Em novo endereço, AXIS abre matrículas para cursos voltados a indústria dos games

Há algum tempo informamos que a AXIS estava de novo endereço, desta vez na Av. Paulista, em São Paulo. Pois bem, a nova unidade está com seus cursos abertos para inscrição, de modo que os futuros profissionais da área de games do Brasil podem procurar a instituição que tem ligação com a renomada Gnomon School of Visual Effects, dos EUA. As matrículas estão abertas e as turmas devem iniciar as aulas em 18 abril com cursos de 6 meses e aos sábados.

A instituição estará focada em games, sendo que os cursos abordarão diferentes etapas da criação, como design de personagens e de cenários, programação em Unreal Engine, entre outros. De acordo com a instituição, esses cursos não servem apenas para quem quer trabalhar na indústria de jogos eletrônicos, mas também com cinema, publicidade e concept art. Para se matricular o interessado não precisa ter qualificações prévias ou domínio da língua inglesa.

“Com metodologia única no mundo, que une sofisticada educação em arte e design e um sólido treinamento técnico nas mais atuais ferramentas e softwares disponíveis, a AXIS prepara seus alunos para carreiras no mercado de games com cursos e programas acadêmicos em produção digital e entertainment design”, disse Fred Saddi-Naccache, diretor geral da AXIS School of Visual Effects. “Agora, após um ano de desenvolvimento na Gnomon Workshop, juntamos nossa expertise para criar três novos cursos focados nas vertentes mais importantes da criação e desenvolvimento de jogos: personagens, cenários e game design”, completou.

Os cursos da AXIS têm o valor médio de 6x R$ 550,00 e são divididos em três módulos distintos. Para mais informações sobre os cursos e como fazer a matrícula, basta ir diretamente na AXIS no endereço da Avenida Paulista, 568, 2º andar,  no bairro da Bela Vista em São Paulo. Outra forma de obter informações é entrar em contato pelo telefone (11) 5541-8893 ou pelo site da Axis.

Livro de programação: Estruturas de dados com jogos 

E não é que os jogos eletrônicos podem ser usados para ensinar diferentes áreas do saber? Os professores Roberto Ferrari e Marcel Xavier Ribeiro, do Departamento de Computação (DC) da UFSCar, e os tutores do curso de Sistema de Informação da Universidade, Rafael Loosli Dias e Maurício Falvo, colocaram isso à prova ao lançar o livro Estruturas de dados com jogos. Um livro didático que tem como tema a programação de computadores utilizando os jogos para exemplificar os conceitos abordados.

O livro é publicado pela Editora Elsevier e deve ser utilizada como livro-texto em universidades e demais ambientes acadêmicos, especialmente cursos superiores de computação.

“O objetivo é oferecer conhecimento sólido sobre estrutura de dados num contexto estimulante e lúdico dos jogos, que servem para tornar o aprendizado mais prático e divertido. A ideia é que o estudante motivado dedique espontaneamente toda sua energia e criatividade para estudar e elaborar trabalhos acadêmicos e que, assim, amplie seus conhecimentos na área”, explica o professor Ferrari. “A obra também pode ser utilizada por leitores interessados no assunto que tenham conhecimentos iniciais de programação”, ressalta o professor.

Além disso a obra também ensina seus leitores a representar conjuntos de informações em programação por meio de estruturas de dados adequadas, bem como conhecer conceitos e estruturas como tipos abstratos de dados, pilhas, filas, listas e árvores e implementar estas estruturas com diversas técnicas de programação e desenvolver habilidades sólidas para o desenvolvimento de software.

A princípio parece que a obra é bem difícil de digerir, mas a verdade é totalmente inversa. Ao tratar o assunto com uma linguagem e exemplos extraídos dos jogos, a leitura torna-se mais fácil de compreender e mais suave também. O livro inclui um tutorial para programação gráfica com C++ e Allegro e os leitores têm a possibilidade de desenvolver seu primeiro jogo de acordo com o passo a passo disponível.

O trabalho contém ainda animações e videoaulas para facilitar a compreensão dos conceitos, além de desenvolvimento de jogos de computadores de modo integrado ao aprendizado de estrutura de dados. Como o livro é obra conjunta de profissionais ligados à UFSCar, todos os alunos, docentes e funcionários podem fazer o download da versão eBook gratuitamente, desde que estejam dentro da Universidade. Mais informações no  site dedicado à obra, onde é possível fazer o download.

Já a versão física pode ser adquirida no Submarino e em outros sites. Se você está estudando programação e ainda encontra dificuldades no passo-a-passo, o livro pode ser uma grande ajuda.

Estruturas de dados com jogos

Quer aprender a programar e gostou do livro Estruturas de dados com jogos? Compre agora mesmo e mostre para todos do que você é capaz. Nós do GameReporter queremos muito ver seu jogo.

