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Top 7 – Jogos que nunca deveriam ter surgido na Steam

Nos últimos dias a comunidade de jogadores mundial entrou em polvorosa graças a um game da Steam chamado Rape Day, um título que permitia estuprar mulheres (mas esta é uma história para depois). O interessante é que a reação da comunidade deixou clara uma percepção de que o controle de qualidade da Steam tem problemas sérios. Afinal, como um jogo sobre estupro consegue passar pelo filtro da Steam?

Não é de hoje que a maior loja de jogos digitais do mundo tem problemas com filtro. Rape Day é apenas mais um dos diversos projetos que conseguiram driblar o controle de qualidade de Gabe Newell. Pensando nisso, resolvemos lembrar de 7 jogos que jamais deveriam ter surgido na Steam.

Abaixo você confere 7 jogos que não deveriam nunca ter aparecido na Steam:

 

1 – Active Shooter

Active Shooter

Os Estados Unidos tem um triste histórico envolvendo armas, jovens desequilibrados e escolas. No início de 2018 um atentado perpetrado por Nikolas Cruz ceifou a vida de 17 pessoas na Stoneman Douglas High School, em Parland, Flórida. O ato entrou para a lista das dez maiores tragédias ocorridas em escolas americanas e serviu para acirrar a discussão entorno do acesso a armas de fogo no país.

Como se o ato não fosse triste o bastante, o produtor russo Anton Makarevskiy resolveu capitalizar com o caso criando o game Active Shooter, que permitia ao jogador encarnar a pele de um policial ou de um atirador dentro de uma escola. Quanto mais policiais e civis fossem mortos, maior a pontuação.

Obviamente que a reação pública não foi nada amistosa e rapiodamente as famílias das vítimas perceberam o insulto. Um abaixo assinado foi criado e recolheu mais de 100 mil assinaturas, forçando a Steam retirar o game de sua loja antes mesmo do lançamento oficial. Active shooter teria uma premissa FPS e acabou por ser lançado de forma independente, sem nenhum sucesso (felizmente).

 

2- Abstractism

Abstractism

Eis que você entra na sua conta Steam, pesquisa um pouco e decide comprar um jogo simples, mas aparentemente promissor chamado Abstractism. O que você não poderia imaginar é que após a instalação seu antivírus ficaria louco, acusando um malware. Após averiguações de entendidos em informática descobriu-se que o game escondia entre seus ficheiros um Trojan executável capaz de mineirar criptomoedas.

O mais interessante é que apesar de ser um game minimalista, Abstractism exigia um certo poder de fogo do hardware. Como se não bastasse, para ganhar itens no jogo bastaria permanecer o maior tempo possível jogando. Com 15 minutos de jogatina você ganhava itens, com mais trinta, outro item. Ou seja, o jogo queria que você o executasse o maior tempo possível, prática natural para mineirar criptomoedas.

Em julho de 2018 os responsáveis pelo game negaram veemente que seu título escondia qualquer coisa, mas a mentira não se sustentou por mais tempo: a Steam baniu para sempre o estúdio Okalo Union de qualquer atividade envolvendo a loja. Felizmente a Steam tomou uma atitude rápida, mas deixou a sensação ruim de que é possível que outros jogos podem esconder vírus mais perigosos.

 

3- Ride to Thell

Em meados de 2013 a comunidade de jogadores percebeu que a Quality Assurance da Steam era uma piada, pois foi neste ano que o game Ride to Hell: Retribution da Deep Silver chegou até a Steam com pompa de jogo regrado a tiroteios e testosterona. O game foi um completo fiasco técnico, de modo que muitos o consideraram injogável e um desperdício de tempo e dinheiro.

Além dos inúmeros bugs, a história era um desastre e as cenas eram absurdamente desconfortáveis, sobretudo nos segmentos envolvendo sexo. O cúmulo da falta de noção é que o Hide to Hell tem um sexismo desnecessário e trata as mulheres como objetos. Pasme que em dado momento o protagonista Jake Conway salva uma mulher de ser estuprada e como retribuição a garota decide fazer sexo com o avatar do jogador!?

A (falta de) qualidade de Hide to Hell: Retribution não gerou polêmica, nem causou mal estar na comunidade, mas serviu para evidenciar que a Steam deixava muita coisa horrenda passar, como se não houvesse nenhum filtro de qualidade mínima. Em setembro de 2014 a Valve percebeu a mancada que era deixar o título a disposição de jogadores desavisados e decidiu remover o game de sua loja.

 

4 – Kill the F*ggot

Este aqui não ficou mais do que algumas horas disponível na Steam graças ao seu conteúdo perturbador. Kill the F*gott  (palavra censurada por ser extremamente ofensiva) coloca o jogador no papel de um jovem cujo objetivo era matar gays e transexuais com uma jogabilidade inspirada em point & click.

Conforme o personagem matasse os alvos (identificados por roupas rosas) a pontuação aumentava, mas se matasse um hétero a pontuação diminuía. O cúlmulo do absurdo eram as diversas frases ditas pelos narradores que evocavam ódio, tais como “entregador de AIDS morto!”.

Após a fúria cair sobre si, o criador da obra, Randall Herman, não chegou a se desculpar publicamente. Apenas disse que seu game não tinha intenção de ofender ninguém apenas irritar pessoas pessoas extremamente sensíveis com o tema. A conversa fiada não colou e a Steam retirou seu game do ar rapidamente.

 

5 – Rape Day

E aqui estamos: o game que inspirou esta lista: Rape Day. O título não deixa enganar: trata-se de um jogo em que um dos passatempos é estuprar jovens assustadas. O game é uma graphic novel ambientada num apocalipse zumbi que permite ao jogador e entre assédios, assassinatos, necrofilia e onda de violência desregrada, o jogador ainda pode estuprar as mulheres aterrorizadas.

Este foi o último jogo a ser banido da Steam, que comunicou que a obra representa um risco e custos desconhecidos a sua reputação. A produtora do game, a Desk Plant, disse entender os motivos da Valve e que era direito da empresa de Gabe Newell decidir que conteúdo deve fazer parte de seu catálogo, mas não pareciam muito arrependidos do mal gosto. Em reportagem ao Daily Mail, foi dito que o público-alvo de Rape Day são os 4% da população que são sociopatas e pessoas que “curtam bancar o estuprador e assassino em série durante um apocalipse zumbi”.

Rape Day foi removido do catálogo da Steam e provavelmente jamais voltará, apesar de a loja informar que o conteúdo foi suspenso para mera análise de conteúdo.

 

6 – Hatred

Já falamos de Hatred anteriormente  e esta é um figura fácil na lista de jogos polêmicos (mesmo em tempos de violência). Trata-se de um game que coloca o jogador no papel de um homem que odeia as pessoas e se lança numa campanha homicida.

Sob perspectiva isométrica e ambientes escuros, o jogador poderia deflagrar o caos.Em meio a tiros e banho de sangue, o que se ouve são as sirenes policiais, o choro de inocentes e muita gritaria. Tal como em jogos de péssimo gosto, assim que uma pessoa é morta, o jogador ganha munição e novas armas para continuar sua campanha. O problema não está em matar – uma vez que GTA e outros expoentes fazem isso – mas sim em recompensar o jogador por atos hediondos.

Tal como outros jogos desta lista, Hatred acabou banido da loja, porém apenas um dia depois ele voltou ao catálogo da Steam, com direito a pedido de desculpas pessoal de Gabe Newell, em um plot twist inesperado.

 

7 – The Key to Home

E por fim, temos um jogo japonês que não ficou muito conhecido por aqui e não chegou a fazer grande barulho, já que a Steam foi inclemente com seu conteúdo. The Key to Home se apresenta como uma visual novel típica, ou seja, cheia de mistérios, personagens fofinhos, opções de diálogos e decisões morais questionáveis. O problema era a descrição do game: “Esta é uma visual novel de mistério para todos os senhores e senhoras que adoram pequenas garotas!”.

A Steam pediu satisfações sobre o conteúdo e a Henteku se manteve calada até que o facão da justiça desceu e o game acabou banido da loja. De acordo com a Valve, o título precisou ser retirado pois incentivava e dava espaço para uma rede de pedófilos. As imagens e as insinuações não deixavam dúvidas de que o jogo escondia algo muito mais sinistro do que apenas mistério e pequenas garotas.

Alunos ensinam Minecraft para professores do Colégio Marista de Chapecó

Já imaginou uma escola em que os alunos ensinam os professores as mecânicas de Minecraft. Pois foi exatamente isto que ocorre na Rede Marista de Colégios, rede de ensino proeminente nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Durante a semana de reunião pedagógica e formação, no início do ano letivo, os professores do Colégio Marista São Francisco, em Chapecó, conheceram o conceito do jogo, feito de blocos cúbicos que podem ser colocados em qualquer lugar para construir estruturas. O mais interessante é que quem lecionou as aulas foram os próprios alunos da instituição.

A versão utilizada nas aulas foi a MinecraftEdu, versão pedagógica que passa a ser aplicada para desenvolver conceitos em sala de aula. Há instituições, a exemplo do Marista, que utilizam esta versão para explicar conteúdos em sala de aula e até lógica de programação. O jogo ainda exercita a colaboração no ambiente virtual para construir mundos de acordo com a imaginação.

 

 

 

 

 

 

Marcia Maria Rosa, diretora do colégio, acredita que a interação entre gerações e a troca de conhecimentos são experiências importantes para todos os envolvidos. “O processo de ensino-aprendizagem é de fundamental importância nesse intercâmbio e enriquece tanto o aluno como o professor, ainda mais quando os papeis são alterados”.

O protagonismo do aluno e a liberdade de explorar questões ao longo do caminho, algo que o uso do MinecraftEdu traz para a sala de aula, são só alguns dos benefícios da inovação tecnológica no ensino. Na opinião da diretora Marcia, uma das grandes vantagens quando se trabalha com o Minecraft é o aprendizado mútuo.

“A educação precisa estar aberta, constantemente, aos avanços científicos e culturais para não acabar sendo um universo defasado da realidade. Os elementos centrais da educação são o educador e o educando, com apoio das mais diversas ferramentas disponíveis”, conclui.

A ideia de explorar o Minecraft na escola surgiu de um grupo independente de professores e programadores que criaram, em 2011, o MinecraftEdu, versão do jogo atualmente utilizada nas escolas. Com a adoção da plataforma em mais de 40 países, a Microsoft adquiriu o MinecraftEdu em janeiro de 2014.

Quebec International recruta desenvolvedores de jogos brasileiros para trabalhar no Canadá

Ei, você, desenvolvedor de jogos brasileiro, já pensou em trabalhar na Ubisoft? Pois bem, há uma chance de trabalhar na sede canadense da empresa ou ainda na Artisan Studios, outra grande desenvolvedora com sede no Canada. Para tentar esta oportunidade, basta participar de um processo seletivo organizado pela Quebec International, agência de desenvolvimento econômico do Canada.

A Quebec International irá organizar um processo seletivo aqui no Brasil entre os dias 27 e 28 de abril com o objetivo de recrutar jovens talentos brasileiros. Para participar é necessário dominar programação e desenvolvimento de jogos 3D e 2D, programas de designers. As inscrições para o processo seletivo poderão ser feitas gratuitamente pelo site entre 11 de fevereiro e 17 de março, com currículos enviados em francês.

Sim, a empresa procura profissionais com conhecimento do idioma francês e o inglês é um diferencial. A agência selecionará os escolhidos para a bateria de entrevistas que acontecerá nos dias 27 e 28 de abril em São Paulo (SP), com a presença dos gestores das empresas.

De acordo com a Quebec International, os candidatos aprovados assinarão um contrato e a empresa ficará responsável pelos trâmites iniciais de imigração e obtenção do visto, o que permitirá trabalhar e viver legalmente na cidade.

“Mais do que se adaptarem facilmente à nossa cultura, os profissionais que atuam no segmento de games no Brasil têm uma capacidade reconhecida. Não à toa, o país é o maior mercado da América Latina e já movimenta R$ 1,5 bilhão”, comenta Janaina Kamide, conselheira em atração de talentos da Québec International.

Para mais informações e inscrições, acesse o site da organizadora do evento.

Cube Man, jogo indie brasileiro é prato cheio para quem curte alto desafio

O game de hoje é para quem busca desafio e alta qualidade no meio de tantos jogos independentes. Trata-se do jogo Cube Man, criado pelo desenvolvedor Lucas Kaue, que coloca os jogadores em uma série de fases que misturam os gêneros plataforma e puzzle. Basicamente você deve passar por desafios como serras elétricas, vulcões, estacas etc. Para ser bem sucedido você precisa de agilidade e reflexos rápidos.

Cube Man não esconde suas influências no mega hit Super Meat Boy, afinal, tal como no SMB, aqui o jogador toma o controle de um pequeno homem em formato cúbico que tem por objetivo resgatar seus amigos, que foram sequestrados de maneira misteriosa. Cabe agora desviar de toda sorte de armadilhas e passar pelos diferentes desafios a fim de ser bem sucedido na missão.

O título tem um nível de dificuldade elevado, de modo que jogadores incautos morrerão muitas vezes. É necessário destreza e muita paciência para triunfar. Um dos destaques é que Cube Man tem cores fortes e vibrantes, além de gráficos pixelados bastante trabalhados.

Cube Man ainda não foi lançado oficialmente, de modo que o desenvolvedor tem a previsão de lançar o produto final em meados de 2019. A expectativa é lançar primeiramente na Steam e em algum futuro próximo portá-lo para as plataformas de mesa.

HyperX lança campanha ‘We’re All Gamers’ com a participação de celebridades e influenciadores apaixonados por games

A HyperX, divisão gamer da Kingston Technology, lançou há poucos dias a campanha publicitária “We’re All Gamers” que será exibida na televisão norte-americana, mídias digitais e redes sociais ao longo de 2019. A campanha tem tudo a ver com videogame  e é liderada pela agência Envoy. De acordo com a HyperX, ela conta com a participação de diversos talentos da atualidade, como o rapper norte-americano Post Malone, os jogadores de basquete Joel Embiid (Philadelphia 76ers), Gordon Hayward (Boston Celtics) e De’Aaron Fox (Sacramento Kings), o jogador de futebol americano Juju Smith-Schuster (Pittsburgh Steelers), os streamers Shourd (PUBG) e Pokimane (Fortnite), e os atletas profissionais de eSports Daigo e Rush, e mostra o espírito gamer de cada personalidade participante.

“We’re All Gamers” já está sendo exibida durante o programa NBA Saturday Primetime, principal transmissão da liga profissional de basquete dos EUA, e continuará no ar durante os playoffs e finais da competição, tanto no canal ABC quanto na ESPN. Além do intervalo comercial, a marca HyperX aparecerá nos pedidos de tempo das partidas da NBA e no programa SportsCenter, da ESPN, no qual haverá uma série de ativações da HyperX ao longo da temporada.

A ideia é que a campanha We’re All Gamers integra o diversificado mundo dos multitelas, tanto de quem assiste aos jogos pela televisão quanto de quem utiliza plataformas móveis. Uma das peças publicitárias da campanha, com 30 segundos de duração e quatro embaixadores, já pode ser vista abaixo:

Além dos intervalos comerciais e das ativações na ESPN, a nova campanha da HyperX também estará em VOD (video on demand) e mídias sociais, como Twitter, Instagram e Facebook. We’re All Gamers conta com vídeos que variam entre 6, 15, 30 e 60 segundos. Ao longo do ano, a HyperX planeja expandir a campanha e incluir mais celebridades e influenciadores, como jogadores de futebol e profissionais de outros setores.

“Essa campanha foi desenvolvida para todos os gamers. Sejam atletas da NBA ou da NFL, streamer famoso, jogador profissional de eSports, ou até mesmo um ícone da música, a emoção de jogar é o que realmente une todos eles, e a HyperX os ajuda a jogar da melhor forma possível”, diz Daniel Kelley, diretor de marketing corporativo da HyperX. Mais informações sobre a HyperX e seus produtos estão disponíveis no site da HyperX.

Conheça Raccoo Venture, o game brasileiro inspirado em platformers dos anos 90

Se você já era um gamer no final dos anos 90 deve se lembrar da explosão de jogos adventures que faziam enorme sucesso, tais como Banjo-Kazooie, Conker’s Bad Fur Day e Super Mario 64. Pois bem, o desenvolvedor brasileiro Diego Ras acaba de lançar o game Racco Venture, que presta uma ode a esses games. A intenção é agradar os fãs do estilo platformer 3D que não estão encontrando novas produções do gênero.

A história segue a aventura de Raccoo um guaxinim, que é o último herdeiro do Poder dos Guardiões, que por muitos anos protegeram a Relíquia Sagrada, que deve proteger o mundo de Verta dos perigosos Tatus Tatuados, que almejam roubar a jóia mítica. Cabe ao jogador assumir o controle de Raccoo para enfrentar inimigos, resolver enigmas e quebra-cabeças, enquanto explora as 5 regiões de Verta, descobrindo itens mágicos que ajudarão nesta jornada em busca das peças da Relíquia.

De acordo com o desenvolvedor, Raccoo Venture tem muita influência e referências de grandes clássicos que escreveram a história dos jogos 3D, e traz em sua essência a atmosfera lúdica e inocente que por muitas vezes acabou sendo deixada de lado pela nova indústria dos videogames. Durante a aventura, o jogador explora 5 regiões divididas em 17 fases onde coletar e colecionar itens é uma das ocupações recorrentes no gameplay.

Tal como ocorria nos games dos anos 90, em Raccoo Venture, você irá interagir com diversos personagens espalhados pelo mundo de Verta e irá enfrentar chefões casca grossa. Como se não bastasse, o título é pontuado por vários puzzles e desafios interessantes. Mas não pense que o game sobrevive de elementos do passado: aqui é possível customizar personagens e o estilo visual é extremamente atual. Vale dizer que as roupas obtidas durante as diferentes fases dão novas habilidades ao Raccoo.

Raccoo Venture estará disponível na Steam em breve, porém sem data definida para lançamento. Mais informações podem ser obtidos no site oficial.

Abaixo você confere o trailer de Raccoo Venture:

League of Legends – Inscrições para as Qualificatórias do Circuito Desafiante já estão abertas

Quer se tornar uma lenda dos e-Sports? Pois então esta é a sua chance! A Riot Games e a BBL anunciam que as inscrições já estão abertas para as Qualificatórias do Circuito Desafiante, a série B da liga profissional brasileira de League of Legends. Para se inscrever, os interessados devem acessar o LoL ESPORTS BR.

A competição será dividida em duas fases: Classificatórias e Eliminatórias. Na primeira fase, serão quatro etapas classificatórias e as equipes vão poder escolher uma delas para participar. As partidas serão em MD1, sendo apenas a final em MD3.

Confira abaixo mais detalhes do Circuito Desafiante do League of Legends:

●      Classificatória #1

o      Datas e horários:

▪       23 de fevereiro, às 14h

▪       24 de fevereiro, às 18h

o      As inscrições para essa etapa se encerram no dia 23 de fevereiro, às 11h

●      Classificatória #2

o      Datas e horários:

▪       9 de março, às 14h

▪       10 de março, às 18h

o      As inscrições para essa etapa se encerram no dia 9 de março, às 11h

●      Classificatória #3

o      Datas e horários:

▪       16 de março, às 14h

▪       17 de março, às 18h

o      As inscrições para essa etapa se encerram no dia 16 de março, às 11h

●      Classificatória #4

o      Datas e horários:

▪       23 de março, às 14h

▪       24 de março, às 18h

o      As inscrições para essa etapa se encerram no dia 23 de março, às 11h

 

As equipes vencedoras de cada etapa acima vão disputar as Eliminatórias, em MD3, com os quatro times que melhor se classificaram no ranking geral de pontos da primeira Fase. Os dois times que vencerem as eliminatórias disputarão a Série de Promoção contra as equipes que ficarem em 5º e 6º lugares nesta Primeira Etapa do Circuito Desafiante 2019.

