Arquivo da categoria: Jogos Online

A Full Tilt Poker e seus aplicativos para smartphone e tablet

Boas novas na área de tecnologia de ponta na gigante do poker online – a Full Tilt com seus novos aplicativos para smartphone e tablet possibilitam que seus jogadores apostem e se divirtam em qualquer lugar, onde quer que se encontrem.

Os lançamentos facilitam a mobilidade dos fãs, que não necessitam mais de equipamentos grandes como um PC ou notebook para se conectarem ao site e disputar seus jogos favoritos.

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O poker pode ser acessado em qualquer lugar, com toda comodidade. No transporte, nas viagens, em locais que exigem espera, intervalos longos entre uma atividade e outra, enquanto aguardam a chegada de alguém, enfim, em todos os momentos ociosos fora do ambiente normal.

A atenção da Full Tilt Poker para a área dos mobiles é recente e estava na hora de aproveitar o grande público que usa aparelhos iOS e Android.

O aplicativo está disponível para iPhone, iPad e iPod touch com iOS 5.0 e superior; e para Android 2.3 e superior, com uma resolução mínima de tela de 800×480. Pode ser baixado em aparelhos Apple diretamente da App Store, ou em Android, acessando diretamente o site da Full Tilt, a partir do dispositivo móvel.

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Através do aplicativo é possível que se jogue muitas modalidades de poker com apostas em dinheiro real ou fictício. O jogador pode criar uma conta nova ou entrar como conta de convidado (esta permite jogar com apostas em dinheiro fictício). As apostas em dinheiro real podem ser feitas de forma prática e rápida pelo aparelho móvel.

O app Full Tilt Poker é gratuito para baixar e utilizar, mas é necessária uma conexão Wi-Fi (internet) ou em um plano de conexão móvel (3G ou 4G). No último caso, a operadora de celular pode cobrar pelo consumo de dados enquanto estiver utilizando o aplicativo. Por isso é importante saber dos detalhes sobre as tarifas dos planos de conexão móvel.

A Full Tilt disponibiliza um site de suporte para eventuais problemas de conexão, mensagens de erros nos aparelhos e sistemas operacionais do iOS ou Android, basta acessar e receber as explicações detalhadas.

É importante observar que o acesso é permitido apenas para maiores de 18 anos. Nos aplicativos para o poker online podem ser disputadas modalidades diferentes do jogo, mas jogar apenas uma mesa por vez. O app Full Tilt Poker está disponível em 10 idiomas, incluindo o português, e segue o padrão do idioma do Sistema Operacional do aparelho utilizado.

Os jogos disponíveis no app Full Tilt Poker são os mesmos do software para computador, ou seja, os adversários são os mesmo que estão utilizando a versão para computadores. O gamer só pode logar sua conta Full Tilt Poker em apenas um aparelho por vez. Veja tutorial para iniciantes, aqui.

A tendência de crescimento do mercado de jogos online é cada vez maior e o poker não poderia ficar de fora. O baralho sobre o feltro verde apenas muda de toque, sai das mãos dos jogadores para fazer sucesso nas telinhas multi-touch dos aparelhos celulares.

Liberada a fase de testes abertos de Korner 5 da IDC Games

A IDC Games e o estúdio Playdat da Inglaterra acabam de anunciar o lançamento da fase beta do game Korner 5. O game é um MOBA free-to-play para dez jogadores divididos em dois tines para uma competição futebolística. O game diferencia-se da maioria dos jogos do gênero e até permite que os jogadores personalizem seus avatares com diferentes acessórios, uniformes e objetos.

O game possui os tradicionais modos de torneio e outros modos de jogo que incluem power ups, desafios por times etc. Além disso, há a possibilidade de entrar em salas de bate-papo e ficar no modo espectador assistindo as partidas dos outros jogadores ao vivo. Também há sistema de ranking e estatística para acompanhar os melhores jogadores.

“Korner 5 permite que atuemos nos jogos esportivos com uma aposta diferente e cheia de possibilidades. Mais uma vez, colocaremos à disposição do mercado um jogo de qualidade completamente adaptado as necessidades do jogador global”, disse Víctor Lamas Sánchez, O CEO da Nvia.

A versão beta foi lançada para locais selecionados como Espanha, América Latina, Portugal, Polônia e (claro) o Brasil. O game está localizado em pt-br e já pode ser acessado através do site do game ou na página do Facebook.

Abaixo está o trailer do game Korner 5:

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Valkyria Chronicles: Ongame faz parceria com Sega para trazer novos personagens ao Chaos Online

A Ongame e a Sega fecharam uma parceria inédita neste mês para celebrar o lançamento de Valkyria Chronicles para PC. A parceria veio em forma de crossover com os personagens Alicia e Selvária do RPG da Sega fazendo uma ponta no MOBA Chaos Online. As personagens passam a integrar as forças da Legião Imortal e União Divina, respectivamente.

Além das duas personagens, a Ongame anunciou que outros personagens da Sega chegarão ao Chaos Online. Estes personagens serão das franquias Blaz Blue, Guilty Gear e Space Channel Five. O MOBA passa a receber atualizações frequentes para receber os personagens citados e uma história exclusiva de cada um para explicar a participação deles no MOBA.

“Geralmente é o sonho de todo jogador poder controlar seu personagem favorito numa mecânica totalmente diferente como do MOBA. O modo de jogar, de se movimentar e de agir para atingir os objetivos são outros”, disse Caio Bergamin, Gerente de Produtos do Chaos Online.

As personagens foram colocadas em Chaos Online de forma fiel ao original, incluindo roupas, armas e habilidades especiais. De acordo com a Ongame, foram disponibilizadas duas surpresas aos jogadores mais dedicados como o golpe ultimate e cartas que mudam as roupas das personagens (tem até biquíni).

As personagens já estão disponíveis para download através do próprio game. Mais informações no site do jogo.

Guia de Personagens: Valkyria Chronicles

World of Warcraft completa 10 anos como um ícone da cultura pop

No próximo domingo (23), uma das franquias mais populares do mundo completa dez anos de existência. World of Warcraft da Blizzard chega a dez anos de existência como um ícone pop e um dos games mais jogados no mundo com mais de 7 milhões de jogadores registrados.

A Blizzard comemora a ocasião com o recente lançamento da quinta expansão do título (Lords of Draenor). A nova expansão foi celebrada na Time Square, New York na forma de um monumento em formato de machado (uma das armas clássicas da franquia) para promover o lançamento da quinta expansão. Além disso, vale lembrar que a Blizzard finaliza a produção do filme oficial a ser lançado em 2016 com parceria com a Legendary Pictures.

Para ter ideia da popularidade do game, a Blizzard fez questão de listar algumas das conquistas de sua franquia mais valiosa:

  • Mais de 100 milhões de pessoas já jogaram World of Warcraft (mais do que a soma da população de Chile, Argentina e Colômbia);
  • O game é jogado em cerca de 240 países e territórios do mundo;
  • Possui a segunda maior Wiki do mundo, Com mais de 100,000 páginas de conteúdo, atrás apenas da Wikipédia original;
  • Entre seus jogadores, há um seleto grupo de celebridades que passam horas desbravando o mundo de WoW, como Vin Diesel & Paul Walker, Henry Cavill, Mila Kunis, Jaden Smith e os filhos de Angelina Jolie;
  • É uma das franquias dos jogos eletrônicos mais homenageadas de todos os tempos, como exemplos temos o “We Are The World Of Warcraft” no Late Night with Jimmy Fallon, o episódio The Zarnecki Incursion em Big Bang Theory, o episódio Make Love, Not Warcraft em South Park (vencedor do Emmy Award), o mítico episódio Marge Gamer nos Simpsons, o especial World of Animecraft da Turma da Mônica, entre outros;
  • Teve seu universo expandido em livros que se tornaram Best Sellers, inclusive no Brasil;
  • É um dos poucos games que inspiraram trabalhos de economia como os artigos “Can ‘World of Warcraft’ game skills help land a job?” do Wall Street Journal; o “Everything I needed to know about business I learned from World of Warcraft”, da Forbes; “Why World of Warcraft is good for you” do periódico The Economist; “Why IBM hires World of Warcraft gamers” da Enviable Workplace etc.

