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Level Up leva jogadores de Smite para o eGames Showcase no Rio de Janeiro

Parece que o espírito olímpico invadiu os videogames! Pois, em meio às celebrações olímpicas, a Level Up, em parceria com o Comitê Internacional da eGames, levará o jogo Smite para o Rio de Janeiro. De acordo com a empresa, esta participação será a única dentre as distribuidoras de jogos online a participar do evento. O eGames Showcase será realizado durante a Olimpíada Rio 2016, no dia 15 de agosto e terá como palco a Casa de Hospitalidade do Reino Unido, localizada no Parque Lage.

A Level Up chegou a convidar jogadores que participaram do último mundial de Smite (SWC 2016) para mostrar uma partida a nível competitivo mundial. A ideia é mostrar o alto nível dos jogadores mais dedicados, mostrando que eles não devem em nada aos esportistas das olimpíadas, pelo menos em se tratando de dedicação. Nessas partidas será possível conferir de perto todo o trabalho em equipe, técnicas e estratégias que levaram esses jogadores a se tornarem grandes cyberatletas.

“O cenário de esportes eletrônicos está crescendo e isso já é uma realidade. A Level Up participar de um evento dessa relevância apenas comprova que estamos no caminho certo”, disse Henrique Fajardo, Gerente de Produtos de Smite no Brasil. “Acreditamos que tanto Smite quanto todo o cenário competitivo de eSports tende a crescer ainda mais daqui para frente”.

Vale destacar que o eGames Showcase será um evento de caráter totalmente online, de modo que a única maneira de prestigiar os confrontos é através de streaming. Haverão times de diversas regiões do mundo competindo, de modo que a ideia é fazer uma mini-olimpíada de jogos eletrônicos. No site do evento há informações de onde assistir e quando serão realizadas as partidas.

Para quem não conhece, SMITE é um dos MOBAs mais populares da atualidade. O jogo coloca figuras mitológicas em combates titânicos altamente competitivos pela supremacia no campo de batalha. As partidas costumam ser bastante empolgantes e são decididas mais pela estratégia do que pela sorte dos times em competição. O jogador assume o papel de divindades de diversos panteões – nórdico, grego, romano, maia, chinês, hindu e o recém-chegado japonês –, cada qual com habilidades distintas que, combinadas com as de outros membros de seu time, podem desencadear resultados cataclísmicos! Por se tratar de um MOBA, o jogo valoriza o trabalho em equipe, e todos devem agir em sincronia para superar os desafios.

Por seu equilíbrio refinado, ele estimula o crescimento do cenário de eSports, promovendo times e organizações. O gameReporter chegou a assistir de perto a final de Smite no Brazil Gaming League, realizado este ano. O acesso e o download do jogo são totalmente gratuitos. Para mais informações, confira o site oficial do jogo.

 

Serviço – eGames Showcase

Onde: British House, Parque Lage, Rio, Brazil

Quando: 15 e 16 de Agosto de 2016

 

Seal Online oferece prêmios para jogadores brasileiros

Enquanto você lê está matéria, tem uma galera se divertindo no closed beta de Seal Online, o MMORPG da coreana Playwith Latin America. Ciente do potencial que o game tem em terras tupiniquins, a produtora decidiu uma série de ações exclusivas para premiar os jogadores locais que estão ajudando a melhorar a qualidade do game. Até o dia 11 de maio, a Playwith Latin America premiará os usuários de Seal Online com trajes produzidos especialmente para o público do Brasil e dinheiro virtual.

As roupas especiais têm temáticas típicas do Brasil, como o traje de capoeira e a roupa de samba. Para ganhar as vestimentas de samba, os jogadores precisam atingir o nível 50, e para ganhar a vestimenta de capoeira, precisam atingir cinco personagens ao nível 20 do game. Para quem não conhece, Seal Online é um Massive Multiplayer Online que coloca o jogador no mundo de Shiltz para encarar quests desafiadoras, batalhas contra NPCs e personagens míticos com design inspirado em animações japonesas.

