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Microsoft está bastante otimista com Natal, diz que não há necessidade de sucessor para 360

Esse deve ser o ano do Natal, o Projeto anunciado em 2009 pela Microsoft. Estamos em janeiro e não se comenta outra coisa, resultado de um bom marketing da empresa.

Há cerca de uma semana, porém, jogadores olharam desconfiados para a decisão da empresa de remover um chip interno no acessório, responsável pelo processamento de informações, em favor de uma solução de software mais barata.

A declaração ficou no campo dos rumores. A Microsoft não confirmou, mas a boataria continuou indicando que o Natal usará entre 10% e 15% do poder de processamento do Xbox 360 e que chegará ao mercado por preço inferior a 50 libras, o equivalente a R$ 140.

Robbie Bach, executivo da MS, comentou que entre 70% e 80% dos estúdios se comprometeram a desenvolver títulos que se aproveitem das capacidades de Natal.

O foco do Natal, explicou Aaron Greenberg da MS, não é a adaptação de jogos existentes às capacidades de reconhecimento do Natal, mas sim a criação de novos títulos ao modelo.

A esperança é que ainda em seu lançamento, em 2010, a Microsoft venda milhões dos aparelhos, uma expectativa bastante otimista.

A empresa está de fato otimista: o diretor sênior da divisão Xbox, David Hufford, explicou que um sucessor do Xbox 360 não é necessário. “Não há necessidade de lançar um novo console, porque somos capazes de dar nova vida a este console com upgrades de software ou upgrades de hardware como o Project Natal”, comentou.

Hufford disse que o 360 foi desenhado para ter vida longa, e que não chegou sequer a sua meia idade, mesmo depois de quase cinco anos de seu lançamento.

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