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Santos e-Sports cria sua primeira equipe feminina para disputar torneios de Counter Strike: Global Offensive

Após o rompimento repentino entre o Santos e a Dexterity Team, houve muita preocupação com relação ao futuro do clube praiano em relação aos e-Sports, contudo esses temores foram abandonado assim que a equipe de Vila Belmiro anunciou a formação de seu próprio time para disputar nos circuitos de jogos eletrônicos. Outra boa notícia agora é que o Santos formou sua primeira line-up completamente feminina.

A já apelidada Sereias da Vila irão disputar os circuitos profissionais de Counter Strike: Global Offensive.  A equipe é composta por Lara ‘goddess’ Baceiredo, Tinara ‘NARA’ Torres, Izabella ‘Izaa’ Galle, Julia ‘smile’ Junqs, e Letícia ‘Le^’ Lima. As garotas são bem conhecidas dentro do ambiente de jogo graças às suas habilidades e experiência de combate, algumas delas já passaram por equipes como Brave e-Sports, 2Kill Gaming, ProGaming, Team Wild entre outras.

Os fãs do Santos podem torcer pela equipe já na Brasil Game Cup, que acontece dentro da Brasil Game Show de 10 a 14 de outubro. As partidas femininas da qualificatória online começam em 5 de julho, com semifinais marcadas para 16 e 23 de agosto. A final será presencial, 12 de outubro, no palco da Brasil Game Cup na BGS. A equipe estará sob o comando de Brunno ‘Sllayer’ Silva, que trabalhou como manager e já liderou equipes masculinas da modalidade.

Segundo a organização, o Santos e-Sports tem como objetivos “dominar o cenário nacional”, participando da Liga Feminina da Gamers Club e outros campeonatos do circuito nacional, e até dominar o cenário internacional da modalidade.

“O trabalho realizado pelo Santos e-Sports com as meninas do CS:GO, busca elevar o nível da modalidade em diversos aspectos, seja em uma rotina de treino mais bem elaborada, até a estrutura e condições oferecidas às atletas.”

O Santos Futebol Clube atua no cenário de esportes eletrônicos em parceria com a Select e-Sports Management. A Select foi criada com o intuito de ajudar as agremiações ligadas ao esporte tradicional a gerir times de eSport. A sede do Santos e-Sports fica localizada na capital paulista, ao invés da baixada santista. O motivo para isso é atender a exigências de algumas desenvolvedoras e para facilitar a participação em campeonatos presenciais.

Top 10: Games que foram longe demais

Os desenvolvedores de jogos não só podem, como devem chamar as atenções do público se quiser receber algum destaque em meio aos inúmeros lançamentos que surgem todas as semanas. Entretanto há alguns jogos que chamaram as atenções de maneira errada ao explorar conceitos pouco ortodoxos. Alguns desses projetos não apenas acarretaram na ira geral como em banimentos em diversos países e até processos judiciais.

Criar um game polêmico não é necessariamente o problema, já que títulos como GTA, Bully e Dead or Alive conquistaram sucesso e aclamação de crítica e público. O problema são os jogos que cruzaram a fronteira do bom senso e foram longe demais. Estamos falando de games que exploram temas e ideias ruins como estupro, xenofobia e assassinato de inocentes.

Confira abaixo 10 games que foram longe demais:

Active Shooter

Este jogo é bastante recente e já está dando o que falar, tanto que a Steam baniu o game de seu catálogo. O título simula com riqueza de detalhes um ataque a tiros em uma escola americana. Você poderia escolher entre ser um atirador ou um policial atendendo ao chamado de um atentado.

Nem precisa dizer o quanto o tema é sensível para os americanos e quanto as pessoas ficaram insatisfeitas com o projeto. Uma petição foi elaborada e assinada por mais de 100 mil pessoas exigindo que a Steam não permitisse o lançamento na plataforma (agendado para o dia 6 de junho). O projeto é de um desenvolvedor chamado Ata Berdiyev, que já chegou a ser banido da Steam anteriormente por quebrar normas da loja.

Postal

Lançado em 1997 pela Running with Scissors, este game coloca o jogador na pele de um esquizofrênico que acredita que a Força Aérea Americana está liberando uma espécie de gás venenoso pela cidade. Em seus delírios, ele acredita ser imune ao gás e a única pessoa capaz de deter os militares. Seguindo ordens em sua cabeça, o protagonista começa a matar qualquer pessoa que esteja em seu caminho, sejam policiais, militares e até mesmo civis. Sua meta é chegar até uma base do exército para detonar uma bomba atômica.

Postal acabou sendo banido em diversos países do mundo, incluindo o Brasil, graças a sua violência gratuita e o tema tão pesado. Em 2003 a produtora chegou a lançar uma sequência, que também foi banida em diversos países já que apresentava cenas de desmembramento e assassinatos brutais a todo o momento. Curiosidade: o título é uma analogia ao termo “going postal”, que remete ao ano de 1986, data em que o funcionário dos correios americano Patrick Sherrill matou 15 pessoas, incluindo colegas de trabalho e policiais.

KZ Manager

Jogos de administração geralmente tem um viés educativo. Jogos como Theme Park, Football Manager e Sim City ensinam os jogadores conceitos sobre gerenciamento de recursos naturais e investimento. A história é bem mais sórdida com KZ Manager, pois aqui você deve administrar nada menos que um campo de concentração nazista. Os “recursos naturais” são prisioneiros, gás venenoso, dinheiro e armas para as tropas.

Para manter a ordem o jogador deve coibir prisioneiros amotinados promovendo execuções às centenas. O único fator que pode atrapalhar o jogador é a opinião pública, ou seja, o jogador deve manter a produção em alta. Literalmente aqui os fins justificam os meios. Não precisa dizer que o jogo foi sumariamente proibido na Alemanha e em vários países do mundo.

Hatred

 A Destructive Creations tinha como objetivo chocar a audiência ao criar Hatred, um shooter isométrico cujo único objetivo é criar o caos. Aqui o jogador encarna o papel de um homem que odeia a humanidade e decide morrer naquele dia, mas antes quer levar o máximo de pessoas consigo. Para isso, ele sai com o maior número de armas e munição possível.

Quanto mais pessoas o jogador conseguir matar antes de ser pego, melhor. Não há qualquer razão aparente para os assassinatos, é violência gratuita mesmo. Não por acaso a Valve chegou a retirar o jogo da Steam, mas devido a críticas quanto a política da empresa, o game voltou a ser comercializado na plataforma.

Carmageddon

Este é bastante conhecido entre os jogadores dos anos 90. Inspirado em um filme de Sylvester Stalone, aqui temos um jogo cujo objetivo é atropelar e matar pessoas. Quanto maior a carnificina, melhor. Para ajudar o jogador a perpetrar um banho de sangue maior é possível fazer algumas melhorias nos veículos, como incluir lâminas e armas de fogo automáticas.

No Brasil houve banimento completo do jogo, ao passo em que em outros países a Stainless Games, produtora do título, deu uma repaginada geral para poder comercializá-lo. Entre as diversas mudanças estão a substituição de pedestres por robôs e zumbis e uma singela alteração na paleta de cores do sangue. Na época que o game estourou, muitos veículos de imprensa o acusaram de incentivar a violência dos jovens.

Ethnic Cleasing

Imagine um game tão pesado que os próprios jogadores evitem falar sobre ele? Este é o caso de Ethnic Cleasing, um jogo que te coloca no papel de um jovem da Ku Klux Klan ou do movimento Skinhead. O game é um FPS repleto de mensagens de ódio contra judeus, afrodescendentes e latinos. Seu objetivo é (conforme o título sugere) fazer uma limpeza étnica. Sim, há bastante violência gore e assassinatos ao longo da campanha. Para piorar, os alvos são indivíduos extremamente estereotipados.

Diferente dos outros jogos desta lista, Ethnic Cleasing não apenas foi banido, mas seus criadores (The National Alliance) também foram processados. Uma sequência chegou a ser produzida, mas felizmente foi abolida das lojas online. Mais tarde descobriu-se que seus criadores eram neonazistas de carteirinha e a história envolveu mandados de prisão.

Muslim Massacre

Outro jogo que promove a xenofobia de maneira premeditada é Muslim Massacre, um jogo do gênero shoot ‘em up cujo objetivo é exterminar muçulmanos. O game foi lançado em 2008, no auge da guerra contra o terror, promovida por George W. Bush. Você encarna o papel de um guerrilheiro americano que atira em qualquer islamita que aparecer no caminho. Apesar do design simplista, há bastante sangue na campanha.

Muitos islamitas se sentiram ofendidos com o título, que não poupou nem mesmo a imagem de Allah, o deus do Islã. Tal como outros títulos desta lista, Muslim Massacre acabou banido de vários países do mundo.

RapeLay

Em 2006 a Illusion Soft fez uma brincadeira de extremo mal gosto ao lançar RapeLay, um título em que o objetivo é perseguir e estuprar mulheres. Sim, você não leu errado: você deve estuprar mulheres. Quase toda a ação ocorre dentro das estações de trem e metrô, exatamente como ocorre na vida real. Ao longo da jogatina você pode passar a mão nas mulheres, levantar suas saias, persegui-las e por fim estuprá-las.

Para piorar a situação, o game é bastante gráfico, mostrando o constrangimento das mulheres. Em alguns momentos podem-se ver as garotas chorando e se machucando. A história do jogo é tão terrível quanto o game em si: você é um pai de família que não vê problema algum em promover incesto e ameaçar de morte suas duas filhas. O choque foi tão grande no período de lançamento que o game virou notícia nos principais jornais do mundo. Praticamente o mundo todo baniu esta brincadeira sem graça.

Baby Shake

Este aplicativo para celulares foi o responsável por mostrar que o processo de aprovação para entrar na loja da Google era extremamente falho. Exclusivo para celulares, o game coloca o jogador como cuidador de um bebê que chora repetidamente. Seu objetivo é fazê-lo parar de chorar, entretanto a tarefa não é das mais fáceis.

Logo, ao invés de ninar a criança, o jogador deve sacudir a criança com força excessiva até que os olhos do bebê sejam substituídos por “X”. Nos mangás isso significa que o bebê está morto. Sim, o objetivo aqui é matar bebês. A desenvolvedora do game ainda foi sádica na hora de descrever o game na Google Store: “quanto tempo você aguenta o choro dele antes de calá-lo?”. Devido às inúmeras reclamações o App foi removido da loja.

Dog Wars

Este game segue um estilo parecido com Mafia Wars, porém os jogadores têm à sua disposição cachorros. Sim, o objetivo é fazer os cães lutar em rinhas. Para vencer, você deve treinar os animais, alimentá-los e dar a eles esteroides até ficarem fortes e sanguinários.

Após diversas petições e mobilização do PETA, o jogo acabou saindo do ar na Google Play. A produtora do jogo (Kagegames), tentou se defender alegando que o jogo não incentivava rinhas de cães, mas um mero aplicativo de instrução de como tornar um cão obediente e treinado. As desculpas não colaram e os desenvolvedores sofreram diversas ameaças de morte pela brincadeira nonsense.

Bonus: Super Columbine Massacre RPG!

Super Columbine Massacre RPG! foi lançado em 2005 para horror das famílias das vítimas do massacre de Columbine. O jogo é do gênero RPG com um design inspirado nos clássicos da era 16 bits, de modo que a violência não é tão grande. Entretanto os minutos iniciais já mostram o quanto o criador do jogo, Danny Ledonne, é uma pessoa sádica, já que o game reconta todo o dia do massacre.

A reação foi extremamente negativa, porém houve quem defendesse o lançamento como uma forma de expressão válida de arte.Seja como for, o game foi o primeiro a ser banido do Slamdance Festival e se tornou um símbolo entre jogos polêmicos.

Black Squad é lançado oficialmente no Brasil

O jogo de FPS online Black Squad já é bem conhecido do público brasileiro, mas jamais teve o lançamento oficial em nosso país. As coisas mudam agora com o lançamento do acesso antecipado na Steam brasileira. A intenção da NS Studio, responsável pelo game, é garantir um suporte mais próximo do público que dá suporte ao game durante tantos anos.

Black Squad conta com um total de aproximadamente 6,6 milhões de jogadores mundialmente, sendo que o Brasil representa a região com maior número de jogadores ativos – cerca de 16% do total das partidas diárias são disputadas por brasileiros. O título tem uma gama variada de armas, mapas, modos de jogo e personagens.

Para quem não conhece, o objetivo do jogo é proporcionar uma nova experiência ao jogador a cada partida. Black Squad possui suporte a 12 idiomas, incluindo o português, e conta com um pico médio de 13 mil usuários simultâneos e 100 mil acessos diários. Com o lançamento oficial, espera-se que a audiência do jogo entre brasileiros seja elevada.

“Queremos estar mais próximos de nossa maior comunidade e consolidar o Black Squad como o melhor FPS militar no Brasil, uma vez que o jogo tem todas as características que o público brasileiro gosta”, afirma Moon IL Lee, Diretor da NS Studio. “O título é completamente gratuito e é possível adquirir todos os armamentos do jogo apenas com o dinheiro que é ganho ao jogar, ao completar as missões diárias, semanais e as de clã, além de eventos especiais.”

Com a intenção de melhorar continuamente o jogo e ouvir a opinião da comunidade de todas as regiões, o jogo dispõe de um canal oficial no Discord para que os usuários possam se comunicar diretamente com a equipe de Black Squad.

“Nosso objetivo é finalizar o acesso antecipado até o início do segundo semestre deste ano e converter o jogo em um serviço formal. Itens, personagens, mapas, modos de jogo, entre outras características serão adicionados continuamente. Nossa expectativa é entrar no Top 10 de usuários simultâneos da Steam”, acrescenta Lee.

Black Squad é um jogo first-person-shooter (FPS) militar gratuito, disponível na Steam. Com gráficos realistas e visual dinâmico produzido pela Unreal Engine 3, o Black Squad oferece a melhor experiência aos fãs de jogos militares. Com uma variedade de mapas de jogo, modos e armas disponíveis, os jogadores podem aprimorar suas habilidades e estratégias para se sobressair em comparação aos oponentes.

Abaixo tem um trailer de Black Squad:

Ragnarok retorna ao Brasil com um novo formato gratuito e para browsers

Ragnarok Online, o MMORPG, ainda possui um espaço especial no coração dos jogadores brasileiros, afinal foi ele o principal motivo para a explosão das lan houses em todo o país. O título da Level Up ainda existe e segue forte no cenário nacional, não por acaso a LUG está apostando mais uma vez na franquia em 2018. Desta vez a ideia é a versão especial para browser Ragnarök Journey, cujo macete é a dispensa da necessidade de download ou de instalação, e pode ser jogado na aba de qualquer navegador.

De acordo com a Level Up, Ragnarok Journey é um jogo casual e de fácil acesso, que permite uma rápida conexão. Elementos clássicos como seleção de classes, melhoria de habilidades, criação de Guildas e caçadas por chefões poderosos (MVPs) foram mantidos para essa versão do jogo. A ideia é basicamente simplificar as coisas para o jogador, ao passo que o fator diversão é mantido.

Um grande diferencial de Ragnarok Journey é a facilidade com que os jogadores podem concluir as muitas missões disponíveis. Por meio do sistema automatizado, com apenas um clique o personagem criado realiza todas as ações necessárias do chamado “grind”, para receber experiência e itens adicionais. Assim, mesmo em meio à correria do dia a dia ainda é possível passar bons momentos na cidade de Prontera ou nos diversos outros campos do game.