Coordenador do curso de Jogos Digitais do UDF lista os jogos que mais estimulam o cérebro

Que os jogos digitais estimulam o raciocínio rápido e lógico, todos já devem ter ouvido falar. Entretanto quais são os jogos que foram desenvolvidos justamente com este propósito? Pensando nisso, o coordenador do curso de Jogos Digitais do Centro Universitário do Distrito Federal (UDF), Jorge Luis Santana elegeu quatro dos games que mais estimulam o cérebro.

O intuito desta relação é apresentar alguns jogos que são mais do que meros passa tempo, mas sim obras que exercitam o cérebro e trazem benefícios como criatividade, lógica, raciocínio, memória, coordenação motora e até treino para línguas estrangeiras. Então se você quer treinar sua massa cinzenta a fim de deixá-la mais potente, teste alguns dos jogos listados abaixo. Ah, eles também podem ser apreciados pelos jogadores mais jovens!

1 – PAPAGAIO

Criado pelo professor de Jogos Digitais da Faculdade UDF, Alexandro Ferreira Leal, Papagio é um game de ação desenvolvido para dispositivos móveis, em que o jogador precisa sobreviver aos perigos da floresta. “Papagaio Lizards é um game com jogabilidade simples, mas desafiadora que estimula a coordenação motora e melhorando a atenção do usuário”, comenta Santana. Esse jogo está disponível gratuitamente na Play Store.

2 – TETRIS

Os pesquisadores do Mind Research Network em Albuquerque, no Novo México descobriram melhorias notáveis na função cerebral e espessura cortical entre 26 garotas adolescentes, que jogaram 30 minutos diários de “Tetris”, por 90 dias. As meninas passaram por verificações estruturais e funcionais antes e depois do período de prática de três meses, assim como as garotas de um grupo de controle cujos membros não jogaram “Tetris”. Segundo a pesquisa, as jovens que jogaram o clássico dos games demonstram melhor eficiência cerebral durante os testes do que aquelas no grupo de controle, e as verificações revelaram que aquelas que jogaram, o título tinha um córtex notavelmente mais espesso.

3 – HALO

As franquias de games de ação “Halo”, “Gears of War” e “Grand Theft Auto” receberam críticas nos lançamentos dos jogos por espalhar muito rapidamente entre os gamers jovens. Entretanto, um estudo clínico com 114 crianças e jovens entre sete e 22 anos, realizados por pesquisadores da Universidades de Rochester (NY) sugere que jogar tais games pode obter alguns benefícios psicológicos, como por exemplo, a habilidade de atenção e foco em vários objetos de modo muito mais rápido, se comparada às crianças que não jogam.

De acordo com a pesquisa, “esse estudo mostra que as crianças que jogam games de ação, exibem um nível de desempenho no raciocínio lógico melhor, que só são alcançados muito tempo depois, ou nem são alcançados, comparado com as pessoas que não jogam games”, explica Santana.

 4 – 2048

O game mobile que está fazendo sucesso na comunidade de desenvolvedores chama-se, simplesmente, 2048. O objetivo é combinar tijolos virtuais com as setas do teclado, realizando somas até conseguir o tijolo com o número 2048. O truque é que apenas os bloquinhos com números iguais se juntam, transformando o jogo num desafiador quebra-cabeças matemático. Caso o usuário utilize bloquinhos demais, acaba travado e é game over.

E para você, quais outros games melhoram as capacidades cerebrais?

Scram Kitty DX é lançado para PlayStation Vita e PS4

No ano passado um jogo indie fez relativo sucesso ao redor do mundo: “Scram Kitty and his Buddy on Rails”. Pois bem, os usuários do Playstation 4 já podem jogar uma versão melhorada no console, pois o estúdio Dakko Dakko lançou Scram Kitty DX na PSN em 10 de março.

Para quem não conhece, o título é um jogo de tiro de plataforma intenso, com embates frenéticos. A produtora buscou inspiração em jogos clássicos, porém com alguns macetes mais atuais, de modo que a mistura forma um jogo com identidade própria.

O game possui uma jogabilidade bastante diferenciada, permitindo ação de plataformas em 360 graus e um sistema de tiro em 2D que lembra os famosos shmups. A diferença é que ao contrário de jogos de nave, a movimentação é realizada através de trilhos coloridos. Parte do desafio é desviar de armadilhas e inimigos que estão espalhados pelas fases.

De acordo com a desenvolvedora, o game chega à PSN por US$ 9,99 e de modo cross-buy, ou seja, donos de PS4 e PSVita podem baixar o game para os dois sistemas ao preço de uma compra.

“Depois de um grande ano com Scram Kitty em 2014, estamos muito animado por trazer Scram Kitty DX para os jogadores da PlayStation! Estou especialmente feliz em dizer que, porque fizemos um DX Cross-Compre e Cross-Save jogo, os jogadores que possuem tanto PS4 e Vita pode sincronizar seu progresso entre os dispositivos e manter os gatos de poupança seja em casa ou em qualquer lugar!, disse Rhodri Broadbent, fundador do estúdio Dakko Dakk”

Para mais informações de Scram Kitty DX, basta acessar o site do game. E depois nos conte o que achou. ;)

Confira o vídeo do game Scram Kitty DX:

Johnny Dash: novo jogo da Insane Sheep é runner de contravenção

Era um dia normal na cidade até que o ladrão Johnny decidiu acabar com a paz da população ao roubar a loja de donuts. Tal crime obviamente é dado como uma afronta pessoal para as autoridades policiais, principalmente  para o Officer Freeman, o mais temido e experiente agente policial da cidade, que, aliás, estava presente na hora do crime. Agora que as coisas não foram conforme esperado, resta ao ladrão Johnny correr para fugir das forças policiais.

Assim é o enredo do jogo Johnny Dash, o segundo e mais recente lançamento do estúdio independente Insane Sheep. Tal como esperado por seu enredo, o game é do gênero runner, de modo que o jogador apenas precisa guiar o personagem principal desviando de obstáculos a fim de escapar da lei. Para isso, basta tocar o display para fazer Johnny saltar os obstáculos, mas as coisas se complicam ao passo que a velocidade aumenta e novas armadilhas surgem. Além disso, o cenário é gerado automaticamente, fazendo com que decorar os desafios à frente torne-se inútil.

Johnny Dash foi lançado no finalzinho de fevereiro para o Android gratuitamente. Ao todo existem onze níveis repletos de desafio e muita correria. Assim que o jogador atinge uma pontuação ele pode fazer o login na Google Play e compartilhar seu highscore no ranking geral, de modo a competir com os jogadores espalhados pelo mundo.

Ao longo das missões, o jogador desbloqueia novos trajes para Johnny para mostrar aos transeuntes a sua classe enquanto corre. O game é em perspectiva 2D e é bastante simples, porém com cenários e gráficos bem coloridos e animados.

Para mais informações, basta acessar o site dedicado ao game. O título já está disponível gratuitamente na Google Play. Agora é baixar e começar suas contravenções.

Abaixo está o trailer do game Johnny Dash:

Game brasileiro premiado, Full Metal Wars mistura mitologia nórdica e robôs de guerra

Um game brasileiro têm feito sucesso ao redor do mundo logo após aparecer durante o evento Game Developers Conference, realizada no início do mês em San Francisco, nos EUA. Trata-se do jogo Full Metal Wars, um título de estratégia Free-to-Play que mistura mitologia nórdica e tecnologia de nova geração. Basicamente o jogador vivencia batalhas de mechas (os famigerados robôs gigantes) inspirados nas lendas e divindades nórdicas.

O título foi desenvolvido pela Prosperity Games, cuja sede fica em Campina Grande, no estado da Paraíba. Durante o evento americano, foi lançado a versão closed beta. De acordo com a produtora a versão final chega ainda este ano com suporte a vários idiomas, incluindo o português. Deste modo, a Prosperity espera que o jogo consiga alcance global. Um dos trunfos para obtenção do almejado sucesso é a plataforma de negócios baseado no Free2Play com micro transações online.

Falando mais do jogo, as batalhas são por turno e exprimem o que seria um embate entre divindades criadas pela tecnologia mais avançada do mundo. Alguns deuses estão representados como Thor, o Deus do Trovão, Odin, o Deus da Guerra, e Forseti, o Deus da Justiça. Tudo está lá em detalhes caprichosos criados pelo artista Mike Deodato, que também trabalha como desenhista da Marvel Comics, e assumiu a função de concept artist do game. A história se passa em um mundo onde os humanos, anões e elfos, juntam forças para combater os Jotuns, monstros que ameaçam a paz no reino.

Ah, e para provar que o game tem potencial, basta lembrar que Full Metal Wars foi o grande vencedor do prêmio “Demonight”, que selecionou o melhor projeto de jogo durante o BIG Festival 2014, maior festival dedicado aos títulos independentes no Brasil.

O game ainda não tem data de lançamento concreta, mas a fase beta está a todo vapor, de modo que ainda dá tempo de os desenvolvedores darem uma polida a mais no game. A princípio serão 30 personagens disponíveis no lançamento, sendo que há a promessa de que mais serão lançados com o passar do tempo.

Haverá ainda opções de customização e criação de estratégia a fim de que cada batalha seja única. Cada robô, aliás, possui vantagens e desvantagens e o próprio campo de batalha pode influenciar os robôs. Parece que o time de criação inspirou-se em alguns conceitos dos Pokémons também.

Enquanto o título não chega ao mercado, podemos conferir o trailer do projeto.

Full Metal Wars

 

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