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Já estão abertas as inscrições para o 12º IMGA Awards

Já estão abertas as inscrições para o International Mobile Gaming Awards (IMGA), o prestigiado prêmio que reconhece os melhores jogos criados para plataformas mobile. O “IMGA” chega à sua décima segunda edição, fixando-se como o mais antigo e prestigiado evento a contemplar jogos para dispositivos mobile.

As inscrições para o IMGA Awards estão abertas desde o dia 30 de setembro e podem ser efetuadas até o dia 31 de dezembro. Assim que os jogos são recebidos eles são avaliados por um júri de especialistas da indústria. O mais interessante é que o IMGA costuma catapultar alguns dos jogos de maior sucesso da atualidade, tais como Angry Birds, Infinity Blade, Edge, Candy Crush, Monument Valley, Vainglory e The Walking Dead da Telltale.

A premiação é aberta para grandes estúdios, estúdios independentes e desenvolvedores solitários. Vale destacar que as inscrições podem ser feitas de qualquer país ou região. A única ressalva é que os jogos devem ter sido lançados em 2015 ou não ter sido publicado anteriormente em estado jogável.

Além do destaque proporcionado, o IMGA Awards chama as atenções para investidores e jogadores. Não por acaso, muitos games prestigiados por este prêmio conquistam contratos com grandes publishers. Para ter ideia da importância, apenas na edição passada foram mais de mil inscritos em todo o mundo. Apenas quatorze deles receberam os devidos prêmios em março deste ano, em cerimônia realizada em San Francisco. Já pensou se seu jogo é um dos eleitos?

As inscrições devem ser realizadas apenas no site oficial do IMGA até 31 de dezembro de 2015.

Will: game do estúdio Broz alerta para os males do tabagismo

O game de hoje e criação do estúdio independente Broz, criado pelos desenvolvedores Luis Rodrigo, Diego Brandao e Walter Yanko. O game chamado “Will” é uma forma de alertar sobre os males do tabagismo e os males do cigarro na saúde das pessoas. A forma como o jogo aborda o tema é de forma lúdica e bem simples de compreender.

Will apresenta diversos minigames, sendo que cada um deles incentiva o jogador a evitar o fumo, sendo ele ativo ou passivo. Para isso, o jogador deve prestar atenção em como a indústria do tabaco age na surdina para viciar o consumidor, como por exemplo, propaganda enganosa, coerção nos postos de venda, associação ao prazer gustativo etc.

Os minigames são bastante simples, mas a ausência de um tutorial no início das missões podem confundir e atrapalhar o jogador. Entretanto, de acordo com os desenvolvedores, parte do desafio é advinhar a mecânica de cada desafio e enfrentar a dificuldade progressiva. A intenção da equipe Broz parece ter sido justamente fazer o jogador refletir e agir rápido contra o fumo.

De acordo com Luis Rodrigo, o tabagismo é a principal causa de morte evitável do mundo e o principal alvo da indústria tabagista são as crianças e adolescentes. Não por acaso, algumas das missões do jogo até aparecem bebês e adolescentes. Cabe ao jogador evitar que essas pessoas caiam nas garras da indústria do fumo.

São diversos mingames que variam de colocar máscaras de gás em fumantes passivos, retirar maços escondidos nas compras do mercado, fugir de propagandas etc. Ao ter sucesso nas missões o score vai subindo, de modo que ao final você pode publicar seu score para desafiar os amigos nas redes sociais. Conforme avança nas missões, a velocidade vai subindo, tornando o desafio mais divertido e eletrizante.

O título é o primeiro game criado pelo estúdio Broz e é parte do movimento de serious games no Brasil: o ludoativismo. Apesar da falta de tutorial, o game e bem simples após descoberta a mecânica de cada missão. É um jogo que seu filho deve conhecer. O download pode ser feito na Google Play gratuitamente.

Will: jogo brasileiro contra o tabagismo

Produtores independentes também tem vez na Brasil Game Show

Se havia uma crítica a ser feita às edições anteriores da Brasil Game Show era quanto ao espaço dedicado aos produtores independentes, pois era bastante reduzido. Mas parece que as coisas irão mudar a partir deste ano, pois a organização da feira divulgou que o espaço aos indies será cinco vezes maior do que a edição passada.

De acordo com a organização, o espaço é ideal para interação entre os desenvolvedores locais e investidores, além da oportunidade de apresentar seus produtos para um público estimado de 300 mil pessoas. Além dos jogos indies brasileiros, o espaço terá a presença do estúdio americano Data Realms.

Este espaço Indie Meeting servirá para os desenvolvedores mostrar seus jogos em 45 minutos para a plateia interessada. Serão cinco palestras por dia com 30 minutos de apresentação, 15 de perguntas e respostas e interação com o público. Tais palestras ocorrerão sob a coordenação do professor Esteban Clua, da Universidade Federal Fluminense (UFF).

“Há cada vez mais empresas produzindo jogos no Brasil e é papel da BGS, principal evento do setor no país e no continente, apoiar quem está dando os primeiros passos, principalmente considerando que as produtoras independentes brasileiras evoluíram bastante e muitas não deixam nada a desejar em relação às principais empresas internacionais”, disse Marcelo Tavares, idealizador e CEO da BGS.

Vale destacar que muitos estúdios indies acabam ganhando reconhecimento do público durante a BGS, tal como foi com a Duaik Entretenimento (Aritana e a Pena da Harpia). Tal sucesso deve se repetir com a Void Studios e com a 2Dverse, que irão apresentar ao público os jogos “Eternity: The Last Unicorn” e “A Treta dos Irmãos Piologo”, respectivamente. Outro estúdio que deve impressionar é o Réquiem Studios, que faz sua primeira aparição pública para apresentar o game “Lumen”, um jogo de plataforma em 2D com belos efeitos visuais.

Além destes estúdios, a BGS terá a participação dos seguintes estúdios independentes: Data Realms, Digi Ten Studio, DNAe Studios, Flux Game Studio, G2E, Garage 227 Studios, Maxlab Studios, Messier Games & Animations, Odin Game Studio, Overlord Game Studio , Reload Game Studio, Samaritan Studios, Smyowl, Streamy, Tree of Dreams, Too Nerd to Die e Unique Entretenimento Digital. Cada um destes estúdios vai apresentar jogos próprios e que devem despertar a atenção de muitos jogadores. O GameReporter vai mostrar a maioria deles nos próximos dias.

Serviço: Brasil Game Show 2015

Quando: 08 a 12 de outubro (08 só para business e imprensa)

OndeExpo Center Norte | Veja a programação do Indie Meeting

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – SP

Horário: 13h às 21h

Ingressos: até 30 de setembro de 2015: R$ 75,00 (individual meia-entrada) Outras opções de ingressos e preços podem ser obtidas no site http://www.brasilgameshow.com.br/sou-visitante/ingressos

Meia-entrada: benefício válido para doadores de 1kg de alimento não-perecível na entrada do evento, além de estudantes, portadores de necessidades especiais, idosos com idade a partir de 60 anos e professores, todos mediante apresentação de comprovação.

 

SOSpace: game coloca UFO para explorar o centro da Terra

O game de hoje é criação do estúdio indie Source Matter Studio, localizada em Santa Catarina. Trata-se do jogo SOSpace, uma aventura espacial cujo o objetivo é levar uma nave alienígena até o centro da Terra. O game foi desenvolvido por apenas uma pessoa, que ficou responsável por toda a parte de design, programação e áudio.

O jogador deve guiar uma nave até que ela chegue ao centro do planeta Terra. Para isso, é necessário desviar de inúmeros obstáculos como nuvens, árvores, construções etc. Os controles são bastante simples, bastando tocar na direção que a espaçonave deve tomar. Ao tocar na tela com dois dedos a nave ganha alguns segundos de invencibilidade, de modo que os obstáculos não podem atrapalhar a nave.

O game conta com uma história bastante envolvente para justificar uma invasão alienígena: com o avanço da população humana e o uso indiscriminado dos recursos naturais, a Terra começou a responder com desastres climáticos e mais tarde, um súbito esfriamento do seu núcleo, causando uma imensa catástrofe em todo ecossistema. Mesmo com toda a tecnologia, todas as opções para tentar reverter o processo natural de deterioração do planeta falharam. Os humanos, como sua ultima e menos esperançosa tentativa de salvar a raça humana, mandaram um sinal de SOS para o Espaço.

Após algum tempo, uma civilização bastante avançada ouve o pedido de socorro dos humanos e decide ir até o planeta, já desgraçado, a fim de resgatar os sobreviventes. A partir daí o jogador deve guiar a nave alienígena para o centro da terra e reparar os efeitos danosos causados ao planeta. O fator desafio é levado à sério, pois conforme avança até o núcleo do planeta, as barreiras aparecem com maior velocidade e desviar dos obstáculos se torna extremamente difícil.

SOSpace é gratuito e possui propagandas, além disso, há microtransações para facilitar ainda mais a travessia do UFO solitário. Para aqueles que comprarem a versão sem Advertising o jogo conta com um Easter Egg que desbloqueia uma versão alternativa da nave. Já está disponível para Android.

Abaixo tem o trailer do game SOSpace:

Max Quiz: casal brasileiro lançará Quiz em 3D na Brasil Game Show

Hoje vamos falar de um jogo independente que fará seu lançamento durante a feira Brasil Game Show, a ser realizada entre os dias 8 a 12 de outubro de 2015. O game em questão é produção da Maxlab Studios, criada pelos desenvolvedores brasileiros Glauber e Camila, e chama-se Max Quiz, um jogo de perguntas e respostas inspirado em programas de televisão e que promete testar o nível de conhecimento dos jogadores.

Ao contrário de jogos do gênero, o Max Quiz busca se diferenciar ao colocar alguns mimos para o jogador, de modo que o game fique parecido com uma transmissão de televisão: tem apresentador, palco e os personagens são em 3D. Como se não bastasse, o jogador pode personalizar a aparência do personagem alterando roupas, cabelos, etc.

O game possui cinco categorias de perguntas: Conhecimento Geral, Ciência, Cultura Geek, Cinema & TV e Esporte. Há uma opção que permite desafiar os amigos através de partidas pelas redes sociais em um esquema de playoffs (mata-mata), além de um sistema de ranking semanal que lista os melhores jogadores do mundo.

A melhor parte é que o game permite que os jogadores enviem perguntas, que ficam armazenas no Banco de Questões, ou seja, o game acaba se tornando gigantesco e a cada nova partida o jogador será surpreendido. O título estará disponível em português e inglês.

De acordo com os desenvolvedores, Max Quiz estará disponível para as seguintes plataformas: Android, iPhone/iPad, Windows Phone e Windows 10. O download será disponibilizado gratuitamente.

Abaixo tem o trailer de Max Quiz:

Conheça CosmoPolitan Rod By Night, game da Camaleão Games

O game da vez é indicado para fãs de corrida. Trata-se de CosmoPolitan Rod By Night, da produtora indie brasileira Camaleão Games. O título é para dispositivos mobile e oferece ao jogador a possibilidade de correr em diversas regiões do mundo e uma jogabilidade dinâmica, aliada a uma física que tenta simular a direção de veículos reais.

O game possui cenários urbanos noturnos e estradas e música eletrônica pulsante, o que faz qualquer um lembrar a ambientação dos tempos de Need for Speed Underground. A grande sacada é que o jogador deve desviar de obstáculos como o tráfego e asfalto irregular em alta velocidade. Também é necessário fugir da polícia antes que o tempo esgote, oferecendo uma corrida dinâmica e bastante desafiadora.

Entre os cenários apresentados estão as cidades de São Paulo, Bucareste, Londres, Hong Kong, entre outros. Cada cenário apresenta seus próprios desafios, a fim de não deixar o game repetitivo. Os gráficos são simples, assim como a jogabilidade (desenvolvidos especialmente para plataformas móveis).

Na parte física, a desenvolvedora colocou alguns elementos para tornar a jogatina mais realista. Alguns fatores influenciam no desempenho do carro, como o peso, velocidade, força, amortecedor, nitro e aceleração. É extremamente importante seguir as placas de trânsito para ter sucesso nas missões. O título é gratuito e pode ser baixado pelos usuários do Android.

Trailer de CosmoPolitan Rod By Night:

Resgate Acqua Saga é o novo jogo sobre economia de água

Apesar de o noticiário não cobrir mais a crise hídrica como ocorria em alguns meses, ela ainda existe e é um fantasma que assombra muitos paulistas e brasileiros. É justamente para chamar a atenção sobre este problema que a Blue Comunicação lançou o game Resgate Acqua Saga para dispositivos mobile.

O título é o primeiro a ser desenvolvido pela Blue Comunicação e foi desenvolvido pela Izotonic Games. O objetivo do game é mostrar a importância da economia de água. Para isso, o game apresenta-se como um quebra-cabeça passado em um mundo futurista  onde os moradores não se preocupam com o desperdício de água . O problema é que ocorre uma terrível seca que ameaça a sobrevivência da humanidade. Cabe ao jovem Acq ajudar a recuperar as reservas hídricas para garantir o sucesso.

Acq deve encontrar vazamentos ou desperdícios de água e evitar que isso continue ocorrendo.  Para auxiliar nas missões, existem diversos bônus na hora de encaixar as peças. Outra forma de obter alguma vantagem é conquistar novos itens utilizando as GMs, as moedas do jogo mais ou menos como qualquer outro jogo social.

A jogabilidade não é muito diferente de outros puzzles como Candy Crush. O destaque está na mensagem de conscientização e no fator desafio sempre crescente. O game não requer conexão com a intenet, porém é possível desafiar os amigos através do Facebook após associar à conta da rede social.

O título possui 100 fases recheadas de desafio e diversão. Altamente recomendado para jogadores mais jovens, Resgate Acqua Saga é gratuito e pode ser obtido por meio das lojas online  para as plataformas Android e iOS.

QUByte e podcast 99vidas juntam forças para criar game de beat ‘em up

O time do podcast 99vidas está com um projeto grandioso e mirabolante: um jogo próprio! 99vidas – O Jogo está em desenvolvimento pela equipe da desenvolvedora independente QUByte Interactive, o time responsável pelo High Tech Racing +.

O game 99vidas é do gênero beat ‘em up, e tem fortes influências de clássicos do gênero como Final Fght, Double Dragon, Golden Axe e Battletoads. A grande sacada é que o game é estrelado pelo quarteto que faz o podcast. Na aventura, os personagens devem sair na mão com diversos adversários espalhados pelo cenário, no melhor estilo “brigador de rua”.

De acordo com a desenvolvedora, o game estará recheado de referências da cultura pop dos anos 80-90, além de piadas internas do podcast. Então espere passar por locações como a Locadora da Dona Graça, entre outros. O game promete ser um prato cheio para fãs de videogames antigos. Até mesmo os gráficos do jogo remetem a essa época, pois são em 2D em pixel art. A trilha sonora e o áudio são originais e contam com as vozes dos criadores do podcast. Elas foram gravadas e processadas para se assemelharem a samplers de áudio da época dos árcades, de modo que o game tenha mais este elemento retrô.

Ao todo o game terá seis fases com arte bastante trabalhada. Cada uma das fases contará com um chefão bem desafiador. O desafio, aliás, será um dos pontos altos do game: além da infinidade de capangas durante as fases, os jogadores devem enfrentar os chefões e suas respectivas habilidades especiais. Mas não pense que o jogo não vai ajudar: os personagens centrais também terão seus próprios golpes especiais de área e combos devastadores.

O título terá suporte para até quatro jogadores (inclusive modo online). A previsão de lançamento é para julho de 2016, mas já tem uma demo disponível para download. De acordo com os desenvolvedores, a intenção é lançar o game para PCs, Playstation 4, Playstation Vita, Xbox One, Nintendo WiiU e Nintendo 3DS.

O projeto ainda está em fase de captação de recursos através do site de crowdfunding Catarse, onde visa a meta de R$ 80 mil para ser concluído.

Abaixo está o vídeo do projeto 99vidas:

Estúdio JoyMasher lança Odallus, um game com cara de geração 8 bits

Três anos após o lançamento de Oniken, a equipe da desenvolvedora brasileira JoyMasher lançou seu mais novo título (há alguns dias) para PCs. Batizado de Odallus: The Dark Call, o game é meio que o sucessor espiritual do título anterior, ou seja, o jogador pode esperar por mais uma aventura de exploração 2D com cara de geração 8 bits.

Na trama, o jogador toma o papel de Haggis, um guerreiro que precisa explorar os cantos mais sombrios do mundo em busca de seu filho, que foi levado pelas forças da escuridão. O mundo do jogo é um lugar desolado, onde as forças do mal tomaram conta e se espalharam rapidamente e passaram a coletar almas humanas.

Odallus foi lançado na Steam no último dia 15 de julho custando R$ 24,99. O lançamento deveu-se à campanha de crowdfunding no site Indiegogo (foi necessário apenas um mês para arrecadar o valor solicitado). O trabalho da JoyMasher foi praticamente criar um jogo retrô, como se estivéssemos na geração NES, algo que deve agradar em cheio aos jogadores das antigas.

Além da ambientação soturna, o game apresenta um sistema de jogo totalmente inspirado em clássicos como Ghosts’n Goblins, Demon’s Crest e até mesmo Castlevania. O título é um prato cheio para quem gosta de exploração e bastante ação com clima dark. Ao todo são oito fases, representando mais de quatro horas de gameplay. As fases são pontuadas por chefões gigantes e mais de 50 inimigos diferentes. De acordo com a desenvolvedora, o game possui dois finais. Pergunta: quem já chegou no final? Comente! ;)

Odallus já está disponível nas lojas Steam e GoG.

Veja o trailer do game Odallus:

Conheça o shoot ‘em up Racketboy do estúdio Double Dash

Hoje vamos falar sobre o jogo Racketboy da produtora carioca Double Dash Studios. O game é uma mistura de shoot ‘em up (shmup) e block breaker que está dando o que falar nas redes sociais. O game venceu uma competição internacional promovida pelos canais do Pewdiepie, Markiplier e o Jacksepticeye. Desde então o game conquistou bastante destaque entre os jogadores.

Racketboy está em uma campanha de levantamento de fundos no Indiegogo. O título conta a história de uma garota que está em uma missão para salvar a galáxia da invasão de criaturas destrutivas (mas bem engraçadinhas). Tal como nos jogos de “navinha”, para ter sucesso nas missões é necessário desviar de chuvas de balas e ter reflexos rápidos. O contra-ataque é feito com a raquete que o garota segura, pois ela serve para rebater os ataques inimigos.

Um dos pontos altos do game é o alto grau de desafio: quem jogou pôde comprovar que a dificuldade aumenta progressivamente. No princípio o jogador está ocupado em somente rebater e desviar dos tiros, porém ao final as coisas tornam-se desafios à coordenação motora do jogador. Fácil de jogar, difícil de dominar.

O game tem visual bastante colorido e remete às gerações 8-16 bits. Até mesmo a trilha sonora é bem retrô, de modo que o jogo lembra clássicos como Parodius e Keio Flying Squadron. O pacote de jogos oferece seis mundos diferentes com quinze batalhas contra chefões e cerca de trinta inimigos diferentes. Para auxiliar nos combates, existem os famigerados power ups.

Racketboy está em desenvolvimento para as plataformas PC, Mac e Linux. Para sair do papel ele precisa da contribuição dos jogadores através do site de crowdfunding Indiegogo. Entretanto já é possível jogar a demo do jogo.

Abaixo está o trailer de Racketboy: