Happy Hour CoCriativo de Gamificação em São Paulo

Para quem quer debater gamificação, aí está uma ótima oportunidade de fazê-lo com pessoas influentes e entendidas do assunto, pois a cidade de São Paulo receberá no próximo dia 7 de agosto o Happy Hour CoCriativo. Trata-se de um workshop / meetup para discutir gamificação e seus aspectos, de modo que empreendedores se reunirão para trocar ideias que possam mudar o mundo e fazer a diferença na indústria.

De acordo com a organização, o evento contará com 40 minutos de bate-papo sobre o tema gamificação. Em seguida haverá a apresentação dos empreendedores e por fim, um espaço de 1 hora de co-criação e diversão embalada com muita liberdade, cerveja e empreendedorismo. Esta última etapa será basicamente um happy-hour para que o clima seja dos mais agradáveis possíveis e as ideias possam fluir naturalmente.

Vale destacar que durante o Meetup, haverá uma palestra realizada pelo Professor e chefe do Departamento de Computação da PUC-SP (e editor do GameReporter), David de Oliveira Lemes. Esta palestra tem como tema a gamificação, onde o professor deve abordar as novas tendências no uso de jogos eletrônicos além do entretenimento e falar como surgiu e o que é a gamificação, além de sua importância no mercado de empreendedorismo. O conteúdo da palestra será baseado nas experiências e conhecimentos adquiridos em trabalhos e palestras realizadas anteriormente.

Além do Prof. David, o evento também contará com as participações de Elvis Martins, que trabalha em direção e desenvolvimento web da Web TreeX; e Bruno G., gerente de projetos no Hacklab e fundador e designer da Zambo Digital; entre outros. Esses encontros de co-criação destacam-se por possuir temas abertos e não possuem metas a serem alcançadas, ou seja, o objetivo é praticamente reunir pessoas para um brainstorming criativo. Todos são convidados.

Gamificação: Happy Hour Co-Criativo

Quando: 7 de agosto de 2015 às 19hs
Onde: Rua General Socrates, 418 – Penha, São Paulo
Informações:  clique aqui

Tocha Games anuncia Crazy Pump para Android

O estúdio Tocha Games lançou há pouco tempo seu mais novo game. Nomeado Crazy Pump, trata-se de um título casual para Android que busca claras referências à franquia Donkey Kong Country a fim de entreter os jogadores. A produção é obra dos designers Gustavo Florindo e Renato Sousa, além da colaboração do design Robério de Lima.

Basicamente você deve controlar um tatu e fazê-lo chegar até o fim do cenário, passando por barris, que funcionam mais ou menos como canhões. É bastante parecido com algumas das fases de DKC, sendo que o jogador deve pressionar a tela para disparar ao próximo barril no momento exato. Durante os cenários, o jogador deve coletar cajus e desviar de obstáculos espalhados entre os barris.

O game já está disponível gratuitamente para usuários de Android. Ainda não há confirmação se haverá uma versão iOS. Além da jogabilidade fácil e viciante, o game chama a atenção pelo design simples e colorido dos cenários e personagens.

Para quem não conhece, a Tocha Games é a mesma produtora por trás de games como CrazyDynno, CrazyTyller e a aplicação NotaBaixa (todas para Android).

Trailer do game Crazy Pump:

Logitech anuncia novos produtos para o Brasil

Colaboração: Victor Cândido

Os suíços da Logitech resolveram apostar alto no Brasil nos próximos meses. A famosa produtora de mouses e teclados está em um processo de reestruturação que promete revitalizar a marca e conquistar os fãs de tecnologia de ponta. Em evento realizado em São Paulo, a Logitech anunciou seus novos produtos para o mercado brasileiro. Entre as novidades anunciadas estão caixas de som, teclados, mouses e um volante para o Playstation.

O volante, aliás, foi o grande destaque entre as novidades apresentadas. Trata-se do volante G29, que chega para substituir o G27, que está no mercado há seis anos. Além de ser compatível para PCs e PS3, o novo volante terá suporte para o PS4. De acordo com a Logitech, o G29 traz uma série de melhorias nas questões de mobilidade e condução do veiculo virtual, graças às novas engrenagens inspiradas em veículos reais.

O volante terá pedais de acelerador, freio e embreagem e o hardware anti-backlash, que mantém o volante e o pedal apertado para maximizar o controle, possibilitando também ao jogador sentir algumas sensações reais como perda de tração, mudança de peso e as condições de estrada.

O acessório será lançado em setembro com o preço sugerido de R$1999,00. Vale lembrar que o equipamento não estará acompanhado do câmbio para troca de marchas. De acordo com a Logitech esta peça será lançada futuramente em nosso território, porém não houve detalhes de quando isso irá ocorrer. Para os jogadores de Xbox One, a Logitech anunciou que em breve lançará um volante desenvolvido especificamente para o console, o G920.

Como parte da estratégia da Logitech de se reinventar, foram anunciadas as novas caixas de som da empresa. A ideia é se afastar da imagem de ser apenas uma empresa de informática. Os produtos para áudio serão lançados sob a linha EU (Ultimate Ears). Basicamente são três caixas de som com design jovem e colorido: a Boom, Mega Boom e a Roll. Todas foras criadas para ser à prova da água e resistir a fortes quedas. O preço sugerido é de R$ 1 mil, R$ 1,5 mil e R$ 600, respectivamente. A Logitech garante que os produtos atendem às expectativas dos usuários e o preço é competitivo dado à tecnologia empregada. Para quem considera os preços elevados demais, a Logitech tem a caixa sem fio X50, que chega ao mercado em outubro por R$ 170,00.

“Estamos reinventando a Logitech, criando produtos que misturam tecnologia avançada e design para trazer experiências incríveis aos consumidores”, diz Bracken Darrell, presidente e CEO da Logitech. “Montamos uma equipe de design de primeira linha, liderada pelo diretor de design Alastair Curtis. Estamos colocando o design no centro de tudo o que fazemos e nossa abordagem de design vai além da definição clássica. Design para nós é a combinação de tecnologia avançada, estratégia de negócios e insights dos consumidores. Nossos produtos têm percorrido um longo caminho e, agora, é a hora de levarmos a marca para frente também.”

Ainda que invista em novos produtos, a Logitech não vai abandonar de vez o que a fez tão reconhecida. Para o mercado de periféricos a Logitech traz para o Brasil o MX Master Wireless, o novo mouse permite que até três dispositivos sejam conectados simultaneamente via bluetooth com compatibilidade para Mac e Windows. O periférico tem design bastante robusto e é indicado para os chamados “heavy users”.  Ele possui sensor por laser que funciona até mesmo em superfícies de vidro. O MX Master tem scroll inercial para você rolar por documentos e páginas da web mais rapidamente, sensor por laser que funciona inclusive em superfícies de vidro e suporte para pareamento com até três aparelhos — há um seletor na parte inferior do mouse para você alternar entre os dispositivos.

A bateria interna do MX Master é de 500 mAh, dura até 40 dias, e bastam 5 minutos de recarga para usar o mouse pelo resto do dia. Outra novidade sobre este mouse é que além da barra de rolagem superior na qual permite rolamento automático também a uma barra de rolagem na lateral sendo que esta não possui o rolamento automático, a ideia é rolar páginas mais longas como a do Facebook, que vai atualizando durante a navegação. O MX Master tem previsão de lançamento para Novembro ainda sem preço divulgado.

Outra novidade é o teclado K480 Bluetooth Multi-Device. Este equipamento tem como principal atrativo a possibilidade de se conectar a até três dispositivos e alterna-los através de uma chave, com compatibilidade para iOS, Windows e Android. Tal como as caixas de som, o novo teclado tem design bem jovem e apela para as cores para atrair o público mais jovem. O preço sugerido é de R$299 e já chega neste mês às lojas.

Outro produto para informática é o teclado Keys-to-Go, que possui design sofisticado, fino e extremamente leve, porém não frágil permitindo que sejam carregados para todos os lados, estes teclados tem uma superfície emborrachada e é praticamente imune à sujeira e água. Eles estarão disponíveis nas cores vermelho e preto. O ponto negativo é que o Keys-to-Go é compatível apenas para sistemas iOS. O ponto positivo é a duração da bateria: três meses. O preço sugerido de R$389.

