RockFlickz é o game mobile que vai te apresentar bandas independentes de rock nacional

Se você tem uma banda e est[a com dificuldades para alavancá-la, surgiu um aplicativo ideal para você! Trata-se do RockFlickz, um aplicativo que utiliza conceitos de gamificação para alavancar bandas independentes, garantindo horas de diversão ao usuário. A iniciativa tem como proposito apresentar novas bandas para o usuário.

Basicamente você controla uma pick up de som que desce discos e você deve acertá-los a fim de melhorar seu score. A mecânica é basicamente a mesma de Guitar Hero, a diferença é que as músicas que compõe o jogo são todas de bandas independentes do Brasil. Conforme você acerta os discos, sua pontuação sobe e vão surgindo novas canções, de modo que você acaba conhecendo novos artistas enquanto joga.

O objetivo é conhecer o rock nacional e prestigiar os artistas locais. Inclusive, qualquer banda pode submeter suas músicas para fazer parte do pacote do jogo. Até o momento já existem mais de 50 bandas de rock no game e o número é crescente. A expectativa é que com a divulgação e chegada de novos jogadores o game atraia ainda mais bandas para tornar o jogo maior e melhor.

A ideia de RockFlickz veio de Vince Mastrocola, supervisor da área de games do curso de Sistemas de Informação em Comunicação e Gestão na ESPM. Vince já havia trabalhado em advergames para diversas empresas, além de produzir board games, card games e jogos mobile, porém sempre teve vontade de trabalhar com a música. Daí surgiu a ideia de criar um aplicativo para celulares que permitisse que os usuários conhecessem novas bandas e artistas. A ideia só saiu do papel graças a uma parceria com a Shovel Music, uma empresa dedicada a apresentar bandas independentes de rock nacional.

“A Shovel Music nasceu como uma plataforma musical diferente. Nossa missão é entreter ouvintes ao apresentar música autoral de novos artistas e oferecer profissionalismo ao entregar para o músico infográficos com informações relevantes e aprofundadas, coletadas através da audição e avaliação de suas músicas e playlists”, explica Gustavo Henriques, CMO do Quero Rock.

RockFlickz está disponível para iOS e Android gratuitamente. Caso uma banda de rock queira se cadastrar na plataforma, o processo é bem simples. Basta acessar shovelmusic.com e seguir os passos indicados na tela. O cadastro passará por uma curadoria da Shovel e, nas próximas atualizações, novas bandas serão inseridas na plataforma.

Abaixo tem um trailer de RockFlickz:

Sycko City é o beat ‘em up inspirado por uma São Paulo pós-apocalíptica

Hoje vamos falar de Sycko City, um jogo indie produzido pelo Carnarval Game Studio. Trata-se de um beat ‘em up com foco no multiplayer online competitivo. O destaque é que a jogabilidade está em consonância com o mundo pós-apocalíptico do jogo, que é um dos mais instigantes que já vimos em um título do gênero. Você deve unir-se a uma das facções criminosas que espalharam-se pela cidade de Sycko para derrotar outros jogadores filiados às gangues rivais.

A cidade de Sycko está um caos: os ricos imperam, os políticos enganam a população sem remorso, a água está em falta, a violência urbana está em toda parte e até existem muros para separar os “vadios” dos “cidadãos de bem”, quase igual no Brasil. O resultado dessa mistura é uma guerra civil entre a população por causa dos poucos recursos hídricos existentes. Assim se formaram as quatro facções do jogo.

A partir daí, o jogador deve escolher a sua facção favorita e descer a paulada nos rivais espalhados pelo mundo. Entre as facções, você pode escolher entre The Orphans (um grupo neutro, tido como o mais indicado para os recém-chegados à Sycko City); The Syndicate (composta por trabalhadores industriais que foram abandonados em estado de calamidade); The Indies (os mais narcisistas, lutam apenas por seus próprios interesses); e o OCP (antigos militares que recrutam novos players para restabelecer a ordem e o poder em Sycko City).