Como o jogo é novo para o público brasileiro, a Playwith tem feito acompanhamento constante das partidas durante o closed beta e oferece tutoriais aos jogadores que estiverem com dúvidas. A partir do feedback dos jogadores, a produtora fará ajustes para garantir que Seal Online esteja de acordo com o gosto e as expectativas dos brasileiros.

Ainda durante a fase closed beta, um concurso realizado pelo bate papo do jogo oferecerá um prêmio de cinco milhões de CEGELS (o dinheiro no jogo). Além dos trajes e do concurso, a Playwith Latin America preparou também dois eventos especiais exclusivos aos participantes brasileiros de Seal Online. Em um deles, um foguete com destino à Lua leva os jogadores para uma viagem onde há diversos prêmios raros.

Para quem não quer ir tão longe, a terra de Shiltz ganhou uma nova arena de batalhas player versus player, em que o jogador pode mostrar toda a sua força e receber em troca itens poderosos e joias. As premiações são exclusivas para os participantes do closed beta, que vai até 11 de maio e tem limite de participação de 10 mil jogadores. Ainda dá tempo de participar do closed beta, basta acessar o site do game.

Abaixo tem o trailer de Seal Online:

BRMA Rio terá campeonatos de League of Legends, CrossFire, Counter-Strike e Rainbow Six Siege

O nome Brasil Mega Arena já é reconhecido por jogadores de todo o país e não é espanto que ocorram edições regionais deste que é o maior evento de e-Sports do Brasil. Desde a quinta-feira (28) até o dia 1 de maio, ocorre o BRMA Rio na capital carioca. Neste evento ocorrerão disputas entre os maiores times do país por prêmios em dinheiro e projeção nacional. Na edição BRMA Rio, haverá campeonatos de quatro dos maiores jogos de PC da atualidade: League of Legends, CrossFire, Counter-Strike e Rainbow Six Siege. De acordo com a organização, os prêmios ultrapassam o valor de além de R$ 126 mil, o maior já oferecido pelo evento.

Os torneios acontecem seguindo a fórmula single elimination – melhor de três – e serão disputados em dois palcos, sendo todas as finais no Mega Palco, com transmissão ao vivo pelo Twitch, narradores e comentaristas profissionais, telões e todo o aparato típico de grandes eventos. Quem comparecer pessoalmente poderá jogar alguns games do momento em computadores espalhados pelo evento.

Além disso, haverá jogos indies e estandes com produtos licenciados das equipes. Alguns Youtubers de sucesso estarão no BRMA Rio para interagir com o público. Entre eles estão confirmados o Rato Borrachudo, Muca Muriçoca, Luccas Neto, La Fênix, Gordox, Zigueira, Cellbit, Ziggy Zira, Natasha Rattacasso, Juliana Ribeiro, Eduardo Barreto, Toddynho e PedroDBR.

Entre os torneios, um dos destaques é League of Legends, que reunirá proeminentes equipes como paiN Gaming, INTZ, KaBuM, RED Canids, g3nerationX, Keyd Stars e Operation Kino. Um oitavo time será selecionado em etapa classificatória no estúdio da BRMA dentre times da Brasil Mega Cup. A premiação no LoL totaliza R$ 30 mil – o dobro do valor colocado a prêmio na última edição carioca – sendo R$ 10 mil para o campeão, R$ 5.500,00 para o vice, R$ 3.750,00 para o terceiro e quarto e R$ 1.750,00 do 5º ao 8º. Cada time recebe ainda ajuda de custo de R$ 2 mil.

Outro destaque é o campeonato de CrossFire, que será disputado entre quatro times convidados que brigarão pelo total de R$ 10 mil. O vencedor leva R$ 4 mil, o segundo colocado R$ 2.500,00 e o terceiro e quarto, R$ 1.750,00. Já o torneio de Counter-Strike reúne as quatro melhores equipes da liga da Brasil Mega Cup. Cada equipe recebe ajuda de custo de R$ 1.250,00 e se enfrentam pelo prêmio total de R$ 15 mil em competições que acontecem nos dias 29 e 30 de abril. O grande vencedor leva R$ 6.500,00, o vice R$ 4.000,00, o terceiro R$ 2.500,00 e o quarto, R$ 2.000,00.

As partidas finais da principal competição do ano da Ubisoft, a Elite Latinoamericana de Rainbow Six 2016, irão acontecer na BRMA Rio. O campeonato vai reunir as melhores equipes do cenário para disputas de Rainbow Six Siege, game com grande potencial competitivo e com jogadores de destaque. Entrarão na disputa as oito melhores equipes da Liga Six e outras oito definidas por meio de etapa classificatória.

Serviço –BRMA Rio (Brasil Mega Arena RIO 2016)

Dias 28, 29 e 30 de abril e 1 de maio de 2016
Local: Centro de Convenções SulAmérica
Endereço: Av. Paulo de Frontin, 1 – Cidade Nova, Rio de Janeiro – RJ, 20260-010

Trade Rally aumenta 20% dos resultados de empresa de Telecom no Brasil

A gamificação não é exatamente uma novidade no mundo dos negócios corporativos, mas ainda existem poucas empresas que se utilizam dessa mecânica para melhorar seus resultados. Recentemente foi realizado um estudo com promotores de vendas da TMS – Trade Marketing Solution, empresa especializada em operações de trade marketing e vendas, utilizando a plataforma de gamificação Trade Rally. O resultado final foi animador: aumento médio de 20% o resultado em vendas.

Esses dados foram coletados a partir do uso do aplicativo Trade Rally, desenvolvido pela Solvian, empresa de tecnologia que visa soluções para o controle de operações em campo. A pesquisa foi aplicada a dois grupos de funcionários da TMS, que prestam serviços a uma operadora de telecomunicações. De acordo com a TMS, todos os colaboradores da empresa fizeram uso do aplicativo Trade Rally para controle de suas atividades, no entanto, apenas um grupo utilizou o recurso com a gamificação. O estudo fez análise de atividades como visitas/assiduidade, aderência ao roteiro, registro de vendas e aumento de produtividade.

O grupo que utilizou o game apresentou 31% a mais de aderência ao roteiro estabelecido do que o segundo grupo, sem gamificação. A quantidade de check-ins também foi bastante representativa, o grupo do game fez 51% a mais do que o outro. A gamificação acaba motivando os funcionários de determinada empresa a superar a si mesmos, tal como ocorre em um jogo especialmente desafiador.

“O Trade Rally permitiu que a TMS tivesse um controle mais preciso das operações. O modelo de gamificação engajou a equipe de maneira diferenciada. Com feedbacks diários de desempenho pela própria plataforma, foi notável a automotivação entre os promotores para melhorar a performance e alcançar melhores posições”, disse Jonathan Dagues, diretor da TMS.

O aplicativo Trade Rally foi utilizado via smartphone e a ideia é que ele transforma cada tarefa diária da equipe de campo em desafios e missões para o acúmulo de pontos, porém sua estética é similar a um videogame. Semanalmente, aqueles que se destacavam no ranking da equipe recebiam prêmios.

“Desenvolvemos a plataforma com gamificação para engajar a equipe e tornar o processo de controle da operação em campo mais divertido. O game mostrou-se uma forma eficaz de estimular o promotor a prestar contas, melhorando a comunicação entre empresa e funcionário, valorizando o trabalho e premiando por mérito”, ressalta Benedito Fayan, diretor da Solvian.

Sobre a importância de Trade Rally na gamificação de empresas

De acordo com a TMS, o Trade Rally é a primeira plataforma de gamificação no Brasil aplicada ao trade marketing. A aposta da empresa é que o aplicativo se tornará muito popular em empresas que busquem motivar e melhorar o resultado de seus funcionários. Estimativas sugerem que até 2020, 85% das grandes companhias terão elementos de gamificação em suas operações. Além disso, o investimento em gamificação corporativa atingirá cerca de US$ 5 bilhões mundialmente até 2018.

Grupo Nexon anuncia parceria com a NAT Games e o lançamento do RPG HIT

A Nexon já tinha experiência no mercado de jogos free-to-play online e mobile, mas a companhia quer estender ainda mais sua participação no mercado através de parcerias estratégicas. A divisão Nexon Korea anunciou nova parceria com a produtora de jogos mobile NAT Games. O objetivo é publicar jogos mobile da NAT Games em diferentes mercados. O primeiro jogo desta parceria será HIT (Heroes of Incredible Tales).

Nenhuma das duas empresas são muito conhecidas da grande massa, mas vale destacar que a NAT Games é uma companhia de jogos mobile liderada por Yong-Hyun Park, que desenvolveu os populares MMORPG para PC Lineage II e TERA. O primeiro jogo da NAT Games para mobile é HIT, um RPG de ação 3D no qual os jogadores tornam-se cavaleiros para salvar um mundo coberto em escuridão.

O game faz uso da Unreal Engine 4 e oferece gráficos de qualidade para disponíveis mobile e um sistema de habilidades personalizáveis. O sistema de habilidades de HIT oferece um combate com combos aéreos, golpes de arremeço, e takedowns. O título oferece modo história, uma arena free-for-all para até seis jogadores e raids massivas. Na ocasião de seu lançamento, HIT tornou-se o jogo mais vendido do Google Play e App Store.

“Estamos entusiasmados por fortalecer a nossa relação com a NAT Games, reconhecida pelo seu talento extraordinário no desenvolvimento de jogos,” disse Jiwon Park, o Chief Executive Officer da Nexon Korea. “HIT alcançou um notável sucesso regional, e estamos ansiosos para continuar o nosso trabalho com a NAT Games com HIT para aumentar o sucesso e atingir um lançamento global.”

Fazia algum tempo que uma empresa coreana não lançava um jogo no Brasil. Está será uma oportunidade de vermos o quanto o mercado free to play está aquecido. De acordo com a companhia, HIT já acumula mais de cinco milhões de downloads desde seu lançamento em terras asiáticas. O game já está disponível gratuitamente para Android.

Abaixo tem um trailer do jogo HIT:

Stronghold Kingdoms chega a dispositivos mobile

O gênero RTS andava meio esquecido nos últimos meses, porém a produtora Firefly Worlds resolveu apostar neste tipo de game em sua empreitada no mundo mobile. Para isso, a empresa aposta em sua famosa franquia Stronghold Kingdoms. Para quem não conhece, Stronghold é um RTS com elementos de Castle Sim, que reúne jogadores de variadas plataformas para disputas online. No jogo você começa com um pequeno povoado e vai evoluindo até se tornar um grande império medieval, travando batalhas contra reinos vizinhos.

O game foi liberado recentemente para as plataformas iOS e android, de modo que os controles foram retrabalhados para a tecnologia touchscreen. De acordo com os desenvolvedores, a comunidade já vinha cobrando uma versão mobile de Stronghold há tempos. A grande sacada é que os jogadores mobile poderão enfrentar usuários de outras plataformas. Além disso, os usuários antigos poderão usar seus mobiles, se preferirem, mantendo suas respectivas contas.

Ainda que seja um jogo de RTS, Stronghold Kingdoms diferencia-se de outros jogos mobile do gênero ao incentivar interações pacíficas entre os jogadores  a fim de conquistar o progresso. Tal como ocorre em Sim City, existe um sistema político e econômico regido por jogadores que os permite realizar o comércio entre aldeias, eleições e alianças políticas. Mas se você não tiver paciência, basta mudar sua forma de jogo para algo mais sanguinário. O sistema de Casas e Corrida da Glória também é único entre os jogos disponíveis.

A ideia básica é tornar seu povo mais forte, seja através de guerras ou por diplomacia. Stronghold Kingdoms foi lançado inicialmente para PC em 2012 e alcançou números expressivos entre a comunidade e boas notas entre a crítica. A expectativa da Firefly é repetir o sucesso da versão PC nas plataformas mobile. O que pode ajudar a obter o sucesso desejado é que o game é gratuito.

Abaixo tem o trailer de Stronghold Kingdoms mobile:

INTZ conquista o bicampeonato do CBLoL 2016

A final da primeira etapa do Circuito Brasileiro de League of Legends (CBLoL 2016) chegou ao fim neste final de semana (2 de abril) e, ao contrário do que se esperava, a disputa pelo título não foi tão eletrizante, pois o time INTZ “passeou” literalmente ao conquistar uma vitória fácil e arrasadora contra os adversários do Keyd. A decisão terminou em 3 x 0 a favor dos Intrépidos.

Este foi o segundo título consecutivo conquistado pelo INTZ em cima do time adversário. Tal como em 2015, a conquista veio de forma invicta, posicionando o INTZ como a principal equipe de LoL brasileira. A final foi realizada nos estúdios da Riot, em São Paulo e foi assistida por milhares de brasileiros através de streaming pela internet e em 52 salas de cinema espalhadas pelo país.

“O bootcamp que fizemos na Alemanha, entre a primeira fase e a semifinal, foi bem intenso. Nos unimos mais, vimos que podíamos aprender muita coisa sobre o jogo e sobre a gente mesmo. A maior evolução desses últimos dias foi nossa evolução como pessoa. Tudo que deixamos de lado para conseguirmos o nosso objetivo deu certo” disse o caçador Revolta.

O retrospecto do INTZ na fase classificatória do CBLoL 2016 foi de três vitórias e quatro empates. Na semifinal, a vitória veio diante da Operation Kino. Com o título, a equipe leva para casa um prêmio de R$ 15 mil, além de garantir vaga para o International Wildcard Invitational, de 16 a 23 de abril, na Cidade do México. No ano anterior a equipe foi até a Turquia, mas não conseguiu suportar a pressão e jogou mal. A expectativa é que os brasileiros farão diferente neste ano.

“No primeiro Wildcard, no ano passado, não tivemos tempo para nos prepararmos. A gente foi descobrindo o que os times faziam lá. Na final, com 4 mil turcos gritando, não conseguimos fazer o melhor. Agora, acredito que a gente joga muito melhor sob pressão, e teremos tempo de preparação. Com isso, vamos conseguir fazer uma campanha boa, tenho certeza” explicou Tockers.

Tal como em um campeonato de futebol, a decisão do CBLoL 2016 foi marcada por provocações nas redes sociais por parte das duas equipes. Infelizmente para o Keyd, a equipe do INTZ mostrou-se muito superior na partida. Tal hegemonia deve-se à intensa preparação que o time teve antes da final: os intrépidos passaram 15 dias em Berlim, na Alemanha, treinando com outras equipes profissionais de LoL.

Abaixo tem o momento da conquista do INTZ no CBLoL 2016:

Big Gods inaugura nova Gaming House em São Paulo

A Big Gods, uma das principais organizações do eSport brasileiro está em fase de expansão e para mostrar que daqui em diante será uma equipe mais competitiva, foi anunciado que haverão investimentos em novas equipes. Neste ano. Além de manter um time em League of Legends, a equipe anunciou lineups com novos jogadores em mais três jogos que fazem parte do circuito mundial de eSports, sendo eles: Counter Strike, Hearthstone, Heroes of the Storm e Street Fighter V.

O objetivo da Big Gods é obter sucesso também nestes jogos, tal como foi obtido em LoL (atualmente a Big Gods ostenta o primeiro lugar no Circuito Desafiante). Para que isso ocorra, a equipe replicará a f´romula de sucesso nos demais jogos e até irá adotar um “CT” oficial: as cinco equipes passam a morar juntas na nova Gaming House da organização, localizada no Que Tal Hostel, em São Paulo.

“Investir nestes jogadores é mais um passo que a Big Gods dá para carimbar seu nome na história do eSport nacional”, disse Danilo Salgueiro, gerente geral da Big Gods. “Temos a certeza que com este investimento e com o crescimento da modalidade, nossos jogadores têm tudo para conquistar títulos em 2016. Depois de pesquisarmos o local ideal para ser a casa para nossos atletas, decidimos transformar o Que Tal Hostel em nossa Gaming House, que acabou sendo apelidada de ‘Olimpo’ pela organização”, completa.

Como se não bastasse, a Big Gods também estará de cara nova. De acordo com a organização, o uniforme será totalmente remodelado para o início da temporada, mas sem abandonar as cores rubro-negras que já caracterizaram um dos times profissionais de eSports mais competitivos da atualidade.

Abaixo está a nova Lineup da Big Gods para 2016

League of Legends
Felipe “Ranger” Brombilla – Topo
Leonardo “Leozuxo” Camícia – Caçador
Rafael “Rakin” Knittel – Meio
Lucas “Luskka” Rentechen – Atirador
Ygor “RedBert” Freitas – Suporte

Heroes of the Storm
Murillo “Murizzz” Tuchtenhagen – Flex
Juan “Jschritte” Passos – Flex
Matheus “Typhex” Santos – Tank/Flex
Esteban “DEUS” Aspera – Assassin
Rodrigo “Vieira” Lopes – Support

Counter-Strike
Alef ”tatazin” Pereira
Gabriel “gaabxx” Carli
Denner “KHTEX” Barchfield
Gabriel “BIEL THE MAGICIAN” Romais
Lucas “skip” Santiago

Street Fighter V
Daniel “Cabeça”

HearthStone
Leo “Leomane” Almeida
Yan “Vinny” Schuawb

DISNEY APRESENTA O CODE BAYMAX – JOGO ONLINE PARA APRENDER PROGRAMAÇÃO

Hoje vamos falar sobre a iniciativa Code Baymax, um jogo da Disney indicado para crianças de 8 a 12 anos que estão aprendendo programação. O título coloca os personagens do filme Operação Big Hero para dar dicas para os jovens em como resolver puzzles por meio do uso de tecnóloga computacional. De acordo com os desenvolvedores, Code Baymax é fruto dos esforços da produtora em termos de alfabetização digital.

A ideia básica é familiarizar as crianças com conceitos básicos de programação e superar testes com a ajuda dos personagens Hiro e Yokai, do filme Operação Big Hero. Deste modo, o game serve como incentivo para introduzir dicas de programação e incorporar ferramentas de pensamento lógico-matemático ao mesmo tempo em que estimula a curiosidade e imaginação. Para isso, os jogadores exploram diferentes localidades com a ajuda dos protagonistas do filme e vão resolvendo puzzles.

Apesar de simples, Code Baymax possui um enredo: Yokai sequestrou o Hiro e agora cabe a Baymax resgatá-lo. O jogador deve programar Baymax usando listas de instruções por controle remoto para chegar até Yokai e salvarHiro. A tarefa não é das mais fáceis, pois no caminho surge todo tipo de perigos e obstáculos.

“Estamos muito entusiasmados com este lançamento, em que estamos trabalhando com uma equipe multidisciplinar de experts faz muitos meses, para contribuir com que as crianças possam aprender programação jogando. O nosso principal motor é incentivar a imaginação delas e favorecer seu desenvolvimento cognitivo”, comentou Belén Urbaneja, Diretora de Corporate Citizenship & Brand Management, The Walt Disney Company Latin America. “Sabemos que a programação é uma linguagem que está se tornando uma das mais importantes desta geração e queremos colaborar com os pais e educadores para que tenham ferramentas facilitadoras do ensino”, acrescentou.

É interessante notar que Code Baymax foi desenvolvido na América Latina, mostrando que a Disney está de olho na região. Conforme avança pelas fases, os jovens adquirem conhecimentos de algoritmos (o que envolve sequenciar instruções para resolver um problema), procedimentos, decomposição de problemas em ações mais breves, correção de erros, dentre outros. Além disso, o jogo serve para mostrar que a programação ajuda a resolver problemas de diferentes maneiras e não há uma única forma de o fazê-lo na maioria dos casos.

Com isso, os jovens adquirem habilidades computacionais e passam a enxergar a tecnologia como ferramenta útil para solução de problemas e de expressão de ideias. Talvez até tomem gosto por expressar ideias digitalmente que futuramente possam se expressar através do desenvolvimento de histórias interativas, jogos, animações, música e simulações. Não há como prever até onde a tecnologia pode incentivar a educação, pois elas de fato promovem pensamento crítico e criativo.

Por outra parte, o enfoque do aprendizado baseado no jogo e na criação transforma a colaboração em uma área de aprendizado divertida e estimulante para as crianças.  Para acessar Code Baymax basta acessar a página do Disneylatino.

Abaixo tem o trailer de Code Baymax:

Top 10 : Indie games para 2016

Os jogos indie prometem roubar muito das atenções do público gamer para o ano de 2016. Prova disso são os títulos que listamos abaixo. São games que prometem fazer bastante sucesso de crítica, público e comercial seja pelo conceito inovador, pela jogabilidade curiosa ou pelo enredo ambicioso. Pode ser que ao final do ano algum outro game indie faça mais sucesso que qualquer um desta lista, mas seja como for, estamos com atenção especial voltada para estes jogos.

Abaixo só tem lançamentos internacionais, mas estamos preparando uma lista de jogos indie nacionais com lançamento para este ano. Se você tem algum jogo para a temporada, mande-nos algum material de divulgação!

 

Mighty No. 9

Might N9

Plataformas: 3DS, Mobile, PC, PS3, PS4, PSVita, X360, XO, Wii U | Editora: Deep Silver

Keiji Inafune sempre quis seguir com os jogos da franquia Megaman, mas por razões desconhecidas a Capcom relegou seu mascote ao limbo e isto causou a ruptura entre o mítico desenvolvedor e o estúdio. Em 2013, Inafune deu sua resposta à Capcom com o projeto Might No.9, um jogo que tem tudo de Megaman, desde seu estilo artístico ao gameplay (praticamente não existem diferenças). Mas não acuse Inafune de falta de criatividade ainda: se No. 9 for triunfal do gênero plataforma de ação em 2D. Quem sabe a Capcom não lança um Megaman após isso, só para rivalizar com o título de Inafune?

 

Last Year

Last Year

Plataformas: PC | Editora: Elastic Games

Last Year é um multiplayer online para 6 jogadores com foco em sobrevivência. O grande diferencial é que 5 dos jogadores deve sobreviver, enquanto que um deles desempenha o papel de um serial killer. É como ser jogado no meio de Sexta-feira 13 com os amigos. Para sobreviver é imprescindível cumprir uma série de objetivos. E sim, pode esperar todos os clichês clássicos de filmes de horror, como adolescentes, assassino vestindo máscara, lugares impróprios para férias etc.

 

The Forest

The Forest

Plataformas: PC, PS4 | Editora: Endnight Games

The Forest coloca o jogador no meio de uma área florestal após um acidente de avião. No local residem mutantes canibais que perseguem o jogador assim que o sol se põe, mas são bastante pacíficos durante o dia. O ciclo dia/noite é o grande chamariz do jogo, pois durante o dia as horas devem ser gastas criando equipamentos para se defender à noite. Entretanto, a Endnight Games pede que o jogador não seja tão apressado antes de tirar conclusões acerca do comportamento desses canibais noturnos: no primeiro encontro eles tentam se comunicar com o jogador e durante os combates eles ficam mais preocupados em defender-se do que atacar. A ideia é que o jogador tire conclusões se a verdadeira ameaça são essas estranhas criaturas, ou se a verdadeira ameaça é você.

 

Death’s Gambit

Deaths Gambit

Plataformas: PC | Editora: White Rabbit

Death’s Gambit pode ser resumido como a fusão entre Shadow of the Colossus, Super Metroid e Castlevania. Nele você é um guerreiro que recebe a missão de matar criaturas gigantescas em um planeta alienígena de aspecto medieval. Parece muito louca a mistura, não? Mas funciona. Os elementos de action-rpg garantem que o jogador vai se divertir e passar raiva na mãos dos inúmeros inimigos que inundam o cenário. A pixel art garante ainda contribui para dar ao game aquela sensação de que este é jogo seria um dos melhores da geração 16 bits.

 

Kodoku

Kodoku

Plataformas: PSVita, PS4 | Editora: Carnivore Studios

Kodoku é um título independente da Carnivore Studio, do Japão. Nele, você explora uma ilha sinistra em busca de um misterioso livro. O problema é que a ilha está repleta de criaturas do folclore japonês. A arte do jogo é a parte mais interessante, tirando um pouco o fator aterrorizante, para algo mais próximo de um anime. Outra coisa que vai destacar Kodoku de outros jogos indie é o gameplay baseado em stealth: não há armas a serem usadas contra os espíritos. O objetivo é que o jogador, ainda que indefeso, possa passar pelas assombrações através de inteligência e um pouco de sorte.

 

Alisson Road

Alisson Road

Plataformas: PC | Editora: Lilith

O cancelamento de Silent Hills foi um dos golpes mais duros que a comunidade gamer já levou em décadas. Mas nem tudo está perdido: um grupo de fãs decidiu continuar o legado deixado pela demos de Hideo Kojima e decidiu criar seu próprio game aos moldes de P.T. Alisson Road tem uma casa medonha, puzzles a serem resolvidos , um enredo minimalista e um loop perturbador. Apesar de ter começado como um projeto do Kickstarter os produtores conseguiram o financiamento, então pode ter certeza que a Lilith não vai cometer o mesmo erro da Konami.

 

Enter the Gungeon

Enter the Gungeon

Plataformas: PC, PS4 | Editora: Devolver Digital

Este dungeon crawler é o mais visceral que você pode conhecer: o objetivo é explorar labirintos e masmorras altamente bélicas. Sim, os corredores estão armados até os dentes com armas de fogo, explosivos, armadilhas e inimigos numerosos. Para sobreviver, o jogador também tem a seu dispor um arsenal incrível, fazendo com que a passagem pelos ambientes seja marcado por muita morte e destruição. O jogo tem um aspecto trazido dos 16 bits e a chuva de tiros e explosões parecem inspiradas pelos clássicos shmups. Este crawler deveria ter sido lançado em 2015, mas a produtora decidiu atrasá-lo para otimizá-lo ao máximo.

 

Cuphead

Cuphead

Plataformas: PC, XO | Editora: Microsoft

À primeira vista, Cuphead parece um daqueles desenhos toscos da década de 30, mas basta uma olhada mais atenta para constatar que o jogo não tem nada de arcaico. Na verdade este jogo é uma conquista tecnológica da nova geração, pois ele não apenas realiza o sonho de um desenho jogável, como também o faz com honrarias: centenas de coisas ocorrem na tela ao mesmo tempo e os inimigos movem-se de maneira tão natural quanto se estivesse vivos. A trama gira em torno de Cuphead, uma criatura que deve derrotar inúmeros chefões para pagar uma dívida com o diabo. Já é cotado como o indie mais aguardado do Xbox.

 

No Man’s Sky

No Man Sky

Plataformas: PC, PS4| Editora: Hello Games

Jogos de mundo aberto ficarão arcaicos depois que No Man’s Sky for lançado, pois o jogo da Hello Games disponibiliza nada menos que um universo inteiro para o jogador explorar. De acordo com a desenvolvedora, o game pode contar com mais de 18 quintilhões de planetas, cada um deles com seu próprio ecossistema e formas de vida. Os momentos de ação estarão garantidos durante as batalhas contra criaturas hostis ou nos combates espaciais à lá Star Wars. O objetivo é chegar até o centro da galáxia, mas isto deve tomar cerca de 40-100 horas, se o jogador não entrar em missões paralelas. Adeus vida social!?

 

Hyper Light Drifter

Plataformas: PC, PSVita, PS4, XO, Wii U| Editora: Heart Machine

O jogo é um action RPG com aspectos da geração 8-16 bits, com fortes influências de Zelda e Diablo. Este viés possibilitou que o jogo fosse financiado rapidamente através do Kickstarter e ultrapassasse em mais de 20 vezes o valor solicitado pelos produtores. O jogo acompanha a aventura de Drifter, um jovem que explora um mundo de fantasia para livrar o mundo de uma ameaça perigosíssima. O roteiro é bem datado, mas a releitura da jornada do herói é enaltecida graças ao visual da era 16 bits. Na verdade a produtora Heart Machine criou o jogo idealizando como seria um jogo ideal do Super Nintendo.

Abaixo tem o trailer do indie Hyper Light Drifter: