Arquivo da categoria: Games

Wiki para games nacionais

O grande Renato Degiovani acaba de lançar o TILTwiki, um wiki dedicado à produção brasileira de jogos para computador. O acesso às páginas é totalmente livre e gratuito. Para participar como colaborador e editor, é necessário fazer o seu cadastro no sistema (gratuito). Renato ainda manda um recado: sua participação é muito importante para o registro de nossa produção. Vamos lá?

:: TILTwiki: clique aqui para acessar
:: TILTonline: jogos em Delphi

Os games forjam líderes?

Novos estudos demonstram como a geração do videogame transformará o universo corporativo em menos de dez anos, ao reproduzir as habilidades treinadas com um joystick nas mãos. A matéria que sinaliza para um estudo que está sendo tocado pela FGV-RJ questiona: até que ponto os jovens mais afeitos às disputas diante do micro ou do televisor respondem melhor aos desafios do que os que não gostam da diversão.

Trabalhos similares demonstram que há, sim, a construção de futuros profissionais ancorados em joysticks. Quer dizer, sua mãe agora tem a obrigação de te deixar ligadão, por horas, no seu PS2. Ou não?

:: Época Negócios: clique para ler a matéria completa

Como pensar um bom review?

Não-games são cada vez mais comuns no mundo dos games. Brain Age e recentemente o game flOw são bons exemplos de jogos que fogem das convenções normais e, portanto, exigem outros critérios na avaliação. O blog Jornalismo de Games indicou um artigo muito interessante que questiona os reviews de não-games pela mídia especializada, usando como motivação o review do site Eurogamer sobre flOw. Quem arrisca uma opinião? (Post do Fabão)

:: A excelente fonte: Jornalismo de Games

DVD Panoramas da Game-Educação

A Comunidade Gamecultura, a única comunidade gamer voltada a projetos, educação e cultura, inicia a produção de seu primeiro projeto conjunto, um DVD documentário que pretende mostrar toda a cena da game-educação no Brasil.

Com a preocupação de gerar conhecimento sobre game-educação, compreendida como a utilização de videogames na relação ensino-aprendizagem, os membros da Comunidade Gamecultura vão buscar essas informações por todo o Brasil, e em outros países também, a fim de produzir um video documentário de divulgação gratuita, sob a Licença Creative Commons.

Todo o conteúdo do DVD, incluindo seu roteiro e equipes de produção será produzido colaborativamente pelos membros da Comunidade. Quase todas as decisões são tomadas em conjunto, através de ferramentas como fórum, FAQ’s, e mensagens. O site da Comunidade Gamecultura, que além de coletar e organizar esse tipo de conhecimento, também fornece serviços e ferramentas gratuitas de trabalho, estará gerenciando e fornecendo banda e espaço para os envios e trocas de materiais entre seus membros.

Cada estado brasileiro, se organizará em torno de um núcleo, que procurará fazer cumprir seus prazos e metas até a edição completa do material em junho deste ano. O lançamento do DVD está previsto para 20 de agosto deste ano, durante as atividades do III Seminário de Jogos Eletrônicos e Educação. Todo o conteúdo do DVD será disponibilizado gratuitamente na Internet.

Todos os membros da Comunidade Gamecultura estão convidados a participar, e as pessoas que tiverem interesse, precisam apenas se cadastrar gratuitamente e se integrar a uma das diversas equipes de trabalho. Quem vai participar?

:: Mais informações? Acesse a comunidade Gamecultura

Games e grana online


Cada vez mais gente ganha dinheiro em universos virtuais, como o Second Life. E isso estão revolucionando a economia mundial.

Não é exatamente fácil ganhar dinheiro on-line. O documentário Gold Farmers, acima, mostra o lado casca-grossa da “economia virtual”: os gamers jogam em média 12 horas por dia, se alimentando mal e ganhando pouco. Mas todos se dizem satisfeitos. Qual sua opinião?

:: Matéria completa? Leia na Superinteressante. Clique aqui

Os 10 games mais importantes de todos os tempos

Doom, Mario Bros e Tetris estão entre os 10 games que mais impacto tiveram no mercado mundial. Confira a lista completa.

Já foi o tempo em que videogames eram apenas distrações para filhos que não ouviam suas mães chamando quando o jantar era servido. Mesmo ainda vistos com certo preconceito por quem classifica a jogatina digital como perda de tempo, os games vão alcançando aos poucos o posto de expressão artística, sem dever nada a livros, filmes e músicas.

Além do poderoso mercado de consoles, que tem Sony, Nintendo e Microsoft, disputando a preferência dos entusiastas, games em celulares e smartphones e redes sociais online atingem os gamers corriqueiros. Leia a matéria e diga: você concorda com a lista?

:: Mais: leia a excelente matéria do Guilherme Felitti no IDG Now!