feed the monster

Ventura’s Lab lança Feed the Monster para Android

O game de hoje é lançamento do estúdio indie Ventura’s Lab chamado Feed the Monster, um game para dispositivos Android cujo objetivo é alimentar um monstro insaciável, de modo que a criatura mantenha-se ocupada comendo e não chegue ao topo da tela.

O game foi desenvolvido por um único desenvolvedor e prova que com bastante esforça pode-se desenvolver um game sozinho. O game foi desenvolvido somente para Android, mas a Ventura’s Lab não descarta uma versão para iOS e Windows Phone.

O grande desafio é bater os recordes no ranking online e manter-se no topo dos melhores jogadores, mas essa não é uma tarefa fácil, visto que quanto mais o monstro come, mais fome ele fica, tornando a jogatina mais intensa e dinâmica.

O download pode ser feito no Google Play.

Smyowl

Smyowl leva para dispositivos móveis e mídias sociais o game Quiz D+ Versus

Após algum tempo de desenvolvimento, a Smyowl, startup de Sorocaba (SP), finalmente lançou Quiz D+ Versus, game casual de perguntas e respostas inspirado no programa de televisão da TV Sorocabana, emissora afiliada ao SBT. O game foi lançado para dispositivos mobile Android e Windows Phone, Windows 8 e Facebook (a versão para iOS estará pronta em breve).

Para jogar, basta baixar o jogo, selecionar o tema, desafiar um amigo do Facebook ou uma pessoa aleatória, e responder às perguntas que aparecem na tela. Cada desafio possui 5 questões com 4 alternativas. São mais de 6 mil perguntas sobre Cinema e TV, Reino Animal, História, Geografia, Desenhos e Quadrinhos, Celebridades, Curiosidades, Esportes, Informática, Ciência e Literatura. Vence quem acertar o maior número de respostas no menor tempo. A dinâmica do jogo é semelhante ao programa televisivo.

“O game Quiz D+ Versus irá prolongar a experiência de quem já acompanha a gincana cultural pela TV e conquistar a todos que querem usar o Facebook e os dispositivos digitais para se divertir de forma saudável e inteligente”, diz Mauricio Alegretti, diretor de tecnologia da Smyowl.

O game chegou ao mercado dia 23 de outubro, em evento exclusivo para convidados, no Tradição Urbana, em Sorocaba. O game é gratuito e espera-se que a gincana faça o mesmo sucesso entre os jogadores, como fez com os telespectadores.

Scary Scarecrow

Scary Scarecrow: Dia das Bruxas é tema do novo game do estúdio Arena 46

O Dia das Bruxas é o tema do novo game do estúdio independente Arena 46. Nomeado Scary Scarecrow é um game casual que coloca o jogador no comando de um espantalho que deve defender sua fazenda do ataque de corvos famintos em plena noite de Halloween. Para deter os corvos, nosso amigo espantalho deve dar gritos a fim de assustar.

A jogabilidade é bastante simples: basta direcionar o grito na direção dos pássaros para espantá-los. Deve-se ficar atento ainda com a colheita do milho e das abóboras que mantém a força do grito e recuperam a energia do espantalho, respectivamente.

O desafio está no fator de que cada grito dado gasta energia e tais gritos devem ser dados preferencialmente na direção dos corvos mais próximos para que sofram maior dano. Deste modo, o gameplay um toque de estratégia, pois o jogador deve usar os gritos de maneira eficiente.

Scary Scarecrow possui duas formas de jogar: a primeira é a tradicional com o toque na tela e a segunda é com seu proprio grito usando o microfone do celular. Este é um aspecto que traz algum diferencial ao jogo, porém, tal qual o game Legend of Zelda: Phantom Hourglass, vai ser curioso ver alguém jogando deste modo no transporte público.

O game apresenta nível de dificuldade moderado que vai elevando-se conforme as fases são vencidas. A ideia é agarrar os jogadores casuais com um sistema de pontuação que sobe à medida que os corvos são derrotados e o jogador sobe no ranking geral.

O game é gratuito e já está disponível para plataformas iOS e Android.

Abaixo tem o trailer do game Scary Scarecrow:

moonwalk

Estúdio Sapiens² lança Moonwalk: um shooter com jogabilidade clássica

Hoje vamos falar do jogo Moonwalk, o novo lançamento do estúdio indie Sapien². O game é um shooter clássico espacial que lembra bastante o emblemático Space Invaders. O game é para celulares e sua chance é agarrar o jogador com um jogabilidade frenética  e o desafio de fazer os jogadores subir no ranking global ao subir a pontuação a cada adversário abatido.

O jogador toma o controle de um robô espacial munido com uma arma laser. O desafio começa quando surgem naves inimigas aos montes. A partir daí o jogador deve utilizar-se de toda precisão necessária para eliminar os inimigos. Conforme derrota os inimigos, surgem níveis mais elevados e difíceis, além de bônus e novos itens e equipamentos para customizar o personagem.

Moonwalk foi desenvolvido por um único desenvolvedor, o Guilherme Macedo Candido, para Android suporta sistema de rankings e conquista. Durante o processo de criação foram utilizadas ferramentas gratuitas para o desenvolvimento. Os gráficos são bastante trabalhados e estão em alta definição. O game está disponível gratuitamente no Google Play.

Abaixo tem o trailer do game Moonwalk:

ps4

A febre do PS4

Lançado em novembro de 2013 no Brasil, o PlayStation 4 tornou-se um dos videogames mais cobiçados pelos amantes de jogos que mesclam realidade e ficção. O console da Sony chegou com 8GB de Ram, leitor de Blu-ray e sensor de movimentos embutido no controle que garante performances mais precisas, sensor touch screen e botão para compartilhamento.

Um dos motivos para a “febre” do PS4 foi o lançamento de jogos exclusivos, como o Drive Club e In Famous: Second Son que já figuram na lista dos preferidos do público gamer. Além desses, há os opções de jogos de outras plataformas como o aclamado Assassin’s Creed IV e Call of Duty: Ghosts.

É válido frisar que a Sony resolveu investir em novas aplicações e serviços para os amantes de vídeo game, trazendo o PlayStation App que contribuiu para a fama do PS4 em curto período de tempo.
O aplicativo permite que os jogadores transformem seus smartphones ou tablets em uma segunda tela para melhorar a jogabilidade. Sem dúvidas, uma inovação surpreendente em relação ao PS3. E, claro, bem recebida pelos gamers que estão sempre à espera de mais emoção e realismo em cada partida.

Vendas do PS4 em 2014

A força dos consoles da Sony estão nos games exclusivos, segundo a opinião do público. Conforme levantado pela própria empresa, as vendas dos jogos de PS4 já ultrapassaram 10 milhões de unidades em todo o mundo. Tal número foi consolidado pela companhia em agosto, que o anunciou como o crescimento mais forte desde o surgimento do Play Station.

Apenas em jogos, a venda alcançou 30 milhões logo após a chegada do PS4 ao mercado. Com esse “boom” em vendas, a Sony já aproveitou para avisar que novos títulos estão vindo por aí.

Outros recursos também deverão ser integrados ao PS4, em breve. Um dos principais objetivos é permitir que imagens do console possam ser diretamente enviadas para o YouTube e Share Play, possibilitando que jogadores que estejam em lugares distintos interajam em tempo real.

Lançamentos para 2015

A Sony prevê o lançamento dos seguintes títulos para 2015: BloodBorne, A Thief’s End, The Order 1886, Rime, Deep Down, Everybody’s Gone to the Rapture, No Man’s Sky, Wild, Hellblade, Until Dawn dentre outros.

O público gamer poderá esperar, ainda, pela reserva da produção das grandes franquias Gran Turismo, God of War e The Last of Us em 2015.

Fonte: Mais Game

Half-Life

Nostalgia: como Half-Life mudou os FPS em 1998

Hoje nosso texto é especial, pois foi contribuição do leitor Kairon Ribeiro. Neste artigo ele presta uma homenagem bastante merecida à Half Life, clássico da Valve lançado para PCs em 1998. Nem precisamos lembrar que o game é um marco na história dos videogames e influenciou muito o gênero FPS. Confira o texto do leitor:

“Lançado em 1998 e desenvolvido pela produtora Valve, Half-Life acabou se tornando um marco não só na história de games para PC, mas do gênero FPS. Foi premiado jogo do ano e comparado a Doom por sua mecânica inovadora, adicionando elementos que mais tarde se tornaram tendência em jogos de tiro em primeira pessoa (FPS). Também foi o precursor de Counter-Strike (por conta da dimensão que o game conseguiu, acabou se tornando MOD oficial de Half-Life).

Na trama, o jogador controla o personagem Gordon Freeman, um físico do MIT que faz seu Ph.D no laboratório de materiais anômalos da Black Mesa Research Facility  (onde grande parte do jogo se passa) orientado pelos doutores Eli Vence e Isaac Kleiner. Para conduzir os experimentos, Gordon entra na câmara de testes e ativa o espectrômetro de anti-massa e insere a amostra, dando origem, assim, ao incidente conhecido como resonance cascade (algo como “ressonância em cascata”), onde desencadeia todo o acontecimento e início da ação do game. O fenômeno de resonance cascade permite que um material entre em grande ressonância durante um experimento, criando aleatoriamente diversas fendas dimensionais.

Depois do acidente, Black Mesa se mostra extremamente danificada. Vários portais vão surgindo aleatoriamente trazendo consigo uma variedade de aliens hostis. Na busca por algum entendimento sobre o confuso acontecido, Gordon encontra diversos cientistas e vai recolhendo as informações que lhe chegam. O objetivo, a partir daí, é chegar num complexo chamado Lambda (área aparentemente esquecida da Black Mesa). Lá ele é informado de que é preciso chegar ao reator do complexo, onde cientistas o aguardam. No reator, descobre que foram os cientistas do Complexo Lambda os desenvolvedores da tecnologia de teletransporte para ir a um planeta alienígena chamado Xen.

Outro objetivo surge: eles dizem à Gordon que não é possível fechar o portal, pois um ser está o mantendo aberto do outro lado (no planeta Xen), que conhecemos a partir daí como Nihilant. Para fechar o portal e conter a invasão alienígena, Gordon teria que ir à Xen pessoalmente matar a criatura. Fazendo isso, ao final do jogo um misterioso personagem fala com nosso protagonista, conhecemos como G Man. G Man aparece durante todo o jogo em várias partes, sempre em algum lugar onde o jogador nunca pode alcançar. O término do game chega com as “opções” que G Man propõe: enfrentar uma guerra que Gordon não pode vencer ou aceitar uma suposta oferta e entrar em um portal.

Half-Life fascina em todos os sentidos. História complexa, jogabilidade bem bolada e gráficos excelentes (para época). O incrível de Half-Life está nos detalhes, os “restiços” de história que nos são jogados durante o game para evitar furos e complementar a complexidade da trama. Os diálogos são essenciais, pois ajudarão nos puzzles que cercam todo o game. A famosa ideia inovadora de um início opcional, com uma espécie de treinamento, ensinando a movimentação básica do jogo, também ajudando a operar sua roupa especial que lhe segue no jogo (HEV Suit) está presente no jogo. Numa sacada criativa, detalhes são revelados durante o jogo para que a gente tenha noção do acontecido. As falhas nos computadores, os diálogos suspeitos dos cientistas que contradizem o que já descoberto antes, tudo colocado de forma bem bolada exigindo bastante atenção e inteligência.

A exploração ambiental e de roteiro foi digno de seu reconhecimento, a forma como tudo no game está lá por algum objetivo, algo que complemente a história. Half-Life é um jogo cheio de mistérios, sua fascinante abordagem na ficção científica casou perfeitamente com a temática de ação. Servindo de influência até hoje para games do gênero.”

Trailer oficiais de Half-Life:

Games Independentes, Jogos Nacionais, Produção de Games e muito mais.