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Monster Hunter Generations já está disponível na eShop

Na última semana a Capcom lançou oficialmente o jogo Monster Hunter Generations em formato digital para o Nintendo 3DS. O game chego à eShop pelo preço de R$ 99,99 compatível com todos os modelos do 3DS. Junto do lançamento, a Capcom disponibilizou um Starter Pack gratuitamente dentro do jogo, oferecendo poções, armadilhas e outros itens que ajudaram os jogadores a mergulharem na aventura e caçar os monstros mais terríveis do mundo.

Além do Starter Pack, a Capcom dará suporte contínuo ao jogo com quests gratuitas por download mensalmente e conteúdos adicionais toda sexta-feira até o final do ano. Esses novos pacotes de conteúdo vão adicionar novos desafios para estender a jogatina ainda mais. Os pacotes também permitirão que os caçadores e Felynes se equipem com roupas e armas temáticas baseadas em séries famosas como Fire Emblem, The Legend of Zelda, Okami e outras.

De acordo com a Capcom, Monster Hunter Generations é a mais customizável experiência em sua série de RPG. Novas mecânicas de jogabilidade foram introduzidas, como os Styles e as Hunter Arts, que permitem um estilo de jogo personalizado e bastante único. Os jogadores podem realizar ataques por cima usando o estilo Aerial, ou realizar contra-ataques precisos e poderosos com o estilo Adept. O combate está mais dinâmico com a adição das Hunter Arts, uma seleção de ataques devastadores, habilidades de campo e aprimoramentos que qualquer caçador pode usar independente de estilo ou arma utilizados.

No início da jornada, os jogadores se juntam à Wycademy, um grupo especializado em pesquisar e estudar monstros. Além de derrotar algumas das ameaças mais perigosas, os jogadores também precisam defender cada uma das quatro vilas do jogo das ameaças conhecidas como os Fated Four. O título possui centenas de missões para acumular recursos para criar novas armas e equipamentos, há incontáveis desafios para se enfrentar na aventura solo ou no multiplayer local e online para até quatro jogadores.

Anteriormente disponíveis apenas como parceiros de IA, “Palicoes”, os Felynes agora estão jogáveis no modo “Prowler”, com suas próprias quests e recompensas, mecânicas de jogabilidade únicas e equipamentos próprios. Para acessar as mais recentes informações e material de divulgação de Monster Hunter Generations, visite o site da Capcom.

Abaixo tem o trailer de lançamento de Monster Hunter Generations:

Homenagem a Satoru Iwata, uma das pessoas mais adoradas na indústria de jogos eletrônicos

A semana dos fãs de jogos eletrônicos não podia ter começado mais triste. Como todos sabem, Satoru Iwata, presidente da Nintendo, faleceu aos 55 anos. Fãs da empresa japonesa lamentaram a morte do executivo, bem como membros da imprensa e muitos outros desenvolvedores. Até mesmo concorrentes diretos da Nintendo demonstraram suas condolências, como Phil Spencer da Microsoft e Shuhei Yoshida da Sony.

A morte de Iwata foi sentida por todos. Poucas vezes a morte de um executivo da indústria foi tão sentida como ocorre com o caso de Iwata. Mas por quê? Será que é por que ele foi o chefe de uma das empresas mais queridas do mundo dos games? Absolutamente não. Talvez por que ele tenha falecido tão jovem? Provavelmente não.

A comoção pela morte de Iwata veio porque mais do que um executivo, Iwata era um legítimo gamer. Ele foi uma grande pessoa acima de tudo e bastante querido mesmo entre àqueles que não o conheceram pessoalmente. Basta ler algumas histórias para se dar conta que a Nintendo e o mundo do entretenimento perdeu uma de suas personalidades mais emblemáticas.

Entre suas realizações, vale mencionar que Satoru Iwata foi responsável direto pela criação de Balloon Fight, um clássico do NES lançado em 1984. Iwata foi o programador responsável por todo o game. Diz-se que ele era um grande prodígio enquanto programador. Para fazer jus a essa fama, Iwata teria sido reescrito o código de jogo de Earthbound em apenas uma semana. O game foi bem recepcionado pela crítica e pelos jogadores.

Iwata também trabalhou arduamente nos meses antes de Pokémon Stadium, do Nintendo 64. Na época os programadores encontravam dificuldade em comprimir o tamanho do jogo para caber nos cartuchos do N64. Reza a lenda que tal feito foi realizado em apenas uma semana sem que Iwata tenha feito uso de qualquer documento de referência. O resultado foi um dos jogos de maior destaque da era 32-64 bits.

Anos depois, já como presidente da Nintendo, Iwata percebeu a dificuldade que havia no desenvolvimento final de Super Smash Bros. Melee para o Game Cube. Ainda que não tivesse qualquer obrigação, Iwata teria descido até os laboratórios da companhia e auxiliou os programadores, de modo que o jogo estivesse pronto para o lançamento conjunto com o Game Cube. Além disso, o executivo participou ativamente da criação de outros jogos da plataforma, como Super Mario Sunshine, Metroid Prime, Animal Crossing e The Legend of Zelda: The Wind Waker.

E como falar de Iwata, sem mencionar sua maior contribuição para a indústria? De acordo com colegas da Nintendo, Iwata foi o grande responsável pelo conceito que deu origem à criação de Kirby, um dos mascotes mais queridos da Big N. Iwata não foi o criador de Kirby, mas foram suas ideias que tornaram o mascote o que é hoje.

Muito mais do que um programador respeitado, Satoru Iwata tinha fama de ser uma pessoa bastante humilde. Quando o 3DS foi um fiasco no lançamento, por exemplo, ele pediu desculpas aos investidores e aos fãs da empresa, e como se não bastasse ainda reduziu a metade de seu próprio salario para que os funcionários da empresa não fossem prejudicados pelos tempos de crise que se anunciavam.

Iwata foi um dos poucos executivos do alto escalão da indústria de jogos eletrônicos que falava diretamente com seus fãs, graças ao Iwata Asks. O programa foi idealizado por ele e durante esses vídeos, Iwata falava com desenvolvedores que estavam criando jogos para as plataformas Nintendo. A ideia era que os fãs ficassem atualizados acerca das novidades dos games da companhia a cada mês. O programa também servia para apresentar novidades. Uma das decisões mais polêmicas de Iwata foi abandonar as suntuosas conferências de imprensa durante a E3. Nas ultimas três edições, por exemplo, Iwata e outras personalidades da Nintendo apareciam em vídeos pré-gravados para revelar as novidades da companhia para o mundo.

O grande pesar pela morte da Iwata dá-se talvez por seu espírito e personalidade. Ao invés de afastar-se de seus fãs, como muitos executivos costumam fazer quando chegam aos cargos mais altos, Iwata queria ser visto como apenas mais uma pessoa que move essa indústria.

“No meu cartão de visitas, eu sou presidente de uma empresa. Na minha mente, eu sou um desenvolvedor de jogos. Em meu coração eu sou gamer.”

Abaixo tem a homenagem que a Nintendo Life fez para Iwata:

E se… a Nintendo não fabricasse mais consoles?

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Por décadas a Nintendo tem sido sinônimo de videogames e sua importância na indústria é muito maior do que a de suas concorrentes Sony e Microsoft, ainda que muitos discordem. Personagens como Link, Samus, Pokémons e Kirby são altamente reconhecidos mesmo entre as pessoas que não são fãs de videogames. Poxa, não existe um ícone maior na história dos videogames do que o Mario!

Aceitemos o fato, mesmo que nem todos sejamos nintendistas, é fato que a Nintendo moldou a indústria de videogames como a conhecemos hoje. Pense em quantas não foram as contribuições da empresa para o público gamer. Desde alavancas analógicas até controles sensíveis ao movimento ou jogar com canetas: foi tudo por causa desses japoneses. Nós devemos muito para a Nintendo.

Hoje em dia a empresa não está na melhor das situações: o Wii U amargou um ano péssimo nas vendas e os concorrentes estão prestes a lançar suas plataformas (que acreditam os analistas, irão superar com folga o console da Big N). Tal cenário nos remete ao ano de 2002-2003 quando a Nintendo estava numa situação muito precária com seu GameCube, sem qualquer assistência de 3rd Parties para alavancar as vendas do console. Naqueles anos especulavam-se muito nos bastidores que a Nintendo estava seguindo o trágico caminho da SEGA, ou seja, deixaria de fabricar consoles para se dedicar exclusivamente em criar jogos.

Obviamente tal hipótese está longe de acontecer, certo? CERTO? Mas ainda assim vamos especular como a indústria de jogos eletrônicos e os jogadores reagiriam em um cenário que a Nintendo deixasse de existir.

Vamos conjecturar nessa viagem digna de chá de cogumelos:

Os game designers iriam para outras empresas

 

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Ora, de todos os cenários possíveis este é o mais óbvio. Afinal, caras como Shigeru Miyamoto, Yoshiaki Koizum, Eiji Aonuma e Katsuya Eguchi não ficariam desempregados nem se quisessem. Empresas como Sony, Microsoft, Square-Enix (ou quem sabe a Apple?) pagariam rios de dinheiro se pudessem contar com esses talentos em seus times de criação. Então mesmo que esses caras não trabalhassem mais com Mario ou Zelda, é certo que eles criariam coisas de qualidade em outras empresas. Imaginem como Fable ficaria melhor sob a direção de Aonuma ou como Sonic seria com os (caros) serviços de consultoria de Miyamoto?

Neste cenário perderíamos a Nintendo, mas as produtoras de games concorrentes ganhariam muito talento.

O fim dos jogos plataforma como conhecemos

Hoje em dia o gênero de jogos plataforma vive sob a sombra gigantesca de Mario. Outros games até têm seu espaço como Sonic, Rayman e Kirby, mas se existe uma franquia que movimentou e ainda movimenta este gênero é Super Mario.

Num cenário em que a franquia simplesmente deixasse de existir, fica claro que o gênero iria perder a força que tem. Iria perder tão rápido a força que em dois ou três anos ninguém mais iria investir em jogos plataformas. Talvez um ou outro desenvolvedor tentasse alguma coisa, mas iria cair em descrédito rapidamente e amargaria vendagens pífias. Goste ou não, Mario ainda é a grande fonte de inspiração de quem se mete em jogos do gênero.

Sony perde sua “fonte de criatividade”

sony-vs-nintendoAqui vai nosso tópico mais polêmico. A Nintendo introduziu o Wii Mote + Nunchuck e logo a Sony lançou o kit PS Move. A Nintendo criou o controle do SNES e em seguida vimos como o controle original do Playstation era parecido. Depois a Nintendo colocou uma alavanca analógica no controle do N64, a Sony colocou duas no joystick do Playstation. O Nintendo 64 tinha entrada para 4 controles, então veio o adaptador Multitap do Playstation 2. Playstation All-Stars Battle Royale é nada menos que uma cópia de Super Smash Bros. E por aí vai…

Sim, é verdade que a Nintendo não inventou todas essas coisas. A alavanca analógica, por exemplo, já existia na era do Atari 5200, por exemplo. Mas foi a Nintendo que popularizou cada um dos itens acima graças a um cuidado para garantir a qualidade muito maior do que os reais inventores originais. Após a Nintendo mostrar que as ideias podem dar certo, a Sony invariavelmente lança produtos semelhantes ou soluções que supram a deficiência de seus hardwares, a fim de torná-los mais competitivos com os produtos Nintendo. O próprio Gamepad do Wii U nem é tão inovador assim, mas nenhuma outra empresa teria a audácia de transformar um “tablet” no controle de seu videogame de mesa.

Num cenário em que uma empresa “corajosa” como a Nintendo deixe de existir, é possível que a Sony não se arriscasse tanto. O resultado disso é óbvio: a indústria dos videogames seguiria um caminho de previsibilidade irritante. Faltaria aquela companhia a investir pesado e tentar algo diferente do que já foi feito. Poderíamos dizer adeus à inovação e nos acostumarmos a jogar videogames somente da forma tradicional. Talvez a Microsoft tentasse coisas novas (lembra-se do illumiroom?), mas a Microsoft jamais conseguiria preencher o espaço de empresa inovadora que a Nintendo preenche na cabeça dos jogadores.

Tudo fica odiosamente online

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Na geração 128 bits, o Xbox já tinha a Xbox Live e a Sony já bolava sua rede online. Em contrapartida a Nintendo era cabeça dura: “nada de online para nós”, era a filosofia da empresa. Mas daí veio a sexta geração de videogames e a companhia teve de se render ao mundo online. Porém, mesmo hoje o Wii U e o 3DS não oferecem um serviço de rede online pomposo como o da Microsoft e da Sony. Porque será? Ao passo em que a PS Plus e a Live oferecem games gratuitos, tal ação não acontece na E-Shop.

Mesmo que a Nintendo tentasse nadar contra a corrente, não há muito que se fazer neste aspecto, o futuro é estar conectado. Se imaginarmos que a Nintendo sempre foi meio arredia com a jogatina online e ela deixasse de existir de repente, imaginamos que seria a chance que a Microsoft e a Sony esperavam para enfim aplicar medidas DRM ferrenhas. Não que a Nintendo não tenha quaisquer medidas para combater a pirataria (sabiam que a empresa pode brickar um 3DS por qualquer motivo?), mas a BIG N sempre foi um pouco menos obcecada do que as concorrentes.

Imaginem se por acaso a Sony seguisse os passos da Microsoft e o Playstation 4 tivesse várias restrições como o Xbox One teria quando foi anunciado? Certamente os jogadores que se sentissem abusados teriam de ir para o lado da Nintendo se quisessem jogar sem grandes preocupações. Imagino que a Sony não seguiu a maré não porque não quisesse, mas porque a comunidade de jogadores foi muito clara em dizer que NÃO queria tanta frescura para jogar e trocar seus jogos, além disso, tinha a Nintendo ali do lado, né? Seria como entregar a geração na mão da concorrência…

Sem a Nintendo, talvez a Sony não se preocupasse tanto com a reação dos jogadores e assim o futuro dos jogos eletrônicos se resumisse a medidas rígidas contra a pirataria e todos os consoles fossem totalmente online…

Big N torna-se 3rd party e faz rios de dinheiro vendendo Zelda em HD

zelda-wii-uOutro cenário mais amistoso é o da Nintendo continuar a existir, mas apenas como uma empresa 3rd party, assim como a SEGA. Ou seja, dedicar seus recursos financeiros apenas na criação de excelentes jogos, mantendo uma boa parte do seu quadro de funcionários. Se anos atrás seria impensável ver Sonic em uma plataforma Nintendo, imagine o absurdo ver Super Mario Bros. no meio da coleção de um jogador de Playstation, ali dividindo espaço com algum título God of War ou Halo? No mínimo seria bizarro.

Mas nem tudo seria ruim nesse cenário: os jogos da Nintendo são de uma qualidade inegável, não por menos muitos a consideram a melhor produtora de jogos do mundo. Imaginem como seria massa ter um Legend of Zelda em HD correndo a 4K no Xbox One? Como se não bastasse, a Nintendo (mais do que a concorrência) é dona de franquias que vendem efetivamente consoles. Imagine só o quanto a Sony não pagaria para que a Nintendo lançasse Pokémon exclusivamente para a família Playstation? Ou quanto dinheiro a Microsoft não estaria disposta a pagar por um Zelda exclusivo?

Ou a Nintendo poderia recusar a oferta de lançar jogos exclusivos e lançar suas obras primas para as duas plataformas, garantindo o dinheiro de uma base muito grande de jogadores. Com certeza não faltariam compradores para Animal Crossing, Donkey Kong Country, Kirby, Metroid ou Star Fox. Ora, vejam vocês, na hora de escolher um console portátil eu escolhi o 3DS justamente porque não haveria a menor possibilidade de jogar Zelda no PS Vita. E olha que o portátil da Sony é mais poderoso. Talvez a empresa japonesa até começasse a lançar jogos para celulares. Afinal, como dizem, gráficos não é sinônimo de qualidade…

Inicia-se um leilão pelas IPs da Nintendo

auction-hammerA Nintendo está numa situação crítica neste tópico. Sem dinheiro para pagar funcionários e suas dívidas, a solução é leiloar suas IPS, tal qual a 38 Studios está a fazer com Kingdons of Amalur. Deste modo, qualquer softhouse do mundo tem a chance de botar as mãos na franquia Mario para todo o sempre e fazer com o bigodudo o que der na telha, até mesmo um Mario FPS, ou um Mario Sandbox em que pudéssemos percorrer o Reino do Cogumelo livremente e sair aloprando os goombas como se estivéssemos em um Mario GTA (com direito a roubar os carros à lá Mario Kart) e sair zoando sem culpa.

Interessados no leilão não faltariam. A Sony adoraria ter os direitos sobre Zelda a fim de fazer um crossover com Kratos, por mais bizarro e estúpido que a ideia parecesse. Já a Microsoft investiria tudo para criar um Nintendogs Kinect ou realizar o sonho de intercalar ano após ano o lançamento de Metroid e de Halo (talvez até rolasse do Master Chief entrar numa missão com a Samus). Talvez a Rare pudesse voltar a trabalhar com Donkey Kong…

A Disney seria a mais ambiciosa: tentaria comprar toda a Nintendo para algum dia lançar um Kingdom Hearts que juntasse os personagens da Square/Disney/Nintendo. Em seguida a Disney lançaria o fabuloso jogo Mickey Mouse: Adventures in Pikmin World. Outra interessada seria a Bandai Namco, que não mediria esforços para colocar os Pokémons e Digimons em um lugar comum. Consegue imaginar a bagunça?

Ah, e pode esquecer! Nunca mais seria lançado um Smash Bros.

Miyamoto faz um jogo decente e inovador com o kinect

miya1_01_thumb2Talvez o Miyamoto não tenha curtido muito o Kinect durante a E3 2010. A expressão no rosto do lendário japonês era indecifrável. Vamos assumir que Miyamoto estava curioso com o acessório do Xbox e estivesse pensando “o que se pode fazer com isso além de jogos de dança?”. Vamos imaginar que a Microsoft nutra um sonho antigo de contar com os talentos de Miyamoto-San. Vamos imaginar que nessa realidade alternativa a Nintendo caia fora da indústria e comece a fazer uma viagem pelo mundo ao melhor estilo aposentado endinheirado. De repente ele recebe uma ligação do próximo presidente da Microsoft.

– Alô, Miyamoto?

– Arô, tudo bem?

– Miyamoto-San, venha para Redmond, trabalhe conosco, vamos lhe oferecer US$ 50 milhões por ano.

– Não estou interessado. Não vou trabalhar com a Rare e não pretendo fazer nada com Halo ou com Fable, obrigado.

– Espere, queremos que você faça alguma coisa com o Kinect, estamos ficando sem ideias e ninguém mais quer criar jogos para ele, só a Ubisoft.

– Hum. Eu queria fazer alguma coisa com o Kinect, mas tem de ser do meu jeito e só será lançado quando ficar pronto.

– Ótimo, bem vindo a Redmond.

E assim passam-se anos desde essa ligação. A indústria já até duvida que Miyamoto esteja mesmo trabalhando em algum jogo para a Microsoft. Até que chega a E3 e Miyamoto sobe ao palco para apresentar uma nova IP para o Kinect. O mundo fica assombrado com a genialidade do game designer mais uma vez. O título vende horrores e a Microsoft consegue passar o Playstation 4. Que jogo seria esse?

A empresa continua no ramo de portáteis

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Bom, se há algo em que a Nintendo nunca pisou na bola, foi no mercado de portáteis. Mesmo com hardware inferior à concorrência, a Big N e seus títulos exclusivos sempre venderam feito água. Num cenário em que o Wii U vai mal das pernas e o 3DS segura as pontas da Nintendo não é absurdo pensar que a empresa resolvesse focar apenas no mercado de portáteis. Mas e aí o que aconteceria com os jogos da empresa?

Um caminho é que tudo e qualquer produto com o logo da Nintendo possa ser jogado apenas em consoles de bolso. Outro cenário é que a empresa crie jogos para consoles, mas em menor quantidade que no 3DS. Neste último cenário, a Sony e seu Vita seriam varridos completamente do mercado de portáteis, afinal a Big N teria pelo menos um grande lançamento por mês durante o ano todo. Pouca gente iria se interessar no Vita.

Chegaria um momento em que o 3DS precisaria de um upgrade, então seria lançado um novo console portátil muito mais poderoso e inventivo. O resto da história vocês já conhecem: por mais de duas décadas o mercado de portáteis é conhecido por um nome.

A Nintendo leva mais uma pra cova

O Xbox One e o Playstation 4 são muito parecidos, isto é fato. Há algumas peculiaridades, mas em geral as duas plataformas são PCs embutidas em caixas parecidas com videogames e entradas para joystick. Se você vai escolher uma dessas plataformas é tão somente porque acha mesmo que as especificações técnicas fazem diferença ou porque é muito fã de algum título exclusivo em específico. Pois com relação a jogos 3rd party pode apostar que as duas plataformas oferecerão os mesmos jogos.

Num cenário sem Nintendo, veríamos uma guerra de consoles em que as duas empresas concorrentes estariam fazendo as mesmíssimas coisas, sem qualquer inovação, sem se preocupar muito com jogadores casuais, enfim. Chegaria um momento em que a comunidade gamer perceberia que não faz sentido ter as duas plataformas no mercado. Lembram quando Iwata disse que o Wii é a segunda opção dos jogadores e que se todos os consumidores do PS3 e do 360 tivessem o Wii como segundo sistema estaria tudo bem?

Pois então, sem a Nintendo a guerra dos videogames seria previsível e muito aborrecida ao melhor estilo guerra de trincheiras. De qualquer forma, uma das empresas iria se sobressair nas vendas e lucros, relegando a outra o esquecimento. A empresa que saísse derrotada não veria porque continuar, visto que não conseguiria entregar um próximo novo produto diferente o bastante da rival que fizesse jus a um lançamento de console. Deste modo, a indústria de videogame sofreria a iminente hegemonia de uma única empresa fabricante de consoles. Assustador?

O fim da Nintendo leva a um novo crash do mercado

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Um cenário mais assustador ainda é o fim da Nintendo gerar um crash da indústria. Seria uma ironia e tanto, visto que quem tirou a indústria de jogos eletrônicos do buraco foi justamente a Nintendo. Sem a Nintendo a indústria poderia caminhar para o mesmo crash da época pós-Atari. Como isso poderia acontecer?

Expandindo ainda mais a megalomania do cenário anterior, vimos que haveria uma única empresa fabricante de hardware. Sem concorrência e sem nada a perder a tal empresa não se importar em deixar que qualquer produtor lance seu game independente de um controle de qualidade rígido. Afinal de contas, o desenvolvedor pagaria royalties para o dono da plataforma e sempre vai ter algum “otário” para comprar o jogo por pior que ele seja. Imediatamente a plataforma estaria entupida de jogos de baixo orçamento e qualidade duvidosa.

Chegaria uma hora que os jogadores postarão em fóruns da internet: “bons eram os dias em que anunciavam um Zelda novo. Essa série nunca teve um jogo ruim”. Depois de alguns meses que a indústria estivesse cansada de ter de escolher entre o Call of Duty genérico ou o plágio do plágio de Pokémon, as pessoas simplesmente parariam de comprar jogos. Um game seria lançado e ficaria estacionada nas prateleiras. O problema é que a percepção das massas alcançaria também os jogos AAA (“afinal de contas, mesmo que Resident Evil seja melhor que esses joguinhos aí, a Capcom vai dar um jeito de me extorquir de novo”).

De um lado teríamos os jogos de baixo e médio orçamento que seriam intragáveis e do outro teríamos jogos AAA com dezenas de conteúdos DLCs ou muitas vezes sem qualquer inspiração. Além dos jogos ficarem estacionados, os consoles também ficariam parados nas lojas porque ninguém vai querer comprar um videogame que só tenha jogos parecidos e jogos ruins. E assim se formaria um crash da indústria de games.

Philips cria o CD-i 2

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Esta é uma história antiga. Em meados da década de 90 a Sony queria muito fazer um leitor de CDs para o SNES da Nintendo, mas o acordo não vingou e a Sony partiu sozinha para criar o Playstation. A Nintendo temia perder o controle sobre sua própria plataforma por causa das cláusulas de contrato que tinha com a Sony, mas a ideia de ter um leitor de CDs para o SNES parecia interessante…

Após algumas conversas, a Nintendo firmou um acordo com a Philips para o desenvolvimento do tal sistema. Porém, como a história mostrou, a Nintendo não estava disposta a criar o leitor de CDs e por isso o acordo com a Philips também não deu certo. Assim como a Sony, a Philips resolveu seguir adiante e criou o CD-i. O aparelho não chegava a ser um videogame, mas sim um reprodutor de CDs interativos. O foco era mais voltado para aplicações educacionais, música e adaptações de jogos de tabuleiro. Entretanto o CD-i tinha um controle, uma clara tentativa de transformar o aparelho em um videogame competitivo.

Por causa do contrato que havia sido firmado com a Nintendo, a Philips tinha direito a utilizar personagens Nintendo enquanto o contrato estivesse em vigor, mesmo que o tal leitor não tivesse saído do papel. Assim, a Philips desenvolveu e lançou games licenciados da Nintendo como Hotel Mario, Zelda: Link: The Faces of Evil, Zelda: The Wand of Gamelon e Zelda’s Adventure. Apesar da qualidade questionável, esses títulos são lembrados por vários jogadores (nem todos com bons olhos).

Imaginem um cenário em que a Philips ainda estivesse interessada no mercado de jogos e subitamente a Nintendo deixa de existir. De repente os executivos da Philips compram as IPs da Big N e desenvolvem o CD-i 2. Um cenário dos mais improváveis.

Vita enfim deslancha no Japão

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Sem a Nintendo, a Sony finalmente tem a chance que esperava de abocanhar de vez o mercado de consoles portáteis. Mesmo que o Vita tenha poucos jogos e a qualidade deles seja duvidosa, os consumidores japoneses não teriam outro videogame para jogar o próximo Monster Hunter. Logo o console da Sony começa a explodir nas vendas e o apoio restrito que as softhouses davam ao sistema passa a ser mais efetivo.

Vários games de qualidade começam a surgir, impulsionando de vez as vendas do aparelho. Este cenário é bem plausível, mas serve para cutucar a Sony. Enquanto a Nintendo estiver por aí, dificilmente alguém vai dominar o mercado dos consoles de bolso.

Miyamoto e Aonuma criam uma nova produtora de jogos

miyaaouEiji Aonuma e Shigeru Miyamoto recusam-se a ficar parados para sempre. Mesmo sem poder utilizar os personagens de Mario e Legendo of Zelda, os dois criadores decidem continuar na indústria de jogos. Chamam alguns mais chegados da Nintendo e criam seu próprio estúdio de games para criar jogos para celulares e consoles de mesa.

Com a expertise dos game designers e a dedicação dos colaboradores, os jogos lançados mostram-se muito interessantes, arrebatando elogios da crítica especializada e o dinheiro dos jogadores. Logo as novas propriedades do estúdio Miyamoto-Aonuma vão parar em outras mídias como animes e adaptações para o cinema. Neste cenário a Nintendo deixa de existir para dar lugar a um novo e promissor estúdio cheio de gente criativa disposta a criar novas franquias. A magia não estaria totalmente perdida.

SEGA volta ao campo de batalha

Dreamcast2-TQ-600x378Disposta a manter viva a chama da inovação, a SEGA resolve que é a hora de lançar um novo videogame, pois a Sony e a Microsoft seguirão invariavelmente na mesma direção. A ideia de lançar um novo console surge numa conversa informal entre Satoru Iwata, presidente da Nintendo e Mike Hayes, presidente da divisão ocidental da SEGA, em que Iwata revela que a Nintendo está para fechar as portas. Hayes vê na conversa a chance de ocupar o lugar da antiga concorrente como a fabricante de hardwares mais voltada para jogadores casuais e recursos inovadores.

Um ano após o fim da Nintendo, a SEGA revela durante a E3 sua nova plataforma o Dreamcast 2, recheado de recursos inovadores e games interessantes. Por causa da recente proximidade da SEGA com a Nintendo (Sonic Lost Worlds é um exclusivo dos consoles Nintendo), a Big N concorda em lançar títulos exclusivos para o Dreamcast.

Logo, os antigos fãs da SEGA fazem filas para comprar o novo console, que se torna um sucesso graças ao esperado retorno de Crazy Taxi e Shenmue, que se juntam a Mario Dreamcast e Legend of Zelda no maior e melhor lineup da história dos videogames. De repente ficamos nos perguntando: porque as coisas tomarão esse rumo tão irônico???

A Nintendo leva consigo todas as suas séries

A Nintendo desaparece, mas antes de partir a empresa obriga cada um de seus colaboradores a não divulgar nada sobre o tempo que trabalharam na empresa, nem mesmo projetos secretos que seriam lançados no futuro. O motivo para tanto sigilo jamais é revelado. Cada uma das franquias da Nintendo desaparece ao mesmo tempo, no mesmo dia que a Nintendo fecha as portas. Nunca mais haveria qualquer notícia de um Pokémon novo, nem mesmo em anime!

Fãs entrariam em desespero, amaldiçoando os céus por ter deixado uma empresa tão queria sumir e levar consigo séries tão aclamadas como Mario e Donkey Kong. Em uma grande onda de comoção, a comunidade cria uma lápide simbólica na antiga sede da empresa. O fim da Nintendo vira notícia em todo o mundo, reverberando ainda mais que a morte do Michael Jackson. A cada aniversário de “morte da Big N”, os nintendistas se reúnem trajados de Link, Mario, Peach e Luigi para relembrar os anos dourados.

Em algum lugar da Europa executivos da Sony e da Microsoft brindam com champanhe.

A Nintendo volta por bem… ou por mal!

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O fim da Nintendo significa o fim de muitos paradigmas da indústria, na verdade uma parte da indústria morreria de fato. Neste cenário as coisas tomam um rumo inesperado, caótico, sanguinolento e embaraçante. Assim que Iwata anuncia durante o Iwata Ask que a Big N vai fechar as portas e nunca mais existirá qualquer game da empresa para qualquer plataforma (nem mesmo celulares), o mundo faz uma pausa dramática.

Os sites de notícias divulgam a informação incessantemente, agências como a Reuters cobrem o acontecimento como se fosse algo mais assombroso que a edição 2014 do furacão Katrina. O Jornal Nacional dedica um bloco inteiro para falar das contribuições da empresa para os jovens. Em contrapartida, sites de fofoca como o TMZ e tabloides britânicos trazem notícias como “O que Miyamoto comeu antes de Iwata dar a notícia”, ou “Confira fotos da Carlota na praia, uma das Booth Babes da Nintendo na E3 2001”. Revistas de games trazem a emblemática capa preta. Creepypastas como a do Majora’s Mask tornam-se mais populares que a novela da Globo.

Em meio a essa onda de comoção, fãs da Nintendo criam campanhas no Kickstater para trazer a empresa de volta. Porém, todo o dinheiro arrecadado é em vão. Logo os enlutados fãs da Nintendo iniciam uma onda coletiva de suicídio, o detalhe é que cada um dos suicidas comete o ato com um boné do Mario na cabeça. Outra onda nintendistas apoia a causa, mas acredita que o ato é muito extremista, preferindo organizar greves de fome através de grupos no Facebook.

A hashtag #voltabign torna-se a mais utilizada no Twitter e no Facebook, o Google e o Yahoo anunciam que a palavra “Nintendo” é a mais pesquisada da história da internet. Jovens rebeldes picham a Triforce nos muros das cidades como se fosse um novo símbolo de anarquia. A polícia bate nos manifestantes que vão até a Av. Paulista protestar contra o fim da Nintendo (nos protestos, a frase mais gritada é “It’s me, Mario”). Charles Martinet e Miyamoto dão inúmeras entrevistas na BBC e até no Fantástico para tentar acalmar os ânimos. Mas tudo é em vão.

Com a situação descambando para pior, o governo japonês não vê outra solução a não ser ressuscitar a Nintendo para garantir o futuro da nação nipônica. O governo então cria um fundo de ajuda que angaria bilhões de dólares que são doados para a Nintendo. Deste modo, a Big N retorna à ativa e a indústria segue firme e forte. Os protestos, vandalismos e suicídios cessam imediatamente.

E vocês achavam que a Nintendo não estava com nada?

Sugestões de compras para gamers no fim de ano

 

 

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Já estamos em dezembro e como de costume temos de pensar nos presentes de Natal, certo? Hoje o GameReporter tem algumas sugestões bem bacanas que acabaram de chegar ao mercado. Se você tiver bala na agulha não tema, seus filhos irão adorar os presentes. Caso não queira gastar muito, não tem problema: tem coisas baratas também.

Legend of Zelda: A Link Between Worlds: Até hoje não existe um único game da franquia Zelda que seja ruim. Felizmente para os fãs da série, Between Worlds é um dos melhores games do ano e um dos obrigatórios do Nintendo 3DS. O game recebeu notas altíssimas em reviews de sites mundo afora e os jogadores que compraram rasgaram elogios ao game. Como se não bastasse a qualidade do jogo em si, vale lembrar que o game é continuação direta do mítico A Link to the Past. Se você tem um 3DS ou possui um parente que detém o portátil, compre o game. É satisfação garantida!

Xbox-OneXbox One: O Xbox One é seguramente o console que vai fazer mais sucesso no Brasil por causa do preço ligeiramente menor que o concorrente. Os games lançados até agora não são lá o primor que se espera da nova geração de videogames, mas o Playstation 4 sofre do mesmo mal momentâneo. Se você quer se presentear, é muito fã de videogames e não consegue conter a ansiedade para colocar as mãos em uma nova geração, vá de Xbox One. Mesmo que ele ainda não tenha um game “must buy”, é questão de meses até que as produtoras lancem um killer app. O preço do One no Brasil é 2.299,00.

Playstation 4: Este aqui é indicado para os endinheirados ou para quem estiver viajando/comprando por sites gringos, pois no Brasil o Playstation 4 é um absurdo financeiro. Se você não liga para algo tão trivial quanto o dinheiro e é sonysta, embarque de cabeça, pois o novo console é um sistema muito poderoso e capaz de rodar games incríveis. Assim como seu concorrente, ainda não tem nenhum jogo obrigatório, mas se você quiser jogar Uncharted 4 e o próximo game da Quantic Dream, então vai precisar deste console.

arkham-originsBatman Arkham Origins: Os games do morcegão são legais, pelo menos os da geração PS360. Arkham Origins não revoluciona em nada e é apenas mais do mesmo, o que não quer dizer que o jogo é ruim, muito pelo contrário. A Warner teve o bom senso de manter as melhores coisas que a Rockstead fez nos jogos anteriores, além disso, o roteiro de Origins é um pouco melhor que o de City. Pode pegar sem medo. Só não espere um game revolucionário.

Call of Duty: Ghosts: Sim, nós sabemos que CoD: Ghosts não é o melhor Call of Duty já lançado. Também sabemos que a Activision deu uma baita mancada em praticamente copiar/colar cenas e mapas de jogos anteriores. De qualquer modo, se você quiser continuar jogando online com seus amigos é fatal que terá de migrar para Ghosts. Se serve de incentivo, o game está repleto de ação e o modo multiplayer é tudo o que fãs da franquia esperam. Preço sugerido: R$ 199,90.

Skylanders Swap Force: Uma sugestão para jogadores mais jovens é Skylanders Swap Force, a terceira edição da franquia. O game vem com bonecos e um “Portal of Power” para jogar. A grande sacada de Swap Force é que agora os bonecos podem ser divididos ao meio e usados com partes de outros personagens para dar novas habilidades ao herói. Com esse intercâmbio de peças, o game possui cerca de 256 combinações possíveis. O game é para Xbox 360 e Playstation 3 e tem preço sugerido de R$ 299,90. Sim, comprar os bonecos sai caro, mas eles podem ser usados nas duas plataformas e são belas peças de decoração para quando o console estiver desligado.

Angry Birds Star Wars: Angry Birds é sem dúvidas um dos games mais divertidos dos últimos anos, e o crossover com Star Wars é o mais interessante da franquia (em todos os sentidos). No capítulo, os jogadores ajudam os pássaros mal-humorados a enfrentar o império dos porcos. O legal é que, além da história, a própria jogabilidade é cheia de referências dos filmes criados por George Lucas. O título conta com mais de 200 fases (20 exclusivas para os consoles). O game ainda tem suporte a Kinect e ao Playstation Move. O game é indicado para todos os públicos e tem um preço mais camarada; R$ 159,90.

G27 Racing WheelsG27 Racing Wheel: Este é um supervolante para quem curte games de corrida (terrestre e aéreo). O G27 tem rotação de 900 graus e sua tecnologia é tão alta que ele transmite as condições da pista como buracos e colisões diretamente para às mãos do jogador. Além disso, o volante é equipado com um câmbio de seis velocidades, pedais em metal e um acabamento de luxo. O preço é alto, mas justifica-se pela alta tecnologia: R$ 1.199,90. Se você é do tipo que gosta do bom e do melhor, sem culpa ou receio de gastar para desfrutar, pegue este volante. Só não vai ficar ostentando para seu amigo que pegou um volante genérico hein, não é nada bonito!

Super Mario 3D World: Para os usuários do Wii U, a dica é Super Mario 3D World, pois o game esbanja alta qualidade. É um dos melhores jogos já lançados para a plataforma e certamente é O jogo que coloca o Wii U como uma opção de compra neste natal frente aos lançamentos do Xbox One e Playstation 4. Se por acaso a Sony e Microsoft ainda não têm um killer app, a Nintendo já tem pelo menos dois (o outro é Legend of Zelda: Wind Waker).

 

Game de slot car desenvolvido por produtora brasileira ganhará versão para o Nintendo 3DS

High Tech Racing

Os proprietários do Nintendo 3DS em breve poderão jogar uma versão feita sob medida do game High Tech Racing (HTR), um simulador de slot car (aquele brinquedo clássico de autorama que virou febre nos anos 90). O game já tem versão para PC e destaca-se por apresentar física realista e por sua jogabilidade, que desafia os jogadores a manter o carro na pista controlando a aceleração com a tela touch.

Até aí seria apenas a notícia de mais um game promissor a chegar no portátil da Big N, mas sabe do que mais? O port para o 3DS está sendo desenvolvido pela QUByte Interactive em parceria com a Reload Game Studio, duas desenvolvedoras fundada por brasileiros. A liberação do port deu-se na semana passada, para a alegria dos produtores.

Para a nova versão, o time da QUByte e Reload promete mais do que uma mera conversão, mas sim um game cheio de novas funcionalidades a fim de torná-lo melhor para os jogadores do 3DS. Uma dessas funções é a possibilidade de customizar os veículos: existem mais de 200 configurações possíveis para cada carro.

Além disso, o game conta com cerca de 18 pistas e um editor de pistas para quem quiser exercitar a criatividade. A produtora informa ainda que existem mais de 65 mil pistas disponíveis para download, contando àquelas que foram criadas nas outras versões. Os jogadores poderão escolher até 3 níveis de dificuldade e um modo quickrace para corridas casuais.

High Tech Racing ainda não tem data definida de lançamento, porém espera-se que seja lançado até o final do ano através da eShop. Com este projeto podemos comprovar que os estúdios brasileiros estão no mapa do desenvolvimento mundial de games, também nas plataformas de jogos mais populares do mundo.

Abaixo você confere um vídeo de uma das versões do game que servirá de base para o lançamento  no 3DS:

Ubisoft anuncia produção de jogo baseado no filme The Smurfs 2

The Smurfs 2

Um dos filmes de animação que mais fizeram barulho em 2011 foram Os Smurfs da Columbia Pictures e é exatamente por causa do sucesso do longa que a sequência está em produção e será lançada ainda neste ano. A novidade mesmo fica por conta do anúncio da Ubisoft, que informou a produção do game oficial de The Smurfs 2.

O título será produzido em parceria dos estúdios internos da Ubisoft com a Wayforward com versões para Playstation 3, Xbox 360, Wii, Wii U e Nintendo 3DS. A versão para consoles misturará elementos de ação e aventura com plataforma, enquanto que a versão de 3DS será um livro de contos interativos com uma série de minigames. De acordo com a produtora, o novo game seguirá como sequência direta de The Smurfs Dance Party, também lançado pela Ubisoft em 2011.

A ação coloca o jogador no controle de um Smurf passando por locações vistas no primeiro filme, como Paris e Nova York, além de outras localidades criadas exclusivamente para o game como a Tundra Ártica e a Selva de Lava. A intenção é aproximar o filme do game. Haverá dois modos de jogo distintos: uma aventura solo e outra cooperativa para até 4 jogadores. Conforme os jogadores avançarem no jogo, irão desbloquear os Smurfs do filme.Para os jogadores de Wii U, um plus: através do GamePad touchscreen é possível colocar um quinto jogador na ação para controlar a Engrenagem Smurf.

Ao todo o game conta com 30 fases divididas em seis mundos diferentes. Para facilitar a vida dos jogadores e tornar a jogabilidade mais interessante, a Ubisoft tratou de atribuir a cada smurf uma habilidade diferente: o Papai Smurf pode atirar poções mágicas nos inimigos, por exemplo. Já o Ranzinza pode pisotear os adversários, e por aí vai.

“Com a colaboração da Sony Pictures na marcante licença dos Smurfs estenderemos novamente a experiência do filme para os videogames em um jogo bastante imersivo”, disse Christian Salomon, vice-presidente mundial de licenças da Ubisoft. “The Smurfs 2 é um jogo para toda a família e permitirá que os jogadores de qualquer idade continuem se divertindo em novas aventuras.”

Certamente este será um game certeiro para os jogadores mais jovens e também para os entusiastas e fãs das aventuras dos Smurfs!

Confira o trailer abaixo de The Smurfs 2:

A história da Nintendo em um infográfico genial

história da nintendo

Como seria o mercado de jogos eletrônicos sem a Nintendo? É muito difícil e doloroso imaginar um cenário sem a Big N, que inegavelmente tem os games em seu DNA. Ao passo em que a empresa japonesa está lançando mundialmente seu novo videogame, o Wii U, há vários analistas de mercado especulando o destino da companhia caso o novo console não se saia bem nas vendas.

Muita gente aposta que a empresa do Mario será capaz de criar um novo sucesso, porém há tantos outros desconfiados, apostando que dessa vez a Nintendo está trocando os pés pelas mãos. Porém, antes de fazer exercícios de futurologia, é bom analisar com cuidado a história da companhia antes de decretar o fim do Mario e sua trupe. Afinal de contas, a Nintendo não se tornou líder de mercado por obra do acaso.

História da Nintendo

É justamente isso que nos prova um infográfico muito interessante do site MBAOnline, que mostra em números a importância da Nintendo para o mercado de games mundial. Com ele podemos conferir pequenas curiosidades que fizeram da empresa de Shigeru Miyamoto o que ela é hoje. Você sabia, por exemplo, que a Big N movimentou cerca de 3 vezes mais dinheiro com games do que a concorrente Sony em 2011? Sabia também que os 10 games mais vendidos na história são para sistemas da Nintendo?

Confira abaixo o infográfico com a história da Nintendo. Demais não?

História da Nintendo

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EA anuncia principais mudanças em FIFA 13: partidas serão mais realistas

Ainda disposta a reinar soberana no campo dos jogos esportivos, a Electronic Arts anunciou mudanças sensíveis em seu próximo simulador futebolístico, o FIFA 13. De acordo com a publisher, o game receberá algumas mudanças que tornarão o game ainda mais realista.

A primeira grande mudança será na IA (Inteligência Artificial) que estará mais sofisticada tanto nos consoles quanto no PC, tornando as partidas mais desafiadoras. Os jogadores do computador terão a inteligência para criar, ajustar ou alterar lances a fim de se aproveitar das aberturas concedidas pelo time rival no momento em que elas ocorrerem, fazer entradas para mover os defensores e abrir caminho para os colegas de time e alcançar posições mais vantajosas para novas oportunidades de ataque. Neste ponto, basta saber que os jogadores não ficarão esperando a bola chegar ao pé para começarem a se mexer.

Além disso, os dribles serão mais sensíveis, permitindo que os gamers mais habilidosos tratem a pelota com mais precisão. O sistema de “Dribles Completos”, aliás, foi inspirado no craque argentino Lionel Messi, deste modo as jogadas individuais tenderão a ser mais criativas e perigosas. Como exemplo, os jogadores poderão mudar de direção mais rápido e deverão ter alguma vantagem contra os defensores mais pesados.

Além dessas mudanças, outros fatores também devem tornar as partidas virtuais ainda mais parecidas com as reais, como por exemplo, fatores como a pressão da defesa, trajetória da bola e a velocidade do passe tornarão os passes perfeitos mais raros, dando à defesa a oportunidade de recuperar a bola. Ou seja, o domínio da bola já não será tão automático quanto antes.

Haverá também a possibilidade da falta tática, leia-se que você pode indicar dois jogadores para o lance de falta, sendo possível escolher um dos três para chutar a bola ou ainda correr à frente para receber o passe. Contudo os defensores também podem bolar alguma manobra para evitar o gol, como o pulo duplo da barreira ou ainda adiantar a mesma.

Por fim, a EA ainda anunciou que o game terá uma física mais elaborada, evitando as feias colisões entre os jogadores que ocorriam na versão 2012. Também graças à física apurada, haverá situações de empurra-empurra na área e puxadas de camisa sem a bola. Dessa forma, cria-se novas oportunidades de parar um ataque ou de possibilidades de gol, dependendo de como o árbitro interpreta o lance.

“Nós estamos aperfeiçoando os melhores jogos de esportes do mundo com inovações que capturam todo o drama e a imprevisibilidade do futebol de verdade”, disse David Rutter, produtor executivo do FIFA 13. “Essas são inovações que vão revolucionar a inteligência artificial, os dribles, o controle de bola e as colisões, para criar uma verdadeira batalha pela posse da bola em todo o campo e oferecer liberdade e criatividade nos ataques”.

O FIFA 13 também oferecerá outros implementos:

• Um modo carreira com mudanças importantes, desenvolvido em resposta aos pedidos dos maiores fãs da franquia;

• Novos recursos para aprimorar a substancial oferta on-line da EA SPORTS FIFA, incluindo melhorias no popular modo Head-to-Head Seasons (Temporadas Um Contra Um);

• Vários novos recursos e benefícios no EA SPORTS Football Club, o serviço que é a alma do FIFA;

• Autenticidade completa, com mais de 500 clubes oficialmente licenciados.

O game estará disponível no Xbox 360, Playstation 3, PS Vita, Wii, PS2, 3DS, PSP, iOS, PC e outros dispositivos móveis no terceiro trimestre deste ano. Mais informações podem ser conferidas no site da produtora ou no Facebook oficial. Em breve poderemos constatar se a EA conseguiu mesmo evoluir o simulador esportivo mais jogado da atualidade.

Nintendo revela os detalhes de Mario Tennis Open para 3DS

Mario Tennis Open

A Nintendo anunciou os principais detalhes do game Mario Tennis Open, que chega ainda em breve para o Nintendo 3DS. De acordo com a gigante japonesa, um dos grandes focos do jogo é o modo online, possibilitando que os jogadores tirem proveito do StreetPass para organizar partidas com os amigos ou ainda desbloquear personagens novos

No modo online os jogadores podem se enfrentar ou se aliar contra outros oponentes em partidas locais sem fio e organizar pequenos torneios. Haverá ainda um sistema de ranking e medalhas que serão ganhas a cada desafio vencido.

Outro modo de jogo é o “Confronto de Tinta” que se baseia num confronto entre o jogador e as Piranha Plants que ficam cuspindo bolas de tinta do outro lado da quadra. O objetivo neste modo é destruir as bolas de tinta antes que elas se esparramem na quadra.

Ainda de acordo com a produtora, haverão personagens a serem desbloqueados ao longo do jogo ou por intermédio de códigos QR especiais. Entre os personagens secretos estão confirmados Luma, Baby Mario e Dry Bowser.

Para mais informações sobre Mario Tennis Open, visite o site oficial do game. Confira abaixo um trailer do game:

Ubisoft lançará jogo baseado em filme de Tintin ainda em 2011

Lembra dos quadrinhos do repórter aventureiro Tintin? Você já deve saber que a criação de Herge está sendo adaptada para o cinema, e a Ubisoft revelou alguns detalhes a respeito da adaptação para games.

O game trará a aventura do filme, acrescentada de elementos adaptados dos quadrinhos, que permitirão ao jogador continuar a aventura do filme em modo individual ou cooperativo.

No modo individual, existirão enigmas a serem resolvidos e lutas com inimigos, além de combates aéreos e corridas.

O modo cooperativo trará ao jogador a oportunidade de se divertir com um amigo em mapas multiplayers exclusivos.

The Adventures of Tintin: The Game será lançado ainda em 2011 para Xbox 360, PS3, Wii, 3DS e PC.