Todos os post de Luiz Silva

Luiz Silva, jornalista de games formado pela Universidade Paulista. Já escreveu para as revistas da Tambor Digital (EGW, Gameworld), para o site Player 2 entre outras coisas. "Sou um entusiasta por videogames, apesar de jovem já tive até um Atari, minha série favorita é Silent Hill".

Innogames: empresa por trás de Tribal Wars desembarca no Brasil

Innogames

Mais uma empresa de alcance global está visando os jogadores brasileiros, trata-se da alemã Innogames, famosa pelo popular MMO Tribal Wars. De acordo com a empresa, seu escritório ficará sediado em São Paulo e será o terceiro da companhia, sendo que já existem escritórios em Hamburgo, Alemanha e Seul, na Coréia do Sul.

Com esta ação, a gigante dos games online, espera ficar mais próxima dos seus 10 milhões de usuários registrados no Brasil. A decisão da Innogames foi tomada devido à melhoria gradativa na qualidade das conexões à internet no país. A meta é que em dois anos o número de usuários brasileiros dobre com o retorno investido em ações nos jogos Tribal Wars, Firge of Empires e Grepolis. Vale lembrar que os títulos são gratuitos.

“Já temos mais de nove milhões de usuários registrados no Brasil. A presença local permite nos aproximarmos dos jogadores contando, inclusive, com suporte e gerentes de comunidades aqui”, revela o diretor da empresa no país, Marcus Imaizumi.

Para quem não conhece, a Innogames é uma empresa com sede na Alemanha que já conta com mais de 100 milhões de usuários em todo o mundo. Seus jogos estão disponíveis em 34 idiomas e o título mais famoso da empresa é justamente Tribal Wars com seus 40 milhões de jogadores. A empresa é famosa por lançar poucos títulos e o motivo disso é que o objetivo de seus funcionários é criar games de alta qualidade.

Os jogadores de Tribal Wars e os demais títulos que com a proximidade da empresa em nosso território possibilite diversas ações de marketing e in-game. Vamos torcer para que a Innogames conquiste a confiança e simpatia dos jogadores.

Injustice Gods Among Us terá dublagem em português

Injustice Gods Among Us

O game de luta mais esperado do ano é Injustice Gods Among Us. O motivo para tanta expectativa não é mistério: o game está em produção pelo time da NetherRealm, os responsáveis pela ressureição de Mortal Kombat nos games. A boa notícia para os jogadores brasileiros é que o game receberá todo o trabalho de dublagem em português.

De acordo com os responsáveis, o game contará com vozes dos dubladores oficiais dos personagens como Ettore Zuim, a voz de Batman na trilogia Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan, e Guilherme Briggs, a voz de Superman nos desenhos animados. Quem acompanha o trabalho desses profissionais sabe que vem coisa boa por aí.

Como se não bastasse, o game chegará às lojas em vedição especial, contando com a animação Liga da Justiça: Doom, A legião do Mal, em Blu-ray para PS3 e DVD no XBox 360. Outro bônus é a adição de skins baseadas no sucesso Batman Arkham City, que trarão os personagens Batman, Mulher Gato e Coringa.

Injustice trará alguns dos personagens da DC Comics para brigar em um jogo que segue a fórmula de sucesso de Mortal Kombat. Entre os personagens estarão o Batman, Superman, Solomon Grundy, Flash, Arlequina, entre outros. A previsão de lançamento é para Abril para as plataformas Xbox 360, PS3 e Wii U com o preço sugerido de R$ 199,90. Quem está louco para jogar?

Abaixo você confere o vídeo do game Injustice Gods Among Us:

To Dungeons Deep and Caverns Old: mais um game brasileiro para o Ouya

To Dungeons Deep and Caverns Old

Quem se lembra do Devnation, um dos primeiros games brasileiros sendo desenvolvidos para o vindouro console Ouya? Pois bem, justiça deve ser feita, e por isso devemos dizer que ele não é o único jogo sendo produzido por brasileiros para o novo console. Na verdade existem outros produtores talentosos se esforçando ao máximo para criar games para a plataforma.

Um desses estúdios é a Otus Game Studio, uma produtora independente muito nova que é composta por formandos da área que já desenvolveram projetos para games mobile e advergames. Assim como o pessoal por trás de Devnation, o time Otus Game Studio também participou da game Jam CREATE da revista Kill Screen.

O game em questão está sendo desenvolvido para o Ouya e chama-se To Dungeons Deep and Caverns Old. Além do nome, o game desponta grandiosidade também na ambição dos desenvolvedores. Trata-se de um game de ação co-op para 4 jogadores na mesma tela com todo o espírito retro 8 bits. O objetivo é explorar dungeons em busca de tesouros e derrotar perigosos inimigos. Logo de cara o gameplay lembra a franquia Zelda da Nintendo, além de outras inspirações óbvias como Castle Crashers e Gauntlet.

Um dos destaques do game é que muito do que se encontra nas dungeons, incluindo tesouros e inimigos, são gerados aleatoriamente, ou seja, nenhuma partida é igual a outra. Além disso, quando um dos jogadores morre ele se torna um fantasma que pode ajudar ou assombrar seus companheiros. Cada um dos 4 personagens possui habilidades únicas para garantir que cada jogador seja mais do que apenas um membro da party.

De acordo com os desenvolvedores, os planos são de que a versão final contenha mais de 100 itens colecionáveis e power ups, além de uma arena para um modo PVP, mais variedade de cenários, personagens e um modo com mais de 10.000 ambientes. Parece muito, mas os produtores dizem que é possível.

O protótipo está em estágio avançado de desenvolvimento, porém não há previsão para a versão final. No momento os produtores estão coletando feedbacks para melhorar o produto, então todos são bem vindos para saber mais sobre o projeto.

Logo abaixo você confere o video do To Dungeons Deep and Caverns Old. Atente na alta qualidade já visível do projeto:

Heavy Metal Machines: Hoplon anuncia seu primeiro MOBA

Heavy Metal Machines

O gênero MOBA (Multiplayer Online Battle Arena) tornou-se um dos mais adorados pelos jogadores, especialmente os brasileiros, vide o sucesso recente de League of Legends. Não por acaso as grandes empresas passam a investir cada vez mais neste gênero. Este é o caso da empresa Catarinense Hoplon, que anunciou o primeiro MOBA brasileiro, o Heavy Metal Machines.

O Heavy Metal Machines terá como foco carros equipados com armas de combate que devem se enfrentar em pistas de corrida de um mundo pós-apocalíptico. Como se não bastasse todo o clima de destruição, as partidas serão embaladas pelo som pesado do Rock n’ Roll. Nem precisa dizer que a habilidade no volante e a malandragem serão essenciais para garantir a vitória nos confrontos. Pelo jeito o game tem como inspiração o louco Rock n’ Roll Racing da Blizzard.

Apesar da temática, a produtora garante que os elementos comuns aos MOBA como estratégia em tempo real e os elementos de RPG estarão no jogo. O game será no formato free-to-play com venda de itens in-game e a fase de testes Beta fechado deve entrar já no segundo semestre de 2013.

Os jogadores que se interessarem por Heavy Metal Machines poderão acompanhar o processo de desenvolvimento através do DevBlog ou através da fanpage no Facebook. Ao que tudo indica esse será um game pra ninguém botar defeito. Vamos ficar de olho!

Conheça Colina, um game indie de terror feito por brasileiro

Colina
Games de terror simplesmente conseguem mexer com nosso subconsciente de uma forma como nenhum outro game consegue e é justamente por isso que eles são tão comentados entre os jogadores, principalmente quando conseguem transmitir a real sensação de terror ao jogador. Veja só alguns casos como os primeiros jogos da franquia Silent Hill, ou mesmo Dead Space e o ovacionado Slender: The Eight Pages. São todos games que transmitem o terror psicológico e por isso tornaram-se Cult entre os fãs do gênero.

Se você curte ficar assustado na frente da TV, anime-se, pois há uma novo game no pedaço que promete te deixar sem dormir. Colina é um game indie totalmente em português criado por uma única pessoa, o desenvolvedor Denis Alvarez que o finalizou em árduos 3 meses. Na trama o jogador encarna um adolescente à procura de seus pais que desapareceram em uma pequena casa no topo de uma colina. O problema é que o lugar é recheado de histórias de arrepiar os cabelos. A missão do adolescente é sobreviver e descobrir que segredos se escondem na pequena casa.

Além da trama pontuada por mistério e acontecimentos estranhos, Colina conta a seu favor com a mesma engine utilizada em Slender, o Unity 3D, ou seja, o game não fica devendo em nada para sua inspiração mais evidente, pelo menos não em recursos e aspectos técnicos. Quem tiver peito para jogar vai encontrar corredores escuros, florestas ao anoitecer, barulhos medonhos e… fantasmas.

De acordo com Denis, o projeto foi iniciado em novembro de 2012 e todo o processo foi fruto de seu esforço, desde a arte até o roteiro. Apesar de se utilizar da mesma engine, Colina não é uma cópia de Slender, apesar de alguns jogadores prejulgarem o game dessa forma. “Na verdade (essas semelhanças) se devem a alguns mecanismos padrões da engine que existe para todos os jogos do mesmo gênero”, disse o produtor.

Uma curiosidade é que o game demandou tanta força de vontade de seu criador que ele até pensou em desistir do projeto. De acordo com ele, o game só podia ser trabalhado durante os finais de semana e madrugadas. O jogador mais atento vai perceber dentro da misteriosa casa da colina um porta retrato com a foto de um casal. O casal é justamente o produtor do game e sua esposa, que auxiliou no processo de criação.

O objetivo de Colina é apresentar uma proposta diferente no ramo dos jogos de suspense existentes no mercado. A ideia é criar suspense e tensão com conteúdo e mistério a ser desvendado. E pelo que pudemos conferir o game é recomendadíssimo para quem tem nervos de aço, pois o clima é de verdadeiro terror. O game Colina está disponível gratuitamente para download em site próprio.

Abaixo você confere o trailer do game:

Steam Linux já é realidade. Que venham os pinguins!

Steam Linux

Steam Linux já é realidade! Uma ótima notícia para não-usuários de Windows que buscam uma ótima experiência de compra.  A Valve anunciou que partir de agora o portal Steam também está disponível para usuários de Linux. De acordo com a companhia, o aplicativo “cliente Steam” pode ser baixado gratuitamente através da Central de Programas Ubuntu.

“A chegada do Steam para Ubuntu demonstra a crescente demanda por sistemas abertos por parte dos jogadores e desenvolvedores de games” diz David Pitkin, Diretor de Aplicações para Consumidores da Canonical. “Nós esperamos que um grande número de desenvolvedores de jogos comece a incluir o Ubuntu entre as opções de plataforma de seus produtos. Estamos ansiosos para ver o desenvolvimento de jogos AAA que tenham o Ubuntu em mente, como parte de um lançamento multiplataforma no Steam”, explica ele.

Alguns dos primeiros games disponíveis para o Steam Linux são da própria Valve como Team Fortress 2, Half Life, Counter-Strike 1.6 e Counter-Strike: Source. De acordo com a Valve, Team Fortress 2 premiará os jogadores que estiverem utilizando o Linux com o Tux, o mascote oficial do sistema, que será um item in-game. Além dos games, foi disponibilizada a opção Big Picture, uma ferramenta projetada para utilizar o serviço com a combinação TV e Joystick.

Com este lançamento a Valve esperar alcançar mais jogadores através do Steam. Mais informações sobre os serviços e novidades poderão ser encontradas na Central da Comunidade Steam para Linux.

Quem já está usando o Steam Linux?

Games devem ficar de fora do Vale Cultura? Qual sua opinião?

Vale Cultura

Todos sabem que os videogames são uma forma pura de cultura, pois transmitem mensagens e valores tão profundos quanto qualquer livro conceituado ou música celebrada. Entretanto nem todos conseguem ver os videogames com os mesmos olhos.

No dia 19 de fevereiro de 2013 a Ministra da Cultura Marta Suplicy realizou uma audiência na Assembléia Legislativa de São Paulo para falar sobre o Vale Cultura, um projeto dedicado a disseminar as diferentes formas de cultura entre a população. A ideia básica é que pessoas que dispõe de até dois salários mínimos possam contar com pequeno recurso mensal disponibilizado pelo governo para desfrutar de cultura. O projeto ainda está em estágio inicial e, portanto, carece de formatação.

Devido a isso, a equipe da Ministra abriu sua agenda para ouvir as pessoas a fim de coletar opiniões e sugestões para incluir no projeto. Um dos participantes foi o Francisco Tupy, pesquisador e designer de games, que estava representando os jogadores do Brasil que naturalmente gostariam de saber a opinião da Ministra sobre a inclusão de entretenimento digital no projeto. Ao ser questionada sobre a inclusão dos videogames no Vale Cultura a ministra mostrou-se, de fato, uma política, conforme transcrição da matéria do site Geek, escrita por Kao Tokio:

 Francisco Tupy – “O que o ecossistema que trabalha com jogos digitais, pesquisadores, desenvolvedores, professores etc. pode esperar do Vale Cultura?”

Marta Suplicy – “No caso dos jogos digitais, o assunto ainda não foi aprofundado o suficiente, mas eu acho que eu seria contra. Eu não acho que jogos digitais sejam cultura […] Mas a portaria é flexível. Na hora em que vocês conseguirem apresentar alguma coisa que seja considerada arte ou cultura, eu acho que pode ser revisto. No momento o que eu vejo é outro tipo de jogo.

Encaminhem para o ministério as sugestões que vocês estão fazendo. Eu tenho certeza que talvez vocês consigam fazer alguma coisa cultural. Mas, por enquanto, o que nós temos acesso, não credencia o jogo como cultura. O que tem hoje na praça, que a gente conhece (eu posso também não conhecer tanto!) não é cultura; é entretenimento, pode desenvolver raciocínio, pode deixar a criança quieta, pode trazer lazer para o adulto, mas cultura não é! Boa vontade não existe, então, vocês vão ter que apresentar alguma coisa muito boa”.

O interessante é que com tantas pesquisas sérias sobre os videogames e com uma equipe tão estudada, a ex-prefeita de São Paulo ainda vê os videogames com uma visão tão retrógrada. Aparentemente os organizadores acreditam que pelo fato dos games ser primordialmente dominada por obras não produzidos no Brasil, eles não agregam valor de cultura brasileira, ignorando o fato de que atualmente existem vários estúdios brasileiros criando games com temáticas e folclore brasileiro.

Apesar do negativismo em relação à inclusão dos games no Projeto Vale Cultura, ainda existem chances de que a situação se modifique durantes as próximas semanas. Mas as expectativas não são das melhores.

Mas diga, qual sua opinião sobre a declaração da Ministra sobre o Vale Cultura?

Rayman Legends também estará no Playstation 3 e Xbox 360

Rayman Legends

Um dos principais lançamentos da Ubisoft para 2013 é Rayman Legends, game que seguirá os passos do ovacionado Rayman Origins. Até dias atrás o Wii U era a única plataforma definida para receber o lançamento, porém  a Ubisoft anunciou que o Xbox 360 e o Playstation 3 também ganharão versões em setembro.

O desenvolvimento para as duas plataformas segue em curso pelo estúdio de Montpellier, a mesma da versão de Wii U. De acordo com a produtora francesa, Rayman Legends contará com vários modos de jogo, novos personagens, cenários e trilha sonora. Além disso, o título está sendo preparado pelo mesmo time responsável por Origins.

Espera-se que o game alcance vendas mais expressivas que o anterior, que apesar das boas críticas não se tornou muito popular. Com lançamento nas principais plataformas, a Ubisoft estará mais próxima de conseguir melhores resultados.

“Ouvimos muitos jogadores de Xbox 360 e Playstation 3, fãs de Rayman, que nos disseram que queriam muito jogar Rayman Legends nos seus consoles atuais” disse Tony Key, vice-presidente de vendas e marketing da Ubisoft. “Decidimos dar aos fãs o que eles queriam e ao mesmo tempo ampliar o alcance desse jogo inovador e memorável”

Abaixo você confere o vídeo d e Rayman Legends:

Playstation 4: o futuro é agora!

Playstation 4

O futuro chegou! Com certeza você já deve ter ouvido este clichê em algum lugar para se referir a novas máquinas, computadores, celulares ou videogames, certo? Pois bem, é justamente com esta frase que dou início a este texto sobre o Playstation 4, pois em vários aspectos ele parece avançado em seu tempo.

Como todos sabem, a Sony anunciou oficialmente no último dia 20 de fevereiro de 2013 a produção de seu 4º videogame de mesa a ser lançado até o final do ano. Durante o evento Playstation Meeting a empresa nipônica aproveitou quase duas horas para falar sobre o novo controle, as novas capacidades sociais do aparelho e 11 demos de jogos que devem chegar junto ao lançamento da plataforma.

A primeira coisa a chamar a atenção é o Dual Shock 4 que mantém o mesmo visual dos controles anteriores, porém desta vez conta com um painel táctil na parte frontal, bem semelhante ao utilizado no PS Vita. A Sony não falou muito sobre este aspecto do controlador, mas dá para esperar que as funções não serão tão profundas quanto as do Wii U. A Sony garantiu também que o PS4 dará suporte ao PS Move, PS Eye e ao PS Vita. Infelizmente os controles do PS3 não poderão ser utilizados no “4”.

O interessante mesmo é que mesmo mantendo o design da família Dual Shock, o novo controle ganhou novas funções como o botão Share que permite aos jogadores compartilhar momentos ingame de forma rápida e intuitiva. Outra mudança significativa é a fusão dos botões Start e Select, além disso, os gatilhos e botões analógicos foram redesenhados a pedido de produtores e jogadores. O controle tem um formato mais côncavo para se adaptar melhor as mãos dos jogadores, deste modo ele é um pouco mais semelhante do controle do Xbox 360. Fora isso, o controle mantém os botões tradicionais e o sensor de movimentos baseado em seis eixos.

O Playstation 4 em si sequer deu as caras, porém a gigante do entretenimento fez questão de falar sobre o hardware. Basicamente ele é tão poderoso quanto um PC para jogo, mas não é nem de longe a máquina mais potente para jogatina. Ele conta com um processador criado pela AMD em parceria com a Sony que traz CPU e GPU integrada. O processador tem oito núcleos de 64-bit X86 baseado na arquitetura Jaguar da AMD. A intenção da Sony era desenvolver uma plataforma mais fácil de desenvolver do que o poderoso e problemático Cell.

A GPU apresenta desempenho máximo de 1,84 TFLOPS, em outras palavras o PS4 tem bastante poder a ser utilizado em gráficos e simulação. Muitos sites descreveram o potencial da plataforma como “impressionante”. O mais incrível mesmo é a memória Ram com seus incríveis 8GB GDDR5, permitindo um potencial 16 vezes maior que o do Playstation 3. De acordo com a imprensa internacional, a resolução padrão dos jogos do PS3 será de 1080p. A mídia padrão continuará sendo os discos Blu-Ray. No meio dessa sopa de letras e números da arquitetura, o PS4 terá ainda um chip secundário que possibilitará aos jogadores fazer download de jogos mesmo com o aparelho em modo stand by.

Apesar das características de hardware serem consideradas poderosas, há muitos analistas e jogadores especulando que o próximo videogame da Microsoft poderá ser mais impressionante. Contudo isso não deverá ser verdade, no mais os dois videogames deverão contar com uma arquitetura muito semelhante, enquanto que os PCs de ponta ainda continuarão sendo melhores em desempenho. Essas especulações e torcidas de nariz se devem em muito ao fato de a Sony ter mostrado games insossos durante sua apresentação.

A Sony aproveitou para exibir alguns jogos como Knack, Driveclub, Killzone Shadow Fall, inFamous Second Son, The Witness, Deep Down, Destiny da Bungie e o supercomentado Watch Dogs da Ubisoft. Desses aí os mais apresentáveis foram Watch Dogs que também chega para a atual geração, e The Witness da Capcom que parece misturar as premissas de Dragon’s Dogma e Lost Planet. Além desses jogos foram anunciados um port de Diablo III e um novo (porém não informado) Final Fantasy.

Muita gente considerou que faltou uma bomba para o console ou vídeos mais empolgantes. De fato o vídeo do novo Killzone não era tudo isso, porém vale lembrar que tudo não passava de demos técnicas de um videogame que nem sequer começou a ser explorado pelos produtores. O consenso é que o que foi mostrado do PS4 poderia ser feito no PS3.

A Sony ficou de revelar mais sobre o novo console na E3 deste ano. A expectativa é que até lá o console tenha uma cara e mais jogos apresentáveis e com uma demonstração concreta de grande salto, afinal dá para perceber pelo hardware que a máquina pode bem mais do que mostrou no Playstation Meeting. E para aqueles que levantam a bandeira de PCs ou de consoles a recomendação é para baixar sua bandeira a meio mastro, pois as plataformas PC e videogame estão ficando cada vez mais parecidas. O Playstation 4 é apenas o primeiro a evidenciar essa quebra de barreiras.

O próximo player a mostrar sua plataforma será a Microsoft e de acordo com rumores isso deve ocorrer em abril de 2013 pouco antes da E3. Vamos aguardar pois o futuro dos jogos eletrônicos já está nossas portas. É esperar e acompanhar de perto!

E você, o que achou do novo Playstation 4?

Veja o cronograma de lançamentos do Capcom Arcade Cabinet

capcom arcade cabinet

Se você curte uma jogatina retro preste bastante atenção no que a Capcom andou aprontando nos últimos meses! Desde o último dia 19 de fevereiro de 2013 a empresa japonesa vêm disponibilizando games clássicos da era 8-bits em seu programa Capcom Arcade Cabinet, uma maneira de transformar os poderosos Xbox 360 e Playstation 3 em fliperamas da década de 80.

O projeto vai até meados de maio e prevê o lançamento de 15 jogos lançados no período entre 1984 a 1988 através de distribuição digital. De acordo com a Capcom, os games poderão ser adquiridos individualmente ou em pacotes. Ao adquiri um jogo você ganha acesso ao Capcom Arcade Cabinet que dá acesso a vários recursos  como tocador de músicas, captura de telas/vídeos, DIP Switch, entre outros.

Além dos elementos que marcaram os games da época, a Capcom vai adicionar ainda a possibilidade de multiplayer online para 2 jogadores em alguns títulos. Outros mimos presentes em alguns jogos são modo de treinamento com vidas infinitas e a troca rápida entre as versões oriental ou ocidental dos jogos.

Os primeiros jogos dessa compilação já estão disponíveis nas redes online e os jogadores já podem baixar o primeiro pacote, composto por Black Tiger, 1943: The Battle of Midway e Avengers, por R$10,99 / US$4,99 / 400M. Vale lembrar que a Demo de Blak Tiger é gratuita. Os donos de Xbox 360 poderão curtir o jogo inteiro com um só crédito, podendo sempre voltar do começo. No PlayStation 3, os jogadores terão créditos infinitos, tendo acesso ao jogo completo de graça.

Lguns games bastante celebrados estarão no programa como Ghosts’n Goblins, 1942, Legendary Wings, etc. O bacana é que ao final se você completar a coleção de 15 jogos, individualmente ou em conjunto, você ganha o direito a mais dois games grátis como bônus. Mais informações podem ser encontrada no site Capcom Unity Brasil.

Abaixo você confere o cronograma de lançamento do Capcom Arcade Cabinet e um vídeo bem legal:

PACOTES/TÍTULOS INDIVIDUAIS DATA DE LANÇAMENTO NA AMÉRICA DO NORTE E BRASIL PREÇO
Demo de Black Tiger 19 de fevereiro (PSN)
20 de fevereiro (XBLA)
Grátis
PACOTE DE JOGOS 1
Títulos: Black Tiger, Avengers, 1943: The Battle of Midway
19 de fevereiro (PSN)
20 de fevereiro (XBLA)
R$10,99/US$4,99/400MSP
PACOTE DE JOGOS 2
Títulos: Ghosts n Goblins, Gun.Smoke, Section Z
5 de março (PSN/XBLA) R$20,99/US$9,99/800MSP
Avengers 5 de março (PSN)* R$8,99/US$3,99
1943: The Battle of Midway 5 de março (PSN)* R$8,99/US$3,99
PACOTE DE JOGOS 3
Títulos: Side Arms, Legendary Wings, Trojan
19 de março (PSN/XBLA) R$20,99/US$9,99/800MSP
Ghosts n Goblins 19 de março (PSN/XBLA) R$8,99/US$3,99/320MSP
Gun.Smoke 19 de março (PSN/XBLA) R$8,99/US$3,99/320MSP
Section Z 19 de março (PSN/XBLA) R$8,99/US$3,99/320MSP
PACOTE DE JOGOS 4
Títulos: Commando, The Speed Rumbler, Exed Exes (Savage Bees)
2 de abril (PSN/XBLA) R$20,99/US$9,99/800MSP
Side Arms 2 de abril (PSN/XBLA) R$8,99/US$3,99/320MSP
Legendary Wings 2 de abril (PSN/XBLA) R$8,99/US$3,99/320MSP
Trojan 2 de abril (PSN/XBLA) R$8,99/US$3,99/320MSP
PACOTE DE JOGOS 5
Títulos: 1942, SonSon, Pirate Ship Higemaru
16 de abril (PSN/XBLA) R$20,99/US$9,99/800MSP
Commando 16 de abril (PSN/XBLA) R$8,99/US$3,99/320MSP
The Speed Rumbler 16 de abril (PSN/XBLA) R$8,99/US$3,99/320MSP
Exed Exes (Savage Bees) 16 de abril (PSN/XBLA) R$8,99/US$3,99/320MSP
1942 30 de abril (PSN/XBLA) R$8,99/US$3,99/320MSP
SonSon 30 de abril (PSN/XBLA) R$8,99/US$3,99/320MSP
Pirate Ship Higemaru 30 de abril (PSN/XBLA) R$8,99/US$3,99/320MSP
Pacote Bônus (para quem comprou todos os 5 pacotes ou todos os 15 títulos   individuais)Títulos: dois jogos (nomes a confirmar) A confirmar Grátis para quem comprou todos os 5 pacotes   anteriores ou todos os 15 títulos individuais
PACOTE TUDO-EM-UM
Títulos: Todos os 17 jogos
21 de maio (PSN/XBLA) R$60,99/US$29,99/2000MSP

* Não disponíveis como títulos individuais via XBLA