E como não falar do impacto social do game através dessa década. Há de tudo um pouco: casais que se conheceram jogando o game, deficientes que encontram em World of Warcraft uma forma de fazer amizades e conhecer outras pessoas, profissionais contratados pela Blizzard devido aos seus conhecimentos no jogo, pesquisadores que estudam o fenômeno World of Warcraft do ponto de vista acadêmico, pais que batizaram seus filhos com nomes de personagens do jogo e até fãs que largaram seus empregos para viver da renda oferecida por sites que criaram homenageando o game. Warcraft é um monstro da indústria!

Confira um vídeo de World of Warcraft

Brasileiro vai à Paris disputar final do torneio mundial de Duels of Champions

No próximo dia 15 de novembro ocorre a Final do Campeonato Mundial de Might & Magic: Duels of Champions, jogo no estilo Trading Card Game lançado pela Ubisoft em 2012. As finais do torneio ocorrem em Paris, França, e espantosamente teremos um brasileiro no meio da disputa.

Ainda que o título não seja muito conhecido entre os jogadores, ele já está na sua sétima expansão e conta com uma base fiel de fãs. Tanto é que existe um extenso calendário competitivo, com torneios organizados pelos Community Managers e também pelos jogadores.

Kleber Tavares, conhecido como KillVirgins, é o representante do Brasil nas grandes finais, que conta com apenas 8 jogadores. É uma oportunidade rara e desejada por muitos, afinal ele vai à final com passagens e estadia pagas pela Ubisoft. Esta é a terceira adição do Road to Paris, nome do torneio organizado pela Publisher francesa. O grande vencedor levará o prêmio de 15 mil Euros.

Kleber já é expert no game e, inclusive, foi vice-campeão no último campeonato brasileiro de DoC, realizado ao vivo na última BGS, sendo derrotado por um parceiro de sua equipe, o time Crânios Negros.  A conquista de uma vaga no mundial é uma mostra do sucesso do grupo e uma oportunidade de aumentar a base de jogadores no Brasil.

Duel of Champions pode ser baixado na Steam ou no site do game. Fica nossa torcida ao Kléber e a seus companheiros de equipe. Para quem quiser conhecer a trajetória do jogador rumo à  final, no Twitch há o vídeo da partida classificatória vencida pelo brasileiro.

Confira abaixo o vídeo falando das jogadas de KillVirgins:

Smyowl leva para dispositivos móveis e mídias sociais o game Quiz D+ Versus

Após algum tempo de desenvolvimento, a Smyowl, startup de Sorocaba (SP), finalmente lançou Quiz D+ Versus, game casual de perguntas e respostas inspirado no programa de televisão da TV Sorocabana, emissora afiliada ao SBT. O game foi lançado para dispositivos mobile Android e Windows Phone, Windows 8 e Facebook (a versão para iOS estará pronta em breve).

Para jogar, basta baixar o jogo, selecionar o tema, desafiar um amigo do Facebook ou uma pessoa aleatória, e responder às perguntas que aparecem na tela. Cada desafio possui 5 questões com 4 alternativas. São mais de 6 mil perguntas sobre Cinema e TV, Reino Animal, História, Geografia, Desenhos e Quadrinhos, Celebridades, Curiosidades, Esportes, Informática, Ciência e Literatura. Vence quem acertar o maior número de respostas no menor tempo. A dinâmica do jogo é semelhante ao programa televisivo.

“O game Quiz D+ Versus irá prolongar a experiência de quem já acompanha a gincana cultural pela TV e conquistar a todos que querem usar o Facebook e os dispositivos digitais para se divertir de forma saudável e inteligente”, diz Mauricio Alegretti, diretor de tecnologia da Smyowl.