Por fim, há o teclado para gamers, o G910 Orion Spark, que possui um design bastante charmoso e hi-tech. Ele possui teclas mecânicas e botões programáveis que suportam até 27 comandos diferentes. O destaque é a retroiluminação de 16 milhões de cores que tornam o design bastante futurista e auxiliam o jogador nas partidas. Há suporte ao Dock ARX Control, aplicativo que mostra os dados do jogo na tela do smartphone. Parece que a Logitech quer tornar o Orion Spark o teclado número um entre os cyber-atletas. Toda esta tecnologia tem um preço: R$ 1499,00, um preço pouco acessível entre a maioria dos jogadores, mas a Logitech está mirando os jogadores que querem o melhor para uma experiência mais completa. O teclado chega ao mercado em novembro.

Por fim, vale mencionar que a Logitech vai mudar sua marca, além de sua imagem. De acordo com Ricardo Filó, gerente de marketing da Logitech no Brasil, a mudança será gradativa. Aos poucos o mercado vai se acostumar a ver a empresa lançando caixas de som coloridas, capas para tablets e celulares etc. A Logitech em breve será conhecida apenas como “Logi”.

Riot Games tem várias oportunidades de trabalho em níveis de liderança

A Riot Games acaba de anunciar dez vagas de emprego em níveis de liderança em seu escritório de São Paulo. A empresa por trás de League of Legends informa que as oportunidades são para as áreas de Comunidade, Eventos, Financeiro, Gerenciamento de Projetos, Recursos Humanos, Suporte ao Jogador e Tecnologia da Informação (TI).

“Procuramos profissionais que, além de contar com uma rica experiência de trabalho, possam agregar grande conhecimento à nossa equipe e sejam apaixonados por jogos em geral. Somente com uma equipe que tenha grande interesse pelos mais variados títulos podemos ter ideias inovadoras, com o objetivo de oferecer a melhor experiência a nossos jogadores”, afirma Roberto Iervolino, Gerente Geral da Riot Games no Brasil.

Além de salário compatível com a função, a Riot ainda oferece benefícios aos seus funcionários e uma bolsa anual para jogos. Esta bolsa é parte dos esforços da empresa em se tornar a companhia mais focada no jogador do mundo. Além dessas vagas em níveis de liderança, a empresa divulgou ainda que também conta com outras 11 vagas em outras áreas como Artes, Desenvolvimento Web, Eventos, Financeiro, Marketing, Produção de Vídeos, Recursos Humanos e Suporte ao Jogador.

Quem almeja trabalhar na Riot deve entrar no site e selecionar a cidade de São Paulo; após acessar a vaga de interesse, é preciso anexar uma carta de apresentação e currículo. Vale destacar que todas as oportunidades exigem o idioma inglês entre os níveis avançado e fluente. Após a seleção dos currículos, serão realizadas entrevistas para verificar a experiência do candidato, além de avaliar se o perfil do profissional é compatível com a cultura da empresa.

Os candidatos selecionados terão muita sorte, pois além de realizar o sonho de trabalhar em uma empresa de games, ainda vai trabalhar em uma das melhores empresas para se trabalhar no mundo. Quem diz isso é a revista Fortune, que elegeu a Riot como a 13º entre as 100 melhores empresas para se trabalhar na edição de março de 2015. Além disso, em junho, a empresa ficou com a 21ª colocação no ranking das 100 Melhores Empresas para se Trabalhar para a Geração do Milênio, realizado pela mesma revista.

Riot Games em Santa Mônica, Califórnia

Vencedores de Fantasy Manager Football 2015 visitarão os maiores estádios do mundo

A From the Bench anunciou recentemente que está na reta final a temporada do Fantasy Manager Football 2015. Os grandes vencedores terão um prêmio e tanto: visitarão os estádios de futebol dos maiores e mais imponentes times de futebol do mundo. De acordo com a companhia, os vencedores ganharão ingressos VIP para assistir jogos e treinos de times parceiros da From the Bench, como o Real Madrid, AC Milan, BVB, entre outros.

Quem quiser ganhar estes ingressos terá de se empenhar na penúltima Super Liga, o torneio mais especial da temporada. A competição é bastante disputada e costuma ser decidida nas últimas rodadas. De acordo com a empresa, esse prêmio é uma forma de aproximar os jogadores mais dedicados aos seus ídolos, pois eles poderão assistir a uma das partidas, incentivar os atletas durante os treinos e fazer um tour pelos estádios dos maiores vencedores da Europa. Além disso, os vencedores poderão também ganhar vouchers dos seus clubes favoritos e camisetas autografadas. No site do jogo tem todos os prêmios e maiores informações de todos os times participantes da campanha.

Por falar no Fantasy Manager Football 2015, vale lembrar que as mais recentes contratações dos times já atualizadas no game.  E durante estes últimos meses a lista de agentes livres tem estado mais atrativa do que nunca. O Fantasy Manager Football 2015 conta agora com os novos jogadores no jogo de modo que todos os utilizadores podem melhorar a seus times e iniciar a pré-temporada as novas contratações.

Fantasy Manager Football 2015

Homenagem a Satoru Iwata, uma das pessoas mais adoradas na indústria de jogos eletrônicos

A semana dos fãs de jogos eletrônicos não podia ter começado mais triste. Como todos sabem, Satoru Iwata, presidente da Nintendo, faleceu aos 55 anos. Fãs da empresa japonesa lamentaram a morte do executivo, bem como membros da imprensa e muitos outros desenvolvedores. Até mesmo concorrentes diretos da Nintendo demonstraram suas condolências, como Phil Spencer da Microsoft e Shuhei Yoshida da Sony.

A morte de Iwata foi sentida por todos. Poucas vezes a morte de um executivo da indústria foi tão sentida como ocorre com o caso de Iwata. Mas por quê? Será que é por que ele foi o chefe de uma das empresas mais queridas do mundo dos games? Absolutamente não. Talvez por que ele tenha falecido tão jovem? Provavelmente não.

A comoção pela morte de Iwata veio porque mais do que um executivo, Iwata era um legítimo gamer. Ele foi uma grande pessoa acima de tudo e bastante querido mesmo entre àqueles que não o conheceram pessoalmente. Basta ler algumas histórias para se dar conta que a Nintendo e o mundo do entretenimento perdeu uma de suas personalidades mais emblemáticas.

Entre suas realizações, vale mencionar que Satoru Iwata foi responsável direto pela criação de Balloon Fight, um clássico do NES lançado em 1984. Iwata foi o programador responsável por todo o game. Diz-se que ele era um grande prodígio enquanto programador. Para fazer jus a essa fama, Iwata teria sido reescrito o código de jogo de Earthbound em apenas uma semana. O game foi bem recepcionado pela crítica e pelos jogadores.

Iwata também trabalhou arduamente nos meses antes de Pokémon Stadium, do Nintendo 64. Na época os programadores encontravam dificuldade em comprimir o tamanho do jogo para caber nos cartuchos do N64. Reza a lenda que tal feito foi realizado em apenas uma semana sem que Iwata tenha feito uso de qualquer documento de referência. O resultado foi um dos jogos de maior destaque da era 32-64 bits.

Anos depois, já como presidente da Nintendo, Iwata percebeu a dificuldade que havia no desenvolvimento final de Super Smash Bros. Melee para o Game Cube. Ainda que não tivesse qualquer obrigação, Iwata teria descido até os laboratórios da companhia e auxiliou os programadores, de modo que o jogo estivesse pronto para o lançamento conjunto com o Game Cube. Além disso, o executivo participou ativamente da criação de outros jogos da plataforma, como Super Mario Sunshine, Metroid Prime, Animal Crossing e The Legend of Zelda: The Wind Waker.

E como falar de Iwata, sem mencionar sua maior contribuição para a indústria? De acordo com colegas da Nintendo, Iwata foi o grande responsável pelo conceito que deu origem à criação de Kirby, um dos mascotes mais queridos da Big N. Iwata não foi o criador de Kirby, mas foram suas ideias que tornaram o mascote o que é hoje.

Muito mais do que um programador respeitado, Satoru Iwata tinha fama de ser uma pessoa bastante humilde. Quando o 3DS foi um fiasco no lançamento, por exemplo, ele pediu desculpas aos investidores e aos fãs da empresa, e como se não bastasse ainda reduziu a metade de seu próprio salario para que os funcionários da empresa não fossem prejudicados pelos tempos de crise que se anunciavam.

Iwata foi um dos poucos executivos do alto escalão da indústria de jogos eletrônicos que falava diretamente com seus fãs, graças ao Iwata Asks. O programa foi idealizado por ele e durante esses vídeos, Iwata falava com desenvolvedores que estavam criando jogos para as plataformas Nintendo. A ideia era que os fãs ficassem atualizados acerca das novidades dos games da companhia a cada mês. O programa também servia para apresentar novidades. Uma das decisões mais polêmicas de Iwata foi abandonar as suntuosas conferências de imprensa durante a E3. Nas ultimas três edições, por exemplo, Iwata e outras personalidades da Nintendo apareciam em vídeos pré-gravados para revelar as novidades da companhia para o mundo.

O grande pesar pela morte da Iwata dá-se talvez por seu espírito e personalidade. Ao invés de afastar-se de seus fãs, como muitos executivos costumam fazer quando chegam aos cargos mais altos, Iwata queria ser visto como apenas mais uma pessoa que move essa indústria.

“No meu cartão de visitas, eu sou presidente de uma empresa. Na minha mente, eu sou um desenvolvedor de jogos. Em meu coração eu sou gamer.”

Abaixo tem a homenagem que a Nintendo Life fez para Iwata:

Anime Friends: o primeiro final de semana

Neste segundo final de semana do mês de Julho ocorreu a primeira parte de umas das principais feiras de cultura pop do Brasil, o tradicional Anime Friends, que há mais de dez anos vem alegrando fãs com diversos conteúdos nerds. O evento teve como ambiente o Campo de Marte, na Zona Norte de São Paulo.

Este ano a feira está repleta de atrações para diversos públicos, há alguns games na área Press Start, como Mortal Kombat X, Naruto, FIFA 15, entre outros jogos. Para os fãs de MOBA, o destaque é o espaço Brasil Mega Arena, que disponibiliza vários computadores para os fãs de League of Legends. Os fãs de CrossFire também não ficaram na mão: há um grande espaço dedicado a este jogo na feira. Por fim, tem o espaço EIRPG (Encontro Internacional de Role Playing Games) com muitas atrações e um espaço dedicado a card cames e board games como Magic e Yu Gi OH!, entre outros.

Para os amantes dos brinquedos Lego, a LUG Brasil montou um estande onde havia muitas atrações e uma exposição com peças Lego de diversos ícones do mundo nerd, havia, por exemplo, montagens em Lego de Street Fighter, Legend of Zelda, Batman, o MASP de São Paulo, entre outros. Fãs de K-POP e Jrock também tiveram sua vez com shows do grupo Cross Gene e da banda de Visual Kei Screw na sexta-feira, já no domingo os fãs do anime Yu Yu Hakusho foram agraciados com a voz de Matsuko Mawatari cantora de diversos temas da série, além do show de Inoe Joe, famoso pela música Closer, um dos temas de Naruto, que estava presente no palco principal divertindo a todos com seu carisma.

E como sempre umas das principais atrações do evento são os cosplayers que de ano a ano surpreendem o público com suas belas fantasias baseadas em seus personagens favoritos, nossa galeria abaixo esta cheia de fotos do evento e dos muitos cosplayers que estiveram presentes. O Anime Friends ainda não acabou no próximo final de semana tem mais!

Galeria de fotos do Anime Friends 2015

 

Toren é um jogo que vale a pena ser jogado?

Por Victor Cândido

Foram quatro anos em desenvolvimento! Após toda essa espera, Toren finalmente chegou ao mercado para PC e PS4. Valeu a pena? Em resumo: o jogo do estúdio Swordtales possui grades acertos, mas comete alguns erros que não justificam a longevidade da produção.

Os maiores destaques de Toren é a narrativa e o visual que elevam o jogo para um status “cult”. Diferente de muitos jogos AAA, Toren esbanja um visual diferenciado com um cenário artisticamente bem trabalhado, vivo e bonito com muitos efeitos visuais e elementos do cenário se movendo o tempo todo como a vegetação, os pássaros etc. Os poucos personagens do game também são muito bem desenhados. Neste aspecto Toren é um prato cheio para os olhos.

Toren conta a historia da “Criança da Lua”, cujo objetivo é subir a torre (que dá nome ao jogo), a fim de salvar a humanidade de seu fim certo. A garota é guiada por uma espécie de entidade espiritual chamada “Mago”, que também acaba proporcionando muitos momentos filosóficos e poéticos ao jogador. Naturalmente esses momentos filosóficos foram influenciados pelas obras de Fumito Ueda (Ico é a mais clara).

A historia é contada de maneira não linear, de modo que ela passa por diversas fases da vida da criança, começando como um bebe até a sua fase adulta, com muitas nuances envolvendo flashbacks e sonhos deveras confusos. Mesmo assim, a narrativa não deixa de ser interessante, pois tudo é poetizado com textos escritos de maneira enigmática e com diversos significados. As animações do jogo também são belas. O destaque vai para a cena que mostra o nascimento da Árvore da Vida no início do jogo, a cena é uma das mais bonitas do jogo.

Na parte sonora o jogo possui um acervo que se encaixa bem com as animações tristes e para as cenas mais animadas. Entretanto, há momentos em que simplesmente há falta de sonoplastia no jogo. Há alguns momentos, por exemplo, em que você golpeia um inimigo e ouve-se o som da espada acertando o oponente, mas inexplicavelmente há momentos em que você bate nas criaturas e nenhum som é emitido.

Toren possui um visual bonito, mas cai na armadilha de muitos jogos atuais: foram quatro anos de desenvolvimento e ainda assim é notória a falta de polimento final. Existem bugs preocupantes em Toren, como no caso em que após uma derrota a personagem estava flutuando no cenário ao invés de retomar a aventura. Outro bug ocorrido (muito irritante, por sinal) foi durante uma das batalhas contra o dragão: o jogo entende que você foi alvejado e perdeu a vida, mas na realidade a personagem sequer havia sido atingida pela rajada da criatura. Além desses, há outros erros bisonhos que senão atrapalham a jogatina, servem para tirar a paciência do jogador.

A jogabilidade do game é muito simples, ela consiste em utilizar a espada para lutar contra inimigos e resolver alguns puzzles, até aí é uma fórmula que muitos outros jogos seguem. O problema é que Toren se atrapalha com a sua própria física: o combate corpo a corpo é pouco trabalhado e na maioria das vezes você bate no vazio, pois a movimentação da personagem não ajuda em nada. O problema é multiplicado devido à bugs de colisão. Outro problema é a falta de desafio: você termina Toren com um pouco menos de 2 horas e, acredite, termina-lo não é nem um pouco difícil. Os puzzles possuem objetivos diferenciados, mas podem ser descritos como simplistas: em geral você empurra objetos como plataformas e contorna símbolos no chão com um pó místico durante as passagens nos sonhos.

Ao final a pergunta é: Toren é um jogo que vale a pena ser jogado?

O objetivo de se tornar um jogo fora do normal, com um estilo gráfico bonito e uma história fantástica demonstram o potencial da Swordtales e sem dúvidas são os pontos fortes do jogo. Contudo se você é desses que joga algo esperando perfeição saiba que a experiência de Toren peca pela falta de polimento, além disso, é normal encontrar bugs aqui e acolá. Infelizmente o excesso de problemas tira o brilho de Toren já que o seu visual é um dos principais pontos fortes.

Pode-se traçar uma comparação com o recente Assasin’s Creed Unity, da Ubisoft, pois ambos são jogos que de tão carregados de bugs tornam-se irritantes em movimento, mas perfeitos quando parados. Outro ponto a mencionar é a duração do jogo: duas horas de jogo não é necessariamente um defeito se a experiência for satisfatória, algo que não acontece em Toren. A aventura em seu geral é rasa. Ela tenta ser épica, mas tropeça em seus quesitos técnicos. Se você quer sentir como a indústria de jogos brasileiros está evoluindo, vale a pena e por isso vale a aquisição. Mas se você é do tipo mais exigente, é triste dizer que Toren não é seu jogo.

Pontos fortes: as influencias de Fumito Ueda funcionam.

Ponto fraco: a aparente falta de polimento final comprometem os quatro anos de produção.

Toren

Startando e GameReporter: abrindo portas para os games independentes

Nestes dez anos de atuação do GameReporter (sim, este ano fazemos 10 anos) sempre buscamos apresentar aquilo que há de melhor no mundo dos games, buscando trazer informações e também destacar oportunidades para nossos usuários.

E foi assim que nós chegamos até o Startando, plataforma de crowdfunding (financiamento coletivo), que é o mais novo parceiro do site. Para quem não conhece, o crowdfunding é um instrumento onde você pode lançar uma campanha para arrecadar os recursos necessários para desenvolver um trabalho através de contribuições financeiras e , em troca, oferece recompensas para quem apoiar sua campanha.

É uma excelente oportunidade para estúdios e desenvolvedores de games independentes tirarem aquele projeto da gaveta. E o melhor, além de você ter a oportunidade de levantar capital para o seu projeto relacionado a games, você recebe todo o suporte na comunicação da campanha tanto por parte do Startando quanto por parte do GameReporter.

Os usuários do Game Reporter que inscreverem seus projetos no Startando e indicarem que são nossos leitores irão receber um atendimento personalizado para elaboração da campanha, serão destaque na plataforma e terão matérias publicadas aqui no GameReporter. É sua chance de transformar uma boa ideia em um grande projeto.

E fiquem atentos, muitas novidades estão por vir. Essa parceria promete abrir muitas portas para os games independentes.

Para conhecerem um pouco mais do Startando, acessem o site.

Como funciona o Startando?

Documento explica processo de direitos autorais nos games

Flappy Bird foi um grande sucesso quando chegou ao mercado. Por razões diversas o criador do game decidiu interromper a comercialização do produto nas plataformas em que ele estava disponível, mesmo ganhando milhares de dólares toda semana. Tão logo Flappy Bird saiu de cena, surgiram centenas de cópias dispostas a roubar o seu trono de “jogo mais baixado no Android”.

Agora imagine o cenário: você é um produtor independente que está lançando seu primeiro game para mobile. Apesar de simples, o jogo tem bastante originalidade e acaba se tornando bastante reconhecido pelos jogadores e explode nas vendas. Tudo ótimo, certo? Não até que outro desenvolvedor espertinho roube sua ideia ou que um grande estúdio lance um jogo semelhante, porém com o poder do marketing por trás, e derruba suas vendas e arrebata o seu público.

Direitos autorais é uma questão praticamente desconhecida pelos desenvolvedores de jogos pequenos e, não raro, seus jogos chegam ao mercado sem que os criadores conheçam os dispositivos legais que protegem sua propriedade intelectual. Talvez fosse pensando nisso que o Moacyr Alves da ACIGAMES, e o Helio Tadeu da Terras Coelho Advogados, lançaram o primeiro documento oficial falando sobre direito do autor em jogos digitais.

O trabalho analisa e discute os processos de registro, o regime e a proteção dis jogos eletrônicos à luz do direito autoral, especialmente àqueles desenvolvidos para consoles e computadores na categoria MMORPG. O documento possui mais de 30 páginas e resume de maneira fácil as leis que amparam o desenvolvedor de jogos eletrônicos.

O estudo sobre os direitos autorais nos games está disponível em PDF no Slideshare e sem sombras de dúvidas, é leitura obrigatória para todos os desenvolvedores indies que pretendem lançar um game no mercado.

Direitos autorais nos games

Games Independentes, Jogos Nacionais, Produção de Games e muito mais.