●      Fase Eliminatória –  30 e 31 de março, às 18h

●      Série de Promoção – 22 e 23 de abril

Jogadores de qualquer elo (bronze, prata, ouro, diamante) podem se inscrever, mas devem ter ao menos 17 anos completos até o dia 31 de julho de 2019. Cada time tem que ter pelo menos três jogadores brasileiros. Pro players que jogam atualmente na Primeira Etapa do Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLoL) ou do Circuito Desafiante não podem participar.

Todas as partidas serão transmitidas nos canais da BBL no Twitch e no YouTube, logo após as rodadas do CBLoL, aproximadamente às 18h. Para mais informações sobre as Qualificatórias do Circuito Desafiante, acesse o regulamento.

INTZ contratra time feminino de CS:GO visando conquistas internacionais

A INTZ e-Sports continua se reinventando! A equipe de cyberatletas mais famosa do Brasil acaba de anunciar a formação de um time feminino de CS: GO. O objetivo é formar uma equipe competitiva o suficiente para disputar os principais campeonato nacionais e internacionais de 2019. Vale lembrar que a ação segue a tendência de outras equipes, tal como o Santos, que criou seu time feminino em meados de 2018.

A equipe feminina da INTZ é formada por Jessica “fly” Pellegrini, Claudia “Santininha” Santini, Juliana “ujliana” Scaglioni, Gabriela “gabee” Velasco e Aline “lininhA” Avancini, sob a direção do coach Felipe “Guse” Guse. Dentre várias conquistas da lineup, vale citar: Kawotice Brazil Female qualify (2º lugar), WESG SA Female qualify (2º lugar), Eletronic Sports World Cup 2016.

“Essa importância no investimento do cenário feminino é algo para trazer mais gás e força de vontade pra quem está lutando diariamente, além de aumentar a visibilidade e mostrar que o cenário feminino tem que ser valorizado”, disse Jessica “fly”.

“O cenário feminino está começando a se expandir agora, e pensar que uma organização tão grande como a INTZ se permitiu a dar esta chance para um time só de mulheres mostra um avanço enorme.” complementa Juliana “ujliana”.

O clube intrépido acredita na capacidade e força que as mulheres possuem, investindo cada vez mais em projetos para o público feminino e expandindo os horizontes das atletas, quebrando barreiras e preconceitos. Inclusive, a contratação e o anúncio do time faz parte da campanha #JogoÉCoisaDeMenina que o clube lançou recentemente, homenageando as mulheres no cenário do gamer.

No vídeo abaixo você conhece as intrépidas da INTZ:

War Solution – game mistura puzzle e tower defense para melhorar suas habilidades em matemática

O ano de 2019 terá tudo para ser especial para a equipe da Yaw Studios, uma desenvolvedora indie focada em criar jogos que agreguem conhecimentos ao jogador, pois é justamente neste ano que a empresa lançará o ambicioso War Solution, um título que mistura puzzle e tower defense de maneira única. O game esteve presente na BGS 2018 e deixou uma impressão bastante positiva entre os visitantes do estande.

Basicamente você deve derrubar as torres adversárias com a utilização de uma catapulta antes que o adversário derrube a sua estrutura. Para isso, você deve acertar um desafio matemático que surge na tela. Quem responder primeiro tem a chance de disparar contra a torre adversária primeiro. O macete é que além de divertir, o game ainda auxilia no raciocínio rápido e atrair pessoas para a boa e velha matemática.

