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E3 2018: Os rumores que gostaríamos que se tornem reais

Já estamos naquela época do ano que a treta come solta entre os fãs de Sony, Nintendo e Microsoft. A E3 2018 desponta como uma das mais inesquecíveis que teremos nos últimos anos, afinal estamos em um ano chave para a indústria. O que os grandes players estão preparando para chamar mais consumidores para seus jogos e sistemas? Desta vez não espere novos consoles, então essa deve ser a E3 para quem curte jogos.

Rumores indicam que esta pode ser a E3 derradeira do Playstation 4, já que os planos da próxima plataforma da Sony estão em curso. Seja como for, o console esta em uma situação bastante confortável e a Sony deve aproveitar os últimos anos da plataforma para agradecer todo o suporte da comunidade com preciosidades como The Last of Us 2, Spiderman e Days Gone. Apostamos que a Sony vai mostrar isso e muito mais antes que o PS5 seja uma realidade.

Já a Nintendo conseguiu um sucesso estrondoso com o lançamento do Switch. Todo o mundo quer colocar as mãos na plataforma híbrida e agora é a hora da Nintendo mostrar a que a plataforma veio com esta E3. Notícias desanimadoras indicam a falta de suporte de alguns jogos importantes como Call of Duty, Red Dead Redemption ou ainda o provável The Division 2. Ainda assim, a falta de apoio das 3rd parties nunca foi primordial para a Nintendo desde a era N64. Podemos esperar então uma chuva de jogos 1st party arrasadores

Já pelo lado da Microsoft, sabemos que o Xbox One X é uma realidade e está na hora da Microsoft mostrar todo o poder da máquina. Os serviços disponibilizados para a família Xbox são ótimos, mas a comunidade almeja por jogos. Se depender do que a empresa de Redmond tem indicado, é justamente isso que veremos: a empresa praticamente vai fazer um evento separado da E3, com um mega estande. Além disso, últimas notícias já mostram a formação de um novo estúdio em Santa Monica e que sua função será criar estúdios AAA.

Neste texto estamos apontando conjecturas do que podemos (e gostaríamos de) ver na E3 2018.

Franquias da Rare de volta

Ainda que tenha cometido vários deslizes ao longo dos anos, a Rare ainda possui um lugar especial no coração dos jogadores, afinal algumas das melhores franquias de todos os tempos nasceram neste estúdio britânico. Atualmente a produtora está focada em Sea of Thieves. O lançamento do jogo dos piratas não foi tão legal quanto poderia em termos de crítica, mas o número de jogadores é bem expressivo, o que vai manter o estúdio ocupado com upgrades e novos conteúdos para agradar a sólida base de jogadores.

Mas então o que acontece com as outras franquias da empresa? Nossa aposta é que elas devem seguir o mesmo caminho de Killer Instinct, ou seja, parar nas mãos de outros estúdios. Já não é de hoje que ouvimos falar que a Microsoft tem planos de reviver Battletoads ou Perfect Dark. Além disso, existem milhares de jogadores esperando uma sequência de verdade do Conker. Não ficaríamos exatamente surpresos de ver um novo Banjo-Kazzoie ou Viva Piñata vindos de outros estúdios da Microsoft.

 

Um novo Elder Scrolls

Lá se foram sete anos desde que Skyrim apareceu pela primeira vez para o Xbox 360 e Playstation 3. Desde então vimos relançamentos para todos os sistemas da atual geração. Já está mais do que na hora da amada franquia de RPG ressurgir. Nos últimos anos a Bethesda se empenhou bastante com as novas entregas de Doom e Wolfstein, agora é o momento de apostar nos RPGs.

Alguns apostam que Fallout é quem deve dar as caras, mas acreditamos que uma coisa mais bombástica seria a aparição do lendário Elder Scrolls VI. Se os rumores estiverem certos, o tempo de desenvolvimento serviu para a produtora criar outra engine, melhorar o sistema de combates e entregar o maior mapa de um jogo digital jamais visto. Claro, há quem aposte que um novo Elder Scrolls não saia nesta geração, mas será que a Bethesda vai mesmo ignorar uma base de jogadores tão grandes quanto à de PS4, Xbox One e PC?

 

Bloodborne 2 se tornando real

Bloodborne é apontado por muitos como tecnicamente superior ao seu irmão mais velho (Dark Souls), o que elevou o status do game para cult. Não por acaso ele está invariavelmente nas listas de melhores jogos do PS4 desde seu lançamento no equidistante ano de 2015. Seria uma aposta segura que o próximo jogo da From Software será uma sequência de Bloodborne, desta vez, quem sabe, multiplataforma?

 

Halo 6 liderando a estratégia do Xbox

O Xbox One precisa vender e qual melhor game para fazer o console vender do que o jogo mais amado do Microsoft Studios? Halo 5: Guardians recebeu uma recepção mais morna da comunidade de jogadores, mas ainda assim vendeu mais de 5 milhões de unidades ao redor do mundo, se tornando o game mais vendido do One.

É bem seguro afirmar que a 343 Industries está entusiasmada em tornar a sexta entrega mais palatável e ainda mais seguro afirmar que Halo 6 deve aparecer de alguma maneira na E3 2018.

 

Pikmin 4 dando as caras

Em meados de 2015, Shigeru Miyamoto já dava entrevistas abertamente falando sobre Pikmin 4 e como ele estava progredindo, mas que não era prioridade da empresa no momento. Agora que a poeira acerca de Mario e Zelda baixou, a Big N vai precisar manter o interesse do público com lançamentos menores.

Já que Smash Bros, Metroid e Pokémon são muito aguardados e a Nintendo não deve desperdiçar este três lançamentos, apostamos que Pikmin pode ser um dos jogos de transição entre um lançamento e outro. Talvez algo mais concreto apareça em breve.

 

Um novo Pokémon para o Nintendo Switch

Tem gente que venderia um rim para jogar um novo Pokémon para um console de mesa e a Nintendo sabe disso. Após a estratégia para o lançamento de Breathe of the Wild, talvez o próximo peso pesado da empresa seja Pokémon mesmo.

Metroid, Mario Kart e Smash Bros. já devem estar bem evoluídos, portanto a hora é de apostar nos monstrinhos de bolso, já que eles devem demorar um pouco mais e talvez vender mais que esses jogos.

 

Mortal Kombat XI com muitos lutadores

A Netherealm sabe que Mortal Kombat voltou a ser o jogo de luta número 1 do mundo e que seus concorrentes estão chegando forte. Para contratar e assegurar a hegemonia no gênero, nada melhor do que um novo Mortal Kombat, certo? A franquia ganhou bastante maturidade com MK XL e a tendência é um game ainda mais refinado e divertido.

Há já quem aposte que o vilão do jogo será nada menos que Raiden, o deus do trovão. Outro palpite é que a produtora resolva mesmo apostar no crossover novamente com a Liga da Justiça, afinal o último projeto deles foi Injustice 2. Veremos o que a Netherealm preparou para a E3, mas é bem certo que algo vá ser mostrado.

 

Smash Bros chutando bundas e recheado de personagens especiais

Smash Bros é umas das poucas certezas que todos têm sobre a apresentação da Nintendo no evento deste ano, afinal a própria empresa já antecipou que o game é parte do show e o teaser do ano passado não deixa qualquer sombra de dúvidas que o game está a caminho. Então, porque estamos falando deste game num texto sobre rumores?

Bem, é simples: este game já é cotado como um dos mais aguardados do evento inteiro. Quase todos querem saber quem serão os personagens jogáveis, quais os cenários vão aparecer? Seguindo uma linha de rumores do GameSpot, gostaríamos muito de jogar com Captain Toad, Tetra, King K. Rool e o icônico Snake. Esta é a chance da Nintendo finalmente superar Smash Bros. Brawl.

 

Franquia Fable ressurge aos moldes antigos

Ainda que alguns jogadores ainda nutram qualquer esperança de a Microsoft reviver o promissor Scalebound, acreditamos que as chances são praticamente zero e que ao invés disso, a empresa de Redmond vai apostar em um revival mais seguro e com uma base de fãs já grande como é o caso de Fable. Esqueça o fim prematuro da Lionhead, acreditamos que o projeto Fable deva passar para outra produtora. Inclusive um rumor bastante convincente dizia que a Playground Games (Forza Horizon) abraçou o projeto.

Há quem diga que o game possa ser focado no multiplayer e será free-to-play, seguindo a estratégia recente de apostar em jogos para múltiplos jogadores como ocorreu em Sea of Thieves. Outro rumor já aponta que o título será mais focado na história singleplayer mesmo e que o cão terá um papel muito mais ativo no desenrolar dos acontecimentos. Seja como for, os fãs de RPG estarão muito atentos nesta E3.

 

Sony aposta no retorno de Jak & Daxter

Por fim, um rumor que faz bastante sentido. Recentemente a Sony tem apostado bastante em franquias já consagradas do grande público e que detém um histórico quase impecável. God of War foi o mais recente, mas não podemos esquecer que nos últimos anos a empresa entregou os sólidos Ratchet & Clank, Killzone e Shadow of the Colossus.

O que falta no pacote? Se analisarmos por esse prisma, fica claro que falta algo para o ícone Sly Cooper e a dupla Jak & Daxter. Como o Sly está meio esquecido e quem cuidou tanto tempo de Jak foi a Naught Dog, é bem razoável imaginar que a empresa comece a trabalhar num retorno da franquia o mais rápido possível, certo?

 

E você, o que espera para a E3 2018?

Você sabe identificar um email falso?

Nos dias que atuais, são muitos os ataques virtuais que são desencadeados através do recebimento de um email falso. Contudo, a verdade é que a grande maioria das pessoas abre um email sem olhar para o remetente, de forma a analisar se existe ou não algo duvidoso nesse email.

Assim, estes ataques (denominados de phishing) já são realizados tendo por base a premissa que a grande maioria das pessoas irá abrir o email sem ver se o mesmo tem ou não algo de suspeito (e se você gere uma loja virtual, ainda mais probabilidade tem de abrir um email sem ver o que o mesmo contém).

Hoje vamos dar algumas dicas que vão ajudar a perceber como é que se parece um email falso. Saiba tudo a seguir.

Quatro dicas para reconhecer um email falso

A fraude online é cada vez mais comum e as técnicas para a criação de mensagens e sites enganosos estão cada vez mais sofisticadas. Assim sendo, saber como se proteger contra essas fraudes virtuais é importante de forma a não ter problemas no futuro.

Tenha em conta que este tipo de mensagem aponta na grande maioria das vezes para sites falsos ou páginas com miniaturas de fotos. Em todos os casos, tratam-se de arquivos maliciosos que recolhem informações importantes do seu computador e que podem depois ser utilizados contra si.

Desta forma, tenha em mente as seguintes questões que vão ajudá-lo a identificar um email falso.

1 – Recorram a engenharia social

Normalmente a mensagem associada a um email falso apela à autoridade, atribuindo o alerta a algum órgão de pesquisa (como é o caso das finanças ou segurança social), e os textos são incoerentes ou com assuntos que chamam a atenção.

2 – O email de origem é estranho

Por norma, as mensagens apresentadas têm o objetivo de parecer terem sido originadas pela entidade em questão (é comum receber por exemplo um email a dizer que tem de renovar ou comprar domínio novamente).

Contudo, a maior parte das vezes os emails de origem além de serem diferentes do normal, podem ter um ou outro caracter que não é comum, por isso, estar atento é meio caminho andado para não ter problemas no futuro.

3 – Solicitam que execute um software

É comum que esses softwares estejam hospedados em serviços de hospedagem gratuitos, o que ocorre com grande facilidade dada a grande disponibilidade deste tipo de serviço.

Desta forma, sempre que receber um email desconhecido que peça para fazer download e executar um ficheiro, apague logo o mesmo.

4 – Solicitam dados sensíveis

Outra da forma de perceber um email falso é que é comum que sejam solicitados dados sensíveis, tais como senhas pessoais e dados financeiros. Para aumentar o número de respostas, os criminosos tentam criar um senso de urgência para que as pessoas respondam imediatamente, sem pensar.

Normalmente, os emails falsos não são personalizados, enquanto as mensagens válidas de seu banco ou empresa de comércio eletrônico são.

Agora que já sabe 4 formas de perceber quando é que é um email falso, está na altura de ter algum cuidado com essa questão, para não cometer nenhum erro que possa comprometer o seu negócio.

PROACOINS – Game similar ao Pokémon Go permite aos jovens de SP trocarem pontuação por curso de inglês

Inspirado pelo sucesso de Pokémon GO, o Teatro Municipal de São Paulo aproveitou a apresentação de Marcelo Tas para lançar o game PROACOINS, um game de realidade aumentada que tem como objetivo cumprir provas na cidade de São Paulo em locais culturais e educacionais. Os jogadores podem visitar até 3500 lugares da cidade a fim de resolver missões específicas e interagir com outros jogadores. O macete é a possibilidade de ganhar até cursos de inglês no Minds English School.

Conforme o jovem vai cumprindo as atividades mais consegue aprimorar o seu avatar. A iniciativa foi feita pelo Instituto PROA que ajuda mais de 600 jovens anualmente e este ano completou 10 anos de existência. Para o planejamento do game e a criação das 10 mil tarefas disponíveis nele, o PROA contou com a parceria da Prefeitura de São Paulo, Secretaria de Cultura, e a desenvolvedora de tecnologia Oracle.

O grande ganho do PROACOINS, além desses jogadores aprenderem mais sobre a própria cidade e evoluírem como cidadãos, é que os estudantes de escolas públicas poderão trocar os seus pontos (moedas virtuais) por vários benefícios educacionais. Entre eles: bolsas em universidades, intercâmbio, ingressos para cinema, e bolsas na Minds English School.

“Apoiamos este game do PROA porque acreditamos que esses jovens podem se desenvolver na carreira e na vida aprendendo um segundo idioma. Só em São Paulo temos 9 escolas da Minds. Ou seja, o estudante que usar o APP e cumprir os pontos necessários, pode trocar por bolsas de estudo da Minds na unidade que for mais próxima”, evidencia Leiza Oliveira, CEO da Minds Idiomas.

O APP, PROACOINS, foi oficializado nesse último sábado, dia 19, como o aplicativo oficial da Virada Cultural. O evento teve recorde de público e através do game, o jogador recebia missões nos palcos, nas atrações que aconteceram nesse último final de semana.
Para saber mais, acesse o site oficial do game.

BIG Festival 2018 – inscrições para o BIG Starter encerra em 2 dias

Já está chegando a hora! O BIG Festival prorrogou as inscrições para o BIG Starter até o dia 20 de maio. Se você é desenvolvedor de games e quer ter a chance de apresentar seu projeto para uma banca influente, esta é a oportunidade. O BIG Starter é um segmento do evento voltado para projetos não finalizados ou publicados comercialmente. Neste segmento o desenvolvedor iniciante terá a oportunidade de apresentar seu projeto a uma plateia composta por outros produtores, potenciais investidores, nomes relevantes do game design nacional e internacional, jornalistas e outros formadores de opinião.

A premiação consiste em duas categorias: projeto de jogo de entretenimento e projeto de jogo educacional ou de aprendizagem. Para cada uma delas o vencedor levará o prêmio, patrocinado pelo BNDES, de R$ 20 mil e um troféu. Para participar, o projeto deve encontrar-se em um estágio de desenvolvimento apresentável por meio de modelo funcional, mesmo que não interativo. São aceitas demonstrações digitais e analógicas.

Um dos projetos que ganhou um “empurrãozinho” do BIG em edições anteriores foi Relic Hunters Zero, um shooter cartoonizado feito pela Rogue Snail, que participou da produção de jogos como Chroma Squad, Dungeonland e Knights of Pen & Paper. “Vencer o BIG Starter foi, tanto para o jogo Relic Hunters Zero, como para a empresa [Rogue Snail], algo muito importante”, diz Marcos Venturelli, CEO e game designer do estúdio. “Nos incentivou a continuar trabalhando e investindo no jogo, que começou de forma humilde e se tornou o projeto mais ambicioso da minha carreira”, completa.

Outro game que levou o prêmio do BIG Starter no passado foi Monowheels VR, uma experiência futurista da IMGNATION Studios, mesma empresa que desenvolveu Angry Birds Rock in Rio, game em parceria com a Rovio. Para eles, receber o prêmio do BIG Starter foi uma injeção de ânimo e permitiu focar em melhorias para o produto.

“A premiação teve um papel importante na validação, tanto do game como da empresa, porque nos ajudou na hora de fechar parcerias com publishers e investidores”, comenta o Orlando Fonseca Jr., CEO da IMGNATION.

Além do prêmio em dinheiro, Monowheels VR ganhou destaque em veículos especializados no segmento e acabou indo parar na GDC 2018, um dos principais festivais de desenvolvimento de jogos do mundo. As inscrições para o BIG Starter podem ser feitas aqui. Veja o regulamento completo na página do BIG Starter.

Serviço – BIG Festiva 2018

Quando: 23 de junho a 01 de julho

Onde: Centro Cultural São Paulo (São Paulo) e Centro Cultural Oi Futuro (Rio de Janeiro)

Quanto: Entrada Gratuita

Greenk Tech Show – evento em São Paulo mistura e-Sports, Youtubers e palestras sobre sustentabilidade

Quem estiver em São Paulo entre os dias 25 a 27 de maio poderá conferir a segunda edição do evento Greenk Tech Show, aquele que pleiteia ser o maior Festival de Tecnologia e Sustentabilidade do Brasil. Para isso, o evento terá uma série de torneios de e-Sports, Concurso Cosplay e a participação de Youtubers bastante conhecidos no mundo.

Uma das principais atividades do Greenk Tech Show são os campeonatos de games. Alguns dos expoentes mais populares da atualidade estarão lá para jogatina, tais como PUBG, Clash Royale, Counter Strike GO, League of Legends e Rainbow Six Siege. De acordo com a organização do evento, haverão partidas de exibição entre influenciadores e torneios entre times brasileiros e outros abertos ao público.

Já para quem é fã de influenciadores, há uma boa variedade de Youtubers convidados. Nomes como o Authentic Games, Davy Jones, Patife, Irmãos Piologo já estão confirmados. Além deles, algumas personalidades importantes como Leo De Biase, CEO da ESL, Ariane Parra, desenvolvedora de games a cosplayer Yuki Lefay participarão de palestras e bate papos sobre diferentes temas.

Por fim, vale lembrar que o evento tem caráter de sustentabilidade. Então você vai poder conferir muitas atividades sobre como preservar o meio ambiente. Haverá até mesmo uma gincana entre escolas para captação de lixo eletrônico. A ideia é educar as crianças sobre os perigos do e-lixo, além de promover boas práticas sustentáveis e horas de diversão. Você pode conferir toda as atrações do Greenk Tech Show no site do evento.

 

Serviço – Greenk Tech Show 2018 / estande Avery Dennison

Data: de 25 a 27 de maio

Horários: sexta-feira (25/5), das 12h às 21h / sábado (26/5) e domingo (27/5), das 10h às 21h

Local: Anhembi – Avenida Olavo Fontoura, 1.209, Santana, São Paulo-SP

CNA aposta em gamificação para revolucionar o ensino do inglês

Muitas das maiores empresas do mundo estão de olho nas possibilidades de gamificação para melhorar os resultados de seus funcionários. Agora chegou a vez de utilizar a técnica para explorar o potencial dos clientes. É com esta ideia que a rede de escola de idiomas CNA pretende melhorar os resultados dos seus alunos.

Para isso, a instituição criou a CNA Go, uma plataforma digital desenvolvida com participação da DB1 Global Software, multinacional de tecnologia sediada em Maringá (PR). O CNA Go mescla atividades online (75%) e presenciais (25%), promovendo a interação de alunos do mesmo nível com o apoio de áudios, vídeos e professores online.

De acordo com a CNA, a plataforma de software foi inspirada na estética dos mapas de metrô e é adaptativa, ou seja, tem uma metodologia que se adapta à maneira de aprender do aluno. Além disso, foi construída no conceito de gamificação, utilizando contextos relacionados a jogos e permite a criação de ferramentas de engajamento por meio de três elementos principais: motivação, dados e interação. À medida que os novos territórios são explorados, os alunos são recompensados pelas atividades completadas.

“A DB1 demonstrou um equilíbrio entre disciplina metodológica e flexibilidade de execução, estando sempre abertos a ouvir e trabalhar em conjunto para o sucesso do projeto”, afirma Guilherme Pompeo, gerente executivo de Tecnologia e Inteligência de Negócios do CNA.

A expectativa é que a plataforma auxilie os alunos a aprender o idioma inglês com mais praticidade e facilidade. A interatividade é uma das maiores tendências do ramo estudantil e profissional.

Abaixo você confere um vídeo que fala sobre o projeto CNA Go:

Glitch Mundo – Desenvolvedores Independentes do Brasil criam seu próprio evento de games

Vocês devem se lembrar do sentimento de insatisfação de um grupo de desenvolvedores independentes com relação ao direcionamento que o BIG Festival tomou nos últimos anos, certo? Pois bem, o diálogo continua aberto, porém o grupo de desenvolvedores decidiu tomar as rédeas de sua própria comunidade e acabaram por criar um novo evento de games independentes, feito justamente por desenvolvedores independentes. Assim surge o projeto Glitch Mundo.

A ideia basicamente é dar a oportunidade para os desenvolvedores indies mostrarem seus jogos em um ambiente que mistura gastronomia. Os jogos selecionados estarão presentes na DiceZ, tradicional hamburgueria da capital paulista, nos dias 26 e 27 de Junho e as seleções oficiais serão feitas baseados nos seguintes critérios: polimento, experimentabilidade e o fator diversão.

De acordo com a página do evento, o Glitch Mundo ocorre em paralelo ao BIG Festival, oferecendo um espaço seguro e aberto de jogos e experiências interativas. O evento compreende diversas atividades, tais como Mostra de Jogos, Batalha de Ilustradores e um Flash Day Tattoo.

“A palavra independente está sendo usada por grandes corporações para benefício próprio. Nós somos os desenvolvedores independentes, que vivem de suor e lágrimas para conseguir pagar as contas do mês. Não somos uma pessoa nem uma panelinha delas. Nós somos um coletivo, um conjunto de mentes diferentes que passaram por jornadas diversas e com um único objetivo: colocar o coração de volta no desenvolvimento independente”, diz um comunicado no site do Glitch Mundo.

De acordo com a organização do evento, serão organizadas células pequenas, grandes, encontros, palestras, festas, mobilizações, piquetes, e o que mais for julgado necessário pelos integrantes. O obetivo é tornar o evento aberto e repleto de atividades que agradem a comunidade e os jogadores. Qualquer um, inclusive, pode organizar suas próprias atividades. Basta entrar em contato no Discord para coordenar juntamente com a organização todas as iniciativas de forma ordenada.

Mostra de Jogos

A Mostra de jogos do Glitch Mundo contará com 10 jogos (5 para cada dia), onde o frequentador pode jogar os jogos ali juntamente de seus criadores. Conjuntamente, serão realizados micropainéis com os desenvolvedores para eles falarem sobre seus projetos, e estes serão registrados em vídeo e disponibilizados futuramente pela Internet.Para submeter seu jogo, basta clicar aqui.

 

Serviço – Glitch Mundo 2018

O que é: evento criado por desenvolvedores de jogos independentes que querem mostrar seu trabalho.

Quando: 26/06 a 01/07

Onde: Haverá diversas atividades em diferentes locais como a DiceZ Burguer, em São Paulo, e a Hot Milk, em Curitiba. Outras atividades e espaços podem ser integrados ao evento.

 

De acordo com a ESL, Brasil é potência mundial nos e-Sports e o cenário só tende a melhorar com o passar dos anos

Há mais de 20 anos as lan houses se tornaram uma febre em todo o Brasil. Muitos jovens tinham por hobbie ir até as casas de informática jogar algumas horas de Counter Strike e outros games competitivos. Essa fase despertou um interesse massivo nos jogos competitivos e colocou em evidência os cyberatletas. Uma das empresas que mais acompanha o cenário nacional é a ESL, maior empresa de e-Sports do mundo, liderando a indústria através dos jogos eletrônicos mais populares da atualidade, como FIFA, CS:GO, League of Legends, Dota, Starcraft II, Street Fighter, Call of Duty, World of Tanks e muitos outros.

De acordo com recente relatório da Nwezoo, apenas em audiência, o Brasil é o terceiro maior consumidor de esports mundial, ficando atrás apenas de China e Estados Unidos. Desse público, 11,4 milhões são entusiastas de esports e por isso uma das missões da empresa no Brasil é aquecer o mercado dos esportes eletrônicos na região, com competições e eventos que superem as expectativas de um público tão fiel e apaixonado pelas competições de jogos eletrônicos como os brasileiros.

Leo De Biase, CEO da ESL Brasil

A ESL alerta, entretanto, que para manter uma indústria de esportes eletrônicos consolidada alguns investimentos deverão ser feitos a longo prazo, como já acontece no cenário internacional. De acordo com a ESL, por se tratar de um segmento relativamente “novo”, os valores de investimento ainda são muito acessíveis e possuem retorno cerca de sete vezes maior em relação aos esportes tradicionais. Os relatórios da Newzoo apontam que 66,3 milhões de brasileiros se consideram gamers, isso quer dizer que ainda há muito público para alcançar com esse esporte que já nasceu digital.

Uma pesquisa realizada em 2017 pela Momentum Worldwide We Know Gamers Study aponta que 75% dos entrevistados gamers disseram que o jogo sempre fará parte da sua vida, e 35% afirmou que jogam mais a medida que envelhecem. Com esses dados é possível afirmar que o Brasil já tem um público fidelizado nos esports bastante poderoso e atraente para as marcas não endêmicas. A audiência anual da ESL Brasil já soma 7 milhões de espectadores únicos, alcançando boa parte do público que se considera entusiasta da área.

É por isso também que toda vez que uma equipe brasileira se destaca em um campeonato, não é só ela que ganha, mas todo o cenário do qual ela participa. Essa ascensão também facilita a entrada de novos players e o interesse de novos patrocinadores, além de encorajar mais público e fidelizar os que já acompanham nosso trabalho.

Em 2018 o Brasil vai presenciar o primeiro ESL One de Counter Strike: Global Offensive promovido pela ESL, em parceria com a Intel. O ESL One Belo Horizonte 2018 será um grande indicador de todo esse sucesso com o público. Um evento desse porte mobiliza grande parte da fatia gamer no Brasil, e uma boa porcentagem dela terá sua primeira experiência em um evento global de e-Sport. Essa é a oportunidade perfeita para mostrar para o Brasil e para as empresas que temos capacidade de mobilizar multidões com campeonatos e ligas em território nacional que batem com as expectativas de eventos internacionais.

Mercado Livre confirma participação na BGS 2018

Ano após ano a Brasil Game Show (BGS) reúne grandes atrações, os principais lançamentos do ano e centenas de expositores entre desenvolvedoras, publicadoras, varejistas, fabricantes de hardware e estúdios independentes. Não é por acaso que o público do evento sempre lota os corredores do São Paulo Expo para conferir de perto as novidades da temporada e bater papo com desenvolvedores e influenciadores.

Além de empresas totalmente dedicadas ao universo gamer, também participam da BGS marcas de outros segmentos que vêem no evento uma excelente oportunidade para se aproximar e interagir com o público de um setor que já movimenta mais de US$ 1,3 bilhão por ano só no Brasil. É o caso do Mercado Livre, empresa dedicada ao e-commerce na América Latina, que estará na 11ª edição do evento, a ser realizada entre 10 e 14 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Para este ano o Mercado Livre terá um estande de 150 m², três vezes maior do que em 2017, e prepara surpresas ainda mais empolgantes para o público. A intenção é divertir os visitantes do estande com muitas atrações e a participação de youtubers e jogos multiplayer.

“A categoria de games no Mercado Livre é uma das que mais crescem na plataforma. Na Brasil Game Show pudemos comprovar o reconhecimento do público à nossa marca e tivemos uma experiência tão positiva que este ano ampliaremos a nossa participação, com uma localização ainda melhor e grandes surpresas em nosso estande”, disse Fernando Sztrajtman, gerente de Consumer Eletronics do Mercado Livre no Brasil.

Mais atrações para a BGS 2018

Em 2018, cerca de 300 marcas participarão da BGS, que mais uma vez trabalha para superar o sucesso da edição anterior. Já estão confirmados, entre outras atrações, Charles Martinet, dublador de Mario, famoso personagem da Nintendo; Daniel Pesina, intérprete de diversos personagens icônicos de Mortal Kombat, e Katsuhiro Harada, diretor de Tekken e de Soul Calibur, ambas importantes séries de jogos de luta.

Além de convidados internacionais, também está garantida a participação de uma das principais line-ups de Counter Strike: Global Offensive (CS:GO) do mundo: os jogadores brasileiros Marcelo “coldzera”, Gabriel “FalleN”, Fernando “fer”, Epitácio “TACO” e Ricardo “boltz”. Ao longo dos próximos meses, outras várias novidades serão reveladas.

Todas as notícias sobre a Brasil Game Show podem ser vistas no site da BGS.

Serviço – BGS 2018

Quando: 10 a 14 de Outubro (1º dia exclusivo para imprensa e negócios)
Onde: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo – SP
Horário: 13h às 21h

Novo livro de Salah Khaled analisa a relação entre os videogames e a violência

Estados Unidos, 1999. Eric Harris e Dylan Klebold entram nas dependências da Escola Columbine armados até os dentes. Resultado: doze pessoas são mortas a sangue frio. Os dois jovens assassinos cometem suicídio e uma pergunta reverbera no ar: porquê? Quase vinte anos se passaram desde o ato de violência em Columbine e muitas teorias foram formuladas de o que levou esses jovens a cometer tal atrocidade.

A polícia pesquisou a história dos assassinos e descobriu um histórico de sofrimento de bullying, sociopatia e um vício incontrolável em Doom. A arapulca estava armada. Outros incidentes ainda nos Estados Unidos de jovens perturbados e suas armas letais apontaram o dedo acusador para qual o mal dos jovens americanos.

Tudo era culpa dos videogames e sua violência desregrada. A partir daí se viu uma caça às bruxas: Mortal Kombat foi censurado em alguns países, GTA foi banido de algumas lojas, o site Doomworld teve de se defender através de editorial e uma série de entrevistas.

Pressionado pelos país, o Congresso Americano teve de regular os jogos através de faixa etária. Mas o estrago já estava feito: nunca mais os videogames seriam vistos com bons olhos pela sociedade geral. Até mesmo nos dias atuais é possível ver matérias na televisão e em jornais relacionando os videogames com comportamentos erráticos.

Essa briga entre defensores dos jogos eletrônicos e a mídia já rendeu muitos debates. Se você quer entender mais desse assunto de maneira profissional, a dica é o livro “Videogame e violência”, do professor professor Salah H. Khaled Jr. A obra busca responder até que ponto a relação entre jogos e violência é verdadeira. A leitura é obrigatória para quem quer entender se os jogos são fator determinante para a explosão de ódio generalizado entre jogadores.

O professor Salah H. Khaled Jr. tem todas as credenciais necessárias para analisar o tema, já que ele é especialista em criminologia, em História do Brasil e gamer desde os anos 1980. A obra é publicada pelo grupo Record e chega ao mercado em maio pelo preço de R$ 59,90. Segundo o professor Salah, não existe uma relação direta entre videogames e violência gratuita.

O jornal The Sun aponta Fortnite como criador de jovens desordeiros

“Não há nenhuma evidência concreta de que jogos eletrônicos provocam violência, ou seja, de que existe uma relação de causa e efeito entre videogame e violência. A suposta conexão entre games e violência não é mais que um discurso produzido pela imprensa, recepcionado por políticos e grupos de pressão e, de certo modo, ‘certificado como verdadeiro’ por alguns pesquisadores, cujo resultado conduz à criminalização cultural dos games, e também dos criadores e dos jogadores. Trata-se de um complexo processo de difusão de pânico moral por reacionários culturais”, diz o autor na introdução do livro.

Para defender sua tese, Salah faz um levantamento histórico da demonização dos videogames – algo que se confunde com a própria história dos jogos –, começando ainda nas “cruzadas morais” contra as histórias em quadrinhos e o rock, até o desenvolvimento dos primeiros games. Ele analisa ainda alguns jogos específicos e seus impactos, e destrincha casos em que a polêmica chegou ao auge, como na tragédia de Columbine, nos EUA, e no atentado dentro de um cinema de shopping , em São Paulo.

No texto, ele explora os casos tanto pela perspectiva judicial quanto pela das pesquisas científicas, da cobertura da imprensa e da atuação de políticos. Salah reúne uma bibliografia abrangente e mostra que muitas pesquisas apresentam falhas metodológicas e não são capazes de apontar com segurança uma relação causal entre games e agressão ou perda de sensibilidade.

Os jogos e os próprios desenvolvedores também não são poupados: o autor fala de casos em que as próprias empresas produtoras de games disseminam o pânico em busca de publicidade, e examina os jogos que difundem discursos de ódio em suas tramas.

O autor destaca que não são grandes séries comerciais, mas sim um universo muito restrito de games, como RapeLay, Ethnic Cleansing e V-Tech Rampage, que, inclusive, são duramente criticados pela imprensa especializada.


TRECHO:

“A tragédia de Columbine consolidou o pânico moral relativo aos games no imaginário popular e inaugurou um novo front na guerra (pro)movida pelos empreendedores morais: o judicial. Esse fenômeno certamente merece atenção especial, já que o campo jurídico é por definição um dos privilegiados para a difusão do processo de criminalização cultural.

Mas não se trata apenas de criminalização de produtos, criadores, lojistas e consumidores. Nos processos movidos contra a indústria dos games encontraremos algumas características que certamente os diferenciam de situações análogas em outras mídias.” Você consegue mais detalhes do trabalho no site do lançamento.