BIG Festival 2018 bate recorde de visitantes em sua 6ª edição

porO BIG Festival já é considerado o maior evento de jogos independentes da América Latina há alguns anos e apesar das recentes polêmicas, a peteca não deixa de cair ano após ano. Prova disso, é o recorde de visitantes nesta 6º edição, que atraiu cerca de 30 mil pessoas. O evento aconteceu entre os dias 23 de junho e 1º de julho em São Paulo, no Centro Cultural São Paulo, e no Rio de Janeiro, no Centro Cultural Oi Futuro.

“É muito importante para nós esse sucesso de público”, diz Gustavo Steinberg, diretor do BIG Festival. “Isso mostra o interesse da comunidade e da indústria quando se trata de desenvolvimento de jogos no Brasil. Se considerarmos os games finalistas da premiação, Panorama Brasil, jogos de estudantes brasileiros e BIG Brands, tivemos um total de 50 jogos brasileiros em exposição (57% dos jogos de todo evento). Isso ajuda a posicionar nosso país como hub internacional de negócios para jogos independentes na América Latina”, completa.

De acordo com a organização do BIG, a Rodada de Negócios chegou a mais de 2.200 reuniões entre desenvolvedores e investidores, com a participação de 428 empresas, de 29 países e 850 profissionais de toda indústria criativa. A intenção foi discutir tendências do setor no Brasil, além de reunir investidores que façam o Brasil crescer ainda mais no mercado de jogos digitais. Inclusive uma delegação de empresas chinesas vieram até o evento para conhecer a produção nacional de jogos.

Vale também destacar que cerca de 646 games foram inscritos no evento, oriundos de 53 países. O grande vencedor da cerimônia foi o game de estratégia Frostpunk, desenvolvido pela polonesa 11 bit Studios. Entre os games nacionais, No Heroes Here, do estúdio paulistano Mad Mimic Interactive, ganhou tanto como Melhor Jogo Brasileiro quanto como Voto Popular, prêmio escolhido pelos visitantes do festival.

BIG Festival 2019 já está confirmado

O BIG Festival 2019 acontecerá de 22 a 30 de junho. No BIG 2018 foi montado um ponto de recebimento de sugestões, elogios e críticas para as próximas edições. A organizacao promete trazer o melhor do BIG Festival no ano que vem, com grandes novidades e surpresas.

Jogo oficial Final Fantasy Awakening mobile chega ao Brasil em português

Essa é para os fãs de Final Fantasy que estavam esperando por novidades. A Square-Enix, em parceria com o estúdio Oasis Games, acaba de lançar o jogo Final Fantasy Awakening para Android e iOS. O game segue a premissa de outros jogos da própria franquia, sendo um RPG de ação 3D com o mesmo estilo visual, narrativa, e sistema de combate consagrados da popular franquia.

O título conta com batalhas em tempo real a fim de dar maior dinamismo aos combates. O jogador precisará pensar estrategicamente para saber os melhores momentos para usar as habilidades especiais dos personagens, que são os 14 guerreiros originais de Final Fantasy Type-0. Cada herói possui conjuntos de habilidades e características de combate únicas.

De acordo com a Square-Enix, a formação de guerreiros segue o esquema 1+2+2. Isso significa que o jogador terá um personagem principal, e poderá alterar dois personagens conforme os combates exigirem. Isso representa um elemento tático que deve ser levado em conta, dependendo de cada adversário.

Os gamers podem até invocar os Eidolons, os deuses da guerra, em combate. Eidolons, como Ifrit, Shiva, Odin e Bahamut, são criaturas colossais e extremamente poderosas, características da série Final Fantasy, que podem alterar o curso dos combates.

A fim de agarrar os jogadores brasileiros, a produtora vai garantir suporte em português, além de facilitar as formas de pagamento ingame através dos sistemas do BoaCompra e do PagSeguro. O título é gratuito para jogar, mas possui venda de itens na loja dentro do jogo.

Como não poderia deixar de ser, Final Fantasy Awakening ainda conta com cenas cinemáticas de alta qualidade, e com o elenco de dubladores japoneses originais de Final Fantasy Type-0. Incluindo Hanazawa Kana (Deuce), Kaji Yuuki (Ace), Nakamura Yuuichi (Trey), e vários outros seiyuus de destaque. Com isso, o jogo oferecerá a mais imersiva experiência para todos os jogadores.

O jogador poderá usar os 14 heróis Class Zero, diretamente do Final Fantasy Type-0 original, e mais alguns heróis inéditos. Alguns desses ‘Demônios Vermelhos’ incluem Ace, armado com um baralho de cartas; Deuce, conhecida como “A Voz da Cura”, que ataca os inimigos com a música de sua flauta; Rem, “Lâminas da Sombra”, que usa duas adagas para dilacerar os oponentes; e vários outros. Disponível para Android e iOS.

Abaixo tem um trailer de Final Fantasy Awakening:

Zumbi Olé – Futebol é a arma para combater zumbis em game de aluno da Fatec Carapicuíba

Ainda inspirados pelo clima de Copa do Mundo, hoje vamos falar de um game criado pelo aluno Raul Tabajara da Fatec de Carapicuíba. Trata-se de Zumbi Olé, um game de celular em que o jogador precisa driblar zumbis para somar pontos, salvar o mundo e se tornar um novo craque. O game é para dispositivos Android e já é bem conhecido do público brasileiro, de modo que já ultrapassou a marca de 33 mil downloads e está disponível gratuitamente.

O game gira em torno de Yara, uma menina que sonhava em ser jogadora de futebol, mas viu seu futuro ameaçado após um apocalipse zumbi dominar o planeta. Para sobreviver, ela resolve encarar a batalha e sair driblando os mortos-vivos, tomando cuidado para não ser capturada e devorada por eles.

A grande diferença do Zumbi Olé para tantos outros jogos é sua proposta inusitada ao misturar dois temas tão diferentes como futebol e apocalipse zumbi. Como se não bastasse, o game não tem nada de violência. Tudo aqui está envolto na habilidade e talento esportivo de Yara. O jogo foi uma das atrações do Big Festival, um dos principais eventos de games independentes do Brasil, e se classificou entre as 15 melhores produções nacionais do gênero em 2017.

A Copa do Mundo também contribuiu para aumentar o interesse dos usuários pelo aplicativo, mas o destaque tem sido a ótima aceitação do público feminino. De acordo com Raul Tabajara, colocar uma garota como protagonista foi proposital e serviu para quebrar paradigmas, dando representatividade às mulheres no esporte mais amado do país.

Para desenvolver o Zumbi Olé, o desenvolvedor contou com a parceria de amigos e do professor Alvaro Gabriele Rodrigues. Ele conta que a ideia surgiu assistindo ao seriado de zumbis Walking Dead. “Os monstros são muito lentos. Não precisa de armas para derrotá-los, basta pular para o lado e gritar: olé”, explica. “Poderia criar um jogo com essa concepção e colocar uma bola nos pés da personagem, fazendo uma alusão ao esporte mais popular do Brasil”.

Segundo o estudante, que também lançou recentemente o jogo Masmorra da Tortura, o próximo passo será uma nova versão do Zumbi Olé para computador com novos recursos, como loja virtual para compra de chuteiras mais potentes e uniformes de clubes e seleções. O game está disponível gratuitamente na Google Play.

Abaixo tem o trailer de Zumbi Olé: