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Torcedores suíços protestam contra os eSports durante partida de futebol

Quem diria que os eSports iriam acabar gerando a ira de fãs do esporte tradicional? Pois foi justamente isso que aconteceu no último final de semana em partida válida pela Swiss Super League, a principal liga de futebol da Suíça. Durante uma partida entre as equipes Young Boys e o FC Basel os torcedores que lotaram o estádio começaram a jogar bolas de tênis e até um controle em direção ao gramado. A atitude era um protesto contra a resolução da Federação Suíça de Futebol em forçar os times da liga a montarem equipes para disputar torneios digitais.

Além dos objetos, os torcedores apresentaram cartazes demonstrando sua insatisfação com a liga virtual. O tumulto foi tão grande que o arbitro foi obrigado a interromper o jogo por cerca de dois minutos até que os torcedores se acalmassem. A insatisfação se deve por conta que a organização do campeonato quer formar uma liga de futebol virtual em que todas as equipes da 1º Divisão participem em torneios de FIFA.

O problema é que alguns torcedores acreditam que se as equipes começarem a focar nos eSports a grana para os times de futebol comece a minguar. Alguns clubes do Brasil como Flamengo e Santos já aderiram aos eSports e formaram times para disputar torneios como o de League of Legends e Rainbow Six. A ação causou a desaprovação de alguns torcedores, mas nada tão sério quanto o episódio suíço.

Fonte: Gamerant

Imagina se a moda pega aqui no Brasil. Você apoiaria seu time de futebol em um torneio de eSports?

Copa Camacho de CS:GO terá finais presenciais no Palácio da Caveira, sede do BOPE no Rio de Janeiro

O mês de novembro será importante para os fãs de Counter Strike: Global Offensive, pois é neste mês que inicia a Copa Camacho de CS: GO, um torneio que visa dar visibilidade a novos times do famoso shooter competitivo. O torneio inicia sua fase online no dia 5 de Novembro e terminará no dia 18 de Dezembro. O destaque é que a grande final será no Palácio da Caveira, a sede oficial do BOPE, a tropa de elite do Rio de Janeiro.

A Copa Camacho de CS: GO é fruto da parceria da equipe Colab e-Sports e a ICE Lan Games e oferece uma premiação de R$ 5 mil ao time vencedor. Esta é uma ótima oportunidade para equipes amadoras conquistar algum espaço em meio a tantas outras equipes em formação. Os jogos acontecerão todas às segundas e terças-feiras às 20h.

De acordo com os organizadores, a Copa Camacho tem esse nome em homenagem ao artista Rodrigo Camacho, conhecido por criar obras de arte utilizando materiais recicláveis e cápsulas de munição utilizadas nos estandes de treinamento dos agentes. Ao aproximar o esporte eletrônico da arte, a Colab e-Sports enxerga uma oportunidade de contar histórias de superação, determinação e treinamento.

Artista Rodrigo Camacho e arte produzida para o BOPE utilizando cápsulas de munições.

Os times interessados podem se inscrever pagando uma taxa única de R$ 150,00 por equipe e receberão um kit contendo cinco camisetas e cinco ingressos VIP para acompanhar a Grande Final no Palácio da Caveira. O evento será exclusivo para as equipes participantes e acontecerá dentro do Palácio da Caveira.

O período para inscrições acontecerá entre os dias 1º e 30 de Outubro e metade do valor obtido pelas inscrições das equipes será doado para a compra de materiais de informática para a unidade operacional do BOPE. A Grande Final está marcada para o dia 13 de Janeiro e definirá os vencedores da Copa Camacho de CS:GO que, além de receber R$ 5 mil em equipamentos, ganhará um exclusivo troféu feito pelo artista plástico Rodrigo Camacho.

O torneio será disputado por 22 equipe, sendo que duas vagas serão preenchidas com as equipes vencedoras dos campeonatos amadores da ICE Lan House. As inscrições serão feitas pela página do Facebook da Colab e-Sports a partir do dia 01 de Outubro.

PUBG Mobile Star Challenge – equipes de todo o mundo competem por US$ 600 mil

Esta é especial para os fãs de PlayerUnknown’s Battlegrounds Mobile (PUBG MOBILE): já começou as classificatórias do PUBG MOBILE STAR CHALLENGE (PMSC), um torneio global de PUBG MOBILE organizado pela Tencent Games e PUBG Corporation. O torneio coloca representantes da Europa, Ásia, Japão/Coreia, China, América do Norte e América do Sul em uma disputa global por prêmios que chegam ao total de US$ 600 mil. As finais acontecerão em Dubai ainda em 2018.

A expectativa é que o campeonato de PUBG Mobile bata recorde de audiência em streamings, já que os líderes de equipe milhares de seguidores e o torneio terá patrocínio da Samsung Galaxy Note9. O período de registro terminou em 10 de setembro, com mais de 15 mil equipes prontas para a qualificação do PMSC. Os detalhes podem ser encontrados aqui.

Na próxima etapa, as principais 20 equipes de cada uma das seis regiões passarão para a fase qualificatória do PMSC e, então, para as finais globais. O prêmio de US$ 600 mil será dividido entre os vencedores da final regional e global da seguinte forma:

Campeão da Final Global: US$ 200 mil

2º lugar: US$ 100 mil

3º lugar: US$ 50 mil

 

Campeão da Final Regional: US$ 20 mil

2º lugar: US$ 15 mil

3º lugar: US$ 10 mil

 

Além dos prêmios em dinheiro, os vencedores se tornarão criadores de conteúdo oficiais de PUBG Mobile, ganhando acesso a recursos promocionais ao fazer streams do jogo. Trata-se de uma oportunidade de se tornar um influenciador de sucesso.

A primeira parte dessa próxima etapa do torneio global será o PUBG MOBILE STAR CHALLENGE – EUROPE FINAL, que acontece na Ucrânia, em Kiev, entre 29 e 30 de setembro, às 10h30, horário de Brasília. Você pode acompanhar tudo através da página oficial do Facebook do PUBG MOBILE.

PUBG Mobile está disponível para download gratuitamente na App Store e Google Play.

 

PUBG estará na BGS com mega arena

Brasil Game Show

Ah, e já que o assunto é PUBGS, vale dizer que os grandes fãs de PlayerUnknown’s Battlegrounds (PUBG) terão um ótimo motivo para participar da 11º edição da Brasil Game Show (BGS): a organização do evento irá montar uma mega arena aberta ao público de 500 m² e com mais de 100 estações de jogos exclusivas de PUBG, entre PC e mobile. A atração será comandada pela PUBG Corp, estúdio responsável pelo título e que estreia na Brasil Game Show como patrocinadora ouro. A intenção é criar a maior arena virtual de um jogo.

“Será incrível ver uma arena com mais de 100 estações rodando o jogo, que traz justamente um cenário em que diversos competidores precisam batalhar até que reste apenas uma equipe, a grande vencedora. Certamente será um dos espaços mais concorridos da feira”, disse Marcelo Tavares, CEO e fundador da Brasil Game Show.

Mais informações no site da BGS.

Facebook cria novo programa “Level Up” de streaming de games no Brasil 

A comunidade de jogadores do Brasil é bastante ativa e unida através do Facebook. Ciente de que o publico pode esta crescendo e é bastante antenado às novidades, o Facebook decidiu cria o Programa Level Up, que visa incentivar a comunidade a conectar e compartilhar experiências online. A ideia basica é ajudar criadores iniciantes a começar sua comunidade de livestreaming no Facebook. 

Tal como acontece em outros veículos de streaming, o Facebook vai permitir que os produtores de conteúdo ganhem dinheiro por meio do Facebook Stars, um recurso que possibilita aos fãs uma maneira simples de oferecer suporte a seus gamers favoritos, adquirindo produtos virtuais durante as transmissões ao vivo. 

O Facebook Stars funciona da seguinte maneira: os fãs podem selecionar o número de estrelas que gostariam de enviar a um gamer e concluir o processo por meio de suas contas do Facebook, da App Store ou da Play Store. Os criadores poderão acompanhar quantas estrelas eles receberam por meio do Streamer Dashboard

De acordo com o Facebook, durante a fase de testes os espectadores podem enviar e receber Stars gratuitamente enquanto assistem aos seus criadores de Level Up favoritos. A ideia é mostrar como será a interação entre produtores de conteúdos e espectadores. Vale dizer que os streamers podem realizar livestreaming com alta definição (1080p / 60fps). 

“Estamos trabalhando para construir um ecossistema de gaming no Facebook, onde criadores de todos os tipos podem prosperar”, explica o gerente de parcerias do Facebook para Gaming em EMEA e LATAM, Pedro Rodrigues. “O Facebook já trabalha em parceria com alguns dos criadores de maior sucesso no Brasil. O país tem uma comunidade de gaming apaixonada e estamos abrindo as portas para futuros criadores — nosso programa Level Up ajudará esses novos streamers a construir e fortalecer suas audiências de forma interativa.” 

No início deste ano, o Brasil tornou-se o segundo país do mundo a receber o Facebook Gaming Creator Pilot Program, uma iniciativa focada em ajudar gamers já estabelecidos a criar e engajar suas comunidades na plataforma. Desde o início do programa em abril, criadores parceiros como Isis Vasconcellos, PlayHard, Davy Jones, e Diana Zambrozuski puderam observar um crescimento em suas Páginas em uma média de 300.000 seguidores com o streaming de jogos como Fortnite, Free Fire, GTA e League of Legends. 

Os interessados em se inscrever podem visitar a página do programa Level Up. Os criadores também podem verificar sua própria elegibilidade. 

Conheça Fluffy Horde, o premiado jogo indie que mistura gêneros RTS e Tower Defense

Hoje vamos falar sobre o jogo indie brasileiro Fluffy Horde, criado pelo estúdio Turtle Juice. Basicamente trata-se de um side-scrolling em 2D que mistura elementos de RTS (estratégia em tempo real) com tower defense em que o jogador deve impedir que um terrível Shaman conquiste os três reinos com sua trupe de coelhos!?

