Como os Serious Games podem ajudar na educação, política, saúde e na prática corporativa

Já algum tempo que os videogames são levados a sério e se consagraram como uma das maiores indústrias  do mundo. Hoje vamos falar um pouco sobre os Serious Games e sua relação com educação, política e na prática corporativa. O artigo a seguir foi escrito por Vicente Mastrocola, publicitário, graduado e pós-graduado em comunicação e marketing pela ESPM, que resolveu exemplificar como os jogos eletrônicos podem impactar positivamente alguns assuntos sérios.

Para quem não conhece o termo, serious games são jogos capazes de engajar o usuário de modo que estes possam realizar um projeto ou propósito definido que não seja apenas entretenimento puro. Talvez seja possível dizer que os serious games possuem situações reais como combustível criativo que ajudam a materializar suas interfaces.  Alguns exemplos parecem se encaixar nesta categoria e que nos ajudam a visualizar o uso mais claro desta nos games.

 

1 – Educação

Na área de educação há um exemplo interessante sobre o uso de mecânicas lúdicas: trata-se da escola pública de Nova York chamada Quest to Learn, que transmite conhecimento aos seus alunos de seis a 12 anos por meio de jogos analógicos, video games e outras atividades lúdicas. A Quest to Learn, inclusive, estimula que seus alunos criem seus próprios jogos para apresentar como solução para problemas e tarefas.

Esta escola parte do princípio de que as crianças podem aprender melhor se estiverem imersas em um ambiente lúdico e divertido. Os pedagogos e game designers envolvidos na criação deste projeto acreditam que a formação da identidade de seus alunos pode ser moldada hibridizando os conceitos de educação tradicional com role playing e jogos das mais variadas naturezas.

A escola existe desde 2009 e está ganhando grande repercussão pelo mundo nos últimos tempos por se basear na ideia de que aprender se divertindo pode ser uma experiência positiva para seus alunos. Para entender melhor o curriculum, conteúdo e metodologia de ensino deste projeto, vale a visita no site da Quest to Learn que se encontra no site especial.

 

2 – Causas sociais

No que tange as causas sociais temos muitos exemplos extremamente interessantes de games baseados em evidências do mundo real. O game Phone Story foi baseado em evidências de uso de trabalho escravo para produção de smartphones de uma famosa marca do mercado.

Segundo a definição dos criadores do game, Phone Story é uma experiência que busca conscientizar as pessoas sobre o lado obscuro da manufatura de determinados aparelhos telefônicos, e mostrar como determinados produtos eletrônicos chegam através de duras condições de trabalho até seus usuários.

A interface do jogo possui uma voz eletrônica que vai contando alguns dados baseados em fatos sobre abuso nesta cadeia de trabalho. Em uma das fases, o jogador deve apontar armas para trabalhadores para que estes não parem de trabalhar e extrair matéria bruta para fabricação dos aparelhos.  O site MolleIndustria possui conteúdo que utiliza mecânicas de jogos e interfaces lúdicas para mostrar denúncias e causas controversas da contemporaneidade.

 

3 – Política

O uruguaio Gonzalo Frasca é um dos principais promotores do uso de games em contextos políticos. Frasca trabalhou na primeira campanha de Barack Obama e possui em seu portfólio algumas peças polêmicas como o jogo “September 12th”, que mostra uma resposta aos ataques de 11 de setembro aos Estados Unidos.

Segundo Frasca (2001), os games possuem o potencial de representar a realidade não apenas em uma junção de imagens e textos, mas como um sistema dinâmico no qual o utilizador pode intervir e aprender. Frasca criou uma experiência interessante para o partido Frente Amplio do Uruguai, trata-se do jogo Cambiemos (mudemos em português). O jogo procurava envolver os eleitores em uma atmosfera colaborativa utilizando a interface de um puzzle onde cada eleitor tinha que colocar uma peça para construir imagens de prosperidade.

 

O objetivo aqui não era transformar uma pessoa em um cientista político, mas baseado na evidência de que o eleitor queria conhecer a ideia central dos partidos, Frasca criou esta experiência.

A indústria de games está provando, cada vez mais, ser um espaço privilegiado de mediação, construção de narrativa e consumo de serviços e bens (materiais e simbólicos). Pela primeira vez é possível perceber com bastante clareza um caminho amplo a ser explorado estrategicamente, usando o entretenimento como combustível e moeda de troca.

De uma maneira mais ampla, precisamos aprender como usar o lúdico para criar conteúdos cada vez mais relevantes para os consumidores/usuários. As marcas, produtos, serviços e empresas estão cada vez mais dispostas a usar estas estratégias em suas interfaces.

Magic: The Gathering terá série animada na Netflix em 2020

Após o sucesso avassalador de Vingadores: Ultimato, os irmãos Russo estão prontos para mais um grande projeto! A dupla acaba de anunciar uma parceria com a Netflix para levar para as telinhas o universo mágico do cardgame Magic: The Gathering. A série será toda em animação e deve ser lançada até 2020.

De acordo com a produtora Wizards of the Coast, já foram confirmadas duas temporadas, cujo foco será  a história dos Planeswalkers, heróis e vilões já conhecidos da comunidade de Magic e que possuem poderes mágicos imensuráveis. A animação deve contar com o clima de mistério e fantasia tão característicos deste TCG tão influente.

Além da direção criativa dos irmãos Russo, a série baseada em Magic contará com a direção do talentoso Yoriaki Mochizuki (Homem Aranha no Aranhaverso, Uma Aventura LEGO e LEGO Batman: O Filme) e animação. Já entre os roteiristas estão: Henry Gilroy (Batman: A Série animada, Star Wars: Rebels e Guerras Clônicas), Jose Molina (Agente Carter e The Thick) e Mairghread Scott (Ultimate Homem Aranha e Os Vingadores Unidos).

Com tantos nomes de peso, a expectativa é que a animação se torne muito bem recebida por amantes destas mídias e pelos ardorosos fãs de Magic: The Gathering.

Konami anuncia a linha completa de Contra Anniversary Collection

Se você é fã da série Contra, alegre-se! A Konami acaba de anunciar como será o box comemorativo de Contra Anniversary Collection. O pacote final conta com alguns dos games mais icônicos de toda a franquia, e da história dos videogames, tais como CONTRA, CONTRA: HARD CORPS e CONTRA III: THE ALIEN WARS.

A coleção traz ainda um conjunto diverso dos clássicos CONTRA que estarão disponíveis como exclusividade digital na PlayStation Store, Xbox Live, Nintendo Switch eShop e Steam para PC com o preço sugerido de US$ 19,99.

O catálogo completo é formado por:

  • CONTRA (Fliperama)
  • SUPER CONTRA (Fliperama)
  • SUPER C (NES)
  • CONTRA III: THE ALIEN WARS (SNES)
  • CONTRA: HARD CORPS (Sega Genesis)
  • CONTRA (NES)
  • CONTRA (Famicom)
  • OPERATION C (Game Boy)
  • PROBOTECTOR (Sega Mega Drive)
  • SUPER PROBOTECTOR: ALIEN REBELS (Super Nintendo)
  • eBook de bônus

De acordo com a Konami, os jogadores que comprarem a Contra Anniversary Collection também receberão as versões japonesas de seis dos títulos:

  • CONTRA (Fliperama)
  • SUPER CONTRA (Fliperama) – conhecido como SUPER CONTRA: ALIEN NO GYAKUSHU no Japão
  • SUPER C – conhecido como SUPER CONTRA no Japão
  • CONTRA III: THE ALIEN WARS – conhecido como CONTRA SPIRITS no Japão
  • OPERATION C – conhecido como CONTRA no Japão
  • CONTRA: HARD CORPS – conhecido como CONTRA: THE HARD CORPS no Japão

Os jogos adicionais chegarão como uma atualização gratuita para todos os jogadores que comprarem o jogo. O lançamento de Contra Anniversary Collection está previsto para ainda este ano, porém sem data definida.

Contra Anniversary Collection faz parte da comemoração do 50º aniversário da KONAMI, que reúne jogos das suas franquias mais famosas e títulos clássicos. Para dar vida ao jogo, a KONAMI se uniu à desenvolvedora de jogos M2 para adaptar esses clássicos para os sistemas de jogos modernos.

Em uma embalagem com um livro de bônus extra, esta coleção digital exclusiva proporciona um olhar abrangente sobre a história e origens do Contra.  A coleção completa reúne ainda outros títulos clássicos já disponíveis: Castlevania Anniversary Collection e Arcade Classics Anniversary Collection da Konami.

Game indie “A Jornada da Graciosa” reconta rota dos exploradores da Serra da Graciosa

Hoje vamos falar de mais um projeto indie bastante ambicioso e que tem tudo para fazer sucesso entre os fãs de jogos eletrônicos! Trata-se de “A Jornada da Graciosa“, um game de aventura e exploração criado pelo estúdio curitibano Hoyt Hoy. O game tenta ilustrar a chegada dos primeiros exploradores pela Serra do Mar Paranaense, em homenagem à sua terra natal.

De acordo com os produtores, “A Jornada da Graciosa” remonta uma era em que a localidade era mística e inexplorada e os homens chegavam pela floresta com bastante desrespeito pela mata, causando alerta na flora e na fauna. A protagonista é a mula guia, que dá nome ao jogo, e que tem uma das histórias mais reconhecidas de todo o Paraná.

Foi a mula Graciosa que descobriu de fato o caminho e, o constante uso de seu nome para indicar a trilha, acabou servindo de base para o nome final “Estrada da Graciosa” e, por fim “Serra da Graciosa”. Assim, o game deve contar com passagens do folclore paranaense e ilustrar ambientes reais da região.

Em “A Jornada da Graciosa” temos um jogo em 3D de aproximadamente 1h, para computador, seguindo o gênero de exploração e sobrevivência, onde o jogador será levado para a mata atlântica e encontrar os desafios de uma mata inexplorada. O diferencial está no caminho de cada cenário que será criado pela mula guia, assim, cabe o jogador se preparar e antever as situações até o caminho ser totalmente revelado. Esses caminhos da jornada irão de pontos famosos até hoje da serra como o Véu da Noiva, a base do Marumbi, o delicado caminho do Cadeado, o rio Nhundiaquara, entre outros pontos históricos e geográficos da serra.

O lançamento do jogo ocorre no dia 14/06/2019 às 19h na Gibiteca de Curitiba. No dia seguinte 15/06 às 14h acontece a Roda de Conversa sobre: Desenvolvimento de Jogos e o Processo de Criação no projeto “A Jornada da Graciosa”. A intenção é aproximar a comunidade de jogadores e os produtores do game para uma conversa divertida e repleta de segredos de bastidores. Para mais informações sobre o nosso jogo e lançamento acesse a página oficial do projeto.

Abaixo você confere o trailer de A Jornada da Graciosa:

Facebook lança novas ferramentas para desenvolvedores monetizarem seus jogos

O Facebook entrou de cabeça na batalha pelo coração dos produtores de conteúdo voltado a jogos eletrônicos com a criação do Facebook Gaming e a briga parece que vai ser boa! A gigante da tecnologia acaba de anunciar novas ferramentas para ajudar quem quer monetizar criando vídeos. As ferramentas estão em consonância com os dados do Audience Network, que mostra que em 2018 o número de anunciantes de jogos cresceu mais de 1,5 vezes.

Entre as atualizações da plataforma, pode-se destacar:

  • Nova pesquisa sobre monetização de anúncios no aplicativo para jogos, bem como novas estatísticas no Audience Network.
  • Vídeo com incentivo (recompensa) disponível para todos os desenvolvedores de jogos para dispositivos móveis na Audience Network.
  • Playable ads agora disponíveis na Audience Network em canais premiados de vídeos e inserções intersticiais
  • Novas métricas e criação simplificada de playable ads no Facebook e Audience Network
  • Nova pesquisa sobre eficácia de anúncios em jogos

O white paper “Anúncios, compras no aplicativo ou ambos? Desenvolvedores de games revelam suas preferências de monetização”, resume uma nova pesquisa sobre como os desenvolvedores de jogos para dispositivos móveis entendem, utilizam e maximizam as oportunidades de receita de diferentes opções de monetização. As principais conclusões são:

Anúncios em aplicativos podem melhorar a retenção: 57% dos desenvolvedores acreditam que os anúncios em aplicativos podem melhorar a retenção dos jogadores sem prejudicar a experiência do jogo. Eles classificaram a combinação de anúncios e compras em aplicativos como a estratégia de monetização mais efetiva, com mais de 55% usando os dois tipos.

Rewarded videos: 79% dos desenvolvedores que usam um mix de anúncios e compras em aplicativos dizem que o vídeo de recompensa é o formato mais efetivo. Com isso, os jogadores recebem uma recompensa, como vidas extras ou dinheiro nos jogos, ao assistir um anúncio. Adicionalmente, 53% dos desenvolvedores acreditam que as recompensas em vídeo direcionam às compras em aplicativos.

Playable ads: Uma mini versão de um jogo é inserida em um anúncio, permitindo que os jogadores testem antes de baixá-lo. Enquanto os anúncios reproduzíveis estão crescendo sua popularidade como formato, 33% dos editores que usam um mix de anúncios e compras em aplicativos dizem que estes já são seus formatos mais bem-sucedidos.

Essas descobertas se alinham às tendências de monetização de jogos do Facebook Audience Network, especificamente à forte adoção de novos formatos de anúncios de engajamento, como os vídeos com incentivos — em 2018, os pagamentos de vídeos com recompensa do Audience Network aumentaram mais de oito vezes.

Expandindo o acesso aos Vídeos com Incentivos

Outra novidade é a disponibilidade dos vídeos com incentivos para todos os aplicativos de jogos no Audience Network, abrindo mais oportunidades para monetizar jogos de maneira mais eficiente.
Nas próximas semanas, desenvolvedores que não tinham acesso terão os vídeos com recompensas como uma opção de criação de veiculação em seu painel do gerenciador de monetização. Os interessados devem fazer o download da versão mais recente do SDK do Audience Network e saber mais consultando as melhores práticas para aproveitar ao máximo o formato.

Novas métricas e criação simplificada de playable ads em todo o Facebook

Além de expandir as veiculações de playable ads para o Audience Network, também foram introduzidos recursos expandidos e mais transparência para ajudar os anunciantes a entender melhor a eficácia de suas criações e aumentar a facilidade de uso.

Novas métricas para playable ads: Três novas métricas estarão disponíveis no Ads Manager — Experiências Instantâneas de Cliques para Abrir, Experiências Instantâneas de Cliques para Iniciar e Experiências Instantâneas de Cliques de Saída — para ajudar os anunciantes de jogos a identificar os principais pontos de entrega para melhorar a jogabilidade e aumentar o retorno do investimento em publicidade. Essas métricas também são aplicáveis a outras campanhas com Experiências Instantâneas e Anúncios Principais.

Simplificando a criação de playable ads com suporte a arquivo compactado e vídeos verticais: Essas atualizações dão aos anunciantes a capacidade de criar experiências reproduzíveis de maior qualidade e arquivos de tamanhos maiores, além de permitir que os anunciantes utilizem facilmente no Facebook e no Audience Network os arquivos que podem ser reproduzidos fora do Facebook. As novas métricas, o arquivo compactado e o suporte a vídeos verticais estarão disponíveis para todos os anunciantes nas próximas semanas.

7 games inspirados nas histórias em quadrinhos

Um dos formatos de entretenimento mais antigo do mundo, as histórias em quadrinhos são um sucesso mundial, principalmente os personagens icônicos da Marvel e da DC Comics. É claro que com o advento da tecnologia esses quadrinhos foram adaptados para diversas mídias como o cinema, as animações, e é claro, os videogames. Nessa lista nós trazemos 7 jogos inspirados por personagens de histórias em quadrinhos, seguindo uma ordem cronológica pra você acompanhar um pouco da história dos videogames.

Era 8 Bits:  Superman (Atari 2600)

Superman dispensa apresentações. De quadrinhos ele virou a herói de cinema, desenhos animados, brinquedos de todos os tipos e até kit de Bingo do Superman (como pode ver na imagem abaixo). Nem mesmo o universo das apostas e de Bingo (hoje, comumente jogado em sites online) podem se distanciar do homem de aço.

O maior ícone dos super heróis, considerado o pai dos Super Heróis, Superman de Atari foi lançado em 1979, e foi o primeiro jogo de videogames baseado num personagem em quadrinhos. O jogo foi um dos primeiros jogos single player do console, foi também o primeiro game a usar várias telas para montar uma fase. Foi um dos pioneiros a ter uma função de pausa, e é considerado um jogo a frente do seu tempo. Na história, Lex Luthor destruiu uma ponte e soltou alguns criminosos, você deve reparar a ponte, prender os criminosos, e voltar para o seu trabalho no planeta diário.

Homem Aranha (Atari 2600)

Em 1982, o amigo da vizinhança ganhou o seu primeiro jogo, para o já não tão badalado Atari 2600. O jogo que foi desenvolvido pela empresa de brinquedos Parker e Brothers, consistia em ter que escalar prédios e desativar bombas plantadas pelo Duende Verde. Por maior que fosse a limitação técnica do Atari 2600, o game trazia uma fidelidade visual ao Aranha, e trazia uma interessante mecânica de Web Swing.

Era 16 bits: Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time (Super Nintendo)

Lançado primeiro nos Arcades em 1991, mas chegando ao Super Nintendo no ano seguinte, Turtles in Time é um dos melhores Beat em’ Up já lançados. O jogo teve uma excelente recepção no seu lançamento e é lembrado e jogado até hoje por muita gente. Com possibilidade de jogar para até 4 pessoas no Arcade, e para 2 pessoas no Super, é diversão na certa descer a porrada no Clã do pé.

X-Men: Mutant Apocalypse (Super Nintendo)

Lançado em 1994, Mutant Apocalypse é um dos jogos mais elogiados dos mutantes até hoje. Produzido pela Capcom, que havia acabado de lançar o Children of Atom para os arcades, Mutant Apocalypse é um Beat em’ Up com 5 personagens. Ciclope, Wolverine, Fera, Gambit, e Psylocke. Na história, os 5 foram enviados pelo Professor Xavier para invadir Genosha e investigar a possibilidade de envolvimento de Apocalypse. No fim das contas os mutantes precisam enfrentar Magneto e sua turma. Infelizmente não somos como o Gambit e podemos energizar cartas de baralho, mas podemos usar o Betway para jogar umas partidas online de pôquer e aliviar o estresse.

Era 32 Bits: Shadow Man (PC/Nintendo 64/PSX/Dreamcast)

 Lançado em 1999, e baseado nos personagens em quadrinhos da Valiant Comics, Shadow Man é um game de aventura e ação que foi sucesso de crítica e vendas, alavancando até mesmo a não tão conhecida história em quadrinhos do personagem. O jogo recebeu uma média de notas 8 e 9 na época, e ficou marcado na memória de quem pode jogar.

Spider-Man 2: Enter Electro (PSX)

Lançado em 2001, como continuação do game do ano anterior, Spider-Man 2 melhora em tudo o que o game anterior fez, como a possibilidade de andar nas ruas, novas roupas, e uma história maior. Antes dos jogos baseados nos filmes do Homem Aranha, esse é seu game mais famoso, e é o melhor jogo baseado em Super Heróis da era 32 bits. O jogo sofreu algumas modificações e adiamento de lançamento por causa do incidente das torres gêmeas, que faziam parte de um dos cenários do jogo.

Era Moderna: Batman Arkham (PC/Xbox 360/Xbox One/Wii U/PS3/PS4)

Se tornou difícil falar sobre jogos sobre personagens em quadrinhos sem citar a série Batman Arkham, lançado em 2009 com Batman Arkham Asylum, e depois seguido pelas sequências Arkham City, Arkham Origins, e Arkham Knight. Os jogos pegam diversas referências dos quadrinhos do Batman, e cria seu próprio universo de histórias, trazendo uma trama de alta qualidade, gráficos excelentes e uma jogabilidade incrível. Conseguindo mesclar o Batman detetive, o Batman lutador, e é claro, apresentando a sua galeria de vilões com maestria, incluindo seu grande arqui inimigo, Coringa.

Menções Honrosas: The Death and Return of Superman, Adventures of Batman and Robin, Asterix, X-men Reign Apocalypse 1 e 2, os jogos do Homem Aranha baseados nos filmes do Sam Raimi, Marvel Ultimate Alliance, Injustice 1 e 2, Captain America and The Avengers, The Punisher, e muitos outros jogos baseados em personagens dos quadrinhos e não couberam na lista.

Brasil Game Show anuncia Al Lowe, criador da série Leisure Suit Larry, como quinto convidado internacional

A Brasil Game Show acaba de divulgar seu quinto convidado especial! Trata-se do americano Al Lowe, criador de jogos polêmicos como Leisure Suit Larry. O game designer irá participar do evento para interagir com o público em sessões gratuitas de meet & greet, participar do painel BGS Talks, palestrar no BGS Summit e servir como jurado no concurso cosplay. A BGS será realizada entre 9 e 13 de outubro no Expo Center Norte, em São Paulo/SP.

De acordo com a organização do evento, Al Lowe irá dar uma palestra voltada a profissionais e entusiastas do mercado, em concursos de cosplay, como jurado, e no Wall of Fame, onde será homenageado e deixará a marca das suas mãos. Esta é a primeira vez que o desenvolvedor participa da BGS e para celebrar seus feitos na indútria será homenageado deixando suas mãos no Wall of Fame.

 

Mais sobre Al Lowe

Al Lowe começou sua carreira na indústria dos jogos eletrônicos em 1982, quando entrou na Sierra para trabalhar no desenvolvimento de games baseados em filmes e personagens da Disney. Nos primeiros anos, supervisionava diversos elementos de design de trilha e gráficos, até que em 1986 se tornou programador chefe e esteve à frente de jogos como “King’s Quest III” e “Police Quest”. No ano seguinte, criou o primeiro jogo da série que lhe daria maior destaque profissional: “Leisure Suit Larry in the Land of Lounge Lizards”, um game que conquistou prêmios e a imprensa especializada com senso de humor peculiar e gráficos avançados para a época.

Foi o responsável por outros títulos famosos, como “Freddy Pharkas” (1992) e “Torin’s Passage” (1995), até que, em 1996, lançou Leisure Suit Larry 7, uma aventura libidinosa do protagonista Larry Laffer por um cruzeiro muito louco. Nas últimas décadas, Lowe seguiu trabalhando em novos títulos da sua série mais conhecida, lançou o CyberJoke 3000, uma newsletter diária que já compartilhou mais de 8 mil piadas, e se dedicou a outros projetos como escritor, fotógrafo, ator e produtor executivo.

Abaixo você confere o vídeo que Al Lowe deixou para os fãs brasileiros da BGS:

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Serviço – BGS 2019

Quando: 09 a 13 de outubro (1º dia exclusivo para imprensa e negócios)

Onde: Expo Center Norte

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo/SP

Horário: 13h às 21h

Games e marcas: uma parceria com resultados cada vez mais inovadores

Os videogames podem até não parecer o lugar mais óbvio (ou mesmo preferível) para campanhas publicitárias. Porém, quando bem executadas, o resultado pode ser memorável – tanto para marcas e desenvolvedores quanto para os aficionados por jogos eletrônicos. Uma combinação vantajosa para todos.

Para os estúdios de games, os patrocínios ou a criação de espaços de publicidade garantem uma verba extra no orçamento, permitindo um produto final de maior qualidade para os jogadores. Já para as marcas, significa colocar seus produtos na frente de um público que passará, em média, de 25 a 125 horas com um jogo. Ou seja, a combinação de mensagens de branding e games incentiva os usuários a interagir com uma marca muito mais do que fariam de outra forma.

Marcas e games têm uma longa história em comum, que vai desde iniciativas insipientes como o lançamento do jogo de ação da Pepsi intitulado “Pepsiman”, em 1999, até mais recentemente com “Game of Thrones: Winter is Coming”, uma parceria entre a Yoozoo Games, WarnerBros e HBO. De fato, as colaborações entre marcas de diferentes nichos é cada vez mais comum.

Colaborações e gamificação

Desde o mês passado, os 80 milhões de jogadores do “The Sims” podem vestir seus avatares com designs originais da grife Moschino, como resultado de uma parceria entre a Electronic Arts e o designer italiano. Do mesmo modo, em abril, a PokerStars uniu-se ao UFC, a organização de promoção de artes marciais mistas, para criar uma modalidade de poker que fosse inspirada nas lutas do octógono – é uma das empreitadas de ambas como parte de uma exclusiva parceria global.

Outra forma pela qual as marcas têm explorado o universo dos games é através da gamificação, em que elementos de jogabilidade são utilizados para aumentar o engajamento da marca. Um exemplo clássico é o jogo “Monopoly” do McDonald’s, uma parceria entre a cadeia de fast food e a fabricante de jogos Hasbro. A mesma estratégia foi utilizada com sucesso quando o Yahoo surpreendeu seus usuários ao colocar as naves de “Space Invaders” invadindo seu portal, em 2009.

Mais recentemente, no último dia 2 de fevereiro, o popular produtor de música eletrônica Marshmello realizou um concerto ao vivo em formato de gum ame. O evento teve a participação de mais de 10 milhões de pessoas e serve como um exemplo extraordinário de como novas formas de gamificação podem ser aproveitadas na publicidade

Foto por Sean Do, Licença Unsplash

Escape Hotel: Jogo de fuga Perdidos no Espaço é opção de lazer em São Paulo

A dica de hoje é para quem curte jogos de fuga: o Escape Hotel narigudos há pouco tempo mais uma atração imperdível, a sala Perdidos no Espaço. O macete é que os desafiantes são inseridos em uma sala com a temática espacial. Lá nos confins do universo você é seu grupo devem usar o raciocínio lógico e a intuição para descobrir o caminho das estrelas que os levarão ao destino final.

Perdidos no Espaço Tem duração de 40 minutos e tem o valor individual de entrada baixou para R$ 59. Chegar ao final não será tarefa fácil e o jogo guarda mistérios intrigantes. De acordo com a Escape Hotel, os jogadores podem esperar momentos extremamente prazerosos. Para descobrir o segredo das galáxias em Perdidos no Espaço, basta fazer reserva no site do Escape Hotel.

A sala comporta de de 2 a 5 jogadores e a faixa etária é a partir de 10 anos (crianças devem estar acompanhadas de um adulto). O game já é considerado um dos mais imersivos e desafiadores da Escape Hotel. Para quem não conhece, a Escape Hotel fica localizada na Avenida Pedroso de Moraes, 832, na capital paulista. O estabelecimento fica aberto de terças a domingos, das 10h às 0h. O fone para contato é 11 3637-0007.

Mais informações sobre a Escape Hotel podem ser encontradas na web e mídias sociais.

SAGA inaugura unidade em São Paulo com conceito inovador incluindo incubadora de projetos

A SAGA (School of Art, Game and Animation) acaba de inovar mais uma vez para melhoria do currículo de seus alunos!  A maior rede de escolas de desenvolvimento de games, computação gráfica, design e efeitos visuais do Brasil, inaugura na última quarta-feira (22 de maio), uma unidade que reúne ensino de qualidade, boa localização, infraestrutura de ponta, equipamentos de última geração e um conceito inovador.

A SAGA Paraíso será a primeira a oferecer espaços compartilhados de trabalho, lanchonete com wi-fi e uma incubadora para desenvolvimento, aceleração de projetos e capacitação de profissionais.

“A SAGA Paulista cresceu tanto que foi preciso mudar para um espaço maior. Aproveitamos para evoluir, modernizar, agregar e estender a proposta de compartilhamento de conhecimento para além da sala de aula”, disse Alessandro Bomfim, CEO e fundador da SAGA, adiantando que o novo conceito será replicado em outras unidades da rede, que em breve aumentará. “Atualmente, temos 14 unidades e planejamos dobrar o número de escolas até 2024”.

Na SAGA Paraíso serão oferecidos os cursos Start, referência na área de computação gráfica para iniciantes, e Playgame, que ensina os alunos a desenvolverem seus próprios jogos. Além disso, a unidade terá periodicamente oficinas gratuitas com cerca de um mês de duração sobre assuntos como produção em 3D, edição de imagem, desenvolvimento de cenários em games e técnicas para se tornar um youtuber.

Vale dizer que a SAGA Paraíso tem laboratórios equipados com os mais avançados equipamentos e softwares, decoração moderna com obras de artistas conhecidos mundialmente, e lanchonete com wi-fi e tomadas elétricas para os alunos trabalharem e se divertirem nos horários vagos. Também tem outro espaço para trabalhar e fazer network em qualquer horário das 8h às 21h, inclusive com refeitório completo e mesas coletivas.

No último andar do prédio fica a SAGA Academy, uma incubadora onde serão desenvolvidos e acelerados projetos da própria escola e de outras empresas. Além disso, a incubadora serve como um centro de capacitação e compartilhamento de conteúdo entre profissionais de todas as unidades da rede, que frequentemente serão convidados a visitar o espaço.

A SAGA Paraíso está localizada na Rua Tomás Carvalhal, 92, no bairro do Paraíso, em São Paulo/SP.

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