“O ano de 2017 foi realmente muito bom para o Ragnarok Online”, comenta Julio Vieitez, diretor geral da Level Up. “Lançamos atualizações grandes e ainda inserimos conteúdos que agradaram tanto aos fãs novos quanto aos antigos. E com a chegada do Ragnarok Journey, vimos a oportunidade de firmar ainda mais essa marca que é tão importante para a empresa e para os jogadores”.

Como parte do acordo com a Warpportal, Ragnarok Journey está disponibilizado apenas em inglês e passará a fazer parte do portfólio de jogos internacionais da Level Up, que ficará encarregada pela revenda dos créditos online do título.

A parceria entre a Warpportal e a Level Up ainda levou à criação das LUCoins. Com esse crédito eletrônico, os jogadores poderão garantir itens mais valiosos dentro do Ragnarok Journey. Além disso, a moeda virtual oferece certas vantagens, pois não é influenciada pelas taxas de câmbio do dólar e sua compra ainda pode ser parcelada.

Mais informações sobre Ragnarök Journey estão disponíveis no site da Level Up.

Riot Games anuncia segunda edição do Acampamento Yordle

Uma das maiores preocupações da Riot e da comunidade de jogos eletrônicos em geral é a toxicidade de determinados jogadores. Algumas ações já foram tomadas no passado para melhorar o ambiente de jogo. Uma das mais eficazes dos últimos tempos foi o Acampamento Yordle de League of Legends, que conseguiu trazer um clima pacífico e divertido dentro do game. Não por acaso, a Riot promove a segunda edição do evento entre os dias 12 e 21 de abril dentro dos servidores brasileiros.

Basicamente, a comunidade será dividida em dois grupos. As regras continuam as mesmas da primeira edição: uma barra de vida vai representar a redução do comportamento antiesportivo garantida pelo grupo dentro do jogo. A finalidade é não zerar a barra ao longo de todo dia, entre 8h e 23h. A barra vazia representa o hábito padrão dos jogadores do servidor em um dia comum, portanto qualquer energia restante na barra, às 23h, reflete uma melhora significativa no comportamento e, por consequência, a vitória do grupo. Segundo a Riot, não se trata de uma disputa entre dois times, mas uma gincana colaborativa entre os integrantes de cada turma.

O bom comportamento de todos que participarem garante que o medidor de um grupo não se esvazie, o que leva a um prêmio no final do dia – uma cápsula que pode conter: baú Hextec, chave, essência Azul e/ou moeda do Acampamento. Ambos os times podem ganhar os prêmios. Jogadores que sofrerem punições não recebem o bônus, ainda que seu grupo feche o dia sem zerar a barra de energia.

“Nosso objetivo é desenvolver uma comunidade saudável e por isso o desafio do Acampamento é justamente contribuir para uma mudança positiva significativa no comportamento ao final do dia”, afirma Leandro Faria, gerente de Produto da Riot Games. “O Acampamento é um evento para celebrarmos o espírito esportivo dos jogadores de League of Legends”, completa.

De acordo com a Riot, nesta edição houve um sorteio para decidir a que grupo cada um dos jogadores pertence. Os jogadores brasileiros saberão a que grupo pertencem entrando na aba do Acampamento no cliente do LoL. Lá, eles também vão descobrir como está o progresso do servidor.

O Acampamento Yordle começa às 8h (horário de Brasília) de 12 de abril de 2018 e acontece, todos os dias, a partir desse horário, até o dia 21 de abril. Os jogadores dos grupos que alcançarem a meta serão premiados com as cápsulas até o início da próxima rodada, no dia seguinte. Para estar elegível aos prêmios, o jogador tem que ter participado de pelo menos uma partida no dia do evento, nos modos Summoner’s Rift normal, ranqueada ou gerenciada, e não ter sido punido por comportamento antiesportivo.

Para mais informações, acesse a seção de Perguntas Frequentes, no site de League of Legends.

