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Brasil tem maior delegação participando da GDC e Game Connection America

A GDC e a Game Connection America começam hoje (27) e vai até o dia 3 de março, na cidade de São Francisco, EUA. Mas sabe o que é mais legal? O Brasil tem a maior delegação participando dos eventos, mostrando a força dos desenvolvedores brasileiros. O Projeto Brazilian Game Developers, BGD, uma parceria da Abragames com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), leva 36 empresas de games e mais de 100 profissionais para a Game Developers Conference, GDC, e Game Connection America (GCA), duas das principais conferências de games do mundo.

Esta é a primeira vez que o Brasil tem dois jogos finalistas na Game Connection Development Awards 2017, uma das mais importantes premiações internacionais de games, organizada pela Game Connection. O jogo No Heroes Here, da empresa Mad Mimic, foi nomeado para o The Best Social Game, e o game The Rabbit Hole, da VR Monkey, concorre na categoria The Best Hardcore Games, The Most Creative & Original Game e Best Indie Game.

rabiit-holeDesde 2015, o Brasil tem algum representante como finalista deste prêmio que acontece na Game Connection America, em São Francisco, e na Game Connection Europe, em Paris. My Night Jobs, da Webcore, concorreu em 2015, Alkimya, Bad Minions, em 2016 na Game Connection America, e Hempire, Lumentech, foi finalista em 2016 pela Game Connection Europe. Vale lembrar que No Heroes Here e The Rabbit Hole também concorrem na categoria People’s Choice, que possui votação aberta.

Segundo Eliana Russi, gerente executiva do BGD, esses resultados mostram como a indústria brasileira de games cresceu e amadureceu nos últimos dois anos. “Temos empresas muito competentes, de todo o Brasil, que estão competindo com estúdios de países com indústrias de games muito mais sólidas e reconhecidas do que a nossa”, explica.

heroes-hereEsse crescimento de qualidade dos jogos desenvolvidos no Brasil pode ser atribuído a diversos fatores, tais como a parceria da Abragames com a Apex-Brasil, por meio do BGD, a criação do BIG Festival, maior festival de games independentes da América Latina, e a participação de muitas empresas em programas de aceleração de games internacionais, tais como GameFounders e Core Labs, nos quais 14 estúdios foram acelerados desde 2015.

Outro destaque do Brasil na Game Connection é a empresa Gazeus Games, única empresa brasileira a desenvolver jogos para o Instant Games do Facebook. Dominoes Battle é o único jogo multiplayer dessa plataforma. É um jogo de dominó no qual os usuários da rede social podem enfrentar em tempo real outros jogadores ao redor do mundo ou um robô. O Jogo está no ar desde o dia 16 de fevereiro e, por enquanto, está disponível apenas na Austrália.

 

Serviço: Game Connection America 2017

Data: 27 de Fevereiro a 1 de março

Local: At&T Center, San Francisco, CA

 

Evento:  Game Developers Conference, GDC

Data: 27 de Fevereiro a 3 de março

Local: Moscone Center, San Francisco, CA

Conheça o shmup Super Smash Monster’s do estúdio indie Moraes Studio

Você gosta dos clássicos shmups (jogos de navinha)? Se a resposta for sim, então você deve ficar de olho no game Super Smash Monster’s um jogo retro do gênero Shoot Em Up 2D que prioriza a alta dificuldade, agradando jogadores old school. O título alterna momentos de pura ação frenética e explosiva contra criaturas e chefes com momentos de exploração em busca de itens ocultos e resolução de pequenos puzzles.

Você controla Alex, um garoto nerd, que após tentar jogar um estanho videogame, acorda em um lugar estranho e recebe a informação de um ser chamada Pix. A informação é que Alex está preso no submundo dos videogames e que sua irmã estaria presa na fortaleza do Rei Bit. Alex deve enfrentar monstros de todos os tamanhos, armadilhas mortais, todos os guardiões do Rei Bit e o próprio Bit, para só então salvar sua irmã e liberar o portal que o levará para casa.

16864723_1264683040278998_187916994058093761_nPara enfrentar seus inimigos, Alex recebe uma espingarda, mas pode coletar armas mais poderosas como metralhadoras, lança chamas, mísseis e armas a laser ou comprar na loja do mercenário Pix. Os cenários são exploráveis e os jogadores mais dedicados são recompensados com itens secretos e Armas bastante uteis.

Super Smash Monsters é cortesia do estúdio indie Moraes Studio mistura pixel art com batalhas frenéticas, lembrando muito clássicos da geração 16 bits. Os ambientes são exploráveis e trazem diversos itens secretos que servem de upgrades para o jovem Alex. Mas não pense que Super Smash Monsters é somente sobre atirar: há pequenos puzzles para serem resolvidos. O download já está disponível no site da Game Jolt.

Abaixo você confere um gameplay de Super Smash Monster’s:

Quatro empresas de games gaúchas passam na primeira fase de edital da Ancine

No último mês de dezembro de 2016 a Agência Nacional do Cinema – Ancine – lançou um edital voltado diretamente à produção de obras audiovisuais brasileiras independentes de jogos eletrônicos. Quatro empresas associadas da Associação de Desenvolvedores de Jogos do RS – ADJogosRS passaram pela primeira fase de seleção do edital: Southbox, de Passo Fundo; Imgnation, de Santa Maria, IzyPlay, de Pelotas e Epopeia, de Porto Alegre. O fato mostra a força do desenvolvimento da indústria na região sul do país.

O edital segue os moldes mais antigos de publishers, em que a empresa responsável por cobrir os custos da produção também passa a ter direito sobre os lucros até que o investimento retorne. É o que explica o diretor de criação da IzyPlay, Everton Baumgarten Vieira, que destaca a importância que o edital traz para o mercado de games como um todo.

Everton Baumgarten, da Izyplay, está animado com a boa recepção da Ancine
Everton Baumgarten, da Izyplay, está animado com a boa recepção da Ancine

“Foi muito importante esse primeiro passo da Ancine. Primeiramente, por ser mais burocrático e visando muito o retorno do investimento para eles. O que não ocorre mais com os projetos de financiamento de editais para filmes. É um caminho natural, uma evolução dos editais, que ficarão mais flexíveis para focar na receita do desenvolvedor”, salienta Everton, que considera a decisão da Agência um importante marco e espera que os games trilhem o mesmo caminho da indústria cinematográfica no país.

A resposta do edital, através das quatro empresas gaúchas selecionadas, ajuda a reforçar a efetividade do trabalho da ADJogosRS no mercado do estado. “Houve uma organização do pessoal da Associação, se ajudando para que tivéssemos mais projetos das empresas associadas aprovados”, exaltou Orlando Fonseca, da Imgnation.

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I’m Awesome, um dos recentes sucessos da Epopéia.

Para Gustavo Silveira, Sócio da Epopeia, a aprovação na primeira etapa demonstra a maturidade da empresa para além de criar jogos. Agora, a empresa passa para a fase de defesa de conceito e jogabilidade, e Gustavo acredita que o projeto da Epopeia está bem alinhado com as expectativas da Ancine, pois, de acordo com ele, o game tem uma veia cultural forte e temática atualizada da literatura clássica brasileira.

Sobre o edital da Ancine

Este foi o primeiro edital lançado pela Ancine voltado ao investimento na produção de obras audiovisuais brasileiras independentes de jogos eletrônicos. A Chamada Pública PRODAV 14/2016 vai disponibilizar R$ 10 milhões em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), que deverão resultar na produção de 24 jogos eletrônicos para a exploração comercial em consoles, computadores ou dispositivos móveis. O edital ainda conta mais duas fases.

Conheça o jogo indie Zap Zone! Tem bastante tiroteio e estratégia!

O game do dia é um shooter inspirado por Pac-Man e ambientado em uma nave espacial. O time do estúdio indie Mighty Mob Games lançou há pouco o Zap Zone, um jogo que te coloca numa corrida alucinante para tentar livrar sua base espacial dos inconvenientes e perigosos Zugs, monstrinhos alienígenas coloridos que ameaçam infestar o lugar. O game é em perspectiva isométrica e é recheada de ação e tiroteios intensos.

O protagonista de Zap Zone é o vigilante espacial Zoey, que se vê em meio a uma rebelião de Zugs, monstrinhos alienígenas coloridos que estão pondo a base espacial de pernas para o ar enquanto tentam escapar. Apenas você pode restaurar a ordem e trancá-los de uma vez por todas em suas celas. Mas tenha cuidado! Apesar da aparência, os Zugs não são tão inofensivos e eles estão em maior número.

ss_3588f628a79166387631f7983d692cb10cbf4c31-600x338Você vai explorar os cenários da base espacial exatamente como em outros dungeon crawls, ou seja, você deve coletar itens e munições para vencer os inimigos. O perigo espreita em cada esquina e é importante descobrir como usar o ambiente a seu favor. Tecnologias como a dos Warp Gates serão de grande ajuda na hora da fuga, permitindo que você se teleporte de um lado para o outro instantaneamente.

unnamed-3Ao todo existem três zonas diferentes e centenas de inimigos para vencer. Há ainda chefões de fases que dão bastante trabalho. Felizmente o jogador pode contar com três tipos de munições e outros armamentos como minas terrestres, barris explosivos e outras armadilhas. Zap Zone conta com um sistema de conquistas na Steam, com cerca de 25 conquistas desbloqueáveis.

Outro destaque são os visuais incríveis, que abusam das cores e a arte visual colorida. Os personagens são carismáticos e bastante divertidos. Mas não se engane, apesar dos visuais, a guerra é bem intensa. O título está disponível na Steam e por enquanto é exclusivo para PCs. Se você gosta de shooters com elementos estratégicos, vale a pena conferir Zap Zone.

Confira o intenso trailer de Zap Zone:

Como as novas mudanças da Steam devem afetar os desenvolvedores indies

Como vocês sabem, a Valve anunciou algumas mudanças importantes na Steam, a maior loja de games digitais do mundo. De acordo com a Publisher, o sistema Steam Greenlight será encerrado em prol de um modelo de negócios mais simples chamado Steam Direct. A medida foi recebida com preocupação por grande parte dos desenvolvedores e até por jogadores. Basicamente a Valve vai cobrar uma taxa para cada game publicado na Steam, ao passo que a votação no Greenlight deixa de existir. O comunicado foi feito na última sexta-feira (10), no blog da Steam.

Enyo, um dos destaques da semana no Greenlight
Enyo, um dos destaques da semana no Greenlight

Veículos americanos informam que a taxa pode variar entre US$ 100 e US$ 5000. Anteriormente os desenvolvedores pagavam US$ 100 anuais e podiam publicar quantos games quisesse. Em outras palavras, vai ficar mais caro para quem é indie publicar um game. A intenção é evitar o acúmulo de jogos ruins na plataforma, visto que um desenvolvedor apenas vai se arriscar publicar um game na plataforma se tiver certeza de que o valor de taxa será recuperado.

O problema é que muitos desenvolvedores indies em início de carreira simplesmente não poderão dispor de recursos para cada game publicado na Steam. Por um lado a Steam vai ficar livre de muitos games dispensáveis; Por outro lado, muitos desenvolvedores (inclusive brasileiros) perderão a chance de ter seus produtos numa das maiores vitrines do mundo. Muitos títulos, aliás, ganharam aclamação de público e crítica após a publicação na Steam.

Don't Starve Together, um dos games mais vendidos da Steam em 2016
Don’t Starve Together, um dos games mais vendidos da Steam em 2016

O Greenlight permitia que os usuários mais dedicados conhecessem milhares de títulos, vissem vídeos prévios e votassem naqueles que compraria se fossem lançados na plataforma. O novo sistema tem uma postura de curadoria, pois há uma série de burocracias e pagamentos que devem ser cumpridos para que o jogo tenha chance de figurar na loja virtual.

“Novos desenvolvedores terão que preencher uma papelada digital, passar por uma verificação pessoal e da sua companhia e apresentar uma documentação parecida com a utilizada no processo de abrir uma conta no banco”, explica a postagem. Há quem acredite que os lucros da Valve não serão afetados com a mudança de posicionamento. Há quem até imagine que essas taxas extras irão aumentar os lucros da companhia, visto que muitos da títulos que farão parte da nova Steam devem ser mais vendidos que a maioria que atulha a plataforma.

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O Steam Greenlight foi lançado na plataforma em 2012 e mais de 4 mil títulos já passaram pela avaliação da comunidade. Estimativas sugerem que cerca de 38% dos games disponíveis na Steam foram publicados apenas em 2016, ou seja, uma alta considerável na publicação de jogos. Não é de se duvidar que a maior parte deles esteja repleto de bugs, sejam ruins ou até mesmo injogáveis. A intenção é tornar os jogos publicados mais selecionados, mais ou menos como as baladas e casas de show costumam fazer quando vendem ingressos mais caros. A estratégia é afastar clones em prol de games mais desenvolvidos e com um orçamento mais alto.

Os pontos negativos da nova Steam Direct

indie-game-characters-790x428Infelizmente, alguns games realmente promissores não chegam nem perto dos US$ 5 mil que a Steam pode cobrar pela taxa de publicação. Pelo lado do público, isto é uma boa notícia, visto que achar um game realmente bom é uma tarefa árdua. Além disso, os games a serem publicados a partir daí devem ter retorno quase imediato, uma vez que a oferta de jogos será mais restrita. Entretanto vale ressaltar que muitas dessas possibilidades não passam de conjecturas, visto que a Valve não divulgou todos os detalhes da Steam Direct.

É bom ver que a Valve está se mexendo para manter a qualidade dos títulos da plataforma, porém as medidas são bem extremas. Para os desenvolvedores indies as mudanças são péssimas se o orçamento for apertado. Felizmente existem outras vitrines de jogos digitais que devem receber mais atenção dos desenvolvedores, ou seja, se você não conseguir publicar seu game na Steam, não precisa entrar em pânico! Para a comunidade, resta aguardar o que a nova Steam aguarda.

Inscrições abertas para o concurso de jogos da Papaya Editora

Ótima oportunidade para quem desenvolve jogos de carta ou de tabuleiro e gostaria de comercializá-lo: a Papaya Editora abriu um concurso público para que desenvolvedores inscrevam seus games e tenham a oportunidade de publicá-los após votação popular e mostra ao público. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 10/03/2017. Após algumas etapas o melhor game recebe um contrato de publicação e a chance de aparecer em diversos eventos pelo Brasil.

O concurso de jogos da Papaya Editora terá 3 etapas e o autor do jogo vencedor vai garantir um contrato de publicação com a Papaya Editora. Para se inscrever é simples: basta enviar um email (concurso@papayaeditora.com.br) para a Papaya contendo o manual de regras de seu jogo em PDF e um link de vídeo em que você explica as regras do game e por que ele é tão divertido. O vídeo deve estar privado para que somente a Editora possa assistir e deve conter no máximo 60 minutos. Não se esqueça de ir até o site da editora e conferir as regras do concurso.

cropped-papaya-solo-claroFeito isso, a Papaya Editora escolherá até 12 jogos considerados mais interessantes e comercialmente viáveis para irem para as semifinais. Nesta etapa os desenvolvedores devem enviar 3 protótipos completos para avaliação. Além da Papaya Editora e dos consultores da primeira fase, os protótipos serão avaliados por personalidades da área de jogos como blogueiros, youtubers e organizadores de eventos. Os jogos semifinalistas serão expostos publicamente online através de blogs e facebook. Serão então escolhidos até 5 jogos finalistas.

Os cinco finalistas serão então enviados para diversos eventos para que possam ser jogados pelo público. Os autores dos jogos finalistas também serão entrevistados no programa Leite Night do canal Jogos com Leite e passarão por uma votação popular no Ludopedia. O melhor game recebe um contrato de publicação da Papaya e deve fazer parte do circuito de eventos que a empresa participar. Então se você tem um card ou board game na manga, esta é a sua chance!

Confira o vídeo explicando o concurso da Papaya Editora:

Skykings é prato cheio para quem esperava um shmup de respeito

Nossa recomendação do dia é um jogo indie produzido pela produtora StreamSoft Games em 2016. Trata-se de Skykings, um título do gênero shoot ’em up para Android e iOS inspirado no clássico River Raid do Atari. Aqui o jogador deve controlar uma nave solitária vagando por cenários urbanos em progressão vertical enquanto atira e desvia das hordas inimigas coletando combustível.

Skykings segue à risca o estilo dos shmups da geração 16-32 bits, ou seja, conforme a jogatina progride você vai coletando moedas e medalhas para fazer upgrades na sua nave, ou mesmo comprar outras naves. Ao todo existem 16 naves para jogar, sendo que as 3 primeiras já estão liberadas para uso e as outras 13 o jogador precisa liberar com as moedas conquistadas.

screen696x696Além dos upgrades básicos, o jogador poderá contar com três habilidades especiais que podem ajudar o jogador em sua jornada e tem também cerca de trinta conquistas desbloqueáveis que ajudam a subir de nível nas lojas App Store e Google Play. O desafio é ser o melhor jogador na sua rede de amigos. Essas conquistas podem ser liberadas destruindo uma quantidade x de inimigos, percorrendo certa distância, coletando combustível, gastando uma quantidade considerável de moedas ou até mesmo morrendo algumas vezes.

Skykings acaba se tornando viciante, pois o jogador quer cada vez chegar mais longe e conquistar mais pontos possíveis, além disso, o game possui uma rádio com várias trilhas sonoras que o próprio jogador pode alterar no decorrer da partida, deixando assim muito mais agradável a jogabilidade. A intenção da StreamSoft é de justamente agradar os fãs antigos desse gênero tão esquecido pela indústria. O download já está disponível no Android e iOS.

Abaixo você confere um trailer de Skykings:

Jogos desenvolvidos por participantes do Facens GGJ já estão disponíveis para download

Durante os dias 20 a 22 de janeiro a Faculdade de Engenharia de Sorocaba sediou o evento Facens Global Game Jam (GGJ). Pois bem, os oito jogos desenvolvidos por convidados, professores e alunos da Facens no evento já estão disponíveis para apreciação do público.

screenshot01_0Durante o GGJ, os convidados tinham o prazo de 48 horas para desenvolver um game completo com o tema “Ondas” e o grande destaque ficou com “Salmon Surf”, produzido por Doug Silva, Lucas de Oliveira, Rafael Prado e Rafael Zabeu. “Neste game para PC, o personagem principal tem que nadar contra a corrente e surfar nas ondas para alcançar o céu. Ganham pontos os jogadores que chegarem mais alto e os que alcançarem as estrelas têm uma recompensa especial”, conta Rafael Prado, um dos criadores do jogo e também professor do curso de Tecnologia em Jogos Digitais da Facens.

Outro jogo que também chamou a atenção dos participantes da GGJ da Facens foi o “Poseirun”. Desenvolvido por Danilo Arantes, Gabriela Leone, Matheus Cordeiro e Maurício Ruk, todos alunos do terceiro semestre do curso de Jogos Digitais da Facens, o game, também para PC, mostra Poseidon, deus dos mares, se irritando com seu irmão Zeus e tentando destruí-lo jogando peixes em sua direção. Neste caso, o jogador precisa utilizar o teclado do computador para fazer com que Zeus desvie dos peixes.

unnamed-5“Durante o evento, percebemos um grande envolvimento de todos os participantes. Isso mostra que estamos no caminho certo e oferecendo aos nossos alunos a oportunidade de aprender na prática o que é falado em sala de aula. Já garantimos nossa participação na próxima edição do GGJ, que acontecerá em janeiro de 2018 na Facens, e, até lá, vamos promover muitos encontros como forma de treino”, diz o professor Prado.

O evento ocorrido na Facens é um braço da Global Game Jam, maior evento de criação de jogos do mundo, que acontece em diversos países e desafia estudantes universitários, profissionais e interessados no assunto a desenvolverem um jogo digital inédito em apenas 48 horas e com um tema mantido em segredo até minutos antes de começar o evento. Se você está interessado em conhecer os jogos desenvolvidos na GGJ basta acessar o site do evento.

Confira abaixo os oito games da Facens GGJ 2017:

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Hoplon está de casa nova e abre vagas de emprego em Florianópolis

Você já conhece a Hoplon, o estúdio por trás de Heavy Metal Machines, certo? Pois bem, a desenvolvedora brasileira acaba de mudar-se para nova sede em Florianópolis e abriu vagas para profissionais interessados em trabalhar no projeto Heavy Metal Machines, o carro-chefe do estúdio para 2017. A nova sede da Hoplon fica localizada na região central de Florianópolis, de modo que a localização é privilegiada e os novos colaboradores terão um espaço agradável para se trabalhar.

“A nova sede é um passo significativo na evolução da Hoplon, que reflete tanto nosso crescimento como equipe e a evolução do nosso principal projeto, o Heavy Metal Machines. Com a nova sede pudemos desenhar o estúdio sob medida para termos um local de trabalho agradável, criativo e funcional”, afirma Rodrigo Campos, CEO da Hoplon. “O novo estúdio tem um ambiente e arquitetura muito mais confortáveis, além de ser mais bem localizado para os funcionários da Hoplon”, diz Campos.

De acordo com Rodrigo Campos, o estúdio tem cinco vagas abertas para a equipe de marketing e quatro vagas para o estúdio interno. As vagas para o estúdio incluem posições de Graphics Engineer, Artista 3D, Artista VFX e Gerente de Projetos, além das outras cinco vagas do marketing, abertas para Web Designer, Film Maker, Assistente de Comunicação, Community Manager Rússia e Community Manager Alemanha.

O time da Hoplon em açãoHeavy Metal Machines, aliás, terá lançamento internacional em 2017 e isso explica a reestruturação do estúdio. “Já temos uma Gestora de Comunidades vinda dos Estados Unidos e profissionais de diversos estados do país. E este é só o começo. Estamos em processo seletivo para trazer um Gestor de Comunidade Russo e outro Alemão. O objetivo é que tenhamos pelo menos um profissional de cada mercado alvo”, conclui Campos.

Interessados em trabalhar na Hoplon podem acessar o site de carreiras do estúdio e se inscrever para alguma das vagas. Para se cadastrar no beta fechado de Heavy Metal Machines, acesse o site do game.

Abaixo você confere um vídeo mostrando as novas dependências da Hoplon:

Segredo dos Games revela o crescimento do mercado de games no Brasil

O mercado de jogos no Brasil não para de crescer. Estima-se que o o rendimento em 2016 será de 1.25 bilhões apenas aqui no Brasil. E ainda tem gente achando que os videogames est’ao com os dias contados. Para rebater essa informações e para trazer mais dados significativos sobre a indústria, o pessoal do Segredo dos Games preparou um infográfico com desenas de dados referentes ao mercado e a comunidade de jogadores.

Para se ter ideia, os jogos eletrônicos movimentaram cerca de US$ 99,6 bilhões apenas em 2016. Deste arrecadamento todo, o mercado de jogos para PCs parece ser o mais atraente para desenvolvedores e investidores, seguido de perto pelos consoles e logo em seguida pelos jogos para celular. Aqui no Brasil a história não é diferente: nosso país lidera com folga o faturamento se considerado apenas a América Latina com mais de US$ 1,3 bilhões.

No infográfico do Segredo dos Games, também aponta que ao contrário do que se pensa as mulheres já são a maioria dos consumidores. Sim, isso mesmo: as mulheres já são a maioria dos gamers. Talvez muito disso seja porque a plataforma mais popular sejam os celulares, que são utilizados por mais de 77% das pessoas entrevistadas. Se você é investidor ou game design dê uma olhada no infográfico, pois ele pode ter respostas para seu próximo produto:

Confira abaixo o infográfico do Segredo dos Games:

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