E se os candidatos à Presidência da República fossem personagens de videogames?

Ah, as eleições presidenciais 2018! Época de decidir quem será o novo chefe do Brasil e que rumos a economia vai tomar daqui por diante. Para isso é necessário observar os candidatos de perto, analisar suas propostas e blá blá blá. Mas e se ao invés de observar essas figuras com olhar crítico, olhássemos para eles como personagens de videogames? Quem eles seriam?

No artigo de hoje, vamos relacionar os presidenciáveis 2018 com personagens famosos dos jogos eletrônicos, tudo com bom humor e descontração. Antes de ficar pistola e começar a xingar, ligar para advogados ou começar a justiça virtual, lembre-se: este post visa entreter, não discutir política, ok? Não deixamos nenhum candidato de fora da zoeira.

 

Abaixo, vamos conhecer os candidatos à presidente do Brasil (dos games) em 2018:

 

Geraldo Alckmin – Shao Kahn (Mortal Kombat)

Assim como Shao Kahn, Geraldo Alckmin, é uma figura detestada por muitos. Um indivíduo sedento por poder que não mede esforços para conseguir o que quer (mesmo que tenha de infringir leis milenares). Shao Kahn tomou o reino de Outword de assalto e em pouco tempo transformou o reino em uma pilha de esterco fumegante.

Todo aquele que se contrapunha as vontades do imperador deviam se calar e qualquer atitude considerada controversa de sua parte acabava empurrada para debaixo do tapete. Vale ainda lembrar que Geraldo “Picole de Chuchu” Alckmin tentou tomar o controle do Brasil no passado, mas teve seus planos impedidos por uma coalizão que disposta a chutar sua bunda para o reino de onde veio (SP). Kahn teve o mesmo revés.

Vamos enumerar mais alguns motivos, se você acha que não se encaixa: 

1 – ele é o boss final de seu partido;

2 – tornou-se governado de SP e o Estado logo se tornou conhecido como Alckministão;

3 – Não se importa com o povo ao seu redor e não mede esforços para se beneficiar (aumento do próprio salário em tempos de crise)

4 – Faz tudo o que puder fazer desde que cumpra seus objetivos, não importa se isto irá prejudicar crianças;

5 – Figura envolta em polemicas e corrupção (cartel do metro);

Enfim, está provado que Alckmin é um vilão e um grande membro das oligarquias. Dá até para imaginar o ex-governador sentado em uma cadeira confortável olhando para outras pessoas, chamando-as de patéticas antes de gargalhar feito um lunático.

 

Jair Bolsonaro – Duke Nukem (Duke Nukem)

Duke Nukem é um personagem durão, sarcástico, autoconfiante, agressivo, politicamente incorreto, metido a machão, debochado e que não se importa em rasgar o verbo. Ele está numa missão “heróica” de salvar o mundo de uma invasão alienígena. Para isso, ele sai armado até os dentes e atira em qualquer coisa que se mexer. Troque a “ameaça alienígena”, por “ameaça esquerdista” e você tem um retrato fiel da figura de Jair Bolsonaro. Um verdadeiro fanfarrão.

O candidato do PSL está sempre falando demais e acredita fielmente que pode resolver problemas com uma boa dose de chumbo grosso. Tal como o personagem dos videogames, Bolsonaro está relacionado a imagem de machista e violento. Como se não bastasse, Bolsonaro parece ter um ego inflado o bastante para achar que pode salvar todo o seu povo sozinho.

Além do amor por armas, Duke Nukem e Jair Bolsonaro compartilham a característica de ser desbocado, e não tem um vocabulário rico e nem capacidades intelectuais impressionáveis.

Luiz Inácio “Lula” da Silva – Andross (Star Fox)

“De boas intenções o inferno está cheio”. Este velho ditado serve tanto para Andross de Starfox quanto para Lula. Sua história está envolta em conquistas e origem humilde, sendo uma figura de boas intenções. Lula/Andross devota boa parte de sua vida para proteger seus semelhantes (os pobres), porém essa mesma convicção o faz acreditar que ele é o único apto a comandar o mundo. Após ser “embebido” com o poder, Andross/Lula acaba corrompido e busca uma vida de luxuria.

A loucura acaba por direcionar nossas figuras a caminhos tortuosos. No caso de Andross, experimentos genéticos o transformam em um ser desprovido de corpo, uma cabeça flutuante no espaço. No caso de Lula, os esquemas de poder o tornam o “cabeça” de uma operação de corrupção “nunca antes vista na história desse pais”. Eis que Andross/Lula resolve liberar uma arma (Dilma) capaz de devastar sua terra natal.

Após ter seus planos frustrados, Andross/Lula acaba exilado da sociedade, porém seu exército continua a seus serviços e ainda paira no ar a ameaça de um eminente retorno. Tal como o personagem dos games, Lula quer a liberdade e reconstruir seu nome e seu império. De todos os candidatos deste ano, Lula é aquele que mais está associado aos jogos de poder.

João Amoedo – Toad (Super Mario Bros.)

Você provavelmente já o viu várias vezes e deve ter tido a sensação de que ele é uma figura bem intencionada, porém surreal. Sabe o Toad, aqueles cogumelos antropomórficos do Mario? Pois bem, podemos traçar um paralelo com Joao Amoedo, que parece bem intencionado, porem irreais. Além disso, tal como o personagem da Nintendo, Amoedo simplesmente existe. Ninguém se importa com o que ele fala ou faz, ele é apenas um figurante num jogo de poder muito maior.

Cabo Daciolo – Dahlia Gislepie (Silent Hill)

A primeira vez que vimos Dahlia Gislepie foi após momentos turbulentos no mundo obscuro de Silent Hill e a impressão foi das piores. Sempre falando sobre religião e em como Deus é glorioso e sua chegada vai trazer luz ao mundo. Não entenda mal, nosso site não é contra a fé, porém o discurso de Dahlia parece a de uma lunática.

O mesmo pode ser dito do Cabo Daciolo e seu discurso político pautado por religião. A impressão é de que se trata de um fanático, enlouquecido pela perspectiva de ver Deus. Pouca coisa do que Daciolo/Dahlia dizem faz sentido e qualquer pessoa com bom senso quer se afastar, principalmente quando o assunto envereda por teorias da conspiração e outros delírios. Que Deus (de Silent Hill) abençoe nossos candidatos.

Marina Silva – Drácula (Castlevania)

 

 

Drácula aparece de tempos em tempos na franquia Castlevania só para ser derrotado pelo clã Belmont, não importa o quão patético seja o Belmont da época. Saga parecida com Marina Silva, que surge ameaçadora de tempos em tempos tentando conquistar o Brasil, mas sempre acaba derrotada por figuras precárias. Assim como o vampiro dos games, a candidata da REDE não desiste, mesmo levando surras (eleitorais) homéricas.

Outro ponto que ligam as duas figuras são seus discursos absurdamente cansativos. As vezes fala algumas coisas interessantes, mas quase ninguém presta atenção. Todos querem mesmo é que ela/ele volte a seu mausoléu e descanse mais um pouco, deixando o povo em paz e em segurança.

Guilherme Boulos – Zomboss (Plants vs. Zombies)

No mundo de Plants vs. Zombies vemos a saga das plantas tentando defender suas casas da invasão de um exército de zumbis. Esses zumbis estão famintos e irão ocupar todas as casas que estiver pela frente, comer tudo que for possível e depois procurar outras casas para ocupar. A missão é comandada pelo infame Zomboss, o zumbi chefe do grupo, que acredita estar fazendo o que deve ser feito em benefício de sua classe. Afinal, as plantas são muito ricas e privilegiadas, certo?

Tal como Zomboss, Guilherme Boulos tem um exército de pessoas dispostas a marchar para conquistar seu espaço. Assim como Zomboss, Boulos também é estudado e goza de um a vida confortável, porém não consegue dispor de suas ambições desenfreadas por poder.

Criador da Video Game Orchestra, estará na 11ª edição da Brasil Game Show

Mais um convidado especial acaba de ser confirmado para a Brasil Game Show, a maior feira de games da América Latina, o criador da Video Game Orchestra, Shota Nakama, será um dos convidados especiais do evento. Nakama ganhou notoriedade por seu papel protagonista na criação do evento que homenageia algumas das composições da videogame music em formato de orquestra.

De acordo com os organizadores da BGS, Nakama, irá participar de sessões de meet & greet gratuitas, será jurado nos concursos de cosplay e fará apresentações no BGS Talks. Ele também será um dos homenageados no Wall of Fame da BGS, que acontece de 10 a 14 de outubro, em São Paulo. Será uma oportunidade de conhecer mais o trabalho de uma das figuras mais aclamadas da contemporaneidade.

O compositor em uma de suas apresentações.

A 11º edição da Brasil Game Show acontece entre 10 e 14 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo. Os fãs do trabalho de Nakama poderão tirar fotos e pegar autógrafos; conferir apresentações no palco do BGS Talks, onde vai falar sobre sua trajetória na música e nos games; e desempenhará papel de jurado nos concursos de cosplay. Além de interagir com os visitantes em vários momentos, ele também terá as mãos gravadas no Wall of Fame, homenagem da BGS às personalidades da indústria de games.

“Asim como nos filmes, séries e comerciais de TV, também nos jogos eletrônicos a música tem cada vez mais relevância e é fundamental para a imersão do jogador. Ter um convidado com o talento e o trabalho musical de Shota Nakama, que é reverenciado mundialmente, é um presente e uma inspiração não apenas para o público da BGS, mas para desenvolvedores, produtores, profissionais de áudio para games, enfim, para todos os envolvidos nesse universo”, diz Marcelo Tavares, CEO da BGS.

A Video Game Orchestra começou em 2008 e se tornou famosa por introduzir o conceito de apresentação “rockestral”, em que os concertos são realizados com orquestra, coro e banda de rock. O projeto foi lançado em Boston (EUA), para 150 pessoas, e acabou se tornando um dos mais importantes concertos de videogame, com turnê pelos EUA, Canadá, Japão, China e Taiwan.

Nakama também é produtor do Capcom Live, que segue os mesmos moldes da Video Game Orchestra mas em que são executadas as trilhas de games da Capcom, e já compôs, organizou, orquestrou, gravou e mixou para franquias, como Final FantasyKingdom Hearts, Sonic Mania, Little Witch Academia (Netflix), entre outros. Ele ainda comanda a SoundtRec, empresa responsável pela produção musical de games, filmes e animações, e está produzindo o Sonic the Hedgehog Live, lançado em 5 de agosto.

Além de Shota Nakama, outros nomes são confirmados na BGS 2018

 

A 11ª edição da Brasil Game Show terá também muitas atrações internacionais. Além de Nakama, já estão confirmados: Fumito Ueda, criador dos aclamados jogos Shadow of the Colossus, Ico e The Last Guardian; Charles Martinet, dublador de Mario, famoso personagem da Nintendo; Nolan Bushnell, criador do Atari; Daniel Pesina, intérprete de diversos personagens icônicos de Mortal Kombat; Katsuhiro Harada, diretor de Tekken e de Soul Calibur, ambas importantes séries de jogos de luta; Michiteru Okabe, produtor sênior de Devil May Cry 5 e Yoshiaki Hirabayashi, produtor de Resident Evil. Também está garantida a participação da line-up de Counter Strike: Global Offensive (CS:GO) da MIBR, que conta com ídolos dos eSports como os jogadores brasileiros Marcelo “coldzera” e Gabriel “FalleN”.

 

Serviço – Brasil Game Show 2018

Quando: 10 a 14 de Outubro (1º dia exclusivo para imprensa e negócios)

Onde: Expo Center Norte

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo – SP

Horário: 13h às 21h

 

Brasil Game Show está com quatro vagas de emprego em aberto no RJ para apaixonados por games 

Atenção você que está em busca de uma recolocação no mercado de trabalho e gosta de jogos eletrônicos! O pessoal da Brasil Game Show, maior feira de games da América Latina, tem quatro vagas em aberto para trabalhar no Rio de Janeiro. As vagas são para os cargos de Coordenador B2B, Coordenador de Marketing, Coordenador de Pós Venda e Programador. As vagas abertas são para auxiliar na organização e suporte da feira de games BGS.

A vaga para coordenador B2B está relacionada ao departamento de marketing, de modo que o profissional terá contato próximo com clientes e ficara responsável pelo desenvolvimento e execução do BGS Summit (a conferencia para o mercado de games). Além disso, o candidato contratado será responsável pela gestão do sistema de matchmaking, gestão de convidados/rodada de negócios e gestão do espaço B2B da BGS. Podem se candidatar pessoas formadas em marketing, publicidade ou comunicação. É necessário fluência em inglês, saber trabalhar em equipe, boa comunicação escrita verbal e escrita.