Ferreiros e Alquimistas – jogo brasileiro reconta a história da tribo indígena Tayronas da Colômbia e o processo de alquimia para criar o ouro de tolo

O jogo Ferreiros e Alquimistas é um daqueles projetos educativos que transcendem a barreira e o preconceito que muitos jogadores têm com jogos do gênero. O game é uma verdadeira aula de história e química, apesar de ter cara de um adventure moderno. Aqui o jogador entra na pele de uma jovem da tribo Tayrona, que deve utilizar seus conhecimentos em alquimia para forjar o famoso “ouro” de Tumbaga. O game nasceu de um projeto da UFRGS e já conquistou bastante aclamação desde o ano passado.

O game é uma analogia ao que o povo Tayrona fazia na época dos conquistadores espanhóis. Nativos da região da Colômbia, os Tayronas viviam.pacificamente até os espanhóis chegarem e passarem a exigir o ouro da região. A partir de seus conhecimentos da região, os Tayronas faziam expedições para buscar elementos químicos a fim de criar a liga Tumbaga, composta de ouro e cobre, a liga mais usada entre os ourives pré-hispânicos do território colombiano.

Para isso, o jogador deve coletar diferentes itens em determinados locais do relevo colombiano, tais como lagos, montanhas, cavernas e a vegetação nativa. Ao todo são três objetivos a serem cumpridos nesta primeira fase do game: produzir o espelho de Tumbaga, criar um colar de Tumbaga e a criação de uma escultura da mesma liga. Cada uma dessas etapas necessita de um processo específico, como polir ouro, coletar cera de abelha, ou adquirir argila. Cada um desses processos replica as etapas que os verdadeiros Tayronas faziam para entregar o ouro aos espanhóis.

Na época de colonização da América do Sul os espanhóis estavam surpresos com a quantidade de ouro que os Tayronas possuíam, mas o que eles não sabiam era que todo o material era composto por 95% de cobre e apenas 5% de ouro. Acontece que no processo de alquimia, os indígenas realizavam uma infusão feita com uma planta chamada chulco, que fazia com que a superfície em cobre fosse corroída e deixasse à mostra apenas os átomos de ouro na parte exterior. Quando os espanhóis descobriram o engodo começou uma tensão entre os povos. Foi daí que surgiu a expressão ouro de tolo.

Ferreiros e Alquimistas foi desenvolvido por um grupo pertencente ao NAPEAD (Núcleo de Apoio Pedagógico à Educação a Distância da UFRGS), com liderança do professor de química Marcelo Eichler. O grupo, aliás, já pensa nas próximas duas fases do game. De acordo com Marcelo, o segundo capítulo vai se passar no Caribe e contará uma parte da história envolvendo escravatura e o trabalho de Ferreiros nas formas de Siderito (um metal advindo de um meteoro). A terceira parte será mais focada na alquimia e vai levar o jogador até a Europa.

Ferreiros e Alquimistas foi possível graças a um financiamento em 2015 através do CNPQ (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e da FAPERGS (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul). Em meados de 2017, o título foi finalista em Curitiba da SBGames (Simpósio Brasileiro de Games e Entretenimento) na categoria jogos educativos. A expectativa é que o game conquiste ainda mais sucesso entre os jogadores brasileiros e se torne um marco entre os jogos educativos. Você pode acessar o game aqui.

Abaixo tem um trailer de Ferreiros e Alquimistas:

Delegação da Abragames na GDC recebe prêmios e faz bastante sucesso

Os desenvolvedores de jogos nacionais tem muito a comemorar, afinal a expedição para a GDC foi um tremendo sucesso. Tanto que a delegação teve de apresentar aos fiscais de aeroportos os prêmios que receberam ao desembarcar no Brasil. Sim, nossos jogos foram altamente elogiados e prestigiados no evento americano. Até mesmo o Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, compareceu, pela primeira vez, no evento em São Francisco, para prestigiar o setor.

