Todos os post de Luiz Silva

Luiz Silva, jornalista de games formado pela Universidade Paulista. Já escreveu para as revistas da Tambor Digital (EGW, Gameworld), para o site Player 2 entre outras coisas. "Sou um entusiasta por videogames, apesar de jovem já tive até um Atari, minha série favorita é Silent Hill".

Ironhack: São Paulo ganha primeira turma noturna para formação de desenvolvedores

A Ironhack, rede global de ensino de tecnologia e programação com presença em sete países, abriu as inscrições para a primeira turma do curso noturno de Web Development, em seu primeiro campus brasileiro recém inaugurado em São Paulo. Esta é mais uma oportunidade para quem quer estudar desenvolvimento de jogos digitais: a Ironhack, rede global de ensino de tecnologia inaugurou há poucos dias o curso de Web Development para o periodo noturno em seu campus de São Paulo.

A nova turma terá aulas às terças e quintas e também aos sábados durante o dia. A ideia é permiti que pessoas que trabalham ou estudam em horario comercial possam fazer o curso tambem. De acordo com a Ironhack, o novo curso, em modelo part time, estava previsto para ser oferecido somente ano que vem. Porém, devido ao crescimento da procura, sua abertura foi antecipada.

O curso terá a mesma carga horária (360 horas) e conteúdo da versão integral, porém, com formação em 24 semanas. As aulas se iniciam em 6 de novembro, sempre às terças e quintas à noite e aos sábados durante o dia.

A grade de estudos é dividida em três módulos: desenvolvimento de web front-end, que estabelece as bases do desenvolvimento web e ensina a construir experiências únicas ao usuário utilizando HTML, CSS e JavaScript; Back-End MERN Stack, com a criação de aplicações orientadas por bancos de dados não relacionais utilizando MongoDB, Express.js, React e Node.js; e Microserviços com React, onde os alunos aprenderão a criar APIs (Interfaces de Programação de Aplicações) para projetar arquitetura de micro serviço.

Após a conclusão do programa, os participantes estarão capacitados para assumir um cargo de Desenvolvedor Jr. e também terão um portfólio com aplicações, games, plataformas web e afins para apresentar ao mercado ou iniciar a produção de seus próprios projetos.

Para cumprir a missão de oferecer cursos acessíveis para todas as idades e níveis de conhecimento, ao se inscrever no programa, o aluno terá acesso a uma plataforma online com mais de 60 horas de conteúdo que ensina fundamentos básicos da programação, além da preparação para a metodologia da escola, com o objetivo de nivelar os conhecimentos da classe maximizando a evolução do grupo durante a formação.

“Estudos do setor já falam em um déficit superior a 160 mil vagas nesse segmento no Brasil para o ano que vem. A demanda por esse tipo de conhecimento vem crescendo de forma acelerada e as empresas precisam recrutar direto nos centros formadores para não perderem talentos para a concorrência”, explica Pedro Falkenbach, growth manager da Ironhack no Brasil.

Para dar vazão à demanda e aproximar as empresas do novos profissionais, a Ironhack organiza uma semana de contratação, chamada de Hiring Week, onde os recrutadores podem conhecer os talentos e entrevistar os alunos recém-formados. Para se inscrever no curso, basta clicar aqui.

Revolta dos Búzios é tema de game a ser lançado no dia 03 de novembro no Muncab

Após o sucesso do jogo Sociedade Nagô, o time da Strike Games, desenvolvedora de games de cunho pedagógico, está prestes a lança seu terceiro jogo educativo. Trata-se de Revolta dos Búzios, que, a exemplo dos seus antecessores, busca resgatar nos jogos a cultura do povo preto baiano e conta com músicas de Tonho Matéria. O título será lançado no dia 03 de novembro, no Museu Nacional de Cultura Afro Brasileira – Muncab, das 14h às 16h.

Revolta dos Búzios reconta a revolta separatista de 1798, ocorrida na Bahia e que terminou com 33 pessoas processadas por tentarem promover o levante na cidade de Salvador contra a dominação Portuguesa. No dia 4 de março de 2011, os quatro protagonistas da Revolta dos Búzios (os alfaiates Manoel Faustino e João de Deus, e os soldados Lucas Dantas e Luiz Gonzaga) foram considerados heróis devido à importância que tiveram para o Estado Brasileiro.

Essas personalidades também foram incluídas no livro dos Heróis Brasileiros. A revolta também contou com a presença feminina, dentre elas, Ana Romana. O aplicativo é gamificado e reconta os fatos reais com uma jogabilidade ao estilo Point and Click, com influencias de Graphic Novel.

A designação Revolta dos Búzios se deve ao fato de alguns membros do movimento usarem um búzio (concha de molusco em forma de espiral) preso à uma pulseira para facilitar a identificação entre si. O movimento foi um dos mais famosos envolvendo a cultura afro contra a dominação portuguesa e serviu para inspirar outros movimentos revoltosos contra a coroa. O título está disponível para mobile através da Play Store e para PCs via Itch.io.

Abaixo tem um trailer de Revolta dos Búzios:

Conheça “Poracy: As Sombras da Natureza”, jogo inspirado em tribos da Amazônia

Nosso grande destaque do dia é mais um projeto brasileiro que presta homenagem ao folclore nacional. Trata-se de Poracy: As Sombras da Natureza, criado pelo desenvolvedor Kazuhira Mark. O título é uma ode ao folclore indígena com uma ambientação toda inspirada nas matas amazônicas e o jogador deve enfrentar sete bosses assustadores.

A trama leva o jogador ao passado, centenas de anos após um dos filhos de Taú e Kerana ser morto e o mal ser enfraquecido como um todo. Eis que a luz da lua é roubada do céu, o símbolo da derrocada do mal, e as forças da escuridão ganham força. Cabe a Poracy a árdua missão de derrotar as sete forças malignas que assombram as matas amazônicas e trazer a paz de volta a sua terra.

“Os povos indígenas da América Latina tem um folclore e um imaginário único e rico repleto de histórias e criaturas fantásticas que podem ser exploradas, em nosso jogo utilizamos de vários elementos de toda essa gama, além de traços do imaginário amazônico como um todo para construir um mundo rico em personagens e objetos para o jogador explorar e conhecer mais sobre a cultura dos povos pré-colombianos”, diz Marcus Paz, desenvolvedor de Poracy: As Sombras da Natureza.

O título tem inspiração nas criaturas e mitos da cultura guarani e da cultura Amazônica e cabocla. O mundo do jogo é fictício, bem como o povo retratado na aventura, que é inspirado em várias culturas como marajoara, tupinambá e assurini, contando com reimaginações de conceitos retirados dessas culturas. O objetivo foi construir um universo novo com base na cultura nacional.

A missão principal do jogo gira em volta do mito de Tau e Kerana onde a protagonista deverá derrotar os 7 bosses para completar a sua missão e restaurar a paz em sua terra. Há outras missões secundárias durante a aventura e o jogador estará ocupado durante muito tempo.

De acordo com o time de criação, Poracy terá um “story-telling” semelhante a “Metal Gear Solid Peace Walker” e “Valiant Hearts” em que as “cutscenes” da história são em quadrinhos separados da “Gameplay” em si. Além disso, a jogabilidade será de RPG em terceira pessoa como no vídeo em anexo.

Poracy: As Sombras da Natureza ainda está em fase de crowdfunding via Catarse e deverá ser publicado mesmo que a meta não seja batida. A expectativa é que a meta de R$ 10 mil seja arrecadada para aumentar a qualidade da produção e agilizar todo o processo criativo. O game tem previsão de lançamento para dezembro de 2018.

Abaixo você confere um trailer de Poracy: As Sombras da Natureza:

 

Dazz divulga balanço da participação na BGS 2018 e expectativas de crescimento para 2018 e 2019

Após participar da 11 edição da Brasil Game Show, a Dazz, proeminente fabricante de periféricos para PCs voltados ao publico gamer, traz seu balanço final da feira, realizada entre os dias 10 a 14 de outubro. O resultado foi tao promissor que, de acordo com a empresa, o evento superou todas as expectativas de visitação, contatos e negócios.

Os resultados do evento aumentaram as projeções da companhia para 2018 e 2019. As expectativa é que com o lançamento de 30 produtos para este ano, a empresa deve fechar o ano com aumento de faturamento de 50%. Para 2019, as projeções são ainda mais otimistas: crescimento de 60%.

“Tivemos uma participação realmente marcante nesta edição da BGS. Além de nosso estande ficar em um local privilegiado, ao lado de grandes players como Nintendo, PlayStation e Xbox, contamos com 18 lançamentos para o mercado de games que fizeram bastante sucesso entre os visitantes”, enfatiza Antônio Nascimento, gerente de produtos da Dazz.

Só para o primeiro trimestre de 2019, a Dazz já planeja o lançamento de 40 novos itens, o que levará a marca a um total de 160 SKUs na linha de games. Para conquistar o consumidor, a Dazz irá manter a estratégia de oferecer produtos com tecnologia e design em harmonia com as mais atuais tendências de mercado.  Algumas das grandes novidades para o ano que vem serão a chegada de nobreaks para gamers e outros lançamentos que prometem surpreender o consumidor.

O estande da Dazz na BGS contou com diversas atrações, como campeonatos de games, sorteio de brindes; atividades de palco, área kids tematizada e a presença de Youtubers famosos. Além de proporcionar ao visitante uma experiência real com os principais lançamentos da marca, o estande ainda apresentou protótipos de futuros lançamentos.

Entre seus 18 lançamentos para a BGS 2018, a Dazz trouxe teclados, mouses, headsets, controles e cadeiras gamers. Abaixo você confere a galeria de fotos do estande da Dazz na Brasil Game Show 2018 . Você pode conferir todo o catálogo da empresa no site oficial.

Galeria de fotos da Dazz na BGS 2018:

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(Fotos por Victor Candido)

 

VPSL cria websérie “Mulheres no Controle” para promover discussão sobre empoderamento feminino

A época que se falava que mulheres e videogames não combinam ficou no passado, ainda assim, algumas pessoas ainda veem com estranheza ver garotas que se dedicam aos games. Pensando em dar visibilidade a essa discussão e promover o empoderamento feminino, a VPSL, principal liga virtual de jogadores profissionais do pais, criou uma websérie com influenciadoras a fim de trazer o debate do empoderamento feminino para o universo da cultura digital.

Intitulado Mulheres no Controle, o programa terá periodidade semanal, e contará com a participação de nomes como o da velejadora e escritora Heloísa Schurmann e da modelo profissional Ariella Moura, entre outras personalidades.

No primeiro programa da série, Ariella conversa com a atleta profissional de esportes eletrônicos, capitã e dona do time Black Dragons, Nicolle Merhy – também conhecida como Cherrygumms. Nicolle fala um pouco da sua carreira no mundo dos e-Sports, do seu início como cyber atleta, da relação com a sua família, seus amigos e também de como é ser mulher em um universo majoritariamente formado por jogadores do sexo masculino.

“O programa será conduzido por essas mulheres fortes e competentes, que irão entrevistar uma as outras, compartilhando suas opiniões e experiências profissionais que as levaram a conquistar protagonismo nesse novo universo digital”, afirma Nuno Bianchi, sócio-diretor da VPSL.

O primeiro episódio de Mulheres no Controle já está disponível e pode ser visualizado no canal da VPSL no YouTube. A websérie conta com a produção e direção de David Schurmann, cineasta brasileiro de carreira internacional.

Sobre a VPSL

Organizando torneios de FIFA Pro Clubs desde 2014, a VPSL é a principal liga virtual de jogadores profissionais do País. A liga organiza torneios para o game FIFA da EA Sports nas modalidades ProClubs e FIFA Ultimate Team (FUT). O objetivo da empresa é criar um ambiente saudável e divertido para a comunidade de games brasileira.

Abaixo tem o primeiro vídeo de Mulheres no Controle:

 

Logitech – Entrevistamos Ujesh Desai, VP da empresa, durante a BGS 2018

A Logitech, uma das maiores empresas no ramo de periféricos e acessórios, esteve presente na BGS 2018 com suas duas marcas voltadas para o público gamer, a Logitech G e a Astro em um estande impecável. E para essa edição a empresa trouxe não somente produtos, mas também a esperada final de seu campeonato de eSport, o Logitech G Challenge.

O torneio serviu para atrair uma legião de fãs de eSports para dentro do estande da gigante da informática. Aproveitamos alguns momentos para um breve bate papo com o pessoal da Logitech e, principalmente, Ujesh Desai, VP da Logitech G, conseguimos notar que os planos da Logitech é continuar trabalhando lado a lado com o público gamer e expandir ainda mais o crescente cenário dos eSports.

Veja abaixo um pouco da conversa que tivemos com o pessoal da Logitech:

 

  1. Quais os lançamentos da Logitech para a BGS 2018?
Ujesh deasi, VP da Logitech

Trouxemos alguns de nossos produtos mais bem conceituados, tanto da Logitech G, quanto da Astro, mas trouxemos também alguns produtos novos, como mouses, teclados e headsets.

Temos também uma grande novidade! Em parceria com a EA e a marca Battlefield, desenvolvemos um set especial, teclado, mouse e headset de edição limitada Battlefield V que serão distribuídos como prêmios para os participantes da G Challenge.

 

  1. Observamos que a empresa lançou recentemente o mouse gamer G305 recentemente, como tem sido a recepção da comunidade?Nós temos uma ótima recepção de nossos produtos vindo do público latino americano e, principalmente, o Brasileiro. O público gamer está a par do trabalho da Logitech G e tem se mostrado cada vez mais interessada em nossos produtos e marcas (Falando sobre a Astro).

 

  1. Há planos de lançar o acessório exclusivo para o público brasileiro?

Pode se dizer que sim, mas tudo depende sempre da receptividade do público e de como reagem aos produtos e lançamentos da marca. A nossa ideia é sempre investir nos jogadores, por exemplo, trouxemos esse ano alguns teclados mecânicos, pois percebemos a receptividade relacionada a esse tipo de produto, pela qualidade, conforto e melhor experiência que proporciona para os jogadores.

Caso tenham alguma ideia de produto (acessórios e afins) específico, podem entrar em contato! Estamos sempre à disposição e esperamos o contato dos jogadores.

  1. Após as finais da Logitech G Challenge, vocês continuarão a promover mais torneios de eSports?Sim, a ideia é continuar espalhando a cultura do eSport, populariza-lo ainda mais. A Logitech continuará com os torneios, direta e indiretamente.

 

  1. Alguma chance de vermos a fabricante investindo em um torneio exclusivamente brasileiro nos moldes do G Challenge?

A resposta é não, não vemos a necessidade de criação de torneios ‘regionais’ exclusivos para evitar algum tipo de restrição, nosso compromisso é com a ‘universalização’ dos eSports, com torneios internacionais e que possam ser aproveitados por todos. Nosso compromisso está focado na expansão dos eSports, tanto para times grandes, como os pequenos, e também para os jogadores não competidores.

Essa expansão pode tornar os eSports e produtos da categoria mais acessíveis aos grande público, assim haverá um empoderamento do público gamer.

  1. Atualmente muitas empresas ligadas à tecnologia investem em times de eSports. A Logitech tem se mostrado parceira importante de equipes como a INTZ há muito tempo. Mas sempre nos perguntam se há qualquer plano futuro de montar um time com a marca da empresa e competir com outras equipes?

Não. A Logitech tem um perfil diferente que visa o patrocínio e parceria com os times e equipes, assim permite que os mesmos possam ter sua própria liberdade. Além disso, a empresa visa a expansão dos eSports pelo mundo, criar um time próprio poderia tirar esse o foco da ideologia que propomos. A ideia é expandir e não restringir.

Texto por Fernando Paixão

BGS 2018 – Resident Evil 2 rouba o show e se mostra um prato cheio para fãs de terror

Um dos jogos mais esperados na Brasil Game Show foi Resident Evil 2 da Capcom, um remake muito esperado e que já deu mostras de revitalizar a série na próxima temporada. O título estava com demo jogável no evento paulista e o GameReporter teve a chance de testá-lo durante uma fase e trouxemos agora as nossas impressões.

A primeira coisa que você precisa saber: esqueça todas as horas de jogo que você teve no PS1 e no Nintendo 64, elas não valerão de nada! O game está bem diferente do original e muito mais difícil. A Capcom está fazendo questão de mudar praticamente tudo que você conhece em prol de um desafio maior. Então, não importa quantas vezes você já zerou o Resident Evil 2 original, aqui a experiência é bem diferente.

Desde o visual realista dos corredores e salas até o modo como a câmera, a impressão que você tem é de que Resident Evil 2 está totalmente revigorado. O sentimento é tão intenso que dificilmente você vai reconhecer este jogo, mesmo que tenha passado centenas de horas no PS1. Mas não se deixe enganar: muito da essência do original permanece inalterada. Leon e Claire estão ali, bem como a delegacia e os temíveis zumbis.

São duas demos distintas que servem para mostrar como será o gameplay, uma com Leon e outra com a Claire. Ambas as demos mostram toda a capacidade que o jogo possui em levar o jogador para atmosferas arrepiantes e atestam que os puzzles estão mais complexos e os inimigos estão mais brutais. A ambientação de  Resident Evil 2 é aterrorizante e as mecânicas são bem funcionais, apesar de achar a mira um pouco leve demais.

A primeira demo que testamos é a de Leon, que é a mais conhecida. Basicamente você deve ajudar Marvin o policial em estado grave. Para isso, você deve resolver o puzzle da estátua realizando três combinações em estátuas espalhadas pelo cenário. O objetivo é chegar nos andares inferiores. Já a segunda demo é com Clare Redfield, na demonstração você deve enfrentar William Birkin em sua primeira forma.

O título chega ao mercado em janeiro do próximo ano, e ao que tudo indica parece ser uma compra certa. Se você curtiu o remake do primeiro jogo, já deve ter uma ideia do que esperar aqui, certo?

Abaixo tem um trailer de Resident Evil 2:

Texto por Victor Cândido

Devil May Cry 5: Será que a Capcom respeitou o legado da série?

Devil May Cry sempre foi uma franquia respeitada, sendo considerada uma das mais importantes do portfólio da Capcom. O 4º capítulo da franquia tem cerca de 10 anos desde seu lançamento. Uma entrega respeitável (não memorável), que fazia jus à marca nascida no PS2. Quando a Capcom anunciou o novo game para a nova geração, durante a E3 2018, muita gente imaginou se não era apenas mais um caça-níqueis. Após alguns meses, podemos colocar o jogo à prova.

Por mais que a fã base de Devil May Cry não seja lá tão fã do último reboot, é inegável que a Capcom utilizou muitos dos conceitos do quarto episódio para a produção do quinto capítulo. O título está presente na Brasil Game Show para que os fãs de Dante confiram a nova entrada da série. O GameReporter teve a oportunidade de testar o título e neste texto você confere nossas impressões.

Em Devil May Cry 5 acompanhamos Nero, um personagem bem mais ágil do que sua encarnação do quarto jogo. Os jogadores terão uma sensação de familiaridade bastante forte neste capítulo, pois a Capcom parece ter reciclado muito do jogo anterior. Até mesmo a câmera se comporta de forma similar a vista no reboot e os combates possuem comportamentos similares. Fica a sensação de que faltou inspiração.

O visual da demo da BGS 2018 está bem trabalhada e possui uma fluidez digna de um hack’n slash. Além disso, o jogo conta com um sistema chamado Devil Breaker, que permite que o personagem central utilize poderes especiais com o braço direito de Nero. A ideia basicamente é destroçar os inimigos com poucos comandos.

É possível trocar de braço ao longo da jogatina, basta encontrar outro braço durante o percurso. E cada braço possui funções diferentes, deixando o combate diversificado. A ideia é tornar os combates mais dinâmicos, menos repetitivos e viscerais.

Importante: durante o gameplay não encontramos uma forma de travar a mira em algum inimigo, sem a necessidade de soltar o botão RB (Xbox One). Tudo leva a crer que o jogo realmente não usufrua de um lock-on ilimitado, deixando-o limitado para execuções de golpes específicos apenas.

Resumindo, Devil May Cry 5 é um jogo que promete ser bom, ainda que não pareça surpreendente o bastante para ser apontado como nova geração. Contudo, há um bom tempo que não vimos a franquia retornar e bate aquele sentimento nostálgico de ver algo retornar do além túmulo. O melhor? Não é um remaster.

Texto por Victor Cândido

Abaixo tem um trailer de Devil May Cry 5:

 

BGS 2018 – Veja porquê você deve conferir a demo de Kingdom Hearts 3

Um dos jogos mais aguardados da última década é Kingdom Hearts 3. A franquia da Square-Enix foi uma das que mais cativaram a comunidade na era 128 bits e o segundo jogo (também para PS2) melhorou muito a fórmula de RPG de ação. Não por acaso, a terceira entrada da franquia parecia tão certa quanto qualquer novo Final Fantasy, entretanto, Tetsuya Nomura deixou o projeto de lado para se dedicar a spin-offs e em Final Fantasy. Eis o momento de ver como será a terceira entrega da franquia.

A demo possui duas fases, uma no universo de Toy Story e outra no universo de Hércules. A primeira você deve liderar Woody e sua turma até a loja de brinquedos e lá você combater heartless-robôs utilizando um robô. O trajeto é repleto de muita ação onde logo se percebe que as mecânicas de combate foram reaproveitadas e melhoradas. O jogo apela bastante para a nostalgia de quem cresceu jogando os dois primeiros games.

A boa notícia: câmera (inimiga de muita gente), agora não é tão atrapalhada nos momentos de hordas de inimigos. Isso ocorre porque o Lock -on não fica doido quando se está enfrentando muita gente. Por falar nisso, a quantidade de inimigos é bem grande e já torcemos para ver uma nova “luta contra mil”, de Kingdom Hearts 2.

A parte negativa é que o velho menu de selecionar magias e itens contínua com a necessidade de interromper as ações para que sejam feitas as utilizações destes elementos através dos direcionais e isso acaba atrapalhando a ação. Parece que a Square-Enix não quis mexer demais na estrutura de jogo, ainda que atualmente existam soluções mais eficazes.

A segunda fase baseada em Hércules você enfrenta um grande boss de pedra. Lembra do Titã de pedra? Pois bem, aqui temos uma ótima homenagem à cena clássica do filme. O combate é cheio de tensão devido a altura do inimigo e você usufrui de diversas habilidades para enfrentá-lo. O destaque maior sem dúvidas é a montanha-russa.

O visual dos dois cenários são verdadeiros colírios para os olhos, cheios de cor e com muitos efeitos visuais. E não é por menos: a  Square-Enix está utilizando a Unreal Engine 4 na produção. Espere ambientes e visuais tão embasbacantes quanto o ótimo Final Fantasy XV, com uma melhor fluidez.

A demo de Kingdom Hearts 3 apresentada na BGS é a mesmíssima apresentada em outros eventos, como E3 e Tokyo Game Show. Então não chegam a ser algo realmente inédito, porém ela servirá bem para mostrar aos fãs brasileiros que o jogo finalmente sairá do limbo criativo.

Quanto ao enredo, nada! A demo de Kingdom Hearts 3 esconde eficientemente qualquer coisa relacionada à história. A estratégia é evitar spoilers, ao mesmo tempo que deixa o trem do hype seguir seu caminho. Somente o tempo dirá se a combinação desta boa jogabilidade será com uma excelente história, espero que sim.

Se você estiver na BGS 2018, não deixe de conferir essa belíssima demo. Mais informações sobre a BGS aqui.

Texto: Victor Cândido

Abaixo tem um trailer de Kingdom Hearts 3:

BGS 2018: as 4 novidades surpresas da DAZZ para o evento

A Brasil Game Show está a todo vapor! Para quem curte acessórios especiais para jogos eletrônicos, a dica é visitar o estande da Dazz, gigante da tecnologia focada em soluções para gamers. A empresa montou um mega estande recheado de novidades, incluindo 4 lançamentos que eram mantidos em segredo ate então. As novidades-surpresa da marca para o evento são o Mouse Gamer Legacy 6400 DPI, o Mouse Gamer Legion 4200 DPI, o Headset Spectrum 7.1 e o Teclado Mecânico Predator.

“Os lançamentos espelham o grande comprometimento da Dazz com tecnologia e inovação para o mercado de games no Brasil”, enfatiza Antônio Nascimento, gerente de produtos da Dazz. A intençao é revelar as tendencias da tecnologia que irao marcar o mercado gamer na proxima temporada. Além dos quatro lançamentos surpresas, a Dazz conta com nada menos que 18 lançamentos na BGS 2018.

Confira detalhes dos 4 lançamentos-surpresa:

 

Mouse Gamer Legacy 6400 DPI – Com formato único, sistema de cores RGB com 5 modos e 6400 DPI, o mouse Legacy é ideal para  jogadores que buscam aliar precisão e agilidade. O lançamento tem botão para mudança de resolução progressiva de 1600/2400/3200/6400 DPI, 3 botões programáveis e conexão USB 2.0. Compatível com Windows 7/Vista/XP e MAC 0S 9.0 ou superior, tem sensor SUNPLUS 6653 e cabo de 1,30 m reforçado com nylon. Preço sugerido R$ 79,90.

Mouse Gamer Legion 4200 DPI  – O Mouse Gamer Legion conta com formato único, sistema de cores RGB e botão para mudança de resolução progressiva de 1600 a 4200 DPI. O modelo possui 2 botões programáveis, conexão USB 2.0 e sensor PIXART PAW3519. Compatível com Windows 7/Vista/XP e MAC 0S 9.0 ou superior, tem cabo de 1,30 m reforçado em nylon. Preço sugerido R$ 69,90.

Headset Spectrum 7.1 – Primeiro headset híbrido da linha Dazz, o Headset Spectrum 7.1 conta com saída P3 ou USB, podendo ser usado em todas as situações possíveis: jogar, ouvir música, navegar na internet, etc. A novidade possui alto-falante de 40mm,  capacidade de 100mW e microfone com sensibilidade: -58dB ±3dB. Preço sugerido R$ 299,90.

Teclado Mecânico Predator – Excelente opção para jogos, o lançamento traz um novo conceito de Switch à laser e torna as ações de comando muito mais rápidas. O Teclado Mecânico Predator tem opção de descanso de pulso removível, iluminação LED RGB com 8 modos e 104 teclas, sendo 12 teclas multimídia acionadas pela função FN. Compatível com Windows XP/Vista/7/8, tem cabo de 1,80 m e configurações USB 2.0 e ABNT2. Preço sugerido R$ 299,90.

Mais informações sobre a BGS aqui.

Serviço: BGS 2018 (Brasil Game Show)

De 10 a 14 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo

Horário: das 13h às 21h

Estande da Dazz: PP08