Criadores de Super Meat Boy não estão nem aí para pirataria

Enquanto a indústria combate a pirataria com ferro e fogo, alguns desenvolvedores não podiam se importar menos. É o caso de Tommy Refenes e Edmund McMillen, criadores do independente – e genial – Super Meat Boy.

Em uma declaração ao podcast DarkZero, eles disseram que o game foi amplamente pirateado e eles não estão nem aí.

“Se tivermos, vamos dizer, 200 mil cópias de Super Meat Boy que estão sendo pirateadas, são 200 mil pessoas que estão jogando o game”, comentaram, concluindo que isso gera publicidade gratuita e indicações para outros amigos que eventualmente comprarão o jogo para testar.

Você concorda?

[Via CVG]

5 opiniões sobre “Criadores de Super Meat Boy não estão nem aí para pirataria”

  1. eu no lado deles eu estaria preoculpado, ainda sendo uma produtora independente … se 200 mil pessoas baixarem o jogo e eles indicarem outras provavelmente essas pessoas vao baixar aonde eles baixaram… eu tenho esse game e gostei muito… peguei numa promoção do steam..

  2. Em partes eu concordo, sou um proprietario do Playstation 3 todos meus games sao originais e prefiro assim, alem da pirataria prejudicar as empresas que investem muito dinheiro, acaba limitando acesso a Playstation Network e alguns casos estragando o Video Game então não penso em piratea-lo pois gosto de jogar On-Line entrar na Playstation@Store e Playstation@Home e utilizar alguns recursos gratuitos. Porem vejo uma ENORME desvantagem pra quem possui o PS3 Original, que é a grande variedade de conteúdo na PSN, os Add-On ate mesmo Themes e Avatar tudo e pago e caro, as vezes nem chega a valer a pena pagar por um game porque logo lançam outro com varios Extras, ja quem e dono do PS3 Pirata vai numa loja aluga e grava na memoria e beleza. A Sony deveria pensar melhor e agradar usuarios como eu rs… liberando varios Add -On para download free.

  3. Eu acho que iniciativas como o Steam, que tem promoções quase diárias, são as melhores pra se combater a pirataria. Eu sei que o discurso de impostos abusivos soa como pró-pirateiros, mas infelizmente é uma verdade absurda no Brasil.

  4. Não concordo com a pirataria, mas concordo com a atitude desse pessoal. Ao não criticar as 200 mil pessoas eles deixam de despertar a ira da comunidade e dos crackeadores de jogos. Com isso podem até simpatizar esses possíveis consumidores, que ao pagar pelo jogo estarão dando suporte a uma empresa cujo principal objetivo é entreter seu público.

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