lhe agrada.

Left For Dead (2008)

Como você sobreviveria se fosse um dos poucos imunes a uma infestação zombie? Em Left for dead é melhor que você não esteja sozinho.

O modo multiplayer é o grande atrativo do jogo, você encontrará a sua disposição várias formas de jogar, por exemplo, você pode escolher também ser um dos infectados e colaborar com outros para acabar com os mocinhos. Em Left for dead você pode usar armas de fogo e durante o caminho você vai encontrar muitos infectados e alguns com características bem próprias.

Left for dead está atualmente com dois jogos e foi muito bem aceito pela maioria dos jogadores.

Dead Island (2011)

 Você está nas férias de seus sonhos em um paraíso tropical, mas algo inesperado acontece e tudo vira um pesadelo quando uma infestação de zombies tomam conta da ilha, isso mesmo você está ilhado e cercado de monstros de sungas.

O jogo é em primeira pessoa e a predominância é a de armas brancas que podem ser customizadas e não as de fogo como comumente são usadas no estilo. Existe um modo multiplayer do jogo e a história não segue um padrão linear, você pode escolher qual missão deve fazer ou ficar somente explorando e matando Zombies. No inicio do jogo você pode escolher com qual personagem quer jogar.

Atualmente a série possui um jogo continuação chamado Dead Island Riptide, a série Dead Island ficou muito popular devido ao ótimo trabalho de marketing da produtora.

The Walking Dead: The Game (2012)

Jogo para uma das mais amadas séries de zombies da atualidade ganhou sua versão game e não desapontou, foi sucesso na certa e não somente por ser uma adaptação para The Walking Dead, mas sim por que realmente o jogo é cativante.

O game foi lançado em capítulos e a história do jogo é baseada nos quadrinhos da série, mas os personagens principais são feitos exclusivamente para a versão do game, porém com a participação de alguns personagens do seriado.

The walking dead: the game é um jogo no formato point and click, onde o jogador tem que escolher quais as falas dos personagens e às vezes consegue controlar o personagem, todas suas escolhas influenciam no desenrolar da história.

ZombiU (2012)

ZombiU é um jogo de zombie com uma ambientação sombria e envolvente, neste jogo se você morrer você vira um zombie e toma o controle de outro sobrevivente humano e inclusive pode encontrar o seu antigo personagem já transformado e recuperar seus itens.

Durante o jogo você tem que sobreviver a um apocalipse zombie em Londres e você pode assumir o controle de personagens diferentes.

Infelizmente o jogo é somente fornecido para quem tem um Nintendo Wii U, se você tem um não perca a chance de jogar ZombiU.

Infestation: Survivor Stories – THE WAR Z (2012)

Infestation é um jogo de sobrevivência em meio a um mundo que foi devastado por zombies, neste ambiente você além de enfrentar os zombies, terá que lidar com os outros jogadores que tentarão te matar e roubar seus itens.

Primeiramente o jogo se chamava The War Z, mas seu nome mudou para Infestation. Em Infestation você pode escolher seu personagem e jogar online que é um dos pontos fortes do jogo, realmente uma ótima opção para jogar com amigos.

DayZ (2013)

DayZ foi primeiramente um mod (modificação extra) do jogo ARMA 2, mas sua aprovação foi tanta que resolveram lançar DayZ como um jogo separado.

O jogo é online e é um survival com algumas mecânicas que não estamos acostumados em ver em outros jogos do estilo, os zombies não são bobinhos, eles correm, podem escutar os barulhos e além destas ameaças tem os outros jogadores que podem te matar e pegar seus itens.

O mapa é também um diferencial, é bem extenso e você tem que explorar ele ao máximo para encontrar recursos para continuar vivo o mais tempo possível. Ser morto por zombies e outros players não é a única forma de morrer, você pode cair de lugares altos, ingerir materiais nocivos, morrer de fome e entre diversas outras divertidas formas.

