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BIG Business Forum recebe empresários e investidores internacionais em São Paulo

O BIG Festival promete ser uma oportunidade única para os desenvolvedores indies, afinal de contas haverão milhares de visitantes e veículos de comunicação presentes, o que garante possibilidade de visibilidade instantânea. Além disso, os organizadores do evento preparam paralelamente o Big Business Forum, um encontro entre desenvolvedores, publishers e empresários do setor de games de vários países. A intenção é que os desenvolvedores locais apresentem seus projetos a fim de firmar parcerias com as grandes players do mundo.

De acordo com a organização do evento, o BIG Business Forum posiciona o Brasil como hub de negócios na região. O Forum acontece de 29 de junho a 1 de julho, paralelo às atividades abertas ao público do BIG Festival, que vai de 25 de junho a 3 de julho, no Centro Cultural São Paulo. As inscrições para participar do BIG Business são feitas através do site do BIG e está aberta desde o dia 23.

O fórum BIG Business é uma das ações do BGD, Projeto Setorial de Exportação Brazilian Game Developers, uma parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a ABRAGAMES, Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos.

Para facilitar a vida dos produtores, neste ano foi lançada uma ferramenta online de agendamento de reuniões, o que amplia muito a capacidade de geração de acordos no evento. Empresas como Google, Autodesk, Unity, Intel e Epic também estarão disponíveis para agendamento de reuniões one-on-one. Serão quatro dias dedicados a painéis, keynotes, palestras, workshops, discussões, reuniões e negociações. O objetivo é fortalecer a indústria brasileira de jogos digitais, capacitando e criando novas oportunidades de negócios para as empresas brasileiras no mercado internacional.

Ao todo, o fórum terá a presença de mais de 50 convidados internacionais, entre eles Mike Foster, da Sony; Sam Carslyle, da Microsoft; Karim Farghaly, da Bandai Namco; e Antoine Routon, da Square Enix. Bem como representantes de empresas como Rovio, Fun Academy, Vungle e Execution Labs, além de uma delegação de empresas francesas que incluem Digital Plug In, Ankama, BiP Media e a Atelier 801, com o jogo Transformice, que conta com milhões de fãs no Brasil. Os participantes poderão acompanhar mais de 50 atividades diferentes, incluindo uma sessão de pitch em que os convidados irão analisar e selecionar o melhor projeto de game brasileiro, o BIG Starter.

No dia 2 de julho, o fórum se estende para discutir duas novas verticais de negócios: o BIG Playable City, que reflete e interage no espaço urbano, buscando criar uma cidade mais interativa; e o BIG Impact, iniciativa dedicada a jogos com impacto positivo, que transformam a sociedade.

Abaixo tem uma lista contendo alguns dos convidados internacionais já confirmados no BIG Business Forum:

Mike Foster – Sony/Playstation
Jamie Cason – Miniclip
Jason Della Rocca – Execution Labs
Antoine Routon – Square Enix
Joel Breton – HTC
Reginaldo Valadares – Rovio
Sam Carslyle – Microsoft
Bryan Davis – BBB
Benjamin Wolf – Astragon
Karim Farghaly – Bandai Namco
Fernando Sansberro – Uruguayan Game Developers Association
Rodrigo Contreras – Gamaga
Francisco Diaz – CVA Peru
Astrid Huntjens – Spil Games
Paweł Feldman – 11 bit Studios
David B. Hoppe – Gamma Law
Agustín Cordes – ADVA
Mario Valle Reyes – Electronic Arts
Martina Spaas – FGL
Fabio Florêncio – Fun Academy/Rovio
Paul Hanraets – Gambitious
Melinda Montaño – Kongregate
Piotr Iwanicki – Superhot
Steve Escalante – Versus Evil
Martín Meléndez – One Simple Idea
Anton Fok – Vungle
Julian Osterwalder – Vungle
Mark Leaver – Playable City
Matthew Handrahan – GamesIndustry.biz

Delegação de empresas francesas presentes no BIG Business Forum:

Eddy Léja-Six – Isart
Francis Ingrand – SNJV LE GAME
Julien Villedieu – SNJV LE GAME
Hervé Sohm – Ankama
Katleen Evers – Plug in Digital
Laure Casalini – Rubika
Maxime Dumas – Persistant
Melanie Christin – Atelier 801
Michael El Baki – Clan of the Cloud
Michael Jegat – Intellysurf
Nicolas Bensignor – Playsoft
Paulliane Balduino dos Santos – Atelier 801
Sam Dahmani – 3DUO
Steven James Filby – Motion Twin
Thierry Platon – BIP Media
Vincent PERCEVAULT – G4F
Xavier Liart – Playdigious
Yoan Fanise – Digixart

Serviço – 4º BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival)
De 25 de junho a 3 de julho (Segunda, 27, não abre)
De terça a sexta: 10h às 22h / Sábado e domingo: 14h às 22h
Dia 29, quarta, fecha às 17h
Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro 1000 – Paraíso, SP
Inscrições BIG Business Forum: a partir de 23 de maio em www.bigfestival.com.br
Entrada: Gratuita

“Aprenda a programar com Minecraft” ensina a usar a linguagem Python para personalizar o Minecraft

Aprenda a programar com Minecraft. Sim, você não leu errado. Já imaginou que os jogos eletrônicos são ferramentas de aprendizado, não é? Muita gente aprende inglês e espanhol jogando videogames. O que muita gente não sabe é que eles podem ensinar programação. E é justamente isso que o livro “Aprenda a programar com Minecraft” quer mostrar. A ideia básica é ensinar a linguagem Python para construir, criar e personalizar o mundo de Minecraft.

Com este livro, o usuário é capaz de modificar elementos do jogo, tais como transformar a lendária espada do jogo em uma poderosa varinha mágica, construir um grandioso castelo em poucos minutos ou criar uma pista de dança pessoal. Conforme o jogador aprende a linguagem Python, pode-se tornar o jogo mais divertido e vivenciar uma experiência completamente nova.

Python é uma das linguagens de programação mais populares do mundo e é uma das que mais atrai programadores iniciantes, devido a sua facilidade e resultados satisfatórios. Aprenda a Programar com Minecraft inicia com lições simples no Python; conforme o leitor adquire conhecimento, aprende a modificar o Minecraft e produzir resultados instantâneos.

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A leitura é voltada para crianças, jovens e adultos, de modo que qualquer um pode aprender a fazer minigames, duplicar casas, transformar blocos comuns em ouro, viajar de teletransporte, construir pirâmides e florestas, criar passagens secretas, construir blocos raros e muito mais.

O leitor verá o Minecraft sob uma nova perspectiva, aprendendo, ao mesmo tempo, os conceitos básicos de programação. Além de modificar o jogo e criar novas localidades, o jogador pode ter a vida facilitada no mundo do jogo, ou seja, você pode parar de garimpar pedras preciosas e construir sua mansão bloco a bloco. Bastam algumas linhas de instrução e “voilà”, tudo estará conforme desejado.

Sobre o livro “Aprenda a Programar com Minecraft”

O livro “Aprenda a Programar com Minecraft” foi escrito por Craig Richardson, desenvolvedor de software e professor de Python que trabalhou para a Fundação Raspberry Pi. Craig foi professor de computação do ensino médio e ministrou muitos workshops sobre programação em Python com Minecraft. A edição lançada pela editora Novatec está em português e possui 360 páginas. O preço sugerido é de R$ 89,00 e você pode comprar o livro aqui.

Horizon Chase está entre finalistas de “Melhor Jogo” do BIG Festival

O BIG Festival já tem seus finalistas definidos. O grande destaque é o jogo Horizon Chase, da Aquiris Game Studios, que está disputando em três categorias da premiação (Melhor Jogo, Melhor Jogo Brasileiro e Melhor Gameplay). Esta é a segunda vez que um título brasileiro concorre na principal categoria do BIG Festival. Em 2015, o game Treeker: Os Óculos Perdidos, da desenvolvedora brasileira Blu Box Soft, também concorreu na categoria, vencida pelo jogo This War of Mine, da polonesa 11 bit studios.

Para quem não conhece, Horizon Chase é um game de corrida para dispositivos móveis, que faz homenagem aos clássicos jogos de corrida da geração 16 bits. Este ano, foram 515 jogos inscritos, de 48 países diferentes, e quase a metade deles (232) produzidos no Brasil. Os vencedores serão divulgados em 30 de junho, na cerimônia de premiação do evento, no Centro Cultural São Paulo.

De acordo com a organização, serão distribuídos R$ 52 mil em prêmios, divididos da seguinte forma: Melhor Jogo (R$ 10 mil), Melhor Jogo Brasileiro (R$ 15 mil), Melhor Jogo da América Latina (R$ 15 mil), Melhor Jogo Educacional ou de Aprendizagem (R$ 5 mil), Melhor Jogo Ambiental (R$ 2 mil). Os outros R$ 5 mil irão para o game eleito pelos visitantes do evento, que no ano passado recebeu mais de 12.600 pessoas. A entrada é gratuita e o público pode testar todos os jogos finalistas.

O evento oferece ainda BIG Business Fórum, o fórum de negócios do festival; exposição gratuita dos jogos finalistas; e o BIG Booth, que contará com a presença de 20 desenvolvedoras brasileiras apresentando seus jogos. Abaixo tem a relação dos finalistas do BIG Festival:

Melhor Jogo
– Horizon Chase (Aquiris Game Studio), do Brasil
– Ape Out (Gorilla Loves Company), dos Estados Unidos
– SUPERHOT (SUPERHOT Team), da Polônia
– Mini Metro (Dinosaur Polo Club), da Nova Zelândia
– Pavilion (Visiontrick Media), da Suécia

Melhor Jogo Brasileiro
– Horizon Chase (Aquiris Game Studio)
– Skytorn (Skytorn)
– My Night Job (Webcore Games)
– Dandara (Long Hat House)
– Jake and Tess’ Finding Monsters Adventure (Black River)
– Ninjin: Clash of Carrots (Pocket Trap)
– Star Vikings (Rogue Snail)
– Starlit Adventures (Rockhead Games)
– Möira (Onagro Studios)
– Zone of Lacryma (OopHok)

Melhor Jogo da América Latina
– Ernesto (Ernesto Team), da Argentina
– Kingdom Rush Origins (Ironhide Game Studio), do Uruguai
– BalanCity (Souvegames), da Argentina
– The Interactive Adventures of Dog Mendonça & Pizzaboy (OKAM Studio), da Argentina
– Rex Odyssey (Brainhold Games), da Argentina

Melhor Arte
– Jake and Tess’ Finding Monsters Adventure (Black River), do Brasil
– Black the Fall (Sand Sailor Studio), da Romênia
– Bulb Boy (Bulbware), da Polônia
– Pavilion (Visiontrick Media), da Suécia
– Optikammer (Optikammer), da Grã-Bretanha
– SUPERHOT (SUPERHOT Team), da Polônia
– The Interactive Adventures of Dog Mendonça & Pizzaboy (OKAM Studio), da Argentina

Melhor Gameplay
– SUPERHOT (SUPERHOT Team), da Polônia
– Tricky Towers (Weirdbeard Games), da Holanda
– Mini Metro (Dinosaur Polo Club), da Nova Zelândia
– Ape Out (Gorilla Loves Company), dos Estados Unidos
– My Night Job (Webcore Games), do Brasil
– Clustertruck (Landfall Games), da Suécia
– Horizon Chase (Aquiris Game Studio), do Brasil

Melhor Narrativa
– The Magic Circle (Question), dos Estados Unidos
– Late Shift (CtrlMovie), da Suiça
– Antioch: Scarlet Bay (Mi Clos Studio, FibreTigre e Midnight Mood Studio), da França
– Replica (Somi Games), da Coreia do Sul
– Hacknet (Team Fractal Alligator), da Austrália
– Swaptales: Leon! (Witty Wings), da França
– Wheels of Aurelia (Santa Ragione), da Itália

Inovação
– SUPERHOT (SUPERHOT Team), da Polônia
– The Magic Circle (Question), dos Estados Unidos
– Calendula (Blooming Buds Studio), da Espanha
– Screencheat (Samurai Punk), da Austrália
– Stifled (Gattai Games), de Singapura
– INVERSUS (Hypersect), dos Estados Unidos
– Antioch: Scarlet Bay (Mi Clos Studio, FibreTigre e Midnight Mood Studio), da França

Melhor Som
– Ape Out (Gorilla Loves Company), dos Estados Unidos
– Skytorn (Skytorn), do Brasil
– The Aquatic Adventure of the Last Human (YCJYgames AB), da Suécia
– SUPERHOT (SUPERHOT Team), da Polônia
– Mini Metro (Dinosaur Polo Club), da Nova Zelândia
– Epistory – Typing Chronicles (Fishing Cactus), da Bélgica

Melhor Jogo Ambiental
– Doti-Doti no Gaea (Loud Noises), do Brasil
– Cloud Chasers – A Journey of Hope (Blindflug Studios), da Suiça
– Deed – The Game (Sinergia Studios), do Brasil

Melhor Jogo Educacional ou de Impacto Social
– Optikammer (Optikammer), da Grã-Bretanha
– It’s Spring Again (Asya Yurina), da Rússia
– Figurado (Antworks Studio), do Brasil
– Peronio Pop-Up Book (Ovni Studios), do Brasil
– Carcará – Asas da Justiça (Supernova Indie Games), do Brasil

Serviço – 4º BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival)

De 25 de Junho a 3 de Julho (Segunda, 27, não abre)
De terça a sexta: 10h às 22h / Sábado e domingo: 14h às 22h
Dia 29, quarta, fecha às 17h
Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro 1000 – Paraíso, SP
Inscrições para o BIG Business Forum: A partir de 16 de maio emwww.bigfestival.com.br
Entrada: Gratuita

RX Squad é o jogo para quem sentia saudades dos shmups

Houve um tempo em que jogos do gênero shmups (shoot ’em up) estavam no auge da popularidade, sobretudo em árcades. O tempo passou e as grandes franquias do mercado como Gradius e R-Type caíram no ostracismo, deixando muitos fãs carentes desse tipo de game. Para quem gosta de “games de navinha”, a recomendação é ficar de olho em RX Squad, novo jogo do estúdio indie YFYX Games .

RX Squad é uma ode aos clássicos jogos shmups, com direito a todos os elementos que tornaram o gênero tão popular nos anos 90, ou seja, progressão lateral, dezenas de naves inimigas ao mesmo tempo, chuva de tiros adversários e os providenciais power ups. O game é bastante colorido e possui bastante ação e efeitos de partículas, de modo que a dificuldade é um dos pontos altos do jogo.

Apesar de ser inspirado nos clássicos dos anos 90, RX Squad busca identidade própria ao entregar um visual moderno e inovador, com uma nova roupagem e um estilo de arte capaz de impressionar os jogadores mais exigentes. A trilha sonora também é um dos pontos altos do jogo. O título está sendo programado por Thiago Correia com parte das ilustrações desenvolvidos pela MegaBoss.

A trama envolve uma invasão alienígena ao nosso planeta que ocasionou distúrbios na superfície. Alguns desses monstros alienígenas foram capazes de causar modificações na gravidade, de modo que aproximar-se deles é uma tarefa perigosa. Como se não bastasse, eles são extremamente agressivos e não medem esforços para aniquilar a humanidade. Para derrota-los, cabe ao jogador escolher uma das sete naves do Esquadrão RX e sentar bala nos invasores.

RX Squad foi colocado em votação na Steam Greenlight e recebeu sinal verde da comunidade. Agora resta aguardar o lançamento oficial, que ainda não recebeu data definida. De acordo com os produtores, ele terá jogabilidade focada na diversão casual, com duração aproximada de 1 hora. O planejamento é lançar o game para PCs no primeiro momento pelo preço de US$ 2 dólares.

EDIT: Algumas informações da matéria foram atualizadas e/ou corrigidas. RX Squad já está disponível na Steam pelo preço de R$ 4,29.

Abaixo tem o trailer de RX Squad:

Zumbi Olé mistura futebol com apocalipse zumbi

Já imaginou o quão improvável seria o encontro de zumbis com o bom e velho futebol? Pois essa é a premissa de Zumbi Olé, jogo brasileiro do estúdio independente Carranca Games em parceria com a Trixter Interactive. Na aventura você controla a pequena Yara, que deve derrotar os infames morto-vivos em uma partida de futebol. Para vencê-los, Yara deve realizar dribles desconcertantes.

Yara era uma garota comum, cujo sonho era ser jogadora de futebol, mas vê seu objetivo ser destruído após o eminente apocalipse zumbi dominar o planeta. Ao invés de desistir de seu sonho, Yara decide pegar uma bola e sair driblando os zumbis. Um fator interessante de Zumbi Olé é sua câmera, que simula um videotape realizado pelo irmão de Yara, de modo que ele está registrando a coragem da garota para a posteridade.

O grande objetivo do jogador é driblar a maior quantidade de zumbis possível, além de realizar embaixadinhas. Para realizar tais movimentos, o jogador deve deslizar o dedo em um dos cantos da tela, conforme surgem. A jogabilidade é bastante fácil e divertida. Entre os movimentos possíveis estão chute, trombada, embaixadas etc. Claro que a tarefa não é das mais fáceis, pois os zumbis tentarão morder a pobre Yara. Se eles te pegarem ou a bateria da câmera filmadora acabar é game over.

Além de driblar, Yara deve coletar baterias para a câmera, conforme surgem no cenário, de modo que realizar os movimentos se torna mais difícil. Como se não bastasse, o game tem um ciclo dia/noite para tornar o desafio maior (durante a noite a visibilidade é praticamente nula). Conforme o jogador avança as fases, surgem zumbis mais rápidos e inteligentes, tal como ocorre em Plants vs Zombies.

Zumbi Olé está disponível paraAndroid totalmente em português e atualmente é um dos maiores destaques da loja virtual. Muitos veículos têm atribuído notas altas em reviews, de forma que vale a pena dar uma conferida neste divertido game. Por fim, o título não é dividido por fases, de modo que o jogador deve avançar e pontuar o máximo que aguentar.

Abaixo tem o trailer de Zumbi Olé:

BIG Festival recebe inscrições de 515 jogos de 48 países

O BIG Festival 2016 promete ser um dos mais disputados dos últimos anos, pois a organização do evento recebeu nada menos que 515 inscrições vindas de 48 países. O número representa um recorde que demonstra a importância que o evento vem recebendo a cada nova edição. Com tantos inscritos, é possível que o número de visitantes seja ainda maior que a edição anterior, que levou mais de 12 mil pessoas ao Centro Cultural em 2015.

O evento deste ano acontece de 25 de junho a 03 de julho, novamente no Centro Cultural São Paulo, na capital paulista. A maioria dos jogos inscritos, 232, são de estúdios brasileiros, o que representa 45,1% do total. Estados Unidos (36 jogos), Canadá (26) e França (24) vêm logo atrás em número de inscritos. Considerando a plataforma, 57,5% do total são jogos para computador, 35,7% para mobile, 5,6% para navegadores, 0,8% para consoles e 0,4% para outras plataformas.

Destes 515 jogos inscritos, serão selecionados aproximadamente 40 títulos finalistas (a data aproximada para a divulgação dos finalistas é 13 de maio), e todos estarão disponíveis em uma exposição aberta ao público. Os visitantes do BIG Festival poderão testar os jogos de forma gratuita e também contribuir votando em seus favoritos.

Os games serão analisados pelo Comitê de Seleção do festival e os finalistas irão competir nas categorias Melhor Jogo, Melhor Jogo da América Latina, Melhor Jogo Brasileiro, Melhor Som, Melhor Arte, Melhor Narrativa, Melhor Gameplay, Inovação, Melhor Jogo Educacional ou de Impacto Social e Voto Popular, além de uma premiação especial para o Melhor Jogo Ambiental, uma adição nova ao evento. Ao todo, serão distribuídos R$ 52 mil em prêmios, além da visibilidade que o BIG Festival garante aos vencedores.

Confira tabela com os números de inscritos no BIG Festival:

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Serviço – 4º BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival)

De 25 de Junho a 3 de Julho (Segunda, 27, não abre)
De terça a sexta: 10h às 22h / Sábado e domingo: 14h às 22h
Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro 1000 – Paraíso, SP
Entrada: Gratuita

Pavilhão Indie terá 108 estandes na Brasil Game Show 2016

Pavilhão Indie terá 108 estandes na Brasil Game Show 2016
Quando a Brasil Game Show veio para São Paulo em 2012, os organizadores esperavam que o evento tivesse forte impacto entre os fãs de jogos eletrônicos. Duas edições depois e o evento cresceu tanto que os organizadores decidiram que era hora de aproveitar a quantidade de visitantes para dar visibilidade a jogos de produtores brasileiros. E assim surgiu o Pavilhão Indie na BGS 2014, com apenas 7 produtores. Em 2015 o espaço cresceu e apresentou nada menos que 36 produtores independentes.

Eis que em 2016 o Pavilhão Indie será ainda maior: 108 estandes. É quase como um evento dentro da BGS. De acordo com os organizadores da feira, a intenção é fomentar a indústria de games no Brasil. Entre os primeiros jogos indies já confirmados estão ‘Holo Drive’ (PC), do estúdio BitCake, ‘Dino Lost’ (PC), do Supernova Game Studio, ‘Tiny Little Bastards’ (PC, Xbox One e PS4), do Overlord, ‘Lampião Verde – A Maldição da Botija’ (PC e Mobile), do Nars Vera, Black Iris (PC), do Hexa Game Studio, ‘KriaturaZ’ (Mobile), do Messier, ‘Homo Evolutis’ (PC) do Poking Life Studio, ‘Super Button Soccer’ (PC), do Smyowl, uma continuação de Lupy Quest (Mobile), do Too Nerd to Die e A Treta dos Irmãos Piologo(Mobile), da 2Dverse.

“Depois que apresentamos Lupy Quest na BGS de 2015, recebemos mensagens vindas até do Japão de pessoas interessadas no game”, disse Alex Barroso, proprietário do estúdio Too Nerd to Die, que este ano pretende levar uma continuação de Lupy Quest, dessa vez em uma nova versão com experiência totalmente repaginada em 3D. “Chegamos a ser sondados por várias companhias e distribuidoras quanto à viabilidade de Lupy Quest ser desenvolvido para outras plataformas. A BGS é a chance de mostrar para o mundo o que você está produzindo”, analisa Barroso.

O espaço no Pavilhão Indie é grande, mas não é infinito, de modo que a procura de empresas já está bastante alta: mais de 80 dos 108 estandes já estão reservados e em breve a área estará completa. Os produtores independentes que estiverem interessados podem entrar em contato com a organização para buscar informações de reservas. Como se não bastasse, os estúdios independentes poderão participar do Indie Meeting na BGS 2016. A área é um espaço com plateia onde cada expositor indie fará uma apresentação de seus projetos ao público.

“Dessa maneira, o Pavilhão Indie da BGS se firma como o ponto de encontro de um mercado plenamente aquecido, o que ressalta nosso compromisso em apoiar iniciativas com grande potencial e, principalmente, levá-las ao conhecimento do grande público”, analisa Marcelo Tavares, idealizador e CEO da BGS.

Serviço – Pavilhão Indie – BGS 2016

Quando: 01 a 05 de setembro (1º dia exclusivo para imprensa e business)
Onde: São Paulo Expo
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 – São Paulo – SP
Horário: 13h às 21h

BIG Festival 2016 receberá delegação de 15 empresas francesas

A cada ano que passa o BIG Festival fica maior e mais interessante. A edição 2016 promete se tornar um marco entre os eventos de jogos independentes no Brasil graças a variadas atrações e jogos de alta qualidade. A novidade do BIG Festival 2016 será a presença de uma verdadeira delegação de produtores franceses que virão mostrar seus jogos.

De acordo com a organização, haverá nada menos que 15 empresas francesas no evento. O motivo para isso é que o BIG Festival 2016 irá homenagear a Franca e a vinda de tantas empresas deve-se a uma parceria com a Embaixada da França e com o SNJV (Sindicado Nacional dos Videogames, em Francês).

De acordo com Francis Ingrand, Vice Presidente da SNJV e Presidente da The Game, um programa dedicado à promoção internacional da indústria francesa de videogames, “A missão é uma excelente oportunidade para as empresas francesas se familiarizarem com os mercados Latino-Americano e Brasileiro, além de compartilhar nossa experiência e compreensão da indústria dos games com as empresas brasileiras”.

A ideia é que além de mostrar seus jogos, esses produtores franceses realizem palestras dedicadas a dar mais visibilidade à indústria francesa de jogos para os empresários e visitantes brasileiros. Além de produtores, a delegação compreenderá empresas que atuam em diversos ramos da indústria de jogos eletrônicos, como publicação, educação, localização, distribuição e sonorização.

Ainda que a maioria das empresas visitantes não seja muito conhecida do grande público, algumas delas são figuras carimbadas da indústria tais como a Ankama (Dofus e Dofus Arena); a Playsoft, desenvolvedora de jogos mobile; e Atelier 801, estúdio independente francês responsável pela criação do sucesso online Transformice.

As empresas francesas participantes do BIG Festival 2016 são a Ankama, Persistant Studios, BiP Media, G4F, Digixart,Playdigious, Motion Twin, Plug In Digital, Intellysurf, Rubika, ISART DIGITAL, Clan of the Cloud, Atelier 801, Playsoft, 3DDUO. Além de todas essas empresas, haverá jogos e produtores brasileiros também, de modo que o BIG Festival 2016 se torna um evento de proporções globais. É uma ótima oportunidade para conhecer jogos de outros países e a cultura de produção francesa.

Serviço – 4º BIG Festival 2016 (Brazil’s Independent Games Festival)

De 25 de Junho a 3 de Julho (Segunda, 27, não abre)
De terça a sexta: 10h às 22h / Sábado e domingo: 14h às 22h
Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro 1000 – Paraíso, SP
Entrada: Gratuita

Gameloft é eleita a melhor Publisher da década pela Pocket Gamer Awards

Quem está antenado no mundo dos jogos mobile sabe que recentemente surgiu o Pocket Gamer Awards, um prêmio para celebrar os grandes triunfos do desenvolvimento de jogos para dispositivos mobile. A cerimônia de premiação ocorreu na última semana e o título de melhor publisher da década ficou com os franceses da Gameloft.

Tal prêmio não compreende apenas o que foi feito no ultimo ano, mas leva em consideração todo o trabalho dos desenvolvedores e publishers ao longo da década. Deste modo, os jurados da Pocket Gamer Awards entendem que a Gameloft é a melhor empresa mobile desde 2006. Existe outra categoria para celebrar a melhor publisher do ano (que ficou com a Nintendo).

O Pocket Gamer Awards foi criado para celebrar o décimo aniversário da Pocket Gamer, o site britânico dedicado a falar sobre jogos para smartphones e consoles mobile. O prêmio é dado para os jogos e empresas que marcaram sua presença na história da indústria de jogos para celular nos últimos 10 anos. Além disso, há prêmios específicos para o último ano.

De acordo com a organização, a Gameloft foi escolhida dentre uma lista com 40 indicados. Segunda a Gameloft, este prêmio serve para destacar o pioneirismo da empresa em diversos momentos, como os primeiros lançamentos de jogos na App Store em 2008 e a criação da primeira rede de publicidade para mobile, a Gameloft Advertising Solutions, em 2015.

“Estamos muito felizes em receber este prêmio, que definitivamente coloca a Gameloft no topo da indústria de jogos digitais e sociais”, declara Julien Fournials, Vice-Presidente Sênior de Jogos da Gameloft. “Em dez anos, a empresa cresceu muito e vamos continuar oferecendo jogos de alta qualidade para todos os públicos. Temos certeza que esses jogos também serão lembrados na história dessa indústria”.

Outros vencedores da Pocket Gamer Awards

O grande prêmio de melhor jogo do ano ficou com Lara Croft Go da Square Enix, que também arrebatou o prêmio de melhor jogo para Android. Os usuários de iOS podem se orgulhar do jogo The Room Three, que foi considerado o melhor título da plataforma.

É interessante notar que a Pocket Gamer não esqueceu os jogos para consoles portáteis como o 3DS e o PS Vita, de modo que existem prêmios para melhores jogos para essas plataformas.

Abaixo você confere a relação dos premiados:

Melhor jogo para Android: Lara Croft Go

Melhor jogo para iOS: The Room Three

Melhor jogo para 3DS: Monster Hunter 4 Ultimate

Melhor jogo para PS Vita: Super Meat Boy

Melhor desenvolvedora do ano: Square Enix Montreal

Melhor Publisher do ano: Nintendo

Melhor Jogo do ano: Lara Croft Go

Melhor desenvolvedora da década: Supercell

Melhor Publisher da década: Gameloft

Melhor game da década: Ridiculous Fishing

 

Do a Barrel Throw da UNESP disputará final da Imagine Cup

Provavelmente não exista nada melhor para os desenvolvedores indie do que ver seus projetos ganhando reconhecimento do público e da crítica, além de disputar prêmios mundo afora. Pois é justamente essa a sensação vivenciada por estudantes da UNESP de Bauru, pois o projeto Do a Barrel Throw, desenvolvidos por eles está na etapa final da 14º Imagine Cup.

Para quem não conhece, a Imagine Cup é uma competição organizada pela Microsoft que premia projetos pioneiros. Essa disputa é bastante disputada e é considerada a Copa do Mundo da Computação. Para ter ideia, a edição deste ano contou com 245 projetos inscritos, mas apenas nove foram selecionados para a fase final do circuito brasileiro.

“Do a Barrel Throw” competirá na categoria games. Além disso, o game concorre em outras duas categorias, sendo elas: cidadania e inovação. Apenas um projeto nas três categorias deve ser o ganhador da etapa nacional da “Imagine Cup” e a equipe ganhará uma viagem para representar o Brasil na fase mundial, em Seattle, com a chance de ganhar um prêmio de 50 mil dólares.

O jogo Do a Barrel Throw coloca o jogador no papel de uma garota russa com o objetivo de recolher barris e lança-los ao chão para que possa saltar cada vez mais alto e, assim, vencer os obstáculos e marcar pontos. O jogo não tem limite de pontuação e já até cativou alguns estudantes que puderam testá-lo na universidade. O game presta homenagem aos clássicos da era 16 bits. Inclusive o nome do game é uma referência ao consagrado movimento “Do a Barrel Row” do Game Star Fox, da Nintendo.

O projeto foi monitorado pelo professor Eduardo Martins Morgado e tem como desenvolvedores os alunos Alessandra Sasaki, Gabriel Soares, Raissa Rodrigues e Victor Cardoso. De acordo com Alessandra, o jogo foi construído em outubro passado em menos de duas semanas, justamente com foco na competição.

“Nós até dormimos e comíamos no laboratório da UNESP para dar tempo de finalizar antes que acabassem as inscrições”, lembra a estudante. “Unimos partes de jogos de projetos antigos que cada um dos integrantes da equipe tinha e montamos tudo. O cenário, por exemplo, é uma parede com quadros e uma estante de livros, que foram adaptados ali, assim como a personagem”, detalha a jovem. “Na verdade, foi uma surpresa sermos selecionados”, completa.

Do a Barrel Throw na Imagine Cup

A Imagine Cup tem como objetivo inspirar jovens de todo o mundo a aprimorar a forma como vivemos por meio do uso da tecnologia. Os alunos das mais variadas disciplinas colocam nos seus projetos toda a criatividade e conhecimento na competição.

Mais de 200 mil brasileiros já participaram do campeonato e, em nove das treze edições, equipes nacionais foram reconhecidas. Os grandes vencedores da edição 2016 serão conhecidos no dia 28 deste mês. Tal conquista é uma oportunidade de alcançar maior visibilidade e orçamento para seus desenvolvedores.