Como deu para notar, Sycko City é francamente inspirada na capital paulista, inclusive alguns pontos de interesse de São Paulo estão retratadas no game. Esses pontos são transformados em arenas de batalha, porém a diferença é que devido à história por trás do título, toda a ambientação está destruída, degradada e abandonada. O mapa é dividido em cinco territórios, cada um para uma das facções, sendo que há uma zona neutra entre elas. Em cada um desses territórios há duas arenas de batalha.

Uma das características mais interessantes de Sycko City é que os jogadores podem personalizar seus avatares, de modo que é difícil encontrar um personagem parecido com outro. Além das roupas e equipamentos, o jogador pode utilizar patins personalizados da gangue e diferentes armas para espancar os adversários, como tacos de beisebol, pé de cabra, nunchaku e pás.

Um dos modos de jogo mais interessantes é o encontro de gangues, onde os jogadores online se encontram para ver quem tem os melhores players. Além dele, há modos de combate um contra um, modos competitivos e casuais. Não tem limite para a pancadaria e diversão. Se você se sair bem, vai subir no ranking e gravar seu nome entre os mais brutais da violenta cidade de Sycko.

Abaixo tem o trailer de Sycko City:

Nova fase de Heavy Metal Machines está repleta de novidades

Após um breve hiato, finalmente a Hoplon, desenvolvedora e publisher de jogos brasileiros, reabriu os servidores de Heavy Metal Machines. O relançamento entra em consonância com a apresentação do jogo durante a PAX West, evento de jogos digitais realizada em Seattle. Desde a última quinta-feira, 22 de setembro, os jogadores podem se divertir com o “sucessor espiritual de Rock ‘n Roll Racing” com todas as suas novidades, incluindo cenários, gameplay e direção de arte.

Uma das novidades mais evidentes é a nova arena, que está maior e visualmente mais atraente, decorada com estátuas do poderoso DEUS DO METAL. Além disso, o cenário agora permite que manobras mais insanas sejam realizadas. O raio da morte no centro da arena foi removido – o que aumentou a expectativa de vida dos participantes em mais de cinco segundos.

A nova arena inclui também um zepelim, que joga a bomba no início do combate, e drones, que filmam toda a ação proporcionando replays instantâneos das entregas da bomba. Tudo isso contribui para a criação do clima de competição esportiva. Os Derrubadores, como o próprio nome diz, só derrubam a bomba do time inimigo, o que dá mais chances de o jogo virar e torna as partidas do Heavy Metal Machines em disputas muito mais acirradas.

Outra mudança radical são os controles de Heavy Metal Machines: As máquinas agora são pilotadas pelo mouse, aproveitando as novas mecânicas de física. Apertar o botão esquerdo acelera, e o botão direito dá ré. Soltar os dois botões faz sua máquina frear.
As habilidades dos pilotos são utilizadas pelo teclado. A intenção foi tornar o gameplay mais fácil e prazeiroso.

Por fim, Heavy Metal Machines passa a oferecer visuais renovados, desde a tela de login, personagens e efeitos especiais, até a nova arena já mencionada. Os metaleiros se sentirão em casa graças ao clima sórdido e pesado que o game ganhou.

Para quem não conhece, Heavy Metal Machines está em desenvolvimento desde 2014 e tem previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2017 nos PCs por meio do Steam. O titulo coloca 4 jogadores em uma arena onde devem pilotar veículos de guerra em um clima feroz de corrida e destruição. Tudo isso ao som e ambientação do bom e velho Heavy Metal. Muitos consideram o jogo como um sucessor espiritual do clássico Rock ‘n Roll Racing, da Blizzard.

Abaixo tem um vídeo mostrando a estreia de Heavy Metal Machines durante a PAX em Seattle:

Cultura gaúcha é inspiração para o game PAGO, desenvolvido pela Epopeia

O destaque do dia é um titulo brasileiro que pretende contar um pouco da cultura gaúcha para os seus jogadores. Trata-se de PAGO, um game do estúdio Epopéia, do Rio Grande do Sul. Basicamente é um adventure de contemplação, onde os jogadores conhecerão histórias gaúchas e cenários do pampa para mostrar a jornada de um viajante para sua casa.

De acordo com os desenvolvedores, as inspirações para o projeto são as obras do autor Simões Lopes Neto. Assim, eles esperam explorar o vasto folclore gaúcho e suas figuras mais icônicas como o Boi Tatá e a Salamanca do Jarau. A intenção é levar a cultura e o folclore gaúcho para o mundo virtual de maneira divertida, mas sem mecânicas de combate e violência, pois o estúdio espera que todos os jogadores possam curtir PAGO.

“A ideia de criar um game com a temática gaúcha surgiu da observação de como outros jogos já existentes no mercado conseguem criar grandes experiências”, destacou o Sócio Fundador da Epopeia, Ivan Sendin. Vale destacar que entre as referências de PAGO estão games de sucesso da crítica como Never Alone, que é baseado na vida e nas lendas de esquimós, e Guacamelee, que abraça elementos da cultura mexicana.

O principal diferencial do nosso jogo é que ele contará e mostrará para o mundo a nossa cultura de uma forma natural, será um jogo prazeroso de jogar“, exalta Gustavo Silveira, Sócio da Epopeia, que também salienta que as histórias e lendas do estado estarão diretamente conectadas com a proposta do game, tornando PAGO não só um instrumento de diversão, como de aprendizado. Ao longo da jornada, o personagem de PAGO irá se deparar com moradores, andarilhos, soldados e todas as figuras que compõem a cultura do pampa, além de enfrentar lendas e seres fantásticos para alcançar os objetivos de sua missão.

Previsão de lançamento do jogo PAGO

O titulo ainda está em desenvolvimento e deve ser lançado oficialmente no final de 2017 para computador e, futuramente, para plataformas como Playstation e Xbox. No momento, a Epopeia procura empresas para financiar o projeto de PAGO. Vale ficar de olho, pois este game promete retratar uma parte da cultura brasileira de forma artística e bastante intensa.

VR Gamer, a primeira Casa de Arcade de realidade virtual do Brasil, é inaugurada em São Paulo

Os óculos de realidade virtual já conquistaram o status de “tendência dos games” para o futuro. O grande problema é que esses assessorios não devem custar pouco nos primeiros anos, o que der afastar muitos dos jogadores. Entretanto Ja existe uma alternativa para quem quer conhecer os jogos VR mas não podem investir no equipamento por enquanto: a VR Gamer, uma casa de games dedicada aos jogos de realidade virtual.

A VR Gamer é a primeira Casa de  Arcade de realidade virtual do Brasil. O recinto foi recém-inaugurado em São Paulo, no bairro Vila Mariana. Lá os jogadores encontram salas individuais bastante confortáveis e uma biblioteca com mais de 60 títulos. A VR Gamer possui cinco salas equipadas com um set completo de realidade virtual com ambiente mapeado, óculos HTC Vive, o mais avançado do mercado, e computadores de última geração.

Para quem nunca jogou, a realidade virtual é uma experiência indescritível. Os óculos cobrem totalmente os olhos e os fones de ouvido garantem o som ambiente do game. São possibilidades de experiências únicas, como voar pelo sistema solar e ver os planetas de perto, em todos os detalhes, e até pegá-los na mão; ou observar as criaturas abissais do oceano, ou passear por um recife de coral colorido, ou explorar o corpo humano em detalhes. Para os fãs de Star Wars, a experiência de Trials on Tattooine, em que a espaçonave Millenium Falcon pousa sobre o jogador e o droid R2-D2 lhe entrega um sabre de luz, estão além de qualquer descrição.

Os óculos HTC VIVE possuem um sistema de rastreamento e mapeamento do ambiente e dos controles de movimento, que são recriados em modelos tridimensionais dentro do jogo. Os controles se transformam nos objetos que o jogador usa nos games, como armas, lanternas, espadas e todo o resto. É impressionante poder aproximar esses objetos do rosto e vê-los com perfeição.

Entre os títulos, alguns que merecem destaque são o aclamado ADR1FT, de sobrevivência e exploração espacial; The Brookhaven Experiment, jogo de terror em que o jogador precisa exterminar hordas de zumbis que tentam matá-lo; o premiado Job Simulator, que simula diversas profissões, como mecânico, vendedor, cozinheiro, e outras; The Lab, a experiência de realidade virtual da Valve, criadora do Steam, com diversas opções de jogos (como defender um castelo com arco-e–flecha no puro estilo tower defense; controlar uma pequena espaçonave dando tiros de raio laser para atingir os inimigos),  dentro de um laboratório experimental da Aperture Science, de Portal, que inclui um simpático cachorrinho robô! E muitos, muitos outros, como Holopoint, House of the Dying Sun e Vanishing Realms.
Vale muito a pena conhecer.

A VR Gamer disponibiliza uma ferramenta online de agendamento para evitar filas muito grandes na casa – pois é garantido que os usuários desfrutem dos jogos e demais experiências imersivas por horas, inclusive com a possibilidade de jogar em rede com os amigos. Mas, para quem for lá  sem prévio agendamento, a casa possui uma sala de espera com PlayStation 4 à vontade e uma área externa com som ambiente, onde são servidas algumas bebidas.

Além do arcade de realidade virtual, a VR Gamer se posiciona como um espaço para eventos, particulares ou corporativos, e também oferece um serviço único de captação, gravação e edição de gameplays em uma sala com fundo verde (chroma key).

Serviço – VR GAMER Realidade Virtual

O que:  Arcade de realidade virtual; mais de 60 jogos e experiências com HTC VIVE
Onde: Rua Dona Inácia Uchoa, 373 – Vila Mariana – São Paulo/SP
Funcionamento: De segunda a segunda, das 13h às 22h.
Quanto: R$ 30/30min. Preço promocional de R$ 15/30min no período das 13h às 18h

Corre Joseph é o runner mais cômico e desafiante que você vai ver hoje

Outro game que foi sensação na área indie da Brasil Game Show 2016 foi “Corre Joseph”, um runner criado pela produtora Higher Studios. O título teve lançamento oficial na feira e despertou as atenções do público graças ao seu estilo cômico e a jogabilidade desafiante. Trata-se de um runner bastante inusitado, em que o jogador deve mostrar reflexos rápidos e habilidade. De acordo com o estúdio, trata-se do runner “mais maluco” já produzido.

Em Corre Joseph você controla um fazendeiro que está fugindo de uma perseguição insana para proteger os fardos de feno de sua fazenda contra as investidas de fazendeiros malucos, galinhas histéricas, vacas loucas, patos marrentos, entre outros. Além de correr, você pode atirar diferentes objetos como bananas, tomates, paus de macarrão, enxadas e frangos para atrasar e eliminar seus perseguidores. Você pode escolher entre o fazendeiro Joseph, sua mulher Bartola e seu filho Walter, sendo que cada um deles tem suas próprias habilidades distintas.

Além de fugir dos perseguidores, o jogador deve desviar de obstáculos, porém a campanha não será das mais fáceis, pois à medida que você progride a velocidade fica maior. Assim, seu objetivo passa a ser sobreviver o máximo possível para aumentar sua pontuação. O gameplay é simples, mas é bem viciante. Corre Joseph está disponível para dispositivos mobile com sistemas iOS e Android.

Abaixo tem o trailer de Corre Joseph:

Opus Castle leva o jogador para Castelinho assombrado da rua Apa, em São Paulo

A realidade virtual foi uma das atrações mais alardeadas durante a Brasil Game Show 2016. Um dos jogos mais notáveis a utilizar essa tecnologia foi o Opus Castle, único título para o HTC Vive e um dos melhores destaques da área indie do evento. A Messier Game & Animations fez uma parceria com a FIAP e  um grupo de alunos do curso de Jogos Digitais trabalhou no desenvolvimento do jogo bem como na apresentação do game em um estande bem bacana. Basicamente trata-se de um jogo de terror em primeira pessoa que tem como pano de fundo uma das histórias mais assombrosas da capital paulista.

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O grande macete é que além dos óculos de realidade virtual, Opus Castle também conta com capacidades gestuais, graças à tecnologia envolvida no HTC Vive. A ação se passa no Castelinho da rua Apa, localizada no centro de São Paulo, onde contam que nos anos 30 uma família inteira foi assassinada sem que a polícia chegasse ao responsável pelos crimes de forma conclusiva. Após muitos anos o tal Castelo ainda existe e é considerado um dos lugares mais assombrados do Brasil.

unnamedNo game, o jogador deve explorar as salas e ambientes secretos do Castelinho, deparando-se com as famosas aparições sobrenaturais, barulhos vindos de lugar algum e lamentos de espíritos do passado. Nesse ínterim, você acorda em um dos cômodos ao lado de um corpo crivado de balas. Suicídio ou assassinato? Você deve resolver este mistério ou fugir por sua vida.

Quem visitou o estande da Messier na BGS experimentou uma imersão sensorial sem precedentes, com uma arma na mão e uma lanterna em outra, o jogador podia caminhar pelo cenário e interagir com vários itens realmente assustadores. Inclusive o pessoal do Tecmundo levou um susto homérico jogando Opus Castle (no vídeo abaixo). A intenção parece ter sido se distanciar do que a maioria dos desenvolvedores brasileiros estão fazendo. O detalhe é que apesar de ter foco na realidade virtual, os responsáveis pelo projeto não descartam uma versão tradicional, sem o uso do HTC Vive.

Opus Castle ainda não tem data de lançamento definida, mas já fica a dica: fique de olho neste projeto se você é fã de games de terror, pois ele promete ser um dos melhores para as próximas temporadas. Mais informações podem ser obtidas no site oficial do jogo.

Abaixo tem o gameplay de Opus Castle:

Conheça o jogo indie Sunrise Warden, título com estética 8 bits

O destaque do dia é um game indie produzida pela desenvolvedora brasileira Pixel Travelers. Trata-se de um adventure de ação à moda antiga chamado Sunrise Warden. No título você deve ajudar um guardião que age nos planos espirituais, cuja função é evitar que os espíritos presos no Limiar fujam para o plano material. Para isso, você utilizar seus diversos poderes nos momentos ideias, pois os inimigos estão em maior número e tomaram a maior parte dos cenários.

No game você controla o guerreiro “Guardião do Amanhecer”, que detém os poderes da luz e da escuridão. Para destruir as criaturas do submundo é necessário fazer a troca de poderes (entre luz e escuridão) de acordo com o inimigo a ser atingido. Além disso, nosso protagonista é capaz de realizar o famoso super pulo. Assim, temos um personagem carismático, apesar de possuir poucas linhas de expressão.

Sunrise Warden tem todo o clima de geração 8 bits, incluindo gráficos e efeitos sonoros. Parece que a desenvolvedora quis homenagear os velhos clássicos, porém a verdade é outra. O game surgiu de uma maratona de desenvolvimento da Academia de Produção de Jogos e tinha o prazo para ser concluído em apenas 12 semanas. Para cumprir o prazo e simplificar o processo, o estúdio decidiu criar o game como se ele tivesse surgido no fim dos anos 80: o resultado é um título ideal para gamers old school.

Para derrotar os inimigos basta pular seguidas vezes em cima de suas cabeças até que desapareçam. Ao pular em cima dos inimigos sua pontuação aumenta. A intenção era que os elementos e jogabilidade de Sunrise Warden fossem bem diferentes, porém a equipe decidiu retrabalhar os conceitos a fim de cumprir o prazo. Isto não significa que o jogo está capado, apenas simplificado, pois muitas pessoas que testaram fizeram elogios à equipe da Pixel Travelers.

O resultado foi um jogo simples de aprender, com ação frenética e dinâmica. A jogabilidade é bastante simples e o grande desafio é pontuar o máximo possível enquanto livra o mundo das perturbadas criaturas do plano espiritual. A Pixel Travelers lançou o game para dispositivos Android no início de setembro, além de uma versão web. Na página do jogo tem todas as informações deste que é o primeiro game deste estúdio.

Abaixo tem o trailer de Sunrise Warden:

Matemagos é o RPG que vai te ajudar com a matemática

Outro game que chamou as atenções na área indie da Brasil Game Show 2016 foi o brasileiro Matemagos. Como se o nome por si só não despertasse a curiosidade dos transeuntes, o estande e a divulgação do game atraíam bastante olhares. Trata-se de um RPG por turnos, claramente inspirado nos clássicos japoneses da Square no final dos anos 90. Aqui você controla um grupo de magos para derrotar monstros e seres poderosos com feitiços e golpes arrasadores.

O macete é que em Matemagos os jogadores acabam aprendendo matemática para lançar os feitiços, pois os golpes apenas saem se o jogador resolve pequenos problemas que surgem na tela. Os problemas não são especialmente difíceis, mas se você tem dificuldades com raciocínio rápido em matemática, ele vai te treinar sem que você perceba. Em cada turno o jogador deve escolher uma magia através de uma Magicarta e resolver uma operação matemática. O sucesso da operação garante o ataque enquanto o fracasso passa a vez aos inimigos. Além das habilidades matemáticas, a jogabilidade do Matemagos traz elementos estratégicos que deixam o combate ainda mais emocionante.

Na história, o grupo de magos vai até a terra de Tabu’Ada tentar deter os planos do temível bruxo Domarum, que quer dominar o reino com a ajuda das criaturas pan-dimensionais. Para acabar com os planos do vilão, os heróis devem se unir e utilizar as Magicartas, cartas numeradas que liberam ataques especiais. É com elas que você lança os ataques, mas tem de resolver problemas matemáticos.

São diversos personagens estilizados e com uma direção de arte oldschool bastante interessante. Você vai controlar a poderosa Arcana, a divertida Friona, a sacerdotisa Melissandra, Ayri, o viajante do tempo Ventor, e o icônico Radagasto (que é uma homenagem à obra de Tolkien).

Não precisamos dizer que Matemagos tem tudo para virar um clássico brasileiro. O estúdio Flying Saci ainda não definiu a data de lançamento, mas a intenção é trazer o game para Android e iOS.

Abaixo tem uma entrevista do Portal Amazônia com os criadores de Matemagos:

conheça Holodrive, o jogo shooter 2D mais doido da BGS 2016

Conforme prometemos, vamos falar dos jogos indie que foram destaques na Brasil Game Show. O primeiro deles é brasileiro e foi recentemente aprovado na Steam, mostrando-se um sucesso latente. Trata-se de Holodrive, um shooter 2D com foco em multiplayer que coloca os jogadores no controle de simpáticos robôs para explodirem-se mutualmente causando o caos. A ideia era criar um game que fosse dinâmico e divertido.

Os personagens são bastante variados e os jogadores podem fazer uso de armas e equipamentos malucos. Um dos destaques é a possibilidade de colecionar equipamentos e roupas para personalizar os personagens. As armas garantem uma jogabilidade diversificada e cada partida acaba sendo diferente da anterior. Há jetpacks também para tornar a movimentação mais rápida e divertida.

O roteiro é simples, mas dá uma ideia do que esperar do game: Quando a Holocorp criou os Dummys com o propósito de serem o robô companheiro de todo mundo, ninguém esperava que eles se tornassem obcecados em explodir uns aos outros! Agora eles competem em renas especiais equipados com um arsenal de armas loucas e causam o caos com power-ups imprevisíveis, enquanto vestem os acessórios mais fabulosos. Nada pode dar errado!

De acordo com a desenvolvedora, Holodrive começou como um protótipo chamado Tilt feito em apenas um dia contando com influências de jogos bem sucedidos como Minecraft, Team Fortress 2, Quake e Mario Kart, por exemplo. O projeto Tilt era bem despretensioso, mas rapidamente tornou-se um hit entre a comunidade de jogadores, chegando a 950 mil jogadores em poucos meses.

O título é cortesia da Bitcake Studios, uma desenvolvedora iniciada em 2013 e a primeira brasileira a nascer com auxílio do GameFounders, um programa de aceleração dedicada a jogos eletrônicos. Assim que o estúdio conseguiu o primeiro investimento da GameFounders, foi possível participar de eventos entre desenvolvedores na Europa.

Holodrive será um jogo gratuito e abaixo você pode conferir o empolgante gameplay:

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