Run Ryan Run: game faz brincadeira com nadador americano

O nadador norte-americano Ryan Lochte ganhou mais fama por sua noitada infame do que por seus feitos durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro. Após beber e vandalizar um posto de gasolina, o nadador acabou por inventar uma grande mentira, que acabou descoberta pela polícia brasileira e tornou-se notícia em todos os veículos de comunicação. Foi pensando na história de Ryan que a desenvolvedora indie Icon Games criou o jogo Run Ryan Run, uma paródia de toda a aventura do nadador.

O título foi feito em apenas 24 horas e o objetivo é avacalhar ainda mais com o esportista. Aqui você controla Ryan Lochte e seu objetivo é correr desesperadamente para pegar o avião e sair do país, desviando de policiais, frentistas e todo obstáculo possível, quebrando placas pelo caminho. Nessa fuga desenfreada há itens que ajudam Ryan a manter o fôlego como garrafas de cerveja. O game tem visuais inspirados nos velhos clássicos do NES.

Onde encontrar Run Ryan Run

O game já está disponível na Google Play gratuitamente e deve aproveitar o buzz que o caso tomou. Esta não é a primeira vez que o estúdio Icon Games aproveita uma notícia para inspirar seus jogos: antes de Run Ryan Run a empresa lançou os títulos Jogo do Pixuleco, do Jarareco e mesmo o Angry STF.

Para quem não conhece, a Icon Games está no mercado desde 2009 e desde então tem jogos lançados para PC-Desktop, mobile (iOS, Android e Windows Phone), Web e também lançou recentemente o jogo Ginasta que está recebendo cerca de 1000 downloads diários! A expectativa é que Run Ryan Run se torne outro grande sucesso. De uma coisa temos certeza: é um jogo bem hilário e prova de que o brasileiro sabe fazer brincadeiras com diferentes assuntos.

Universidade Federal de Santa Catarina recebe o SLAT 2016

Mais um evento promete agitar os fãs de jogos eletrônicos do Brasil. Trata-se do Simpósio Latino Americano de Jogos (SLAT Jogos), que ocorre entre os dias 13 a 15 de outubro de 2016 na cidade de Araranguá, SC. O evento deve reunir inúmeros pesquisadores, professores e estudantes para discutir jogos digitais e apresentar seus próprios projetos. Desenvolvedores indie podem submeter seus jogos para participar do festival até o dia 17 de agosto.

Nessa primeira fase estão abertas as submissões de trabalhos científicos. Se você é pesquisador, professor ou estudante aproveite para inscrever seu trabalho até o dia 17 de agosto. As áreas temáticas são computação aplicada a jogos digitais, arte/design e cultura. Lembrando que jogos analógicos também fazem parte dos estudos. Sendo possível inscrever workshop, artigos, pôsteres e jogos produzidos de forma independente (indiegames).

O evento é organizado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC­Araranguá) e pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc). De acordo com a organização, o SLAT visa se estabelecer como um evento anual que oportunizará a pesquisadores, docentes, estudantes, desenvolvedores e empresários latino-americanos a interagirem com espontaneidade levando a integração construtiva de todas estas partes, objetivando discutir as novas perspectivas nas áreas de jogos, não apenas jogos digitais, tendo como pilares a computação, o design e qualquer forma de manifestação artística ou cultural voltada para o que hoje em dia representa o universo dos jogos.

Entre as atividades confirmadas estão workshops, festival de jogos, apresentação de cosplays etc. O festival de jogos, aliás, terá duas premiações para os melhores participantes (Melhor Jogo Digital e Melhor Jogo Analógico), de modo que serão avaliados diferentes aspectos dos projetos como arte gráfica, trilha sonora, game design e tecnologia.

Para participar do SLAT basta preencher uma ficha de inscrição conforme os dados solicitados. Depois, submeter tal formulário preenchido via Sistema JEMS. Com essas ações, já garante a sua inscrição na categoria respectiva. Para mais informações, basta acessar o site do evento.

 

Serviço: Simpósio Latino Americano de Jogos – SLAT 2016

Quando: 13 a 15 de outubro de 2016

Onde: Universidade Federal de Santa Catarina UFSC/Araranguá – R. Gov. Jorge Lacerda, 3201, Araranguá – SC

Contato: slat@contato.ufsc.br

Nuuvem seleciona 13 jogos que qualquer PC pode rodar

Então você quer jogar, mas não tem um console ou um PC parrudo? Sem problemas! A Nuuvem, plataforma de games online, preparou uma lista especial para você com os melhores jogos leves para PC, todos com menos de 1GB e especificações simples para serem rodados. A melhor parte é que a selação de jogos abaixo são de jogos bastante aclamados pela crítica e que irão divertir qualquer jogador por horas a fio.

A ideia é provar que ninguém precisa de um PC Master Race pra jogar. Conforme os gráficos avançam, cresce também o número de jogos mais simples que qualquer um com uma torradeira em casa poderia jogar. Não importa se você tem um PC um pouco mais fraco em casa ou só um laptop que quer botar jogos leves para levar por aí. Foram destacados jogos dos gêneros “Ação” e “RPG”.

Confira abaixo a seleção de jogos leves da Nuuvem:

 

Broforce

Broforce

Atire, mate, exploda coisas e seja um verdadeiro agente do caos em Broforce, um jogo tão insano e explosivo que é difícil não se impressionar com toda a ação rolando na tela. Mande seus amigos também instalarem também porque esse é um jogo muito divertido pra jogar com a galera.

 

Hotline Miami

Hotline Miami

Uma verdadeira homenagem aos anos 80, Hotline Miami é um game bem violento, mas inofensivo com relação aos pré requisitos. Seus gráficos retrôs e sua trilha sonora maravilhosa fazem dele uma das melhores pedidas para quem quer um jogo que não exija muito da máquina.

 

Risk of Rain

Risk of Rain

Roguelike é um gênero que tem ganhado força na cena indie, onde a dificuldade costuma ser alta e as mortes são permanentes, o que pode assustar alguns jogadores. Risk of Rain é um dos melhores desse gênero, o que faz dele um verdadeiro desafio. Felizmente não será desafio rodar em qualquer laptop, já que os pré-requisitos são bem básicos. O título também está disponível na plataforma Nuuvem.

 

Rogue Legacy

Rogue Legacy

Rogue Legacy é um divertido jogo em 2D no estilo corra-ataque-morra-continue que com certeza lhe renderá boas horas de diversão. Quando você morre, e tenha certeza que isso vai acontecer, poderá escolher qual será o seu herdeiro para continuar sua aventura, sempre procurando evoluir e melhorar seus personagens.

 

Spelunky

Spelunky

Um belo e colorido jogo que talvez te engane se você for julgá-lo apenas por isso, Spelunky é desafiador. No controle de um explorador, você deve procurar tesouros em cavernas, tomando cuidado para fugir de animais selvagens, armadilhas e maldições. Nem mesmo armadilhas vão impedir que ele rode no seu PC, já que é um dos melhores jogos leves para PC.

 

Super Meat Boy

Super Meat Boy

Não deixe que a imagem te engane: esse não é apenas mais um daqueles joguinhos simples do gênero plataforma que encontramos espalhados pela internet. Super Meat Boy é uma versão melhorada do clássico Meat Boy, originalmente lançado como um jogo de flash gratuito pela internet. Trata-se de um jogo de plataforma estrelado por um personagem feito de carne que pretende salvar sua garota (feita de band-aid) das garras do vilão Dr. Fetus.

 

Darkest Dungeon

Darkest Dungeon

Em Darkest Dungeon você vivenciará um título sombrio, com temas controversos, aliado a uma jogabilidade viciante e muita dificuldade. O jogo, que já está na Nuuvem, também possui um excelente estilo artístico, e a flexibilidade de poder ser rodado em praticamente qualquer computador, graças aos belos sprites animados em duas dimensões, fazem dele um candidato ideal a um dos melhores jogos leves para PC.

 

Evoland

Evoland

Uma verdadeira viagem no tempo através dos jogos, Evoland pode surpreender quem o pega pra jogar sem saber algo sobre o jogo. Isso porque a principal característica do jogo é que os gráficos vão evoluindo junto ao enredo, mas pode ficar tranquilo porque mesmo em partes avançadas do jogo ele ainda vai rodar sem problemas na sua máquina, já que requer configurações bem básicas.

 

Knights of Pen and Paper

Knights of Pen and Paper

A ideia de Knights of Pen and Paper é lembrar como o RPG de mesa era legal e divertido, mesmo que no meio digital. Ao iniciar um novo jogo, você não é apresentado à uma grande história ou a um tutorial, você tem apenas o Mestre do jogo e uma mesa, com cinco cadeiras. A ideia que o jogo te apresenta é simples: você realmente está jogando um RPG. Sua primeira missão é criar seus personagens e escolher sua classe, dando início à grande customização do jogo, já que as possibilidades são quase infinitas.

 

Gods Will be Watching

Gods Will be Watching

Gods Will Be Watching é um jogo de adventure point’em click, com versões para PC e Mac. Com uma história que envolve cenários pós-apocalípticos e terrorismo cibernético, este jogo pixelado com visual retrô, destaca-se mesmo pela dificuldade absurda, digna de fazer qualquer um jogar algo contra o monitor do seu computador. Felizmente só isso vai se mostrar um desafio, porque pra rodar na sua máquina você não precisará de muito.

 

To the Moon

To the Moon

A motivação de To The Moon é simples. Johnny Wyles é um senhor de idade com os dias contados. Assim, antes que sua saúde piore, ele contrata os serviços da Corporação Sigmound. Tal empresa presta um único serviço: alterar as memórias do cliente. Mas, por qual motivo alguém gostaria de fazer isso? Bem, nem todas pessoas chegam aos seus momentos finais satisfeitos com a vida que tiveram. Dessa forma, a Sigmound permite aos seus clientes, através das novas memórias, morrer com as lembranças de uma vida alternativa.

 

Punch Club

Punch Club

Em busca de vingança contra o assassino de seu pai, um jovem lutador procura se tornar o campeão mundial, ao mesmo tempo em que investiga o misterioso crime. Partindo dessa premissa, Punch Club coloca o jogador na posição de controlador de todos os aspectos da vida do personagem, desde a alimentação até seus relacionamentos, quase como um The Sims, mas com muita pancadaria e referências. MUITAS referências. Dos anos 70 até coisas mais modernas, mas não vamos dar spoilers.

 

SteamWorld Heist

Steamworld Heist

Situado muito tempo após os acontecimentos de SteamWorld Dig, em SteamWorld Heist a Terra explodiu por conta de alguma calamidade não explicitada e os robôs a vapor sobreviventes passam a viver no espaço, perto dos restos do planeta. Controlamos um grupo de piratas, liderados pela Capitã Piper, que tem como objetivo saquear naves neste universo sem lei. Naturalmente, eles acabam se envolvendo em problemas que tomam grandes proporções, e vão depender das suas habilidades estratégicas para vencer.

 

 

Novatec Editora lança livro “Desenvolvendo jogos mobile com HTML5”

É verdade que desenvolver jogo pra mobile é uma tarefa mais fácil do que desenvolver jogos para plataformas maiores como PC e consoles. Ainda assim, há algumas dicas básicas para tornar o game jogável e de alta qualidade que muitos desenvolvedores desconhecem ou ignoram. Com o objetivo de apresentar ao leitor conceitos e práticas para desenvolvimento de jogos para dispositivos móveis a partir de uma única base de códigos usando HTML5 e JavaScript, a Novatec lança o livro “Desenvolvendo jogos mobile com HTML5”.

O livro é de autoria do Desenvolvedor e Professor Luiz Fernando Estevarengo. A obra apresenta linguagem clara e têm ênfase no desenvolvimento de projetos que utilizam as ferramentas Intel XDK e Apache Cordova/PhoneGap. Com isto, os desenvolvedores são capazes de apreender conceitos básicos do JavaScript e sobre a orientação de objetos. O livro é um grande passo a passo e é bastante recomendável para novos desenvolvedores.

Além disso, os estudantes que devorarem “Desenvolvendo jogos mobile com HTML5” serão capazes de utilizar o framework open source Phaser para a construção de jogos mobile; criar três projetos completos de jogos entre estilos, plataforma e RPG; exportar jogos como aplicativos nativos para as plataformas Google Play Store, Apple App Store e Windows Store e; publicar jogos em cada uma das plataformas seguindo instruções passo a passo.

De acordo com Luiz Estevarengo, “Desenvolvendo jogos mobile com HTML5 é indicado para estudantes e profissionais das áreas de tecnologia e programação, e também para entusiastas em desenvolvimento de games à procura de uma forma simples de criar e distribuir seus próprios jogos sem que precisem aprender a linguagem de programação nativa de cada plataforma”.

Onde encontrar o livro desenvolvendo Jogos Mobile para HTML 5

O livro está disponível no site da editora Novatec pelo preço de R$ 57,00. A obra possui 232 páginas que explicam em detalhes como desenvolver um game mobile funcional e bastante divertido, além de apresentar os métodos para publicá-lo nas lojas online mais acessadas da atualidade. Se você é desenvolvedor e precisa de algumas dicas, este é um bom ponto de partida.

 

Unnamed Fiasco chega a Steam amanhã

Consegue imaginar um jogo em que você é favorecido por seus erros? Não? Pois este é o conceito por trás de Unnamed Fiasco, um jogo multiplayer local para até 4 jogadores do gênero shooter 2D, criado pelo estúdio carioca Unnamed Fiasco Team. A premissa, em poucas palavras é que a cada vez que o jogador morre, um clone de si é criado pra ajudá-lo repetindo seus movimentos e ações de vidas passadas.

Isso permite ao jogador planejar à frente e cooperar consigo mesmo para derrotar os outros jogadores. E também leva a batalhas caóticas com muitos personagens na tela! Ganha o combate quem conquistar mais pontos. O conceito é bastante inovador e imagina-se que deva fazer bastante sucesso entre quem procurava um ar de originalidade em meio a tantos shooters.

O jogo tem personagens cartunescos como uma velhinha de bigode, um bebê luchador e um touro raivoso lutando em cenários como oásis, templos Maia, laboratórios, arenas de tourada e outros. São vários modos multiplayer, incluindo Deathmatch, Capture the Flag, Treasure Hunt e Police Chase. Durante as partidas, há um evento chamado Minute Madness que ativa efeitos aleatórios durante o combate, como tela de cabeça pra baixo, balas quicantes, teleporte, chuva de granadas e muito mais.

Como se não bastasse, Unnamed Fiasco tem ainda um modo de desafios singleplayer com mais de 40 fases. Há diversos modos de jogo para divertir seus amigos, como o Deathmatch, Capture the Flag, Dog Tag, Treasure Hunt e Police Chase. Há leaderboards locais e online pra comparar os recordes com outros jogadores e amigos. A dica para se dar bem é coletar os itens que surgem na tela, como as granadas, jetpacks, escudos etc. Unnamed Fiasco chega à Steam amanhã (dia 17/08) para PC e Xbox One.

Abaixo tem o trailer de Unnamed Fiasco:

Livro “Imergindo no Mundo do Videogame” explica o que torna um jogo eletrônico tão interessante

Hoje vamos falar de uma obra que pode ajudar qualquer pessoa que curte videogames ou está desenvolvendo seu próprio projeto. Trata-se da obra “Imergindo no Mundo do Videogame”, criado pelo jornalista e professor Gustavo Audi, com publicação da editora Appris. O livro trata de conceitos como Jogo, Narrativa, Imersão e Atenção, relacionando elementos do jogo com mecanismos de criação e manutenção do “transe imersivo”.

A abordagem é mais conceitual e teórica, pois ela é o resultado de uma pesquisa de Mestrado, porém com a diferença de que seu autor também é um gamer, além de pesquisador. “Imergindo no Mundo do Videogame” responde a algumas perguntas importantes, como o por quê de as pessoas passarem tanto tempo jogando videogames, o que as faz imergir neste mundo e o que prende sua atenção durante horas sem interrupção. Para isso, a obra expõe características do jogo narrativo que agem sobre as mentes, criando um verdadeiro transe.

Além disso, o livro demonstra que, além do uso de histórias, a agência, navegação, personagens, objetivos e a linguagem são alguns dos elementos presentes nos videogames que conseguem isolar o indivíduo dos ambientes cada vez mais frenéticos. Acionar corretamente os sentidos eleva fortemente as chances de se alcançar esta sensação de deslocamento e pertencimento ao mundo imaginário.

Segundo Fátima Régis, professora da Faculdade de Comunicação Social da UERJ e Doutora em Comunicação e Cultura pela ECO-UFRJ, “Por meio de uma linguagem fluida e instigante, o autor destrincha os conceitos de narrativa, agência, atenção, imersão, entre outros, explicando que atuam de forma articulada para potencializar a capacidade imersiva do ato de jogar. (…) Imergindo no mundo do videogame oferece valiosa fonte de consulta a estudiosos de áreas como comunicação, design, educação e psicologia, bem como a curiosos sobre as possibilidades do fascinante mundo dos games.”

Onde encontrar o livro “Imergindo no Mundo do Videogame”

“Imergindo no Mundo do Videogame” já está disponível e pode ser adquirido no site da editora Appris pelo preço de R$ 49,00. O títulopossui 199 páginas e é extremamente recomendável para fãs de jogos eletrônicos e estudantes de game design que precisam de algumas dicas do que orna um jogo tão viciante e atrativo aos jogadores. No site da Appris há a possibilidade de comprar este livro junto com “A Virtualização do Lúdico e a Formação da Criança” (Almir Zandoná Júnior) com algum desconto.

Paçoca Studios aposta em Tap Dragon para conquistar os jogadores

O game do dia é uma produção nacional vinda direto da Paçoca Studio, um estúdio jovem, porém bastante talentoso. Trata-se de Tap Dragon, um jogo casual para dispositivos mobile que te coloca no controle de um pequeno dragão verde que deve desviar de obstáculos e dragões maiores até chegar ao fim do estágio. O game é bastante simples, bastante tocar na tela para fazer o dragão voar mais alto, bastante parecido com a mecânica de Flappy Bird.

Apesar de a jogabilidade de Tap Dragon ser fácil de dominar, o jogo não é nada fácil, pois a dificuldade vai aumentando conforme você avança pelo cenário, pois a velocidade fica mais alta. A dica é não voar muito alto e tão pouco voar muito baixo. Além disso, é necessário desviar dos dragões maiores, senão é Game Over. À medida que você avança, sua pontuação aumenta e você pode figurar no ranking global.

A intenção do estúdio foi criar um jogo viciante e que pudesse ser jogado por pessoas de todas as idades. Para tanto, a Paçoca Studio investiu no gênero Endless 2D e em uma jogabilidade descomplicada.  Para quem não conhece, a Paçoca Studio foi fundado em setembro de 2015 com intuito de desenvolver jogos de qualidade, com imersão, diversão. Tap Dragon já está disponível gratuitamente na Google Play.

Abaixo você confere um trailer de Tap Dragon:

Infográfico imagina onde estariam os pokémons raros de Pokémon Go

“Onde estarão os pokémons raros”? Esta é a pergunta que não para de vir à mente dos jogadores de Pokémon Go, o mais estrondoso sucesso dos jogos mobile. Infelizmente não há uma resposta concreta, mas sabemos que os jogadores mais dedicados ao menos conseguem visitar lugares bastante lugares interessantes. Talvez fosse pensando nisso que o pessoal da CarroAluguel criou um divertido infográfico conjecturando onde os pokémons deveriam ser encontrados no Brasil.

Vale destacar que o seguinte gráfico é apenas um exercício de imaginação. Não há qualquer indício de que os referidos pokémons realmente estão ou estiveram nas localidades indicadas dentro de Pokémon Go. Foi levado em consideração as características dos pokémons e das seguintes regiões do Brasil. Se fossem criaturas reais seria bem provável que eles fossem encontrados nessas localidades.

Confira abaixo o infográfico de onde deveriam estar os pokémons raros em Pokémon Go:

Obs: Você pode ver clicando na imagem abaixo ou no link da imagem:

Pokémon

Level Up leva jogadores de Smite para o eGames Showcase no Rio de Janeiro

Parece que o espírito olímpico invadiu os videogames! Pois, em meio às celebrações olímpicas, a Level Up, em parceria com o Comitê Internacional da eGames, levará o jogo Smite para o Rio de Janeiro. De acordo com a empresa, esta participação será a única dentre as distribuidoras de jogos online a participar do evento. O eGames Showcase será realizado durante a Olimpíada Rio 2016, no dia 15 de agosto e terá como palco a Casa de Hospitalidade do Reino Unido, localizada no Parque Lage.

A Level Up chegou a convidar jogadores que participaram do último mundial de Smite (SWC 2016) para mostrar uma partida a nível competitivo mundial. A ideia é mostrar o alto nível dos jogadores mais dedicados, mostrando que eles não devem em nada aos esportistas das olimpíadas, pelo menos em se tratando de dedicação. Nessas partidas será possível conferir de perto todo o trabalho em equipe, técnicas e estratégias que levaram esses jogadores a se tornarem grandes cyberatletas.

“O cenário de esportes eletrônicos está crescendo e isso já é uma realidade. A Level Up participar de um evento dessa relevância apenas comprova que estamos no caminho certo”, disse Henrique Fajardo, Gerente de Produtos de Smite no Brasil. “Acreditamos que tanto Smite quanto todo o cenário competitivo de eSports tende a crescer ainda mais daqui para frente”.

Vale destacar que o eGames Showcase será um evento de caráter totalmente online, de modo que a única maneira de prestigiar os confrontos é através de streaming. Haverão times de diversas regiões do mundo competindo, de modo que a ideia é fazer uma mini-olimpíada de jogos eletrônicos. No site do evento há informações de onde assistir e quando serão realizadas as partidas.

Para quem não conhece, SMITE é um dos MOBAs mais populares da atualidade. O jogo coloca figuras mitológicas em combates titânicos altamente competitivos pela supremacia no campo de batalha. As partidas costumam ser bastante empolgantes e são decididas mais pela estratégia do que pela sorte dos times em competição. O jogador assume o papel de divindades de diversos panteões – nórdico, grego, romano, maia, chinês, hindu e o recém-chegado japonês –, cada qual com habilidades distintas que, combinadas com as de outros membros de seu time, podem desencadear resultados cataclísmicos! Por se tratar de um MOBA, o jogo valoriza o trabalho em equipe, e todos devem agir em sincronia para superar os desafios.

Por seu equilíbrio refinado, ele estimula o crescimento do cenário de eSports, promovendo times e organizações. O gameReporter chegou a assistir de perto a final de Smite no Brazil Gaming League, realizado este ano. O acesso e o download do jogo são totalmente gratuitos. Para mais informações, confira o site oficial do jogo.

 

Serviço – eGames Showcase

Onde: British House, Parque Lage, Rio, Brazil

Quando: 15 e 16 de Agosto de 2016

 

Seis lições que os empreendedores podem tirar do sucesso de Pokémon GO! 

O lançamento de Pokémon Go foi extremamente bem sucedido em todas as partes do mundo e serve de lição para todos os desenvolvedores de jogos do mundo de como lançar um produto de sucesso, seja um estúdio grande ou um desenvolvedor indie. Foi pensando nisso que reunimos as principais lições que os empreendedores podem tirar do sucesso de Pokémon Go.

Essas dicas são preciosas para que o empreendedor saia na frente dos concorrentes para alcançar o grande público. Vale destacar que chegar aos 75 milhões de download de Pokémon é praticamente impossível se você não está trabalhando com uma franquia tão famosa, mas nada impede que seu jogo se torne a grande sensação. Basta ver casos de jogos que começaram independentes, tais como Minecraft, Angry Birds, entre outros. Que tal conferir uma lista de dicas de empreendedorismo preparadas pelos executivos de startups?

Confira abaixo seis dicas de profissionais que qualquer empreendedor pode tirar do sucesso de Pokémon Go

Inovação

Já não é de hoje que a Nintendo visa inovar em seus produtos. Desde o lançamento do Nintendo DS e do Wii a empresa tem focado mais em inovar do que seguir na mesma direção que os concorrentes. Mesmo em seus jogos é possível ver elementos que visam trazer elementos pouco explorados. Claro que Pokémon Go não é a primeira aplicação a utilizar a realidade virtual, mas foi ele justamente a massificar um conceito que era explorado tão timidamente.

“Pokémon GO é um exemplo de inovação e mostra que sempre está em tempo de pensar fora da caixa. A Nintendo saiu do modelo de negócios automático e explorou a essência do videogame, que não está apenas na tecnologia enfatizada pelas marcas, mas também na interatividade e na relação que os jogos podem ter com a vida real. Para ser bem sucedido no mercado, às vezes, é fundamental pararmos de seguir o fluxo da concorrência e olharmos para onde ninguém está olhando para enxergar o que os clientes realmente querem de nós”, disse Antônio Miranda, CEO do Cuponomia, plataforma que reúne cupons de desconto dos principais players de comércio eletrônico do país.

 

Ótica e reinvenção

“Não se prenda ao óbvio. Tente olhar as coisas sob outra ótica para encontrar as melhores oportunidades. O lance do jogo é procurar o Pokémon em lugares muitas vezes inusitados e até arriscando encontrar alguma raridade. Isso vale para os empreendedores também, que precisam treinar o “olhar” para oportunidades novas e às vezes escondidas”, recomenda Vitor Torres, CEO do Contabilizei, escritório de contabilidade online para micro e pequenas empresas dos setores de serviço e de comércio.

“Reinvente os clássicos. O jogo é uma reinvenção de um personagem e de uma empresa que estavam numa maré baixa e isso tem muito a ver com as startups de tecnologia, que pegaram mercados clássicos (táxi, contabilidade, etc) e reinventaram a forma de fazer as coisas melhorando consideravelmente o que já existia. Ou seja, para os empreendedores, reinventar os clássicos diz respeito a disrupção e impacto, e não exatamente reinventar a roda ou propor novidades que não trazem benefícios concretos”, completa Vitor.

 

Ouça o seu público

“No dia 1º de Abril de 2014 o Google lançou um jogo muito parecido com esse, a ideia era caçar Pokemons através de realidade aumentada, porém, utilizando o Google Maps. Era uma brincadeira, mas as pessoas foram a loucura, é claro! O sucesso já era anunciado, o que a Nintendo fez foi dar ouvido a essas vozes e criar o jogo que fez o valor da empresa na bolsa de valores subir impressionantes US$ 11 bilhões. Como empreendedores, muitas vezes temos problemas para ouvir o nosso público, pois temos certeza que conhecemos o produto e que sabemos nossas limitações internas. No caso do Pokemon Go o feedback do público foi extremamente positivo, mas também poderia ser negativo, temos que levar isso em conta em ambas as situações”, alerta Gisele Giardelli, country manager do DeeMe, aplicativo de mensagens através de imagem e texto com foco na criatividade.

Se você já chegou a lançar um jogo anteriormente, então já tem um feedback de seus usuários. Caso não tenha feito nenhum lançamento, dê ouvidos aos seus amigos, familiares e beta testes. As pessoas vão querer ajudar se perceberem que você está aberto a sugestões e críticas construtivas.

 

Foco no target

“Pokémon GO é um grande exemplo de que pensar no que o seu público-alvo realmente quer e está buscando sempre será a melhor estratégia de negócio. Vivemos em um mundo onde as pessoas estão conectadas durante todo o tempo e querem solucionar seus problemas e obter respostas para seus anseios a um clique, usando seus smartphones, de preferência. Simplificar os processos e entregar ao consumidor o que ele precisa é o que definirá se uma empresa terá sucesso”, disse Vanessa Louzada, fundadora da Holipet, marketplace para pets.

Deste modo, não mude seu foco simplesmente porque quer agregar mais conteúdo ao seu jogo. É sempre bom aprimorar, mas tenha em mente que há um objetivo prioritário. Se você vai criar um jogo ao estilo shmup (jogo de navinha), vá até o fim sem descaracterizar o produto final.

 

Adaptação e Agilidade

Fato: Há mais de uma década se fala em realidade aumentada, mas pela primeira vez a tecnologia está acessível a milhões de pessoas. Muitas empresas já incluíram o jogo Pokémon Go em suas ações de marketing e passaram a comprar itens do game, aproveitando dessa popularidade, para atrair clientes para os seus negócios. De acordo com Caio Lopes, Diretor de Tecnologia da Mobile2you, “(…) saem na frente àqueles que enxergaram essa oportunidade, adaptaram suas estratégias e estão investindo em algo que pode ou não ser passageiro, mas que com certeza atrairá um bom público aos seus estabelecimentos. Em um mundo globalizado, as empresas precisam ter agilidade para colocar suas ideias em prática e disponibilizar para o maior número de pessoas possível”.

 

Estude bem seu sistema de Monetização

Não podemos ser hipócritas em não assumir um sistema de monetização. Muitos jogos promissores quebraram seus estúdios por não ter um sistema de monetização eficaz. Imagine um game viciante, jogado por milhões de pessoas, mas que não consegue arrecadar nenhum centavo para o desenvolvedor? Acredite, isso já aconteceu.

Pokémon Go, além de implementar esse tipo de modelo de monetização com as compras de pokébolas e itens dentro do jogo, pensou fora da caixa e encontrou uma maneira realmente inovadora: locais patrocinados. Essa estratégia de geomarketing fez o aplicativo gerar receita de lojas e demais empresas que desejam atrair mais visitas de consumidores para seu estabelecimento. Eles pagam para colocar Pokémons dentro do local e, consequentemente, atrair pessoas até a loja. Os anunciantes são cobrados baseados em “custo por visita”, que é semelhante ao conceito de “custo por clique” utilizado para estratégias de SEO.

“O resultado disso foi que em apenas 7 dias, o aplicativo foi o jogo de maior monetização da história, baseado na receita de acordo com os downloads em celulares. O Pokémon Go é um exemplo perfeito de como implementar uma forma de monetização atraente para os dois lados: os anunciantes e os consumidores”, conta Guilherme Ebisui, CEO e sócio-fundador do Poppin, novo app de relacionamento disponível nos sistemas iOS e Android.

 

E aí, você acha que consegue implementar essas dicas em seu próximo projeto?

Games Independentes, Jogos Nacionais, Produção de Games e muito mais.