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Stalin vira herói de novo RTS

O ditador russo Joseph Stalin será o herói de um novo game de estratégia em tempo real (em inglês, RTS) criado por um trio de desenvolvedoras russas de jogos eletrônicos, formado pela Wing Foundation, Dreamlore e N-game.

Stalin Vs. Martians dá ao mesmo “exército vermelho” da Segunda Guerra Mundial outra abordagem: o combate da raça alienígena mais retratada na ficção científica e a salvação da pátria russa. E Stalin aparecerá nos estágios mais avançados do jogo, como uma unidade gigantesca.

Além do inexistente realismo no enredo, o game de estratégia em tempo real terá um foco pouco usual: pessoas que odeiem o gênero de estratégia, se focando mais no aspecto da diversão e ação, e não no gerenciamento de recursos.

“Os únicos recursos que você encontrará no mapa são poderes”, explica o site do jogo, acrescentando que estes poderes estão indicados como pecinhas brilhantes que ficam rodando na tela em cores chamativas.

O jogo deve estar pronto ainda em 2008. (Via Joystiq)

The Sims 3 em 2009

The Sims 3

A EA anunciou a continuação de uma de suas mais importantes séries para computadores: The Sims. A terceira geração do game idealizado por Will Wright (SimCity e Spore) será lançada globalmente em 2009.

Como novidades, o jogo trará um novo engine que está em desenvolvimento há três anos e deve favorecer, principalmente, os aspectos de relacionamento da vizinhança.

The Sims 3 deve continuar o sucesso da franquia que já vendeu mais de 98 milhões de jogos no mundo inteiro em suas 22 traduções.

Encontro de fãs de The Sims em SP

The Sims 2

Comemoração permitirá que jogadores testem The Sims 2 Tempo Livre e reunirá fãs de franquia de Will Wright

A Electronic Arts confirmou o primeiro evento do ano para promover mais uma expansão para a série The Sims 2, criada por Will Wright.

O encontro a ser realizado na livraria Fnac, em São Paulo, reunirá fãs da série e mostrará com exclusividade o complemento Tempo Livre. O evento acontecerá dia 16 de fevereiro, três dias antes do lançamento oficial do game.

Com o jogo, que será vendido pelo preço padrão de R$ 59,90, a série The Sims 2 recebe novas atividades e hobbies, além de usuais itens. Na reunião de fãs do “jogo de casinha” a EA organizará atividades e competições que valerão prêmios, além de apresentar um karokê e um show de dublagem, o que quer dizer que muito provavelmente o simlish,linguagem falada no mundo de The Sims estará presente.

No último encontro 400 pessoas compareceram. Interessados deverão marcar presença na Fnac da Avenida Paulista, número 901 (próximo ao prédio da Gazeta), a partir das 14 horas. Quem vai?

Electronic Arts estuda game gratuito baseado em anúncios

Battle Heroes

A Electronic Arts anunciou uma novidade que deixará os jogadores brasileiros com uma pontinha de inveja: um novo episódio da série Battlefield que será disponibilizado gratuitamente aos jogadores europeus e americanos.

Como nenhuma participante da indústria dos games dá ponto sem nó, Battlefield Heroes gerará renda à distribuidora e desenvolvedora (DICE) a partir de uma plataforma de anúncios e micro-transações online.

Aparentemente os visuais de Battlefield Heroes estarão para a série originária como Team Fortress 2 está para Half-Life 2, com visuais inspirados em desenhos animados. O game receberá atualizações de conteúdo regulares, voltadas para todos os tipos de jogadores, tanto casuais quanto hardcores.

O game chegará ao mercado internacional no meio do ano

Primeiro patch para Crysis é liberado

Crysis

Downloads de 139 MB corrige bugs e melhora desempenho de FPS

A Crytek liberou o primeiro patch de atualização do jogo de tiro em primeira pessoa Crysis, que traz o título à versão 1.1.

A novidade corrige bugs como crashes e mal uso da memória, e traz melhorias no desempenho do game, o que torna o download e instalação do pacote de 139 MB em altamente recomendável.

Se você possui Crysis, atualize-o com este arquivo. E ai, tá gostando do jogo?

Games for Windows: mais nove games

Games for Windows

Com novo anúncio, catálogo de selo de jogos para PC ultrapassa 60 títulos

A bem sucedida marca Games for Windows, destinada a PCs, ultrapassa sua marca de 60 títulos com o anúncio de nove novos games.

São eles Alone in the Dark, Bionic Command, Conflict: Denied Ops, Empire: Total War, LEGO Indiana Jones, Microsoft Train Simulator 2, Sins of a Solar Empire, Space Siege e Tomb Raider: Underworld.

Estes se juntarão aos Age of Conan, Borderlands, Turning Point: Fall of Liberty, The Club, Fallout 3 e Frontlines: Fuel of War, recém anunciados para o selo. E você: o que anda jogando? Conta para a gente aqui.

Empire Earth III na área

Empire III

Comemore. Acaba de ser lançado o terceiro jogo para PC da série Empire Earth. Nesta edição o jogador poderá conquistar o Ocidente, o Oriente Médio e o Extremo Oriente e realizar o sonho de dominar o mundo, mas sem o rótulo de ser um George W. Bush da vida, hein.

A série se destaca pelo período de tempo que envolve – são mais de 500 mil anos, desde os primórdios até um futuro distante, atravessando as eras Antiga, Medieval, Colonial, Moderna e Futura. O jogador poderá ampliar sua civilização construindo prédios e produzindo unidades que serão usadas contra seus inimigos. Os efeitos visuais de Empire Earth III chamam a atenção e mostram detalhes de iluminação e sombra que vão desde o brilho da arma de fogo até a destruição de um campo de batalha causada por um raio durante uma tempestade. Um dos destaques dessa versão é a visualização de todas as ferramentas na tela, entre elas, o editor de mapas.

Empire Earth III pode ser disputado individualmente ou com até sete jogadores (multiplayer). No modo individual o jogador pode escolher entre três tipos de jogos: Tutorial, World Domination e Skirmish. No Tutorial, os jogadores aprendem os princípios básicos do jogo, desde as movimentações de combate até os recursos de colheita. É recomendado jogar esse modo pelo menos uma vez, já que a terceira versão do Empire Earth tem muitas diferenças em relação aos títulos anteriores.

Em World Domination, o jogador estará em uma campanha individual onde pode conquistar o mundo na medida em que domina outras civilizações e tribos nativas. E por último, no modo Skirmish, o usuário estará num único mapa contra um ou mais adversários controlados pelo computador.

As campanhas acontecem em mapas realistas do planeta Terra, produzidos com recursos de última geração. Esses mapas são divididos em territórios que devem ser conquistados para a onstrução de centros urbanos. Conforme o mundo vai sendo explorado, os jogadores se deparamr com as tribos nativas. Elas têm objetivos próprios e podem tanto aliar-se como voltar-se contra o jogador. Os jogadores também podem ter sentimentos em relação aos demais, como odiar, ser indiferente e até amar o adversário.

Durante a conquista de um novo território, dependendo da situação e da estratégia usada, o melhor mesmo é ser diplomático antes de partir para o combate. O jogador pode acessar o comando Diplomacy e escolher entre as opções Aliados, Neutros, Inimigos ou Em Guerra.

:: Mais informações: veja na Vivendi Games ou no site oficial do game

Os games e a máfia do upgrade

Máfia Upgrade

Por Orlando Camargo, do Acid Minds

Se você usa o computador para jogar (e também para muitas outras coisas), assim como eu e milhares de pessoas mundo afora e possui uma configuração top de linha em sua máquina, deve também estar se preocupando com o aumento no número de jogos que pedem um alto requerimento mínimo. Por mais que pareça contradição, é uma triste constatação.

Que eu me lembre, o primeiro dessa leva de jogos next-gen (próxima geração) foi Rainbow Six: Las Vegas. Um jogo muito bonito e com pinta de ser bom. Mas infelizmente eu não joguei e por isso não posso dar mais detalhes.

E por que eu não joguei? Por causa do ‘requerimento mínimo’ do game. Pasmem… o game só roda com uma placa de vídeo bem superior à minha por culpa, principalmente, do shader model 3.0 (a minha placa suporta a versão 2.0). Na época, não me preocupei muito, mas me mantive de olho nos lançamentos que estariam por vir: Shadowrun, Medal of Honor: Airborne, Bioshock, Pro Evolution Soccer 2008, Call of Duty 4 Modern Warfare e muitos outros. Todos estes requerem o maldito SM 3.0 para serem jogados.

Agora me respondam: Um jogo precisa necessariamente de gráficos detalhadíssimos e alta definição gráfica para ser bom? Evidente que não! Se fosse assim, o glorioso Atari não faria tanto sucesso. Mas as indústrias não querem saber disso e atualmente pensam que o jogo só é bom se for espetacularmente bonito e pedir mais do que 128 MB de memória de vídeo, 512 MB de memória RAM, além, é claro do shader model 3.0.

Um amigo meu tem uma teoria que pode servir para explicar essa ‘evolução’ dos games: as indústrias de hardware precisam vender seus mais recentes produtos. Com isso, pagam as empresas de jogos para que criem games que exijam uma excelente máquina do usuário, visando diminuir o prejuízo dessas por perderem sua maior clientela, que é a de jogadores eventuais e/ou que não possuem PCs tão poderosos. Parace conspiração, não acha?

Concluindo, há indícios de máfia no mundo da criação dos games. Um mercado mais rentável que Hollywood e que, pelo menos aqui no Brasil, tem muito espaço para expansão (a quantidade total de jogadores brasileiros equivale a 10% do total de americanos, o maior mercado do mundo.). Do jeito que as coisas vão, a tendência é piorar cada vez mais e em 2008, provavelmente, será o ano da ‘nova geração’ dos jogos. ‘Tudo em nome da evolução’.

Mas diga aqui, caro gamer: qual sua opinião sobre o assunto?

Stranglehold chega ao Brasil

Stranglehold

Stranglehold, desenvolvido com a colaboração do diretor de cinema de ação, John Woo, é continuação do filme Hard Boiled (“Fervura Máxima”), e traz para a tela do computador um duelo cheio de proezas e muita destruição. O game chega ao Brasil pela Synergex, representante da Midway Home Entertainment e já está nas lojas com manual e caixa em português.

Stranglehold permite aos jogadores experimentarem o excitamento da verdadeira próxima geração de jogos de ação, no papel do Inspetor Tequila, criado por John Woo para o seu filme de ação Hard Boiled(“Fervura Máxima” ) e estrelado por Chow Yun-Fat, seu ator preferido. Tequila Yuen é um policial veterano de Hong Kong, famoso tanto entre os agentes da lei quanto entre os criminosos do submundo, pela sua abordagem direta no combate ao crime.

O game dá continuidade a este filme, que redefiniu o padrão do cinema de ação, e captura o estilo de John Woo, trazendo o uso emblemático do “Balé com Armas” (luta que combina saltos e outros movimentos exóticos) com movimentos em câmera lenta, efeitos visuais incríveis, impasses surpreendentes, pombas simbólicas e uma história que destaca seus temas favoritos: lealdade, traição e sacrifício, tudo isso em um mundo construído para “Destruição em Massa”.

No jogo, a Dragon Claw (Garra do Dragão), a mais poderosa tríade de Hong Kong, está sendo ameaçada por uma nova gangue de iniciantes, que tenta tomar posse do negócio que é conduzido pelo Sr. James Wong por quase 30 anos. As conexões de Wong na polícia de Hong Kong acabam levando-o a buscar a ajuda de um veterano, o Inspetor Tequila Yuen, para resgatar sua filha e neta, que foram seqüestradas.

Tequila, com seu jeito particular de fazer as coisas, e assombrado pelas suas antigas relações com Wong, trava uma batalha desde os becos de Kowloon até os arranha-céus de Chicago, ao ser pego no fogo cruzado da disputa pelo controle do lucrativo tráfico de heroína em Hong Kong. Intrigante, não?

Stranglehold

Mais informações? Só dar uma olhada no site oficial do game

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De volta à Guerra Fria

World in Conflict

Mais um jogo de guerra? Creio que não. Quem está na casa dos 30 lembra vagamente das tensões entre EUA e URSS. Os mais novos, com certeza, ainda estudarão muito sobre o assunto. World in Conflict, jogo de estratégia tática para PC que remete o jogador à Guerra Fria, época de tensos conflitos e cenário ideal para a explosão de uma Terceira Guerra Mundial.

Em tempo: você também pode compar este jogo no Combogames.

A história começa em 1989, quando os soviéticos avançam rumo à Europa temendo um colapso. Com a intervenção da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), o conflito acaba atingindo também os Estados Unidos. Está criado o cenário ideal para a explosão da Terceira Guerra Mundial e é nesse ambiente que o jogador, agora no papel do Tenente Parker, irá liderar poderosas máquinas militares para reaver as cidades e subúrbios norte-americanos. Pois é amiguinhos, sempre os americano, né?

Em World in Conflict o jogador comanda unidades num mapa de larga escala. Para se familiarizar, a sugestão é iniciá-lo pela missão tutorial, que explica seus princípios básicos. Depois de aprender, o usuário pode partir para a missão principal. Existe também a possibilidade de jogar missões personalizadas feitas com as ferramentas de edição de World in Conflict, tanto da autoria do usuário como de outros jogadores.

O modo multiplayer do World in Conflict suporta até 16 pessoas. Nele, o jogador pode testar a habilidade de cooperação mútua dos demais participantes. Pode ser jogado tanto numa rede local como no Massgate, portal oficial do World in Conflict. O modo multiplayer oferece a possibilidade de drop-in, em que jogadores podem trocar de servidor sem interromper a partida. Um recurso muito interessante para quem joga online.

Quer mais? Se liga no site oficial do game. Só clicar aqui. Não esqueça: você também pode compar o jogo no Combogames

Para jogar World in Conflict
Requisitos mínimos de sistema: Sistema operacional: Windows XP, Windows Vista; CPU: 2 GHz ou mais veloz (2,2 GHz para Windows Vista); Memória: 512 MB de RAM (1 GB para Windows Vista); Unidade de disco: DVD-ROM; Disco rígido: 8 GB de espaço livre descompactado; Vídeo: 128 MB de RAM compatível com DirectX 9.0c; Placa DX9: NVIDIA GeForce 6600 GT e superior; Placa DX10: NVIDIA GeForce 8500 GT e superior; Som: placa compatível com DirectX 9.0c; Dispositivos de entrada: teclado e mouse; Multiplayer: cabo, DSL ou superior; Nota: GeForce 4 MX, Radeon 8500, 9200 não suportadas