Atari Flashback 7 da Tectoy chega para agarrar os fãs de retro games

Após o lançamento do Mega Drive, a Tectoy decidiu continuar investindo na linha de consoles retrô. Desta vez foram os fãs do icônico Atari 2600, um dos consoles mais bem sucedidos de todos os tempos. Nomeado como Atari Flashback 7, o console vem com 101 jogos na memória, entre eles clássicos como Centipede, Frogger e Space Invaders.  O lançamento foi realizado no dia 22/03, pelas mãos da Tectoy, e os fãs já podiam comprá-lo pelo preço sugerido de R$ 499,00 através do site da Tectoy.

Você também pode comprar o Atari Flashback 7 aqui.

O design do console respeita os traços da versão original do Atari 2600, porém mais compacto e com alguns botões coloridos na parte superior da carcaça. Um plus é que, apesar de vir com dois controles, o jogador que tiver controles clássicos pode utilizar nesta versão flashback. Na parte visual os jogadores não têm do que reclamar, visto que o design do Atari 2600 é um ícone da cultura pop.

atari“O Atari Flashback 7 remete à primeira versão de 8 bits do Atari, aquele que foi lançado em 1977 nos EUA e que chegou ao Brasil em 1983”, conta Tomas Diettrich, CEO da Tectoy. “Temos certeza que aqueles que adquirirem o Atari da Tectoy irão reviver uma experiência única dos videogames nos anos 80.”

Agora vamos aos pontos negativos. O Atari Flashback 7 não tem entrada para cartuchos e nem cartões de memória. Em outras palavras, você vai jogar somente os jogos que vêm nele. Apesar da quantidade de jogos (101) ser bastante grande e variada, vale mencionar que alguns dos maiores clássicos do Atari como Enduro, Pitfall e Pacman (entre outros games da Activision) ficaram de fora do pacote. O preço também foi duramente criticado pela comunidade, mesmo entre os retro gamers. O console já está disponível no site da Tectoy.

Abaixo você confere um vídeo promocional do Atari Flashback 7:

Editora Intrínseca lança o livro Five Night at Freddy’s Olhos Prateados no Brasil

Nenhum outro game de terror causou impacto tão imediato e sensível aos jogadores nos últimos anos quanto a franquia Five Nights at Freddy’s. Não por acaso, desde o lançamento do original em 2014 já existem cinco jogos principais e dois spins-off. Pois bem, a série de terror não vai se limitar aos jogos eletrônicos: no fim do ano passado, o universo da série se expandiu com o lançamento do primeiro livro da trilogia Five Nights at Freddy’s: Olhos Prateados.

Gostou? Compre o livro Five Night at Freddy’s Olhos Prateados no Brasil agora

O lançamento foi tão bem sucedido que o livro está há mais de quinze semanas na lista de mais vendidos do New York Times. Os fãs brasileiros poderão colocar as mãos na obra literária em breve, pois a editora Intrínseca está trazendo este lançamento em nosso país. Olhos Prateados foi escrito pelo próprio Scott Cawthon, o criador da série Five Nights at Freddy’s, ou seja, é uma obra canône e com bastante detalhes sobre a trama.

olhos-prateadosO mais interessante é que o lançamento de Olhos Prateados pode responder muitos mistérios que permeiam a obra de Cawthon. E já não era sem tempo: a própria comunidade criou centenas de teorias sobre os acontecimentos vivenciados ao longo dos cinco games. Na série de jogos, o gamer assume o papel de um vigia noturno, contratado para cuidar de uma pizzaria que abriga grandes bonecos eletrônicos. Estes, porém, não só ganharam vida como passam a perseguir o vigia.

O horror em Five Nights at Freddy’s: Olhos Prateados

Já o livro Olhos Perdidos leva o leitor ao mundo de Charlie, uma adolescente que volta para sua cidade natal quando é convidada para participar de uma homenagem a um de seus amigos de infância, morto misteriosamente na pizzaria que pertencia ao pai da garota.

Dez anos depois, ela está de volta à cidade do assassinato e, com os amigos, decide revisitar o lugar que marcou a todos de forma tão pesada: a Pizzaria Freddy Fazbear’s. O local, cujas principais atrações eram os animatrônicos, ainda está de pé, mas, abandonado, se assemelha agora a um cenário de filme de terror.

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A atmosfera angustiante está presente tanto no jogo eletrônico quanto no livro. Se, no computador, os sustos causados pela aproximação dos bonecos são o grande ápice, no livro, o mistério que ameaça os jovens e as reviravoltas do enredo dão o tom de tensão, que se tornou marca registrada de Five Nights at Freddy’s.

Ao longo das 368 páginas o leitor vai mergulhar em um mundo de terror psicológico recheado de detalhes. A tradução ficou a cargo da Glenda D’Oliveira e o leitor encontrará o livro em formato impresso e em eBook pelos preços de R$ 39,90 e R$ 24,90, respectivamente.

Faeria, o jogo de cartas estratégico, tem atualização com várias novidades

Faeria não é bem uma novidade: o game está em constante desenvolvimento desde 2010, mas é agora que a atualização mais espantosa vê a luz do dia, de modo que os desenvolvedores da dev Belga Abrakam praticamente consideram a atual atualização como o lançamento definitivo do game. A intenção é oferecer um game mais equilibrado e uma alternativa para quem já se cansou de Hearthstone.

Para quem não conhece, Faeria apareceu aos olhos do público em 2013 graças a uma campanha bem sucedida no Kickstarter. O game pode ser descrito como um misto entre Magic e Hearthstone, porém com o plus de suas cartas ocuparem espaços em um tabuleiro (à lá Duelists of the Roses, do Playstation 2). Assim, o game não se conforma em ser apenas um card game, mas também um boardgame bastante estratégico. Suas cartas possuem atributos de ataque e habilidades mágicas, tal como em outros TCGs, a diferença é que elas são utilizadas mais para reafirmar o poderio em campo do que reforçar as próprias capacidades do deck. Isto graças ao living board (leia mais abaixo).

ahkahA mecânica de game é simples tanto na construção de decks, quanto nos combates. Jogadores mais antigos de Magic irão se sentir em casa e não enfrentarão grandes dificuldades para dominar as estratégias e submeter os adversários. Vale mencionar que a mecânica living board (os jogadores formam o tabuleiro através das cartas que recebem) torna o ato de formar o tabuleiro dinâmico e bastante decisivo nas batalhas.

Isto não significa necessariamente que o mais sortudo seja o vencedor, pois o jogador consegue montar estratégias com as cartas puxadas a fim de montar o tabuleiro da melhor maneira possível, mesmo que o adversário ocupe uma posição que você desejava. Isto significa que jamais haverá dois combates iguais. Mais do que isso: os combates tendem a ser rápidos (cerca de 11 minutos) e sempre competitivos, pois você pode ir em direção ao adversário ou tentar obter recursos para invocar monstros mais poderosos e devastadores.

unnamedUma ótima adição na atualização é o modo single player, que é ideal para quem está começando a jogar Faeria e dominar estratégias mais complexas. De acordo com a Abrakan, há mais de 20 horas de jogo disponível. O modo singleplayer, aliás, era um dos pedidos mais contundentes da comunidade desde que o título chegou ao mercado. Outro elemento que merece destaque no novo Faeria é o inédito Monthly Cup, a primeira parte do sistema de eventos competitivos que os desenvolvedores pretendem. A ideia é colocar o game no circuito de eSports ao redor do mundo.

É interessante que Faeria permita que se coloque cartas de diferentes elementos num mesmo deck, tal como em Magic, deste modo o jogador fica livre para montar um baralho capaz de ter vantagem sobre qualquer tipo de terreno ao invés de simplesmente tentar montar um deck adaptado a um único campo de batalha. Ao fim, o game é mais sobre quem tem a melhor estratégia, deixando em segundo plano a sorte ou monstros mais fortes.

Faeria está atualmente em acesso antecipado pela Steam e operando como Open Beta para Ipads na Russia, Alemanha e França. O título continuará a expandir para rodar em outros dispositivos no próximo ano. Os planos futuros como plataformas móveis seguidas da geração de consoles serão anunciados em 2017. Para mais informações, por favor, visite o site do game.

Confira abaixo o divertido gameplay que o Fatality fez de Faeria:

Corre Desnecessauro é o game para mobile inspirado na série do Gato Galactico

É do estúdio indie brasileiro KEISE Entertainment o infinite runner Corre Desnecessauro, um game inspirado na série animada para Youtube “O Gato Galactico”, que conta com mais de 2,8 milhões de inscritos e 270 milhões de visualizações.  Basicamente o jogador vai ajudar o pobre Desnecessauro a desviar de armadilhas e obstáculos até derrotar seu melhor amigo, o Coitadossauro.

O game apresenta todo o humor e cores vibrantes característicos da série original, de modo que o há muitas piadas ao longo da aventura. O jogador também vai se divertir com a dublagem do game. Na questão desafio o game não deixa a desejar, apresentando obstáculos variados e inesperados. Cabe ao jogador desviar das armadilhas ou destruí-las rapidamente.

desnecessauroA jogabilidade de Corre Desnecessauro é simplificada, de modo que ela agrada todos os tipos de jogadores, inclusive os mais novos. O estúdio KEISE, aliás, teve bastante cuidado com os detalhes: além de roupas (inspiradas em ícones da culta nerd) e fotos para colecionar, há conquistas, troféus e um sistema de rankings para os jogadores mais empenhados.

A trilha sonora ficou por conta do Daniel Miura, que já havia trabalhado no Gato Galactico remix. Foi um trabalho feito especialmente para os fãs da série, mas que tem o potencial para agradar até mesmo quem nunca ouviu falar da franquia. O mais bacana é que o download é gratuito e já está disponível para iOS e Android.

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O Corre Desnecessauro em seu dia de lançamento obteve mais de 100 mil downloads e em menos de uma semana já chegou a marca de mais de 350 mil downloads! O jogo também chegou a ocupar a primeira colocação em diversas categorias na App Store e na Google Play Store desde o seu lançamento.

Abaixo você confere o trailer de Corre Desnecessauro:

Playmove lança mais cinco games interativos para educação

A Playmove acaba de anunciar que a PlayTable, plataforma de jogos educativos para crianças, receberá mais cinco games ainda neste mês. De acordo com a empresa, os novos games contemplam diferentes áreas de ensino, de modo que o raciocínio, idioma estrangeiro, lógica de programação serão contempladas pelos novos jogos. O objetivo é aliar o conceito do aprender brincando da ludopedagogia com a tecnologia para desenvolver habilidades e consolidar conteúdos para alunos de quatro a nove anos.

Uma das principais novidades é o “Croac, uma melodia verde!“, indicado para crianças a partir de quatro anos. Ele é ideal para ensinar lógica de programação com o uso de recursos de musicalização infantil. O game é bastante colorido e ideal para aumentar a capacidade de resolução de problemas das crianças.

playtable“A nova geração de estudantes já nasceu em um ambiente extremamente tecnológico. É fundamental que se introduzam conceitos do segmento de programação através das brincadeiras. Com esse game eles desenvolverão a capacidade de resolução de problemas e a criatividade”, explica o especialista em ludopedagogia da Playmove, Cristiano Sieves.

Crianças a partir dos quatro anos também poderão interagir com o “Coelhos Construtores“. Elas terão que ajudar os animais a levar alimentos para a cidade, construindo estradas e pontes. A ideia é estimular a descoberta e identificação de cores e formas.

Já para os alunos acima dos seis anos a indicação é o “Box-in“, game que ajuda os jogadores a testar e ampliar o vocabulário de inglês arrastando e guardando diferentes objetos em suas caixas. O game possui cerca de 100 palavras divididas em oito temas, de modo que os jogadores terão melhora nos níveis da pronúncia e escrita, além de desenvolver o raciocínio.

plamoveA área de ciências também ganhou um reforço com o “Guardiões da Natureza – Mamíferos“, em que crianças a partir dos oito anos precisarão usar cartas para duelar na arena dos guardiões. Os duelos ocorrem através de atributos fisiológicos, físicos, ambientais e alimentares de mamíferos da fauna brasileira. Com isso, elas aprenderão características importantes de vários animais nativos do Brasil. A última novidade contempla a educação financeira e é indicada para crianças a partir dos nove anos.

“É uma área que ainda não faz parte da educação tradicional das escolas,mas que é fundamental para o desenvolvimento dos alunos. No “Edu no Planeta das Galinhas“, eles terão que administrar a produção de ovos e negociar de maneira inteligente os recursos”, conclui o especialista da Playmove.

Confira abaixo um vídeo que a Playmove fez para explicar a PlayTable:

Torneio de Dota 2 também é confirmado para a BGC Rio 2017

A organização da Brasil Game Cup Rio (BGC Rio 2017) acaba de anunciar o torneio de Dota 2, um dos mais populares no cenário de jogos de MOBA da atualidade. Além do torneio, haverá classificatórias online e a grande final será no palco da BGC. Todas as partidas serão transmitidas ao vivo nos canais oficiais da BGC no Twitch e YouTube.

De acordo com os organizadores, as inscrições para as qualificatórias online já estão abertas e devem reunir milhares de jogadores e times profissionais. Vale dizer que serão 128 vagas para equipes brasileiras durante a fase de classificação, ou seja, há chances para todos e a disputa deve ser bastante acirrada.

A fase eliminatória acontecerá durante o final de semana do dia 25 de março, onde 8 times serão selecionados para participarem das finais. As quartas de final e semifinais acontecerão nos dias 1 e 2 de abril e serão transmitidas ao vivo nos canais oficiais de BGC no Youtube e no Twitch. Os dois melhores times disputarão a final presencial no dia 08 de abril durante a BGC Rio 2017.

bgc-rio-2017Além do torneio de Dota 2 e de CS: Global Offensive, outros jogos ainda serão revelados para as disputas da BGC Rio 2017. Outras atrações já conhecidas pelo visitante da Brasil Game Show também estão confirmadas, como a Cosplay Zone – palco para concursos de cosplayers com premiações diárias –, Área Indie – espaço dedicado aos desenvolvedores independentes e que terá 26 estandes de estúdios brasileiros –, Indie Meeting – área  exclusiva para apresentações e palestras dos indies participantes –, Evolução do Videogame – exposição com dezenas de consoles que representam cada uma das oito gerações dos videogames –, Meet & Greet – onde fãs poderão pegar autógrafos e tirar fotos com alguns ídolos do universo dos games –, BrasilGame Jam – competição em que estudantes universitários têm 48 horas para criar um jogo – e a loja oficial, com  milhares de produtos licenciados da BGC e da BGS.

Mais atrações da BGC Rio 2017

A BGC Rio 2017 também contará com uma atração lançada com exclusividade no evento: a Arena Free Play, onde os fãs de games para PC poderão jogar à vontade. Os interessados em conferir de perto as partidas das finais de Dota 2 e as demais atrações da BGC Rio devem garantir seus ingressos no site do evento. A meia-entrada individual para um dia do evento custa R$ 49, enquanto o pacote para os 3 dias sai por R$ 98, também a meia-entrada, até o dia 17/02. Têm direito ao benefício aqueles que doarem 1kg de alimento não-perecível na entrada do evento, estudantes, idosos, professores e pessoas com deficiência.

Mais detalhes sobre a primeira edição carioca da Brasil Game Cup estão disponíveis no canal do Youtube da BGC e novas atrações serão reveladas em breve.

Pipa Studios abre vaga para desenvolvedor Unity 3D sênior

A Pipa Studios está com uma vaga aberta para desenvolvedor Unity 3D de nível sênior. Uma ótima oportunidade para quem busca uma recolocação no mercado de desenvolvimento de games e almeja trabalhar com uma equipe bacana e ambiciosa. A empresa está em ritmo de crescimento e busca um profissional comprometido e com objetivos semelhantes aos do estúdio.

ertsdfAutomotivação, espírito inovador, iniciativa e criatividade são qualidades desejadas para a vaga de desenvolvedor na Pipa.  Além disso, é importante que o candidato tenha responsabilidade, organização e criatividade. Será necessário saber resolver problemas de forma independente; Ter um bom olho para detalhes e realismo; e conhecimento básico de Desenvolvimento em Flash (plus).

O profissional irá criar interfaces 2D e 3D usando objetos Unity3D (usando NGUI ou Unity UI); Criar e programar estruturas que conectem animações e objetos de jogo; Criar e dar suporte a plugins nativos Android/iOS para Unity;  Fazer ajustes em performance para mobile (debug e profiling).

Os requisitos para esta vaga da Pipa Studios são:

  • 3 ou mais de experiência com Unity3D
  • 5 ou mais anos de experiência com programação (C#, C++, Objective-C, java, ActionScript3, python)
  • Conhecimento em Unity3D, Visual Studio

O salário não foi divulgado. Outros benefícios serão divulgados durante as entrevistas do processo seletivo. Para quem não conhece, a Pipa Studios é uma start-up de desenvolvimento de jogos mobile, sediada em São Paulo.  O time é enxuto e bastante dinâmico e o ambiente de trabalho é descontraído e agradável. Se você se encaixa no perfil, basta encaminha currículo através do email hr@pipastudios.com.

Insane Games divulga vaga para Concept Artist Pleno em São Paulo

Outra vaga interessante surgindo para quem trabalha com games! O estúdio Insane Games de São Paulo abriu uma oportunidade para Concept Artist Pleno. O objetivo é contratar um profissional competente e interessado para fazer parte dos planos do estúdio em lançar um MMORPG. Um dos destaques é que a equipe é bastante unida e fã de jogos eletrônicos, de modo que sempre rola uma jogatina de Smite, Heroes of the Storm, Rocket League, Counter-Strike, entre outros.

O Concept Artist irá desenvolver a arte conceitual de objetos de cenário, equipamentos, personagens, etc. É uma tarefa bastante importante para o desenvolvimento do game e uma boa oportunidade para o artista deixar sua marca num game ambicioso.

profaneÉ importante ter conhecimento das etapas de criação de um Concept, de Sketch à render/mockup; Conhecimento de Model Sheets e visualização detalhada para objetos mais complexos; Ser criativo abstraindo formas de desenvolver algo a partir de uma idéia ou referência; Seguir a pipeline de desenvolvimento, respeitando um certo padrão pré-estabelecido.

O profissional almejado pela Insane irá ainda auxiliar colegas com problemas e participar de discussões para idealizar melhores práticas. Trata-se de um estúdio que preza pelo trabalho em equipe e o bom relacionamento. É desejável possuir noções de storytelling, inventividade na moldagem e definição de formas de um personagem ou asset. Além disso,ganha pontos o profissional que tiver organização, formação em cursos referentes a concept art e possuir boa comunicação.

Para se candidatar à vaga da Insane para Concept Artist é necessário estar atento aos seguintes requisitos:

  • Experiência prévia com desenvolvimento de assets para games
  • Experiência com tablets, arte digital, boa noção de equilíbrio, composição de cores, balanço e estética
  • Domínio de Photoshop, Manga/Clip Studio Paint, ou similares
  • Capacidade de gerar referências e validar informações de forma dinâmica antes de proceder com tarefas
  • Interesse pelo gênero Fantasia Medieval, trabalhos anteriores próximos/relacionados à temática
  • Ser gamer, apaixonado por jogos, em especial MMOs/RPGs

O estúdio Insane está localizado na região do Jardim Paulista, em São Paulo. O salário e benefícios não foram divulgados, mas sabe-se que a vaga é para PJ. A desenvolvedora ganhou bastante destaque no cenário brasileiro após o lançamento de Profane, o primeiro MMORPG sandbox criado por brasileiros. Para se candidatar basta se inscrever no anúncio no “Trampos”.

A nova polêmica do jornalismo de games e o que o plágio nos ensina

Imagine a cena: você dedica seu tempo e dinheiro em algo que gosta, transformando sua paixão em trabalho. Você não apenas quer ser reconhecido por atuar em determinada área, mas também por suas ideias sobre determinado assunto. Ainda que seu público seja pequeno, ele é fiel e é isto que o impulsiona a continuar neste caminho. De repente, do nada mesmo, uma empresa maior pega suas ideias e as coloca no ar sem nem mesmo lhe dar crédito ou pedir permissão. Plágio não é nada legal, certo?

O plágio não é nenhuma novidade no jornalismo, sempre aconteceu e sempre irá acontecer (sim, isto é um fato). O caso envolvendo a IGN BR e o Youtuber escocês Hamish Black é apenas o mais recente envolvendo apropriação indevida de propriedade intelectual alheia, mas desta vez o frisson é maior e mais emblemático pelo simples fato de que a IGN é um canal reconhecido mundialmente, cujo prestígio e confiança estão a par com o Kotaku ou a Eurogamer. Ou seja, inimaginável que isto ocorra naquele veículo.

E claro, não sejamos precipitados em acusar o veículo de conivência com o erro. A equipe da IGN BR é composta por profissionais respeitados que passaram por dezenas de veículos prestigiados antes. Muitos dos quais já até me deram aulas ou palestras. Então se tiver de apontar o erro, que seja do redator, não de todo o site.

Do que diabos estamos falando?

Para quem não estava ciente (e há um bom motivo pra isso), o Marcus Oliveira, da IGN Brasil utilizou o roteiro de um vídeo do canal “Writing on Games” do youtuber Hamish Black para redigir um artigo sobre The Legend of Zelda: Breath of The Wild (vídeo abaixo). Utilizar conteúdo alheio como base para seu próprio artigo não é de todo modo surpreendente, visto que em TODAS as editoras isso acontece. O problema é que ao invés de tomar o vídeo como fonte de inspiração, o texto basicamente era uma tradução sem fontes. Deste modo, os leitores eram levados a pensar que se tratava de conteúdo original. Algumas pessoas até mesmo elogiaram o texto após ser publicado. Psiu, se você quer ler o texto, dá pra ver aqui.

O que nem mesmo M. Night Shyamalan podia apostar é que o plágio seria descoberto pelos próprios leitores da IGN. Afinal, o canal do youtuber Hamish Black não é tão conhecido como o do Pew Die Pie, ou mesmo do brasileiro Zangado. Não bastasse isso, Hamish ficou ciente do caso e denunciou em redes sociais a tremenda patetada. Dizer que a internet parou seria exagerar as coisas, mas a repercussão foi circulando os diversos grupos do Facebook e as redes de amigos do Twitter. Se você estivesse em casa (como o meu caso) alguém chegaria falando “ei, ficou sabendo da treta na IGN?”. Resultado: todo mundo já sabe.

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Marcus fez o que se esperaria, ou seja, se desculpou. A IGN publicou sua carta ao leitor e vida que segue. De certa forma a justiça foi feita: Hamish recebeu seus créditos e seu canal está mais famoso do que nunca (a maioria dos vídeos de seu canal tem cerca de 20 mil views, este em questão ultrapassa a marca de 180 mil). Não se sabe o que aconteceu com Marcus, e isto nem é relevante afinal de contas, afinal o que o público precisava saber era que a IGN reconheceu uma falha e desculpou-se imediatamente. O futuro profissional de Marcus depende dele e dos chefões da IGN.

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Mais importante do que segurar forcados e pedir cabeças é exigir que episódios assim não se tornem comuns. E a repercussão negativa do caso vai ajudar bastante com isso, pois o burburinho nas pequenas e grandes comunidades da internet serviram para mostrar que todo o mundo está atento e conectado. Mesmo que você pense ser o único espectador brasileiro de um canal pequeno da Escócia, é possível que seu próprio leitor também seja assinante daquele canal e ele vai apontar o longo e assustador dedo de acusação direto para a sua cara.

O início da ameaça

Imagino que no começo da internet e do jornalismo de games era mais difícil produzir conteúdo inédito, algo saído tão somente da sua imaginação. Pois as grandes produtoras sequer tinham assessorias no Brasil e as revistas eram produtos de nicho que não abarcavam todo o conteúdo tecnológico de hoje em dia. Os leitores também não tinham tanto acesso à informação da mesma forma que hoje. Talvez até ocorresse plágio no jornalismo de games no início dos anos 90, mas ser pego era muito mais difícil. E mesmo assim, os jornalistas da época conseguiam criar ótimo conteúdo único. Algo de se tirar o chapéu e de se admirar.

Imediatismo é um problema das editorias

Hoje em dia todos estão conectados e o espaço para criação própria é ainda menor. Deixe-me explicar: muito do que você lê nos sites de games e tecnologia já vêm prontos das assessorias. Ou seja, quase não há espaço criativo, principalmente se você trabalha em um grande veículo que trabalha hard news. Se seu editor te pedir uma matéria para daqui uma hora, ela terá de ser feita. Do contrário alguém mais “competente” o fará. Talvez isto explique alguns casos de plágio.

Some-se a essa pressão o fato de que se você não está mais adiantado que seus leitores, seu veículo cairá no ostracismo. Ou seja, você não apenas deve ter uma opinião sobre tudo, mas essa opinião deve captar algo que ninguém mais percebeu, transcendendo de fato toda a massa de apertadores de botões e redatores de reviews rápidos.

Pense no padrão de reviews e previews de games que você lê por aí. Não lhe parece que é tudo muito parecido? Fala-se sobre o enredo, a trilha sonora, gráficos e “porque você precisa ou não comprar este game”. Em God of War, por exemplo, você vai ver muita gente falando o quanto Kratos é sanguinolento e como as cenas são iradas, mas dificilmente você vai ler algum artigo sobre como as ações vingativas do espartano apenas serviram para tornar o mundo pior. Sabe por que não existe esse artigo? Por que não há tempo! Ninguém teve tempo para apreciar as consequências de determinados atos nos games ou meditar qual a mensagem que os produtores queriam passar em Breath of the Wild.

A comunidade é a melhor criadora de conteúdo

Quem vai analisar todos esses aspectos serão os próprios jogadores, aqueles que passaram mais tempo absorvendo cada aspecto filosófico do game. E não são todos os games que permitem essa reflexão. As notícias que você mais viu pós-lançamento foram “fulano terminou Breath of the Wild em 60 minutos”. Onde estão as matérias sobre “qual o futuro de Zelda após BoTW”, ou “Seriam as notas um reflexo do hype em BoTW?”. Essas matérias estão com youtubers do interior da Escócia.

E não, não estou justificando o plágio. Apenas dizendo que se você quer um conteúdo mais autêntico, vai ter de procurar bastante. Nos grandes veículos isso somente vai acontecer em raras ocasiões. O que aconteceu provavelmente é que Marcus tinha uma pauta, mas não tinha tempo para trabalhá-la de modo apropriado, então ele utilizou um conteúdo que lhe apeteceu.

Fazer um texto reflexivo sobre Silent Hill ficou a serviço dos fãs

Sou do tempo (me sinto velho falando assim) em que as comunidades conjecturavam o significado da morte de Aerith em Final Fantasy ou a simbologia de Walter Sullivan na mitologia de Silent Hill. Mas isto só se via em fóruns da internet e em fã-sites. Ver isto em revistas e sites grandes não era impossível, mas improvável. Quem fazia isso tornou-se lenda no jornalismo de games brasileiro.

Quer fazer uma mega reflexão sobre o novo Zelda? Vá em frente! Jogue bastante, absorva tudo que for possível. Se seu chefe pedir este texto para daqui duas horas, dispense a pauta e arque com as consequências. Quando achar que estiver pronto, publique para seus leitores, eles vão gostar de um conteúdo rico, sem pressa.

Não precisamos dizer muito que mesmo com toda essa pressão sofrida pelos redatores, não é justificável (nem aceitável) plagiar outras pessoas. Seu nome e carreira ficarão marcados para sempre e, querendo ou não, todos se conhecem de algum evento. Faça besteira em um site grande e todos vão ficar sabendo. Felizmente a camaradagem também ajuda nessas horas, de modo que se você construiu bons relacionamentos seu nome será lembrado mais rápido do que os erros que cometeu no passado. Mas se as editorias perdoam erros, os leitores não.

Lições aprendidas sobre o plágio:

1 – O mundo está todo conectado, então não pense que ninguém vai perceber;

2 – Se você quer um conteúdo mais analítico, ele existe, mas você vai encontrá-lo nos lugares mais improváveis.

Então se você conhece, ou produz um conteúdo bacana, espalhe por aí. Deixe todos conhecerem esse trabalho. Talvez você não ganhe dinheiro, mas com certeza vai ganhar reconhecimento e fãs que brigarão contigo quando necessário. Penso que o recente caso de plágio é apenas um reflexo desses tempos de imediatismo, informação rápida e pouco tempo de apreciação.

Ainda não coloquei as mãos no novo Zelda, mas quando puder jogá-lo, melhor que seja para minha própria apreciação, sem pressa nem ninguém exigindo seis mil caracteres pra ontem.

GWENT tem seu primeiro Campeonato Oficial com premiação de US$ 100 mil

A CD PROJEKT RED está investindo todas suas fichas no GWENT, o card game inspirado em The Witcher. Prova disso é o recente anúncio do primeiro Campeonato Oficial do game com uma premiação total de US$ 100 mil. O torneio colocará os melhores jogadores da comunidade contra 4 jogadores profissionais: Trump (Jeffrey Shih), Lifecoach (Adrian Koy), Noxious (Kacem Khilaji) and ppd (Peter Dager).

“É um verdadeiro privilégio poder acompanhar o quão ativos são os jogadores de GWENT no cenário competitivo. Campeonatos criados pela comunidade como o Passiflora Championship, The Seven Cats Brawl ou o The Gwentlemen’s Open são uma fonte de inspiração para todo o time da CD PROJEKT RED, e nós definitivamente queremos que este cenário cresça ainda mais”, comenta Paweł Burza, Gerente de Comunidades da CD PROJEKT RED.

catsDe acordo com a organização, os interessados em participar da etapa qualificatória deve se inscrever entre os dias 16 e 22 de março. Apenas os jogadores participantes do Beta de GWENT podem participar do campeonato, mas ainda possível obter um acesso através do site. Entretanto o torneio é apenas para os jogadores de PC, de modo que as plataformas Xbox One e Playstation 4 ficarão de fora.

Há planos de transmitir os oito melhores jogadores através o Twitch e a CD PROJEKT RED não descarta outros torneios no futuro. As qualificatórias acontecem em dois dias (8 de abril e 9 de abril), sendo elas dividias em dois grupos Temeria e Redania. Se você já é membro da comunidade The Witcher, vale a pena participar do primeiro grande evento de e-sport do game.

“GWENT: The Witcher Card Game foi criado, pois a comunidade de The Witcher clamava por este jogo em uma versão standalone. Agora vemos mais e mais jogadores com o intuito de jogar GWENT competitivamente, então esta é a chance de colocarmos estes jogadores para enfrentar gamers profissionais de peso, além de uma premiação para apimentar ainda mais a competição”, diz Marcin Iwiński, Co-fundador da CD PROJEKT RED. “Não posso esperar para ver quem sairá vitorioso!”, adiciona Iwiński.

Para participar do GWENT Challenger, basta acessar o website oficial da competição. Vale lembrar que jogadores do mundo todo poderão participar deste campeonato!

Abaixo tem o trailer de GWENT: The Witcher Card Game

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