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Sociedade Nagô – Revolta dos Malês vira tema de game para Windows e Android

Hoje vamos falar do game brasileiro Sociedade Nagô, criado pelo estúdio indie Strike Games. O título foi lançado há poucos dias e reconta a sangrenta Revolta dos Malês, um levante de escravos ocorrido na cidade de Salvador, Bahia, em 25 de janeiro de 1835. O game é para PCs e dispositivos mobile e alterna entre o jogo virtual e tarefas no mundo real. Basicamente trata-se de um apanhado de mini games recheados de mistério, desafios e tarefas que envolvem emitir opiniões, ilustrar e escrever textos.

O foco de Sociedade Nagô é trazer o conteúdo histórico da Revolta de forma mais aprofundada com um suporte pedagógico, juntamente com o fator lúdico. Este é mais um game com um pano de fundo histórico extremamente importante na história do Brasil. O game segue o estilo de Point & Click, de modo que pode ser apreciado por todos os tipos de jogadores.

Há muitas influências de graphic novels ao longo da jogatina, de modo que os personagens apresentados sempre procuram o jogador para contar informações históricas e que ajudam no desenrolar da trama. Vale dizer também que o título faz a alusão à sociedade secreta fictícia do jogo formada pela maioria de libertos africanos da etnia Nagô.

Sociedade Nagô demorou cinco meses de produção e foi financiado pela Secretaria do Audiovisual do Ministério  da Cultura, por meio do edital App pra cultura 2017. O projeto também conta com parceria da Strike Games e Labrasoft (grupo de pesquisa do IFBA).

Sociedade Nagô – O Início é idealizado pelo game designer Alexandre Santos, é financiado pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, por meio do edital App pra cultura 2017. O projeto foi desenvolvido pela Strike Games em parceria com a Labrasoft (grupo de pesquisa do IFBA). O lançamento oficial ocorreu no último dia 16 de junho no Shopping Bela Vista e contou com a participação do Grupo Afro Malê DeBalê.

Sobre a Revolta dos Malês

Para quem não sabe, em 1835, na noite de 24 para 25 de janeiro um grupo de negros africanos e brasileiros islamizados  se rebelou contra a elite senhorial, com o objetivo de alcançar a liberdade e implantar um califado com seus costumes e tradições em Salvador. Esta luta ficou conhecida como Revolta dos Malês. O levante foi motivado pela intolerância religiosa, política e cultural. A situação inflamou-se dos dois lados e culminou na morte de 70 escravos revoltosos e 7 soldados. Também foram feitos 200 presos, que foram julgados e condenados a penas variadas, como açoites, morte ou envio de volta à África.

Você pode baixar o game gratuitamente na Google Play ou acessar o game através do itch.io para Windows.

Abaixo tem um trailer de Sociedade Nagô – O Início:

Copa do Mundo da Rússia – Conheça seis jogos gratuitos para Android que vão te deixar no clima para torcer pelo Brasil

O clima de futebol já está por toda a parte! Milhões de brasileiros vestiram a amarelinha para torcer por nossos campeões na Rússia. Hoje vamos listar seis jogos gratuitos para dispositivos mobile para quem quer entrar no clima da Copa e desafiar os amigos em partidas arrasadoras.

Cada um dos jogos listados são de gêneros diferentes e possuem objetivos distintos, de modo que você não vai ver uma lista com oito simuladores ou dois jogos parecidos. Os jogos aqui foram escolhidos devido à sua qualidade e fator diversão. Vale dizer que quase todos os games aqui são bastante casuais e gratuitos.

 

Zezin na Copa da Rússia

O jogo que abre nossa lista é Zezin na Copa da Russia, do estúdio indie brasileiro ChackPoint. O título, que já foi tema aqui no GameReporter, coloca o jogador no controle de Zezin, um garoto aficionado por futebol. Você deve ajudar o garoto a fazer o maior número de embaixadinhas possível.

A jogabilidade é bem simples e divertida e o sistema de ranking é ideal para desafiar seus amigos por aí. O grande macete mesmo é que o título faz uso da realidade aumentada, de modo que você pode levar Zezin para fazer embaixadas em qualquer ambiente da sua casa ou do seu trabalho. Baixe Zezin na Copa da Russia aqui.

 

Top Eleven

Este aqui é para quem acha que o trabalho de técnico de futebol é moleza. Top Eleven é produzido pelo estúdio indie Nordeus e o objetivo aqui é dirigir seu próprio time de futebol, criando estratégias, escalando os melhores jogadores, assinando contratos de patrocínio e administrando treinos para melhorar suas chances de vitória.

O game tem um foco bem centrado na comunidade online, de modo que você pode desafiar outros times ao redor do mundo. De acordo com a desenvolvedora, há mais de 170 milhões de jogadores em todo o mundo, alguns dos quais já se dedicaram ao título por oito anos. Chegar ao posto de melhor técnico do mundo e vencer a Copa do Mundo não será tarefa fácil. O download é gratuito.

 

Finger Soccer Coins

Você se lembra do clássico Futebol de Botão? Pois então, a Free Mobile Sport Games reviveu a diversão da garotada para os celulares. A jogabilidade é bem fácil: basta apontar a direção da jogada e tentar acertar a bola no gol. E sim, fazer isso é extremamente viciante.

Figer Soccer Coins possui diversos torneios e é possível bolar estratégias para derrotar os adversários. A Free Mobile Sport, desenvolvedora do jogo, ainda incluiu desafios diversos para manter os jogadores entretidos. Este game é ideal para quem quer reviver a infância. Acesse o jogo através do Google Play.

 

Futebol FIFA: FIFA World Cup

Como falar de futebol digital sem mencionar a franquia nº 1 do gênero? A versão mobile não pode ser equiparada às versões de consoles e PC, porém a Electronic Arts fez um serviço de respeit para manter os fãs de simuladores de futebol entretidos. Este aqui é o título mais complexo e trabalhado da lista, mas afinal este é o único game inteiramente licenciado para a Copa.

Em comemoração ao Mundial da Rússia, a EA adicionou mapas e modos únicos, além de disponibilizar todas as 32 nações classificadas. Além de tentar ganhar o caneco, os jogadores ainda tem um modo que permite fazer previsões dos resultados das partidas reais da FIFA World Cup. Quem acertar pode até ganhar recompensas. Acesse o FIFA World Cup aqui.

 

Head Soccer Russia

Este game é do estúdio espanhol Genera Games e chama as atenções por seu estilo caricato e jogabilidade simples, porém divertida. As partidas lembram o clássico “Gol a Gol”, ou seja, apenas um jogador defendendo sua seleção para cada lado. Ganha quem fizer mais gols até o fim da partida (obviamente).

Cada jogador possui habilidades e jogadas especias para derrotar os adversários e as partidas costumam ser bem rápidas. Head Soccer Russia possui quatro modos de jogo para tornar a jogatina ainda melhor. Demora um tempo até pegar o jeito, mas quando você aprende a jogar, acaba se viciando. Download gratuito aqui.

 

World Cup Penalty 2018

Este é o jogo para quem curte fortes emoções! Esqueça as táticas e sistemas elaborados, tudo aqui se resume a bater pênaltis e derrotar as seleções adversárias. A jogabilidade é simples: barras indicam a posição e força do chute, enquanto que na hora de defender basta tocar no canto escolhido. Vencer não é fácil, mas traz a emoção característica das decisões por penais. Todas as 32 seleções que estão na Russia estão representadas neste game.  Você pode fazer o download aqui.

Top 10: Games que foram longe demais

Os desenvolvedores de jogos não só podem, como devem chamar as atenções do público se quiser receber algum destaque em meio aos inúmeros lançamentos que surgem todas as semanas. Entretanto há alguns jogos que chamaram as atenções de maneira errada ao explorar conceitos pouco ortodoxos. Alguns desses projetos não apenas acarretaram na ira geral como em banimentos em diversos países e até processos judiciais.

Criar um game polêmico não é necessariamente o problema, já que títulos como GTA, Bully e Dead or Alive conquistaram sucesso e aclamação de crítica e público. O problema são os jogos que cruzaram a fronteira do bom senso e foram longe demais. Estamos falando de games que exploram temas e ideias ruins como estupro, xenofobia e assassinato de inocentes.

Confira abaixo 10 games que foram longe demais:

 

Active Shooter

Este jogo é bastante recente e já está dando o que falar, tanto que a Steam baniu o game de seu catálogo. O título simula com riqueza de detalhes um ataque a tiros em uma escola americana. Você poderia escolher entre ser um atirador ou um policial atendendo ao chamado de um atentado.

Nem precisa dizer o quanto o tema é sensível para os americanos e quanto as pessoas ficaram insatisfeitas com o projeto. Uma petição foi elaborada e assinada por mais de 100 mil pessoas exigindo que a Steam não permitisse o lançamento na plataforma (agendado para o dia 6 de junho). O projeto é de um desenvolvedor chamado Ata Berdiyev, que já chegou a ser banido da Steam anteriormente por quebrar normas da loja.

 

Postal

Lançado em 1997 pela Running with Scissors, este game coloca o jogador na pele de um esquizofrênico que acredita que a Força Aérea Americana está liberando uma espécie de gás venenoso pela cidade. Em seus delírios, ele acredita ser imune ao gás e a única pessoa capaz de deter os militares. Seguindo ordens em sua cabeça, o protagonista começa a matar qualquer pessoa que esteja em seu caminho, sejam policiais, militares e até mesmo civis. Sua meta é chegar até uma base do exército para detonar uma bomba atômica.

Postal acabou sendo banido em diversos países do mundo, incluindo o Brasil, graças a sua violência gratuita e o tema tão pesado. Em 2003 a produtora chegou a lançar uma sequência, que também foi banida em diversos países já que apresentava cenas de desmembramento e assassinatos brutais a todo o momento. Curiosidade: o título é uma analogia ao termo “going postal”, que remete ao ano de 1986, data em que o funcionário dos correios americano Patrick Sherrill matou 15 pessoas, incluindo colegas de trabalho e policiais.

 

KZ Manager

Jogos de administração geralmente tem um viés educativo. Jogos como Theme Park, Football Manager e Sim City ensinam os jogadores conceitos sobre gerenciamento de recursos naturais e investimento. A história é bem mais sórdida com KZ Manager, pois aqui você deve administrar nada menos que um campo de concentração nazista. Os “recursos naturais” são prisioneiros, gás venenoso, dinheiro e armas para as tropas.

Para manter a ordem o jogador deve coibir prisioneiros amotinados promovendo execuções às centenas. O único fator que pode atrapalhar o jogador é a opinião pública, ou seja, o jogador deve manter a produção em alta. Literalmente aqui os fins justificam os meios. Não precisa dizer que o jogo foi sumariamente proibido na Alemanha e em vários países do mundo.

 

Hatred

 A Destructive Creations tinha como objetivo chocar a audiência ao criar Hatred, um shooter isométrico cujo único objetivo é criar o caos. Aqui o jogador encarna o papel de um homem que odeia a humanidade e decide morrer naquele dia, mas antes quer levar o máximo de pessoas consigo. Para isso, ele sai com o maior número de armas e munição possível.

Quanto mais pessoas o jogador conseguir matar antes de ser pego, melhor. Não há qualquer razão aparente para os assassinatos, é violência gratuita mesmo. Não por acaso a Valve chegou a retirar o jogo da Steam, mas devido a críticas quanto a política da empresa, o game voltou a ser comercializado na plataforma.

 

Carmageddon

Este é bastante conhecido entre os jogadores dos anos 90. Inspirado em um filme de Sylvester Stalone, aqui temos um jogo cujo objetivo é atropelar e matar pessoas. Quanto maior a carnificina, melhor. Para ajudar o jogador a perpetrar um banho de sangue maior é possível fazer algumas melhorias nos veículos, como incluir lâminas e armas de fogo automáticas.

No Brasil houve banimento completo do jogo, ao passo em que em outros países a Stainless Games, produtora do título, deu uma repaginada geral para poder comercializá-lo. Entre as diversas mudanças estão a substituição de pedestres por robôs e zumbis e uma singela alteração na paleta de cores do sangue. Na época que o game estourou, muitos veículos de imprensa o acusaram de incentivar a violência dos jovens.

 

Ethnic Cleasing

Imagine um game tão pesado que os próprios jogadores evitem falar sobre ele? Este é o caso de Ethnic Cleasing, um jogo que te coloca no papel de um jovem da Ku Klux Klan ou do movimento Skinhead. O game é um FPS repleto de mensagens de ódio contra judeus, afrodescendentes e latinos. Seu objetivo é (conforme o título sugere) fazer uma limpeza étnica. Sim, há bastante violência gore e assassinatos ao longo da campanha. Para piorar, os alvos são indivíduos extremamente estereotipados.

Diferente dos outros jogos desta lista, Ethnic Cleasing não apenas foi banido, mas seus criadores (The National Alliance) também foram processados. Uma sequência chegou a ser produzida, mas felizmente foi abolida das lojas online. Mais tarde descobriu-se que seus criadores eram neonazistas de carteirinha e a história envolveu mandados de prisão.

 

Muslim Massacre

Outro jogo que promove a xenofobia de maneira premeditada é Muslim Massacre, um jogo do gênero shoot ‘em up cujo objetivo é exterminar muçulmanos. O game foi lançado em 2008, no auge da guerra contra o terror, promovida por George W. Bush. Você encarna o papel de um guerrilheiro americano que atira em qualquer islamita que aparecer no caminho. Apesar do design simplista, há bastante sangue na campanha.

Muitos islamitas se sentiram ofendidos com o título, que não poupou nem mesmo a imagem de Allah, o deus do Islã. Tal como outros títulos desta lista, Muslim Massacre acabou banido de vários países do mundo.

 

RapeLay

Em 2006 a Illusion Soft fez uma brincadeira de extremo mal gosto ao lançar RapeLay, um título em que o objetivo é perseguir e estuprar mulheres. Sim, você não leu errado: você deve estuprar mulheres. Quase toda a ação ocorre dentro das estações de trem e metrô, exatamente como ocorre na vida real. Ao longo da jogatina você pode passar a mão nas mulheres, levantar suas saias, persegui-las e por fim estuprá-las.

Para piorar a situação, o game é bastante gráfico, mostrando o constrangimento das mulheres. Em alguns momentos podem-se ver as garotas chorando e se machucando. A história do jogo é tão terrível quanto o game em si: você é um pai de família que não vê problema algum em promover incesto e ameaçar de morte suas duas filhas. O choque foi tão grande no período de lançamento que o game virou notícia nos principais jornais do mundo. Praticamente o mundo todo baniu esta brincadeira sem graça.

 

Baby Shake

Este aplicativo para celulares foi o responsável por mostrar que o processo de aprovação para entrar na loja da Google era extremamente falho. Exclusivo para celulares, o game coloca o jogador como cuidador de um bebê que chora repetidamente. Seu objetivo é fazê-lo parar de chorar, entretanto a tarefa não é das mais fáceis.

Logo, ao invés de ninar a criança, o jogador deve sacudir a criança com força excessiva até que os olhos do bebê sejam substituídos por “X”. Nos mangás isso significa que o bebê está morto. Sim, o objetivo aqui é matar bebês. A desenvolvedora do game ainda foi sádica na hora de descrever o game na Google Store: “quanto tempo você aguenta o choro dele antes de calá-lo?”. Devido às inúmeras reclamações o App foi removido da loja.

 

Dog Wars

Este game segue um estilo parecido com Mafia Wars, porém os jogadores têm à sua disposição cachorros. Sim, o objetivo é fazer os cães lutar em rinhas. Para vencer, você deve treinar os animais, alimentá-los e dar a eles esteroides até ficarem fortes e sanguinários.

Após diversas petições e mobilização do PETA, o jogo acabou saindo do ar na Google Play. A produtora do jogo (Kagegames), tentou se defender alegando que o jogo não incentivava rinhas de cães, mas um mero aplicativo de instrução de como tornar um cão obediente e treinado. As desculpas não colaram e os desenvolvedores sofreram diversas ameaças de morte pela brincadeira nonsense.

 

Bonus: Super Columbine Massacre RPG!

Super Columbine Massacre RPG! foi lançado em 2005 para horror das famílias das vítimas do massacre de Columbine. O jogo é do gênero RPG com um design inspirado nos clássicos da era 16 bits, de modo que a violência não é tão grande. Entretanto os minutos iniciais já mostram o quanto o criador do jogo, Danny Ledonne, é uma pessoa sádica, já que o game reconta todo o dia do massacre.

A reação foi extremamente negativa, porém houve quem defendesse o lançamento como uma forma de expressão válida de arte.Seja como for, o game foi o primeiro a ser banido do Slamdance Festival e se tornou um símbolo entre jogos polêmicos.

Zezin na Copa do Mundo – Aplicativo de Realidade Aumentada da Checkpoint Studios é para os amantes de futebol e entusiastas por alta tecnologia

A Copa do Mundo da Rússia está chegando para alegria dos amantes do futebol. Pensando já no hype da maior competição esportiva mais importante do mundo o pessoal da Checkpoint Studios criou o projeto Zezin na Copa da Russia, um jogo pensado na tecnologia de realidade aumentada e que ainda ajuda o usuário a acompanhar a tabela dos jogos e notícias do evento esportivo.

De acordo com os produtores, ao utilizar a tecnologia AR surge um garoto (em qualquer superfície) e que tenta fazer embaixadinhas seguidamente. O macete é fazer o maior número de embaixadinhas sem deixar a bola cair. Você pode vencer o recorde de seus amigos e postar nas redes sociais. Zezin na Copa do Mundo da Russia é um dos primeiros jogos brasileiros inspirado pelo clima da Copa e tem tudo para ser bem sucedido.

A mecânica de jogo é bem simples: há uma barra e no centro dela um aro com uma bola passando de um lado a outro.  A partir dessa premissa, o jogador deve acertar o tempo certo para Zezin acertar a embaixadinha, somando assim um ponto. O cursor da barra ficará cada vez mais rápido criando assim uma dificuldade maior.

O aplicativo Zezin na Copa do Mundo da Russia ainda está em desenvolvimento para dispositivos mobile, mas deve ser lançado em breve para aproveitar a época da Copa. Para quem não conhece, a Checkpoint Studios é uma startup de desenvolvimento de aplicativos dedicados à realidade aumentada e virtual. A empresa busca a inovação constante com seus produtos e jogos de interesse público. Entre seus jogos, destacam-se Dead Chicken e o Circus Equilibrium.

PROACOINS – Game similar ao Pokémon Go permite aos jovens de SP trocarem pontuação por curso de inglês

Inspirado pelo sucesso de Pokémon GO, o Teatro Municipal de São Paulo aproveitou a apresentação de Marcelo Tas para lançar o game PROACOINS, um game de realidade aumentada que tem como objetivo cumprir provas na cidade de São Paulo em locais culturais e educacionais. Os jogadores podem visitar até 3500 lugares da cidade a fim de resolver missões específicas e interagir com outros jogadores. O macete é a possibilidade de ganhar até cursos de inglês no Minds English School.

Conforme o jovem vai cumprindo as atividades mais consegue aprimorar o seu avatar. A iniciativa foi feita pelo Instituto PROA que ajuda mais de 600 jovens anualmente e este ano completou 10 anos de existência. Para o planejamento do game e a criação das 10 mil tarefas disponíveis nele, o PROA contou com a parceria da Prefeitura de São Paulo, Secretaria de Cultura, e a desenvolvedora de tecnologia Oracle.

O grande ganho do PROACOINS, além desses jogadores aprenderem mais sobre a própria cidade e evoluírem como cidadãos, é que os estudantes de escolas públicas poderão trocar os seus pontos (moedas virtuais) por vários benefícios educacionais. Entre eles: bolsas em universidades, intercâmbio, ingressos para cinema, e bolsas na Minds English School.

“Apoiamos este game do PROA porque acreditamos que esses jovens podem se desenvolver na carreira e na vida aprendendo um segundo idioma. Só em São Paulo temos 9 escolas da Minds. Ou seja, o estudante que usar o APP e cumprir os pontos necessários, pode trocar por bolsas de estudo da Minds na unidade que for mais próxima”, evidencia Leiza Oliveira, CEO da Minds Idiomas.

O APP, PROACOINS, foi oficializado nesse último sábado, dia 19, como o aplicativo oficial da Virada Cultural. O evento teve recorde de público e através do game, o jogador recebia missões nos palcos, nas atrações que aconteceram nesse último final de semana.
Para saber mais, acesse o site oficial do game.

Torne-se uma lenda dos e-Sports no jogo mobile League of Gamers, jogo gratuito para Android

Já imaginou se tornar um astro dos e-Sports disputando partidas e torneios mundo a fora? Esta é a premissa de League of Gamers, jogo mobile da produtora brasileira Tapps Games. Seu objetivo é se tornar um jogador famoso em todo o mundo. Para isso, você deve vencer pequenos torneios, formar times e aprimorar seus equipamentos de jogos como teclados e mouses.

A jogabilidade é baseada no sistema de tap, ou seja, você deve dar toques no touch do celular para derrotar os inimigos que surgem na tela e aumentar sua experiência e dinheiro. Conforme você melhora os status do seu personagem, mais famoso é rico ele fica.

Não importa se seu tipo de jogo preferido é FPS, MOBA, Estratégia, ou Esporte – para conseguir chegar ao topo, você precisa mostrar esforço e habilidade de um verdadeiro gamer. Parece que o time da Tapps Games quis transformar League of Gaming em uma analogia bem fiel ao que os grandes astros reais do e-Sports enfrentam desde o início da carreira até o estrelato.
League of Gamers é gratuito e já está disponível para download através do Google Play.

Tal como outros jogos do gênero, ele é bem divertido e viciante. Os gráficos são no estilo Cartoon e esbanjam cor e bom humor. Até frases típicas do cenário são usadas nos diálogos do game.

Abaixo tem o trailer de League of Gamers:

Mushroom Guardian: game mobile para iOS relembra os clássicos platformers da era 16 bits

Nosso destaque do dia é o game Mushroom Guardian, um título de plataforma para iOS desenvolvido pelo produtor independente Mariano Larronde, da Argentina. Ele é inspirado nos jogos clássicos dos anos 90. O jogo está em desenvolvimento há quatro anos e tem como objetivo entregar uma experiência divertida sem intromissões de microtransações.

Em Mushroom Guardian, os jogadores devem testar suas capacidades sem nenhum tipo de ajuda, como era nos jogos de plataformas das antigas, os quais provocavam um profundo sentimento de vitória no jogador.

De acordo com o desenvolvedor, o game é o resultado da mistura dos jogos de plataformas de console dos anos 90s, com uma gameplay frenética que exige ao jogador habilidades muito diversas, desde corridas tradicionais, rodar pelo chão, pular, voar, subir em carrinho de trem, se se jogar em barris e tiro ao alvo com arco e flecha. Tudo ao longo de 20 desafiadores níveis cuidadosamente construídos para serem acessíveis mas bem difíceis de atingir 100%.

Na trama o jogador deve ajudar o gnomo Igory a combater o ataque do Rei Sapo e seu exército de répteis, que querem roubar todos os cogumelos mágicos da sua aldeia. Por sorte, Ziggy, o coelho guardião, que está indo ajudar com sua incrível velocidade pode rastrear o Rei Sapo.

Mushroom Guardian conta com 20 fases estilizadas em gráficos bem desenvolvidos e uma mecânica simples de aprender, totalmente inspirada em jogos clássicos: Apontar, atirar, pular, voar e rolar pelo chão. O game já está disponível para download.

Abaixo tem o trailer de Mushroom Guardian:

Polandball: aprenda a resolver os problemas do mundo com o doce punho da justiça armamentista nesse jogo para mobile

O mundo está em constante tensão: protestos abalam a China, terroristas se disseminam no Iraque, zombies tomam a Grécia de assalto. Manter a paz mundial através de ataques certeiros ou restrições comerciais sempre foi papel dos EUA, a polícia do mundo. Entretanto a comunidade internacional tem visto as ações da América como abusivas. Chegou a hora de um novo patrulheiro ajudar a colocar os demais países em seus respectivos lugares! Esse é o mote por trás de Polandball: Not Safe for World.

Cansado de tantas reclamações os EUA decidiram contratar a Polônia para resolver todas a crises diplomáticas que surgirem, ou seja, você cuida do trabalho sujo, enquanto eles te dão o know-how de como agir nas diferentes situações. Oh sim, vale tudo para manter a paz, um bombardeio localizado nas nações insurgentes ou uma pequena dose nuclear não fazem mal a ninguém. Você deve estar se perguntando: por que a Polônia? Bem, porque sim, fique quieto e distribua um pouco de liberdade através de seus caças.

Polandball foi criado pelo estúdio Sunny Chow e infelizmente ainda não tem legendas em português. Mas se você souber um pouco de inglês vai se divertir bastante com o humor negro e situações inusitadas do jogo. O objetivo aqui é ver qual o tempo máximo você pode manter a paz. Mas não abuse da sorte: se você começar a destruir todos os países, os EUA vão te expulsar do time de países civilizados. Seja obediente!

O grande destaque é o visual do game que se apropria do famoso meme “Ball”, aquele que representa os países em forma de bolas. O jogo é bem colorido e fácil de aprender. O humor contido aqui será a coisa mais engraçada que você vai ver, apesar da evidente crítica às Nações Unidas. O game está disponível gratuitamente para Android. Atenção: este jogo é ofensivo!

Abaixo tem um vídeo de Polandball: Nota Safe for World:

Conduza os negócios de uma firma de investimentos no bem humorado Tap Tap Trillionaire, jogo para Mobile

O game de hoje não é um lançamento, mas é uma dica bem legal se você quer um jogo divertido viciante e desafiador. Tap Tap Trillionaire é um game mobile da Pixio, desenvolvedora dos EUA, cujo objetivo é se tornar um rico playboy. Para tanto você assume a liderança de uma empresa de investimentos e deve usar suas habilidades de negociação para comprar e vender ações no mercado.

O jogo segue o esquema de “tap”, ou seja, quanto mais toques você der na tela, mais dinheiro você consegue. Com a grana conquistada você pode comprar ações de diferentes empresas e depois revendê-las com algum lucro. O problema é que o mercado de ações é imprevisível e muitas vezes você acaba saindo no prejuízo.

Conforme suas riquezas aumentam você pode contratar negociantes que também vão sugerir a compra e venda de certas ações. Mas cuidado! Eles também erram muito, trazendo prejuízos de preciosos milhares de dólares para sua empresa. O macete é que em Trillionaire você pode usar o dinheiro conquistado para investir em treinamento para seus agentes subirem de nível. Quanto maior o nível, maiores as chances de uma negociação bem sucedida e de contratos maiores.

Um dos destaques de Trillionaire é o humor ácido e bem divertido de certas situações. Você vai ver muitas referências da cultura pop, como o negociante Lobo de Door Street, o Pato Tiozinho, o Sr Pergunta, o refrigerante Craka Cola e a rede social Facelook. Espere dar boas risadas com o jogo e altas referências nerds. Os gráficos são  em arte pixelada 8 bits, que dão um ar de personalidade ao game. O jogo recebeu recentemente a tradução em português, de modo que o bom humor permanece bem evidente. Antes de baixar, fica o aviso: oojogo vicia muito! Você pode encontrar o Tap Tap Trillionaire no App StoreGoogle Play.

Abaixo tem um trailer de Tap Tap Trillionaire:

Delegação da Abragames na GDC recebe prêmios e faz bastante sucesso

Os desenvolvedores de jogos nacionais tem muito a comemorar, afinal a expedição para a GDC foi um tremendo sucesso. Tanto que a delegação teve de apresentar aos fiscais de aeroportos os prêmios que receberam ao desembarcar no Brasil. Sim, nossos jogos foram altamente elogiados e prestigiados no evento americano. Até mesmo o Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, compareceu, pela primeira vez, no evento em São Francisco, para prestigiar o setor.

Neste ano a delegação brasileira bateu o  recorde de integrantes no evento ao enviar nada menos que 44 empresas e mais de 120 profissionais do Brasil para a GDC. Esta participação em eventos internacionais é uma iniciativa do Projeto Brazilian Game Developers (BGD), parceria da Abragames com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).

Os desenvolvedores brasileiros voltaram da GDC 2018 com muitos prêmios. Entre eles podemos citar que o game Relic Hunters Legend, da Rogue Snail, foi o grande vencedor do GDC Pitch; novamente a Rogue Snail, e a Bad Minions, ganharam Menções Honrosas na GDC Play; o game Plushie Mania, da Gazeus Games, foi exibido no estande do Facebook, e o Viking Days, da VR Monkey, no estande da Intel.

“Em 2017 tivemos o Kickstarter bem-sucedido e um investimento da empresa sul-coreana GTR. Esse ano já começamos ganhando o edital da Ancine no Brasil e com a premiação na GDC no exterior”, comemora Marco Venturelli, CEO e Presidente Criativo da Rogue Snail.

Com o sucesso da delegação brasileira na GDC espera-se que mais companhias invistam na produção nacional. Potencial já sabemos que temos para fazer frente aos jogos de qualquer país.

Abaixo tem um vídeo dos jogos que participaram da delegação Abragames no evento: