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Programador usa iPhone para salvar casa de sua família

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O programador americano Ethan Nicholas, frente à crise que abalou o mercado estadunidense, resolveu tomar uma atitude interessante: criar um game de iPhone.

Ethan, que estava afogado em dívidas médicas por conta de um corte no pagamento do salário de sua firma Sun Microsystems, pediu à esposa Nicole que cuidasse dos dois garotos menores enquanto ele investiria as horas de folga na criação de um game.

Durante seis semanas, o programador de 30 anos trabalhou em iShoot, um jogo simples, de tanques, cuja renda até hoje ultrapassa US$ 700 mil, o suficiente para garantir o sustento e a residência da família, que estava perto de ser hipotecada.

Vendido por US$ 2,99, o game virou febre, ganhou uma versão “lite” gratuita que serviu como amostra, e incentivou seu designer a criar um estúdio de desenvolvimento para a plataforma da Apple.

A visão do programador tem sentido, já que com a possibilidade da compra de softwares baratos e que são recebidos em alguns minutos, muitos consumidores compram por impulso. Dos US$ 3 cobrados, apenas 30% fica com a Apple, um valor relativamente pequeno pelo objetivo obtido com a venda.

Em um dos dias de venda, em 6 de janeiro, o iShoot rendeu US$ 2 mil. No dia de melhores vendas, o programador afirmou ter tirado US$ 37 mil, valor absurdo para um trabalho de seis semanas que foi feito no sofá de casa.

Agora me diga: Ethan é um cara de sorte ou um sujeito muito esforçado?

[Via News & Observer | Obrigado Flávio Jarabeck]

Jogos brazucas para celular

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Fomos contatados recenetmente por Renan Reis, gerente de uma equipe de desenvolvedores de games para celular, que trouxe ao nosso conhecimento as atividades do estúdio independente Lucid Dreaming.

Com alguns jogos em seu catálogo e participação de peso em dois concursos (segundo lugar no Telemig Celular Games 2007 e seleção no edital da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro), o estúdio tenta ganhar espaço no cenário.

Um dos games de celular, Alice in Puzzleland, possui versão de demonstração para ser testada no Windows. Interessante, o jogo mistura a personagem dos contos infantis a um quebra-cabeça tradicional em que o jogador precisa remontar os cenários. Os gráficos são simples, porém eficientes.

É interessante ver novos estúdios surgindo. Boa sorte aos nossos amigos e leitores da Lucid Dreaming e, é claro, muito sucesso.

:: Acesse o site do estúdio e baixe a demo

Vivo lança Spore para celulares

É fato: no que Will Wright coloca a mão, vira sucesso. O criador de SimCity e The Sims agora vê o sucesso de Spore, criticado apenas pela sua cruel DRM, mas que não isolam o fato de ser um jogo espetacular.

Agora a Vivo anunciou Spore Origins, uma versão reduzida do simulador de evolução, que está sendo vendido pelo portal Vivo Downloads por R$ 15.

São 18 níveis diferentes, que trazem alguns dos elementos da versão completa para o jogo, como personalização de espécies e combate a predadores. É claro, não espere que o jogo se equipare a versão para computadores, o que seria injusto pelo preço ou pelas especificações de um aparelho telefônico.

:: Quer conhecer o Spore Origin? Acesse o site oficial

Wi-Fi Army: FPS com pessoas de verdade

A nova plataforma portátil Android, desenvolvida pela Google, está sendo vista como uma possível revolucionária para a indústria dos games. Um exemplo do que é possível é o Wi-Fi Army, um jogo de tiro em primeira pessoa diferente.

Este FPS em desenvolvimento pela W2Pi Entertainment é um jogo de tiro em primeira pessoa que une três tecnologias populares em aparelhos de telefonia móvel: o GPS, uma câmera digital e conectividade com o serviço Google Maps. Mas, diferente de um jogo tradicional, este game utiliza o vídeo captado pela câmera como parte gráfica.

Os jogadores são cadastrados em times gratuitamente em um limite de 500 combatentes por cidade. A busca pelos outros jogadores é feita graças ao Google Maps e ao GPS, que emite alertas quando um inimigo se aproxima em um raio de 90 metros a partir de seu celular.

Inicialmente o servidor é capaz de comportar cerca de 100 mil usuários, número que deve subir progressivamente. Para participar, é possível se inscrever gratuitamente.

Mais informações? Visite o site de WiFi Army!

Nintendo 64 vira portátil na mão de fã

L64 - O Nintendo 64 Portátil

O hacker Marshall criou o que todo fã do videogame Nintendo 64 um dia sonhou: um portátil baseado no último sistema da Nintendo abastecido por cartuchos.

A criação, batizada de L64, possui o mesmo “look-and-feel” do videogame, preservando característica como cores de botões e o que parecem ser os conectores para joystick existentes no aparelho.

A empreitada foi detalhada passo a passo, em uma espécie de guia que pode servir de base para que outros fissurados em game e com bons conhecimentos de eletrônica tentem reproduzir o feito em casa.

Marshall não se contentou em criar um modelo portátil, e foi além, moldando dois involucros plásticos (frente e costas) com um equipamento específico e, depois, perfurando e ajustando para que ambos os modelos se encaixassem perfeitamente.

No tutorial dividido em quatro páginas e repleto de fotografias, o aparelho aparece rolando o saudoso Mario Kart. Uma foto do dispositivo com o cartucho 007 Goldeneye também aparece no tutorial, mas infelizmente não há uma foto do jogo sendo rodado.

Acompanhe o passo a passo de Marshall no site Retroactive.

[Via Canal-3]

Jogos coreanos em celulares brasileiros

A brasileira Tectoy Mobile e a coreana Com2Us anunciaram uma parceria que trará alguns dos títulos de sucesso no mercado de games para celulares no mercado oriental também para o público brasileiro.

Entre os títulos que poderão ser oferecidos por operadoras brasileiras aos seus clientes graças à parceria estão Super Action Hero, Street Sports Club, Sniper Rifle, Vírus e Tower Defense, games já disponíveis em outros 39 países.

Super Action Hero

Um dos destaques é o Super Action Hero, game em que o jogador controla um superherói em um cenário desenhado com palitinhos, algo que rendeu a ele um prêmio da americana AT&T de maior inovação visual.

Street Sports Club traz partidas de futebol, basebol, basquete, golfe e squash para as minúsculas telas de celulares, enquanto Sniper Rifle aposta em uma ação de jogos de guerra.

Ainda não há data final para o lançamento dos títulos da Com2Us no mercado brazuca, mas interessados podem conferir um vídeo aqui.

O Gângster no seu celular

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A Gameloft, empresa de edição e desenvolvimento de videogames para telefones celulares, apresenta O Gângster: o jogo para celular, baseado em uma das estréias cinematográficas mais esperadas de 2008, cujos protagonistas são as estrelas Denzel Washington e Russel Crowe.

Tendo o Harlem dos anos 70 como cenário, O Gângster: o jogo para celular mergulha fundo na atmosfera do filme, recriando as cenas e personagens com total fidelidade. Os jogadores podem escolher tornar-se parte do crime organizado no papel do mafioso Frank Lucas (Washington), ou então tentar derrubar o império do crime encarnando o policial Richie Roberts (Crowe).

Não importa a escolha dos jogadores, o ogame para celular da Gameloft promete tanta ação e suspense quanto o filme. Lutando do lado da lei ou do crime, os jogadores terão um total de 40 missões, incluindo a venda de armas, a eliminação dos chefes inimigos e infiltrar-se como informante na gangue de Frank Lucas. Trata-se de um jogo no qual o poder de fogo e a influência são fatores decisivos, e só quem dominar os dois poderá sobreviver.