Blizzard contrata para a próxima geração

A gigante Blizzard está contratando novos funcionários para trabalhar em um novo jogo para a empresa. A lista de cargos vai de programadores até artistas técnicos. Há relatos de que a empresa irá desenvolver um novo MMORPG, depois de seu enorme sucesso com World of Warcraft.

O termo “próxima geração” é usado especificamente para consoles, também como haviam rumores de que WOW seria lançado para o Xbox360. Porém, Itzik Ben Bassat, responsável pela parte de desenvolvimento da Blizzard, disse que o próximo MMO da empresa não seria um novo WoW. No próximo jogo massivo da Blizzard, será desenvolvido uma engine totalmente nova, usando uma coisa ou outra da atual de World of Warcraft.

Com os rumores de que a empresa lançará uma continuação de Starcraft, não se sabe se será um jogo em estratégia em tempo real ou mesmo um “World of StarCraft”. A Blizzard anunciará tais novidades em um evento que ocorre no próximo mês na Coréia. Fique ligado para saber mais. (Via Gamehall)

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Pai do PlayStation fala sobre os sucessores do PS3

Uma semana depois de decidir deixar seu cargo executivo na Sony Computer Entertainment, Ken Kutaragi, conhecido como o “Pai do PlayStation”, falou para o site EE Times sobre as próximas gerações dos videogames da companhia.

Antes, disse que nunca falou sobre isso pelo fato de o PlayStation 3 ainda não ter sido lançado mundialmente. “Introduzimos o PS3 na Europa [aconteceu em 23 de março], então, agora posso falar abertamente sobre [o futuro]”, ponderou Kutaragi. Veja o que o mestre tem a dizer no UOL Jogos.

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Aprenda a fazer jogos em 10 anos

Por Divino Leitão, publicado no Tilt Wiki

Trata-se de um artigo traduzido onde o autor define que o prazo ideal para se aprender a criar jogos de computador seria de 10 anos, li com atenção tanto o texto quanto os comentários e não posso deixar de concordar – em parte, pois considero 10 anos pouco para aprender qualquer coisa – com alguns conceitos mas me aborreci um pouco com os argumentos e a tendência a verdade absoluta que o texto pretende levar, sendo assim decidi escrever minha própria opinião sobre o processo, levando em conta a minha experiência pessoal nesta área e as observações de acompanhar a experiência de diversos outros programadores de jogos que EFETIVAMENTE criaram jogos, tenham ou não estes se transformado em um produto, pois o processo de criação e o de produção são ítens absolutamente distintos.

O prazo de 10 anos para aprender a criar um jogo de computador considero, particularmente, curto, mas ofereço ao criador – a título de compensação – a oportunidade de usar toda sua experiência de vida como curriculum.

Aos 5 anos de idade aprendi as primeiras técnicas de animação em um curso intensivo proporcionado por um pequeno livrinho com desenhos de Hanna & Barbera. Nestes livrinhos havia alguns desenhos no rodapé das páginas e meu pai me ensinou a folhear com os dedos e ver os personagens adquirirem vida em lindas animações, daí para deduzir que se fizesse o mesmo em outros livros poderia fazer meus próprios desenhos foi apenas questão de encontrar uma caneta.

A partir daí, pobre do caderno, livro, lista telefônica ou qualquer coisa em formato que permitisse paginar, pois seria imediatamente preenchido com bonecos-palito lutando espada ou com desenhos de carros seguindo por intermináveis estradas, saltando abismos, capotando, etc. Só não entendia porque as pessoas se incomodavam de ter seus livros e cadernos preenchidos com aquelas obras de arte e de tanto apanhar desisti de me tornar um futuro Walt Disney, mas tinha acabado de fazer um curso informal de animação 2D e passado com louvor.

E assim seguiu-se, tanto nas aulas tradicionais da escola quanto nas revistas Recreio ou na enciclopédia Tesouros da Juventude, não importa como mas de alguma forma estava me preparando para ser um programador de jogos.

Ou seja, aos 15 anos de idade posso dizer que já tinha feito o curso básico completo de programação de jogos de computador e foi exatamente nesta época que descobri que eles existiam. O local foram os Fliperamas, locais mágicos que na verdade me eram proibidos, mas de onde raramente saia e ficava fascinado com aquele mundo eletrônico. Meu primeiro projeto de construção de jogos foi uma mesa de fliperama que tinha luzes que piscavam, fazia barulhos (com campainhas) e usava uma bola de totó ao invés da bola de metal, impossível de conseguir naquela época. Os “flippers” eram toscos, movimentados com alavancas e não com botões eletrônicos, mas a mesa funcionava, a bolinha voava para fora de vez em quando e não marcava pontos mas foi um sucesso entre meus amigos.

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Game nacional ajuda na alfabetização

Um jogo de computador criado na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP vai ajudar crianças com dificuldades de aprendizado no início da alfabetização. Por meio de um ambiente virtual em 3D, o jogo Ilha apresenta associações entre letras, palavras e imagens de uma forma atraente e divertida.

No jogo, as crianças usam o teclado para guiar um menino por uma cidade localizada numa ilha. “Ele faz tarefas da vida social, como fazer compras, andar de ônibus, brincar em um parque de diversões”, conta o matemático Flávio Cezar Amate, autor da pesquisa. “Apesar de ser uma aplicação lúdica, os métodos de ensino permanecem implícitos e transparentes para as crianças”.

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Games clássicos: top 9 adventure

Por RoninBone, do Baldorium

Jogos de adventure são jogos de aventura, mas não da forma como se está acostumado. Não se pula de plataforma em plataforma, espera o chefão de cada fase ou atira para tudo quanto é lado. São histórias baseadas em uma lógica e, para seguir em frente, é preciso segui-la à risca.

Os jogos de adventure abaixo marcaram minha infância e adolescência, e mais do que me divertir, eles me ensinaram muito sobre como desenvolver uma história e a juntar as peças para resolver um problema. São eles:

9. Inherit the Earth: Quest for the Orb: não sei por que, mas os personagens, situações e trama me cativaram tanto que jamais esqueci esse adventure. O ponto alto é constatar porque o título quer dizer “herdem a Terra”. Esse game era para ser o primeiro de uma trilogia, algo que nunca ocorreu.

8. Gabriel Knight: Sins of the Fathers: o primeiro adventure cheio de mistério e suspense que joguei. Sua história sobre vodu e seu clima mais adulto cativaram minha atenção. Pena que nunca cheguei a jogar as duas continuações…

7. Beneath a Steel Sky: misture a atmosfera de Blade Runner com a arte do quadrinista Dave Gibbons, sem perder o humor, e temos um clássico instantâneo. Até hoje não entendi por que algumas palavras eram escritas em capitulares. Preciso terminá-lo um dia… Baixe o jogo aqui, de graça, dentro da lei.

6. Legend Of Kyrandia 2: gráficos belíssimos (para a época), clima cativante, história divertida e o melhor, conseguiu superar em muito o original. Esse também dá para baixar. Recomendo jogar a trilogia inteira, todos os jogos têm um bom roteiro.

5. Full Throttle: a LucasArts foi uma grande produtora de adventures. Depois de alguns clássicos, ela inaugurou o estilo adventure épico, com grandes animações, jogos em CD e interface simples e intuitiva. A história de um motoqueiro em busca de justiça. Nada mais original, pelo menos em adventures…

4. Maniac Mansion – Day of the Tentacle: continuação de um dos mais clássicos adventures de todos os tempos, DOTT foi um dos (se não o mais) difíceis jogos que já enfrentei. Mesmo assim, suas maluquices, viagens no tempo e a possibilidade de jogar o Maniac Mansion original dentro do próprio DOTT, valeu os vários dias gastos para ver o final. Atenção para as inúmeras referências culturais sobre Guerra nas Estrelas.

3. Sam & Max – Hit the Road: sinceramente, se você não jogou Sam & Max, saia agora desde blog e dê um jeito. Baseado nos quadrinhos enlouquecidos de Steve Purcell, a dupla cachorro/coelho são os detetives mais carismáticos do mundo dos games. Foi a seqüencia mais esperada dos fãs de adventures, que finalmente está sendo lançada em capítulos.

2. Indiana Jones and the Last Crusade: se um game conseguiu superar a experiência emotiva de um filme, esse game é o Last Crusade. Dois motivos imperdíveis para jogá-lo: você É o Indiana Jones e você constrói a sua história paralela ao filme. Imperdível mesmo! Baixe-o aqui.

1. Monkey Island 2 – LeChuck’s Revenge: para mim, o melhor que a série de quatro games já proporcionou. Humor impecável, cenários lotados de detalhes e um dos melhores vilões de adventures já criados. Era o Piratas do Caribe (atração) antes de existir o Piratas do Caribe (filme). E com um dos finais mais engraçados da história do gênero.

0. Indiana Jones and the Fate of Atlantis: chegamos ao hours concurs da lista. Em uma frase: o melhor filme do Indiana Jones que não foi filmado. E é sobre a Atlântida! Um dos poucos games que você não quer acabar, de tão bom. Ah, e já falei que você É o Indiana Jones?

Sentiu saudades? Procure alguns games, legalmente, no Abandonia. E para você, qual é seu top 9?

:: A fonte: o blog Baldorium

Second Life declara guerra a cambista virtual

A versão brasileira do programa Second Life, lançada nesta semana, permite que os internautas usem reais (R$) para comprar linden dólares (L$), a moeda oficial do universo paralelo – até então, a única conversão possível era aquela entre dólares norte-americanos e lindens, através de cartão de crédito internacional. Apesar da novidade, pode demorar até que a companhia nacional Kaizen Games responda por todas as transações feitas com moeda nacional no Second Life: para isso, ela terá de conquistar um espaço já ocupado por cambistas. Será que vai dar certo?

:: Mais: leia a matéria completa no G1

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