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Últimos dias de inscrição de jogos para a edição 2019 do BIG Festival

Vale o lembrete mais uma vez: esta é a última semana para os desenvolvedores de jogos independentes de todo o mundo inscreverem suas criações para participar do BIG Festival 2019 (Brazil’s Independent Games Festival), o maior evento de games indies da América Latina. As inscrições são gratuitas através do site do festival. A inscrição pode ser realizada até esta sexta-feira (26/4).

De acordo com a organização do BIG Festival, em 2019 o evento aceitará jogos desenvolvidos para todas as plataformas (computadores, tablets, smartphones, consoles e dispositivos de realidade virtual), independente de estarem publicados ou não. Esta é uma boa oportunidade para mostrar seu jogo para um grande público e de quebra, chamar as atenções de membros da imprensa.

 

Muito mais que um Festival de Games: O principal HUB de negócios do setor

Além do Festival, o BIG também conta com um fórum de negócios que atrai mais de 80 players da indústria de games. O objetivo é reunir investidores e produtores para fechar negócios e movimentar a indústria nacional. Para se ter ideia da importância do Hub, na última edição, mais de 800 profissionais do setor estiveram presentes de 428 empresas.

O evento conta ainda com palestras e workshops, sendo que em 2018 foram mais de 100 sessões com participação de profissionais internacionais e nacionais. Todas as atividades do BIG são gratuitas, exceto as rodadas de negócios.

 

Serviço – BIG Festival 2019

Quando: 26 a 30 de junho

Onde: Centro Cultural – Rua Vergueiro, 1000 – São Paulo/SP

Quanto: gratuito

Gaming for All – Evento na Universidade Anhembi Morumbi é a resistência dos gamers contra acusações infundadas

Após acusações infundadas, eis o momento de os games reagirem! Essa é uma das temáticas para este ano do evento “Gaming For All” 2019, um evento produzido por gamers – e para gamers – recheado de palestras importantes com o tema Cultura e Vídeo Game, imperdível pra quem é Educador, produtor de jogos e mesmo consumidores de games ou pais. O encontro acontece nos dias 2 e 3 de maio na Faculdade Anhembi Morumbi e no Campus Paulista 2 e vai trazer uma série de empresas importantes do Brasil e palestras de pessoas muito importantes no cenário nacional da produção de jogos.

O Gaming for All é organizado pela galera do Bacharelado em Design de Games da  Universidade Anhembi Morumbi e trata-se de uma iniciativa que surgiu com a cooperação internacional entre Suíça e Brasil para fomentar o ecossistema de games em 2017. O evento é gratuito e tem como objetivo promover o encontro e a diversidade no ecossistema de games. Conforme já divulgado pela organização, o encontro contará com a presença de estúdios, profissionais, docentes e convidados reunidos em uma série de workshops, palestras, developers meeting, round table e exposições de trabalhos.

Esta é uma ótima oportunidade para aficionados, estudantes e profissionais da indústria aprender sobre o mercado de games e tecnologias imersivas e se conectar com especialistas. Afinal, é uma chance de conhecer grandes players e fazer aquele networking esperto.  ​Entre as palestras e workshops, será possível conferir a apresentação de Raul Tabajara com o tema “Criação de Personagem: Platão VS Campbell” que aborda como criar um personagem lançando mão de ferramentas como a Filosofia, a mitologia e estudos de linguística.

“Personagem não é só um desenho bonito! Ele tem conteúdo. Ele transmite conteúdo. Ele é uma forma de transmissão cultural por si só”, disse Raul Tabajara em seu convite aberto ao público.

Se você está interessado em participar do Gaming for All, basta comparecer, pois a entrada é franca. No site do evento tem todo o cronograma do evento.

 

Serviço – Gaming for All

 

Quando: 02 a 03 de maio de 2019

Onde: Universidade Anhembi Morumbi:

 

Campus Morumbi

Universidade Anhembi Morumbi – Campus Morumbi

  1. Jaceru, 247 – Morumbi, São Paulo

 

Campus Paulista 2

Universidade Anhembi Morumbi

Rua Treze de Maio, 1.266 – Bela Vista, São Paulo

 

Página: https://www.facebook.com/Gaming-for-all-239385986925035/

Não perca! Inscrições para o BIG Festival 2019 encerram em 26 de abril

O aquecimento para o BIG Festival 2019 já começou! Desenvolvedores de jogos independentes já podem começar a enviar seus jogos para participar da maior feira de jogos indie da América Latina. As inscrições vão até o dia 26 de abril e devem ser feitas no site do evento. As inscrições já estavam abertas desde janeiro e representam uma boa oportunidade de colocar seu projeto no centro dos holofotes.

Qualquer pessoa ou representante de empresa pode submeter seu jogo para o BIG Festival, seja de qualquer nacionalidade. O único alerta é que menores de idade deverão ser autorizados por seus responsáveis a participar do Festival. Além disso, é vedada a participação de funcionários, colaboradores, sócios, acionistas da Empresa Produtora ou das empresas patrocinadoras do Festival, bem como seus respectivos parentes até 2º grau, cônjuges e quaisquer pessoas envolvidas diretamente na execução do Festival.

Tal como nas edições anteriores, serão aceitos todos os tipos de jogos digitais para qualquer plataforma, console ou mídia desde estejam em condições de ser jogados e avaliados pelo Comitê de Seleção. Os grandes finalistas participam do evento final, estando à disposição para os jogadores testarem livremente. Caso o jogo tenha sido lançado comercialmente, o lançamento deve ter ocorrido até dois anos antes da data de realização do BIG Festival.

BIG 2018

Como participar do BIG Festival 2019

Para participar, o Concorrente deverá acessar o site do Festival, seguir as instruções contidas no formulário de inscrição, preenchendo os campos requisitados corretamente, e fazer seu envio.

 

O BIG Festival 2019 anuncia, pela terceira vez, uma parceria com o Indie Prize!

A sétima edição do festival contará com a incrível parceria com o programa internacional de bolsas Indie Prize, que garantirá aos vencedores do prêmio “Melhor Jogo Brasileiro” um lugar garantido na feira internacional do Indie Prize com dois passes gratuitos para o Casual Connect Eastern Europe 2019 em Istambul, na Turquia, e acomodação gratuita para dois desenvolvedores durante três dias da conferência como parte de uma bolsa de estudos internacional.

Instituto Martius-Staden realiza Game Jam em São Paulo no dia 13/04

Ei, você, desenvolvedor de jogos que está procurando oportunidades para melhorar suas habilidades: há mais uma Game Jam prestes a acontecer na cidade de São Paulo. Trata-se da Game Jam Martius-Staden, organizado pela equipe do instituto e que pretende desafiar os visitantes a produzirem um game do zero em poucas horas. A ideia é colocar a criatividade em ação com muita mão na massa para ter um protótipo jogável de um jogo.

Os participantes da Game Jam Martius-Staden terão de executar tarefas rápidas em pouco tempo e, com isso, melhorar suas habilidades de desenvolvimento de projetos digitais. De acordo com a equipe organizadora, o evento deve seguir o modelo de outras game jams tradicionais, como a Global Game Jam e as organizadas pelo Goethe-Institut São Paulo.

A Game Jam Martius-Staden tem o objetivo de, com a comunidade do Colégio Visconde de Porto Seguro – Campus Morumbi e Panamby, celebrar a Semana Alemã e adentrar na viagem dos naturalistas Spix e Martius, que faz parte da história e origem identitária do Brasil.

O evento é extremamente indicado para alunos do 8º e 9ª do Ensino Fundamental II ao Ensino Médio, desenvolvedores independentes e pessoas que estejam aprendendo as nuances da produção de um jogo eletrônico. As equipes serão divididas em turmas de 4 a 5 integrantes e o tema será definido minutos antes da produção. Cada membro da equipe atuará executando um papel: game designer, programador, artista visual (desenho digital), designer de som, produtor e criador de conteúdo.

Tal como em outras game jams, os papéis dentro do grupo variam bastante, por exemplo, o programador pode criar ilustrações, o designer de som pode criar um pouco do conteúdo, e assim por diante. O que vale é a colaboração de todos e como a equipe interage para realizar as tarefas da maratona. Eventos como esse ajudam os desenvolvedores a trabalhar em equipe, dar maior noção de prazos e da dinâmica de uma produção profissional.

A Game Jam Martius-Staden ocorre em 13/04/2019 na sede do Instituto Martius-Staden das 09hs às 18hs. Para se inscrever no evento, basta preencher uma ficha através do site.

 

Seviço – Game Jam Martius-Staden

O que:  Game Jam Martius-Staden

Quando: 13/04/2019 das 09h às 18hs

Onde: Instituto Martius-Staden – R. Itapaiúna, 1355 – Panamby, São Paulo – SP

Inscrição: https://teceducporto.typeform.com/to/a3gJ30

Rei do Cangaço – Game brasileiro coloca o jogador no papel de Lampião em uma aventura no purgatório

Nosso destaque do dia é cortesia da Ignite Games e é um prato cheio para quem ama a cultura brasileira: O Rei do Cangaço é um shooter que se passa na época do cangaço brasileiro e explora a figura do lampião. O grande destaque é que o jogo foi todo desenvolvido visando a tecnologia de realidade virtual, mostrando que o mercado nacional está atento às novas tecnologias também.

O Rei do Cangaço conta uma trama fictícia de Lampião em uma “vida após a morte”. De acordo com a descrição do jogo, após ser morto em uma emboscada, o rei do cangaço descobre que antes de ser julgado por seus crimes, terá de ir ao purgatório a fim de caçar demônios chamados “filhos da peste” e libertar espíritos penitentes. Sim, apesar de contar com uma figura histórica, o título possui elementos fantásticos.

Para derrotar os adversários o jogador conta com duas armas divinas chamadas Cruz Credo e Asa Branca, uma delas serve para enviar suas vítimas para o céu, enquanto que a outra conduz as almas para o inferno. Cabe ao jogador decidir o futuro de quem cruzar seu caminho. Além dessas armas, Lampião carrega um poderoso punhal capaz de cortar efeitos mágicos.

Uma vez que O Rei do Cangaço foi produzido para tecnologia VR, o jogador é contemplado com cenários bem detalhados e coloridos. O objetivo da Ignite Games foi produzir um ambiente que lembre bem o sertão nordestino. Os traços dos personagens, vale dizer, é bem cartunesco e divertido.

O título chegou a aparecer na BGS 2018, onde os visitantes puderam ter um gostinho do que a produtora está preparando e a recepção foi bem positiva e tem tudo para agradar o público brasileiro. A expectativa é que a experiência final seja enriquecida com um modo história bem desenvolvido e mais referências às histórias de Lampião e do Nordeste.

A data de lançamento ainda é incerta, mas há a previsão de lançamento para julho deste ano através da Steam. Se você ficou interessado no projeto, basta acessar a página oficial do jogo no Facebook para acompanhar as novidades ou através da página da Ignite Games.

Abaixo tem o trailer de O Rei do Cangaço:

Top – Jogos que levam referências do mundo real para o virtual

De Pac-man a Mario Bros., você certamente já viu referências de jogos eletrônicos na cultura pop em diversos veículos, certo? Mas já parou para pensar que os videogames também fazem diversas referências do que vemos na vida real? Pois é justamente esse aspecto que Felipe Oliveira, gerente de produtos da 2A.M., marca de notebooks e desktops gamers, quis mostrar ao listar alguns jogos que resolveram referenciar a vida real.

Abaixo você confere cinco jogos listados por Felipe Oliveira que fazem referências ao mundo real em seus gameplays por meio de selfies, memes, dancinhas e até pedidos de casamento:

 

5 – Mortal Kombat X

Uma das séries mais famosas da indústria dos games, Mortal Kombat entrou na onda das selfies em 2015, quando a personagem Cassie Cage ganhou um fatality em que, logo após finalizar seu adversário com um golpe brutal, pegava o celular, tirava uma foto e postava em suas redes sociais. É possível, inclusive, ver os comentários de outros lutadores do jogo na postagem de Cassie.

 

4 – Marvel’s Spider Man

Um dos mais famosos super-heróis de todos os tempos também se mostrou adepto das selfies. Em Marvel’s Spider Man, de 2018, os jogadores podem aproveitar os cenários incríveis do jogo e utilizar o “Modo Foto” para registrar cada momento. Também é possível caprichar nos filtros, incluir efeitos, alterar a intensidade da luz e até mesmo mudar a expressão do personagem.

“Outra referência de Marvel’s Spider Man ao mundo real viralizou como ‘o Easter Egg mais triste do mundo’. Isso porque um fã da série pediu aos desenvolvedores, via Twitter, que colocassem no jogo um pedido de casamento seu para a namorada, Maddie. O pedido foi atendido, mas, poucos dias antes do lançamento do jogo, Maddie decidiu encerrar o relacionamento”, conta Felipe.

 

3 – Fortnite

Lançado em 2017, o jogo do gênero battle royale fez muito sucesso pelo seu gameplay, mas também por suas “dancinhas”, inspiradas em filmes, memes e vídeos da internet. No game, os jogadores podem comemorar as vitórias com várias coreografias famosas, como as chamadas Reanimated, Ride The Pony e Disco Fever, inspiradas, respectivamente, em coreografias de Michael Jackson, Psy e do filme “Os Embalos de Sábado à Noite”.

“Em fevereiro deste ano, Fortnite também foi palco para uma apresentação virtual do Dj Marshmello. O show teve duração de 10 minutos e chegou a ter 10 milhões de jogadores simultâneos”, disse Felipe.

 

2 – Zueirama

O jogo brasileiro ainda nem foi lançado oficialmente e já chamou a atenção do público por inúmeras referências a memes, músicas e personagens reais. Repleto de humor, faz uma sátira ao atual momento político do país e tem como protagonista Zoinho, um menino que precisa acabar com o vilão Sargento Sádipo.

 

1 – APEX Legends

Recém-lançado, Apex Legends se tornou um grande sucesso em muito pouco tempo. O jogo do gênero battle royale se passa em um ambiente futurista, mas também apresenta referências ao mundo real, como quando um personagem comemora a vitória com uma dança bastante parecida com o famoso passo Moonwalk, de Michael Jackson.

The Queen’s Race – jogo promove a diversidade enquanto te desafia a ser a rainha das passarelas

O game de hoje é inspirado na ideia de luta pela igualdade de gêneros. Desenvolvido pela equipe da Checkpoint Studios, The Queen’s Race coloca o jogador no comando de drags em corridas bem peculiares. Trata-se de um aplicativo em que o jogador cria seu avatar, o personaliza e corre contra outras corredoras em provas e minijogos bem casuais.

Antes de se lançar na corrida o jogador deve escolher etnia, biótipo etc. A possibilidade de personalização é bem grande. O objetivo é fazer com que sua drag prove ter as habilidades necessárias para prosseguir na disputa e desfilar nas passarelas virtuais e ser coroada a maior drag queen do mundo.

Para alcançar a fama e a glória o jogador deve passar por minijogos, passatempos, e muitos outros desafios. A cada desafio vencido, você ganha pontos e dinheiro do jogo para editar ainda mais o personagem. Os minigames de The Queen’s Race não seguem uma linearidade, de modo que o jogador fica livre para decidir qual desafio pretende enfrentar primeiro, entretanto é necessário ganhar os pontos para seguir na aventura.