Já a vaga para coordenador de marketing demanda que o candidato assuma as responsabilidades de relacionar-se com parceiros de mídia, de hospedagem e de transporte. Quem for contratado ainda fica responsável pelo plano de mídia da BGS e pela seleção e contratação de fornecedores e pelo briefing para produção de comerciais de TV, spots de rádio, anúncios para mídia impressa, etc. Necessário formação em marketing, publicidade ou comunicação, domínio do idioma inglês, saber trabalhar em equipe etc.

A vaga para coordenador de pós venda da BGS demanda que o profissional se relacione com clientes corporativos, realize reuniões e conference calls para melhorar a participação deles nos eventos organizados. Ainda faz parte do escopo de trabalho monitorar os serviços prestados pelos setores da empresa para que o cliente fique plenamente satisfeito. Também é necessário o domínio do idioma inglês e alguma formação superior (não especificado). Gostar de videogames será o diferencial, bem como possuir pensamento criativo e foco em resultados e metas.

Por fim, tem a vaga de programador, ligada ao departamento de TI. O candidato deve ter em mente que o trabalho demanda desenvolvimento e manutenção de sistemas utilizados pela empresa (sistemas de cadastro, gerenciamento, gamificação, etc); e Integração de sistemas com o site da BGS. Além de inglês fluente, o candidato precisa de bons conhecimentos em PHP, noções de arquiteturas MVC (model-view-controller), domínio do framework CakePHP e HTML, CSS e Javascript.

Todas as vagas oferecem vale refeição, vale transporte, além de outros benefícios pontuais, como possibilidade de crescimento, plano de carreira etc. Todas são para a cidade de Niterói, RJ, mas o candidato deve ter disponibilidade de viagem. Você consegue maiores detalhes no site da BGS.

Monster Sanctuary – Jogo indie é mistura de diferentes gêneros

Nosso destaque do dia é o jogo Monster Sanctuary, um jogo indie criado pelo desenvolvedor Denis Sinner. Trata-se de uma mistura de metroidvania e RPG por turnos com um estilo gráfico em pixel art. Aqui você deve explorar um mundo fantástico enquanto coleta monstros e tenta deter a ameaça de criaturas agressivas que tentam tornar o mundo de Sanctuary caótico. O título é uma das maiores apostas do cenário indie para a temporada.

Na trama, você assume o papel do herdeiro de uma antiga linhagem de Guardiões que vê seu mundo assolado pela chegada de criaturas que ameaçam a paz do mundo mágico. Seu papel é descobrir quem é o responsável pela chegada dessas criaturas. Para isso, você deve seguir os passos dos antigos guardiões. A jornada não será fácil, então você deve reunir monstros aliados que estejam dispostos a destruir os terríveis inimigos e selar a paz entre humanos e monstros.

O sistema de combates é por turno, como em RPGs clássicos. O macete é que Monster Sanctuary possui um sistema de combos integrados, de modo que os combates são mais dinâmicos. Além disso, há uma árvore de habilidades que o jogador deve utilizar para explorar as fraquezas dos inimigos. Você deve usar de estratégia a fim de vencer os combates e conquistar os prêmios, pois quanto menos turnos você levar para vencer os combates, mais chances tem de ganhar itens raros.

Monster Sanctuary é uma mistura de diferentes gêneros

 

De acordo com Denis Sinner, o criador do jogo, Monster Sanctuary foi criado a fim de combinar o melhor dos elementos “monster collection”, RPG por turnos, metroidvania e exploração. Cada monstro que você encontra no jogo pode ser integrado à sua party. O ideal é contar com um grupo numeroso, assim você pode mesclar diferentes habilidades para destruir os inimigos e explorar novas áreas.

Não se esqueça que além de reunir os monstros, você deve treiná-los para melhorar as habilidades individuais. Além disso, você deve alimentar as criaturas e melhorar os equipamentos conquistados nas árduas batalhas. O sistema de combinação dá profundidade adicional ao combate. Cada acerto individual aumenta o dano dos próximos movimentos dentro do mesmo turno de combate.

Monster Sanctuary será lançado para PCs através da Steam, com previsão de iniciar a campanha no Kickstarter em setembro deste ano. Você pode baixar uma demo através do site oficial ou na Steam.

Abaixo tem um trailer de Monster Sanctuary:

Kokku – empresa de games de Recife recebe certificação GPTW. Desenvolvedora tem mais de 30 vagas em aberto

Uma das empresas brasileiras que mais cresceram no ramo de games foi a Kokku, de Recife (PE). A empresa expandiu seus negócios nos últimos anos ao produzir a arte 3D de Horizon Zero Dawn (Guerrilla Games) e realizar a programação da franquia Sniper Ghost Warrior. Tanto esforço rendeu o título de “uma das melhores empresas para se trabalhar”, de acordo com pesquisa da Great Place To Work (GPTW). A Kokku é uma das poucas empresas nacionais honradas com o título. Ah, e eles tem mais de 30 vagas em aberto.

A qualificação da GPTW é concedida as empresas avaliadas por seus colaboradores com notas positivas por mais de 70% de seus colaboradores. De acordo com a metodologia aplicada, os funcionários avaliam que a produtora possui bom ambiente de trabalho de acordo com a metodologia aplicada pelo GPTW.

“A qualificação do GPTW apenas reforça que a Kokku é uma das melhores empresas de tecnologia para se trabalhar no Brasil, e nossos colaboradores confirmam que a Kokku tem um ótimo ambiente de trabalho. Trabalhar com jogos é mais um adicional para essa conquista.”, diz Thiago de Freitas, CEO da Kokku.

Agora vem a parte boa: você já pensou em entrar para o quadro de funcionários de uma empresa tão bem conceituada? Pois é, a Kokku está com mais de 30 vagas abertas em seu escritório de Recife. As vagas são para Arte 3D, Programação em C, C#, Unity e Unreal. Você pode se candidatar através do site da empresa na sessão careers.

A empresa oferece salários compatíveis com o mercado, além de diversos benefícios como cursos de idioma gratuito, planos de saúde/odontológico, VT/VA, além de oferecer festas e eventos para socialização de seus colaboradores. Vale dizer ainda que a empresa possui parcerias com o comércio local de Recife, fornecendo desconto em cursos, restaurantes, academias de ginástica etc.

 

Mais sobre a Kokku

 

Por essa você não esperava: a arte 3D de Horizon Zero Dawn teve a mão de brasileiros.

O crescimento do estúdio desponta em 2017, quando a empresa recebeu investimentos da Finep, Ancine e Anjos do Brasil, o que ajudou a planejar sua expansão internacional até 2019, com o primeiro escritório sendo aberto na América do Norte ainda este ano.

Para quem não conhece, a Kokku é a principal e maior empresa de desenvolvimento externo brasileira. A produtora é das poucas brasileiras com capacidade de trabalhar em inglês, espanhol, francês e português, em um fuso horário amigável com a América do Norte e a Europa. Em junho de 2018, a Kokku anunciou a contratação do executivo Dilber Mann para assumir o desafio de criar e executar o plano estratégico de desenvolvimento do estúdio.

Cinco passos para você se tornar um cyber atleta de sucesso

Você já teve a curiosidade de saber o que faz com que alguns atletas se deem bem na carreira enquanto que outros mais habilidosos caiam no esquecimento? E não, não estamos falando de empresários. Hoje vamos enumerar cinco passos que podem te tornar um atleta bem sucedido e o destacar dos demais. Se você sonha em ser um cyber atleta de League of Legends, Counter Strike, FIFA ou Clash Royale, este texto é para você.

Confira abaixo cinco para se tornar um cyber atleta  de sucesso:

Respeito acima de tudo

Esta máxima vale para qualquer profissional, trate as pessoas da mesma forma que gostaria de ser tratado. No mundo dos jogos eletrônicos já houveram casos de cyber atletas e até managers já foram demitidos por desrespeitar colegas de equipe, adversários ou mesmo os fãs. Ninguém quer trabalhar com quem só quer saber de zoar os colegas. Veja um time de futebol profissional, por exemplo, se o desrespeito impera no vestuário, logo começam as brigas, e isso afeta o desempenho dentro de campo. Diz-se que o elenco está rachado.

O mesmo vale para um aspirante a cyber atleta: se há desavenças entre colegas de equipe, a comunicação fica prejudicada e as coisas começam a refletir nas partidas. De acordo com Luiz Eduardo Cavalcanti, sócio-fundador da VPSLeague, principal liga virtual de futebol profissional do Brasil, todos os atletas de futebol virtual devem saber que a diversão e o respeito caminham lado a lado.

“Para que se tenha uma participação produtiva, é preciso compreender que a diversão é organizada e baseada em pilares fundamentais como amizade, respeito e muita dedicação. Essas características são básicas para todo jogador. Muitas vezes, não é o nível de habilidade que a equipe atinge no jogo que define o profissionalismo, mas sim o grau de maturidade entre os atletas do clube”, diz Cavalcanti.

 

Disciplina e postura

A rotina é inerente a uma carreira de sucesso. Naturalmente as pessoas apresentam variações de humor todas as semanas e é ai que o cyber atleta deve saber se portar. Cumprir as rotinas de treino e respeitar os horários de treino são fundamentais, independentemente de seu estado de espirito. Afinal, o que o time pode esperar de um profissional que não possui disciplina para treinar?

“Muitos times definem rotinas de treinos táticos e técnicos que acontecem com periodicidade, que podem ser diárias. Nesse quesito, pontualidade, dedicação e esforço para evolução técnica são requeridas. Em caso de ausência, o jogador virtual precisa notificar a sua equipe. A postura também é refletida dentro do jogo. Se não estiver jogando bem, o jogador pode perder a vaga de titular. Se estiver treinando bem pode ganhar a vaga de titular. Jogar com seriedade também é condição básica”, complementa Luiz Cavalcanti.

 

Siga as orientações táticas e respeite sua posição

Imagine a cena: um time profissional de LoL chega até as final do CBLoL e a vitória esta próxima. Empolgado pela perspectiva de sagrar-se campeão e afoito para acabar a partida rapidamente, o ADC do time abandona sua posição e resolve atuar como Jungle. O que se vê a partir daí é o time perdendo a tática e logo a estratégia treinada por meses a fio se transforma em um exemplo de “salve-se quem puder” e o título acaba perdido. Manter a inteligência emocional ajuda o bom atleta a manter o padrão de jogo e pode te render louros no futuro. Não estamos dizendo que seguir um esquema tático é garantia de vitória sempre, mas isto diferencia equipes com padrão daquelas que jogam sem nenhum esquema.

De acordo com Luiz Cavalcanti, “Se a sua posição designada no esquema do time é, por exemplo, a lateral-direita, é importante respeitar e não mudar de posição durante a partida. Se o jogador sentir que as suas habilidades podem ser melhor utilizadas em um esquema diferente, cabe ao treinador da equipe definir. Não sendo o caso, atenha-se as orientações táticas e respeite sua posição”.

 

Tenha paciência e evolua na modalidade

O sol nasceu para todos. Leve este mantra consigo e vá evoluindo suas habilidades. Se você for bom mesmo algum “olheiro” ira notar suas qualidade. Você só não pode desistir se este for mesmo seu sonho. No ramo dos jogos digitais muitos cyber atletas de ponta são encontrados por acaso. Mas não espera as coisas caírem do céu. Esforço é essencial para todo profissional bem sucedido.

“Jogue, treine e evolua. Assim como no esporte real, o postulante pode se oferecer, procurar por anúncios feitos pelos clubes ou aguardar o contato de team managers que buscam novos talentos. Por isso, participar de comunidades virtuais do esporte é importante”, comenta Luiz.

 

Seja um apoiador da comunidade

Luiz Cavalcanti, da VPS League

Há alguns anos as pessoas diziam que os eSports jamais seriam respeitados. De acordo com elas, um bando de moleques jogando videogame não poderia atrair audiência e patrocinadores da mesma forma que o futebol, o vôlei ou o automobilismo. Hoje vemos que finais de campeonatos de eSports sacodem a internet e os torneios giram milhões de dólares em todo o mundo. Mesmo que você não esteja ainda na posição de cyber atleta, você pode contribuir com o eSports simplesmente assistindo e divulgando seu time de coração. É assim que os times grandes como PaiN Gaming, INTZ e Red Canids se tornaram tão famosos: com a ajuda de seus fãs.

“A responsabilidade de um jogador virtual não é apenas individual, mas também coletiva. A profissionalização passa também pela difusão de uma boa imagem da comunidade, com a atração de espectadores para prestigiar o espetáculo de duas equipes profissionais jogando futebol virtual em alto nível. A evolução da modalidade Pro Clubs, como um e-Sport, ainda vai nos trazer muitos frutos. Com uma comunidade unida, o interesse de marcas e investidores, que já vem ocorrendo, deve crescer ainda mais”, finaliza Luiz Cavalcanti, sócio-fundador da VPSLeague, principal liga virtual de futebol profissional do Brasil.

Você consegue mais dicas através de um artigo do Leo De Biase, CEO da ESL Brasil, sobre o cenário de eSports no Brasil.

Top 7: Jogos de realidade virtual indispensáveis

Quer descobrir as possibilidades da realidade virtual, mas não tem ideia de quais jogos oferecem as experiências bacanas? Hoje vamos listar sete jogos de realidade virtual que são essenciais. São aqueles que revelam quanto a experiência pode ser intensa. Esses jogos estão entre os melhores entre seus gêneros e serve para você desfrutar com qualidade o tempo livre com os amigos, colegas de trabalho ou com a família. Se você não possui óculos VR, não fique triste, você pode conhecer a experiência nas casas VR Gamer e na Voyager.

Confira abaixo sete jogos de realidade virtual que você tem de conhecer:

 

Beat Saber

Beat Saber é o jogo que melhor descreve o quanto a experiência da realidade virtual pode ser recompensadora. Ele pode ser descrito como uma fusão de Dance Dance Revolution e Guitar Hero. Basicamente você tem sabres de luz de Star Wars em suas mãos e deve acompanhar as notas musicais.

O game é extremamente divertido e se tornou um fenômeno da internet. Ele é atualmente o título de realidade virtual mais popular do mundo, inclusive já existem diversos campeonatos ocorrendo ao redor do globo. Recentemente a VR Gamer, participou do campeonato mundial de Beat Saber. Recomendado a partir de 5 anos.

 

The Elder Scrolls V: Skyrim

O jogo da Bethesda já possui um fator imersão enorme. Imagine como ele fica denso ao usar óculos de realidade virtual. Você pode ser ver viajando pela província de Skyrim, explorando os vales e cavernas mais desolados possíveis, enquanto enfrenta gigantes, dragões e aranhas gigantes. Se você já quis viver em um mundo nórdico, esse é o jogo feito para você.

 

Resident Evil 7 

Depois de passar maus bocados com Resident Evil 6, a Capcom decidiu reformular novamente sua franquia mais famosa. O resultado foi um game arrepiante, graças aos ambientes escuros, sujos e até nojentos. Jogar no VR é mais claustrofóbicos e o nível de imersão atinge seus pontos mais altos. Não é recomendado para cardíacos. De acordo com a Uol Jogos, jogar RE7 em VR é como estar em um filme de terror.

 

Batman Arkham VR 

Uma das melhores experiências em VR é sem dúvidas o Batman Arkham VR. O título da Rockstead te coloca na pele do melhor herói de todos os tempos em uma investigação para encontrar os aliados Asa Noturna e o Robin. O game tem uma passagem genial para recontar a noite do assassinato dos Wayne. Outro detalhe importante é que o jogo é ambientado entre Arkham City e Arkham Knight.

Os gráficos são até o momento os mais polidos da experiência em VR já feitos. Ao contrário dos jogos anteriores da franquia, Arkham VR não apresenta nenhum combate e, concentrando-se na resolução de puzzles e desafios para encontrar pistas que permitam o prosseguimento do enredo. Ainda assim, a experiência de estar na pele do Batman é satisfatória.

 

Minecraft VR

Um dos títulos mais jogados de todos os tempos é Minecraft. O clássico da Mojang te dá um mundo inteiro para explorar e você pode construir edificações, estruturas e derrotar os terríveis creepers. Imagine fazer isso pessoalmente? Essa foi a ideia de Minecraft VR: transportar o jogador no mundo pixelado sem medo de ser feliz. Muita gente torce o nariz para o estilo gráfico de Minecraft, porém colocar isso numa perspectiva de imersão de realidade virtual foi uma sacada genial.

 

Fallout VR 

Outra perola da Bethesda é Fallout, então nada mais natural do que lançar a versão do jogo para os óculos de realidade virtual. Você vai explorar o mundo futurista da mesma forma que já fez nos consoles. Um dos pontos mais controversos desta versão foi a falta de polimento gráfico, mas a verdade é que Fallout envelheceu bem e ainda continua sendo um baita jogo.

 

Doom VR

E por fim, o melhor jogo de realidade virtual atualmente é Doom. O remake da franquia mais insana da id Software ganhou contornos mais terríveis com a compatibilidade com os óculos de realidade virtual. O mais interessante é que algumas mecânicas foram desenvolvidas especialmente para o acessório, tais como o mapa em 3D e o esquema de movimentação. Os gráficos estão sensacionais e você vai se sentir dentro do jogo. Poucas vezes um game pareceu tão divertido e desesperador quanto Doom em VR.

 

Onde jogar com a realidade virtual?

A realidade virtual já começa a ocupar o espaço que antes era dos fliperamas. Algumas casas em São Paulo disponibilizam alguns dos melhores jogos focados na imersão dos jogadores, como é o caso da VR Gamer, o primeiro arcade de realidade virtual de São Paulo. Com preços que vão de R$ 20 a R$ 60 os jogadores podem desfrutar títulos como Fruit Ninja, Serious Sam, Overkill, Beat Saber, entre outros. A rede possui unidades no Internacional Shopping de Guarulhos, no Shopping Granja Viana e uma sede na Vila Mariana. Mais informações sobre a VR Gamer no site da rede.

CEO da ESL Brasil fala sobre o cenário de eSports e um pouco de sua experiência no mercado

Seu sonho é se tornar um profissional dos eSports, mas não sabe por onde começar? Aqui você pode encontrar algumas dicas valiosas, afinal não existe autoridade maior para falar de eSports do que o Leo De Biase, CEO da ESL Brasil, maior empresa de Esports do mundo. De Biase resolveu compartilhar um pouco de sua experiência e sobre o cenário brasileiro.

Abaixo você confere o artigo:

Por mais restrito que possa parecer, o mercado dos esportes eletrônicos é uma indústria mundial milionária, que proporciona diversas possibilidades de atuação e carreira. Assim como os esportes tradicionais, a estrutura por trás dos famosos cyberatletas, competições e organizações é enorme. E para entregar resultados emblemáticos é preciso contar com profissionais de diferentes segmentos.

Após 20 anos atuando no segmento, posso dizer que, atualmente, “entender de games” pode abrir mais possibilidades profissionais do que nunca. Desde o lançamento das lan houses em meados 1998, descobri que para trabalhar com games não era preciso ser um jogador profissional ou entender tudo de programação. Eu cursava administração de empresas e trabalhava na American Express quando conheci a Monkey, primeira lan house brasileira em São Paulo. Larguei tudo para empreender ao lado dos fundadores da empresa e promover o crescimento da marca no país, apresentando essa grande novidade aos brasileiros: os esportes eletrônicos.

Foi nessa época que me deparei, nos fóruns online sobre os games, com as ligas profissionais de esports, que já existiam nos Estados Unidos, na Europa e principalmente na Coreia do Sul. Logo depois fui conhecer a CPL (Cyberathlete Professional League) em Dallas e trouxe essa ideia para o Brasil, trazendo um dos primeiros torneios internacionais para o país: A Virtua CPL Latin America, em 2001, na cidade de Sao Paulo. Os torneios ainda eram bastante amadores, mas já demonstravam o grande potencial do cenário competitivo no país. Todo o caminho para o reconhecimento do setor foi bastante desafiador, mas foi após o sucesso mundial do Counter Strike e a chegada da banda larga no Brasil, que inúmeras oportunidades de carreira na área começaram a sugir.

Do desenvolvedor dos jogos até os atletas e organizadores de eventos, existem diversas funções: designers gráficos, profissionais de TI, contabilidade, especialistas em marketing, audiovisual e social media, relações públicas, imprensa especializada, gerentes de comunidade e times, apresentadores, narradores, comentaristas, analistas, treinadores, cargos executivos, jurídicos, entre outras.

É muito importante lembrar que para conseguir um emprego em qualquer área relacionada à tecnologia e, principalmente, em qualquer negócio multinacional é imprescindível o conhecimento de dois ou mais idiomas, principalmente o inglês. No caso dos games não é diferente. Ainda, de acordo com os gráficos anuais da Internet World Stats, esse é o idioma mais utilizado na internet e por isso, consequentemente, nos esportes eletrônicos. Para nós brasileiros, o espanhol também é bastante importante para o networking com a América Latina.

Durante minha carreira, atuei em várias posições, principalmente na área de Marketing de importantes empresas como NVIDIA, Bigpoint e Level Up! Games, com a principal estratégia de tornar o mercado de jogos no Brasil cada vez maior, mais reconhecido e mais lucrativo. O resultado de anos de trabalho, meus e de outros colegas da área, está se mostrando bastante positivo, o que comprova o último relatório da Newzoo, que já coloca o Brasil como o terceiro país que mais consome esports no mundo.

Ainda, de acordo com o Ministério da Cultura, o faturamento do setor de games no Brasil em 2017 alcançou R$ 1,3 bilhão. Mundialmente esse número chegou aos R$ 116 bilhões e a estimativa é de que continue crescendo em média 7,3% ao ano. Todo esse sucesso atrai ainda mais marcas e empresas não-endêmicas a buscarem investimentos no segmento, o que, consequentemente, significa mais e melhores oportunidades de trabalho.

Nos estúdios brasileiros da ESL, a maior empresa de esports do mundo, contamos com 40 funcionários que trabalham diariamente para entregar campeonatos e conteúdo de qualidade para nossos mais de 7 milhões de expectadores. Trabalhamos, além da organização de torneios, na criação de conteúdo ao vivo e original através de plataformas, abrangendo serviços relacionados à tecnologia gamer, gestão de eventos e produção televisiva voltados ao mercado de esports. Além dos cargos fixos, contamos com outras várias oportunidades temporárias em apenas uma das diversas empresas do ramo no Brasil.

Para se aventurar neste mundo aberto de possibilidades que é o mercado de esports nem sempre é preciso partir para o óbvio. Já existem cursos especializados em desenvolvimento de games, tecnologia da informação, engenharia eletrônica e afins, também já existem cursos para se tornar um atleta, porém é bastante possível unir o amor aos esports às profissões tradicionais e outras que ainda não precisam de formação superior. O essencial é a dedicação e o empenho para tornar esse hobbie, profissão.

Texto por: Leo De Biase, CEO da ESL Brasil

Top 11 – Erros mais comuns cometidos por desenvolvedores independentes

Criar um game é uma tarefa árdua e às vezes você vai estar tão envolvido com o projeto que pode acabar deixando passar alguma coisa batida. Pensando nisso, bolamos um compilado de erros comuns que os desenvolvedores cometem ao produzir o primeiro game. Leia atentamente o texto e repasse para aquele seu amigo que quer trabalhar com games. Algumas dicas podem salvar seu negócio ou te deixar mais alerta aos pormenores.

Confira abaixo erros muito comuns no desenvolvimento de games independentes:

 

1 – Desistir nos estágios iniciais

Um grande projeto sempre começa com uma ideia, porém tirar a ideia do papel não será tarefa fácil. Tenha em mente que dificuldades virão aos montes, desenvolver um game consumirá tempo e dinheiro. Muitas vezes você terá de abdicar daquele cinema com os amigos ou da cerveja do final de semana para trabalhar em seu projeto. Se você tiver um emprego por fora, o tempo que terá para se dedicar ao projeto será ainda mais curto.

Muitos desenvolvedores acabam desistindo do game nos estágios iniciais após constatar que o projeto vai consumir mais tempo e energia do que o esperado. O dinheiro também pode ser um problema recorrente para desenvolvedores novatos, afinal criar um game vai demandar alguns esforços financeiros, tais quais uma engine, licenças etc. Felizmente existem algumas soluções como a versão limitada da Unity, que acaba se revelando uma caixa de ferramentas ao desenvolvedor indie. São poucas as limitações no pacote, de modo que dá para finalizar seu game de modo satisfatório.

 

2 – Não trabalhar em equipe

Produzir um game sozinho não é impossível, se você manja de level design, trilha sonora, marketing, programação etc. Porém é um fardo grande demais para uma só pessoa carregar, além de que o produto final ficará limitado apenas as suas próprias ideias. Um game feito em equipe, por outro lado, terá os benefícios de um brainstorm, novas ideias, personagens melhor elaborados, puzzles mais desenvolvidos etc. Como se não bastasse todo esse enriquecimento, um trabalho em equipe terá uma rede networking maior e mais efetiva quando já estiver em estágio de demo. O tempo também será reduzido e melhor empregado se cada um fizer uma determinada função dentro do projeto.

Trabalhar em equipe melhora ainda sua capacidade de interação. Você vai aprender muita coisa e poderá fazer bons amigos. Sempre que puder, desenvolva um game em equipe. Seu projeto ficará muito melhor e isso vai fazer bem até mesmo para você (desde que a equipe esteja alinhada e tenha objetivos semelhantes). Uma dica para começar a desenvolver um game em equipe é participar de hacktons. Vez ou outra o GameReporter divulga essas maratonas! Fique alerta. ;)

 

3 – Pensar que vai ficar rico rapidamente

Em uma matéria de janeiro deste ano, o Adrenaline revelou que apenas neste ano o mercado de games deve movimentar cerca de R$ 550 bilhões. Imagine pegar uma fatia mínima deste bolo… Tentador, hein. Mas fique calmo, a maior parte dessa grana vai mesmo para as grandes players como EA, Activision, Nintendo, Microsoft etc. Lucrar com game é bastante provável, mas se você estiver começando agora, fique ciente que as chances de tomar prejuízo nos primeiros meses é bem mais provável do que ficar rico rapidamente.

Por que isso acontece? Bem, o mercado de games brasileiro ainda é pequeno se comparado com os mercados europeu e norte-americano. Além disso, ainda há uma resistência por boa parte dos jogadores em gastar grana com games, principalmente se for mobile. Mas não se desespere, as coisas já estiveram muito mais difíceis quando a pirataria imperava e games para celular eram todos pagos (a época dos jogos java) e não haviam variadas opções de monetização. Hoje em dia, se você tiver um projeto bem esquematizado, dá sim para ter um bom lucro.

 

4 – Não desenvolver um plano de monetização ou exagerar nas propagandas

E já que falamos de grana, vale falar um pouco sobre como conquistar a tão sonhada independência financeira fazendo games. Tudo envolve monetização. Firmar contratos com uma Publisher é legal e provavelmente vai garantir que os custos de produção se paguem tranquilamente, porém uma vez que o game vai para as lojas é importante ter uma ideia de como ele vai faturar de verdade. Sim , eu sei que o jogador médio quase não gasta dinheiro com games, porém o produtor não deve ignorar este fato e o fato de que se o game for bom mesmo ele tem uma mina de ouro nas mãos.

Nos estágios iniciais é bom já pensar em como você pretende lucrar com games. Vai apostar nas microtransações ou em propagandas ingame? Quem sabe os dois? Ou o formato freemium? Opções é o que não falta, mas também não precisa exagerar, afinal todo desenvolvedor é um jogador. O problema é que muitos se esquecem disso e acabam atulhando o jogo com propagandas a todo o momento. Você deve dosar as coisas na medida certa. Lembre-se que jogadores mais impacientes vão abandonar seu game se tiverem a sensação de que ele é um grande painel de propaganda.

 

5 – Focar apenas nos gráficos

A primeira coisa que os jogadores prestam atenção são nos gráficos. Um game com personalidade visual tem muito mais chance de se destacar do que títulos sem qualquer inspiração. Isso é um pensamento comum, mas nem por isso deve ser levado totalmente à sério. Não caia na conversa de que um jogo fotorrealista é o segredo do sucesso. O que os jogadores querem mesmo é um produto que tenha identidade própria, independente do estilo que deseja. Você pode apostar num jeitão mais retrô pixelado, ou em um estilo cell shadding.

Acontece bastante de ver em feiras de games independentes jogo com visuais embasbacantes, mas que tem uma jogabilidade ordinária ou conceitos pobres. Tome um pouco mais do tempo melhorando as mecânicas de seu jogo ao invés de ficar apenas polindo o game. Afinal, um game bonito vai chamar as atenções sim, mas se o jogo for retorcido os jogadores irão abandoná-lo sem dó.

 

6 – Querer fazer o GTA Killer

GTA V é considerado por muitos como o maior e mais completo game de todos os tempos. O título da Rockstar é um marco da indústria e, não por acaso, uma fonte de inspiração para desenvolvedores de todo o mundo. Já ouvimos muitas histórias de jogos que começaram como uma espécie de GTA, mas que graças ao bom senso e limitações óbvias acabaram perdendo funções e funcionalidades durante o desenvolvimento. Se você pensa em lançar um game repleto de mecânicas e funcionalidades, pare e repense no que está fazendo da vida.

GTA começou muito pequeno, com visão por cima da tela, cheio de limitações em 1997. Certamente o pessoal da DMA design tinha uma ideia bastante clara do que queriam fazer com o game e duvido muito que imaginaram que hoje a franquia seria tão grandiosa quanto é. Ao iniciar um projeto comece pelo básico, não vá com muita sede ao pote. Não tenha medo de cortar funções e mecânicas. Lembre-se de fazer um game coeso e possível de acordo com sua realidade financeira e de pessoal. Afinal, o título da Rockstar leva anos para ser produzido e demanda centenas de profissionais para ser concluído.

 

7 – Copiar games de sucesso

 

Isto ocorreu no GameReporter recentemente. Temos uma página ali para divulgar o seu game, certo? Pois bem, vez ou outra pegamos um desses games e fazemos um texto para a matéria do dia. Ali é uma boa fonte para descobrir jogos de alta qualidade e com ideias interessantes. Infelizmente também tem jogos sem qualquer originalidade, que se contentam em plagiar games de sucesso.

Ao começar seu projeto é normal se inspirar em grandes jogos sim, mas não se restrinja a apenas copiar e colar códigos de programação. Faça mais que isso! Dê identidade ao seu produto, mesmo que no início não pareça dar certo. Com o tempo você vai conseguir fazer um game original e conquistar seu próprio público. Lembre-se de que plagiar é crime e não vai te levar a lugar algum.

 

8 – Ignorar a importância do Q.A

As grandes empresas possuem um departamento chamado quality assurance (Q.A) que é responsável por testar os jogos antes de disponibilizá-lo no mercado. Se com todo este aparato surgem bugs terríveis, imagine a quantidade de bugs que jogos criados por equipes reduzidas pode deixar passar? Agora imagine que a equipe responsável nem tenha se dado ao trabalho de conferir o produto final…

Sim, acontecem casos de surgirem games injogáveis, principalmente no mercado de jogos para PC, pelo simples fato de que ninguém chegou a jogar o game após a conclusão do desenvolvimento. Há duas formas de evitar esse problema: ou você mesmo testa o game, ou abre fases beta para a comunidade dar feedbacks pontuais. E mesmo nos dois casos, é importante ter o pensamento de que um game é um produto sempre em desenvolvimento, mesmo após lançado. Sim, mesmo após lançar o jogo, é legal fazer updates e melhorar mecânicas. A comunidade vai perceber que você está atento e quer melhorar a experiência de jogo.

 

9 – Fazer o mesmo game sempre

Poucas coisas podem ser mais frustrantes do que ver um estúdio promissor cair na mesmice. Há casos inúmeros mesmo entre produtoras grandes de que acertam em cheio em uma ideia e passam a adotá-la em todos os próximos games a partir daí. Imagine criar um game do gênero idle clicker – aqueles de celular baseados em clicar na tela para evoluir um personagem, ganhar mais dinheiro etc – e ele é bem sucedido. O que você faz: aproveita o lucro para tocar adiante o próximo grande jogo do estúdio, lançar uma sequência o mais rápido possível, ou lançar o mesmo game mudando apenas a skin do jogo?

Infelizmente existem muitos estúdios que apostam na terceira opção. Poderíamos fazer uma lista de 20 jogos de UMA única empresa que se baseiam numa mesma premissa. Parece que alguns produtores seguem o mantra de que “em time que está ganhando não se mexe”. Porém por quê se prender num único jeito de produzir games, ao invés de explorar suas próprias habilidades? Ao conseguir o sucesso, você deve seguir adiante, no máximo lançar uma sequência, mas jamais usar a mesma fórmula para TODOS os seus games.

 

10 – Não conhecer o público

Imagine a cena: você produz um match 3 bem maneiro e parece um sucesso latente, mas depois de quase tudo pronto percebe que a onda dos match 3 já passou, ninguém mais está interessado no gênero e a nova onda são os Battle Royale? Realizar uma pesquisa de mercado pode poupar dores de cabeça no futuro, bem como contratar consultoria e visitar feiras de games vai te ajudar a desenvolver algo mais promissor. Jamais ignore a importância de conhecer seu público e as tendências de mercado.

Se não tiver dinheiro para contratar alguém que faça essa pesquisa de mercado, faça você mesmo. Uma rápida olhadela no top mais baixado de qualquer pode te revelar qual o estilo está fazendo mais sucesso e o que não vende mais nada. Claro, há sempre a chence de que um estilo de jogo volte a se tornar tendência. Mas sempre que possível, faça um estudo do que já tem no mercado e a possível recepção que seu game vai ter. Também não se esqueça que certos gêneros podem já estar saturados e lançar um MOBA apenas tornará seu game mais um na multidão. Pesquise!

 

11 – Publishers não são a solução pra tudo

Há alguns anos vimos um fenômeno ocorrer no Brasil: tradicionais publishers começaram a apostar nos desenvolvedores de games nacionais, tais como a Bandai Namco, a Microsoft, a Capcom e até a Square-Enix. Quem não gostaria de lançar um game sob o selo de uma dessas poderosas empresas e conquistar a sonhada distribuição mundial. Entretanto nem sempre essas empresas são a solução para tudo. Na verdade algumas podem gerar outros problemas e frustrações.

Quem não se esquece de toda a pompa que a Square-Enix fez aqui no Brasil dizendo que iria publicar alguns jogos brasileiros para fora? No final das contas o acordo subiu o telhado e as empresas nacionais ficaram a ver navios. Também teve o caso da SEGA que prometeu publicar um game do estúdio nacional Owlchemy Lab, mas o trabalho mesmo se resumiu em lançar um press-release meia boca e exigir parte dos lucros com a venda do game?

Pois é, ao fechar acordo com uma Publisher, contrate um advogado para revisar tudo e só assine se tiver certeza de que é uma parceria, não uma oportunidade. As grandes empresas estão nessa pelo dinheiro e não vão se importar tanto com os seus sentimentos se os executivos quiserem dar o fora. Felizmente não são todos assim, há grandes publishers que abraçam o desenvolvedor indie e ajudam bastante a tornar um game bem sucedido. Mas aqui vale o alerta: antes só do que mal acompanhado.

Hoplon é uma das melhores empresas para se trabalhar, de acordo com a consultoria Great Place to Work

A produtora de games brasileira Hoplon já é famosa pelo game de combate veicular Heavy Metal Machines. Mas você sabia que a empresa também é considerada um dos melhores lugares para se trabalhar? Quem diz isso é a pesquisa Great Place to Work, mantida pela empresa global de pesquisa, consultoria e treinamento de mesmo nome. Para chegar neste resultado, a consultoria realizou uma série de pesquisas a fim de medir a percepção dos funcionários em relação ao empregador.

A Hoplon participou do Programa de Certificação GPTW na categoria Plus, que engloba empresas de 30 a 99 funcionários. A pesquisa avaliou a confiança, o orgulho e a camaradagem dentro do ambiente de trabalho. Para receber o selo digital de certificação internacional do Great Place to Work é necessário que, a partir de uma pesquisa bastante detalhada, 70% dos funcionários considerem que trabalham em um excelente ambiente, e, no caso da Hoplon, esse resultado foi de 84%.

“Atualmente contamos com uma equipe de 80 profissionais talentosos e, mais do que o reconhecimento, a pesquisa GPTW nos ajudará a identificar formas de melhorar ainda mais o ambiente de trabalho e transformar a maneira como o time se relaciona dentro e fora da empresa”, disse Cinthia Tissot, analista de RH da Hoplon. “É um orgulho saber que estamos entre as grandes empresas do Brasil para se trabalhar”, completa Jonathas Aquino, gerente financeiro e administrativo.