Deixe nos comentários abaixo por que os jogos da lista ou alguns não deveriam de jeito nenhum estar nela e porque alguns deveriam estar sim nesta lista. E mais importante de tudo, qual a sua lista?

ATENÇÃO: O texto de hoje é cortesia da redatora Bruna Cardoso, criadora do site “Jogo de Terror“, que é especialmente dedicado a falar sobre os games mais assustadores que foram lançados.

Top 10: Games Independentes que quebraram barreiras

indie-game-the-movie

Umas das atividades mais comuns no GameReporter é falar sobre jogos independentes e projetos de baixo orçamento nacionais. Hoje vamos fazer isso de uma forma diferente: vamos eleger 10 games indie que quebraram barreiras de sucesso, qualidade e prestígio. Serve como um belo incentivo para qualquer um que entra na indústria e almeja alcançar o sucesso de crítica e pública.

Não garantimos que todo mundo fica rico fazendo jogos, mas temos certeza que se o seu game for de qualidade, com certeza ele será tão bem sucedido quanto qualquer um dessa lista. Afinal de contas, a grande parte dos desenvolvedores dos jogos abaixo começou exatamente como os desenvolvedores brasileiros. Que saber quais os dez games indie que fizeram mais que o “arroz com feijão”?

Confira na lista abaixo:

Continue lendo Top 10: Games Independentes que quebraram barreiras

Sugestões de compras para gamers no fim de ano

 

 

zelda-a-link-between-worlds

Já estamos em dezembro e como de costume temos de pensar nos presentes de Natal, certo? Hoje o GameReporter tem algumas sugestões bem bacanas que acabaram de chegar ao mercado. Se você tiver bala na agulha não tema, seus filhos irão adorar os presentes. Caso não queira gastar muito, não tem problema: tem coisas baratas também.

Legend of Zelda: A Link Between Worlds: Até hoje não existe um único game da franquia Zelda que seja ruim. Felizmente para os fãs da série, Between Worlds é um dos melhores games do ano e um dos obrigatórios do Nintendo 3DS. O game recebeu notas altíssimas em reviews de sites mundo afora e os jogadores que compraram rasgaram elogios ao game. Como se não bastasse a qualidade do jogo em si, vale lembrar que o game é continuação direta do mítico A Link to the Past. Se você tem um 3DS ou possui um parente que detém o portátil, compre o game. É satisfação garantida!

Xbox-OneXbox One: O Xbox One é seguramente o console que vai fazer mais sucesso no Brasil por causa do preço ligeiramente menor que o concorrente. Os games lançados até agora não são lá o primor que se espera da nova geração de videogames, mas o Playstation 4 sofre do mesmo mal momentâneo. Se você quer se presentear, é muito fã de videogames e não consegue conter a ansiedade para colocar as mãos em uma nova geração, vá de Xbox One. Mesmo que ele ainda não tenha um game “must buy”, é questão de meses até que as produtoras lancem um killer app. O preço do One no Brasil é 2.299,00.

Playstation 4: Este aqui é indicado para os endinheirados ou para quem estiver viajando/comprando por sites gringos, pois no Brasil o Playstation 4 é um absurdo financeiro. Se você não liga para algo tão trivial quanto o dinheiro e é sonysta, embarque de cabeça, pois o novo console é um sistema muito poderoso e capaz de rodar games incríveis. Assim como seu concorrente, ainda não tem nenhum jogo obrigatório, mas se você quiser jogar Uncharted 4 e o próximo game da Quantic Dream, então vai precisar deste console.

arkham-originsBatman Arkham Origins: Os games do morcegão são legais, pelo menos os da geração PS360. Arkham Origins não revoluciona em nada e é apenas mais do mesmo, o que não quer dizer que o jogo é ruim, muito pelo contrário. A Warner teve o bom senso de manter as melhores coisas que a Rockstead fez nos jogos anteriores, além disso, o roteiro de Origins é um pouco melhor que o de City. Pode pegar sem medo. Só não espere um game revolucionário.

Call of Duty: Ghosts: Sim, nós sabemos que CoD: Ghosts não é o melhor Call of Duty já lançado. Também sabemos que a Activision deu uma baita mancada em praticamente copiar/colar cenas e mapas de jogos anteriores. De qualquer modo, se você quiser continuar jogando online com seus amigos é fatal que terá de migrar para Ghosts. Se serve de incentivo, o game está repleto de ação e o modo multiplayer é tudo o que fãs da franquia esperam. Preço sugerido: R$ 199,90.

Skylanders Swap Force: Uma sugestão para jogadores mais jovens é Skylanders Swap Force, a terceira edição da franquia. O game vem com bonecos e um “Portal of Power” para jogar. A grande sacada de Swap Force é que agora os bonecos podem ser divididos ao meio e usados com partes de outros personagens para dar novas habilidades ao herói. Com esse intercâmbio de peças, o game possui cerca de 256 combinações possíveis. O game é para Xbox 360 e Playstation 3 e tem preço sugerido de R$ 299,90. Sim, comprar os bonecos sai caro, mas eles podem ser usados nas duas plataformas e são belas peças de decoração para quando o console estiver desligado.

Angry Birds Star Wars: Angry Birds é sem dúvidas um dos games mais divertidos dos últimos anos, e o crossover com Star Wars é o mais interessante da franquia (em todos os sentidos). No capítulo, os jogadores ajudam os pássaros mal-humorados a enfrentar o império dos porcos. O legal é que, além da história, a própria jogabilidade é cheia de referências dos filmes criados por George Lucas. O título conta com mais de 200 fases (20 exclusivas para os consoles). O game ainda tem suporte a Kinect e ao Playstation Move. O game é indicado para todos os públicos e tem um preço mais camarada; R$ 159,90.

G27 Racing WheelsG27 Racing Wheel: Este é um supervolante para quem curte games de corrida (terrestre e aéreo). O G27 tem rotação de 900 graus e sua tecnologia é tão alta que ele transmite as condições da pista como buracos e colisões diretamente para às mãos do jogador. Além disso, o volante é equipado com um câmbio de seis velocidades, pedais em metal e um acabamento de luxo. O preço é alto, mas justifica-se pela alta tecnologia: R$ 1.199,90. Se você é do tipo que gosta do bom e do melhor, sem culpa ou receio de gastar para desfrutar, pegue este volante. Só não vai ficar ostentando para seu amigo que pegou um volante genérico hein, não é nada bonito!

Super Mario 3D World: Para os usuários do Wii U, a dica é Super Mario 3D World, pois o game esbanja alta qualidade. É um dos melhores jogos já lançados para a plataforma e certamente é O jogo que coloca o Wii U como uma opção de compra neste natal frente aos lançamentos do Xbox One e Playstation 4. Se por acaso a Sony e Microsoft ainda não têm um killer app, a Nintendo já tem pelo menos dois (o outro é Legend of Zelda: Wind Waker).

 

Dez Momentos vergonhosos da atual geração que não queremos rever no PS4 e Xbox One

consoles

Em apenas algumas semanas a Sony e a Microsoft irão lançar seus novos videogames, o Playstation 4 e o Xbox One, para alegria dos amantes de tecnologia e games foto realistas. Nada como uma nova geração para aquecer a indústria, certo? Assim como analistas de mercado, ficamos nos perguntando o que será das empresas em alguns anos, que tipo de jogos estaremos jogando e quais os adventos da nova geração?

Ainda em clima de despedida da atual geração (viu nosso top dos jogos que marcaram a geração?), resolvemos eleger dez momentos que não queremos que se repita com o PS4, Xbox One e Wii U, afinal eles tem muito potencial pela frente e odiaríamos ver as fabricantes e produtores fazendo bobagens homéricas como as vistas no post abaixo. Tem um pouco de tudo: problema de arquitetura, produtor pagando mico, jogos não lançados, etc.

 

O preço de lançamento do PS3

ps3_priceQuando o Playstation 3 foi revelado oficialmente ao público no distante dia de 16 de maio de 2005 o mundo ficou assombrado, porém no mal sentido. Quem acompanhava as notícias em portais e revistas estava entusiasmado com o poder da nova máquina e com os gráficos que ela poderia gerar, porém o pessimismo era grande graças ao preço absurdo estipulado US$ 499 na versão de 20 GB e US$ 599 na versão de 60 GB (a imagem ao lado ilustra uma queda de preço dos respectivos bundles). Uma verdadeira paulada!

Como se não bastasse o preço, o controle revelado na ocasião era muito estranho. A comunidade gamer fez diversas piadas sobre o formato do controle bumerangue. A arrogância da empresa era digna de nota – a propaganda adotada pela companhia conclamava aos quatro ventos que o console simplesmente fazia tudo. Assim, o aparelho ganhou o incômodo status de artigo de luxo, destinado apenas aos jogadores mais almofadinhas. No Brasil há quem diga que se encontrava o aparelho por módicos R$ 6.000,00!

Aos poucos a vantagem de um ano do Xbox 360 em relação ao Playstation 3 foi começando a fazer diferença. Hoje em dia as duas plataformas estão praticamente em pé de igualdade em número de vendas, sendo que o console da Sony recuperou uma desvantagem tremenda. Isto ocorreu pela mudança de postura da empresa, queda nos preços, lançamentos de qualidade, etc.

OBS: Parece que a Sony aprendeu a lição (pelo menos lá fora)! O PS4 foi anunciado oficialmente pelo preço de US$399,00. Porém a Sony do Brasil não entendeu o ponto: o novo videogame chega por essas bandas pela bagatela de R$4 mil, o preço de uma moto popular e quase o dobro do preço do concorrente Xbox One.

 

Controles imperfeitos

controls

Um grande problema dessa geração foram os controles. Sim, sabemos que o controlador do Xbox 360 é possivelmente o melhor já produzido por qualquer empresa e que o do PS3 não fica muito atrás. Também sabemos que o controle do Wii foi uma revolução e tanto, porém eles podiam ser melhores, em especial o do Xbox e do Wii. Pilhas!? Nada mais incômodo do que estar naquela parte decisiva de um game especialmente complicado e ver seu querido jogo ser pausado por causa da ausência de pilhas. É um aborrecimento e tanto! Melhor para os donos de PS3 que não sofre desse mal.

 

The Last Guardian – The Tales of an Unreleased Game

2011_ps3_guardian

Um dos games mais aguardados desde seu anúncio foi The Last Guardian. Também pudera: o título é uma das obras de Fumito Ueda, o cara por trás de pérolas como Ico e Shadow of the Colossus. O design do game e seu estilo artístico davam a clara sensação de que algo extraordinário chegaria ao mercado, o tipo de game que venderia consoles.

Porém não foi o que aconteceu: desde seu anúncio em 2007, o título nunca foi lançado, passou tanto tempo em produção que os gráficos considerados lindos de morrer na época já parecem batidos. O game passou muito tempo fora do circuito dos grandes eventos, incluindo a E3, o que fez muita gente especular que o título havia sido cancelado. Até mesmo Fumito Ueda deixou de fazer parte da folha de pagamento da gigante japonesa.

Recentemente o presidente da Sony veio a público para revelar que o game segue firme e forte, ainda com a diretriz criativa de Ueda. As apostas são de que ele será lançado para o Playstation 4, algum dia.

 

Kinect – Uma enganação divertida

Mentiras, tudo o que a Microsoft mostrou do Kinect foram mentiras naquela E3 2010. A impressão é que a empresa de Redmond estava lançando um aparelho verdadeiramente revolucionário, muito à frente de seu tempo, capaz de simular roupas para o usuário antes dele se vestir ou de trocar as skins do skate de um game. E o que o aparelho se mostrou? Uma câmera prioritariamente para games de dança e outros títulos party.

Não vamos ser hipócritas a ponto de dizer que o aparelho é ruim. Nada disso. Ele funciona, de fato. E podemos ver sim que ele possui uma tecnologia bastante complexa de todo modo. Porém se analisarmos o vídeo abaixo fica claro que a idealização do Kinect foi estupidamente exagerada e só serviu para enganar os potenciais compradores.

O Kinect 2.0 do Xbox One parece uma clara evolução do que já foi feito e não há dúvidas de que ele será largamente explorado por produtores. Felizmente a Microsoft teve o bom senso de segurar um pouco o pessoal de marketing para que não voltemos a ver enganações como essa:

 

A sinalização da Morte

 

3rlComo não falar das decepções da atual geração de consoles sem mencionar as famigeradas luzes vermelhas da morte, as 3rl. Como disse um amigo certa vez, a impressão que se tem é que os engenheiros querem colocar tanta parafernália dentro de uma caixa sem se preocupar com a ventilação, que é fatal que o sistema inteiro se torne uma fornalha infernal.

O sistema simplesmente não suporta tantas tarefas ao mesmo tempo e acaba superaquecendo. No caso do Xbox 360 isso não seria um problema se ele simplesmente fizesse o shutdown, desligasse o videogame pedindo um descanso, mas o que ocorria era a morte instantânea de um aparelho caro. A internet foi tomada de reclamações e a gigante americana nada pôde fazer a não ser estender a garantia do console, desembolsando bilhões de dólares.

Ao longo dos anos a arquitetura do console foi melhorada até que chegássemos ao modelo Slim que é muito seguro mesmo, porém o estrago já estava feito: a credibilidade da empresa foi arranhada. Não sei vocês, mas irei esperar alguns meses antes de pegar um Xbox One, nesse tempo vou acompanhar a recepção do público. Todavia, parece que este é um aparelho robusto e bem ventilado.

 

Edições HDs que não superam as versões “retrô”

Uma epidemia assolou as produtoras de games nos últimos anos: a epidemia do HD. Toda empresa que se preze acabou lançando uma versão em HD de um game das antigas para alegria dos fãs mais nostálgicos. Não vejo nada de errado em edições remasterizadas, afinal elas acabam trazendo mais do que gráficos tunados. Nesses anos vimos relançamentos muito bem vindos como Ocarina of Time para 3DS e Halo para o Xbox 360, pois esses sim trouxeram um ar de novidade a jogos tão adorados no passado.

O problema é que algumas empresas perderam a mão e acabaram por lançar edições HD totalmente descartáveis, como foi o caso de Silent Hill HD Collection da Konami. O game não só não traz mudanças gráficas significativas como chegou recheado de bugs inexistentes na versão original de Playstation 2, ou seja, um relançamento apenas para caçar níqueis. Isso para não mencionar outros fiascos em HD tais como Okami HD, Castle of Illusion HD e DBZ: Budokai HD Collection (esses não foram ruins em termos de qualidade, mas decepcionaram nas vendas).

Na indústria de cinema costuma-se dizer que os produtores estão sem idéias, por isso vemos diversos reboots e remakes de filmes antigos. Será que no futuro a indústria dos games sofrerá uma crise de criatividade também?

 

Please Insert Disc 2

final-fantasy-xiii-13-xbox-360-semi-novo-3-dvds_MLB-F-4892730059_082013

Anos atrás os jogadores de Playstation 1 precisavam trocar de disco se quisessem terminar games como Final Fantasy VIII, Heart of Darkness, Breathe of Fire, entre outros. Então veio a era Playstation 2 e esse costume foi totalmente abolido da indústria graças a capacidade de armazenamento maior dos DVDs em relação aos CDs. E por fim veio o Playstation 3 com o Bluray com espaço de armazenamento mais que o suficiente para os produtores de games. Achava-se então que aquele velho costume de trocar a mídia no meio da partida era coisa do passado. Só que não.

O Xbox 360 adotou os DVDs de dupla camada como mídia padrão, o que o deixou em desvantagem em relação ao Playstation 3. Assim, quando um game grande era lançado para as duas plataformas era fatal que a versão de Xbox viesse com mais de uma mídia, tais como Mass Effect, L.A Noire, GTA V, entre outros. Muitos podem dizer que isso não é um incômodo tão grande assim, mas a quem estão tentando enganar? Até mesmo produtores gabaritados como Hideo Kojima já mostrou que não é muito fã do “Insert Disc 2”. Na nova geração a prática deve ser abandonada de vez, visto que os três consoles possuem o Bluray como mídia padrão. Nosso sedentarismo agradece.

 

PSN Hackeada

PSN-Hacked

Quem se habituou a jogatina online sabe o martírio que é ficar privado da internet. Os jogadores de Playstation 3 são testemunhas de que uma rede online que fica no modo offline é uma lástima, principalmente se você paga pelo serviço. Em 20 de abril de 2011 os serviços da PSN ficaram fora do ar devido a um ataque por hackers, uma vergonha tão grande que os próprios diretores da Sony pediram desculpas pela grande mancada que ocorreu. Alguns jogos como Double Dragon e Bionic Command ficaram indisponíveis, pois necessitam de autenticação online antes de serem jogados. Além disso, a Sony (que já não tinha tanta saúde financeira) teve de amargar um baita prejuízo que alcançou a faixa dos 120 milhões de dólares.

Como se não bastasse, os autores dos ataques tiveram acesso às contas dos usuários, incluindo dados de cartões de crédito. Imaginem o desespero dos jogadores e da própria Sony com o caso. Com certeza foi um episódio nada engraçado e que não deve se repetir nunca mais, principalmente na próxima geração, onde se espera que os consoles sejam ainda mais seguros.

 

Apresentação da Konami na E3 2010

Ah, a E3. Palco dos grandes anúncios da indústria de games e oportunidade única de pagação de mico. A Konami foi uma das empresas que se tornaram alvo de piadas após uma apresentação ruim. N3 II foi um jogo merecedor do rótulo “fracasso justo”, pois nem se enquadra na categoria dos “injustiçados” de tão ruim que o jogo é, mas antes de chegar às prateleiras ele tornou-se notícia com seu anúncio estapafúrdio na E3 2010.

Taki Fuji, o produtor do jogo, foi ao palco da maior feira de games do mundo com a simples missão de dizer o porquê seu jogo era sensacional e os jogadores deveriam comprá-lo até o esgotamento. O resultado não foi o esperado: esta foi seguramente uma das mais vergonhosas apresentações da E3 (superando até o circo de soleil da Microsoft), pois a única pessoa que poderia levantar a moral do jogo perdeu moral em poucos minutos. Como não nos esqueceremos da célebre frase repetida à exaustão por Taki Fuji “one million troops”.

Desde então a Konami decidiu-se por fazer apresentação por vídeos pré-gravados a fim de evitar novos momentos de vexame, uma decisão acertada do ponto de vista do marketing, mas muito triste para quem espera se divertir muito na E3. Por fim, podemos dizer que a primeira impressão foi a que ficou nos espectadores, pois N3 II teve uma recepção muito fria da critica e dos consumidores.

 

A fonte gigante do Xbox 360

xbox 360 fontAs primeiras versões do Xbox 360 vinham com uma fonte de alimentação desajeitada: nada menos que 1.80 Kg. Tudo bem que ela ficava meio escondida na sala dos jogadores e não atrapalhava tanto, mas a estética da fonte era realmente muito incômoda. Os consoles concorrentes vinham com uma fonte menor ou interna, o que evidenciava que o time de engenheiros da Microsoft não pensaram nas melhores soluções para o hardware mesmo.

Ao menos, se serve de consolo, a fonte não era interna. Imaginem algo daquele tamanho emanando calor dentro do videogame. Além do console ganhar mais volume e peso ele seria mais suscetível a problemas de aquecimento ainda. Na geração atual o Xbox One possui uma fonte bem mais compacta, o que se torna um alívio e comprovam que os engenheiros de produção aprenderam bastante com seus erros.

 

O Processador Cell e seus os multiproblemas

cell

Muita gente costuma dizer que o Xbox 360 e o PS3 são basicamente a mesma coisa, mas a verdade é que não é bem assim. A primeira vista pode parecer que um game que roda nas duas plataformas são exatamente iguais, mas quem tem um “olho de thundera” consegue ver além do alcance e acaba notando certos detalhes em jogos multiplataforma.

Uma das provas “vivas” é o hit Skyrim da Bethesda, que consegue ser um ótimo jogo no PC e um bom jogo no Xbox 360 e no PS3. Na plataforma da Sony, porém as coisas não são só rosas: ele sofreu para ser desenvolvido para a plataforma devido à complexidade da arquitetura do processador Cell. Resultado: bugs além do normal, queda de frames, entre outros.

Skyrim foi só um exemplo claro de que os desenvolvedores comeram o pão que a Sony amassou para conseguir levar seus jogos ao sistema. O Cell é sempre descrito como menos amistoso e difícil de trabalhar em comparação com a arquitetura do Xbox 360 e PCs. Na prática todo jogo multiplataforma sofre um pouco mais no PS3. Por outro lado, os estúdios da Sony conseguiram de algum modo tirar o máximo proveito do sistema, resultando em games que a concorrência gostaria de ter como Heavy Rain e The Last of Us, por exemplo.

De acordo com a Sony e de diversos outros produtores a arquitetura baseada em PC do Playstation 4 tornou a tarefa de desenvolver para o sistema muito menos complicada. Então podemos esperar que os jogos multiplataforma sejam mais uniformes na nova geração.

 

Wii é cachorro abandonado

wii

Assim que um videogame novo chega ao mercado é comum que as empresas o abandonem para priorizar o novo brinquedinho. Vimos isso acontecer com o Xbox original: a quantidade de games lançados para o sistema simplesmente caiu absurdamente assim que o Xbox 360 começou a ganhar as atenções do público e da imprensa. Infelizmente para os 100 milhões de compradores do Wii, a Nintendo fez o mesmo assim que os trabalhos com o Wii U começaram.

De 2010 pra cá o Nintendo Wii não recebeu quase nenhum jogo de respeito, claro tivemos Super Mario Galaxy 2 e The Legend of Zelda Skyward Sword, e graças a fãs com algumas petições, a Big N liberou Xenoblade para o ocidente além de Pandora Tower, mas se dependesse apenas da empresa o game jamais iria atravessar o mar. Poxa Nintendo!

Atualmente o Wii não recebe nenhum jogo 1st party. O foco da empresa é o Wii U (com razão, é claro) e o 3DS. Talvez o pior de tudo é a cara de pau da empresa de lançar outra versão do Wii, intitulada Wii Mini. Não nos entenda mal, o console é bem simpático e tem um preço atraente, mas qual a finalidade de lançar uma nova versão de um console que ninguém (nem a própria fabricante) dá atenção. Faz-nos recordar a Tec Toy que nunca parou de lançar novas versões do Master System, apesar do videogame estar obsoleto há anos. Será que a Nintendo não podia utilizar o dinheiro gasto no Wii Mini para lançar mais uns dois jogos novos para o Wii?

A Microsoft disse que continuará apoiando o Xbox 360 até 2013 e a Sony também disse ter intenções de manter o PS3 ainda vivo, mas é de se desconfiar que eles vão resistir após 2014…

 

Colaboração: Victor Cândido