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Memories of Mana (RMXP)

“A história acontece em um mundo chamado Celetial Island, onde ficam todas as almas antes de serem julgadas (pelos seus atos em vida). Se você foi uma boa pessoa, irá para o céu, caso contrário pagará pelos seus atos no inferno. Neste mundo, que é uma mistura de passado, presente e futuro, as almas esperam pelo seu destino, seja este bom ou ruim. Mas existe uma alma que negou o seu destino e deseja sair deste mundo antes de ser julgada. E agora o mundo das almas corre um grande perigo, assim como o mundo dos vivos, pois um antigo mal que antes foi banido deseja retornar à vida.

Assim começa Memories of Mana um game que deixa qualquer maker de queixo caído! A primeira sensação que se tem ao começar a jogar Memories of Mana é a da satisfação, de ter um jogo tão belo e rico em detalhes feito aqui no Brasil. Logo de cara podemos perceber o potencial do RMXP. Tudo no jogo é personalizado e nada do que é padrão na ferramenta é usado. Isso faz parecer um jogo produzido para o próprio Super Nintendo.

O game traz gráficos muito bem trabalhados e originais, com várias poses do personagem, chipsets (cenários) variados, e menus lindos, principalmente os displays de batalha, que por sinal são vários, dão um toque perfeito a este jogo!

Mas nem tudo é alegria e podemos ver alguns pontos onde faltou o capricho da equipe, como nas chars (personagens). Há momentos em que a char faz movimentos estranhos, como se tivesse sido recortada. Mas, nada que faça o jogo perder o brilho!

A parte que mais chama atenção no game é a programação, com uma batalha action magnífica e menus extremamente funcionais. A batalha traz inúmeras funções que no começo até ficam bastante confusas, mas logo que se joga, pega-se bem o jeito (nada como uma lida no manual). Porém há sistemas que não se consegue entender até o final do jogo. Um ponto que chama atenção são as marcas da série na batalha:

• Sistema de fadiga;
Melhoramentos das armas com orbs;
Sistemas de itens dano;
Chefões gigantes.

Os menus já não se podem elogiar tanto. São confusos. Talvez pelo fato de estarem inclusos no estilo Ring Menu, que lhe impede de ter uma visão total das possibilidades disponíveis.

A história pode se classificada como um pouco comum, mas sendo um FanGame, ela tem que ter ligação com o jogo original, trazendo alguns pontos de humor e a famosa árvore Mana! Os mapas ajudam ao jogador ingressar dentro do mundo de Celetial Island fazendo com que a história nos envolva. Os problemas desta parte são os diálogos com algumas expressões um tanto “inadequadas”.

Memories of Mana se tornará uma pérola dos jogos brasileiros e deve ser jogado por todos até o fim! Não importa o quanto esteja difícil, é preciso zerá-lo para poder se orgulhar e falar: “Eu trabalho com a ferramenta que produziu este jogo!”.

Gráficos: 9
Trilha Sonora: 9,5
Programação:
9,5
Roteiro:
8,8
Jogabilidade:
9,2
Replay:
9
Avaliação Final:
9,4

Final Fantasy XIII estará além do PlayStation3

Final Fantasy XIII está seguindo a linha dos games que estão ganhando novos amigos além do PlayStation3, como Assassin’s Creed, Virtua Fighter 5 e Devil May Cry. De Acordo com o que George Fornay, presidente da Sony Computer Entreteniment da França, os custos para desenvolvimento estão altos para a lista de exclusividades do PS3.

“O custo para o desenvolvimento esta estourado, o que tornou difícil termos mais exclusividades além de nossos próprios games (…) isso também se aplica ao Final Fantasy XIII, que eu posso afirmar, sua exclusividade esta em debate.”

Ainda não contente, Hironobu Sakaguchi (criador da série Final Fantasy) disse ele mesmo que o Xbox 360 é “excelente plataforma para o desenvolvimento do jogo”…

[continua em Jornal Gamer]

Headset para DS fará você parecer menos idiota!

Quando você começar a gritar “SIT! SIT! SIT!” (jogando Nintendogs) com seu Nintendo DS bem no meio do Metrô, as pessoas vão se afastar te achando com cara de louco. Agora, dê uma olhada para este belo Ear Force D2 da Turtle Beach. Com este headset para o Nitnendo DS, que combina headphones e microfone, você agora poderá falar e ouvir sem atormentar os póximos.

Agora você pode poupar o ônibus inteiro da gritaria “red, yellow, YELLOW, yel-LOW, black, blue, BLUE, BAA-LOOO, DROGA, BLUE!” quando você estiver jogando Brain Age.

Great Games Experience

Voltado para jogadores e desenvolvedores de games o The Great Games Experience permite que seus suários adicionem jogos que podem ser classificamos, resenhados e comentados por outros usuários cadastrados. Quando você visita a página de algum game profile o site lista jogos relacionados ou similares, o que pode ser muito útil para quem gosta de conhecer novos games. É possível criar um perfil pessoal com jogos e sistemas favoritos, criar uma rede de amigos e juntar-se a grupos de usuários com interesses similares.

O site também conta com recursos para desenvolvedores e ajuda principalmente os independentes. Ao publicar um game profile para seus jogos, os desenvolvedores podem entrar em contato direto com o público que joga lendo comentários, resenhas e notas dadas por outros usuários. Outra possibilidade interessante é a de conhecer outras pessoas interessadas em desenvolvimento (Via Oitobits).

:: O site: The Great Games Experience

Arte e violência

Se o videogame é mesmo um meio de comunicação e um elemento de cultura, por que poucos assuntos relevantes aparecem na forma de games? Onde estão os games sobre assuntos sérios como, por exemplo, o Holocausto nazista?

Claro que existem dezenas de jogos sobre a Segunda Guerra, mas estes têm foco apenas na violência: são na grande maioria FPSs onde o jogador é sempre um soldado lutando no campo de batalha.

Não que exista algo errado com jogos assim, eu mesmo sou um fã das séries Call of Duty e Medal of Honor, mas por que o protagonista sempre deve ter uma arma? Por que não existe um personagem de videogames como o impotente Wladyslaw Szpilman no filme O Pianista: um artista tentando sobreviver em um mundo que de repente virou de pernas pro ar? Ou como Guido Orefice em A Vida é Bela, um pai de família que é obrigado a colocar seu próprio sofrimento de lado para proteger o filho dos horrores da guerra?

Foto: Guy Ferrandis, 2002

Há dezenas de outros assuntos que envolvem um cenário de guerra, não somente a parte onde os soldados atiram uns nos outros. Todos os outros meios de comunicação já perceberam isso, apenas os videogames insistem em nos trazer somente o lado violento (o que só favorece discursos conservadores como os do maluquinho Jack Thompson).

:: Leia o restante do artigo no Hipergame.

Devil May Cry 4 para PC e Xbox 360 confirmado

Anunciado até o momento como jogo exclusivo para o Playstation 3, Devil May Cry 4 também terá versões para o Xbox 360 e PC. O jogo deve chegar ao PS3 e Xbox 360 no final de 2007 e ao PC no início de 2008. Na história do game, Dante é mostrado como um inimigo que adora o demônio Sparda.

O novo protagonista passa a ser Nero, que atua como cavaleiro nessa seita. Até agora, ele era o único personagem jogável de Devil May Cry 4, mas agora fica confirmado que Dante também poderá ser controlado pelo jogador.

Os dois personagens são muito parecidos fisicamente, mas o novo protagonista tem uma aparência mais jovem e é integrante de um grupo fanático que cultua Sparda, o lendário cavaleiro negro que derrotou o demônio e que vem a ser pai de Dante e de Vergil. Mas Dante ataca a irmandade e extermina todos seus membros.

O sistema de luta de Nero é similar ao de Dante, só que utilizando uma espada ou sua arma de fogo. A novidade fica por conta do braço direito de Nero que funciona como uma arma letal com poderes demoníacos. Com ele, o personagem pode soltar uma espécie de chicote de luz, que captura e detona os oponentes.

:: Fonte: Portal dos Games