War Solution consegue êxito em divertir e ensinar muito por causa de seus visuais encantadores, o clima de competição e jogabilidade simples. Você vai resolver problemas de adição e subtração, escolhendo entre quatro opções de respostas disponíveis. Quanto mais rápido você responder, melhor, pois há a chance de ganhar itens capazes de aumentar o poder de fogo de sua catapulta. Mas se você demorar para responder, o dano causado no inimigo será pífio.

Se você se mostrar um gênio não descoberto da matemática, novas torres são desbloqueadas. De acordo com a Yaw Studios, o game conta com 5 modos de jogo, incluindo um modo de combate, que permite que você desafie seus amigos online. Até o momento, apenas dois modo estavam prontos: a campanha e o multiplayer local para dois jogadores – e foi justamente este a fazer bastante barulho na BGS, através de desafios propostos pela equipe da Yaw Studios aos visitantes do estande.

Em entrevista ao site Jogazera, Aislan, fundador da Yaw Studios disse que o game foi pensado após avaliar o nível educacional dos alunos. “Não querendo educar, mas utilizando a competição e a diversão como veículo, fazendo com que a matemática seja inserida naturalmente, sem a pessoa perceber”, disse Aislan.

War Solution ainda não tem data definida de lançamento, mas sabe-se que chegará ainda em 2019 para plataformas mobile e PCs. Há planos de trazê-lo aos consoles no futuro também. A impressão que o game deixou nos visitantes da BGS foi bastante positiva e provavelmente ele deve fazer novas participações em outros eventos de jogos nacionais. Você pode conferir mais sobre o game no site oficial.

Abaixo você confere um trailer de War Solution:

ESL e Facebook Gaming expandem parceria durante 2019 para cobrir todos os eventos globais da ESL Esports

Curte e-Sports? Então fique de olho nisso! A ESL, maior companhia de esports independentes, e o Facebook Gaming anunciam a expansão da parceria que cobre todos os eventos globais de competição de esports da ESL, de maneira não exclusiva, para a plataforma do Facebook. A intenção é que a ESL irá transmitir tanto os circuitos emblemáticos, Intel Extreme Masters (IEM) e ESL One, como a estreia da Pro League de Counter-Strike: Global Offensive (CS:GO).

A distribuição começou com a classificação regional de CS:GO para o IEM Katowice Minor, em 16 de janeiro desse ano e se desenrolará até dezembro de 2019. As competições serão transmitidas globalmente pelo Facebook, em inglês, com qualidade 1080p/60fps e divulgadas ao vivo pela ESL Pro League tanto em inglês como em português.

“A ESL une a comunidade global de fãs de esports e tem o objetivo de entregar experiências incríveis para audiências ao redor do mundo, tanto online como por eventos de grande escala”, comenta Ralf Reichert, Co-CEO da ESL. “Iremos oferecer diferentes plataformas, nas quais os fãs poderão viver nossos circuitos online emblemáticos – incluindo um retorno ao Facebook Gaming para continuar a trazer conteúdo para sua crescente audiência.”

ESLDesde o começo das lives da ESL no Facebook, as duas companhias colaboram para fazer atualizações importantes para a experiência dos espectadores, os fãs de esports. Dentre as alterações, estão a melhora na qualidade de vídeo e na estabilidade, assim como na facilidade de descobrir os eventos da ESL.

“Expandir o conteúdo da ESL para incluir todas as competições globais de esports é um meio de satisfazer o apetite, que cresce a cada dia, de assistir vídeos com conteúdo de gaming no Facebook”, diz Leo Olebe, Diretor Global de parcerias de Games do Facebook. “Dar aos fãs da ESL uma maneira de assistir aos esports em diferentes plataformas é algo que nós sabemos ser importante para a comunidade, e essa é uma grande razão para que todo o conteúdo de 2019 seja transmitido em qualquer lugar que a ESL queira. Nós continuaremos a ouvir e agir sobre o feedback dos gamers e trabalharemos juntos para construir um mundo da comunidade gaming.”

Os fãs poderão assistir e seguir todo o conteúdo da ESL no fb.gg, destino de vídeos de gaming no Facebook, e em páginas individuais para as competições IEM, ESL One e Pro Legue.