O game chegou ao mercado dia 23 de outubro, em evento exclusivo para convidados, no Tradição Urbana, em Sorocaba. O game é gratuito e espera-se que a gincana faça o mesmo sucesso entre os jogadores, como fez com os telespectadores.

Angry Politics: game convida jogador a arremessar políticos

O mês de outubro está marcado em nossos calendários como o mês em que escolheremos nossos futuros governantes e foi pensando justamente nas eleições que os publicitários da Chilimonk de Porto Alegre criou o game Angry Politics, uma paródia bem humorada do hit Angry Birds da Rovio.

O game tem jogabilidade semelhante ao do jogo dos pássaros da Rovio, a diferença é que ao invés de aves e porcos, os jogadores devem arremessar políticos em contra monumentos do Rio de Janeiro. O game tem todo um tom de humor e convida o jogador a refletir na importância das eleições em tom de brincadeira.

A jogabilidade é simples, tal como sua fonte inspiradora, ou seja, basta mirar e atirar de modo que o alvo seja derrubado. O jogador pode escolher os principais candidatos da corrida presidência, com exceção do “fenômeno” Marina Silva, que provavelmente ficou de fora por conta de o game ter sido produzido com recursos dos três desenvolvedores, que, aliás, são cariocas.

Angry Politics está disponível apenas no site próprio, não sendo necessária nenhuma instalação. Ao final das fases o jogador é premiado com frases de incentivo como o aviso que diz para “não jogar qualquer político no Rio de Janeiro”, ou que “se divirta com o game, mas leve a urna à sério”.

Para jogar Angry Politics visite o site oficial.

Rats Attack: mais um jogo casual para Android

O estúdio indie JYMidia lançou há pouco tempo para Android o game Rats Attack, um título voltado para o público casual que aposta na clássica mecânica de Tetris, ou seja, destruir o máximo possível de elementos que descem na tela. A diferença é que ao invés de blocos, o jogador deve dar cabo de ratos que estão invandindo a casa.

O jogador toma o controle de um gato e deve organizar os ratos por cores para em seguida eliminá-los. A jogabilidade é bem simples, bastando arrastar os roedores pela cauda e pressionando a tela para destruir os ratos. Durante o jogo, surgem ratos diferentes que podem ajudar ou atrapalhar o jogador a derrotar mais rápido.

O game foi desenvolvido pelos amigos Marcos Paulo (programador) e Guilherme Takashi (designer) e conta com 45 fases e um fator desafio que vai aumentando conforme o jogador progride. Além disso, há 135 estrelas desbloqueáveis  e um modo de jogo especial chamado survivor que coloca os jogador em uma disputa para quem ver quem é o melhor exterminador de ratos. O game já está disponível na Google Play.

Abaixo está o trailer do game Rats Attack:

Filme Isolados ganha duas versões em games

O filme Isolados – A Fuga  é um dos grandes destaques do mês de setembro, pois é um dos pouquíssimos filmes nacionais de grande porte, contando com atores reconhecidos como Bruno Gagliasso, Regiane Alves e José Wilker. O filme lança em 18 de setembro e para acompanhar a onda, a Media Bridge, produtora do longa, anunciou o lançamento de uma adaptação do filme para jogos exclusivamente para dispositivos Android, iOS e Facebook.

A produtora irá lançar dois games: “Isolados – A Fuga” e “Isolados – A Experiência”. O primeiro será um runner em que o jogador deve controlar os personagens Lauro e Renata, protagonistas do filme, que devem correr em alta velocidade através de uma floresta e desviar de obstáculos como pedras e árvores. A velocidade vai aumentando conforme o jogador desvia dos obstáculos, de modo que a dificuldade vai evoluindo. Ao longo do trajeto o jogador vai coletando Power ups como invencibilidade e pilhas que devem ser coletadas para que a lanterna dos personagens não apague.

Já o segundo jogo “Isolados – A Experiência” é mais voltado para o terror, lembrando o clássoco “Slender”. O título possui uma jogabilidade investigativa e elementos para colocar os nervos do jogador à flor da pele, graças a efeitos sonoros e o surgimento de fatos estranhos. A ação ocorre em grande parte dentro de uma casa (a mesma vista no filme) e conta a história de um casal que esteve no local cinco anos antes dos protagonistas do filme. Eles devem procurar objetos espalhados pela casa se quiserem sobreviver. O objetivo foi trazer uma experiência genuinamente de terror e suspense.

Os games já estão disponíveis na Google Play e App Store. Você também pode conferir a versão de Isolados – A Fuga que já está no Facebook.

Trailer do game do filme Isolados – A Fuga:

Top 10: Games Independentes que quebraram barreiras

Conheça os Top 10 Games Independentes que quebraram as barreiras do sucesso. Umas das atividades mais comuns no GameReporter é falar sobre jogos independentes e projetos de baixo orçamento nacionais. Hoje vamos fazer isso de uma forma diferente: vamos eleger 10 games indie que quebraram barreiras de sucesso, qualidade e prestígio. Serve como um belo incentivo para qualquer um que entra na indústria e almeja alcançar o sucesso de crítica e pública.

Não garantimos que todo mundo fica rico fazendo jogos, mas temos certeza que se o seu game for de qualidade, com certeza ele será tão bem sucedido quanto qualquer um dessa lista. Afinal de contas, a grande parte dos desenvolvedores dos jogos abaixo começou exatamente como os desenvolvedores brasileiros. Que saber quais os dez games indie que fizeram mais que o “arroz com feijão”?

Confira na lista abaixo:

10 – Machinarium

Machinarium é um daqueles jogos que você olha e pensa: “poxa, por que ainda não joguei isso?”. Se você realmente não jogou esta genialidade e obra de arte, a hora é agora! Sua missão é controlar um pequeno robô que desbrava uma cidade em busca de sua namorada, aprisionada por vilões que aterrorizam as ruas e a população. Com esse plot inicial muita gente acredita que Machinarium não é nem um pouco interessante. Entretanto, o game surpreende já nos primeiros minutos.

Com muitos desafios que exigem a criatividade do jogador, Machinarium é uma aula de como se faz um bom jogo. Extremamente obrigatório para fãs de jogos indies e para quem quer sair da rotina de jogos AAA. Ah e a direção de arte é uma das melhores que você verá em sua vida gamer.

9 – Castle Crashers

A época de fliperamas pode ter acabado, mas sempre tem como dar aquela revisitada com  alguns jogos que remetem a gêneros da época, e se você esta em busca de um ótimo beat ‘em up a nível de Knights of Round, acredite: Castle Crashers é a escolha certa.

Com gráficos cartunescos e genias, Castle Crashers coloca de um jogador até quatro jogadores em uma aventura com muita ação mesclando elementos de RPG. Além do modo história existem outros modos de jogo como o Arena que prolongam a jogatina por muito tempo. O game é referencia quando se fala em títulos indies de alta qualidade.

 

8 – FEZ

FEZ é provavelmente um dos jogos indies mais conhecidos da geração e um dos poucos que tornou seu criador em uma celebridade da indústria. Os méritos do jogo foram de misturar a simplicidade dos jogos 2D de antigamente com mecânicas em 3D para a solução de puzzles. No jogo você controla o ser bidimensional Gomez que descobre uma forma de explorar o mundo em 3 dimensões. Alguns problemas ocorrem e Gomez precisará usar sua nova habilidade para reunir pedaços de cubos para restaurar o mundo que vive.

Os quebra-cabeças em FEZ eram instigantes e a perspectiva de jogo parecia um sopro de criatividade em meio aos jogos de plataforma 2D. O título chegou na Xbox Live em 2012 e muita gente deve ter ficado se perguntando “porque ninguém pensou em fazer algo assim na geração 32 bits?”. FEZ sofreu vários adiamentos até chegar ao mercado, mas quando chegou foi um dos destaques da Marketplace. Acabou ganhando versão para as plataformas da Sony e até foi um dos temas do documentário Indie Game: The Movie. Phil Fish chegou a anunciar uma sequência, mas acabou se retirando da indústria por razões pessoais.

7 – Super Meat Boy

Flash Meat Boy foi um game indie que passou batido pela indústria, mas nem por isso seus criadores (Edmund McMillen e Tommy Refenes) desistiram de criar jogos. A justiça veio para a dupla com Super Meat Boy. Se você não conhece, provavelmente esteve ocupado demais com jogos AAA para se dar conta do que acontecia com o cenário indie. SMB é simples, isso é fato, não é um jogo ambicioso e tão pouco faz algo impensável em outros jogos de plataforma, mas ele é divertido e desafiador ao extremo.

A premissa segue a cartilha de jogos de plataforma da geração 8-16 bits, ou seja, você controla um jovem herói que precisa resgatar uma garota que foi sequestrada por um vilão. A partir daí você passa pelo cenário pulando e desviando de armadilhas mortais. Quando foi lançado em 2010, o título ganhou prêmios importantes da crítica e a atenção dos jogadores graças a seus controles precisos e a arte retrô. Se você curte games simples, mas bem feitos e desafiadores, Super Meat Boy é o que procura.

6 – Slender: The Eight Pages

Em 2012 já era evidente a crise dos games de terror: poucos eram os jogos que realmente metiam medo nos jogadores. Nem mesmo séries consagradas como Silent Hill e Resident Evil pareciam ter o mesmo fator aterrorizante de outrora. A solução para resolver o problema foi Slender, um game da produtora indie Parsec Productions. De cara o game já mostra o que define um game de horror psicológico: mistério, sensação de estar indefeso e ambientes escuros.

Você inicia numa floresta no meio da noite e precisa achar 8 páginas deixadas por uma suposta vítima da criatura Slender (retirada especialmente de lendas urbanas). Os problemas começam quando o jogador se dá conta que não há nada para se defender e a criatura está a te perseguir. O pior é que não se pode ficar olhando para o Slender por muito tempo, senão é Game Over.

Sua única ajuda é uma lanterna fraca e a coragem. Quem jogou sabe que o game dá muito medo mesmo, não por acaso o jogo foi um sucesso na internet (mais de 2 milhões de downloads). A boa recepção de Slender garantiu uma sequência em março de 2013. O game é importante entre os milhares de indies não por ser o melhor no gênero terror, mas por mostrar como o survival horror pode ser de qualidade com simplicidade. Arrepiante!

5 – Limbo

Limbo é provavelmente um dos melhores games dos últimos anos. Nele você controla um garoto em busca de sua irmã desaparecida passando por armadilhas e escapando de criaturas como vermes e uma aranha gigantesca. O que torna Limbo único é a junção da música minimalista com a arte gráfica pendendo para o preto e branco.

O grande macete são os quebra-cabeças que sempre se ligam ao tema de vida e morte: algumas armadilhas que matam o herói acabam por ajudá-lo a vencer inimigos mais à frente. Em outras palavras, Limbo é mais que um jogo de plataforma em side scroll, mas sim uma mistura desse gênero com um enorme puzzle. A estética do game mostra logo no início que Limbo não é um jogo qualquer, mas um produto lapidado com esmero. O final vago abre espaço para variadas interpretações e este é mais um dos motivos que Limbo é imperdível. O sucesso foi tal que o título enriqueceu a conta bancária de seus criadores de uma maneira surpreendente.

4 – Braid

Braid é outro game indie a vencer barreiras. Seu estilo artístico é dos mais bonitos que um platformer/puzzle já teve. Sua qualidade deve-se bastante aos cenários artísticos e à sensação de magia que o game transmite: você controla Tim, um jovem que precisa resgatar a princesa de um monstro. Mas não pense que a história é um Mario Bros. da vida. Na verdade toda a história é uma grande metáfora que fará o jogador pensar e repensar até entender toda a trama.

Os puzzles são bem desenvolvidos e envolvem muito de volta no tempo e refazer ações. A arte do game é belíssima, assim como a trilha sonora. Graças a esses elementos, Braid foi um dos jogos mais bem avaliados na Xbox Live e ganhou inúmeros prêmios. O título foi tão bem sucedido que até mesmo o cultuado game designer Suda 51 disse que o título o fez ter vontade de criar um jogo em 2D. Se você não o jogou, dê uma pesquisada, pois vale a pena. Apesar de ser curto, Braid é uma experiência de game como há anos não se via.

3 – Journey

Journey é um jogo diferente de tudo que você já viu, com um cenário simples e uma premissa cativante, a ideia aqui é levar o jogador a outro nível de exploração. A ideia básica é colocar os jogadores no comando de um personagem encapuzado que deve chegar até uma alta montanha. Os desenvolvedores queriam que os jogadores sentissem sentimentos de insignificância e grandiosidade. O resultado final foi um dos jogos mais memoráveis do PS3.

O estúdio responsável (Thatgamecompany) pela obra deve se orgulhar de ter conseguido transmitir diferentes sentimentos aos jogadores através deste jogo. Journey é realmente obrigatório para os donos de PS3, pois ele emociona do princípio ao fim. Extremamente lindo e com significados que  diferenciam de acordo com a interpretação do jogador, o titulo é sem duvidas um marco na historia do console e da criação de jogos independentes.

2 – Angry Birds

Angry Birds é um dos jogos indie mais famosos de todo o mundo, tanto que há quem considere que ele já nem deve ser considerado indie. De acordo com dados extraoficiais, o game da Rovio foi baixado cerca de 2 bilhões de vezes contando todas as plataformas em que está disponível, ou seja, um número muito acima de títulos AAA de consoles. O segredo do sucesso está obviamente no gameplay simples, porém viciante, no character design caricato e divertido, no preço baixo e na trilha sonora marcante.

O título é uma das experiências mais casuais que você pode ter: basta lançar pássaros contra porcos e seus obstáculos. Pronto, ai estava uma fórmula de sucesso sem igual. O game é provavelmente um dos mais bem sucedidos entre aplicações móbile e passou a barreira do sucesso, indo para consoles de bolso e de mesa. Depois disso, foi um “arremesso” para os pássaros mais bravos dos games ir parar em pelúcias, salgadinhos, brinquedos, um spin-off com Star Wars, etc. Um fenômeno. Você pode não gostar da simplicidade, mas com certeza tem de admitir que Angry Birds é um dos indies mais bem sucedidos da história.

1 – Minecraft

Um bom visual não precisa ser necessariamente realista e bem desenhado, mas sim criativo. Essa é a premissa de Minecraft, um dos maiores sucessos desta geração. Quem não perdeu horas e horas construindo algo nesse jogo e xingando os creepers aleatórios que surgem no mapa, não sabe o que esta perdendo. O game da Mojang deveria entrar para lista de drogas proibidas, pois o game realmente vicia muito. São raros os jogos capazes de prender o jogador na frente da TV com tanta competência quanto Minecraft.

Isso não é uma advertência, todavia. O jogo é muito bom e orientamos que todos o aprecie sem moderação. A ideia básica é permitir que o jogador construa coisas a partir de blocos usando picaretas e outros materiais. De acordo com produtora Mojang, Minecraft já foi acessado por mais de 11 milhões de jogadores (um número muito acima da maioria dos games AAA do mercado). Por fim, Minecraft é provavelmente o game indie de maior sucesso da história dos videogames.

 

Menções honrosas: Flow, Hotline Miami, Outlast, Max & the Magic Maker, Downfall, Papo & Yo, Tearaway

Colaboração: Victor Cândido

 E para você, quais Top 10 games independentes quebraram barreiras?