Neste ano a delegação brasileira bateu o  recorde de integrantes no evento ao enviar nada menos que 44 empresas e mais de 120 profissionais do Brasil para a GDC. Esta participação em eventos internacionais é uma iniciativa do Projeto Brazilian Game Developers (BGD), parceria da Abragames com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).

Os desenvolvedores brasileiros voltaram da GDC 2018 com muitos prêmios. Entre eles podemos citar que o game Relic Hunters Legend, da Rogue Snail, foi o grande vencedor do GDC Pitch; novamente a Rogue Snail, e a Bad Minions, ganharam Menções Honrosas na GDC Play; o game Plushie Mania, da Gazeus Games, foi exibido no estande do Facebook, e o Viking Days, da VR Monkey, no estande da Intel.

“Em 2017 tivemos o Kickstarter bem-sucedido e um investimento da empresa sul-coreana GTR. Esse ano já começamos ganhando o edital da Ancine no Brasil e com a premiação na GDC no exterior”, comemora Marco Venturelli, CEO e Presidente Criativo da Rogue Snail.

Com o sucesso da delegação brasileira na GDC espera-se que mais companhias invistam na produção nacional. Potencial já sabemos que temos para fazer frente aos jogos de qualquer país.

Abaixo tem um vídeo dos jogos que participaram da delegação Abragames no evento:

Cinemark exibe a grande final da 1° Etapa do CBLoL 2018

Ansioso para a acompanhar a final da 1° Etapa do Campeonato Brasileiro de League of Legends 2018 (CBLoL)? Pois bem, que tal acompanhar a grande decisão em um dos cinemas da rede Cinemark? Sim, a decisão do dia 7 de abril será exibida ao vivo em 13 salas da Cinemark graças a uma parceria com a Cinelive.

A exibição ocorre em oito cidades brasileiras, de modo que muitos aficionados pelo CBLoL podem acompanhar o evento com o conforto e grandiosidade de uma sala de cinema. O League of Legends é um dos games mais jogados no mundo, e a partida vai consagrar a equipe que representará o Brasil na fase de entrada do campeonato mundial.

A exibição poderá ser conferida em cinemas de São Paulo (Metrô Santa Cruz, Metrô Tatuapé, Eldorado, Cidade São Paulo, Shopping West Plaza e Pátio Paulista), Curitiba (Mueller), Rio de Janeiro (Downtown), Brasília (Pier 21), Campinas (Iguatemi), Salvador, Recife (RioMar) e São Caetano (ParkShopping).

Os ingressos estão disponíveis no site da Rede ou nas bilheterias dos cinemas participantes, por R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia). Os consumidores que possuem o cartão Cinemark Mania possuem 50% de desconto na compra de um ingresso.


Serviço Cinemark – Final da 1ª Etapa do CBLoL 2018


Data: 7 de abril
Horário: 12h (horário oficial de Brasília)
Classificação indicativa: livre

Complexos participantes:

Brasília (DF)
Pier 21 – S.C.E. Sul, Trecho 2

Campinas (SP)
Iguatemi Campinas – Av. Iguatemi, 777

Curitiba (PR)
Shopping Mueller – Av. Candido de Abreu, 127

Rio de Janeiro (RJ)
Downtown – Av. das Américas,500

Recife (PE)
RioMar – Av. República do Líbano, s/nº

Salvador (BA)
Salvador Shopping – Av. Tancredo Neves, 2.915

São Paulo (SP)
Eldorado – Av. Rebouças, 3970
Metrô Santa Cruz – Rua Domingos de Morais, 2564
Metro Tatuapé – Rua Domingos de Agostin, 91
Pátio Paulista – Rua Treze de Maio, 1947
Cidade São Paulo – Avenida Paulista, 1230
Shopping West Plaza – Av. Francisco Matarazzo – Água Branca, São Paulo

São Caetano do Sul (SP)
ParkShopping São Caetano – Alameda Terracota, 545

Riot divulga as datas para inscrições para as classificatórias do Circuito Desafiante do League of Legends

Quer participar dos grandes torneios de League of Legends? Pois então fique atento para as datas de inscrições para as classificatórias do Circuito Desafiante. De acordo com a Riot, serão três etapas classificatórias e as equipes vão poder escolher uma delas para participar. Para se inscrever, os interessados devem acessar o site da Promo Arena. Abaixo você confere as datas de inscrições das três etapas classificatórias:

1. Classificatória #1
data: 02 e 03 de abril (segunda e terça-feira)
2. Classificatória #2
data: 16 e 17 de abril (segunda e terça-feira)
3. Classificatória #3
data: 23 e 24 de abril (segunda e terça-feira)

Após as três classificatórias, as oito equipes que mais pontuarem vão passar para a fase eliminatória, que será realizada nos dias 30 de abril e 01 de maio. Os dois times que vencerem as eliminatórias disputarão a Série de Promoção, em 07 e 08 de maio, contra as equipes que ficarem em 5º e 6º lugares nesta 1ª Etapa do Circuito Desafiante 2018.

Jogadores de qualquer elo (bronze, prata, ouro, diamante) podem se inscrever, mas devem ter ao menos 17 anos completos até o dia 31 de julho de 2018. Cada time tem que ter pelo menos três jogadores brasileiros. Pro players que atuam na Primeira Etapa do Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLoL) ou do Circuito Desafiante não podem participar. Para mais informações sobre as Classificatórias do Circuito Desafiante, acesse o site da Promo Arena. Fique alerta também com as novidades postadas no site da Riot.

Kinship viaja aos Estados Unidos para participar da Game Developers Conference e Game Connection America

A Game Developers Conference e a Game Connection América são dois dos eventos mais importantes no calendário dos desenvolvedores de jogos eletrônicos. E não é por menos: tanto a GCA como a GDC contam com a participação das principais empresas desenvolvedoras de games do mundo e são reconhecidas pela indústria como excelentes oportunidades para ampliar a rede de contatos, alinhavar ou fechar parcerias e adquirir conhecimento. A desenvolvedora brasileira Kinship decidiu levar uma comitiva até os dois eventos a fim de levar seus projetos e quem sabe fazer negócios importantes. A GCA acontece de 19 a 21 de março, e a GDC ocorre de 19 a 23 de março.

Enquanto a GDC é destinada ao desenvolvimento dos profissionais do setor e oferece espaços para exposições e debates, a GCA é totalmente voltada para business. Tanto a GCA como a GDC contam com a participação das principais empresas desenvolvedoras de games do mundo e são reconhecidas pela indústria como excelentes oportunidades para ampliar a rede de contatos, alinhavar ou fechar parcerias e adquirir conhecimento. Enquanto a GDC é destinada ao desenvolvimento dos profissionais do setor e oferece espaços para exposições e debates, a GCA é totalmente voltada para business.

“É a primeira vez que a Kinship participará da GCA e da GDC e nosso foco estará totalmente em Skydome, game para PC de action tower defense e que deve ser lançado ainda este ano. Será uma grande oportunidade de aprendizado para a equipe da Kinship e esperamos não só ampliar a visibilidade sobre o estúdio, mas também fazer muitos novos contatos e negócios”, disse Cheny Schmeling, diretor criativo da Kinship.

O game a ser apresentado pela Kinship é Skydome, um tower defense que coloca dois times para lutar em arenas e invocam ondas crescentes de personagens para conquistar o artefato adversário. Em paralelo, os times precisam defender seu próprio artefato dos avanços hostis das criaturas inimigas.

Cada jogador escolhe um campeão do Skydome entre vários disponíveis, sendo que cada um tem seu próprio estilo de jogo e um conjunto diferente de habilidades, como as poderosas e inovadoras intervenções, que podem ser lançadas diretamente na arena adversária. Uma intervenção bem utilizada, além de deixar as partidas mais interessantes e imprevisíveis, pode modificar completamente o resultado do confronto. Mais informações no site do desenvolvedor.

Abaixo tem um trailer de Skydome, o jogo desenvolvido pela Kinship: