Os games forjam líderes?

Novos estudos demonstram como a geração do videogame transformará o universo corporativo em menos de dez anos, ao reproduzir as habilidades treinadas com um joystick nas mãos. A matéria que sinaliza para um estudo que está sendo tocado pela FGV-RJ questiona: até que ponto os jovens mais afeitos às disputas diante do micro ou do televisor respondem melhor aos desafios do que os que não gostam da diversão.

Trabalhos similares demonstram que há, sim, a construção de futuros profissionais ancorados em joysticks. Quer dizer, sua mãe agora tem a obrigação de te deixar ligadão, por horas, no seu PS2. Ou não?

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Como pensar um bom review?

Não-games são cada vez mais comuns no mundo dos games. Brain Age e recentemente o game flOw são bons exemplos de jogos que fogem das convenções normais e, portanto, exigem outros critérios na avaliação. O blog Jornalismo de Games indicou um artigo muito interessante que questiona os reviews de não-games pela mídia especializada, usando como motivação o review do site Eurogamer sobre flOw. Quem arrisca uma opinião? (Post do Fabão)

:: A excelente fonte: Jornalismo de Games

Half-Real: Video Games between Real Rules and Fictional Worlds

Em Half-Real: Video Games between Real Rules and Fictional Worlds, Jesper Juul apresenta não somente uma nova definição para jogos (eletrônicos ou não), mas também uma visão original sobre videogames e como estes operam. Indo além da discussão “Ludologia x Narratologia”, Juul equilibra os aspectos das ‘Regras’ e da ‘Ficção’ presente nos jogos, enfatizando como estes aspectos se relacionam.

Inspirado, o livro contém informações valiosas para designers de jogos, acadêmicos, jogadores e ao público interessados em novas mídias. Embora parte do conteúdo do livro possa ser encontrada em artigos previamente publicados por Juul na Internet (1), ela se encontra muito melhor acabada em Half Real.

DVD Panoramas da Game-Educação

A Comunidade Gamecultura, a única comunidade gamer voltada a projetos, educação e cultura, inicia a produção de seu primeiro projeto conjunto, um DVD documentário que pretende mostrar toda a cena da game-educação no Brasil.

Com a preocupação de gerar conhecimento sobre game-educação, compreendida como a utilização de videogames na relação ensino-aprendizagem, os membros da Comunidade Gamecultura vão buscar essas informações por todo o Brasil, e em outros países também, a fim de produzir um video documentário de divulgação gratuita, sob a Licença Creative Commons.

Todo o conteúdo do DVD, incluindo seu roteiro e equipes de produção será produzido colaborativamente pelos membros da Comunidade. Quase todas as decisões são tomadas em conjunto, através de ferramentas como fórum, FAQ’s, e mensagens. O site da Comunidade Gamecultura, que além de coletar e organizar esse tipo de conhecimento, também fornece serviços e ferramentas gratuitas de trabalho, estará gerenciando e fornecendo banda e espaço para os envios e trocas de materiais entre seus membros.

Cada estado brasileiro, se organizará em torno de um núcleo, que procurará fazer cumprir seus prazos e metas até a edição completa do material em junho deste ano. O lançamento do DVD está previsto para 20 de agosto deste ano, durante as atividades do III Seminário de Jogos Eletrônicos e Educação. Todo o conteúdo do DVD será disponibilizado gratuitamente na Internet.

Todos os membros da Comunidade Gamecultura estão convidados a participar, e as pessoas que tiverem interesse, precisam apenas se cadastrar gratuitamente e se integrar a uma das diversas equipes de trabalho. Quem vai participar?

:: Mais informações? Acesse a comunidade Gamecultura

Escola britânica substitui livros por PSP

Uma escola de educação infantil na Inglaterra usará o PlayStation Portable em sala de aula. Um colégio da cidade de Birmingham decidiu adotar a plataforma em lugar de livros didáticos e apostilas. Na opinião da direção do colégio, o console vai estimular as crianças a estudar mais. Será que isso vai dar certo? Opine!

Para adotar o PSP, o colégio desenvolveu um projeto pedagógico com a Sony, que está patrocinando a experiência. Os alunos vão rodar games sobre história, francês e geografia no console portátil. O PSP não poderá rodar jogos comuns.

Além disso, o colégio afirmou que está incentivando seus professores a criar podcasts e arquivos de vídeo que os alunos possam baixar no site da escola e carregar em seus consoles portáveis. (Via Gamehall)

Game nacional: conheça o Arqueiro Bow

Por Chico Matelli

O game nasceu da idéia de juntar os grandes conceitos de jogabilidade atual, ou seja, mesclar a alta velocidade das conexões de internet com os conceitos de jogabilidades dos games mais populares da web. Inicialmente se constatou que o que agrada a maioria dos usuários é a simplicidade do jogo e a facilidade em começar o game. Por isso mesmo, já na tela de ‘loading’, é possível ter uma amostra do que vai acontecer. Os usuários dos jogos online não esperam uma explosão gráfica, mas sim a simples diversão aliada com bons gráficos e principalmente, interatividade.

O jogo é grátis para qualquer usuário e não exige a cobrança de qualquer tipo de taxa dos jogadores, mas é provável que hajam itens e avatares pagos. Jogos que exigem cadastros normalmente são descartados pelos jogadores se não tiverem um forte apelo inicial, por isso o Arqueiro Bow permite que o usuário entre como visitante e jogue normalmente, mas quem se cadastrar pode participar do ranking dos melhores jogadores.

O game ainda é apenas uma demonstração pois não possui todas as suas funcionalidades. O jogador já pode entrar no jogo, desafiar e ser desafiado, sentir toda a emoção de um duelo de arco e flecha em tempo real com seu oponente e sentir o gosto da vitória depois de algumas flechadas. Mas o usuário ainda terá que esperar para ter acesso ao ranking, itens especiais, avatares e a uma gama de mapas interativos, como o novo mapa da neve que está em testes, no qual o jogador mais distraído deve ficar atento para não derrapar e cair nos buracos.

Arqueiro Bow não se utiliza do sistema de rounds, famoso em jogos de duelo online, como Gun Bound, mas sim da tecnologia de proxy, em que os dados são trocados continuamente entre os jogadores, o que faz com que exija um servidor dedicado. Mas como infelizmente o jogo não possui um, não podemos deixar acessível a versão multiplayer do jogo, mesmo ela já funcionando.

Descritivamente o jogo é simples e é controlado quase todo pelo mouse, para atirar basta clicar, e para andar a seta pra cima. O avatar segue sempre em direção ao ponteiro do mouse. As flechas podem rebater nas paredes e perder velocidade assim que são atiradas. No mapa de grama, há um lago no meio com uma ponte e um item no meio dela, onde jogador mais arriscado sairá detrás de sua muralha inicial atrás do item secreto, ficando exposto na ponte. Isso é só um exemplo dos elementes implementados.

Todavia desenvolvemos o modo de treinamente na qual o jogador combate bots programados para matar. Os bots ainda não são muito inteligentes, mas da para ter uma boa idéia do que o jogo virá a ser quando pronto.

Alguns dados técnicos: o jogo é programado em PHP5 e Actions Script2, ambos orientados a objeto.

:: Para jogar o Arqueiro Bow: clique aqui

Assim como Chico, você já fez algum game? Mande para o GameReporter para ser publicado aqui.

Games e grana online


Cada vez mais gente ganha dinheiro em universos virtuais, como o Second Life. E isso estão revolucionando a economia mundial.

Não é exatamente fácil ganhar dinheiro on-line. O documentário Gold Farmers, acima, mostra o lado casca-grossa da “economia virtual”: os gamers jogam em média 12 horas por dia, se alimentando mal e ganhando pouco. Mas todos se dizem satisfeitos. Qual sua opinião?

:: Matéria completa? Leia na Superinteressante. Clique aqui

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