Game Online: Endless Zombie Rampage

Prepare-se para a carnificina. Em Endless Zombie Rampage você tem a missão de proteger sua base dos zumbis que a todo momento insistem em querer invadí-la e também, pegá-lo. Existem 3 modos disponíveis para jogar: o Defensive Mode, o Survival Mode e o Experient Mode. O ideal é adquirir experiência e avançar aos poucos de módulo para módulo. A jogabilidade é simples: você começa parado em um ponto mapa do jogo, onde precisa defender sua base dos monstrengos. Ao movimentar-se, você pode buscar mais armas e encontrar mais e mais zumbis. Atire sem dó e sem piedade.

Como jogar: o mouse você usar para mirar e atirar. As teclas W, A, S e D você usa para movimentar o seu personagem. O charme do jogo fica por conta do sangue derramado. (Via GameOZ.org)

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Coisas chatas no mundo dos games

Por RoninBone, do Baldorium

Uma coisa irritante para qualquer jogador é aquela fase chata. Você morre, ou se perde, ou trava em algum momento ou, ainda, pode até desistir do jogo inteiro só por conta de uma plataforma inalcançável. Confira abaixo as nove características que mais irritam um jogador (na minha opinião) e uma que tira qualquer ser humano do sério:

9. Que susto!!! – você está jogando feliz e contente quando, de repente, algo surge, te morde e te arrasta para morte. Jogos como Doom 3 e a série Resident Evil são campeões em fazer pular da cadeira, até quando você joga a mesma fase de novo…

8. Psicodélicas – Luzes de várias cores, músicas de batida, clima de rave e… crianças tendo ataques epilépticos. Alguns jogos, como PaRappa The Rapper e Dance Dance Revolution abusam dos recursos gráficos e levam o jogador ao limite da saúde.

7. Espinhos – você está correndo a mil com seu personagem ou prestes a chegar na sala do chefão e… cai em cima de uma pilha de espinhos. Energia, argolas e outros itens (como sua paciência) vão para o espaço. Prince of Persia e Sonic The Hedgehog que o digam…

6. Plataformas – vai, vai, pula… plataformas são legais, mas muito temperamentais. Às vezes estão indo, às vezes voltam e só te esperam quando cedem. Levante a mão quem passou raiva com alguma fase deste tipo na série Super Mario Bros e Tomb Raider.

5. Olha a bomba! – uma partida de Bomberman ou Counter Strike pode ser uma ótima desculpa para se divertir com os amigos… ou uma grande dor de cabeça. Bombas que explodem antes da hora ou que acabam matando o próprio personagem que a colocou irritam. Muito!

4. Inimigo meu – pode ser um chefe final, um monstro que insiste em ressuscitar ou uma simples abelha do reino de Hyrule… o inimigo não desiste até tirar toda sua energia. Destaque para alguns carrascos das séries Megaman e Final Fantasy.

3. Giroscópio – os games em 3D revolucionaram o mercado. Porém, alguns deles se superaram… em deixar o jogador completamente tonto, como Desert Strike, TIE Fighter e a derrapada no Super Mario Kart

2. Déjà vu – fases repetitivas não são apenas privilégio de jogos pré-históricos, como Galaga e PacMan. Quem não se cansa de ver o mesmo cenário, como em Elevator Action, ou de repetir o jogo inteiro para finalizar o difícil Ghouls ‘n Ghosts?

1. Fases submarinas – estágios debaixo d’água são um terror. Se você der sorte, não precisa buscar ar, se não… Além da mobilidade mais lenta e inimigos mais rápidos, nunca se sabe o que pode acontecer quando você emergir. Metal Gear Solid e a terrível Labyrinth Zone do primeiro Sonic são traumatizantes…

0. Impossível – Sem truques, não dá para passar! Quantas vezes milhares de almas não se desesperaram com uma fase onde tudo conspira “contra”. Não é culpa da habilidade, nem da precisão do jogador, simplesmente não dá. Surfista Prateado, o próprio Contra, algumas fases de Halo e BattleToads são provas disso.

E para você, qual é o seu top 9.0 de coisas chatas em games? (Via Baldorium)

Brasil é bicampeão no Pan-Americano de games

Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil sagrou-se campeão da etapa pan-americana do World Cyber Games (WCG), realizada de 22 a 24 de junho no México. Desta vez, o país conquistou cinco medalhas, quatro de ouro e uma de bronze, em quatro jogos: “Age of Empires III: The WarChiefs”, “FIFA 07”, “Counter-Strike 1.6” e “WarCraft III: The Frozen Throne”.

A competição contou com a participação de dez países – Brasil, Canadá, Colômbia, Equador, Estados Unidos, Guatemala, México, Panamá, Peru e Venezuela – representados pelos 50 melhores ciberatletas do continente. Em segundo lugar ficaram os EUA, seguidos pelo Canadá.

Ainda houve disputas de “StarCraft: Brood War” e “Dead or Alive 4” e “Project Gotham Racing 3”, estes dois para Xbox360. (Via GameHall)

Confira os resultados dos brasileiros no Pan-Americano 2007:

Age of Empires III: The WarChiefs
. Ouro – Allexis Tsuda (“Hammet”)

Counter-Strike 1.6
. Ouro – Mibr
Raphael Aguiar (“Cogu”), Lincoln Lau (“Fenix”), Bruno Ono (“Bruno”), Renato Nakano (“Nak”) e Bruno Fukuda (“Bit”)

FIFA 07
. Ouro – André Buffo (“playArt^Scorpion”)
. Bronze – Felipe Martins – (“Feaumomaea”)

WarCraft III: The Frozen Throne
. Ouro – Bernardo Rodrigues (“Pato”)

Coréia tem 300 mil viciados em games

A mania por jogos on-line virou um problema social no país. Jovens têm até transtornos psicológicos de tanto jogar.

O esforço da Coréia do Sul para criar uma poderosa rede de banda larga pelo país permitiu que quase todos os coreanos tenham acesso à internet nos dias de hoje. Mas, ao mesmo tempo, acabou contribuindo para um grave problema social: o vício nos jogos on-line.

Com uma população de 49 milhões de pessoas, o país tem cerca de 17 milhões jogadores. Destes, ao menos 300 mil são considerados “viciados” pelo governo -número que pode chegar a até 500 mil, segundo levantamentos oficiais. Os casos considerados “muito graves” são cerca de 30 mil –é quando a pessoa deixa de trabalhar ou ir à escola para jogar e sofre de depressão e transtornos psicológicos.

E você, caro leitor, é viciado em algum game? Responda aqui.

:: A fonte: leia a matéria completa no G1 da Globo.com

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