BIG Business Forum recebe empresários e investidores internacionais em São Paulo

O BIG Festival promete ser uma oportunidade única para os desenvolvedores indies, afinal de contas haverão milhares de visitantes e veículos de comunicação presentes, o que garante possibilidade de visibilidade instantânea. Além disso, os organizadores do evento preparam paralelamente o Big Business Forum, um encontro entre desenvolvedores, publishers e empresários do setor de games de vários países. A intenção é que os desenvolvedores locais apresentem seus projetos a fim de firmar parcerias com as grandes players do mundo.

De acordo com a organização do evento, o BIG Business Forum posiciona o Brasil como hub de negócios na região. O Forum acontece de 29 de junho a 1 de julho, paralelo às atividades abertas ao público do BIG Festival, que vai de 25 de junho a 3 de julho, no Centro Cultural São Paulo. As inscrições para participar do BIG Business são feitas através do site do BIG e está aberta desde o dia 23.

O fórum BIG Business é uma das ações do BGD, Projeto Setorial de Exportação Brazilian Game Developers, uma parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a ABRAGAMES, Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos.

Para facilitar a vida dos produtores, neste ano foi lançada uma ferramenta online de agendamento de reuniões, o que amplia muito a capacidade de geração de acordos no evento. Empresas como Google, Autodesk, Unity, Intel e Epic também estarão disponíveis para agendamento de reuniões one-on-one. Serão quatro dias dedicados a painéis, keynotes, palestras, workshops, discussões, reuniões e negociações. O objetivo é fortalecer a indústria brasileira de jogos digitais, capacitando e criando novas oportunidades de negócios para as empresas brasileiras no mercado internacional.

Ao todo, o fórum terá a presença de mais de 50 convidados internacionais, entre eles Mike Foster, da Sony; Sam Carslyle, da Microsoft; Karim Farghaly, da Bandai Namco; e Antoine Routon, da Square Enix. Bem como representantes de empresas como Rovio, Fun Academy, Vungle e Execution Labs, além de uma delegação de empresas francesas que incluem Digital Plug In, Ankama, BiP Media e a Atelier 801, com o jogo Transformice, que conta com milhões de fãs no Brasil. Os participantes poderão acompanhar mais de 50 atividades diferentes, incluindo uma sessão de pitch em que os convidados irão analisar e selecionar o melhor projeto de game brasileiro, o BIG Starter.

No dia 2 de julho, o fórum se estende para discutir duas novas verticais de negócios: o BIG Playable City, que reflete e interage no espaço urbano, buscando criar uma cidade mais interativa; e o BIG Impact, iniciativa dedicada a jogos com impacto positivo, que transformam a sociedade.

Abaixo tem uma lista contendo alguns dos convidados internacionais já confirmados no BIG Business Forum:

Mike Foster – Sony/Playstation
Jamie Cason – Miniclip
Jason Della Rocca – Execution Labs
Antoine Routon – Square Enix
Joel Breton – HTC
Reginaldo Valadares – Rovio
Sam Carslyle – Microsoft
Bryan Davis – BBB
Benjamin Wolf – Astragon
Karim Farghaly – Bandai Namco
Fernando Sansberro – Uruguayan Game Developers Association
Rodrigo Contreras – Gamaga
Francisco Diaz – CVA Peru
Astrid Huntjens – Spil Games
Paweł Feldman – 11 bit Studios
David B. Hoppe – Gamma Law
Agustín Cordes – ADVA
Mario Valle Reyes – Electronic Arts
Martina Spaas – FGL
Fabio Florêncio – Fun Academy/Rovio
Paul Hanraets – Gambitious
Melinda Montaño – Kongregate
Piotr Iwanicki – Superhot
Steve Escalante – Versus Evil
Martín Meléndez – One Simple Idea
Anton Fok – Vungle
Julian Osterwalder – Vungle
Mark Leaver – Playable City
Matthew Handrahan – GamesIndustry.biz

Delegação de empresas francesas presentes no BIG Business Forum:

Eddy Léja-Six – Isart
Francis Ingrand – SNJV LE GAME
Julien Villedieu – SNJV LE GAME
Hervé Sohm – Ankama
Katleen Evers – Plug in Digital
Laure Casalini – Rubika
Maxime Dumas – Persistant
Melanie Christin – Atelier 801
Michael El Baki – Clan of the Cloud
Michael Jegat – Intellysurf
Nicolas Bensignor – Playsoft
Paulliane Balduino dos Santos – Atelier 801
Sam Dahmani – 3DUO
Steven James Filby – Motion Twin
Thierry Platon – BIP Media
Vincent PERCEVAULT – G4F
Xavier Liart – Playdigious
Yoan Fanise – Digixart

Serviço – 4º BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival)
De 25 de junho a 3 de julho (Segunda, 27, não abre)
De terça a sexta: 10h às 22h / Sábado e domingo: 14h às 22h
Dia 29, quarta, fecha às 17h
Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro 1000 – Paraíso, SP
Inscrições BIG Business Forum: a partir de 23 de maio em www.bigfestival.com.br
Entrada: Gratuita

Razer Store abre sua primeira unidade física nos Estados Unidos

A Razer já possuía lojas-conceito no mercado asiático, mas somente agora o público norte-americano pode conhecer os produtos da empresa em uma loja totalmente dedicada aos seus produtos. Inaugurado em São Francisco, nos EUA, no dia 21 de maio, a Razer Store permite que seus visitantes experimentem os produtos mais avançados como teclados, mouses, wereables e demais sistemas voltados para os videogames.

Além da loja em São Francisco, a Razer já possuía unidades em Taipei (Taiwan), Manila (Filipinas) e Bangkok (Tailândia). A ideia é tornar a marca ainda mais forte no mercado ocidental e atrair consumidores dedicados que esperam o melhor da tecnologia em jogos eletrônicos. A unidade de São Francisco possui 120m² divididos em dois andares e mais de 20 estações de jogos e áudios montadas com os lançamentos da Razer e seus parceiros.

“São Francisco é um centro global único que une criatividade, tecnologia e entretenimento, além de ser a cidade da nossa sede. Ou seja, é um ambiente fenomenal para os gamers”, diz Min-Liang Tan cofundador e CEO da Razer. “Estamos felizes com a inauguração da RazerStore e muito animados para abrir as portas para nossos fãs.”

Para quem conhece São Francisco, a loja da Razer Store fica no shopping Westfield, no centro da cidade. De acordo com a companhia, a unidade de São Francisco é focada em dar aos jogadores uma verdadeira experiência imersiva, permitindo a interação com outros membros da comunidade gamer. Para mais informações sobre as lojas-conceito da Razer, basta acessar o site da empresa.

Abaixo tem o vídeo de abertura da Razer Store em São Francisco:

Level Up e destaques da comunidade de Warface se unem para crias novas regras para os torneios de 2016

A Level Up convidou recentemente membros da comunidade de jogadores de Warface para uma visita em sua sede. A intenção era coletar feedbacks para melhorar o jogo e definir regras para os próximos campeonatos de Warface que ocorrerem. Não é a primeira vez que a Level Up leva jogadores até sua sede para debater um jogo: um dos programas periódicos da empresa chama-se “Visita Level Up”, que permite que membros da comunidade conheçam as instalações, vejam os setores da companhia e batam um papo com os responsáveis por seus jogos favoritos.

A visita dos jogadores de Warface ocorreu em Abril, no escritório da Level Up, em São Paulo. A visita serviu para criar as “Regras 2.0”, o conjunto de regras a serem utilizadas durante as competições oficiais de Warface em todos os campeonatos a ocorrer neste ano. Elas delimitam o tamanho dos mapas utilizados em competição, modos de jogo, armamentos e equipamentos de uso restrito ou proibido para as competições. O objetivo dessas regras é tornar as competições mais equilibradas e justas para todos, de modo a valorizar as habilidades de cada competidor.

De acordo com a Level Up, estavam presentes neste encontro alguns membros importantes do cenário de e-sports brasileiro para que assim fique assegurado que as opiniões dos jogadores fossem ouvidas. Naturalmente que essas regras não são obrigatórias em todos os campeonatos, mas elas servem como base para determinar os oficiais e estabelecer um padrão para os torneios particulares organizados por outras ligas.

Ainda segundo a publisher, essa iniciativa reitera a postura da empresa em sempre se aproximar de seus fãs, de forma que possam contribuir com o bem da comunidade e ajudar a trazer momentos inesquecíveis a todos – tanto dentro quanto fora de seus jogos. As normas detalhadas do competitivo e os membros da comunidade participantes podem ser conferidos no site oficial do game.

Além de estabelecer as Regras 2.0, o encontro serviu para que os visitantes deixassem feedbacks aos responsáveis pelo Warface no Brasil, falando sobre a performance das partidas, armas e equipamentos que gostariam de ver, melhorias nos modos e traduções, entre outros. A Level Up se comprometeu a melhorar gradativamente o jogo e torna-lo mais parecido possível com o que a comunidade de jogadores espera. Para conferir como foi a Visita Level Up de Warface, basta acessar a página do Facebook.

Sobre Warface

Para quem não conhece, Warface é um FPS Online desenvolvido pela Crytek. O game possui visuais bacanas, física realista e um sistema de combate fluído. O título é free-to-play e há um modo cooperativo que permite evoluir o personagem conforme as partidas são vencidas. O game recebe atualizações constantes e novas missões desafiadoras a cada nova atualização. Atualmente este é um dos jogos mais jogados do cenário e-sport profissional.

 

“Aprenda a programar com Minecraft” ensina a usar a linguagem Python para personalizar o Minecraft

Já imaginou que os jogos eletrônicos são ferramentas de aprendizado, não é? Muita gente aprende inglês e espanhol jogando videogames. O que muita gente não sabe é que eles podem ensinar programação. E é justamente isso que o livro “Aprenda a programar com Minecraft” quer mostrar. A ideia básica é ensinar a linguagem Python para construir, criar e personalizar o mundo de Minecraft.

Com este livro, o usuário é capaz de modificar elementos do jogo, tais como transformar a lendária espada do jogo em uma poderosa varinha mágica, construir um grandioso castelo em poucos minutos ou criar uma pista de dança pessoal. Conforme o jogador aprende a linguagem Python, pode-se tornar o jogo mais divertido e vivenciar uma experiência completamente nova.

Python é uma das programações mais populares do mundo e é uma das que mais atrai programadores iniciantes, devido a sua facilidade e resultados satisfatórios. Aprenda a Programar com Minecraft inicia com lições simples no Python; conforme o leitor adquire conhecimento, aprende a modificar o Minecraft e produzir resultados instantâneos.

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A leitura é voltada para crianças, jovens e adultos, de modo que qualquer um pode aprender a fazer minigames, duplicar casas, transformar blocos comuns em ouro, viajar de teletransporte, construir pirâmides e florestas, criar passagens secretas, construir blocos raros e muito mais.

O leitor verá o Minecraft sob uma nova perspectiva, aprendendo, ao mesmo tempo, os conceitos básicos de programação. Além de modificar o jogo e criar novas localidades, o jogador pode ter a vida facilitada no mundo do jogo, ou seja, você pode parar de garimpar pedras preciosas e construir sua mansão bloco a bloco. Bastam algumas linhas de instrução e “voilà”, tudo estará conforme desejado.

Sobre o livro”Aprenda a Programar com Minecraft”

O livro “Aprenda a Programar com Minecraft” foi escrito por Craig Richardson, desenvolvedor de software e professor de Python que trabalhou para a Fundação Raspberry Pi. Craig foi professor de computação do ensino médio e ministrou muitos workshops sobre programação em Python com Minecraft. A edição lançada pela editora Novatec está em português e possui 360 páginas. O preço sugerido é de R$ 89,00 e pode ser adquirido no site da Novatec.

PaiN Gaming confirma presença durante o MasterMinds

De hoje (19) até 24 de maio ocorre a sexta etapa do MasterMinds, evento de poker que alia games, tatuagem, música e entretenimento. O festival será aberto a profissionais, amadores, entusiastas, curiosos e, quem estiver por lá, encontrará muito pôquer, torneios de coaching, ações com gamers, desafios, palestras e muita música. Uma das principais atrações do evento será a participação do time de e-sports PaiN Gaming, que vai realizar uma palestra para falar sobre o mercado de e-Sports e as expectativas para o futuro.

De acordo com a organização do evento, a PaiN Gaming estará representada pelos inegrantes Gabriel “Kami” Bohm e Gabriel “Mit” Souza. A palestra desses cyberatletas será na sexta-feira (20), às 19h. Será uma boa oportunidade para os torcedores falar com seus ídolos pessoalmente e para curiosos descobrir como funciona esse mercado tão desejado. A ideia é reunir pessoas influentes para torneios de pôquer.

O evento ainda trará nomes conhecidos do público jovem, como influenciadores digitais (e-gamers, bloggers, youtubers, instagramers, snapers, entre outros), que jogarão em torneio de pôquer, além de renomados tatuadores que estarão disponíveis em um stand para produzirem tatuagens todos os dias do festival. Outro stand que estará presente no festival é o da Razer, empresa reponsável por produtos periféricos (mouse, teclado, fone de ouvido, entre outros).

O MasterMinds foi criado pelo campeão mundial de pôquer André Akkari com apoio do PokerStars. O evento é considerado a porta de entrada para novos jogadores, proporcionando a eles a chance de jogar cara a cara com os mais renomados profissionais da modalidade do Brasil, ao mesmo tempo em que mostra por meio das suas atrações que essa atividade pode se encontrar com outros universos como o da música, das artes e dos games.

“O pôquer já derrubou preconceitos e o MasterMinds é responsável por construir o futuro do esporte. Com a ajuda do PokerStars, vamos ressaltar o caráter inclusivo e dar ainda mais cor à essa grande festa do poker”, conta André. O evento é indicado para fãs de jogos de carta e para o público jovem, tão acostumado a novidades e jogos em grupo.

Serviço – MasterMinds Poquer

Quando: 19 a 24 de maio
Onde: Vila dos Ipês – Av Mofarrej, 1.505, Vila Leopoldina, São Paulo/SP
Site: http://www.mastermindspoker.com.br/

INTZ chega à final de SMITE na Brazil Gaming League

O time INTZ está a apenas um passo da final mundial SMITE Masters, pois acabou de vencer os rivais da paiN Gaming na semifinal. Deste modo, os Intrépidos se garantiu na decisão do primeiro Split nacional da Brazil Gaming League 2016 contra a equipe Avalanx. A grande final será no dia 28 de maio, no Mega Arena X5.

Como é de costume, o PAINTZ foi bastante acirrado e a vitória só veio na última partida, ficando o placar final de 2 a 1 para o INTZ. De acordo com o INTZ, havia o favoritismo para a equipe, pois no decorrer do jogo eles conseguiram impor seu próprio ritmo, mas as coisas ficaram apertadas quando algumas jogadas foram mal executadas. A equipe Avalanx, rival da final, derrotou o Remo Brave. Durante a fase de classificação. Se há dúvidas de que a grande final vai ser apertada, fica a dica: durante a fase de classificação os dois finalistas empataram em 1 a 1.

“A semifinal, como todos esperavam, foi uma série muito disputada como sempre. Acredito que 2 a 1 foi um bom resultado levando em conta esse confronto que acontece em todas as finais de campeonatos brasileiros. Nós conseguimos impor nosso ritmo em todos os jogos, abrindo uma boa vantagem, mas nos atrapalhamos e cometemos muitos erros, tornando os jogos muito mais difíceis”, comentou o Jungle Nathan “Nann” Broca.

A final da etapa brasileira de SMITE na Brazil Gaming League premia o campeão com o valor de R$ 20 mil, além da credencial para a etapa mundial do SMITE Masters, organizado pela desenvolvedora do jogo. O encontro das melhores equipes do mundo na categoria ocorrerá no Dreamhack Summer 2016, que acontecerá entre 18 e 21 de junho, em Jönköping, na Suécia, e premia o campeão com US$ 100 mil.

Para quem está interessado em ver a final e torcer para o INTZ, a dica é acompanhar também as finais de outros jogos que ocorrem na Brazil Gaming league, que recebe disputas de jogos conhecidos como Crossfire e Rainbow Six Siege. O INTZ também está na disputa desses outros jogos na BGL 2016.

Serviço – Brazil Gaming League

Quando: 28 de maio
Onde: Mega Arena X5 – R da Mooca, 1601

Horizon Chase está entre finalistas de “Melhor Jogo” do BIG Festival

O BIG Festival já tem seus finalistas definidos. O grande destaque é o jogo Horizon Chase, da Aquiris Game Studios, que está disputando em três categorias da premiação (Melhor Jogo, Melhor Jogo Brasileiro e Melhor Gameplay). Esta é a segunda vez que um título brasileiro concorre na principal categoria do BIG Festival. Em 2015, o game Treeker: Os Óculos Perdidos, da desenvolvedora brasileira Blu Box Soft, também concorreu na categoria, vencida pelo jogo This War of Mine, da polonesa 11 bit studios.

Para quem não conhece, Horizon Chase é um game de corrida para dispositivos móveis, que faz homenagem aos clássicos jogos de corrida da geração 16 bits. Este ano, foram 515 jogos inscritos, de 48 países diferentes, e quase a metade deles (232) produzidos no Brasil. Os vencedores serão divulgados em 30 de junho, na cerimônia de premiação do evento, no Centro Cultural São Paulo.

De acordo com a organização, serão distribuídos R$ 52 mil em prêmios, divididos da seguinte forma: Melhor Jogo (R$ 10 mil), Melhor Jogo Brasileiro (R$ 15 mil), Melhor Jogo da América Latina (R$ 15 mil), Melhor Jogo Educacional ou de Aprendizagem (R$ 5 mil), Melhor Jogo Ambiental (R$ 2 mil). Os outros R$ 5 mil irão para o game eleito pelos visitantes do evento, que no ano passado recebeu mais de 12.600 pessoas. A entrada é gratuita e o público pode testar todos os jogos finalistas.

O evento oferece ainda BIG Business Fórum, o fórum de negócios do festival; exposição gratuita dos jogos finalistas; e o BIG Booth, que contará com a presença de 20 desenvolvedoras brasileiras apresentando seus jogos. Abaixo tem a relação dos finalistas do BIG Festival:

Melhor Jogo
– Horizon Chase (Aquiris Game Studio), do Brasil
– Ape Out (Gorilla Loves Company), dos Estados Unidos
– SUPERHOT (SUPERHOT Team), da Polônia
– Mini Metro (Dinosaur Polo Club), da Nova Zelândia
– Pavilion (Visiontrick Media), da Suécia

Melhor Jogo Brasileiro
– Horizon Chase (Aquiris Game Studio)
– Skytorn (Skytorn)
– My Night Job (Webcore Games)
– Dandara (Long Hat House)
– Jake and Tess’ Finding Monsters Adventure (Black River)
– Ninjin: Clash of Carrots (Pocket Trap)
– Star Vikings (Rogue Snail)
– Starlit Adventures (Rockhead Games)
– Möira (Onagro Studios)
– Zone of Lacryma (OopHok)

Melhor Jogo da América Latina
– Ernesto (Ernesto Team), da Argentina
– Kingdom Rush Origins (Ironhide Game Studio), do Uruguai
– BalanCity (Souvegames), da Argentina
– The Interactive Adventures of Dog Mendonça & Pizzaboy (OKAM Studio), da Argentina
– Rex Odyssey (Brainhold Games), da Argentina

Melhor Arte
– Jake and Tess’ Finding Monsters Adventure (Black River), do Brasil
– Black the Fall (Sand Sailor Studio), da Romênia
– Bulb Boy (Bulbware), da Polônia
– Pavilion (Visiontrick Media), da Suécia
– Optikammer (Optikammer), da Grã-Bretanha
– SUPERHOT (SUPERHOT Team), da Polônia
– The Interactive Adventures of Dog Mendonça & Pizzaboy (OKAM Studio), da Argentina

Melhor Gameplay
– SUPERHOT (SUPERHOT Team), da Polônia
– Tricky Towers (Weirdbeard Games), da Holanda
– Mini Metro (Dinosaur Polo Club), da Nova Zelândia
– Ape Out (Gorilla Loves Company), dos Estados Unidos
– My Night Job (Webcore Games), do Brasil
– Clustertruck (Landfall Games), da Suécia
– Horizon Chase (Aquiris Game Studio), do Brasil

Melhor Narrativa
– The Magic Circle (Question), dos Estados Unidos
– Late Shift (CtrlMovie), da Suiça
– Antioch: Scarlet Bay (Mi Clos Studio, FibreTigre e Midnight Mood Studio), da França
– Replica (Somi Games), da Coreia do Sul
– Hacknet (Team Fractal Alligator), da Austrália
– Swaptales: Leon! (Witty Wings), da França
– Wheels of Aurelia (Santa Ragione), da Itália

Inovação
– SUPERHOT (SUPERHOT Team), da Polônia
– The Magic Circle (Question), dos Estados Unidos
– Calendula (Blooming Buds Studio), da Espanha
– Screencheat (Samurai Punk), da Austrália
– Stifled (Gattai Games), de Singapura
– INVERSUS (Hypersect), dos Estados Unidos
– Antioch: Scarlet Bay (Mi Clos Studio, FibreTigre e Midnight Mood Studio), da França

Melhor Som
– Ape Out (Gorilla Loves Company), dos Estados Unidos
– Skytorn (Skytorn), do Brasil
– The Aquatic Adventure of the Last Human (YCJYgames AB), da Suécia
– SUPERHOT (SUPERHOT Team), da Polônia
– Mini Metro (Dinosaur Polo Club), da Nova Zelândia
– Epistory – Typing Chronicles (Fishing Cactus), da Bélgica

Melhor Jogo Ambiental
– Doti-Doti no Gaea (Loud Noises), do Brasil
– Cloud Chasers – A Journey of Hope (Blindflug Studios), da Suiça
– Deed – The Game (Sinergia Studios), do Brasil

Melhor Jogo Educacional ou de Impacto Social
– Optikammer (Optikammer), da Grã-Bretanha
– It’s Spring Again (Asya Yurina), da Rússia
– Figurado (Antworks Studio), do Brasil
– Peronio Pop-Up Book (Ovni Studios), do Brasil
– Carcará – Asas da Justiça (Supernova Indie Games), do Brasil

Serviço – 4º BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival)

De 25 de Junho a 3 de Julho (Segunda, 27, não abre)
De terça a sexta: 10h às 22h / Sábado e domingo: 14h às 22h
Dia 29, quarta, fecha às 17h
Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro 1000 – Paraíso, SP
Inscrições para o BIG Business Forum: A partir de 16 de maio emwww.bigfestival.com.br
Entrada: Gratuita

RX Squad é o jogo para quem sentia saudades dos shmups

Houve um tempo em que jogos do gênero shmups (shoot ’em up) estavam no auge da popularidade, sobretudo em árcades. O tempo passou e as grandes franquias do mercado como Gradius e R-Type caíram no ostracismo, deixando muitos fãs carentes desse tipo de game. Para quem gosta de “games de navinha”, a recomendação é ficar de olho em RX Squad, novo jogo do estúdio indie MegaBoss.

RX Squad é uma ode aos clássicos jogos shmups, com direito a todos os elementos que tornaram o gênero tão popular nos anos 90, ou seja, progressão lateral, dezenas de naves inimigas ao mesmo tempo, chuva de tiros adversários e os providenciais power ups. O game é bastante colorido e possui bastante ação e efeitos de partículas, de modo que a dificuldade é um dos pontos altos do jogo.

Apesar de ser inspirado nos clássicos dos anos 90, RX Squad busca identidade própria ao entregar um visual moderno e inovador, com uma nova roupagem e um estilo de arte capaz de impressionar os jogadores mais exigentes. A trilha sonora também é um dos pontos altos do jogo. O título está sendo programado por Thiago Correia com as ilustrações e design desenvolvidos pela MegaBoss. O investimento para a criação veio através da Érica Araújo, uma grande entusiasta do gênero shmups.

A trama envolve uma invasão alienígena ao nosso planeta que ocasionou distúrbios na superfície. Alguns desses monstros alienígenas foram capazes de causar modificações na gravidade, de modo que aproximar-se deles é uma tarefa perigosa. Como se não bastasse, eles são extremamente agressivos e não medem esforços para aniquilar a humanidade. Para derrota-los, cabe ao jogador escolher uma das sete naves do Esquadrão RX e sentar bala nos invasores.

RX Squad foi colocado em votação na Steam Greenlight e recebeu sinal verde da comunidade. Agora resta aguardar o lançamento oficial, que ainda não recebeu data definida. De acordo com os produtores, ele terá jogabilidade focada na diversão casual, com duração aproximada de 1 hora. O planejamento é lançar o game para PCs no primeiro momento pelo preço de US$ 2 dólares.

Abaixo tem o trailer de RX Squad:

Criadora de World of Tanks firma parceira com a Level Up no Brasil

A Wargaming, criadora do hit World of Tanks firmou uma parceria improvável, porém bastante benéfica, com a Level Up Games. Basicamente a LUG fica responsável por ações de marketing dos dois jogos mais conhecidos da Wargaming: World of Tanks e World of Warships. Deste modo, a LUG vai cuidar da comunidade local e bolará estratégias para promover os jogos e aumentar a base de jogadores no Brasil.

O acordo é benéfico para as duas empresas, pois a Level Up ganha mais uma conta importante, ao passo que a Wargaming pode ganhar novos fãs. O acordo estreita o contato dos jogadores brasileiros na hora de obter suporte uma vez que a Wargaming é oriunda da Rússia. A Level Up foi escolhida graças a sua vasta experiência em jogos online e bom relacionamento com seus jogadores.

“Selecionamos nossos parceiros com cautela pelo compromisso que temos, com nossos usuários, de levar a melhor experiência dentro e fora do jogo”, diz Tatiana Moreira, Gerente de Publicação da Level Up. “Nosso objetivo é expandir o número de usuários ativos e levar à Wargaming os desejos e expectativas dos brasileiros”. Ela completa revelando que “compondo este projeto, somados aos nossos mais de 150 funcionários, temos uma equipe full time, dedicada a esses 2 jogos, sob a supervisão do Fabio Fujiyama e da Daniela Shimayev, que atende diretamente a esta conta. Os servidores permanecem sob administração da Wargaming, em território internacional”.

Para quem não conhece, World of Tanks é o simulador de combate de blindados mais popular do mundo. Ele pode ser descrito como a versão atual do clássico Battle City, um jogo de batalha entre tanques bastante popular na geração 8 bits (se você não conhece, corre atrás). World of Tanks está disponível desde 2010 e desde então já alcançou a impressionante marca de mais de 120 milhões de contas criadas e mais de 1.1 milhão de jogadores simultâneos no mundo todo.

O jogo entrou para o livro Guinness ao quebrar o recorde com o maior número de jogadores ativos em um mesmo servidor – mais de 190 mil usuários logados simultaneamente. Já o World of Warships é baseado em batalhas navais e possui jogabilidade mais estratégica.

World of Tanks e World of Warships possuem download e acesso gratuito. Além disso, existem torneios bastante disputados de WoT, que costumam atrair alguns dos melhores times de e-Sports do mundo. Apostamos que os times mais famosos do Brasil acabarão por criar line ups para disputar torneios desses jogos em breve, pois a representação da Level Up vai impulsionar esses games em terras tupiniquins.

Abaixo tem um trailer de World of Tanks:

Zumbi Olé mistura futebol com apocalipse zumbi

Já imaginou o quão improvável seria o encontro de zumbis com o bom e velho futebol? Pois essa é a premissa de Zumbi Olé, jogo brasileiro do estúdio independente Carranca Games em parceria com a Trixter Interactive. Na aventura você controla a pequena Yara, que deve derrotar os infames morto-vivos em uma partida de futebol. Para vencê-los, Yara deve realizar dribles desconcertantes.

Yara era uma garota comum, cujo sonho era ser jogadora de futebol, mas vê seu objetivo ser destruído após o eminente apocalipse zumbi dominar o planeta. Ao invés de desistir de seu sonho, Yara decide pegar uma bola e sair driblando os zumbis. Um fator interessante de Zumbi Olé é sua câmera, que simula um videotape realizado pelo irmão de Yara, de modo que ele está registrando a coragem da garota para a posteridade.

O grande objetivo do jogador é driblar a maior quantidade de zumbis possível, além de realizar embaixadinhas. Para realizar tais movimentos, o jogador deve deslizar o dedo em um dos cantos da tela, conforme surgem. A jogabilidade é bastante fácil e divertida. Entre os movimentos possíveis estão chute, trombada, embaixadas etc. Claro que a tarefa não é das mais fáceis, pois os zumbis tentarão morder a pobre Yara. Se eles te pegarem ou a bateria da câmera filmadora acabar é game over.

Além de driblar, Yara deve coletar baterias para a câmera, conforme surgem no cenário, de modo que realizar os movimentos se torna mais difícil. Como se não bastasse, o game tem um ciclo dia/noite para tornar o desafio maior (durante a noite a visibilidade é praticamente nula). Conforme o jogador avança as fases, surgem zumbis mais rápidos e inteligentes, tal como ocorre em Plants vs Zombies.

Zumbi Olé está disponível paraAndroid totalmente em português e atualmente é um dos maiores destaques da loja virtual. Muitos veículos têm atribuído notas altas em reviews, de forma que vale a pena dar uma conferida neste divertido game. Por fim, o título não é dividido por fases, de modo que o jogador deve avançar e pontuar o máximo que aguentar.

Abaixo tem o trailer de Zumbi Olé:

Games Independentes, Jogos Nacionais, Produção de Games e muito mais.