Há alguns momentos bem pitorescos em The Queen’s Race, como a temida fase Lip Sync for Play. Basicamente trata-se de um karaokê em que o jogador deve realizar uma série de comandos para manter sua drag cantando. Isto ocorre sempre que há uma vergonhosa derrota na fase. O jogador pode voltar à corrida do ponto que parou, mas antes terá de enfrentar o Lip Sync a fim de convencer os jurados que você merece uma segunda chance no desafio.

O objetivo do game é promover a luta e os movimentos LGBT de maneira divertida, mostrando que todos podem se divertir e merecem seu espaço ao sol. Você pode obter mais informações sobre The Queen’s Race na página do Facebook.

Abaixo tem um trailer de The Queen’s Race:

 

Bem Vindo ao Game Design – livro busca mostrar todas as etapas da criação de um jogo eletrônico

Quem nunca jogou um game e ficou se perguntando como se deu a sua produção? Pois é justamente sobre as etapas de um game design que se propõe a falar o livro “Bem Vindo ao Game Design”, do Prof. João Victor, fundador da escola de programação One Day e criador do canal One Day Code. A obra pleiteia mostrar como é produzido um título desde seus estágios iniciais até seu derradeiro lançamento, de modo que o leitor irá perceber o que diferencia um game de sucesso, de outro relegado ao ostracismo.

De acordo com o Prof. João, o livro “Bem Vindo ao Game Design” possui linguagem fácil para completos iniciantes, de modo que o leitor interessado em entrar de cabeça no mundo da produção de jogos possa transformar um HOBBY em uma PROFISSÃO, sejam quais forem suas habilidades.

O livro ainda não está finalizado, pois seu idealizador não conta com o apoio de uma grande editora – tudo está sendo feito pelo empenho do autor. Para finalizar o projeto e publicar o livro foi aberto uma campanha de crowdfunding a fim de arrecadar R$ 7.500,00 a fim de garantir a impressão, uma revisão esperta, diagramação etc. De acordo com João, o projeto nasceu após analisar que há muitas pessoas interessadas em produção de jogos, mas que não encontram materiais de pesquisa que tornem sua saga mais fácil.

“No mercado de jogos, existe uma grande falta de profissionais capacitados, e ao mesmo tempo um excesso de pessoas tentando criar jogos, sem saber como começar, gerenciar um projeto, organizar suas ideias e escolher o melhor meio de monetizar e progredir no mercado. O que acontece é que na maioria das vezes, as pessoas miram muito alto e ao tentar criar um “Grande MMORPG Battleroyale 3D” acabam se frustrando, nunca terminando o projeto e desistindo no meio do caminho”, diz o Prof. João Victor.

O livro “Bem Vindo ao Game Design” pode ser considerado um miniguia, ensinando passo a passo como gerenciar um projeto de jogo, quais são as áreas em que você pode se encaixar, recomendações de softwares e materiais de estudo e exercícios práticos sobre Design de Jogos. Você pode experimentar uma prévia da obra baixando o primeiro capítulo aqui.

Um dos capítulos mais interessantes é o que fala sobre as carreiras de game designer, pois é aqui que o leitor fica ciente de que pode atuar em diferentes ramos do designer de um game, tal como arte, música, programação, negócios etc. A ideia de “Bem Vindo ao Game Design” é mostrar que mais do que escrever linhas de programação, a produção de jogos abraça diferentes perfis de profissionais. Além disso, a obra fala sobre como é trabalhar em pequenos e grandes estúdios, além de pincelar um pouco como é o panorama do mercado nacional de jogos.

Você pode descobrir mais sobre o livro “Bem Vindo ao Game Design”, clicando aqui ou assistindo o vídeo abaixo:

Dream Game, conheça o projeto de gamificação do Colégio GGE que incentiva o aprendizado dos alunos

Em um momento em que se discute sobre a associação de games e a violência, pessoas mais esclarecidas mostram que, ao contrário do que se diz, os videogames são sim ferramentas úteis para as crianças. O Colégio GGE acaba de lançar o projeto Dream Game, um título inovador que une o entretenimento e o aprendizado, incentivando seus alunos do Ensino Fundamental 2 a utilizarem de forma produtiva esses novos recursos.

O Dream Game é um jogo criado exclusivamente para os alunos do GGE testarem seus conhecimentos adquiridos em sala de aula. Ao baixar o aplicativo, o aluno tem acesso a conteúdos de linguagem, ciências humanas, ciências da natureza e matemática, competências abordadas em vestibulares e no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A cada resposta correta, o jogador ganha uma moeda chamada braincoin (moeda do cérebro). E tem também a moeda chamada heartcoin (moeda do coração) que são concedidas pelos professores e equipe pedagógica pelo bom comportamento em sala de aula.

E essa ideia nasceu do sócio-diretor do colégio, Herbetes de Holanda, que se inspirou nas famosas moedas virtuais, as bitcoins, para inserir os jovens ao mundo digital de maneira educativa. O nome Dream Game, foi escolhido em alusão à missão da escola de ajudar os alunos a realizarem seus sonhos e estimular os estudantes a serem competitivos de forma saudável.

“Meu desafio era trazer uma inovação tecnológica que contemplasse os principais valores da vida escolar: estudo e comportamento. A partir daí, desenvolvi a lógica, os critérios, algoritmos e ícones e, em parceria com um programador, conseguimos finalizar o produto”, explica Herbetes, sócio-diretor do GGE.

 

Ao acumular as moedas, os alunos poderão trocar por diversos prêmios, através de uma loja virtual disponível no aplicativo do Dream Game, como bicicleta, aparelhos eletrônicos, lanches, fardamentos, ingressos para cinema, materiais esportivos, livros e até por pontuação extra em algumas disciplinas.

A plataforma já está disponível aos estudantes e eles podem acompanhar como está seu desempenho em tempo real de um jeito fácil, descontraído e bem interativo. A aplicação está disponível para PCs, tablets e smartphones – na Google Play. O legal mesmo é ver que enquanto pessoas acusam videogames por todo rompante de violência, há estudiosos que utilizam seu aspecto interativo para trazer as crianças para o estudo. Tomara que a moda do Colégio GGE pegue.

Abaixo temos um vídeo explicativo da lojinha Dream Game:

Top 5: acontecimentos que incentivaram a criação de games nacionais

Podemos dizer que o mundo dos games hoje em dia está fervendo e crescendo de maneira extraordinária. Todos os dias vemos os grandes estúdios de criação de games apresentarem incríveis jogos com gráficos ultrarrealistas e mecânica que aproximam os personagens próximos a realidade.

É notável também a força dos produtores independentes, que de certa forma estão bastante encorajados a criar jogos, mesmo que sem grandes recursos financeiros ou um patrocinador. Seja como for, o mercado de games nacional se desenvolveu muito bem.

Mas alguns anos atrás as coisas não eram assim, pois era raro encontrar algum desenvolvedor de games independente, pois apenas os grandes estúdios e distribuidoras lançavam games. Os gamers então passaram por cima e quebraram esse paradigma, e após algum tempo o mercado foi só crescendo e crescendo, como era previsível.

Trouxemos alguns acontecimentos dentro da indústria dos games que ajudaram a evoluir o mercado, assim como podemos ver hoje. Alguns mais recentes, outros nem tanto, confira:

 

5 – Lançamento dos primeiros games indies

 

Ah, os Games Indies! Talvez você desconheça a importância que estes jogos criados por poucas pessoas (ou até mesmo uma) tem sobre o mercado de desenvolvimento de games no mundo e aqui no Brasil.

Os primeiros games independentes foram lançados no início da década de 90, e só ganharam relevância e popularidade com o tempo, chegando hoje em dia a títulos tais como Minecraft, pois acredite, ele foi criado por apenas uma pessoa.

Infelizmente não sabemos exato qual foi o primeiro jogo independente que foi lançado e nem a sua repercussão e aceitação dos players que jogaram, mas sabemos que este incentivou e mostrou que nem sempre é necessário ter grandes recursos para criar um game do zero.

Com certeza foi um bom incentivo para a atual geração de programadores, certo?

 

4- Steam abre portas para os produtores independentes

 

Erinia, um dos primeiros jogos brasileiros de longo alcance.

A Steam é referência na venda de games em mídia digital para PC e possui um catálogo gigante de games e muitos usuários ativos diariamente. Em agosto de 2012, a companhia decidiu apoiar fortemente os programadores e lançou o Steam Greenlight.

Os programadores podem enviar vídeos de algumas partes do jogo que está sendo desenvolvido e o mesmo participará de um processo de votação, se obter votos suficientes ele poderá ser publicado e divulgado dento da plataforma. Apesar da concorrência que o produtor poderá enfrentar, a popularidade da plataforma fala mais alto e ainda incentiva que o desenvolvedor dê o seu máximo e apresente uma boa proposta do jogo que está criando.

Infelizmente o Steam Greenlight  foi substituído pelo Steam Direct, que se tornou uma plataforma paga e cara, mas que produtor não quer ter o seu jogo dentro da Steam?

 

3 – Primeira Game Jam

 

Brasil Game Jam – hoje em dia ela é assim, não lembrando nada a precariedade das primeiras game jams nacionais.

Uma coisa é fato: os Gamers gostam muito e estão participando cada vez mais de eventos, prova disto é a BGS, CCXP, etc..  Apesar destes eventos citados serem apenas de entretenimento, existe uma parte de gamers e desenvolvedores que colocam a mão na massa com o objetivo de criar um game em até 72 horas (ou menos)

Em meados de 2002, um grupo de jovens programadores de games se uniram para criar uma Engine que suportassem várias animações sem comprometer na qualidade e no processamento dos componentes do game. Após o período de desenvolvimento da engine, os desenvolvedores convidaram um pequeno grupo de programadores para que eles criassem vários games com o motor gráfico construído, e assim aconteceu o primeiro evento de Game Jam da história.

 

2 – Lançamento da plataforma itch.io

 

Se você é familiarizado com games indies, provavelmente conhece a plataforma itch.io, lançada em março de 2013, que permite que pequenos desenvolvedores de games publiquem seus jogos independentes para venda e download.  Hoje em dia a plataforma possui mais de 40.000 jogos em seu catálogo e ainda é possível participar de games Jam através dela.

A distribuição do game é um fator muito importante para qualquer programador, pois a plataforma de distribuição pode definir o sucesso ou o fracasso de um game, e com o crescimento e aceitação dos games indie, a itch.io está cada vez mais popular entre os gamers.

Visto que o Steam Greenlight não está mais entre nós, a melhor opção totalmente gratuita para publicação de games fica com a Itch.io

 

1 – Primeira engine comercial

 

A Blender Game Engine era assim.

Outro grande acontecimento que fez com que as pessoas tivessem curiosidade e interesse na criação de games, foi o lançamento da primeiro motor de jogo liberado para a criação de games. E isso se deve pela comodidade que o programador tem, visto que já não é necessário ter um imenso trabalho para criar uma Engine do zero, ela simplesmente já está pronta, simples assim.

Também não se sabe ao certo qual foi a primeira Engine Comercial lançada, mas acreditamos que seja a Blender Game Engine, em que foi lançado o software de código aberto após a falência da empresa, estando disponível para download até nos dias de hoje.

Texto por: Samuel Almeida

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