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Innogames: empresa por trás de Tribal Wars desembarca no Brasil

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Mais uma empresa de alcance global está visando os jogadores brasileiros, trata-se da alemã Innogames, famosa pelo popular MMO Tribal Wars. De acordo com a empresa, seu escritório ficará sediado em São Paulo e será o terceiro da companhia, sendo que já existem escritórios em Hamburgo, Alemanha e Seul, na Coréia do Sul.

Com esta ação, a gigante dos games online, espera ficar mais próxima dos seus 10 milhões de usuários registrados no Brasil. A decisão da Innogames foi tomada devido à melhoria gradativa na qualidade das conexões à internet no país. A meta é que em dois anos o número de usuários brasileiros dobre com o retorno investido em ações nos jogos Tribal Wars, Firge of Empires e Grepolis. Vale lembrar que os títulos são gratuitos.

“Já temos mais de nove milhões de usuários registrados no Brasil. A presença local permite nos aproximarmos dos jogadores contando, inclusive, com suporte e gerentes de comunidades aqui”, revela o diretor da empresa no país, Marcus Imaizumi.

Para quem não conhece, a Innogames é uma empresa com sede na Alemanha que já conta com mais de 100 milhões de usuários em todo o mundo. Seus jogos estão disponíveis em 34 idiomas e o título mais famoso da empresa é justamente Tribal Wars com seus 40 milhões de jogadores. A empresa é famosa por lançar poucos títulos e o motivo disso é que o objetivo de seus funcionários é criar games de alta qualidade.

Os jogadores de Tribal Wars e os demais títulos que com a proximidade da empresa em nosso território possibilite diversas ações de marketing e in-game. Vamos torcer para que a Innogames conquiste a confiança e simpatia dos jogadores.

Uma opinião sobre “Innogames: empresa por trás de Tribal Wars desembarca no Brasil”

  1. Curtiria mais uma reportagem sobre a quantidade de reclamações do suporte brasileiro da innogames. É só procurar na internet. As pessoas ficam na dúvida se é a empresa innogames que busca agir de forma inescrupulosa, ou se é só o suporte brasileiro mesmo. De seu CEO até os moderadores abusivos.

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