A jogabilidade é inspirada em jogos de estratégia em tempo real como Warcraft: Frozen Throne e Age of Empires e outros jogos Tower Defense como Kingdom Rush e Plants vs. Zumbis. O mais interessante é o estilo em pixel art, que agrada bastante fãs de jogos retro, porém com mecânicas inspiradas em jogos mais recentes.

A horda mágica de coelhos é quase infinita, de modo que o jogador precisa bolar estratégias incríveis para impedir a vitória do Shaman. O plot é extremamente improvável, o que dá a Fluffy Horde uma identidade própria e um fator humor bastante pungente. Este é um dos poucos games que misturam gêneros de maneira tão criativa.

Não por acaso, o título foi bastante reconhecido na Gamepolitan, tendo recebido o prêmio de Melhor Tecnologia e finalista em três outras categorias no festival (melhor narrativa, melhor som, melhor arte); e vencedor ainda na SJECC para melhor design de jogos e melhor arte. Fluffy Horde é o primeiro jogo brasileiro financiado pela Humble Bundle.

De acordo com os produtores, Fluffy Horde (em sua versão final) contará com um modo campanha extenso: são 4 Mundos ao todo, o que contabiliza mais de 100 levels para você jogar. Inclusive há batalhas contra chefões bastante desafiadoras. O game ainda conta com um modo multiplayer online para quem quer desafiar os amigos.

O lançamento oficial de Fluffy Horde está agendado para 7 de novembro de 2018 para PC na Steam, Gog e Humble Store (Windows, Mac e Linux). Mais informação no site do game.

Abaixo tem o trailer de Fluffy Horde:

Cinco passos para você se tornar um cyber atleta de sucesso

Você já teve a curiosidade de saber o que faz com que alguns atletas se deem bem na carreira enquanto que outros mais habilidosos caiam no esquecimento? E não, não estamos falando de empresários. Hoje vamos enumerar cinco passos que podem te tornar um atleta bem sucedido e o destacar dos demais. Se você sonha em ser um cyber atleta de League of Legends, Counter Strike, FIFA ou Clash Royale, este texto é para você.

Confira abaixo cinco para se tornar um cyber atleta  de sucesso:

Respeito acima de tudo

Esta máxima vale para qualquer profissional, trate as pessoas da mesma forma que gostaria de ser tratado. No mundo dos jogos eletrônicos já houveram casos de cyber atletas e até managers já foram demitidos por desrespeitar colegas de equipe, adversários ou mesmo os fãs. Ninguém quer trabalhar com quem só quer saber de zoar os colegas. Veja um time de futebol profissional, por exemplo, se o desrespeito impera no vestuário, logo começam as brigas, e isso afeta o desempenho dentro de campo. Diz-se que o elenco está rachado.

O mesmo vale para um aspirante a cyber atleta: se há desavenças entre colegas de equipe, a comunicação fica prejudicada e as coisas começam a refletir nas partidas. De acordo com Luiz Eduardo Cavalcanti, sócio-fundador da VPSLeague, principal liga virtual de futebol profissional do Brasil, todos os atletas de futebol virtual devem saber que a diversão e o respeito caminham lado a lado.

“Para que se tenha uma participação produtiva, é preciso compreender que a diversão é organizada e baseada em pilares fundamentais como amizade, respeito e muita dedicação. Essas características são básicas para todo jogador. Muitas vezes, não é o nível de habilidade que a equipe atinge no jogo que define o profissionalismo, mas sim o grau de maturidade entre os atletas do clube”, diz Cavalcanti.

 

Disciplina e postura

A rotina é inerente a uma carreira de sucesso. Naturalmente as pessoas apresentam variações de humor todas as semanas e é ai que o cyber atleta deve saber se portar. Cumprir as rotinas de treino e respeitar os horários de treino são fundamentais, independentemente de seu estado de espirito. Afinal, o que o time pode esperar de um profissional que não possui disciplina para treinar?

“Muitos times definem rotinas de treinos táticos e técnicos que acontecem com periodicidade, que podem ser diárias. Nesse quesito, pontualidade, dedicação e esforço para evolução técnica são requeridas. Em caso de ausência, o jogador virtual precisa notificar a sua equipe. A postura também é refletida dentro do jogo. Se não estiver jogando bem, o jogador pode perder a vaga de titular. Se estiver treinando bem pode ganhar a vaga de titular. Jogar com seriedade também é condição básica”, complementa Luiz Cavalcanti.

 

Siga as orientações táticas e respeite sua posição

Imagine a cena: um time profissional de LoL chega até as final do CBLoL e a vitória esta próxima. Empolgado pela perspectiva de sagrar-se campeão e afoito para acabar a partida rapidamente, o ADC do time abandona sua posição e resolve atuar como Jungle. O que se vê a partir daí é o time perdendo a tática e logo a estratégia treinada por meses a fio se transforma em um exemplo de “salve-se quem puder” e o título acaba perdido. Manter a inteligência emocional ajuda o bom atleta a manter o padrão de jogo e pode te render louros no futuro. Não estamos dizendo que seguir um esquema tático é garantia de vitória sempre, mas isto diferencia equipes com padrão daquelas que jogam sem nenhum esquema.

De acordo com Luiz Cavalcanti, “Se a sua posição designada no esquema do time é, por exemplo, a lateral-direita, é importante respeitar e não mudar de posição durante a partida. Se o jogador sentir que as suas habilidades podem ser melhor utilizadas em um esquema diferente, cabe ao treinador da equipe definir. Não sendo o caso, atenha-se as orientações táticas e respeite sua posição”.

 

Tenha paciência e evolua na modalidade

O sol nasceu para todos. Leve este mantra consigo e vá evoluindo suas habilidades. Se você for bom mesmo algum “olheiro” ira notar suas qualidade. Você só não pode desistir se este for mesmo seu sonho. No ramo dos jogos digitais muitos cyber atletas de ponta são encontrados por acaso. Mas não espera as coisas caírem do céu. Esforço é essencial para todo profissional bem sucedido.

“Jogue, treine e evolua. Assim como no esporte real, o postulante pode se oferecer, procurar por anúncios feitos pelos clubes ou aguardar o contato de team managers que buscam novos talentos. Por isso, participar de comunidades virtuais do esporte é importante”, comenta Luiz.

 

Seja um apoiador da comunidade

Luiz Cavalcanti, da VPS League

Há alguns anos as pessoas diziam que os eSports jamais seriam respeitados. De acordo com elas, um bando de moleques jogando videogame não poderia atrair audiência e patrocinadores da mesma forma que o futebol, o vôlei ou o automobilismo. Hoje vemos que finais de campeonatos de eSports sacodem a internet e os torneios giram milhões de dólares em todo o mundo. Mesmo que você não esteja ainda na posição de cyber atleta, você pode contribuir com o eSports simplesmente assistindo e divulgando seu time de coração. É assim que os times grandes como PaiN Gaming, INTZ e Red Canids se tornaram tão famosos: com a ajuda de seus fãs.

“A responsabilidade de um jogador virtual não é apenas individual, mas também coletiva. A profissionalização passa também pela difusão de uma boa imagem da comunidade, com a atração de espectadores para prestigiar o espetáculo de duas equipes profissionais jogando futebol virtual em alto nível. A evolução da modalidade Pro Clubs, como um e-Sport, ainda vai nos trazer muitos frutos. Com uma comunidade unida, o interesse de marcas e investidores, que já vem ocorrendo, deve crescer ainda mais”, finaliza Luiz Cavalcanti, sócio-fundador da VPSLeague, principal liga virtual de futebol profissional do Brasil.

Você consegue mais dicas através de um artigo do Leo De Biase, CEO da ESL Brasil, sobre o cenário de eSports no Brasil.

Top 7: Jogos de realidade virtual indispensáveis

Quer descobrir as possibilidades da realidade virtual, mas não tem ideia de quais jogos oferecem as experiências bacanas? Hoje vamos listar sete jogos de realidade virtual que são essenciais. São aqueles que revelam quanto a experiência pode ser intensa. Esses jogos estão entre os melhores entre seus gêneros e serve para você desfrutar com qualidade o tempo livre com os amigos, colegas de trabalho ou com a família. Se você não possui óculos VR, não fique triste, você pode conhecer a experiência nas casas VR Gamer e na Voyager.

Confira abaixo sete jogos de realidade virtual que você tem de conhecer:

 

Beat Saber

Beat Saber é o jogo que melhor descreve o quanto a experiência da realidade virtual pode ser recompensadora. Ele pode ser descrito como uma fusão de Dance Dance Revolution e Guitar Hero. Basicamente você tem sabres de luz de Star Wars em suas mãos e deve acompanhar as notas musicais.

O game é extremamente divertido e se tornou um fenômeno da internet. Ele é atualmente o título de realidade virtual mais popular do mundo, inclusive já existem diversos campeonatos ocorrendo ao redor do globo. Recentemente a VR Gamer, participou do campeonato mundial de Beat Saber. Recomendado a partir de 5 anos.

 

The Elder Scrolls V: Skyrim

O jogo da Bethesda já possui um fator imersão enorme. Imagine como ele fica denso ao usar óculos de realidade virtual. Você pode ser ver viajando pela província de Skyrim, explorando os vales e cavernas mais desolados possíveis, enquanto enfrenta gigantes, dragões e aranhas gigantes. Se você já quis viver em um mundo nórdico, esse é o jogo feito para você.

 

Resident Evil 7 

Depois de passar maus bocados com Resident Evil 6, a Capcom decidiu reformular novamente sua franquia mais famosa. O resultado foi um game arrepiante, graças aos ambientes escuros, sujos e até nojentos. Jogar no VR é mais claustrofóbicos e o nível de imersão atinge seus pontos mais altos. Não é recomendado para cardíacos. De acordo com a Uol Jogos, jogar RE7 em VR é como estar em um filme de terror.

 

Batman Arkham VR 

Uma das melhores experiências em VR é sem dúvidas o Batman Arkham VR. O título da Rockstead te coloca na pele do melhor herói de todos os tempos em uma investigação para encontrar os aliados Asa Noturna e o Robin. O game tem uma passagem genial para recontar a noite do assassinato dos Wayne. Outro detalhe importante é que o jogo é ambientado entre Arkham City e Arkham Knight.

Os gráficos são até o momento os mais polidos da experiência em VR já feitos. Ao contrário dos jogos anteriores da franquia, Arkham VR não apresenta nenhum combate e, concentrando-se na resolução de puzzles e desafios para encontrar pistas que permitam o prosseguimento do enredo. Ainda assim, a experiência de estar na pele do Batman é satisfatória.

 

Minecraft VR

Um dos títulos mais jogados de todos os tempos é Minecraft. O clássico da Mojang te dá um mundo inteiro para explorar e você pode construir edificações, estruturas e derrotar os terríveis creepers. Imagine fazer isso pessoalmente? Essa foi a ideia de Minecraft VR: transportar o jogador no mundo pixelado sem medo de ser feliz. Muita gente torce o nariz para o estilo gráfico de Minecraft, porém colocar isso numa perspectiva de imersão de realidade virtual foi uma sacada genial.

 

Fallout VR 

Outra perola da Bethesda é Fallout, então nada mais natural do que lançar a versão do jogo para os óculos de realidade virtual. Você vai explorar o mundo futurista da mesma forma que já fez nos consoles. Um dos pontos mais controversos desta versão foi a falta de polimento gráfico, mas a verdade é que Fallout envelheceu bem e ainda continua sendo um baita jogo.

 

Doom VR

E por fim, o melhor jogo de realidade virtual atualmente é Doom. O remake da franquia mais insana da id Software ganhou contornos mais terríveis com a compatibilidade com os óculos de realidade virtual. O mais interessante é que algumas mecânicas foram desenvolvidas especialmente para o acessório, tais como o mapa em 3D e o esquema de movimentação. Os gráficos estão sensacionais e você vai se sentir dentro do jogo. Poucas vezes um game pareceu tão divertido e desesperador quanto Doom em VR.

 

Onde jogar com a realidade virtual?

A realidade virtual já começa a ocupar o espaço que antes era dos fliperamas. Algumas casas em São Paulo disponibilizam alguns dos melhores jogos focados na imersão dos jogadores, como é o caso da VR Gamer, o primeiro arcade de realidade virtual de São Paulo. Com preços que vão de R$ 20 a R$ 60 os jogadores podem desfrutar títulos como Fruit Ninja, Serious Sam, Overkill, Beat Saber, entre outros. A rede possui unidades no Internacional Shopping de Guarulhos, no Shopping Granja Viana e uma sede na Vila Mariana. Mais informações sobre a VR Gamer no site da rede.

Top 11 – Erros mais comuns cometidos por desenvolvedores independentes

Criar um game é uma tarefa árdua e às vezes você vai estar tão envolvido com o projeto que pode acabar deixando passar alguma coisa batida. Pensando nisso, bolamos um compilado de erros comuns que os desenvolvedores cometem ao produzir o primeiro game. Leia atentamente o texto e repasse para aquele seu amigo que quer trabalhar com games. Algumas dicas podem salvar seu negócio ou te deixar mais alerta aos pormenores.

Confira abaixo erros muito comuns no desenvolvimento de games independentes:

 

1 – Desistir nos estágios iniciais

Um grande projeto sempre começa com uma ideia, porém tirar a ideia do papel não será tarefa fácil. Tenha em mente que dificuldades virão aos montes, desenvolver um game consumirá tempo e dinheiro. Muitas vezes você terá de abdicar daquele cinema com os amigos ou da cerveja do final de semana para trabalhar em seu projeto. Se você tiver um emprego por fora, o tempo que terá para se dedicar ao projeto será ainda mais curto.

Muitos desenvolvedores acabam desistindo do game nos estágios iniciais após constatar que o projeto vai consumir mais tempo e energia do que o esperado. O dinheiro também pode ser um problema recorrente para desenvolvedores novatos, afinal criar um game vai demandar alguns esforços financeiros, tais quais uma engine, licenças etc. Felizmente existem algumas soluções como a versão limitada da Unity, que acaba se revelando uma caixa de ferramentas ao desenvolvedor indie. São poucas as limitações no pacote, de modo que dá para finalizar seu game de modo satisfatório.

 

2 – Não trabalhar em equipe

Produzir um game sozinho não é impossível, se você manja de level design, trilha sonora, marketing, programação etc. Porém é um fardo grande demais para uma só pessoa carregar, além de que o produto final ficará limitado apenas as suas próprias ideias. Um game feito em equipe, por outro lado, terá os benefícios de um brainstorm, novas ideias, personagens melhor elaborados, puzzles mais desenvolvidos etc. Como se não bastasse todo esse enriquecimento, um trabalho em equipe terá uma rede networking maior e mais efetiva quando já estiver em estágio de demo. O tempo também será reduzido e melhor empregado se cada um fizer uma determinada função dentro do projeto.

Trabalhar em equipe melhora ainda sua capacidade de interação. Você vai aprender muita coisa e poderá fazer bons amigos. Sempre que puder, desenvolva um game em equipe. Seu projeto ficará muito melhor e isso vai fazer bem até mesmo para você (desde que a equipe esteja alinhada e tenha objetivos semelhantes). Uma dica para começar a desenvolver um game em equipe é participar de hacktons. Vez ou outra o GameReporter divulga essas maratonas! Fique alerta. ;)

 

3 – Pensar que vai ficar rico rapidamente

Em uma matéria de janeiro deste ano, o Adrenaline revelou que apenas neste ano o mercado de games deve movimentar cerca de R$ 550 bilhões. Imagine pegar uma fatia mínima deste bolo… Tentador, hein. Mas fique calmo, a maior parte dessa grana vai mesmo para as grandes players como EA, Activision, Nintendo, Microsoft etc. Lucrar com game é bastante provável, mas se você estiver começando agora, fique ciente que as chances de tomar prejuízo nos primeiros meses é bem mais provável do que ficar rico rapidamente.

Por que isso acontece? Bem, o mercado de games brasileiro ainda é pequeno se comparado com os mercados europeu e norte-americano. Além disso, ainda há uma resistência por boa parte dos jogadores em gastar grana com games, principalmente se for mobile. Mas não se desespere, as coisas já estiveram muito mais difíceis quando a pirataria imperava e games para celular eram todos pagos (a época dos jogos java) e não haviam variadas opções de monetização. Hoje em dia, se você tiver um projeto bem esquematizado, dá sim para ter um bom lucro.

 

4 – Não desenvolver um plano de monetização ou exagerar nas propagandas

E já que falamos de grana, vale falar um pouco sobre como conquistar a tão sonhada independência financeira fazendo games. Tudo envolve monetização. Firmar contratos com uma Publisher é legal e provavelmente vai garantir que os custos de produção se paguem tranquilamente, porém uma vez que o game vai para as lojas é importante ter uma ideia de como ele vai faturar de verdade. Sim , eu sei que o jogador médio quase não gasta dinheiro com games, porém o produtor não deve ignorar este fato e o fato de que se o game for bom mesmo ele tem uma mina de ouro nas mãos.

Nos estágios iniciais é bom já pensar em como você pretende lucrar com games. Vai apostar nas microtransações ou em propagandas ingame? Quem sabe os dois? Ou o formato freemium? Opções é o que não falta, mas também não precisa exagerar, afinal todo desenvolvedor é um jogador. O problema é que muitos se esquecem disso e acabam atulhando o jogo com propagandas a todo o momento. Você deve dosar as coisas na medida certa. Lembre-se que jogadores mais impacientes vão abandonar seu game se tiverem a sensação de que ele é um grande painel de propaganda.

 

5 – Focar apenas nos gráficos

A primeira coisa que os jogadores prestam atenção são nos gráficos. Um game com personalidade visual tem muito mais chance de se destacar do que títulos sem qualquer inspiração. Isso é um pensamento comum, mas nem por isso deve ser levado totalmente à sério. Não caia na conversa de que um jogo fotorrealista é o segredo do sucesso. O que os jogadores querem mesmo é um produto que tenha identidade própria, independente do estilo que deseja. Você pode apostar num jeitão mais retrô pixelado, ou em um estilo cell shadding.

Acontece bastante de ver em feiras de games independentes jogo com visuais embasbacantes, mas que tem uma jogabilidade ordinária ou conceitos pobres. Tome um pouco mais do tempo melhorando as mecânicas de seu jogo ao invés de ficar apenas polindo o game. Afinal, um game bonito vai chamar as atenções sim, mas se o jogo for retorcido os jogadores irão abandoná-lo sem dó.

 

6 – Querer fazer o GTA Killer

GTA V é considerado por muitos como o maior e mais completo game de todos os tempos. O título da Rockstar é um marco da indústria e, não por acaso, uma fonte de inspiração para desenvolvedores de todo o mundo. Já ouvimos muitas histórias de jogos que começaram como uma espécie de GTA, mas que graças ao bom senso e limitações óbvias acabaram perdendo funções e funcionalidades durante o desenvolvimento. Se você pensa em lançar um game repleto de mecânicas e funcionalidades, pare e repense no que está fazendo da vida.

GTA começou muito pequeno, com visão por cima da tela, cheio de limitações em 1997. Certamente o pessoal da DMA design tinha uma ideia bastante clara do que queriam fazer com o game e duvido muito que imaginaram que hoje a franquia seria tão grandiosa quanto é. Ao iniciar um projeto comece pelo básico, não vá com muita sede ao pote. Não tenha medo de cortar funções e mecânicas. Lembre-se de fazer um game coeso e possível de acordo com sua realidade financeira e de pessoal. Afinal, o título da Rockstar leva anos para ser produzido e demanda centenas de profissionais para ser concluído.

 

7 – Copiar games de sucesso

 

Isto ocorreu no GameReporter recentemente. Temos uma página ali para divulgar o seu game, certo? Pois bem, vez ou outra pegamos um desses games e fazemos um texto para a matéria do dia. Ali é uma boa fonte para descobrir jogos de alta qualidade e com ideias interessantes. Infelizmente também tem jogos sem qualquer originalidade, que se contentam em plagiar games de sucesso.

Ao começar seu projeto é normal se inspirar em grandes jogos sim, mas não se restrinja a apenas copiar e colar códigos de programação. Faça mais que isso! Dê identidade ao seu produto, mesmo que no início não pareça dar certo. Com o tempo você vai conseguir fazer um game original e conquistar seu próprio público. Lembre-se de que plagiar é crime e não vai te levar a lugar algum.

 

8 – Ignorar a importância do Q.A

As grandes empresas possuem um departamento chamado quality assurance (Q.A) que é responsável por testar os jogos antes de disponibilizá-lo no mercado. Se com todo este aparato surgem bugs terríveis, imagine a quantidade de bugs que jogos criados por equipes reduzidas pode deixar passar? Agora imagine que a equipe responsável nem tenha se dado ao trabalho de conferir o produto final…

Sim, acontecem casos de surgirem games injogáveis, principalmente no mercado de jogos para PC, pelo simples fato de que ninguém chegou a jogar o game após a conclusão do desenvolvimento. Há duas formas de evitar esse problema: ou você mesmo testa o game, ou abre fases beta para a comunidade dar feedbacks pontuais. E mesmo nos dois casos, é importante ter o pensamento de que um game é um produto sempre em desenvolvimento, mesmo após lançado. Sim, mesmo após lançar o jogo, é legal fazer updates e melhorar mecânicas. A comunidade vai perceber que você está atento e quer melhorar a experiência de jogo.

 

9 – Fazer o mesmo game sempre

Poucas coisas podem ser mais frustrantes do que ver um estúdio promissor cair na mesmice. Há casos inúmeros mesmo entre produtoras grandes de que acertam em cheio em uma ideia e passam a adotá-la em todos os próximos games a partir daí. Imagine criar um game do gênero idle clicker – aqueles de celular baseados em clicar na tela para evoluir um personagem, ganhar mais dinheiro etc – e ele é bem sucedido. O que você faz: aproveita o lucro para tocar adiante o próximo grande jogo do estúdio, lançar uma sequência o mais rápido possível, ou lançar o mesmo game mudando apenas a skin do jogo?

Infelizmente existem muitos estúdios que apostam na terceira opção. Poderíamos fazer uma lista de 20 jogos de UMA única empresa que se baseiam numa mesma premissa. Parece que alguns produtores seguem o mantra de que “em time que está ganhando não se mexe”. Porém por quê se prender num único jeito de produzir games, ao invés de explorar suas próprias habilidades? Ao conseguir o sucesso, você deve seguir adiante, no máximo lançar uma sequência, mas jamais usar a mesma fórmula para TODOS os seus games.

 

10 – Não conhecer o público

Imagine a cena: você produz um match 3 bem maneiro e parece um sucesso latente, mas depois de quase tudo pronto percebe que a onda dos match 3 já passou, ninguém mais está interessado no gênero e a nova onda são os Battle Royale? Realizar uma pesquisa de mercado pode poupar dores de cabeça no futuro, bem como contratar consultoria e visitar feiras de games vai te ajudar a desenvolver algo mais promissor. Jamais ignore a importância de conhecer seu público e as tendências de mercado.

Se não tiver dinheiro para contratar alguém que faça essa pesquisa de mercado, faça você mesmo. Uma rápida olhadela no top mais baixado de qualquer pode te revelar qual o estilo está fazendo mais sucesso e o que não vende mais nada. Claro, há sempre a chence de que um estilo de jogo volte a se tornar tendência. Mas sempre que possível, faça um estudo do que já tem no mercado e a possível recepção que seu game vai ter. Também não se esqueça que certos gêneros podem já estar saturados e lançar um MOBA apenas tornará seu game mais um na multidão. Pesquise!

 

11 – Publishers não são a solução pra tudo

Há alguns anos vimos um fenômeno ocorrer no Brasil: tradicionais publishers começaram a apostar nos desenvolvedores de games nacionais, tais como a Bandai Namco, a Microsoft, a Capcom e até a Square-Enix. Quem não gostaria de lançar um game sob o selo de uma dessas poderosas empresas e conquistar a sonhada distribuição mundial. Entretanto nem sempre essas empresas são a solução para tudo. Na verdade algumas podem gerar outros problemas e frustrações.

Quem não se esquece de toda a pompa que a Square-Enix fez aqui no Brasil dizendo que iria publicar alguns jogos brasileiros para fora? No final das contas o acordo subiu o telhado e as empresas nacionais ficaram a ver navios. Também teve o caso da SEGA que prometeu publicar um game do estúdio nacional Owlchemy Lab, mas o trabalho mesmo se resumiu em lançar um press-release meia boca e exigir parte dos lucros com a venda do game?

Pois é, ao fechar acordo com uma Publisher, contrate um advogado para revisar tudo e só assine se tiver certeza de que é uma parceria, não uma oportunidade. As grandes empresas estão nessa pelo dinheiro e não vão se importar tanto com os seus sentimentos se os executivos quiserem dar o fora. Felizmente não são todos assim, há grandes publishers que abraçam o desenvolvedor indie e ajudam bastante a tornar um game bem sucedido. Mas aqui vale o alerta: antes só do que mal acompanhado.

Expo CIEE São José dos Campos promove campeonato de esportes eletrônicos

A CIEE já é uma entidade reconhecida nacionalmente pelos estudantes graças ao trabalho que realiza de auxílio aos estudantes na busca por uma colocação profissional, mas você sabia que desde 1997 a entidade também realiza uma megafeira estudantil na América Latina com foco em promover educação, capacitação, orientação e direcionamento do público jovem? Para isso, é realizado um encontro entre empresas e instituições de ensino em um espaço comum.

Além da troca de informações e direcionamento, o Expo CIEE também está se voltando para a promoção de entretenimento. A novidade deste ano é que o CIEE Expo deste ano terá campeonato de esportes eletrônicos. O objetivo é criar um ambiente de interação e diversão entre os visitantes do evento.

O Expo CIEE 2018 será realizado pela primeira vez na cidade de São José dos Campos, em SP. A cidade é considerada um dos berços da tecnologia e vanguarda da indústria aeronáutica. Graças a essa fama, a cidade foi escolhida para sediar o primeiro campeonato de esportes eletrônicos. Os visitantes poderão se digladiar no League of Legends. A inscrição é gratuita e as batalhas se darão na Arena de Esportes Eletrônicos, espaço idealizado em parceria com a ACE Esports.

O Campeonato é liberado para jogadores a partir dos 16 anos, que devem estar prontos para encarar as fases eliminatórias já nos dias 1 e 2 de setembro. As semifinais, que terão narração e transmissão online, acontecem no dia 15 de setembro, enquanto a grande final será durante a EXPO CIEE São José dos Campos nos dias 28 e 29.

Os visitantes da feira ainda poderão participar de um campeonato menor na sexta-feira, 28. Basta se inscrever no local e aguardar a organização definir as chaves. Já no sábado, 29, serão disponibilizados dois consoles de Playstation 4, com games como Fifa 2018 e Battle Royale. Esta é mais uma mostra de como os jogos eletrônicos começam a ser levados a sério mesmo nos setores em que eles eram ausentes.

Vale destacar ainda que os jogadores que curtem jogos móveis podem competir na Batalha Mobile de Clash Royale prevista para ser realizada durante os dois dias de EXPO CIEE. Esta modalidade também acontece na Arena de Esportes Eletrônicos na Expo CIEE. Mais informações sobre o evento no site.

 

Serviço – 1ª EXPO CIEE São José dos Campos

Onde: Endereço: CEFE – Parque da Cidade – São José dos Campos – SP

Horário: das 10h às 18h

Quanto: Gratuito

Copa Kinoplex PES 2018 – Campeonato de futebol virtual reunirá mais de mil jogadores nas salas de cinema do RJ

A Copa do Mundo da Fifa já está em seus momentos finais, mas isso não quer dizer que o esporte será abandonado entre os fãs do esporte inventado pelos ingleses (pelo menos não o virtual). Durante o mês de agosto os fãs de PES que estiverem no Rio de Janeiro poderão disputar a Copa Kinoplex PES 2018, um torneio virtual que irá ocorrer em 41 salas de cinema da rede Kinoplex.

A edição de estreia do torneio começa no dia 04 de agosto, sendo que as inscrições estarão abertas a partir de 16 de julho. O evento é produzido pela rede Kinoplex e a agência V3A, com parceria da Microsoft. De acordo com os organizadores, a primeira fase do torneio será realizada entre os dias 04 e 25 de agosto, sempre aos finais de semana até às 13h. A Copa será em formato mata-mata, com os participantes avançando conforme ganhem as partidas.

A fase final será disputada pelos 41 vencedores de cada sala, que terão 32 competidores cada. Os vencedores disputarão a Master Final, dia 26 de agosto no Kinoplex Nova América. A grande final será transmitida ao vivo através da plataforma de streaming Mixer, da Microsoft. O grande campeão se classificará automaticamente para o Campeonato Brasileiro de Futebol Digital (PES) e ganhará 1 console X-Box One S 1TB, 12 meses de Xbox Gold Live (serviço de assinatura da plataforma e 1 ano de ingressos com acompanhante para cinemas da rede Kinoplex.

Confira a lista de cinemas e número de salas participantes da Copa Kinoplex de PES 2018: