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Stronghold Kingdoms chega a dispositivos mobile

O gênero RTS andava meio esquecido nos últimos meses, porém a produtora Firefly Worlds resolveu apostar neste tipo de game em sua empreitada no mundo mobile. Para isso, a empresa aposta em sua famosa franquia Stronghold Kingdoms. Para quem não conhece, Stronghold é um RTS com elementos de Castle Sim, que reúne jogadores de variadas plataformas para disputas online. No jogo você começa com um pequeno povoado e vai evoluindo até se tornar um grande império medieval, travando batalhas contra reinos vizinhos.

O game foi liberado recentemente para as plataformas iOS e android, de modo que os controles foram retrabalhados para a tecnologia touchscreen. De acordo com os desenvolvedores, a comunidade já vinha cobrando uma versão mobile de Stronghold há tempos. A grande sacada é que os jogadores mobile poderão enfrentar usuários de outras plataformas. Além disso, os usuários antigos poderão usar seus mobiles, se preferirem, mantendo suas respectivas contas.

Ainda que seja um jogo de RTS, Stronghold Kingdoms diferencia-se de outros jogos mobile do gênero ao incentivar interações pacíficas entre os jogadores  a fim de conquistar o progresso. Tal como ocorre em Sim City, existe um sistema político e econômico regido por jogadores que os permite realizar o comércio entre aldeias, eleições e alianças políticas. Mas se você não tiver paciência, basta mudar sua forma de jogo para algo mais sanguinário. O sistema de Casas e Corrida da Glória também é único entre os jogos disponíveis.

A ideia básica é tornar seu povo mais forte, seja através de guerras ou por diplomacia. Stronghold Kingdoms foi lançado inicialmente para PC em 2012 e alcançou números expressivos entre a comunidade e boas notas entre a crítica. A expectativa da Firefly é repetir o sucesso da versão PC nas plataformas mobile. O que pode ajudar a obter o sucesso desejado é que o game é gratuito.

Abaixo tem o trailer de Stronghold Kingdoms mobile:

INTZ conquista o bicampeonato do CBLoL 2016

A final da primeira etapa do Circuito Brasileiro de League of Legends (CBLoL 2016) chegou ao fim neste final de semana (2 de abril) e, ao contrário do que se esperava, a disputa pelo título não foi tão eletrizante, pois o time INTZ “passeou” literalmente ao conquistar uma vitória fácil e arrasadora contra os adversários do Keyd. A decisão terminou em 3 x 0 a favor dos Intrépidos.

Este foi o segundo título consecutivo conquistado pelo INTZ em cima do time adversário. Tal como em 2015, a conquista veio de forma invicta, posicionando o INTZ como a principal equipe de LoL brasileira. A final foi realizada nos estúdios da Riot, em São Paulo e foi assistida por milhares de brasileiros através de streaming pela internet e em 52 salas de cinema espalhadas pelo país.

“O bootcamp que fizemos na Alemanha, entre a primeira fase e a semifinal, foi bem intenso. Nos unimos mais, vimos que podíamos aprender muita coisa sobre o jogo e sobre a gente mesmo. A maior evolução desses últimos dias foi nossa evolução como pessoa. Tudo que deixamos de lado para conseguirmos o nosso objetivo deu certo” disse o caçador Revolta.

O retrospecto do INTZ na fase classificatória do CBLoL 2016 foi de três vitórias e quatro empates. Na semifinal, a vitória veio diante da Operation Kino. Com o título, a equipe leva para casa um prêmio de R$ 15 mil, além de garantir vaga para o International Wildcard Invitational, de 16 a 23 de abril, na Cidade do México. No ano anterior a equipe foi até a Turquia, mas não conseguiu suportar a pressão e jogou mal. A expectativa é que os brasileiros farão diferente neste ano.

“No primeiro Wildcard, no ano passado, não tivemos tempo para nos prepararmos. A gente foi descobrindo o que os times faziam lá. Na final, com 4 mil turcos gritando, não conseguimos fazer o melhor. Agora, acredito que a gente joga muito melhor sob pressão, e teremos tempo de preparação. Com isso, vamos conseguir fazer uma campanha boa, tenho certeza” explicou Tockers.

Tal como em um campeonato de futebol, a decisão do CBLoL 2016 foi marcada por provocações nas redes sociais por parte das duas equipes. Infelizmente para o Keyd, a equipe do INTZ mostrou-se muito superior na partida. Tal hegemonia deve-se à intensa preparação que o time teve antes da final: os intrépidos passaram 15 dias em Berlim, na Alemanha, treinando com outras equipes profissionais de LoL.

Abaixo tem o momento da conquista do INTZ no CBLoL 2016:

Big Gods inaugura nova Gaming House em São Paulo

A Big Gods, uma das principais organizações do eSport brasileiro está em fase de expansão e para mostrar que daqui em diante será uma equipe mais competitiva, foi anunciado que haverão investimentos em novas equipes. Neste ano. Além de manter um time em League of Legends, a equipe anunciou lineups com novos jogadores em mais três jogos que fazem parte do circuito mundial de eSports, sendo eles: Counter Strike, Hearthstone, Heroes of the Storm e Street Fighter V.

O objetivo da Big Gods é obter sucesso também nestes jogos, tal como foi obtido em LoL (atualmente a Big Gods ostenta o primeiro lugar no Circuito Desafiante). Para que isso ocorra, a equipe replicará a f´romula de sucesso nos demais jogos e até irá adotar um “CT” oficial: as cinco equipes passam a morar juntas na nova Gaming House da organização, localizada no Que Tal Hostel, em São Paulo.

“Investir nestes jogadores é mais um passo que a Big Gods dá para carimbar seu nome na história do eSport nacional”, disse Danilo Salgueiro, gerente geral da Big Gods. “Temos a certeza que com este investimento e com o crescimento da modalidade, nossos jogadores têm tudo para conquistar títulos em 2016. Depois de pesquisarmos o local ideal para ser a casa para nossos atletas, decidimos transformar o Que Tal Hostel em nossa Gaming House, que acabou sendo apelidada de ‘Olimpo’ pela organização”, completa.

Como se não bastasse, a Big Gods também estará de cara nova. De acordo com a organização, o uniforme será totalmente remodelado para o início da temporada, mas sem abandonar as cores rubro-negras que já caracterizaram um dos times profissionais de eSports mais competitivos da atualidade.

Abaixo está a nova Lineup da Big Gods para 2016

League of Legends
Felipe “Ranger” Brombilla – Topo
Leonardo “Leozuxo” Camícia – Caçador
Rafael “Rakin” Knittel – Meio
Lucas “Luskka” Rentechen – Atirador
Ygor “RedBert” Freitas – Suporte

Heroes of the Storm
Murillo “Murizzz” Tuchtenhagen – Flex
Juan “Jschritte” Passos – Flex
Matheus “Typhex” Santos – Tank/Flex
Esteban “DEUS” Aspera – Assassin
Rodrigo “Vieira” Lopes – Support

Counter-Strike
Alef ”tatazin” Pereira
Gabriel “gaabxx” Carli
Denner “KHTEX” Barchfield
Gabriel “BIEL THE MAGICIAN” Romais
Lucas “skip” Santiago

Street Fighter V
Daniel “Cabeça”

HearthStone
Leo “Leomane” Almeida
Yan “Vinny” Schuawb

DISNEY APRESENTA O CODE BAYMAX – JOGO ONLINE PARA APRENDER PROGRAMAÇÃO

Hoje vamos falar sobre a iniciativa Code Baymax, um jogo da Disney indicado para crianças de 8 a 12 anos que estão aprendendo programação. O título coloca os personagens do filme Operação Big Hero para dar dicas para os jovens em como resolver puzzles por meio do uso de tecnóloga computacional. De acordo com os desenvolvedores, Code Baymax é fruto dos esforços da produtora em termos de alfabetização digital.

A ideia básica é familiarizar as crianças com conceitos básicos de programação e superar testes com a ajuda dos personagens Hiro e Yokai, do filme Operação Big Hero. Deste modo, o game serve como incentivo para introduzir dicas de programação e incorporar ferramentas de pensamento lógico-matemático ao mesmo tempo em que estimula a curiosidade e imaginação. Para isso, os jogadores exploram diferentes localidades com a ajuda dos protagonistas do filme e vão resolvendo puzzles.

Apesar de simples, Code Baymax possui um enredo: Yokai sequestrou o Hiro e agora cabe a Baymax resgatá-lo. O jogador deve programar Baymax usando listas de instruções por controle remoto para chegar até Yokai e salvarHiro. A tarefa não é das mais fáceis, pois no caminho surge todo tipo de perigos e obstáculos.

“Estamos muito entusiasmados com este lançamento, em que estamos trabalhando com uma equipe multidisciplinar de experts faz muitos meses, para contribuir com que as crianças possam aprender programação jogando. O nosso principal motor é incentivar a imaginação delas e favorecer seu desenvolvimento cognitivo”, comentou Belén Urbaneja, Diretora de Corporate Citizenship & Brand Management, The Walt Disney Company Latin America. “Sabemos que a programação é uma linguagem que está se tornando uma das mais importantes desta geração e queremos colaborar com os pais e educadores para que tenham ferramentas facilitadoras do ensino”, acrescentou.

É interessante notar que Code Baymax foi desenvolvido na América Latina, mostrando que a Disney está de olho na região. Conforme avança pelas fases, os jovens adquirem conhecimentos de algoritmos (o que envolve sequenciar instruções para resolver um problema), procedimentos, decomposição de problemas em ações mais breves, correção de erros, dentre outros. Além disso, o jogo serve para mostrar que a programação ajuda a resolver problemas de diferentes maneiras e não há uma única forma de o fazê-lo na maioria dos casos.

Com isso, os jovens adquirem habilidades computacionais e passam a enxergar a tecnologia como ferramenta útil para solução de problemas e de expressão de ideias. Talvez até tomem gosto por expressar ideias digitalmente que futuramente possam se expressar através do desenvolvimento de histórias interativas, jogos, animações, música e simulações. Não há como prever até onde a tecnologia pode incentivar a educação, pois elas de fato promovem pensamento crítico e criativo.

Por outra parte, o enfoque do aprendizado baseado no jogo e na criação transforma a colaboração em uma área de aprendizado divertida e estimulante para as crianças.  Para acessar Code Baymax basta acessar a página do Disneylatino.

Abaixo tem o trailer de Code Baymax:

Top 10 : Indie games para 2016

Os jogos indie prometem roubar muito das atenções do público gamer para o ano de 2016. Prova disso são os títulos que listamos abaixo. São games que prometem fazer bastante sucesso de crítica, público e comercial seja pelo conceito inovador, pela jogabilidade curiosa ou pelo enredo ambicioso. Pode ser que ao final do ano algum outro game indie faça mais sucesso que qualquer um desta lista, mas seja como for, estamos com atenção especial voltada para estes jogos.

Abaixo só tem lançamentos internacionais, mas estamos preparando uma lista de jogos indie nacionais com lançamento para este ano. Se você tem algum jogo para a temporada, mande-nos algum material de divulgação!

 

Mighty No. 9

Might N9

Plataformas: 3DS, Mobile, PC, PS3, PS4, PSVita, X360, XO, Wii U | Editora: Deep Silver

Keiji Inafune sempre quis seguir com os jogos da franquia Megaman, mas por razões desconhecidas a Capcom relegou seu mascote ao limbo e isto causou a ruptura entre o mítico desenvolvedor e o estúdio. Em 2013, Inafune deu sua resposta à Capcom com o projeto Might No.9, um jogo que tem tudo de Megaman, desde seu estilo artístico ao gameplay (praticamente não existem diferenças). Mas não acuse Inafune de falta de criatividade ainda: se No. 9 for triunfal do gênero plataforma de ação em 2D. Quem sabe a Capcom não lança um Megaman após isso, só para rivalizar com o título de Inafune?

 

Last Year

Last Year

Plataformas: PC | Editora: Elastic Games

Last Year é um multiplayer online para 6 jogadores com foco em sobrevivência. O grande diferencial é que 5 dos jogadores deve sobreviver, enquanto que um deles desempenha o papel de um serial killer. É como ser jogado no meio de Sexta-feira 13 com os amigos. Para sobreviver é imprescindível cumprir uma série de objetivos. E sim, pode esperar todos os clichês clássicos de filmes de horror, como adolescentes, assassino vestindo máscara, lugares impróprios para férias etc.

 

The Forest

The Forest

Plataformas: PC, PS4 | Editora: Endnight Games

The Forest coloca o jogador no meio de uma área florestal após um acidente de avião. No local residem mutantes canibais que perseguem o jogador assim que o sol se põe, mas são bastante pacíficos durante o dia. O ciclo dia/noite é o grande chamariz do jogo, pois durante o dia as horas devem ser gastas criando equipamentos para se defender à noite. Entretanto, a Endnight Games pede que o jogador não seja tão apressado antes de tirar conclusões acerca do comportamento desses canibais noturnos: no primeiro encontro eles tentam se comunicar com o jogador e durante os combates eles ficam mais preocupados em defender-se do que atacar. A ideia é que o jogador tire conclusões se a verdadeira ameaça são essas estranhas criaturas, ou se a verdadeira ameaça é você.

 

Death’s Gambit

Deaths Gambit

Plataformas: PC | Editora: White Rabbit

Death’s Gambit pode ser resumido como a fusão entre Shadow of the Colossus, Super Metroid e Castlevania. Nele você é um guerreiro que recebe a missão de matar criaturas gigantescas em um planeta alienígena de aspecto medieval. Parece muito louca a mistura, não? Mas funciona. Os elementos de action-rpg garantem que o jogador vai se divertir e passar raiva na mãos dos inúmeros inimigos que inundam o cenário. A pixel art garante ainda contribui para dar ao game aquela sensação de que este é jogo seria um dos melhores da geração 16 bits.

 

Kodoku

Kodoku

Plataformas: PSVita, PS4 | Editora: Carnivore Studios

Kodoku é um título independente da Carnivore Studio, do Japão. Nele, você explora uma ilha sinistra em busca de um misterioso livro. O problema é que a ilha está repleta de criaturas do folclore japonês. A arte do jogo é a parte mais interessante, tirando um pouco o fator aterrorizante, para algo mais próximo de um anime. Outra coisa que vai destacar Kodoku de outros jogos indie é o gameplay baseado em stealth: não há armas a serem usadas contra os espíritos. O objetivo é que o jogador, ainda que indefeso, possa passar pelas assombrações através de inteligência e um pouco de sorte.

 

Alisson Road

Alisson Road

Plataformas: PC | Editora: Lilith

O cancelamento de Silent Hills foi um dos golpes mais duros que a comunidade gamer já levou em décadas. Mas nem tudo está perdido: um grupo de fãs decidiu continuar o legado deixado pela demos de Hideo Kojima e decidiu criar seu próprio game aos moldes de P.T. Alisson Road tem uma casa medonha, puzzles a serem resolvidos , um enredo minimalista e um loop perturbador. Apesar de ter começado como um projeto do Kickstarter os produtores conseguiram o financiamento, então pode ter certeza que a Lilith não vai cometer o mesmo erro da Konami.

 

Enter the Gungeon

Enter the Gungeon

Plataformas: PC, PS4 | Editora: Devolver Digital

Este dungeon crawler é o mais visceral que você pode conhecer: o objetivo é explorar labirintos e masmorras altamente bélicas. Sim, os corredores estão armados até os dentes com armas de fogo, explosivos, armadilhas e inimigos numerosos. Para sobreviver, o jogador também tem a seu dispor um arsenal incrível, fazendo com que a passagem pelos ambientes seja marcado por muita morte e destruição. O jogo tem um aspecto trazido dos 16 bits e a chuva de tiros e explosões parecem inspiradas pelos clássicos shmups. Este crawler deveria ter sido lançado em 2015, mas a produtora decidiu atrasá-lo para otimizá-lo ao máximo.

 

Cuphead

Cuphead

Plataformas: PC, XO | Editora: Microsoft

À primeira vista, Cuphead parece um daqueles desenhos toscos da década de 30, mas basta uma olhada mais atenta para constatar que o jogo não tem nada de arcaico. Na verdade este jogo é uma conquista tecnológica da nova geração, pois ele não apenas realiza o sonho de um desenho jogável, como também o faz com honrarias: centenas de coisas ocorrem na tela ao mesmo tempo e os inimigos movem-se de maneira tão natural quanto se estivesse vivos. A trama gira em torno de Cuphead, uma criatura que deve derrotar inúmeros chefões para pagar uma dívida com o diabo. Já é cotado como o indie mais aguardado do Xbox.

 

No Man’s Sky

No Man Sky

Plataformas: PC, PS4| Editora: Hello Games

Jogos de mundo aberto ficarão arcaicos depois que No Man’s Sky for lançado, pois o jogo da Hello Games disponibiliza nada menos que um universo inteiro para o jogador explorar. De acordo com a desenvolvedora, o game pode contar com mais de 18 quintilhões de planetas, cada um deles com seu próprio ecossistema e formas de vida. Os momentos de ação estarão garantidos durante as batalhas contra criaturas hostis ou nos combates espaciais à lá Star Wars. O objetivo é chegar até o centro da galáxia, mas isto deve tomar cerca de 40-100 horas, se o jogador não entrar em missões paralelas. Adeus vida social!?

 

Hyper Light Drifter

Plataformas: PC, PSVita, PS4, XO, Wii U| Editora: Heart Machine

O jogo é um action RPG com aspectos da geração 8-16 bits, com fortes influências de Zelda e Diablo. Este viés possibilitou que o jogo fosse financiado rapidamente através do Kickstarter e ultrapassasse em mais de 20 vezes o valor solicitado pelos produtores. O jogo acompanha a aventura de Drifter, um jovem que explora um mundo de fantasia para livrar o mundo de uma ameaça perigosíssima. O roteiro é bem datado, mas a releitura da jornada do herói é enaltecida graças ao visual da era 16 bits. Na verdade a produtora Heart Machine criou o jogo idealizando como seria um jogo ideal do Super Nintendo.

Abaixo tem o trailer do indie Hyper Light Drifter:

Counter-Strike Nexon Zombies é o pesadelo antes do Natal

Counter Strike está longe de acabar! Para quem pensava que o famoso shooter que virou febre nas lan houses já estava morto e enterrado, a Nexon Europe anunciou há pouco a expansão Counter Strike Nexon Zombies, um título que, como o nome evidencia, coloca os jogadores para batalhar contra hordas de mortos-vivos com a mesma pegada do clássico dos shooters.

Tal lançamento chama-se Nexon Zombies e começou a ser lançada no dia 14 e vai terminar no dia 18 de dezembro. De acordo com a Nexon, ela inclui um conjunto de novos mapas, novos itens e, naturalmente, os inimigos zumbis, incluindo bosses difíceis de serem vencidos. Ao todo o game conta com cerca de 20 modos de jogo e 60 mapas para explorar com os amigos no multiplayer online.

O pacote é fruto da parceria entre a Nexon e a Valve para lançar o título através da Steam. De acordo com Kenny Chang, CEO da Nexon Europe, a expansão Enter the Nightmare irá surpreender tantos os jogadores antigos de Counter Strike quanto novos jogadores que não estão familiarizados com mecânicas FPS. A intenção da Nexon parece ser a de presentear os fãs dedicados da franquia CS, que andou fora dos holofotes por algum tempo.

Para isso, a Nexon tornou os zumbis rápidos e fortes, de modo que os jogadores precisarão ser rápidos no gatilho para derrotar a infestação, tal como ocorre em jogos como Dead Island e Left 4 Dead. Quem não se sentir corajoso o bastante para enfrentar zumbis, há modos mais tradicionais, como resgate de reféns ou desarmar bombas.

Por fim, há um sistema de clãs que permite criar a equipe dos sonhos com seus amigos, de modo que vocês recebem recompensas rapidamente e evoluir os personagens em conjunto. E tal como em RPGs, há um sistema de crafting para melhoria de armas e habilidades a fim de tornar o massacre zumbi mais divertido e facilitado. Nexon Zombies é exclusivo para PCs e pode ser acessado através da Steam.

Abaixo tem o trailer de Nexon Zombies:

Conheça The Last War, o survival da equipe WolfB

Um game bem ambicioso está sendo produzido pela equipe brasileira do WolfB, mas para se tornar real precisa de ajuda no site de crowdfunding Kickante. O jogo em questão chama-se The Last War, um survival horror com foco em multiplayer online onde os jogadores precisam resistir ao apocalipse zumbi que varreu a maior parte da civilização. De acordo com os desenvolvedores, o grande destaque deve ser o nível de dificuldade, pois este está sendo aprimorado para tornar o jogo o mais desafiador possível.

O game permite que o jogador alterne a visão da câmera entre 1º e 3º pessoa, de modo que os jogadores deixem o jogo da forma que considerem melhor para jogar. The Last War está em desenvolvimento há cerca de um ano e tem influências em jogos bastante conhecidos do público gamer, como DayZ e Infestation.

Além de ser o primeiro projeto do gênero produzido por brasileiros, The Last War também quer inovar em outros aspectos, como a introdução do grupo A Ordem. Formada por administradores, a Ordem é um grupo criado com o objetivo nos servidores e monitorar a ação dos jogadores e, assim que algum player tentar burlar o sistema anticheat do jogo, a Ordem sai em seu encalço para assassiná-lo. A intenção é trazer paz para as cidades e eliminar jogadores com reputação negativa da jogatina.

Outro aspecto interessante é que o mapa inicial do game é a cidade do Rio de Janeiro. Já imaginou um apocalipse zumbi na Cidade Maravilhosa? Se a equipe conseguir passar demais metas, será incluído o mapa da Amazônia. Quem sabe futuramente eles não incluem mapas de outras cidades brasileiras, como São Paulo e Porto Alegre? Não custa sonhar.

A meta inicial é de R$ 30 mil, que serão utilizados para a compra de equipamentos e licenças de programas para a produção do jogo. A versão inicial terá 10 modelos de armas, quatro personagens jogáveis e três zumbis diferentes (cada um com suas habilidades especiais). A campanha fica no ar por mais 50 dias, então se você gostou do projeto e quer contribuir, corre lá na página do Kickante.

Abaixo tem o trailer de The Last War:

Jogo de tabuleiro War é lançado para Tablets e PCs

Quem não conhece o jogo de tabuleiro War? Um grande clássico que ainda é jogado e adorado por milhões de pessoas ao redor do mundo. O único problema é achar uma galera para jogar sempre que se tem vontade né? As coisas mudaram! A partir de hoje é possível jogar War a qualquer hora do dia, pois a Growgames acaba de lançar o port do game para o mundo digital.

War está disponível gratuitamente para Android, iOS e PC. Quem desenvolveu o game foi a produtora Sioux, que já havia trabalhado em outros advergames como o Grow ABC Animado, Microsoft Caçadores de Conhecimento, USP Papo Reto, entre outros. De acordo com a desenvolvedora, o game mantém as mesmas características do jogo de tabuleiro, ou seja, muita estratégia e viradas espetaculares.

“War é um produto incrível e leva-lo para o ambiente digital é um privilégio. Foram meses de trabalho e contamos com o envolvimento dos fãs, que testaram o jogo em fase Beta e nos deram feedbacks para aprimorá-lo”, disse Danilo Parise, diretor de marketing e produtos da Sioux.

Para quem não conhece, War é o jogo de tabuleiro de estratégia em que os participantes envolvem-se em um conflito bélico pelo mundo. No início da partida cada um recebe um objetivo diferente, quem o alcança primeiro é declarado vencedor. Mas para isso, é preciso passar por diversas tarefas que exigem, além de um pouco de sorte, pensamento estratégico e astúcia, como movimentar e posicionar exércitos, investir contra esquadrões rivais, conquistar territórios e continentes e, depois, defende-los dos ataques inimigos. O game é um dos mais jogadores ao redor do mundo desde seu lançamento na década de 70.

A versão digital mescla o clássico com as novas tecnologias: com um toque é possível rolar os dados que comandam as jogadas ou reposicionar as tropas pelo mapa. Além disso, o game possui uma trilha sonora imersiva, de modo que as partidas fiquem mais dinâmicas e divertidas. O jogador pode desafiar os amigos através de partidas online ou apenas jogar singleplayer contra o computador. Vale lembrar que o modo multiplayer online em dispositivos móveis somente é habilitado com pagamento.

Interessados podem acessar o jogo através da App Store, da Google Play ou pelo site do jogo para jogar através da web.

Trailer Jogo de Tabuleiro War:

Vencedores de Fantasy Manager Football 2015 visitarão os maiores estádios do mundo

A From the Bench anunciou recentemente que está na reta final a temporada do Fantasy Manager Football 2015. Os grandes vencedores terão um prêmio e tanto: visitarão os estádios de futebol dos maiores e mais imponentes times de futebol do mundo. De acordo com a companhia, os vencedores ganharão ingressos VIP para assistir jogos e treinos de times parceiros da From the Bench, como o Real Madrid, AC Milan, BVB, entre outros.

Quem quiser ganhar estes ingressos terá de se empenhar na penúltima Super Liga, o torneio mais especial da temporada. A competição é bastante disputada e costuma ser decidida nas últimas rodadas. De acordo com a empresa, esse prêmio é uma forma de aproximar os jogadores mais dedicados aos seus ídolos, pois eles poderão assistir a uma das partidas, incentivar os atletas durante os treinos e fazer um tour pelos estádios dos maiores vencedores da Europa. Além disso, os vencedores poderão também ganhar vouchers dos seus clubes favoritos e camisetas autografadas. No site do jogo tem todos os prêmios e maiores informações de todos os times participantes da campanha.

Por falar no Fantasy Manager Football 2015, vale lembrar que as mais recentes contratações dos times já atualizadas no game.  E durante estes últimos meses a lista de agentes livres tem estado mais atrativa do que nunca. O Fantasy Manager Football 2015 conta agora com os novos jogadores no jogo de modo que todos os utilizadores podem melhorar a seus times e iniciar a pré-temporada as novas contratações.

Fantasy Manager Football 2015

Futura lança nova versão do jogo educativo Clube Desafio Futura

O Canal Futura é um dos mais antenados em aprendizado e novas mídias, de modo que o veículo tornou-se referência entre os canais abertos que valorizam o público jovem. Uma nova mostra disto é que o Futura lançou há poucos dias um novo jogo educativo online chamado Clube Desafio Futura, um título gratuito que traz informações sobre português, empreendedorismo, história, cultura etc.

O jogo é no formato quiz e trata-se de uma reformulação da versão anterior, lançada pela mesma Futura. Na nova versão, há perguntas inéditas, novos desafios e espaços, além de salas temáticas inspiradas nos programas do canal, como “Afinando a língua”, “Um pé de quê?”, “Conexão Futura”, “Estação saúde” e “#projetoempreender”.

Jogar é muito simples: basta acessar o site do game, preencher um cadastro (sendo que pode usar o Facebook), escolher o avatar e começar a responder as perguntas que variam de temas como música, língua portuguesa, meio ambiente, história, cultura, empreendedorismo e saúde. O objetivo é subir no ranking à medida que o jogador vai ficando mais culto. O conhecimento em cada área é a chave para avançar no jogo, que pode ser disputado em tempo real com até seis pessoas ou sozinho, no modo single player.

Conforme a pontuação do jogador sobe, novos itens para personalização dos avatares são desbloqueados. Além de ter um quis desafiador, Clube Desafio Cultura permite que os jogadores formulem novas perguntas, de modo que o game esteja sempre renovado e mais difícil. P game divide-se em diferentes salas, que abrigam temas específicos como música, língua portuguesa e literatura (sala Afinando a língua), por exemplo. Mas o grande macete é escolher a sala Clube Desafio, onde é possível mesclar vários temas e destrinchar o game por completo.

A nova versão já está disponível para a jogatina online e até existe um teaser trailer explicando como as coisas funcionam.

Clube Desafio Futura